Ficha Corrida

15/07/2015

Quer saber quem são os corruptos brasileiros?

EUAGloboQuer saber quem são os corruptos brasileiros? Pergunte aos EUA, são eles que corrompem, aqui e em qualquer outro lugar do mundo. Se nem sempre foi assim, pelo menos depois da  Segunda Guerra tem sido assim, com certeza. É claro que para haver comprador há que haver vendidos. A Chevron só compra porque há sempre um José Serra, um FHC que se vendem.  Para estes dois entreguistas brasileiros vale a máxima cunha pelo Barão de Itararé: “Quem se vende sempre recebe mais do que vale”.

Para essa massa de ignorantes da Marcha dos Zumbis, que pensam que a corrupção é só do tempo em que ela é combatida, ficam aí os arquivos dos EUA para provar que não só havia corruptos na ditadura, como está devidamente documentada nos EUA. Aqui, nossa velha imprensa não tem a dizer por ser exatamente parte da ditadura. E ditadura é, por si só, corrupção, posto que, para existir, corrompe a democracia. Do início ao fim, e até hoje, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium, que já fizeram parte do IBAD, do IPES e frequentaram o DOI-CODI, estão sempre prontos a afrontarem a democracia a e apoiarem golpistas. A marcha dos vadios só existiu porque, sendo bem amestrados, houve também quem os amadrinhassem. As prisões de Julian Assange, Bradley Manning e Edward Snowden explicam quão atual continua a prática colonialista dos EUA.

Daqui a 50 anos os EUA vão abrir novos baús para revelarem quem são os quinta colunas que conectam os golpistas atuais aos interesses dos EUA. Mas não precisamos esperar tanto tampo para saber que lá estarão as digitais do José Serra, FHC, Aécio Neves, e toda esta matilha que trabalha contra o Brasil.

ELIO GASPARI

O baú dos americanos

Documentos do tempo da ditadura ajudarão no estudo das conexões de Washington com Brasília

O lote de 538 documentos liberados pelo governo americano durante a passagem da doutora Dilma por Washington é um tesouro para quem quiser reconstituir a teia das relações entre os dois países durante a ditadura. Eles estão no site do Arquivo Nacional.

Seu maior valor está na divulgação de mais de uma centena de papéis da Defense Intelligence Agency, a DIA. Ao contrário do que diz a sabedoria convencional, a Central Intelligence Agency não é o único serviço de informações americano e a DIA é a principal operadora de informações militares. Por exemplo: o famoso general Vernon Walters, adido militar no Brasil em 1964, era da DIA e só foi para a CIA anos depois, como seu vice-diretor. Walters foi substituído no Brasil pelo coronel Arthur Moura, um descendente de açorianos, afável, até divertido, fluente em português. Nos anos de chumbo ele foi o mais poderoso funcionário americano no Brasil. Promovido a general a pedido do presidente Médici durante seu encontro com o colega Richard Nixon, passou para a reserva e posteriormente tornou-se diretor da empreiteira Mendes Júnior (ela, a da Lava Jato).

A maioria dos telegramas da DIA foi redigida por Moura. Ele sabia muito –do general que entornava ao mulherengo e ao falastrão. Ajudava os amigos, levando remédios para o ministro do Exército. Moura foi um porta-voz convicto da máquina repressiva da ditadura. Em 1976, já na reserva, escreveu uma carta pessoal ao presidente Jimmy Carter descascando sua política de direitos humanos. Lembrou-lhe que quatro anos antes, ao passar pelo Brasil como governador da Georgia, elogiara a forma como a ditadura combatia o terrorismo. Lembrou ao presidente que ele visitara o país para defender os interesses da fabricante de aviões Lockheed, em cujo jatinho viajara. Alô, Lula. (O general fez chegar uma cópia da carta ao Planalto.)

Do exame da primeira metade do lote de papéis liberados vê-se que o embaixador Charles Elbrick, sequestrado em 1969, manteve o senso de humor na noite de sua libertação, quando foi ouvido por agentes americanos. Elbrick achara que ia morrer. Uma vez solto, disse que se um dia tivesse que ir para a cadeia, ou se voltasse a ser sequestrado, gostaria de receber o tratamento que tivera. Os sequestradores compraram-lhe cigarrilhas quando seu estoque de charutos acabou. Ao levarem comida, desculparam-se pela qualidade: "Nós não sabemos fazer de tudo".

Para quem persegue charadas, o papelório joga luz numa. Em novembro de 1969, quando Carlos Marighella foi morto em São Paulo indo ao encontro de dois freis, o consulado americano lembrou a Washington que sua conexão com os dominicanos do convento de Perdizes já havia sido exposta num telegrama de dezembro em 1968. De fato, há décadas sabia-se que houve um contato do consulado com "frei (dezoito batidas censuradas)". Ilustrando a incompetência da polícia, ele contara que Marighella estivera no convento, localizado nas cercanias do DOPS. Essas dezoito batidas parecem ter sido desvendadas. Outro telegrama, transmitido três dias depois da morte de Marighella e liberado agora, identifica o religioso da conversa de 1968 como "frei Edson Maria Braga" (dezessete batidas). À época havia um frei Edson em Perdizes, mas seu nome completo era Edson Braga de Souza. Era o prior do convento.

12/05/2015

Com autorização de Obama, Hollande visita Cuba

cuba embargoE pede agora o que Cuba, graças ao apoio de presidentes latino-americanos, já havia conseguido: o fim do bloqueio. A política europeia de subserviência aos interesses dos EUA ajudaram a detonar com a Líbia, Egito, Síria, Ucrânia.

Graças ao apoio da Espanha, Itália, França e Alemanha, os EUA fazem guerras jogando cidadãos desses países como bucha de canhão.

Agora, depois que o mundo soube que Obama se viu na contingência de flexibilizar o bloqueio a Cuba, a França manda seu ventríloquo tirar uma casquinha. Na hora do cerco e perseguição a Cuba onde estava a França e sue Hollande? Embaixo da cama, perseguindo descendente argelino.

A partir da chegada de Lula no Brasil, Chavez na Venezuela, Kirchner na Argentina, os EUA só puderam contar com seus tradicionais capachos europeus. E os três patetas latinos despejados do poder: FHC, Fujimori e Menem.

O ódio do PSDB e do Lumpenjornalismo a Lula deve-se à sua visão estratégica. O investimento no Porto do Muriel em Cuba é uma tacada de mestre, que entra redondo no reto de seus inimigos.

O fato é que Cuba venceu. Nem os EUA sobreviveriam a 50 anos de bloqueio. Cuba não só venceu, como dobrou a espinha dos seus inimigos. Até porque os inimigos de Cuba são invertebrados…

Presidente francês pede fim do bloqueio a Cuba

ter, 12/05/2015 – 08:59

Atualizado em 12/05/2015 – 09:04

Enviado por Webster Franklin

Do Ópera Mundi

Em visita inédita a Cuba, Hollande pede fim do bloqueio econômico e tem encontro com Fidel

É a primeira vez que um presidente francês realiza visita oficial à ilha; conteúdo da conversa com líder da revolução não foi divulgado à imprensa

“A França fará o possível para contribuir para que a abertura possa ser confirmada, para que as medidas que tanto prejudicam o desenvolvimento de Cuba possam ser finalmente anuladas, suprimidas”, afirmou o presidente francês, François Hollande, em visita inédita realizada a Cuba, fazendo referência ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos à ilha que já dura mais de meio século e gerou danos da ordem.

Na tarde desta segunda (11/05), Hollande se reuniu com o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, com quem esteve por cerca de 40 minutos. O conteúdo da conversa e as fotos do encontro ainda não foram divulgadas.

Hollande juntamente com o vice-presidente cubano Miguel Díaz-Canel na nova sede da Aliança Francesa

Luis Nassif Online | GGN

24/08/2014

Os abutres vem do norte

eua vergonhaLobby anti-Argentina ganha força nos EUA

O melhor resumo dos ataques à Argentina, vindo dos EUA, está num texto despretensioso, do uruguaio Eduardo Galeano, sobre outros assuntos:

Guerras mentirosas

Campanhas publicitárias, esquemas de marketing. O alvo é a opinião pública. Guerras são vendidas da mesma maneira que carros: através da mentira.

Em agosto de 1964, o presidente norte-americano Lyndon Johnson acusou os vietnamitas de atacar dois navios de guerra dos EUA no Golfo de Tonkin.

Então, o presidente invadiu o Vietnã, enviando aviões e tropas. Ele foi aclamado por jornalistas e políticos, e sua popularidade disparou. Os democratas no poder e os republicanos fora do poder se tornaram um único partido unido contra a agressão comunista.

Depois de a guerra ter massacrado vietnamitas em grandes números – a maioria sendo mulheres e crianças – o secretário de defesa, Robert McNamara, confessou que o ataque no Golfo de Tonkin nunca ocorreu.

Os mortos não voltaram à vida.

Em março de 2003, o presidente norte-americano George W. Bush acusou o Iraque de estar prestes a destruir o mundo com suas armas de destruição em massa, “as armas mais letais já construídas”.

Então, o presidente invadiu o Iraque, enviando aviões e tropas. Ele foi aclamado por jornalistas e políticos, e sua popularidade disparou. Os democratas no poder e os republicanos fora do poder se tornaram um único partido unido contra a agressão terrorista.

Depois de a guerra ter massacrado iraquianos em grandes números – a maioria sendo mulheres e crianças –, Bush confessou que as armas de destruição em massa nunca existiram. “As armas mais letais já inventadas” foram seus próprios discursos.

Na eleição seguinte, ele foi reeleito.

Em minha infância, minha mãe costumava me dizer que a mentira tem perna curta. Ela estava mal informada.

Outro aspecto pouco falado sobre esta questão diz respeito aos assim chamados “investimentos de risco”. O capital especulativo ganha dinheiro correndo riscos, certo? Errado. Como se pode ver, a especulação não pode correr riscos. Se perder, sempre haverá um juiz nos EUA para impedir prejuízo. E aí “democratas no poder e os republicanos fora do poder se tornaram um único partido unido contra riscos da especulação”.

Em anúncios de jornal e TV, ‘fundos abutre’ que processaram governo em Buenos Aires tentam humanizar credores

Grupo atrai democratas, republicanos e doador eleitoral Paul Singer, cujo fundo lucrou com dívida de Congo e Peru

ISABEL FLECKDE NOVA YORK

"Conheça os abutres’ da Argentina", diz o anúncio de página inteira publicado na última semana no "New York Times" e no argentino "La Nación" pela ATFA (American Task Force Argentina), maior lobby dos credores que não aceitaram renegociar a dívida e ganharam, na Justiça americana, direito a receber US$ 1,3 bilhão do país.

Logo abaixo do texto, há a foto de argentinos que ainda não receberam: Norma Lovato, 85, Horácio Vazquez, 57, Maria Elena Corral, 77. Esta última, diz o anúncio, "investiu nos títulos argentinos como ato de patriotismo".

O anúncio faz parte de uma ofensiva do ATFA em jornais, sites e redes de TV americanos iniciada no fim de julho, quando ficou configurado o segundo calote do país sobre sua dívida em 13 anos.

Segundo o Center for Responsive Politics (CRP), que monitora a atividade de lobby nos EUA, a ATFA tinha gasto, até junho, US$ 740 mil, quase três quartos do US$ 1 milhão que foi investido em todo o ano de 2013.

"Eles estão mais agressivos, em parte porque os fundos abutres têm perdido a batalha pela opinião pública desde a decisão da Suprema Corte [em junho]", diz Mark Weisbrot, do progressista Centro de Pesquisa Econômica e Política (Washington).

No entanto, a diretora-executiva do CPR, Sheila Krumholz, afirma que as campanhas para humanizar os credores "abutres" (como o governo argentino os chama)têm tido efeito positivo em quem não acompanha o imbróglio da dívida argentina.

Em junho, a Suprema Corte respaldou a decisão do juiz Thomas Griesa de que a Argentina só poderia pagar os 92% de credores que aceitaram renegociar a dívida em 2005 e 2010 se pagasse os 8% que recusaram a operação.

A decisão colocou o país tecnicamente em calote.

Desde então, a presidente Cristina Kirchner mobilizou países em reuniões na ONU e na Organização dos Estados Americanos, publicou anúncios na mídia e culpou Griesa pelo ocorrido.

BIPARTIDÁRIA

A ATFA, que se apresenta como "aliança de organizações para um acordo justo" sobre a dívida argentina, reúne 30 membros, em sua maioria pequenas associações do setor agropecuário nos EUA.

Seu principal "apoiador" é o fundo Elliott, do multimilionário Paul Singer, do qual é subsidiário o NML –o maior entre os "fundos abutres" que levaram a Argentina à corte.

Para apoiar Singer, um dos maiores doadores do Partido Republicano, a ATFA tem na diretoria três influentes democratas: Robert Shapiro, ex-assessor de campanha e subsecretário de comércio do ex-presidente Bill Clinton (1993-2001); a ex-embaixadora dos EUA na ONU sob Clinton Nancy Soderberg e Robert Raben, que ocupou altos postos no Departamento de Justiça.

Para Krumholz, esse "bipartidarismo" não é contraditório. "Singer sabe que, num governo democrata, precisará de pessoas de dentro do partido para fazer as coisas avançarem. Não são associações ideológicas", diz.

Singer –69 anos, nome na lista da Forbes das 400 pessoas mais ricas dos EUA e ativista pró-casamento gay desde que o filho se assumiu– é conhecido pelo "faro" para títulos de países à beira da quebra que podem dar lucro.

Em 1996, ele comprou por US$ 11,4 milhões títulos do Peru, pelos quais receberia na Justiça, em 2000, US$ 58 milhões. Da República do Congo, obteve US$ 90 milhões após pagar menos de US$ 20 milhões por papeis do país nos anos 90.

26/10/2013

USA e abUSA!

Espionagem afeta luta antiterror, diz Europa

Reunidos, líderes da União Europeia dizem que escândalo abala confiança nos EUA e ações conjuntas contra terroristas

França, Alemanha e outros países querem negociar com os EUA acordo sobre as práticas dos serviços secretos

LEANDRO COLONDE LONDRES

Os líderes políticos europeus declararam ontem que as denúncias de que os Estados Unidos espionam aliados podem afetar as ações conjuntas de combate ao terrorismo em todo o mundo.

Num comunicado após dois dias de reuniões em Bruxelas, os países reagiram às recentes revelações de que a chanceler alemã Angela Merkel teria sido monitorada pelos americanos, além da suspeita de que o total de líderes mundiais espionados cresça muito ainda. Fora da Europa, países como Brasil e México já apareceram entre possíveis alvos dos EUA.

"Coleta de informações é elemento essencial na luta contra o terrorismo, mas a falta de confiança [entre os países] pode ser prejudicial à cooperação necessária neste campo", diz o texto divulgado pelo grupo ontem.

Sob o comando de França e Alemanha, os europeus querem começar a negociar com os EUA na próxima semana uma espécie de acordo de procedimentos na prática dos serviços secretos dos países.

"O principal objetivo dos esforços de inteligência é combater o terrorismo e garantir a segurança, mas ninguém deveria ter medo de que seus dados pessoais fossem usados", disse o presidente da França, François Hollande.

O premiê belga, Elio Di Rupo, concordou: "Todos podem entender a adoção de medidas excepcionais quando há ameaças terroristas importantes, mas não estamos numa situação em que é preciso espionar uns aos outros".

Aliado fiel do presidente dos EUA, Barack Obama, o premiê do Reino Unido, David Cameron, adotou discurso cauteloso e tem sido cobrado pela imprensa britânica.

Ele assinou o texto divulgado pelos colegas europeus, mas, segundo relatos, teria atuado na "defensiva" na reunião, sem criticar diretamente os EUA. Ontem, deu uma declaração bem cordial. "Eu entendo o que os outros querem fazer e apoio isso, enquanto acho que o presidente Obama também", disse.

A Casa Branca afirmou que não houve nenhum tipo de espionagem sobre Cameron, mas não tem dito o mesmo sobre Merkel. O governo de Obama afirma apenas que não há espionagem contra ela nem haverá no futuro, mas não nega que isso possa ter ocorrido anteriormente.

Um telefone usado pela chanceler alemã entre outubro de 1999 e julho de 2013 teria sido alvo dos americanos. O número dela estaria nos documentos do ex-analista da NSA (Agência de Segurança Nacional) Edward Snowden, asilado na Rússia após o vazamento das informações.

Após dizer que as relações com os EUA têm de ser "restauradas", Merkel afirmou ontem que "verdadeiras mudanças" devem ocorrer nas práticas de inteligência. "O princípio deve ser: não se espiona, nem no futuro", disse.

Segundo o jornal britânico "The Guardian", 35 líderes mundiais foram monitorados pelo serviço de inteligência dos EUA. A informação está em documento com data de outubro de 2006. Não se sabe ainda quem são eles.

    07/08/2013

    Caíram do bolso os tomates da Ana Maria Brega

    Como no samba, está la estendido no chão o corpo do golpista Álvaro Dias, velado pelo coveiro-mor do PSDB, Aético Never, que denunciavam a inflação galopante.

    Cesta básica cai em todo o país, e alimentos derrubam inflação

    Antes vilão, tomate leva cesta de produtos essenciais à primeira queda generalizada desde 2007

    Para analista, alimentos voltam a subir em agosto com leite, carnes e trigo; BC fala em convergência com meta

    TATIANA FREITASDE SÃO PAULO

    Vilões nos primeiros meses do ano, os alimentos apresentam queda generalizada de preço e, agora, empur- ram para baixo os índices de inflação.

    Em julho, o valor da cesta básica caiu em todas as capitais pesquisadas pelo Dieese –fato inédito desde 2007.

    Itens retirados momentaneamente dos carrinhos de compra devido ao alto preço, como o tomate e o feijão, tiveram as maiores influências para a queda no mês passado.

    "Há muita volatilidade nos preços desses alimentos, que dependem das condições de clima e safra", diz José Silvestre, coordenador do Dieese.

    Historicamente, a maioria dos alimentos "in natura", como hortaliças e frutas, sobe nos primeiros meses do ano, devido ao excesso de chuvas, e caem na metade, beneficiados pelo clima.

    É o que acontece neste momento. Além disso, a colheita de grãos já foi encerrada no país, garantindo boas condições de oferta para soja e milho –ingredientes em muitos alimentos industrializados e na ração de animais.

    Mas, apesar de a queda recente não ter sido suficiente para anular a alta do primeiro semestre –no acumulado do ano, a cesta básica só cai em Florianópolis–, a deflação de alimentos deve perder força nos próximos meses.

    "Julho deve ser o pico de queda para os preços dos alimentos ao consumidor", diz Adriana Molinari, analista da Tendências Consultoria.

    Para ela, a inflação de alimentos volta para o terreno positivo em agosto.

    Segundo a analista, os preços no atacado já mostram desaceleração da queda de preços nos itens "in natura" e alta das carnes, do leite e de derivados do trigo.

    Nesses casos, o preço sobe por causa de restrições na oferta. No caso do trigo, a alta do dólar também pesa, já que pelo menos metade do abastecimento é garantida pelo produto importado.

    O impacto do câmbio na inflação só não é maior porque as matérias-primas caem no mercado internacional.

    "A dinâmica internacional das commodities mais do que está compensando a alta do dólar", diz em relatório o economista-chefe do banco ABC Brasil, Luis Otavio Leal.

    Para o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, o impacto do câmbio na inflação será limitado. "A trajetória de convergência para a meta [de 4,5%] se inicia neste semestre", disse ontem.

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