Ficha Corrida

28/02/2015

A matilha de tocaia

Insuflados pela velha mídia, PSDB veste a fantasia golpista. Como ventríloquos do Instituto Millenium, os três patetas rasga a máscara democráticas e veste a carapuça da marginalidade. Haverá só lanchinhos para a manada ou o pó daquele helipóptero será distribuído em papelotes?!

Por trás de toda quadrilha há um mentor disfarçado de cidadão de benz! Mercedez Benz! O mesmo instituto beneficiado com dinheiro da SABESP (Estatal doou R$ 500 mil a instituto de FHC), que faltou para investir na ampliação dos serviços de fornecimento de água para os cidadãos mais pobres, agora, com aquele dinheiro, patrocina movimento golpista.

Estes são os quadrilheiros sem voto que o velho coronelismo eletrônico pretende, usando uma manada de imbecis, darem o golpe em Dilma para entregarem a Petrobrax à Chervron…

Para FHC, PSDB deve agir na moita pelos protestos

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Em reunião com dirigentes tucanos, ex-presidente orientou o partido a estimular o movimento golpista convocado para o dia 15 de março, mas sem dar apoio institucional ao ‘Fora, Dilma’; "Tem que ficar claro que nós apoiamos, mas não somo promotores"; dos caciques tucanos, apenas o senador Aloysio Nunes garantiu presença na manifestação: "Temos que estabelecer esse limite, ter esse cuidado. Não será iniciativa partidária", disse Aécio Neves

28 de Fevereiro de 2015 às 06:37

247 – Um dos maiores articuladores do golpismo tucano contra a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente FHC pediu cautela aos dirigentes do partido.

Em almoço na sede do seu instituto, em São Paulo, o ex-presidente orientou o partido a estimular o movimento pró-impeachment, convocado para o dia 15 de março, mas sem dar apoio institucional ao ‘Fora, Dilma’: “Tem que ficar claro que nós apoiamos, mas não somo promotores”, disse segundo reportagem de Pedro Venceslau, do ‘Estado de S. Paulo’.

Dos caciques tucanos, apenas o senador Aloysio Nunes garantiu presença na manifestação: "Temos que estabelecer esse limite, ter esse cuidado. Não será iniciativa partidária", disse Aécio Neves.

Apesar de negar golpismo, partido de FHC o parecer capenga de Ives Gandra Martins, que defende o impeachment da presidente Dilma por omissão no caso Petrobras. Ele foi pedido pelo advogado José Oliveira Costa, que atua no Instituto FHC (leia mais).

Para FHC, PSDB deve agir na moita pelos protestos | Brasil 24/7

26/06/2013

Quem faz tocaia é bandido

Filed under: Bandidagem,Tocaia — Gilmar Crestani @ 8:36 am
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Onde está o MP? Também na tocaia? A PEC 37 não passou, então é hora de sair da frente dos holofotes e ir ao trabalho. Prender todos os que fazem tocaia, inclusive no jornalismo. Os políticos aliados às maracutaias, com o beneplácito da mídia, fazem tocaia e a culpa é da Dilma!?

FERNANDO RODRIGUES

Políticos de tocaia

BRASÍLIA – A estratégia de emparedar os políticos deu um pouco de oxigênio político para Dilma Rousseff. Ela aparece na mídia como a "rainha" que faz anúncios sobre como melhorar o Brasil. Magnânima, recebe representantes do Movimento Passe Livre. Coloca governadores e prefeitos de capitais nos seus lugares, mudos, apenas fazendo figuração numa cerimônia no Planalto.

Se imagem é tudo, como se diz, Dilma ganhou a guerra do marketing nos últimos dias. Mas duas dúvidas atormentam o poder em Brasília: a que preço e até quando?

Sim, porque as propostas feitas pela presidente foram todas recebidas com desdém e pilhéria nos bastidores do Congresso. Raros foram os governadores e prefeitos que saíram de Brasília felizes por terem sido chamados anteontem apenas para posar para fotos, enquanto Dilma brilhava num pronunciamento ao vivo para as emissoras de TV.

Nas declarações públicas e formais, é claro, os políticos fazem sorriso de paisagem e falam em colaborar com o Planalto. Quando se apagam os holofotes, tudo muda.

Caciques do PMDB estiveram em peso na segunda-feira à noite na casa do vice-presidente da República, Michel Temer. Advogado constitucionalista, ele não havia sido avisado previamente sobre o conteúdo dos cinco pactos dilmistas. Em meio à irritação geral, os peemedebistas passaram algum tempo brincando com expressões incompreensíveis usadas por Dilma, como a curiosa e exótica "corrupção dolosa".

No Congresso, já começam a surgir colaborações (sic) para a presidente ter um governo mais eficiente e mais refratário à corrupção: uma CPI para apurar as obras da Copa do Mundo e um projeto de lei reduzindo os ministérios de 39 para 12.

O clima político em Brasília é de tocaia. Governadores, prefeitos e congressistas estão com má vontade. Mas eles fingem bem. Dilma tem estado mais sozinha do que nunca.

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