Ficha Corrida

10/03/2014

Neocolonialismo

Britto Pasquim O Pasquim de 07/01 a 14/01/87 traz Listão dos Melhores do Sul em 1986. Antônio Britto ganhou o título de “Vivo do Ano”. Para o Pasquim, Britto foi o vivo do ano anterior. Para a RBS, foi o cavalo de tróia que introduziu no Palácio Piratini para que pudesse ter, só pra si, aquele que viria lhe dar de bandeja, a CRT.

Com a desculpa da privatização, Antônio Britto sucateou a CRT. Enquanto isso, a RBS usava de seu poderia mafiomidiático para atacar os serviços públicos para, ao cabo, ela, a RBS, se aliar a uma empresa pública Telefónica. O consórcio ganhou, num jogo de cartas marcadas, a CRT. Foi a primeira empresa pública brasileira privatizada na onda do neoliberalismo trazido no bojo do Consenso de Washington. Mas não parou por aí, na sequência o Meridional foi entregue ao Santander. O fato de a Telefônica ter passado a perna da RBS só prova que ladrão que rouba de ladrão não tem lá muita razão.

Hoje, o lucro destas duas multinacionais espanholas leva dos gaúchos, em forma de remessa de divisisas, 1/3 (um terço) da produção gaúcha. Vamos lembrar que eles também queriam privatizar o Banrisul, como fizeram com a grande maioria dos bancos estaduais. Veja se os estados que privatizaram seus bancos estão melhores do o RS! A ironia da história é que os compradores eram empresas públicas no país de origem, e hoje sustentam a matriz. A Espanha, em retribuição, acolheu dois dos de seus principais aliados: Miriam Dutra foi escondida pela Rede Globo, como forma de sacramentar a captura de FHC, na Espanha; Antônio Britto, saído pelos fundos do Piratini, também se internou na Espanha, por um motivo muito nobre: desinTOXICAção!

Teles só ligam para as matrizes e mandam cada vez mais para o exterior

9 de março de 2014 | 13:44 Autor: Fernando Brito

Ótima matéria de Bruno Rosa, hoje, em O Globo, mostra que, apesar do chororô que vivem fazendo, as multinacionais de telecomunicação – que ganharam o Brasil de presente de Fernando Henrique e ainda levaram a “garantia estendida” dos ministros das Comunicações dos governos petistas – vão passando á tripa forra no Brasil e enchendo as burras de suas matrizes no exterior, que cambaleiam com a crise europeia.

Diz Bruno que “as subsidiárias brasileiras de telefonia vêm aumentando o envio de seus lucros para fora do país, impedindo um avanço maior nos investimentos aqui. Em alguns casos, a alta na remessa de dividendos atingiu 150% entre 2009 e 2013. E há empresas que “exportaram” até 95% de seus ganhos anuais.”

O ministro Paulo Bernardo, em lugar de apertar as empresas a cumprirem suas obrigações com o Brasil – como as matrizes as apertam para aliviar sua situação no exterior com os lucros daqui, continua dizendo acreditar na “boa vontade” delas em investirem espontaneamente.

E, para isso, lhes desonera impostos e anistia multas.

Salvo por uma ou outra matéria como esta de Bruno Rosa, a imprensa brasileira as trata – grandes anunciantes que são – como empresas “modernas e enxutas”, embora os usuários de telefonia se desacabelem com seus maus serviços.

Raro ver o que ele escreve na reportagem:

Na TIM, 67% dos dividendos vão para o caixa da Telecom Italia.

A Telefônica (dona da Vivo) destina 73,8% de seus dividendos para a Espanha.

Até 2012, os lucros das empresas de telefonia, desde 2005, crescia a uma média de 8,3% ao ano.

E os investimentos, apenas 3%.

O Ministro Paulo Bernardo tem gordos motivos para ser considerado “um petista que presta” pela mídia.

Teles só ligam para as matrizes e mandam cada vez mais para o exterior | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

07/10/2013

E o lucro vai pra matriz

Filed under: Telefônica,Telefones — Gilmar Crestani @ 8:29 am
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Brasil tem o celular mais caro do mundo

Custo na Espanha por minuto é cinco vezes menor

GENEBRA – O Brasil tem a tarifa de chamadas de celular mais cara do mundo em termos absolutos. A constatação é da União Internacional de Telecomunicações, que hoje publica seu informe anual sobre o setor. Em termos gerais e contando também tarifas de telefonia fixa e internet, o Brasil também não tem um bom desempenho. Entre 161 países avaliados, o Brasil ocupa apenas a 93 posição.

Em média, um minuto no celular em horário de pico custaria US$ 0,71 entre chamadas pelo mesmo operador. no Brasil A taxa sobe para US$ 0,74 por minuto em caso de chamadas entre operadores diferentes. Para fazer a comparação, a UIT usou a taxa média praticada em São Paulo.

O custo é três vezes o que um americano paga para falar ao celular ou Portugal, de onde vem uma parte importante dos investidores. Na Espanha, sede da Telefonica, um cidadão paga cinco vezes menos pelo celular que no Brasil.

Em Hong Kong, um minuto no celular custa US$ 0,01 fora do horário de pico, 70 vezes menos que no Brasil.

Em comparação ao poder aquisitivo, o Brasil seria o quarto mais caro do mundo , superado apenas pela Bulgária, Malawi e Nicaragua.

No que se refere ao custo de banda larga, a situação é bastante melhor. Apenas 54 países tem taxas mais baratas que o Brasil. Nas Américas, o Brasil tem a terceira taxa mais baixa da região.

Mas, de uma forma geral, o País está distante das economias com os menores custos de telecomunicações. Numa cesta de preços incluindo toda a forma de comunicação, o Brasil aparece apenas na 93a posição, superado por índia, Colômbia ou Peru. Em termos de telefonia fixa, o País ocupa a modesta posição de número 112 entre os mais caros.

Entre os celulares, levando em conta a renda e o PIB per capta, o Brasil é o 117 lugar, sem qualquer redução no preço entre 2011 e 2012.

O resultado é que, em termos gerais, o Brasil é apenas o 62o colocado no rankiing dos países mais preparados para usar as tecnologias de informação no mundo, abaixo do Azerbaijão, Croácia, Arábia Saudita, Chile ou Líbano. O ranking é liderado por Coreia, Suécia e Islândia.

Avanço – Apesar dos custos, um número cada vez maior de brasileiros tem acesso a celulares e internet. Segundo a UIT, o Brasil atingiu em 2012 pela primeira vez a marca de ter metade da população usando a web e metade com computador em casa ao final de 2012. Em 2011, essa taxa era de 45%.

No que se refere aos usuários de banda larga, a taxa ainda é pequena, passando apenas de 8,6% para 9,2% entre 2011 e 2012. O número ainda está distante da média de 27% nos países ricos.

Os celulares, apesar do custo elevado, já ultrapassaram o número de brasileiros. Em média, existem 125 celulares por cem brasileiro, contra 119 em 2011.

O acesso ao 3G também vem crescendo de forma expressiva. Em 2012, 37% dos usuários de celulares tinha acesso à rede. Em 2011, essa taxa era de 21%. A expansão brasileiro segue uma tendência de outros países emergentes, que dobraram o volume de acesso ao 3G em apenas dois anos. Hoje, metade do mundo tem acesso à rede.

24/07/2013

Privatizações: Telefônica investe lucro brasileiro na… ALEMANHA!

É assim que funciona a economia made in PSDB! E mesmo assim, a Espanha que era modelo de FHC, onde inclusive depositou Miriam Dutra para esconder o rebento que pensava ser seu, cai um pouco mais a cada dia que passa: La recesión más larga de la democracia. Mas não faltam vira-latas e vira-bostas para achar que o Brasil, que cresceu pouco mas continua criando empregos, deva voltar atrás, aos tempos do pires ao FMI.

Telefónica compra la filial alemana de KPN por un total de 8.100 millones

La española paga 5.000 millones más un 17,6% de Telefónica Deutschland

Calcula que las sinergias de la integración serán de hasta 5.500 millones

Telefónica indemnizará a KPN si Competencia veta la operación

Ramón Muñoz / Miguel Jiménez Madrid 23 JUL 2013 – 23:11 CET197

César Alierta, en una reunión de empresarios. / EFE

Telefónica quiere ser líder del móvil en Alemania. Y, a pesar de la crisis y del esfuerzo que le piden los mercados por reducir su deuda, ha decidido aprovechar la oportunidad. La compañía que preside César Alierta ha adquirido E-Plus, la filial de la holandesa KPN en el país germano. La operadora española paga finalmente 5.000 millones más un 17,6% de Telefónica Deutschland, según asegura en un comunicado remitido la mañana del martes a la Comisión Nacional del Mercado de Valores. Por su parte, KPN ha señalado que eso implica una valoración de su filial de 8.100 millones de euros, el equivalente a nueve veces el resultado bruto de explotación previsto por los analistas para este año, aunque el cálculo de esa valoración parece un poco sesgado al alza.

La operación, que se cerrará a mediados de 2014, permitirá a Telefónica mantenerse como el cuarto operador de Europa por número de clientes móviles (o el tercero, si a Orange y a Deutsche Telekom se les descuentan los 26 millones de clientes que tiene en la filial británica que comparten). Todas ellas están muy lejos de Vodafone, líder indiscutiible. Telefónica es también la segunda operadora de Latinoamérica por detrás de América Móvil. La compañía asegura que la operación mejora sus ratios de crecimiento y de generación de caja.

El pago en efectivo por parte de Telefónica Deutschland será de 3.700 millones y se financiará mediante una ampliación de capital de 3.700 millones de euros, de los cuales Telefónica cubrirá los 2.840 correspondientes a su participación actual del 76,8% en su filial alemana. Además, la filial alemana entrega un 24,9% de su capital a KPN. Telefónica, a su vez, compra por 1.300 millones un 7,3% de su filial alemana a KPN, por lo que la holandesa acaba recibiendo esos 5.000 millones en metálico más una participación valorada en unos 3.100 millones. De la caja de Telefónica salen, por así decir, 4.140 millones, otros 860 millones los ponen los minoritarios de Telefónica Deutschland y 3.100 millones más se entregan en acciones para completar el precio de esos supuestos 8.100 millones que recibe KPN.

Telefónica financiará su desembolso entre un 10% y un 20% con incremento de deuda, entre un 20% y un 30% con la emisión de bonos necesariamente convertibles en acciones (lo que en el futuro supondrá una ampliación de capital de hasta 1.242 millones) y entre un 50% y un 65% con deuda híbrida (deuda subordinada sin vencimiento).

La holandesa se compromete a no vender su 17,6% en Telefónica Deutschland por un periodo de seis meses. La valoración de ese 17,6% en 3.100 millones de euros se ha realizado tomando como referencia los 1.300 millones que le pagará Telefónica por el 7,3%, pero la propia compañía holandesa advierte de que el valor real puede diferir. De hecho, la estimación parece algo optimista tomando en cuenta que la filial alemana de Telefónica vale en Bolsa ahora 6.200 millones de euros. Aun sumando los 3.700 de la ampliación y teniendo en cuenta que el resultante es el 75% de la futura compañía, el 100% daría unos 13.200 millones, con lo que el 17,6% serán unos 2.300 millones.

Las compañías han reaccionado al alza en Bolsa, prolongando el tirón que ya protagonizaron ayer, cuando las acciones de KPN subieron un 13%, las de Telefónica Deutschland un 6,8% y las de Telefónica un 1,3%. Aunque Telefónica paga un precio muy alto, la operación tiene ventajas claras desde el punto de vista del ahorro de costes y la reducción de competencia en el mercado alemán.

VER GRÁFICO

Rodrigo Silva Martínez

Telefónica indemnizará si Competencia veta

La empresa resultante se convertiría en la primera compañía de telefonía móvil en Alemania por número de clientes, con más de 40 millones, superando a T-Mobile (Deutsche Telekom) y Vodafone, y la segunda por ingresos, por detrás de Vodafone. La compañía holandesa se ha asegurado que Telefónica le pague una indemnización de 100 millones de euros en caso de que la operación se frustre por problemas de competencia. Además, Telefónica Deutschland y KPN han firmado una cláusula penal recíproca de 50 millones en caso de que sus respectivos accionistas no aprueben la operación. Finalmente, hay una tercera cláusula indemnizatoria de 40 millones de euros que corre solo a cargo de KPN para el caso de que reciba una oferta superior por su filial alemana y la recomiende a sus accionistas.

En fuentes del mercado ya se estimaba que la operación se cerraría con una combinación de acciones y efectivo.

Telefónica mantendrá el control, con el 65% del capital de la sociedad resultante de la unión de Telefónica Deutschland y E-Plus. Telefónica posee actualmente el 76,8% de Telefónica Deutschland Holding, tras sacar a Bolsa en octubre pasado el 23,2% restante de su filial alemana en octubre, en una operación en la que logró 1.449 millones de euros. KPN tendrá el 17,6% y el resto de las acciones serán capital flotante.

Esa operación combinada de acciones y efectivo, junto con el crecimiento que se espera de las sinergias creadas por la unión de ambas compañías, permitiría a Telefónica mantener su objetivo de reducción de deuda a menos de 47.000 millones de euros a finales de este año. Rebajar el endeudamiento es fundamental para la multinacional española, que debe asegurarse una calificación que le permita refinanciarse en buenas condiciones. La compañía ha cifrado la generación de sinergias entre 5.000 y 5.500 millones.

La compra de E-Plus romperá con la dinámica vendedora que ha aplicado Telefónica en el último año, desprendiéndose de activos no estratégicos como la filial irlandesa, Atento o Hispasat, y rentabilizando otros como la venta del 40% de sus activos en Centroamérica o la propia salida a Bolsa en Alemania.

La razón que ha llevado a Telefónica a dar el paso ha sido el interés por conquistar un mercado maduro pero muy rentable como el alemán, y con gran posibilidad de expansión, ya que tan solo tiene una penetración del 27% de smartphones (teléfonos inteligentes), frente a más del 50% en España, lo que da un amplio margen para crecer en la banda ancha móvil, el negocio de datos, el más rentable ahora de la telefonía. La operadora, que cuenta con una licencia de LTE (4G), espera incrementar notablemente los ingresos por esta vía en los próximos años

El acuerdo estaría pendiente de la aprobación de las autoridades de competencia europeas, aunque se estima que no impondrán concesiones significativas, ya que el operador resultante tendrá en torno a un 35% del mercado.

Telefónica y KPN siempre han flirteado. Estuvieron a punto de casarse cuando el Gobierno de José María Aznar frustró en 2000 su fusión, impulsada por el entonces presidente Juan Villalonga. El año pasado retomaron las conversaciones, pero más modestas, para ahorrar costes en Alemania. La operación cuenta con el beneplácito de Carlos Slim, el magnate mexicano, máximo accionista de KPN, con el 28%, y principal rival de Telefónica en Latinoamérica a través de América Móvil.

Telefónica compra la filial alemana de KPN por un total de 8.100 millones | Economía | EL PAÍS

26/01/2013

Quem é viúva sempre aparece

Filed under: Antonio Britto,CRT,Energúmenos,Telefônica,Telefones,Valdisnei da Silva — Gilmar Crestani @ 9:58 am

Não costumo liberar comentário que ficaria melhor na RBS, na Veja ou n’O Globo. Vou fazer uma exceção porque também não é o único nem a primeira vez. Como recebi um e-mail de uma viúva do Britto, como muitas nestes anos todos, vou responder abaixo. Minhas considerações vão, como sempre faço neste espaço, em azul:

sinal-timValdisnei da Silva
b1891052@rmqkr.net
143.54.102.14

Dei uma olhada por cima no seu folhetim e achei muito lixo aqui. O senhor tem cheiro de ser um daqueles ex-funcionários da CRT que devem ter aderido ao PDV do Brito a agora chora pelos cantos.

Para saber disso não precisa ter sido funcionário da CRT nem vítima de um mequetrefe. Se tu querias um bom folhetim deverias ter lido Memórias de um Sargento de Milícias… Mas, fazer o que. Quem sai do lixo, procura lixo. E tudo o que encontra, mesmo que não for, transforma em lixo. Teu faro, talvez contaminado pelo ambiente que frequentas, não permite outro cheiro senão aquele do teu habitat. Como na fábula da rã e o escorpião, é da tua natureza…

Porém o senhor poderia divulgar em seu blog que ainda a época da privatização uma linha de telefono fixo custava em torno US$ 3.000, isso mesmo, três mil
dólares norte-americanos, e chegou a custar mais de US$ 5.000 alguns anos antes.

Sim, é verdade. Eu comprei. Mas eu comprei ações! Tu sabes o que é isso? O dinheiro eu recebi na via judicial, porque teus comparsas não nos pagaram. Deu para comprar um carro zero, dos melhores… A linha que tu tens hoje, que não vale nada, e nem funcionada, de graça eu não quero. Não falou na diferença da tarifa básica, mensal, por quê?!

Sem contar que a fila de espera para instalação de uma linha poderia levar mais de 4 anos em algumas cidades. Então não precisa ter mais do que os seus dois neurônios para chegar a conclusão de que quem tinha uma linha telefônica até meados dos anos 90 eram APENAS e TÃO SOMENTE uma PEQUENA PARCELA da população gaúcha, que o senhor chama de ELITE.

Meados de 90 tu tinhas computador? Qual era o percentual da população gaúcha que tinha computador? O fato de os governos serem incompetentes, tanto o eram que uma empresa pública nossa não servia, mas uma espanhola, pública,  sim. Além disso, se hoje o governo do Estado cobrar um taxa absurda pela água da Corsan, não trata-la e ainda por cima não fizer nenhum investimento em modernização, sucatear a empresa, é claro que se a Telefônica vier assumir a Corsan, pode até cobrar taxas maiores mas manter o serviço vai parecer um milagre, não é mesmo!? Para entender isso não precisa ser inteligente, basta não ser burro.

Isso acaba com o seu discurso idiota de que o Brito vendeu uma ‘empresa do povo gaúcho’.

De fato, o Britto não vendeu uma ‘empresa do povo gaúcho’, vendeu minha empresa. Como disse acima, eu tinha ações da CRT. E ele não vendeu, doou, aos seus ex-patrões, os Sirotsky da RBS. Quem disse isso, em primeira página e em editorial, foi o Correio do Povo. Tanto doou que eu tive de buscar na justiça as minhas ações. Podes me chamar de idiota, mas com a boca, não com a bunda.

Eu falo isso com muita experiência, pois lá no centrinho de Alvorada onde me criei, meu pai tinha uma das poucas linhas telefônicas da região, porquê tinha um comércio e precisa dela para trabalhar, mas acabava que desde a faxineira da loja até um mecânico que tinha ali perto chegavam na loja do meu pai e pediam se podiam dar o telefone do papai para recados, o que gentilmente fazia.

Entendi, seu pai tinha o telefone mas o moleque de recados era você. Aí dá para entender o porquê da revolta com o tempo. Era o tal de telefone molecular, ô moleque vai lá avisar avisar a faxineira…

Hoje tenho certeza que ambas estas pessoas, se estiverem vivas devem ter um celular da Vivo.

Não vou dizer bem feito, porque, felizmente, com a melhora da economia, devem estar ganhando mais e quem em emprego melhor! Em um ou dois anos pagam à Vivo o equivalente ao que teu pai pagou por ações da CRT que lhe davam direito inclusive de voto.

Ou da TIM. Ou da Claro. Ou da Oi. E não o celular da CRT que no seu lançamento aqui custava perto de US$ 7.000, lembra disso? Certo que sim né? Você devia ter um.

E quanto custava um computador à época? Não venha comparar momentos distintos de tecnologia. Se tiveres capacidade, compare a inteligência das pessoas. Queres saber, Cuba tem telefone celular… É o momento tecnológico… Não foi porque privatizou. Entendeu ou quer que desenhe!?

E se a operadora ABC está ruim, você migra de plano, ou pra operadora XYZ, compra chip em boca-de-caixa de mercado, é descartável, assim como é no primeiro mundo.

Quem diz que uma operadora está ruim ou não não sou eu, são todos aqueles que procuram o PROCON, e as multas da ANATEL. Já ouviste falar de cartel? Cartel, não carretel…. Quer dizer que migrar de uma operadora ruim para outra pior é uma vantagem. Pô, meu, não demonstre tanta ignorância em público, vai pegar mal até para a faxineira amiga do seu pai.

Desafio-lhe aqui a citar um país decente qualquer que tenha uma sistema de telefonia tão dinâmico como o nosso e ainda estatal.

Sistema de telefonia tão dinâmico… Sim, tão dinâmica que a Telefónica recibe 450 millones de Brasil… Então tu achas que, à época, a Telefônica de Espanha ou a Telecom Italiana eram privadas? Lembras-te de Aznar e Berlusconi?! Se for para citar só os decentes, não vou citar a Espanha, terra da Telefônica, nem os EUA, porque pedistes para citar países decentes. Então vou citar Cuba e China, que tem telefones celulares e funcionam, sem contar o preço… A Coréia do Norte não sei, nem me interessa. E nem é esta a questão. Até porque a CEF e o BB não foram privatizados e estão puxando os juros e tarifas dos serviços dos demais para baixo. Por acaso o Santander é melhor que o Meridional?!

Sabia que somos o 7o no mundo em número de linhas? E naquela época? 100 alguma coisa.

Ou nascer em Alvorada te fez mal, ou não adiantou o mundo ter progredido, afinal continuas com um raciocínio pré-histórico. No final dos anos 80 a fabricação e venda de computadores também era da iniciativa privada. Você por acaso tinha um CP400? Não, nem seu pai, nem a faxineira. Nem em Cuba. Aliás, você acha que na Espanha todos tinham telefone celular? Todos tinham linha telefônica? Todos tinham computador? E aí entra outra variável que jamais vais entender, o momento tecnológico. Hoje a Telefônica ganha todos os dias clientes no Brasil e perde milhares na Espanha. Abaixo veja alguns links de notícias que saiu no El País. E a tal de economia, estúpido!

Não cita Cuba nem Coréia do Norte. China ok, pois como disse Den Xiao-Peng: ‘um país, dois sistemas’ (legenda: capitalismo na economia e comunismo na política). Para finalizar, feche sua boca antes de falar, ou escrever tanta bobagem aqui, caso você seja velho, ou se for novo, vá estudar o passado recente do teu estado e país. E se nada disso adiantar, o suicídio é um caminho.

Uma passagem da vida de Alexandre o Grande, descrita por Plutarco, mostra porque não sigo tuas recomendações:

Dario escreveu a Alexandre Magno e também a alguns de seus amigos para pedir-lhes consentisse em receber dele dez mil talentos como resgate das pessoas prisioneiras em seu poder, com todos os países, terras e senhorias aquém do rio Eufrates e uma de suas filhas em casamento para daí por diante ser aliado e amigo. Ele comunicou essa proposta aos amigos, entre os quais Parmênion lhe disse: “Se eu fosse Alexandre, aceitaria”. “Também eu com certeza o faria, respondeu Alexandre, se eu fosse Parmênion”.

Eu, se me chamasse Valdisnei, mandava fechar a boca. Por enquanto prefiro que a laves bem antes de vir me dar lição de moral. Se eu me chamasse Valdisnei também teria saudades de Britto, mas eu me chamo Gilmar.

Entendo tua amargura, pois teu destino deve ser voltar todas as noites para Alvorada e sonhar com a faxineira que usava o telefone de seu pai, ou quem sabe poluções noturnas em homenagem a Antônio Britto…

Algumas notícias recentes do El Pais:

Telefónica recibe 450 millones de Brasil
El pago corresponde a la retribución por beneficios de la filial de la multinacional española en 2012

Competencia expedienta a Telefónica por restringir la portabilidad a las pymes
La compañía exigía condiciones de permanencia a las pequeñas y medianas empresas para impedir el cambio de operador

2012: primer año negro del móvil
Dos millones de líneas desaparecen por el recorte de segundos números. Caen los ingresos, la penetración y hasta el tráfico

Nuevo récord de caída de líneas de teléfonos móviles en octubre
Casi medio millón de líneas menos por la renuncia a líneas de prepago y a los ‘pinchos’ USB

La telefonía móvil pierde abonados por octavo mes consecutivo
Movistar perdió 253.000 líneas y Vodafone, 178.300, mientras ganan las operadoras móviles virtuales

Telefónica tiene ya más ingresos en Latinoamérica que en Europa
Telefónica España ya supone menos de la cuarta parte de los ingresos El beneficio sube un 26%, pero sin los extraordinarios se reduce un 17% La empresa reduce la deuda en más de 5.000 millones El grupo ya prepara la OPV para la salida a Bolsa de su negocio latinoamericano

17/01/2013

Quem é Vivo sempre (des)aparece

Filed under: Antonio Britto,CRT,Privataria Tucana,Privatidoações,Telefônica,Vivo — Gilmar Crestani @ 7:17 am

Vamos relembrar que não custa nada. Antônio Britto foi eleito governador do RS com apoio irrestrito e incondicional da RBS. Tinha como antecedentes na sua ficha ter sido porta-voz de um morto. Era ele que entrava ao VIVO no Jornal Nacional para anunciar: “Srs, trago boas notícias!” E aí lia um boletim médico igual ao Hugo Chávez. E Tancredo Neves já estava morto. Tudo para ajeitar a posse de José Sarney como Presidente do Brasil, sem nenhum voto. Mas Sarney tinha (e tem) a retransmissão da Rede Globo no Maranhão. Assim como a RBS tinha (e tem) a retransmissão no RS. Pois bem, a venda era casada. Antonio Britto postergava o velório enquanto a Rede Globo negociava o Ministro das Comunicações, o sempre lembrado estuprador do painel eletrônico do Senado, Antonio Carlos Magalhães, vulgo ACM. Com a fama de animador de velório, Antonio Britto chegou para cavalgar os gaúchos e, a pedido da famiglia Sirotsky, se desfazer do patrimônio do RS, como CEEE e CRT. E, adivinhem quem levou a CRT? Lógico, um consórcio da RBS com a Telefônica de Espanha… A CRT foi sucateada para poder ser entregue aos ex(?) patrões de Antonio Britto, a RBS. Foi pelas mãos de Antônio Britto e com o conluio da RBS, que a Telefônica, dona da Vivo, entrou no Brasil. Depois Antônio Britto foi se assessor do Opportunity e continuou aprontando das suas (vide a derrubada de Ricardo Boechat..). A única coisa que não da pane da Vivo é o sistema que transfere seus lucros, o dinheiro extorquido dos consumidores brasileiros, à matriz, na Espanha.

Nem vou falar do Meridional, que também foi transferido por trinta dinheiros e uma estadia numa clínica de desintoxicação na terra da Opus Dei, ao Santander…

É tal de administração privada!

Pane deixa Vivo fora do ar por 5 horas

Falha fez aparelho entrar em "parafuso", derrubando serviços em 4 Estados entre as 12h15 e as 17h de ontem

Empresa diz que vai ressarcir os danos; Anatel, responsável pela supervisão do setor, não comenta

DE SÃO PAULO

Uma pane ocorrida em um equipamento da rede móvel de dados da Vivo em São Paulo deixou milhões de clientes sem serviço no Estado, afetando ainda assinantes pré-pagos em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

As falhas ocorreram entre as 12h15 e as 17h. A empresa informou que ressarcirá os clientes pela interrupção do serviço de voz e internet.

A operadora tem 27,6 milhões de acessos ativos nas regiões atingidas. O impacto é medido por acessos, e não por clientes, porque um mesmo usuário pode ter mais de um chip ou conexão.

A Anatel, agência que tem a responsabilidade de regulamentar e supervisionar o setor, foi procurada no começo da tarde, mas não se manifestou até o fechamento desta edição.

Segundo o diretor de planejamento da Vivo, Leonardo Capteville, o problema de ontem foi localizado: um único switch (equipamento parecido com um roteador) derrubou a rede em uma reação em cadeia, porque não foi devidamente configurado.

O switch faz as conexões dos diversos equipamentos que integram uma central de comunicação da operadora e possui um programa que precisa ser configurado para que funcione adequadamente.

"Ele tinha configuração para funcionar em determinado tráfego de dados e, com o aumento ao longo do dia, ele entrou em looping [parafuso], derrubando as conexões com as outras centrais", disse Capteville.

A pane fez com que clientes em São Paulo não conseguissem efetuar nem receber chamadas. Também não podiam navegar na internet. Nos demais Estados, pelo menos metade dos clientes pré-pagos teve problemas e houve falhas na rede fixa.

"Os sistemas de recarga e de checagem de saldos também ficaram comprometidos", disse Antônio Carlos Valente, presidente do grupo Telefônica, que controla a Vivo.

A designer paulista Marina Cardoso, 24, foi uma das afetadas. "É a segunda vez que isso acontece", disse. "Em novembro, fiquei sem sinal o dia inteiro." Desta vez, Marina teve o sinal estabilizado por volta das 14h.

INVESTIGAÇÃO

O superintendente de Serviços Privados, Bruno Ramos, pediu ao escritório regional da Anatel em São Paulo uma investigação do caso.

As primeiras análises indicavam que o problema fosse por erro humano na atualização dos switches.

Os técnicos querem ter certeza de que não há riscos de repetição de uma pane como a de 2008. Naquele ano, uma falha em um roteador de Sorocaba (a 100 km de SP) provocou um apagão da rede de dados, que atendia 68% das conexões do Estado. Os serviços levaram três dias para voltar ao normal.

12/01/2013

E viva os sabujos do privatismo

Este dinheiro deveria estar sendo investido aqui. Não nos esqueçamos, a RBS em parceria com Antonio Britto são os introdutores deste Cavalo de Tróia. Pior do que isso só um bando de anencefálicos que, embora saibam, adoram ser expropriados. O complexo de vira-latas é o grande responsável por esta situação, hoje controlada pelos colunistas vira-bosta dos grupos mafiomidiáticos. Tem ódio à Lula, mas não tem a FHC e à mídia que promoveu este desmanche e remessa ao exterior. E não é só Telefônica,não. Tem Santander, Zara e seu trabalho escravo, Iberdrola, Repsol e tantas outras empresas espanholas expropriadoras dos bens nacionais. Não foi mero acaso que Antonio Britto quando foi saído do Piratini pela porta dos fundos tenha escolhido a Espanha para se desintoxicar. Nem que a amante de FHC, Miriam Dutra, tenha sido escondida pela Globo na Espanha. Com Miriam Dutra dizendo ter tido filho de FHC, a Globo tirou de FHC tudo o que quis. E a chantagem foi tanta que até os filhos legítimos, com Ruth Cardoso, desconfiaram da história e pediram exames de DNA e provaram que não era filho do pai, era só filho da mãe.

Telefónica recibe 450 millones de Brasil

Corresponde al dividendo a cuenta por los resultados de 2012

El País Madrid11 ENE 2013 – 13:21 CET17

César Alierta durante la presentación de un informe. / Juan Carlos Hidalgo (EFE)

El consejo de administración de Telefónica Brasil, filial de la multinacional española, ha aprobado el reparto de un dividendo a cuenta que implicará un desembolso total de 1.650 millones de reales brasileños (unos 612 millones de euros). De esta manera, Telefónica percibirá en torno a 450 millones de euros de estos dividendos, dada su participación del 73,9% en la citada compañía.

El pago del dividendo, que corresponde a los beneficios del periodo comprendido entre enero y septiembre de 2012, se repartirá a partir del próximo 18 de febrero.

Telefónica fusionó sus divisiones de telefonía móvil y fija tras la la compra del 30% de Vivo que controlaba su socio luso Portugal Telecom a través de Brasilcel por un precio de 7.500 millones de euros en verano de 2010.

Telefónica recibe 450 millones de Brasil | Economía | EL PAÍS

Onde está Antônio Britto?

Filed under: Antonio Britto,CRT,Telefônica — Gilmar Crestani @ 12:06 am

Não devemos nunca nos esquecer. A Telefônica de Espanha entrou nas privatizações da telefonia brasileira pelas mãos de Antonio Britto e em parceira com a RBS. Para os ignorantes de plantão, consumidores de Veja e outros detritos da maré baixa, nunca vão saber, mas basta consultar as edições do Correio do Povo denunciando, à época, o jogo de cartas marcadas entre a CRT & RBS. Em retribuição, depois que foi saído do Piratini, el jato precoce foi se desintoxicar na Espanha. Tudo coincidência, claro. Claro, não, VIVO. Tão vivo que depois foi prestar serviço (sujo) no Opportunity, de onde derrubou Ricardo Boechat, d’O Globo.

VIVO CONTRATA RATO E MANDA MAIS DE UM BILHÃO EM DIVIDENDOS PARA A EUROPA

Depois de pegar emprestados bilhões de reais a juros subsidiados com o BNDES nos últimos anos, a Telefónica Brasil (VIVO) aprovou,  ontem, o pagamento de um bilhão, seiscentos e cinquenta milhões de reais em dividendos, relativos apenas ao lucro auferido nos três primeiros trimestres de 2012. Setenta e quatro  por cento dessa quantia, ou o equivalente a quase 500 milhões de euros, vai direto para a matriz, na Espanha. 
Quanto ao cabide de empregos do Conselho da Telefónica – lembram que essa foi uma das desculpas para a  privatização das estatais, inclusive Telebras, na década  de 90 ? – continua lindo. 
Mal saiu Iñaki Undargarin, ex-jogador de basquete e genro do Rei Juan Carlos, o Caçador de Elefantes,  acusado de corrupção e contratado  por um milhão e quinhentos mil euros (quase 4 milhões de reais) por ano, como "conselheiro" para a América Latina, já entrou Rodrigo Rato, ex-presidente do FMI e  sob investigação por fraude no banco estatal Bankia, que vai receber  belíssima soma para atuar como "consultor externo" da multinacional espanhola.

Mauro Santayana: VIVO CONTRATA RATO E MANDA MAIS DE UM BILHÃO EM DIVIDENDOS PARA A EUROPA

05/01/2013

O Rato vem roer

Filed under: Telefônica — Gilmar Crestani @ 12:08 pm

 

Telefónica ficha a Rato para sus consejos asesores de Latinoamérica y Europa

El exvicepresidente cobrará 200.000 euros por la pertenencia a los dos consejos.

Eduardo Zaplana, Javier de Paz y Fernando Almansa, también están en la nómina de la operadora

Miguel Jiménez / Ramón Muñoz Madrid4 ENE 2013 – 17:45 CET4078

Rato y Alierta, en un acto en La Moncloa en enero de 2011. / ÁNGEL DÍAZ (EFE)

El presidente de Telefónica, César Alierta, ha decidido fichar a Rodrigo Rato para que se incorpore a los consejos asesores de la compañía en Latinoamérica y Europa. La compañía ha justificado el fichaje por “su experiencia y trayectoria” y con el objetivo de “reforzar la visión global de la compañía”. La decisión ha sido aprobada por la Comisión de Nombramientos, Retribuciones y Buen Gobierno de Telefónica.

Rato, ex director gerente del Fondo Monetario Internacional (FMI), era vicepresidente del Gobierno y ministro de Economía en el Gobierno de José María Aznar cuando Alierta fue nombrado presidente de Tabacalera, desde donde pasó a la presidencia de Telefónica en el año 2000.

El nombramiento es un espaldarazo en un momento difícil para Rato, que dimitió en mayo pasado como presidente de Bankia, y está imputado por la Audiencia Nacional junto a otros 32 directivos por varios delitos relacionados con la gestión de la entidad.

Los dos puestos que va a ocupar en Telefónica son de carácter asesor y no llevan aparejados ninguna función ejecutiva ni los sueldos de los miembros de los consejos de administración de Telefónica y sus filiales. La multinacional tiene órganos de carácter asesor en varias comunidades autónomas como Andalucía o Cataluña, así como para su negocio en Europa y en Latinoamérica. Se trata de puestos retribuidos, con menores sueldos a los de los consejeros —algo más de 100.000 euros anuales en concepto de dietas— que no exigen dedicación exclusiva.

El exdirector del FMI está imputado por el ‘caso Bankia’

En Telefónica han recalado varios expolíticos y ex altos cargos de distintos partidos. Entre ellos, Eduardo Zaplana, expresidente de la Generalitat Valenciana; Javier de Paz, ex secretario general de las Juventudes Socialistas; Narcís Serra, exvicepresidente del Gobierno (PSOE); los exjefes de la Casa del Rey Alberto Aza y José Fernando Almansa, y Alfredo Timmerman, exjefe de Gabinete de Aznar, entre otros. También figuraba en la nómina de Telefónica hasta agosto pasado el duque de Palma, Iñaki Urdangarin, que pidió una excedencia temporal en la compañía para concentrarse en su defensa por el caso Nóos,en el que está imputado.

Telefónica también contrató en marzo pasado a Iván Rosa Vallejo, el abogado y esposo de la vicepresidenta del Gobierno Soraya Sáenz de Santamaría, para trabajar en su gabinete jurídico, al mismo tiempo que incorporaba a la plantilla a Paloma Villa, esposa del dirigente socialista Eduardo Madina.

Los fichajes de políticos no son exclusivos de la operadora. Las eléctricas y otras compañías energéticas han recolocado a otros muchos como Pedro Solbes, Felipe González, José María Aznar o Elena Salgado.

Telefónica también ha decidido incorporar al consejo asesor de Telefónica Europe a Luis Abril, que cesó a finales del año pasado como máximo responsable de la Secretaría General Técnica de la Presidencia.

El fichaje de Rato provocó ayer una gran polvareda en las redes sociales con algunos tuits y mensajes muy críticos ya que se produce cuando aún no se ha sustanciado judicialmente el caso Bankia, por el que declaró el pasado día 20 de diciembre. Esa polémica no se ha trasladado, por ahora, a la arena política. Ni PP ni PSOE hicieron ningún comentario oficial sobre la decisión de Telefónica.

Tras los dos nombramientos, la composición del Consejo Asesor de Telefónica Latinoamérica queda así: Santiago Fernández Valbuena, Julio Linares, Eva Castillo; José Fernando de Almansa, Javier de Paz, Vitalino Nafría, Miguel Angel Gutiérrez, Antonio Vázquez y Luis Fernando Furlán. Por su parte, en el Consejo Asesor de Telefónica Europa están, además de Rato y Luis Abril, Eva Castillo, José María Alvárez Pallete, Peter Erskine, Julio Linares, Javier Echenique, David Arculus, Javier Godó, Gonzalo Hinojosa, Cath Keers, Luis Javier Bastida y José María Abril.

Telefónica ficha a Rato para sus consejos asesores de Latinoamérica y Europa | Economía | EL PAÍS

22/10/2012

Só há um jeito, privatizar

Filed under: Privatidoações,Telefônica,Telefones — Gilmar Crestani @ 8:01 am

É, a Telefônica é uma estatal espanhola. Bem, sabemos que a Espanha é de primeiro mundo. Até rei eles têm. E o velhinho é matador… de elefantes. Ficamos assim: privatizaram para que o lucro seja remetido à matriz. E o serviço continua sendo de terceiro mundo.

No bairro onde morro, Ponta Grossa, só pega Vivo. Se o tempo não estiver nublado. As demais não dão o ar de sua conexão por aqui. O preço é de primeiro mundo mas o serviço é do quinto (dos infernos). Chamem a CRT de volta!

Teles escondem restrições de planos 3G

Internet limitada vendida como ilimitada e omissão de quedas na velocidade são problemas apontados em estudo

Informação ‘camuflada’ pode pesar no bolso e fere o Código de Defesa do Consumidor e regras da Anatel, afirma Idec

HELTON SIMÕES GOMES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Pacotes de banda larga limitada para celulares e modems vendidos como ilimitados, omissão de quedas drásticas na velocidade e falta de menção às restrições no uso da internet.

Essas informações "camufladas" foram os principais problemas apontados por um levantamento do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) cedido à Folha.

Foram analisadas as informações mostradas por Tim, Oi, Claro e Vivo nos sites e SACs de sete Estados e comparadas às dos contratos que ditam a relação de consumo.

Segundo o Idec, com a prática, as teles violam de uma tacada só o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e as regras da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).

Além das infrações, a defasagem de informação impede o consumidor de controlar gastos e de comparar preços entre operadoras.

Nos sites, os problemas são: condições de uso dos pacotes escondidas e informações que levam o consumidor a pensar que não possuem limite de navegação.

Excluindo o da Vivo, os sites das operadoras não mencionam na mesma página da oferta que a velocidade cai, em média, para 6% do estabelecido contrato quando o consumidor ultrapassa o limite do seu pacote de dados.

Um cliente da Vivo que possui o plano de 20 MB e excede essa franquia tem a velocidade de até 1 Mbps (megabit por segundo ou 1.024 Kbps) reduzida para 50 Kbps.

Já slogans como o "Navegue à vontade", da Tim, podem induzir o consumidor ao erro, pois a navegação não é ilimitada, o que pode ser caracterizado como propaganda enganosa, diz a advogada do Idec Veridiana Alimonti.

No SAC, à exceção da Tim, o problema é a divergência entre as informações dadas por atendentes e as do site.

Ora omitiam que a velocidade oscila e cai ao fim da franquia, ora não citavam que o pacote é limitado.

Alguns atendentes chegaram a orientar pesquisadores do Idec a procurar uma loja para se informar melhor.

"O consumidor não pode ir a todas as lojas para comparar preço", diz Alimonti.

No caso da Vivo, a falta de informação pode gerar receita. Quando atinge o limite de dados, o cliente navega pagando um preço adicional.

Nos contratos, o problema são cláusulas que eximem as teles de prestar conta caso o cliente reclame das baixas velocidades ao considerar que sabem que variam. Isso viola o CDC, segundo o Idec.

Claro e Oi trazem ainda restrições de uso, não ditos em SACs e sites, a serviços de vídeos em tempo real, transferência de arquivos e de voz sobre IP (como o Skype). Esta última prática foi vetada pela Anatel no ano passado.

30/07/2012

Telefónica planea llevar a São Paulo su sede operativa para Latinoamérica

Filed under: Crise Financeira Européia,Telefônica — Gilmar Crestani @ 9:05 am

El grupo analiza las alternativas para sacar a Bolsa los negocios en la región

Miguel Jiménez Madrid29 JUL 2012 – 19:27 CET58

Sede de Telefónica en Madrid. / BLOOMBERG

Telefónica prepara un paso más en su apuesta por Latinoamérica. La compañía planea trasladar a São Paulo la sede operativa para la gestión corporativa de los negocios en la región, que hasta ahora se llevaban desde Madrid. Eso supondrá inicialmente el traslado del presidente de Telefónica Latinoamérica, Santiago Fernández Valbuena, y de parte de su equipo, según fuentes cercanas a la compañía. Con ello, Telefónica pasaría a tener tres sedes operativas globales: Madrid, para el negocio europeo y los servicios corporativos del grupo; Londres, para Telefónica Digital; y São Paulo, para Telefónica Latinoamérica.

Los directivos de Telefónica han llegado a la conclusión de que coordinar y gestionar con horario español los negocios latinoamericanos no es lo más eficiente. La distancia desde Madrid también complica los desplazamientos. Los ejecutivos de Telefónica Latinoamérica, entre ellos el propio Fernández Valbuena, ya pasan buena parte de su tiempo en Brasil y el resto de los países donde el grupo está presente. Con una facturación de 14.963 millones en el primer semestre, Telefónica Latinoamérica representa ya casi la mitad de la cifra de negocios del grupo y la que aporta mayor crecimiento.

La elección de São Paulo para el cuartel general latinoamericano se debe a la importancia que ha adquirido Brasil dentro de las cuentas del grupo, sobre todo desde la compra de Vivo. Con 6.900 millones de euros de cifra de negocio en el primer semestre, Brasil es ya el segundo mercado de Telefónica, muy cerca de España, y el primero en el negocio del móvil (4.253 millones). Casi la mitad del negocio latinoamericano de Telefónica está en Brasil.

El traslado inicial será de un grupo reducido de directivos, al que podrían irse sumando más progresivamente. Con todo, seguirá habiendo actividades corporativas de Telefónica Latinoamérica en Madrid. Funciones como la financiera o la de control de gestión no requieren tanta cercanía al terreno como las más operativas y comerciales.

El traslado inicial será de un grupo reducido de ejecutivos

La sede social de Telefónica Internacional (TISA) se mantendrá en España, pero el establecimiento de la sede operativa del negocio latinoamericano en São Paulo puede ser un primer paso para agrupar todo el negocio de la compañía en la región en una sola empresa, en una compleja operación corporativa que permitiría sacar todo ese negocio a Bolsa de manera independiente, con una empresa que podría cotizar en la Bolsa de Nueva York o en la de São Paulo. Esas decisiones, sin embargo, no están tomadas, sino en fase de estudio. La semana pasada, en una presentación a analistas, el presidente de Telefónica, César Alierta, insistió en que la compañía “analiza las posibles alternativas para sacar a Bolsa los negocios en Latinoamérica”.

Un analista preguntó a Alierta por la posibilidad de cambiar la sede del grupo para evitar la penalización de los mercados. Alierta subrayó que el aumento de la deuda se ha debido en parte a las compras de O2 y Vivo, ambas fuera de la zona euro y que había una “clara contradicción” en la penalización a Telefónica por invertir fuera, cuando sus competidores europeos tienen una mayor parte de sus ingresos en la zona euro. Y reconoció que hay un descuento en la valoración de Telefónica por tener la sede en España. Pero dejó claro: “Tenemos nuestro domicilio social en Madrid y lo mantendremos en Madrid porque estamos en 25 países y nuestro negocio debe ser mirado en función de lo que generan los 25 países”. Luego dio un paso más: “Para Telefónica, nuestro domicilio son los 25 países en que estamos. Ese es nuestro domicilio”.

Telefónica planea llevar a São Paulo su sede operativa para Latinoamérica | Economía | EL PAÍS

26/07/2012

Errou a ANATEL: a Telefônica é tão ruim ou pior que as outras

Filed under: ANATEL,Telefônica — Gilmar Crestani @ 9:40 am

Como diria o Barão de Itararé, de onde menos se espera de lá mesmo é que não sai nada. Da ANATEL nunca se esperou nada, até porque foi criada para impedir cobranças pra cima das teles privatizadas, e agora, quando saiu a rua a cabresto do PROCON/RS, só ocupou holofotes.

Favorecida no Brasil, Telefônica corta tudo

Favorecida no Brasil, Telefônica corta tudoFoto: Montagem/247

Única operadora a não ser punida no Brasil, apesar dos altos índices de reclamação, a espanhola Telefônica Vivo deve reduzir seu ritmo de investimentos, em razão da crise internacional; Cesar Alierta, presidente da companhia, falou em “riscos financeiros” para o grupo; o ministro Paulo Bernardo ainda não soube justificar privilégio

26 de Julho de 2012 às 09:16

247 – A decisão da Agência Nacional de Telecomunicações de punir três operadoras de telefonia celular, TIM, Oi e Claro, criou uma situação inusitada. A espanhola Vivo, controlada pela Telefônica, foi a única a passar impune pela decisão da agência, embora seja a segunda com o maior número de reclamações – bem à frente, inclusive, da TIM e da Oi, uma vez que a Claro é a líder.

De acordo com o ministro das Comunicações, foram punidas as empresas que são líderes em cada estado. Como a Vivo é a segunda mais reclamada em quase todos os estados, conseguiu ficar de fora, embora seu desempenho também tenha se deteriorado muito – especialmente depois que a companhia foi vendida pela Portugal Telecom para a Telefônica.

Para fazer frente à punição da Anatel, as empresas anunciaram planos ambiciosos de investimento. A Vivo, no entanto, vai na direção oposta. Favorecida, ela anunciou ontem, na Espanha, que vai cortar gastos e investimentos. De acordo com o presidente Cesar Alierta, a empresa espera cortar 10 bilhões de euros. Isso significa reduzir os dividendos de 1,4 milhão de acionistas e também planos futuros de investimentos. Alierta disse que são medidas drásticas, mas necessárias para evitar “risco financeiro” para a companhia.

Ou seja: a possibilidade de que a empresa invista na melhoria da sua rede e do seu sinal no Brasil parece remota.

Favorecida no Brasil, Telefônica corta tudo | Brasil 247

05/07/2012

Telefónica pacta con los grandes de Internet el pago directo con el móvil

Filed under: Telefônica — Gilmar Crestani @ 9:48 am

El acuerdo con Facebook, Google, Microsoft y Blackberry permitirá comprar aplicaciones y cargarlas en la factura

La compañía prevé 5.000 millones en ingresos digitales para 2015

Ramón Muñoz Londres5 JUL 2012 – 13:20 CET19

Comprar por el móvil cualquier aplicación sin necesidad de teclear el número de tu tarjeta de crédito, y que te lo carguen a final de mes en la factura. Ese es el sueño de muchos clientes y el objetivo de Telefónica Digital. La división de nuevas tecnologías de la multinacional española ha firmado acuerdos con Facebook, Google, Microsoft y Research In Motion (Blackberry) para ofrecer servicios de pago directo a través de la factura del teléfono (Direct to bill, en inglés).

Este servicio de pago directo permitirá adquirir una aplicación o un juego para teléfono móvil, utilizar los mercados virtuales como Google Play sin necesidad de crearse una cuenta de pago o introducir los datos de la tarjeta de crédito ya que las compras se cargan directamente en la factura o al saldo prepago de su teléfono. En la lista falta Apple, y su App Store, sobre el que no se han dado detalles sobre posibles negociaciones en marcha. Estos servicios ya son una realidad en muchos países, ya que un reciente estudio de Mach señala que más de un tercio de los europeos dueños de smartphones ha pagado sus aplicaciones a través de la factura telefónica.

Telefónica ya ha comenzado a ofrecer estos servicios en Alemania y tiene previsto incorporarlo a 14 de sus negocios operativos en todo el mundo de aquí a final del año, incluyendo países como España, Reino Unido y Brasil. Así lo anunció hoy Matthew Key, presidente y consejero delegado de la división, en un encuentro con inversores en Londres.

Telefónica estima además que la posibilidad de que los propietarios de móviles paguen por sus productos y servicios digitales a través del teléfono es una forma clave de incrementar las descargas de contenidos de pago, especialmente en los mercados en desarrollo, donde el uso de tarjetas de crédito no está muy extendido.

En Alemania, una media de 400.000 clientes al mes ya realiza compras  utilizando este servicio a través de distintas plataformas

La oportunidad en Latinoamérica es especialmente importante por el hecho de que un 60% de la población no tiene cuentas bancarias y las pruebas de facturación directa realizadas en los países donde opera Telefónica han demostrado su potencial para impulsar el crecimiento de las ventas. En Alemania, una media de 400.000 clientes al mes ya realiza compras de productos y servicios utilizando este servicio a través de distintas plataformas.

Key  ha indicado que Telefónica Digital, creada en septiembre de 2011, quiere convertirse en el “brazo de crecimiento” del grupo y llevarle “más allá de la pura conectividad”, creando nuevas fuentes de ingresos en áreas que van desde el comercio y la publicidad móvil hasta la comunicación máquina a máquina, salud digital, vídeo y contenidos, seguridad digital y computación en la nube. “No queremos ser Google ni Facebook, ni fabricar smartphones: pero queremos llevar a Telefónica más allá de la pura conectividad, buscando nuevas fuentes de ingresos”.

Telefonica estima que el pago móvil es una forma clave de incrementar las descargas de contenidos de pago, especialmente en países en desarrollo

Otro de los acuerdos anunciados hoy en Londres es la inversión de varios millones de euros para poner en marcha el mercado de publicidad móvil en Brasil basándose en el modelo de O2 Media en el Reino Unido. De acuerdo con las cifras de la industria, el mercado publicitario en Brasil supone unos 15.000 millones de euros en términos globales, con un crecimiento del 11% en 2011. En este marco, la publicidad móvil en Brasil crece más rápido que en Europa Occidental, impulsada por la rápida adopción de teléfonos inteligentes. Esto incluye mensajería, publicidad gráfica, productos de fidelización y marketing basado en la localización.

La división digital de Telefónica también ha firmado un acuerdo con Etisalat, la mayor operadora de Oriente Próximo, para desarrollar conjuntamente oportunidades de negocio, lanzarán productos y compartirán su experiencia en diversos servicios digitales.

Asimismo, el presidente de Telefónica Digital ha reiterado su compromiso con el impulso a ecosistemas abiertos y el apoyo a la plataforma HTML5 de Mozilla, cuya marca será, como se anunció recientemente, Firefox OS. Al mejorar las prestaciones y experiencia de usuario de smartphones a precios asequibles, la iniciativa pretende aumentar la penetración de estos dispositivos en mercados emergentes. Telefónica tiene previsto lanzar los primeros aparatos bajo este estándar tecnológico en Brasil a principios de 2013. Junto a la empresa, otras importantes operadoras y fabricantes se han sumado su apoyo a la iniciativa.

La compañía ha remitido a la Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV) la presentación a analistas e inversores del presidente del grupo en la que señala que espera lograr ingresos digitales de 5.000 millones de euros en 2015. Ese nivel de ingresos supondría duplicar con creces los 2.400 millones logrados por el grupo en 2011, con una tasa de crecimiento anual de más del 20%.

La distribución de contenidos supondrá de 1.200 a 1.500 millones y será el principal negocio digital, seguido por los servicios financieros y la publicidad (de 800 a 1.100 millones), siempre según las previsiones de la empresa. Los servicios de seguridad y de computación en la nube supondrán de 500 a 700 millones; los de salud electrónica, de 300 a 600, y los de comunicaciones entre máquinas, de 500 a 800 millones. A eso se sumarán de 1.100 a 1.300 millones de ingresos digitales en filiales, siempre según las previsiones expuestas por la compañía. Eso da un rango de 4.400 a 6.000 millones de euros.

Telefónica pacta con los grandes de Internet el pago directo con el móvil | Economía | EL PAÍS

30/06/2012

Grupo PRISA ensina à RBS como se faz uma sociedade com Telefônica

Filed under: El País,PRISA,Telefônica — Gilmar Crestani @ 6:20 pm

Assim como não se pode esperar da RBS crítica a seus parceiros ideológicos, OAS e quejandos, também El  País ata sua pena às linhas Telefônica…

PRISA refuerza su capital y avanza en su transformación digital

La Junta de Accionistas aprueba varias operaciones para recapitalizar el Grupo y dar entrada a Telefónica como socio

Cebrián anuncia venta de activos para ayudar al saneamiento

Ramón Muñoz Madrid30 JUN 2012 – 16:43 CET159

El consejero delegado de PRISA, Juan Luis Cebrián. / ULY MARTÍN

PRISA refuerza su capital, integra nuevos socios tecnológicos y se prepara para su transformación digital. La Junta General de Accionistas del grupo (editor de EL PAÍS) ha aprobado hoy una serie de operaciones de capital que le permitirán sanear su balance, reducir el endeudamiento e incorporar a Telefónica como socio estratégico.

Entre esos acuerdos, la Junta aprobó la emisión de un bono dirigido a los acreedores bancarios para la conversión de parte de su deuda en acciones por 334 millones, un acuerdo garantizado por HSBC, Banco Santander y Caixabank.

Asimismo, se dio luz verde a la emisión de un segundo tramo de ese bono por importe de 100 millones de euros, que Telefónica se compromete a suscribir en metálico íntegramente.

Cebrián enfatizó la fortaleza operativa de PRISA, que logró facturar más de 2.700 millones en 2011

Otro de los acuerdos aprobados permite modificar el régimen del dividendo mínimo preferente de las acciones sin voto clase B, para hacer posible el pago del dividendo en metálico, en acciones clase A o en una combinación de ambos a decisión de la compañía. En caso de pago en acciones total o parcial, el precio para calcular el número necesario de acciones será de 1 euro por acción, que ya se va a aplicar al pago correspondiente a 2011.

El consejero delegado de PRISA, Juan Luis Cebrián, señaló que estas operaciones de capital “se enmarcan en una decidida voluntad de sanear de forma definitiva el balance del grupo”. Añadió que serán complementadas con mejoras de eficiencia y venta de activos. En este sentido, y pese a que la coyuntura económica no es la más adecuada, anunció que el grupo tiene a punto “análisis sobre los eventuales precios y condiciones fiscales, así como los potenciales compradores, que podrían justificar la venta de cualquiera de nuestros activos".

El consejero delegado adjunto y director financiero, Fernando Abril-Martorell, destacó la importancia fundamental de las operaciones propuestas a la Junta porque reducen el endeudamiento en 650 millones de euros en 2014 respecto al que sería sin ellas, demuestran el apoyo de acreedores significativos y alivian la situación de liquidez en el corto plazo.

Además, limitan la dilución para el accionista A tomando como valor de referencia de la acción el fundamental, superior al del mercado, que está muy influido por la poca liquidez del valor.

Cebrián enfatizó la fortaleza operativa de PRISA, que logró facturar más de 2.700 millones en 2011 y obtuvo un beneficio bruto operativo (Ebitda) recurrente de casi 500 millones, en un panorama de crisis económica, con un desplome de los ingresos publicitarios, y sin que fluya el crédito.

El consejero delegado apuntó que la “crisis de la prensa no es coyuntural” y no afecta “ni única ni prioritariamente” al grupo. Frente a esa situación, dejo claro que “la transformación digital es una prioridad absoluta para nuestra empresa”, a la que se está dedicando los mejores equipos humanos y una suma considerable de inversiones. Apuntó que aunque los ingresos de Internet apenas llegan al 3% del total facturado, en 2015 supondrán entre 15% y un 20%.

La crisis de la prensa no afecta ni única ni prioritariamente al Grupo"

JUAN LUIS CEBRIÁN

Tanto esa coyuntura económica desfavorable como los cambios tecnológicos obligan al Grupo a continuar con la política de reducción de gastos y, entre ellos, a los de personal.”La disminución de la actividad, por un lado, y las nuevas tecnologías por el otro harán inevitable la restructuración de algunas plantillas, al tiempo que se necesitará la incorporación de nuevos perfiles profesionales capaces de manejarse con habilidad en el entorno digital”, apuntó Cebrián. El grupo desea llevar a cabo esas restructuraciones necesarias de acuerdo con la representación sindical de los trabajadores.

En el turno de ruegos y preguntas, dos representantes de comités de empresas del Grupo criticaron la política laboral del mismo, e instaron a la dirección a que negocie con los sindicatos cualquier ajuste de plantilla en lugar de aplicar la reforma laboral aprobada por el Gobierno. También denunciaron los “elevados emolumentos” del consejero delegado y otros consejeros.

En la calle, a las puertas del local donde se celebraba la Junta, un grupo de trabajadores de la SER se manifestaron con pancartas y corearon consignas contra los gestores del grupo, en protesta por el nuevo expediente de regulación de empleo (ERE) que se prevé aplicar en la cadena y que puede afectar a 200 trabajadores.

PRISA refuerza su capital y avanza en su transformación digital | Economía | EL PAÍS

01/06/2012

La espera ya no se podrá cobrar más

Filed under: Telefônica — Gilmar Crestani @ 8:37 am

Por aqui, se espera mais do que se fala, e o preço é o único que não falha. Dia e hora certa para ser cobrado.

La espera ya no se podrá cobrar más

Hasta ahora, las telefónicas le solían facturar al usuario el tiempo de espera previo a la concreción de cada comunicación. Las firmas tendrán noventa días para adecuarse a la nueva norma. Las asociaciones de usuarios celebraron la medida.

Por Fernando Krakowiak

Cristina Fernández de Kirchner anunció ayer que las compañías de telefonía celular deberán facturarles a sus clientes cada comunicación desde el momento en que el destinatario atiende la llamada o se activa su contestador, y no desde que se marca el número. La decisión se oficializará hoy, a través de la publicación en el Boletín Oficial de una resolución de la Secretaría de Comunicaciones. “Actualmente se cobra desde que comienza el pi pi pi”, afirmó la Presidenta antes de explicar que, debido a la falta de una regulación sobre el tema, las empresas le suelen facturar al usuario el tiempo de espera previo a la concreción de la llamada. Las firmas tendrán noventa días para adecuarse a la nueva norma.

En los considerandos de la norma, se informa que Telefónica cobra las comunicaciones desde que la señal de llamada supera los treinta segundos y hasta que el cliente corta debido a la falta de respuesta. La autoridad regulatoria detalló además que la empresa Claro le informó que cobra el tiempo de espera, aunque se concrete o no la comunicación, ya que éste lleva asociada la utilización de recursos de red (canales de aire, facilidades de conmutación y ruteo). Por último, en la resolución se cita el caso de Nextel, empresa que le factura al cliente desde que éste aprieta la tecla Send, sólo si la comunicación se concreta.

La Secom informa también en los considerandos de la resolución que la Comisión Nacional de Comunicaciones (CNC) hizo consultas a las autoridades de aplicación de Paraguay, Uruguay, México y Estados Unidos. La mayoría coincidió en manifestar que la tasación de las comunicaciones se realiza a partir del momento que el destinatario de la llamada atiende, o en su defecto el contestador, cobrándose cargos únicamente por comunicaciones establecidas. La única excepción fue la Comisión Federal de Comunicaciones de Estados Unidos, la cual informó que no interviene regulatoriamente en los acuerdos de tarifación celebrados entre las compañías y sus clientes.

En la norma que saldrá publicada hoy también se detalla que la Gerencia de Control de la CNC elevó al interventor de dicho organismo el 23 de julio de 2002 un informe donde aclaró que en las redes de telefonía fija nunca fueron facturados los recursos utilizados para el establecimiento de una comunicación durante los intentos de llamada y tampoco se lo hace en telefonía móvil cuando el celular del destinatario da ocupado, está apagado o fuera del área de cobertura. Por lo tanto, “no pareciera existir una razón en virtud de la cual cuando una llamada se origine en un móvil deba tasarse y facturarse el tiempo de aire utilizado previo al establecimiento de una comunicación”. Incluso se cita otro informe del Area Económica Financiera de la CNC del 20 de noviembre de 2003, donde ya se advertía que “…no resultan razonables los fundamentos utilizados por las licenciataria en los que amparan su decisión de facturar el servicio de telefonía celular desde que se presiona la tecla Send, por cuanto no sería a partir de ese momento en que se hace efectiva la prestación del servicio”. En base a todos estos antecedentes, lo llamativo es el tiempo que tardó el Gobierno en ponerle freno a esa práctica.

Héctor Polino, titular de Consumidores Libres, afirmó que la medida “es importante porque se avanza en el camino de quitarles previlegios y ganancias injustificadas a las empresas”. La directora del Centro de Educación al Consumidor, Susana Andrada, coincidió al remarcar que “de este modo se trata de poner coto a estas compañías que han tenido un trato desleal con los consumidores”. Enrique Carrier, titular de la consultora especializada en telecomunicaciones Carrier & Asociados, señaló a Página/12 que “probablemente la decisión oficial tenga impacto para las empresas debido a la cantidad de llamadas que concentran, pero para el consumidor va a ser irrelevante en términos económicos, pues lo que le dejan de cobrar es sólo una fracción de algunas llamadas”. Además, recordó que todavía está pendiente la licitación del espectro que devolvió Movistar en 2008, el que ayudaría a mejorar el servicio y eventualmente le daría lugar al ingreso de nuevos operadores, generando mayor competencia y actuando de freno contra las subas de precios.

fkrakowiak@pagina12.com.ar

Página/12 :: Economía :: La espera ya no se podrá cobrar más

11/05/2012

Sanción en espera

Filed under: Telefônica,Telefones — Gilmar Crestani @ 7:36 am

Esta é do Página12 e é sobre a Argentina. Mas veja o que publica hoje o espanhol El País: Telefónica convierte a Latinoamérica en su principal motor de riqueza. Quem é VIVO, abre o olho, Claro…

La empresa asegura que el corte se debió a la rotura de una fibra óptica por una obra de la Ciudad.

Imagen: Jorge Larrosa

Sanción en espera

El interventor de la Comisión de Comunicaciones dijo que se están analizando las razones del corte de servicio y adelantó que si corresponde, la sanción será “dura”.

El Gobierno estudia sancionar a la empresa de telefonía celular Claro por la interrupción en la prestación del servicio que se registró anteayer durante varias horas en la Ciudad de Buenos Aires y localidades del Gran Buenos Aires. “Estamos analizando la problemática, la zona afectada, cuántos usuarios, la reacción de la empresa, la respuesta ante los clientes y frente a la autoridad de control”, señaló el interventor de la Comisión Nacional de Comunicaciones (CNC), Ceferino Namuncurá. Por su parte, la firma indicó que “se encuentra definiendo la compensación que se reconocerá a los usuarios afectados”, e informó que el incidente se debió a un corte en la fibra óptica subterránea, que se habría producido por una obra del Gobierno de la Ciudad. Desde Planificación resaltaron como un aspecto negativo el hecho de que Claro no haya informado oportunamente a las autoridades sobre la dimensión del corte. La empresa responderá la semana que viene a la intimación oficial que indaga sobre las causas y el alcance del hecho.

El corte en el servicio se extendió desde las 14 hasta las 18, según datos de la empresa, e imposibilitó a los usuarios a realizar llamadas telefónicas y recibir y enviar mensajes de texto. El pasado 2 de abril los clientes de Movistar también se quedaron sin el servicio y la sanción oficial fue “ejemplificadora”, según definió el ministro de Planificación, Julio De Vido. Movistar debe bonificar 10 pesos a cada uno de sus 18,5 millones de usuarios y afrontar una multa de 6 millones de pesos, lo que equivale a un monto total de 191 millones.

Fuentes de Planificación y de la CNC advierten que la magnitud de la falla en el servicio de Claro en relación con lo sucedido con Movistar “aparentemente sería menor, en principio porque estuvo restringido a la Ciudad de Buenos Aires y el Conurbano”. Movistar no esgrimió ningún argumento concreto para explicar la caída en el servicio, mientras que Claro aseguró, aunque no en una comunicación formal dirigida al Gobierno, que “el incidente se debió a un corte de fibra óptica subterránea, localizado entre la avenida Triunvirato y Elcano, en la ruta de acceso a una central de conmutación”. La causa de ese inconveniente fue, siempre según la firma, “una obra del Gobierno de la Ciudad, que se encuentra trabajando en el achicamiento del cordón de la vereda para ensanchar la calle”. Agregó que el tráfico de datos se pudo redireccionar “por una ruta alterna, logrando, en la primera hora siguiente al corte, recuperar el servicio para la mayor parte de los clientes afectados”.

“Estamos muy preocupados por el corte. Nos comunicamos con la empresa porque no habíamos sido informados en primera instancia y entendemos que el organismo de control tiene que estar al tanto para lograr que se afecte lo menos posible al usuario”, indicó Namuncurá. La CNC le envió a la compañía una intimación para que informe en detalle lo sucedido. La respuesta deberá presentarse la semana que viene y a partir de ello el Gobierno decidirá si aplica una sanción como en el caso de Movistar.

“Como organismo nos interesa saber cuáles fueron las causas, pero más nos importa que el servicio sea seguro y que las empresas hagan las reinversiones para que las fallas se minimicen. De corresponder, seremos duros con la sanción”, remarcó Namuncurá. Claro es la filial local de la mexicana América Móvil, propiedad del magnate Carlos Slim. En el país cuenta con 19 millones de clientes y comenzó a operar en 2008 en lugar de CTI Móvil, que fue adquirida por América Móvil en 2003. América Móvil mantiene en todo el continente una fuerte disputa con Telefónica (dueña de Movistar en Argentina) por el control del atractivo mercado de la telefonía celular. Según datos de 2009, América Móvil es la tercera empresa “translatina” más grande, detrás de Petrobras y la venezolana Pdvsa.

“Estimamos que se quedaron sin servicio alrededor de medio millón de usuarios. Esto merece que la CNC aplique sanciones como lo hizo en el caso de Movistar”, indicó a este diario Pedro Busetti, presidente de Deuco.

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