Ficha Corrida

22/08/2016

Por que há mais empresários que políticos presos na Lava Jato?

Simples. Porque são especialistas em jogar o dinheiro público na privada. Não é por acaso que tão logo um golpista usurpa o cargo, a primeira cagada é falar em privatização. Quantos parafusos a Gerdau faria sem incentivo ou sonegação? O que seria da RBS e da Rede Globo sem os financiamentos dos bancos estatais? BNDES, Banco do Brasil e Banrisul são especialistas em salvar estas privadas da descarga eterna.

Não existiria o Tiririca da Serra sem o apoio ostensivo da RBS. Não existiria cleptocracia sem o papel decisivo da plutocracia que a finanCIA! Não existiria golpe de estado sem apoio despudorado da Rede Globo e suas filiais. Hoje, as tvs são sinônimo de golpe. Não pode haver democracia onde as cinco irmãs (Abril, Estadão, Folha, Globo & RBS) mandam. O golpe delas não é um ato, é um modo de vida, construído paulatinamente, diariamente, enquanto existam.

Basta comparar o número de empresários com o de políticos presos na Lava Jato. A plutocracia leva medalha de ouro. É por isso que todo corrupto vilipendia as políticas públicas e endeusam as privadas.

Golpistas, tiriricas e chifradas, por Wilson Ramos Filho

Golpistas, tiriricas e chifradas, por Wilson Ramos Filho

dom, 21/08/2016 – 15:20

Atualizado em 21/08/2016 – 15:40

Sugerido por Carol Proner

Jornal GGN – O artigo a seguir, do professor da UFPR, Wilson Ramos Filho, é inédito e sairá na edição imprensa do livro “Classe Trabalhadora e Resistencia ao Golpe de 2016”. O docente faz uma interessante, e irônica comparação, entre os fatos que antecederam e sucederam o golpe de Estado no Brasil.

Golpistas, tiriricas e chifradas

Wilson Ramos Filho

Na Espanha há aficcionados por touradas que sabem histórias, narram corridas antológicas, veneram toureiros e admiram touros valientes, os que lutam bastante antes do golpe final.

Durante o período de "instrução" da farsa do impeachment no Senado brasileiro, no início de julho de 2016, um toureiro desconhecido entrou para a história: ao invés de matar, morreu em Teruel, Aragon. Levou uma violenta cornada no peito e verteu sangue na areia tantas vezes lambuzada, há séculos, pelo viscoso e rubro sangue de miúras. O touro de Teruel, anônimo até então, também entrou para a história.

Muito provavelmente ninguém de fora de Teruel, ainda que fã da tauromaquia, saberia quem era o tal Victor Barrio que entrou para a história da pior maneira possível para um toureiro: foi corneado e estrebuchou na arena à vista de todos, de quem estava ao sol e dos que, à sombra, ensaiavam olés e bravos um pouco melhor acomodados.

Muitos dos que são contra touradas festejaram a morte de Victor Barrio; quem o conhecia passou a admirá-lo (mais pela morte que pela pouca vida de touradas medíocres, é verdade), pois também na Espanha defuntos costumam ser indultados pelos defeitos reais ou presumidos que lhes são atribuídos.

O certo é que o valente miúra que, morto, provavelmente teria suas duas orelhas oferecidas à autoridade presente, foi sacrificado nas cocheiras, como reza a tradição, sem qualquer pompa. Quem confiaria em quem mete chifres, corneia, usurpa o protagonismo que não lhe cabe? Passado o momento do aplauso, vem a sentença, inequívoca e severa: morrerá como uma vaca, suas orelhas não serão disputadas como troféu, nenhum taxidermista empalhará sua cabeça, ninguém reivindicará seu robusto rabo para guisar a tradicional cola de toro, tão mais saborosa quanto mais brigador for o touro. A dele foi uma morte sem glamour, sem memorização, uma expiração, nada mais, virou carcaça.

A morte do toureiro que entrou para a história como não pretendia, na conjuntura brasileira em que se desenvolve um Golpe de Estado, convida à reflexão. O Brasil tem uma elite econômica medíocre. Os políticos financiados por essa gente não são menos desprezíveis. Financiadores e financiados são como tiriricas, nome de uma praga que infesta plantações com raízes profundas que dificultam sua erradicação. Empresários corruptos e corruptores tramaram o Golpe de Estado por intermédio de um fraudulento processo de impeachment conduzido pela pior composição que o Parlamento brasileiro já teve.

Um palhaço, por profissão, chamado Tiririca, foi eleito Deputado Federal na atual legislatura. As elites econômicas e uma significativa parcela do estrato síntese da nova pequena-burguesia barnabé meritocrata, que sempre ridicularizaram o Deputado Tiririca por seu suposto analfabetismo, o aplaudiram quando – ao contrário do que havia anteriormente anunciado – resolveu apoiar o Golpe Parlamentar. Ignorante, Tiririca pensa que agora sim, agora será finalmente aceito por seus pares e pelas classes médias que até a semana passada dele desdenhavam. Barnabés incautos, espelhando-se no empresariado que tanto admiram, como Tiririca, baliram "fora Dilma" pensando que "agora sim" com o golpista entronado teriam seus holerites fornidos.

Sempre achei que Tiririca não destoava na Câmara dos Deputados. Conheço alguns deputados de raciocínio tão primário quanto o dele. Devo confessar, contudo, que nem nos meus piores pesadelos imaginaria a quantidade de tiriricas que infestou o Congresso Nacional nas últimas eleições. A falta de compostura daqueles tiriricas, acabrunhado admito, envergonhou-me quando tive acesso aos melhores jornais internacionais depois daquela memorável tarde de domingo, em que mais de trezentos corruptos autorizaram a abertura do processo de cassação da vontade popular.

Os empresários presos na “Operação Lava Jato”, de igual modo, não destoam da maioria do empresariado brasileiro. São aquilo: querem benefícios do Estado e defendem o livre mercado, consideram "normal" sonegar impostos e direitos aos seus empregados. Esses tiriricas que conspiraram para que sua ideologia chegasse ao governo, com o Golpe, desde há muito infestam a história de nosso país e nos envergonham.

O Brasil, por culpa desses tiriricas, foi ridicularizado mundialmente. E não por conta do Deputado Tiririca, nem sabem que ele existe. A imprensa de vários países preferiu destacar os votos criminosos dos irmãos Bolsonaro fazendo apologia da tortura, daqueles desqualificados da "bancada cristã", invocando um deus tão venal quanto eles (promete o paraíso e a salvação a quem pagar adiantado com sua fé e com seu dízimo), dos hipócritas que votaram "pela família", além de outras bizarrices que foram citadas com cruel ironia. Um vexame de proporções globalizadas. O mundo capitalista reconheceu o triste episódio em que o Brasil, por seus tiriricas, igualou-se a uma republiqueta: a bolsa de valores despencou e o dólar subiu. Os bregas que adoram "maiame" ficaram decepcionados, pois não vai dar para "toda hora comprar ternos", mal cortados, na meca dos medíocres.

As empresas viram despencar seus ganhos depois que o usurpador assumiu o governo temporário. Os barnabés que bateram panelas e desfilaram com a camiseta da CBF, apesar de seus déficits cognitivos decorrentes da ideologia meritocrata, já começam a desconfiar que militaram contra seus próprios mesquinhos interesses. Esses e outros tiriricas que conspiraram para o Golpe que, ao final, só beneficiou o capital financeiro e as grandes indústrias, como Victor Barrio, foram corneados.

Não nos enganemos, todavia, não são todos tiriricas. Entre os golpistas há ainda os traidores mau-caráter (entre os quais os que até ontem detinham cargos no governo à custa de chantagens diversas) e há aqueles, muito piores, ideológicos, que conduziram os tiriricas à efêmera fama no teatro de horrores do dia 17 de abril e que passaram a ser os principais agraciados em um "novo" governo, muito parecido com os que tivemos até 2002. Estes são a minoria que conduz os tiriricas. Com tristeza reconheço que a imensa maioria dos deputados e deputadas que envergonharam o Brasil não é diferente do estrato social a quem eles representam.

Há milhares de tiriricas que, mesmo sabendo que estariam elegendo um mau-caráter traidor que teria por "vice" um escroque, estufaram o peito para gritar "fora PT" com um ódio irracional, digamos, típico do PSTU, mesmo sabendo que o oposto da socialdemocracia (petista) seria o neoliberalismo que reduz gastos públicos, que reduz a massa salarial, a quantidade de dinheiro que circula na economia. Foram centenas de milhares os que desfraldaram as bandeiras que a brisa do Brasil beija e balança, tangidos por uma onda fascista que objetivou acabar com as políticas públicas para pobres, para coletivos vulneráveis de populações campesinas, LGTB, indígenas, negros e deserdados de um modo geral.

Esse ódio é de classe, bem verdade, mas é também transversal: milhares de gays, de negros, de pobres, de funcionários públicos, de bolsistas do PROUNI e do FIES, de marginalizados historicamente pelo capitalismo brasileiro, contaminados pelo ódio difuso, no dia seguinte do afastamento da Presidenta festejaram a "vitória" contra o "governo do PT". Conheço vários que teriam todos os motivos racionais para serem contra o rompimento da ordem institucional e que se aliaram aos golpistas. São todos tiriricas. Nas eleições passadas vários candidatos se apresentaram como "renovação" empunhando causas específicas como a "do povo cristão contra a degradação dos costumes", a do "190 km/h é crime", a dos deficientes, a dos ciclistas, a dos "corretores de seguro", a "do povo assembleísta", entre outras.

Alguns foram eleitos e no espetáculo televisionado prestaram homenagem aos tiriricas que votaram neles. Muita gente inteligente que por motivos diversos havia votado naqueles deputados tiriricas se remoeu de raiva, de remorso. Esses não são tiriricas, só entraram na "moda pós-moderna" dos "reconhecimentos" de identidades quase tribais, sempre parciais e de grupos e estamentos. Doravante, antes de votar para deputado ou para vereador, se perguntarão a que classe social pretende servir o candidato. Aprenderam da maneira mais difícil. O slogan de campanha do Deputado que sintetiza o padrão intelectual e ético da atual composição do parlamento brasileiro era "vote em Tiririca, pior que tá não fica" e com ele teve uma votação assombrosa. Pois é. Ficou. O slogan "não vou pagar o pato" do grande empresariado paulista vingou. Com o Golpe e com a ideologia que o sustenta já aumentou a concentração de renda, o desemprego e a miséria. Para isso deram o Golpe.

Os demais, os pequenos empresários que dependem da renda dos trabalhadores para vender seus serviços ou produtos, os funcionários públicos, os profissionais liberais, todos perderam. Alguns já se deram conta disso. Outros, leitores da Veja, mais lentos, tardarão um pouco mais. Os intelectuais a soldo e os ultravaidosos que imaginavam ficar famosos aderindo aos golpistas, os que rasgaram suas biografias deixando de se contrapor frontalmente ao Golpe, como Victor Barrio, entraram para a história, mas não como pretendiam. Haverá quem festeje quando forem passados por inevitáveis chifres (quem confiaria em trânsfugas?), outros tentarão sem sucesso perdoar-lhes o golpismo, conclamando à temperança e à concórdia.

O Brasil passa uma enorme vergonha internacional por causa dos tiriricas que ainda estão comemorando, avoados, o prenúncio do que – se não houvesse a resistência – poderia ser um desastre para os Direitos Sociais, para as políticas públicas para pobres e para os Direitos dos Trabalhadores. O governo do Usurpador e as cúpulas dos partidos que representam a maioria tiririca dos deputados já descartaram o Tiririca e o escroque que presidiu a abertura do processo de impeachment. O empresariado delinquente que conduziu o Golpe descartará parte dos tiriricas que infestam o Congresso. Como o touro que corneou o medíocre toureiro em Aragon, estes e outros tiriricas, inclusive o camisa preta que por enquanto ainda é incensado, serão oportunamente sacrificados, sem honras. Os golpistas não terão tanta sorte.

Sobreviverão para escutar, pelo resto de suas vidas, que são golpistas e serão responsabilizados pelos retrocessos sociais que não conseguirmos evitar. Entraram para a história como o toureiro de Teruel, da pior maneira possível.

*Wilson Ramos Filho, doutor, professor de Direito do Trabalho na UFPR (Curitiba) e no Doctorado en Derechos Humanos, Interculturalidad y Desarrollo na UPO (Sevilha), advogado de sindicatos e movimentos sociais.

Golpistas, tiriricas e chifradas, por Wilson Ramos Filho | GGN

06/08/2016

Temer está para a Rede Globo como Sartori para a RBS

Filed under: José Ivo Sartori,RBS,RS,Safado,Tiririca,Tiririca Gaudério — Gilmar Crestani @ 9:21 am
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sartori & nepotismoNão precisa ser inteligente para perceber. Basta apenas não ser burro. Aliás, até os muares têm percebido isso ultimamente. Michel Temer e o Tiririca da Serra não existiram sem a mão leve da Rede Globo & RBS que balançam o berço das manipulações.

Como diz o Tarso, se os atrasos salariais se devem aos aumentos dados pelo PT, porque o correligionário do Eduardo CUnha, Eliseu Padilha e Michel Temer, que teve as dívidas do Estado perdoadas, não paga pelo menos a integralidade dos salários sem os aumentos dados no governo anterior?!

Ora, porque se pagasse a integralidade enterraria o discurso para entregar os bens públicos por preço de banana. Se não tem dinheiro para pagar sequer o salário mínimo, tanto que a primeira parcela foi de R$ 600 reais, porque há tanta propaganda do Governo do RS nos veículos da RBS?

Este dinheiro entregue à RBS para fazer propaganda do seu desgoverno não seria melhor empregado entregando a quem faz jus pelos serviços prestados?

Um Governador que despreza de maneira tão solene seu maior patrimônio, o funcionalismo, não tem condições de conduzir sequer uma carrocinha de pipocas. Iria à falência. A manada de gaúchos que segue bovinamente a égua madrinha RBS bem que merece ter um Tiririca com sotaque de gringo tirando sarro encima das próprias safadezas.

Imobilidade é escolha, incompetência é modo: o “Governo Tumelero”

Por jloeffler – No dia 05/08/2016

4/ago/2016, 9h05min

“Uma resposta dada pelo atual governador mandando os professores buscarem o “piso nacional” no Tumelero, foi uma síntese brilhante do que seria o seu Governo”. (Reprodução)

Por Tarso Genro

Uma resposta dada pelo atual governador, na campanha eleitoral, mandando os professores buscarem o “piso nacional” no Tumelero, foi uma síntese brilhante do que, se ganhasse as eleições, como ganhou, deixando claro – desde aquela época -, seria o seu governo: uma sucessão de desculpas por não ter feito, de evasivas por não ter projeto e um desrespeito completo às funções públicas do Estado por desconhecer completamente a natureza da crise nacional e mundial.
O governador Sartori fez pronunciamento culpando o governo anterior pela caótica situação financeira do Estado e pela paralisia completa da sua gestão, nas áreas da segurança pública, saúde e educação. Não apresentou programa para governar e agora demonstra, mais uma vez, que não está preparado para tanto. Quando assumimos o governo, o fizemos na mesma situação de crise financeira e endividamento que ainda permanece e pagamos em dia os salários do servidores.
Exemplo: se o governador Sartori não está pagando os salários aos servidores do Estado em função das correções salariais dadas pelo nosso governo – que visaram apenas repor as perdas de longo tempo de arrocho -, por que não paga, então, numa primeira parcela, o salário integral dos servidores sem os aumentos concedidos pelo nosso governo? Seria menos humilhante e menos doloroso para as milhares de famílias gaúchas que dependem destes recursos para sobreviver dignamente.
Não o faz porque não sabe governar dentro de uma crise, como fizeram vários governos anteriores que, mesmo tendo adotado programas diferentes, tinham os salários dos servidores como primeira e fundamental obrigação. Todos os governos estaduais pagaram um preço elevado pelo acordo imposto aos Estados, pelo governo FHC-Malan, que acentuou gravemente as nossas finanças públicas. Cada governo respondeu, a seu modo, a esta crise.
O governador atual disse, na campanha eleitoral, que não usaria os depósitos judiciais no “caixa único” do Estado para responder a estas dificuldades. Não só usou valores proporcionalmente maiores aos que estavam depositados nas épocas respectivas, como aprovou – na Assembleia- um percentual superior, daqueles depósitos, para uso livre do Tesouro do Estado.
O governador atual obteve uma suspensão temporária do pagamento da rolagem da dívida, apoiada numa Lei que o nosso Estado liderou, nacionalmente, a sua aprovação e obteve, portanto, recursos que nenhum governador obteve até o presente.
O governador atual aumentou impostos, faltando com a palavra dada durante a campanha eleitoral, inclusive sem qualquer resistência significativa do empresariado local, que lhe foi solidário nesta empreitada. Nada disso adiantou, porque não tem gestão técnica da Fazenda e porque não tem voz forte no cenário nacional para liberar recursos da União e de agências internacionais para projetos de interesse do Estado.
Governar dentro de uma crise, que as pessoas de bom senso sabem não ser somente nacional, não é uma questão “ideológica”. É uma questão de capacitação técnica e política de qualquer governo, que é obrigado a agir rapidamente, fazer escolhas, realizar alianças, dialogar com a sociedade e buscar soluções para o imediato, combinando-as com as soluções de longo curso.
Nossa opção foi: não se sai de uma crise sem crescer e sem valorizar o setor público, como indutor-programador do desenvolvimento. Não se sai da crise sem reduzir a dívida pública, como aliás fizemos, abatendo do seu montante 14 bilhões de reais. Não se sai de uma crise respondendo perguntas sérias com piadas de gosto duvidoso e culpando os servidores públicos, cuja minoria percebe mais do que o Estado pode lhes pagar, mas cuja ampla maioria percebe menos que o Estado lhes paga.
À crise financeira do Estado, agora, se somará uma crise brutal de funcionamento dos serviços públicos, que prejudicará, como sempre, os assalariados, os setores médios, o emprego no comércio e na indústria. As duas crises somadas – em crescente – levarão o Estado a situação inédita de falência política e financeira, porque, pela primeira vez a imobilidade como escolha, se soma à incompetência e a grosseria como modo de governo.

Fonte: http://www.sul21.com.br/jornal/imobilidade-e-escolha-incompetencia-e-modo-o-governo-tumelero/

Praia de Xangri-Lá – Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

05/09/2015

Boesio, o beócio!

BEÓCIO-DEPUTADOPor que não me surpreendo com bandidos?!

Porque hoje eles são acolhidos pela mídia, mormente quando circulam sobre suas cabeças helipópteros cheios de pó. Para esconder grandes traficantes condenam jovens de periferia. A escola da manipulação é useira e vezeira em condenar quem, por exemplo, cria uma universidade (UERGS) para endeusar quem se locupleta com emprego fantasma (Ana Amélia Lemos). Glorifica quem lhe entrega um CRT de bandeja.

O beócio Álvaro Boesio é aluno da escola FHC.

Lembrem-se, FHC também chamou os aposentados de vagabundos. E aí descobre-se que a filha dele, Luciana Cardoso, era funcionária fantasma do Senado, no gabinete do Heráclito Fortes. Este ódio descende da mesma linhagem de que faz parte Fernando Collor de Mello, um paladino da moralidade, com seu “caçador de marajás”. Não por acaso, guindado à Presidência da República graças as manipulações dos assoCIAdos do Instituto Millenium.

Lembremos que foi a capa da Veja que estampou “Caçador de Marajás”. A Globo se encarregou de fraudar debates entre Lula e Collor, de vestir camisa do PT no sequestrador do empresário Abilio Diniz. Para eleger Collor, a RBS suspendeu Luis Fernando Verissimo simplesmente porque chamou Collor de ponto de interrogação bem penteado.

PMDB do Boesio é o mesmo do Eduardo CUnha, do José Ivo Sartori, do Antonio Britto. Boesio é líder do governo que depositou a esmola de R$ 600,00 na conta dos servidores. Boesio não sabe, por exemplo, que a primeira medida de seu governo foi aumentar o salário do governador em 46%. A segunda foi o nepotismo, Sartori botou a mulher para ocupar a cadeira de uma Secretaria. Boesio também não sabe que Maria Helena Sartori espalha CCs por várias repartições do Estado. Para quem quiser uma cronologia do método PMDB à moda gaúcha, o Juremir Machado da Silva publicou uma, aqui.

Magarefes como este Boesio se criam porque grupos como a RBS se encarregam de criminalizar tudo o que não é espelho. E o espelho neste momento mostra a RBS na Operação Zelotes

 

Deputado que xingou servidores já teve assessora ‘fantasma’

O deputado Alvaro Boesio/ Banco de dados ALRS O deputado Alvaro Boesio/ Banco de dados ALRS

O líder da bancada do PMDB na Assembleia Legislativa, deputado Álvaro Boessio, que recentemente chamou os servidores públicos de vadios, em entrevista à rádio Spaço FM, já teve uma assessora que não cumpria o expediente, ou pelo menos parte dele, conforme o jornal O Pioneiro, de Caxias do Sul, do dia 8 de julho deste ano.

Segundo a matéria, a assessora Milena Darsie Baldasso, 19 anos, contratada como cargo de confiança por Boessio, não aparecia na Assembleia e também era desconhecida pelos “colegas” de gabinete.

Milena teria ficado pelo menos um ano sem nenhuma referência de prestar serviços mesmo sendo contratada desde março de 2014. A assessora é filha de um amigo de Boessio, conhecido como Betão. Na época, o deputado alegou que ela trabalhava e cumpria funções de assessora política, sendo uma de suas representantes em Carlos Barbosa, porém nem o PMDB atribuía a ela ser encarregada de representar o parlamentar na cidade gaúcha.

“O horário dela é livre. Ela tem que ir uma ou duas vezes por semana no gabinete, tem semanas que ela não vai. Nenhum dos meus assessores tem horário comigo, declarou.

Na mesma entrevista à radio, Boessio também disse que não vê necessidade dos deputados abrirem mão de seus salários, como ajuda ou compreensão à crise vivida pelo Estado, e também confirmou que vai votar a favor do aumento dos vencimentos dos parlamentares ao fim do mandato.

21/08/2015

Sartori abre desmanche no Piratini

sartori rsSartori, quer remédio, vá na tumeleiro! Tivemos governos medíocres, como o do Pedro Simon. Tivemos governador que era uma espécie de posto avançado da RBS, Antonio Britto. Tivemos verdadeira calamidade pública, Yeda Crusius. Mas só agora conseguimos um governo que é uma piada pronta. E nosso Tiririca da Serra!

Sartori, se quiser trabalhar, vá no Piratini e parece com o desmanche ilegal do Estado!

É sempre assim quando o inquilino é servente da RBS. A primeira coisa que fazem é precarizar os serviços públicos para justificar a entrega aos seus finanCIAdores ideológicos. Desde Antonio Britto a RBS dá de mão e ainda sai jogando com as finanças do RS. Está louca para ganhar uma sobrevida. No tempo de Britto, ganhou de bandeja a CRT. Perdeu pra Telefônica, mas aí, embora ainda não bem contada, já é outra história. Agora precisa alguma fundação e quiçá a Corsan.

Mas é fantástica a elasticidade do caráter dos nossos órgãos de imprensa. Colocam-se como hímen complacente para os gaúchos. Ou pelo menos para a manada que se deixa amestrar com passividade bovina.

Remédio amargo é desculpa do açougueiro metido a medico. Desde quando amputar uma perna é solução para unha encravada?!

“Remédio é amargo, mas o Estado está na UTI”, diz Sartori

Governador apresentou projeto de aumento de impostos

Sartori apresentou pacote de ajuste fiscais do governoO Governador José Ivo Sartori apresentou no final da tarde desta quinta-feira a 4ª fase do Ajuste Fiscal Gaúcho com o pacote de aumento de impostos, que inclui alíquotas de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a partir de 2016. Sartori admitiu não ser favorável à medida, mas que essa foi a única solução encontrada para a atual situação do Estado.
“Sei que o remédio é amargo, mas o Estado está na UTI. Esses momentos exigem verdade, mas também união e ação. Também sou contra medidas assim. Fizemos de tudo para evitar, mas o Estado vive uma situação de emergência e precisa do ingresso urgente de dinheiro no caixa para dar conta das obrigações mais emergenciais no próximo ano. Neste ano viveremos ainda com muitas dificuldade”, afirmou Sartori em seu discurso.
“Precisamos ter uma atitude de responsabilidade. Posso dizer que não fujo dessa responsabilidade. Hoje o governo está propondo uma nova base nessa tentativa de busca para encontrar o caminho para o equilíbrio do Estado do RS. Vamos fazer modificações para acelerar o processo de entrada de recursos no tesouro do Estado”, seguiu.
Sartori ainda pediu compreensão dos setores e destacou que o poder público precisa do sacrifício de todos para encontrar uma recuperação para a crise. "Tenho clareza que não se enfrenta crise apenas com política fiscal, mas com mudanças estruturais. Isso é emergencial. A verdadeira mudança vem com o crescimento do Estado”, disse.
“Não podemos permitir a paralisia do Estado. Por isso estamos tomando as medidas de hoje, que são emergenciais, que essa união a outras que ainda virão para levar ao crescimento do Rio Grande do Sul. O Estado hoje tem muitas dificuldades, mas hoje quem passa pelo pior momento é o governo. Temos agricultura pujante, grandes empresas, setor de serviços modernos, universidades. Temos base para crescer muito mais. Nosso desafio é sanear o poder público”, completou.
Entre as propostas, está a que propõe alteração da alíquota padrão de ICMS, o principal item da Receita Estadual, passando dos atuais 17% para 18%. A proposição também prevê a majoração de alíquotas nos combustíveis (gasolina e álcool hidratado, de 25% para 30%), comunicação (telefonia fixa e móvel, de 25% para 30%), bebidas (cerveja e chope, de 25% para 27%; refrigerante, de 18% para 20%), energia elétrica (residencial, acima de 50 kW, de 25% para 30%; comercial, de 25% para 30%).
A estimativa da Secretaria da Fazenda é um incremento de receita líquida para o Estado na ordem R$ 1,896 bilhão/ano. Já para os municípios, o incremento nos repasses seria de R$ 764 milhões/ano.

07/06/2013

Tiririca do STF

Filed under: Luiz Fux,Tiririca — Gilmar Crestani @ 10:36 pm
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29/12/2011

Tiririca para Presidente

Filed under: Tiririca — Gilmar Crestani @ 9:13 am

Agora me digam, Tiririca não é melhor que José Bolinha de Papel Serra? Aposto que faria um governo bem melhor do que fez o prof. Cardoso, com toda sua empáfia. Aliás, FHC é culpa do Itamar Franco. Não fosse Itamar, não haveria Plano Real nem Genéricos, como FHC.

Tiririca diz que em 1 ano fez 3 amigos e aprendeu o que deputado faz

publicada em 27 de dezembro de 2011
Após o primeiro ano de mandato na Câmara, o deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva (PR-SP), o Tiririca, o mais votado do país na eleição do ano passado (1,3 milhão de votos), afirma que terminou 2011 “feliz”, depois de um começo “difícil para caramba”.
Ele fez campanha pedindo voto aos eleitores sob o argumento de que "pior que está, não fica" e dizendo que não sabia o que fazia um parlamentar.
Em entrevista ao G1, Tiririca afirmou que, em um ano, aprendeu o que é a atividade parlamentar e fez “três amigos que são amigos mesmo” dentre os 513 deputados da Casa.
Segundo informações do site da Câmara, Tiririca compareceu a todas as sessões deliberativas de 2011. Na Comissão de Educação e Cultura, da qual é membro titular, participou de 51 das 58 reuniões realizadas este ano.
“Quando eu cheguei, nos primeiros meses, foi difícil para caramba. Foi tudo muito novo para mim, complicado. Fui pegando o jeito e hoje estou tranquilo. Estou até feliz. Eu pensei que no começo iam me tratar diferente, fiquei com medo de que dissessem: ‘É artista, tem nariz empinado’. Mas viram que sou humilde. Tenho até feito amizade. Tenho três amigos que são amigos mesmo”, contou o deputado federal mais votado do Brasil nas eleições de 2010.
Segundo Tiririca, os amigos na Câmara são os deputados Paulo Freire (PR-SP), pastor que integra a Frente Parlamentar Evangélica; Esperidião Amim (PP-SC), ex-governador de Santa Catarina; e Francisco Escórcio (PMDB-MA), um dos principais aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
Apesar de se dizer satisfeito com as novas amizades, Tiririca diz não ter “nenhum espelho” no Congresso. “Não tenho ídolo na política. Eu admiro muito o Lula e confio muito na presidente Dilma”, afirmou.
O deputado diz que o primeiro ano de mandato foi “muito positivo” e que seu principal foco são os projetos de profissionalização da atividade circense.
“Estou fazendo um barulho grande. Estou gritando, e isso é muito bom. E as pessoas estão ouvindo. Fico feliz com isso.”
Perguntado sobre a afirmação da campanha eleitoral de que não sabia o que um deputado fazia, ele disse que agora aprendeu.
“Você quer ouvir o que faz um deputado? Trabalha muito e produz pouco. Não porque não queira produzir. O sistema da Casa é engessado por interesses políticos, partidários, é muito engessado.”
Sobre o bordão “pior que está não fica”, ele disse ser “complicado” afirmar se o Congresso pode ou não piorar.
“É complicado. Não sei [se pode piorar]. Eu sou brasileiro e torço para que melhore. Eu sou brasileiro, tenho fé em Deus.”
Visitas no gabinete
O deputado afirma ter recebido durante o ano cerca de cem pessoas por dia em seu gabinete na Câmara dos Deputados.
“Eles vêm dizer ‘que Deus te abençoe’, rezam. Tem gente que chora, diz: ‘Que bacana te conhecer’. Ganho presente para caramba. Essa pulseirinha [após mostrar uma pulseira no pulso] ganhei de um índio. Ganho tudo que você possa imaginar. Carinho eu gosto muito. Como sou flamenguista, trazem coisas do Flamengo. Caneca, agenda, castanha do Pará.”
Tiirica diz que também chegam muitas cartas ao gabinete, que pedem “de tudo”.
“Pedem casa, tudo. Até já pediram para eu mandar uma música para o Julio Iglesias. Nem o Julio Iglesias eu conheço, mas eles querem que eu entregue”, conta entre risos.
Produção
Em seu primeiro ano como parlamentar, Tiririca priorizou a apresentação de propostas voltadas para a comunidade circense. Ele apresentou projeto de lei que prevê a criação de serviços assistenciais voltados para as pessoas e famílias que desenvolvem atividades circenses e de diversões itinerantes.
Ele apresentou ainda duas emendas ao projeto que institui o Programa Cultura Viva para incluir comunidades circenses e ciganas como beneficiários e para estimular a formação de artistas de circo.
Membro titular da Comissão de Educação e Cultura, Tiririca apresentou emenda ao Plano Nacional de Educação solicitando mobilização nacional pela alfabetização de jovens e adultos e apresentou projeto para instituir o vale-livro para alunos da rede pública de ensino.

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