Ficha Corrida

12/03/2014

PMDB: de que adianta dente de porcelana se a cara é de pau

Filed under: Bancos,Lobby,PMDB,Telefones — Gilmar Crestani @ 8:15 am
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É dando que se recebe: SIMPLES ASSIM!

simon nDesde os tempos em que Paulo Brossard procurava, à cavalo, boi gordo no pasto, o PMDB é o partido franciscano brasileiro. A cada ano que passa a filosofia de São Francisco de Assis faz mais milagres na mesa do PMDB do que no dos pobres. Tirando o estelionato do Plano Cruzado, o PMDB virou o partido em que cabem todos os lobbies. Quando você estiver tentando falar com Vivo, Claro, Tim, O, lembre-se, não fosse o PMDB os serviços poderiam ser melhores. Se as taxas bancárias são altas, debite na conta do PMDB. Não fosse pela Dilma, e antes dela, Lula, o PMDB continuaria mandando como nos tempos de FHC. Agora, eles fazem este chororô com o apoio do Itaú, Santander, OI, TIM, CLARO, VIVO. Vivos, eis a  palavra certa para quem nasceu de um estelionato chamado Plano Cruzado. Se o PMDB fizer um bom trabalho investigando a Petrobrás, esta será a primeira desde que o partido foi criado.

Base governista se rebela e derrota Dilma na Câmara

Deputados criam comissão que abre brecha para investigar a Petrobras

Parlamentares prometem criar mais problemas hoje, dando aval para convocação do ministro da Saúde

DE BRASÍLIA

O governo de Dilma Rousseff sofreu na noite de ontem a primeira derrota no atual embate com parte de sua base de apoio mesmo depois de ter deflagrado uma operação durante todo o dia para evitar uma rebelião na Câmara.

Por 267 votos a favor e 28 contra, além de 15 abstenções, o plenário da Câmara aprovou a criação de uma comissão externa para acompanhar os desdobramentos de supostas irregularidades envolvendo a Petrobras.

Apesar de a comissão não ter poderes de investigação de uma CPI, como convocação de testemunhas e quebra de sigilo, a medida é vista pelo governo como negativa para a imagem da estatal.

Por isso o PT tentará controlar a comissão externa, a quem cabe acompanhar investigações e fazer relatórios.

O caso em questão envolve a holandesa SBM Offshore, que aluga plataformas a companhias de petróleo e que é suspeita de ter pago suborno a empresas em vários países, incluindo o Brasil.

Antes da votação, o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) promoveu reuniões separadas para tentar atender às demandas pontuais de cada uma das sete legendas aliadas do chamado "blocão", montado antes do Carnaval sob a liderança do PMDB como forma de pressionar o Planalto.

Em uma das reuniões, a cúpula do PP recebeu a garantia de que o Ministério das Cidades seguirá sob comando do partido, que indicou o vice-presidente da Caixa Gilberto Occhi ao posto.

Com essas ações, o Planalto esperava ganhar a votação. Tanto que a primeira orientação de Dilma à sua equipe era fazer um pente-fino na lista dos deputados que poderiam votar contra o governo e "cortar cargos". Depois da derrota, a recomendação foi alterada: "refrescar a cabeça" e avaliar o que deve ser feito.

pmdbÀ noite, Mercadante e o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) assistiram juntos, no Planalto, à sessão que acabou na derrota do governo.

Hoje os insatisfeitos prometem aprovar nas comissões da Câmara a convocação do ministro Arthur Chioro (Saúde) para responder aos questionamentos da oposição ao Mais Médicos, vitrine eleitoral de Dilma.

Apesar de possuir a vice-presidência da República, cinco ministérios, além de vários cargos federais, o PMDB deu início ao mais recente embate com o governo por divergir da reforma ministerial.

Tendo à frente a bancada da Câmara, o partido apresentou nomes não aceitos por Dilma, que ofereceu opções recusadas pelos deputados.

Juntam-se a esse impasse a já antiga irritação dos peemedebistas com a liberação de verbas federais para as obras que apadrinharam, além dos embates com o PT na montagem das candidaturas nos Estados.

Se uniram ao PMDB no "blocão" PP, Pros, PTB, PDT, PR, PSC e Solidariedade. A decisão do grupo de aplicar derrotas a Dilma pode resultar na derrubada do projeto do Marco Civil da Internet, sensível à presidente.

O líder da bancada peemedebista, Eduardo Cunha (RJ)é visto pelo Planalto como o principal "adversário" a ser combatido. À tarde, ele recebeu apoio de cerca de 50 dos 75 deputados da sigla, em reunião da bancada.

Os deputados defenderam ainda a convocação de uma reunião da Executiva Nacional do partido para "reavaliar a qualidade da aliança com o PT".

(MÁRCIO FALCÃO, RANIER BRAGON E VALDO CRUZ)

07/10/2013

E o lucro vai pra matriz

Filed under: Telefônica,Telefones — Gilmar Crestani @ 8:29 am
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Brasil tem o celular mais caro do mundo

Custo na Espanha por minuto é cinco vezes menor

GENEBRA – O Brasil tem a tarifa de chamadas de celular mais cara do mundo em termos absolutos. A constatação é da União Internacional de Telecomunicações, que hoje publica seu informe anual sobre o setor. Em termos gerais e contando também tarifas de telefonia fixa e internet, o Brasil também não tem um bom desempenho. Entre 161 países avaliados, o Brasil ocupa apenas a 93 posição.

Em média, um minuto no celular em horário de pico custaria US$ 0,71 entre chamadas pelo mesmo operador. no Brasil A taxa sobe para US$ 0,74 por minuto em caso de chamadas entre operadores diferentes. Para fazer a comparação, a UIT usou a taxa média praticada em São Paulo.

O custo é três vezes o que um americano paga para falar ao celular ou Portugal, de onde vem uma parte importante dos investidores. Na Espanha, sede da Telefonica, um cidadão paga cinco vezes menos pelo celular que no Brasil.

Em Hong Kong, um minuto no celular custa US$ 0,01 fora do horário de pico, 70 vezes menos que no Brasil.

Em comparação ao poder aquisitivo, o Brasil seria o quarto mais caro do mundo , superado apenas pela Bulgária, Malawi e Nicaragua.

No que se refere ao custo de banda larga, a situação é bastante melhor. Apenas 54 países tem taxas mais baratas que o Brasil. Nas Américas, o Brasil tem a terceira taxa mais baixa da região.

Mas, de uma forma geral, o País está distante das economias com os menores custos de telecomunicações. Numa cesta de preços incluindo toda a forma de comunicação, o Brasil aparece apenas na 93a posição, superado por índia, Colômbia ou Peru. Em termos de telefonia fixa, o País ocupa a modesta posição de número 112 entre os mais caros.

Entre os celulares, levando em conta a renda e o PIB per capta, o Brasil é o 117 lugar, sem qualquer redução no preço entre 2011 e 2012.

O resultado é que, em termos gerais, o Brasil é apenas o 62o colocado no rankiing dos países mais preparados para usar as tecnologias de informação no mundo, abaixo do Azerbaijão, Croácia, Arábia Saudita, Chile ou Líbano. O ranking é liderado por Coreia, Suécia e Islândia.

Avanço – Apesar dos custos, um número cada vez maior de brasileiros tem acesso a celulares e internet. Segundo a UIT, o Brasil atingiu em 2012 pela primeira vez a marca de ter metade da população usando a web e metade com computador em casa ao final de 2012. Em 2011, essa taxa era de 45%.

No que se refere aos usuários de banda larga, a taxa ainda é pequena, passando apenas de 8,6% para 9,2% entre 2011 e 2012. O número ainda está distante da média de 27% nos países ricos.

Os celulares, apesar do custo elevado, já ultrapassaram o número de brasileiros. Em média, existem 125 celulares por cem brasileiro, contra 119 em 2011.

O acesso ao 3G também vem crescendo de forma expressiva. Em 2012, 37% dos usuários de celulares tinha acesso à rede. Em 2011, essa taxa era de 21%. A expansão brasileiro segue uma tendência de outros países emergentes, que dobraram o volume de acesso ao 3G em apenas dois anos. Hoje, metade do mundo tem acesso à rede.

26/01/2013

Te liga, Yoani

Filed under: Cuba,Tecnologia,Telefones,Yoani Sánchez — Gilmar Crestani @ 11:54 am

A “dissidente” mais famosa, “subsidiada” pela CIA, com emprego e voz em todos os principais grupos mafiomidiáticos do mundo, mantinha conexão e não sabia que Cuba tinha acesso via cabo ótico…

El cable de fibra óptica entre Cuba y Venezuela comienza a funcionar

La velocidad de la conexión aún no ha aumentado en la isla

Yoani Sánchez La Habana26 ENE 2013 – 00:12 CET104

Obreros cubanos arrastran un cable submarino en 2011. / EFE

A punto de cumplirse dos años desde su instalación, el cable de fibra óptica entre Cuba y Venezuela comienza a dar señales de actividad. La semana pasada un experto de Renesys, firma estadounidense que analiza el tráfico en Internet, sugirió en su blog que el tendido Alba-1 habría comenzado a funcionar. En un primer momento la actividad solo fue perceptible en una dirección, pero después de varios días se comprobó el envío y recepción de datos. El gobierno cubano no confirmó la noticia hasta este jueves, en una escueta nota en el periódico oficialista Granma.

Cuba y Venezuela comenzaron en el año 2007 a trabajar para instalar el cable submarino, que lleva por nombre las siglas de la Alternativa Bolivariana para los pueblos de Nuestra América. Con un coste de casi 52 millones de euros y tras sucesivos retrasos, el cable tocó tierra en Santiago de Cuba en febrero de 2011. Sin embargo, la isla continúo utilizando los servicios de los proveedores de Internet a través de satélite. Durante los dos años transcurridos, los medios oficiales guardaron silencio sobre el cable, lo que fomentó los rumores de una posible avería por mal uso o por desvío de recursos.

Doug Madory, ingeniero de investigación de la empresa Renesys, afirmó que la empresa española Telefónica había comenzado a dirigir tráfico de Internet a la Empresa e Telecomunicaciones de Cuba S.A (ETECSA). Telefónica negó el martes pasado que estuviera suministrando servicios de enrutamiento para el Alba-1, pero sí confirmó que provee de otros servicios a la empresa estatal cubana.

El hecho de que de que el tráfico de internet hacia Cuba haya caído por debajo de los 480 milisegundo podría ser una evidencia de que la isla está usando otras fuentes de acceso además de los satélites. “Aunque la activación del Alba-1 pudiera ser una buena medida para mejorar los enlaces de ETECSA con internet, probablemente Cuba seguirá sin poder disponer de una amplia oferta de acceso a la red”, escribió Madory. También el periódico Granma advirtió que "la puesta en operación del cable submarino no significará que automáticamente se multipliquen las posibilidades de acceso".

más información

Según datos oficiales, el 23,23% de los cubanos tiene acceso a internet. La cifra ha sido muy criticada y puesta en duda por varios analistas, que aseguran que incluye a los usuarios de la intranet nacional. Varios estudios sitúan a Cuba en el último puesto de América Latina, con solo un 3% de tasa de conectividad a la red internacional.

En las dos semanas transcurridas desde los primeros indicios de funcionamiento del cable no se ha percibido ningún cambio en la conectividad para usuarios de centros laborales o docentes. Tampoco ha aumentado la velocidad de los pocos cibercafés que existen en La Habana, según ha podido comprobar EL PAÍS. Con un precio que oscila entre los 5 y 10 euros por una hora de acceso a la web, los hoteles continúan ofreciendo una conexión extremadamente lenta y con múltiples sitios censurados.

Consultado por este diario, un joven que aguardaba a las afueras de un concurrido local de internet en La Habana Vieja se mostró sorprendido por la información de Renesys. “¿Y ahora cómo van a explicar que tengamos que pagar tanto por una hora de conexión?, dijo. Varias de las personas que esperaban su turno frente a un ordenador coincidieron en la misma pregunta.

El periodista independiente Frank Abel García, que a través de su cuenta en la red social Twitter @FrankAbelCuba publica mensajes de texto, se mostró escéptico con la noticia. “Me parece que no hay interés ni voluntad política por parte del gobierno en que el pueblo tenga acceso a internet”. A su juicio, si el cable se activa masivamente podría ser un “duro golpe a la propaganda oficial”. “Se le abrirían los ojos a mucha gente con respecto a lo que pasa en el mundo y también en nuestro propio país”, aseguró en la red.

Los medios oficiales siguen mostrando a internet como un conglomerado de violencia, pornografía y falsa información. Sin embargo, muchos jóvenes parecen entusiasmados y ansiosos con los últimos detalles sobre el cable aparecidos en la prensa internacional. La gran telaraña mundial quizás esté más cerca de lo que parece.

El cable de fibra óptica entre Cuba y Venezuela comienza a funcionar | Internacional | EL PAÍS

Quem é viúva sempre aparece

Filed under: Antonio Britto,CRT,Energúmenos,Telefônica,Telefones,Valdisnei da Silva — Gilmar Crestani @ 9:58 am

Não costumo liberar comentário que ficaria melhor na RBS, na Veja ou n’O Globo. Vou fazer uma exceção porque também não é o único nem a primeira vez. Como recebi um e-mail de uma viúva do Britto, como muitas nestes anos todos, vou responder abaixo. Minhas considerações vão, como sempre faço neste espaço, em azul:

sinal-timValdisnei da Silva
b1891052@rmqkr.net
143.54.102.14

Dei uma olhada por cima no seu folhetim e achei muito lixo aqui. O senhor tem cheiro de ser um daqueles ex-funcionários da CRT que devem ter aderido ao PDV do Brito a agora chora pelos cantos.

Para saber disso não precisa ter sido funcionário da CRT nem vítima de um mequetrefe. Se tu querias um bom folhetim deverias ter lido Memórias de um Sargento de Milícias… Mas, fazer o que. Quem sai do lixo, procura lixo. E tudo o que encontra, mesmo que não for, transforma em lixo. Teu faro, talvez contaminado pelo ambiente que frequentas, não permite outro cheiro senão aquele do teu habitat. Como na fábula da rã e o escorpião, é da tua natureza…

Porém o senhor poderia divulgar em seu blog que ainda a época da privatização uma linha de telefono fixo custava em torno US$ 3.000, isso mesmo, três mil
dólares norte-americanos, e chegou a custar mais de US$ 5.000 alguns anos antes.

Sim, é verdade. Eu comprei. Mas eu comprei ações! Tu sabes o que é isso? O dinheiro eu recebi na via judicial, porque teus comparsas não nos pagaram. Deu para comprar um carro zero, dos melhores… A linha que tu tens hoje, que não vale nada, e nem funcionada, de graça eu não quero. Não falou na diferença da tarifa básica, mensal, por quê?!

Sem contar que a fila de espera para instalação de uma linha poderia levar mais de 4 anos em algumas cidades. Então não precisa ter mais do que os seus dois neurônios para chegar a conclusão de que quem tinha uma linha telefônica até meados dos anos 90 eram APENAS e TÃO SOMENTE uma PEQUENA PARCELA da população gaúcha, que o senhor chama de ELITE.

Meados de 90 tu tinhas computador? Qual era o percentual da população gaúcha que tinha computador? O fato de os governos serem incompetentes, tanto o eram que uma empresa pública nossa não servia, mas uma espanhola, pública,  sim. Além disso, se hoje o governo do Estado cobrar um taxa absurda pela água da Corsan, não trata-la e ainda por cima não fizer nenhum investimento em modernização, sucatear a empresa, é claro que se a Telefônica vier assumir a Corsan, pode até cobrar taxas maiores mas manter o serviço vai parecer um milagre, não é mesmo!? Para entender isso não precisa ser inteligente, basta não ser burro.

Isso acaba com o seu discurso idiota de que o Brito vendeu uma ‘empresa do povo gaúcho’.

De fato, o Britto não vendeu uma ‘empresa do povo gaúcho’, vendeu minha empresa. Como disse acima, eu tinha ações da CRT. E ele não vendeu, doou, aos seus ex-patrões, os Sirotsky da RBS. Quem disse isso, em primeira página e em editorial, foi o Correio do Povo. Tanto doou que eu tive de buscar na justiça as minhas ações. Podes me chamar de idiota, mas com a boca, não com a bunda.

Eu falo isso com muita experiência, pois lá no centrinho de Alvorada onde me criei, meu pai tinha uma das poucas linhas telefônicas da região, porquê tinha um comércio e precisa dela para trabalhar, mas acabava que desde a faxineira da loja até um mecânico que tinha ali perto chegavam na loja do meu pai e pediam se podiam dar o telefone do papai para recados, o que gentilmente fazia.

Entendi, seu pai tinha o telefone mas o moleque de recados era você. Aí dá para entender o porquê da revolta com o tempo. Era o tal de telefone molecular, ô moleque vai lá avisar avisar a faxineira…

Hoje tenho certeza que ambas estas pessoas, se estiverem vivas devem ter um celular da Vivo.

Não vou dizer bem feito, porque, felizmente, com a melhora da economia, devem estar ganhando mais e quem em emprego melhor! Em um ou dois anos pagam à Vivo o equivalente ao que teu pai pagou por ações da CRT que lhe davam direito inclusive de voto.

Ou da TIM. Ou da Claro. Ou da Oi. E não o celular da CRT que no seu lançamento aqui custava perto de US$ 7.000, lembra disso? Certo que sim né? Você devia ter um.

E quanto custava um computador à época? Não venha comparar momentos distintos de tecnologia. Se tiveres capacidade, compare a inteligência das pessoas. Queres saber, Cuba tem telefone celular… É o momento tecnológico… Não foi porque privatizou. Entendeu ou quer que desenhe!?

E se a operadora ABC está ruim, você migra de plano, ou pra operadora XYZ, compra chip em boca-de-caixa de mercado, é descartável, assim como é no primeiro mundo.

Quem diz que uma operadora está ruim ou não não sou eu, são todos aqueles que procuram o PROCON, e as multas da ANATEL. Já ouviste falar de cartel? Cartel, não carretel…. Quer dizer que migrar de uma operadora ruim para outra pior é uma vantagem. Pô, meu, não demonstre tanta ignorância em público, vai pegar mal até para a faxineira amiga do seu pai.

Desafio-lhe aqui a citar um país decente qualquer que tenha uma sistema de telefonia tão dinâmico como o nosso e ainda estatal.

Sistema de telefonia tão dinâmico… Sim, tão dinâmica que a Telefónica recibe 450 millones de Brasil… Então tu achas que, à época, a Telefônica de Espanha ou a Telecom Italiana eram privadas? Lembras-te de Aznar e Berlusconi?! Se for para citar só os decentes, não vou citar a Espanha, terra da Telefônica, nem os EUA, porque pedistes para citar países decentes. Então vou citar Cuba e China, que tem telefones celulares e funcionam, sem contar o preço… A Coréia do Norte não sei, nem me interessa. E nem é esta a questão. Até porque a CEF e o BB não foram privatizados e estão puxando os juros e tarifas dos serviços dos demais para baixo. Por acaso o Santander é melhor que o Meridional?!

Sabia que somos o 7o no mundo em número de linhas? E naquela época? 100 alguma coisa.

Ou nascer em Alvorada te fez mal, ou não adiantou o mundo ter progredido, afinal continuas com um raciocínio pré-histórico. No final dos anos 80 a fabricação e venda de computadores também era da iniciativa privada. Você por acaso tinha um CP400? Não, nem seu pai, nem a faxineira. Nem em Cuba. Aliás, você acha que na Espanha todos tinham telefone celular? Todos tinham linha telefônica? Todos tinham computador? E aí entra outra variável que jamais vais entender, o momento tecnológico. Hoje a Telefônica ganha todos os dias clientes no Brasil e perde milhares na Espanha. Abaixo veja alguns links de notícias que saiu no El País. E a tal de economia, estúpido!

Não cita Cuba nem Coréia do Norte. China ok, pois como disse Den Xiao-Peng: ‘um país, dois sistemas’ (legenda: capitalismo na economia e comunismo na política). Para finalizar, feche sua boca antes de falar, ou escrever tanta bobagem aqui, caso você seja velho, ou se for novo, vá estudar o passado recente do teu estado e país. E se nada disso adiantar, o suicídio é um caminho.

Uma passagem da vida de Alexandre o Grande, descrita por Plutarco, mostra porque não sigo tuas recomendações:

Dario escreveu a Alexandre Magno e também a alguns de seus amigos para pedir-lhes consentisse em receber dele dez mil talentos como resgate das pessoas prisioneiras em seu poder, com todos os países, terras e senhorias aquém do rio Eufrates e uma de suas filhas em casamento para daí por diante ser aliado e amigo. Ele comunicou essa proposta aos amigos, entre os quais Parmênion lhe disse: “Se eu fosse Alexandre, aceitaria”. “Também eu com certeza o faria, respondeu Alexandre, se eu fosse Parmênion”.

Eu, se me chamasse Valdisnei, mandava fechar a boca. Por enquanto prefiro que a laves bem antes de vir me dar lição de moral. Se eu me chamasse Valdisnei também teria saudades de Britto, mas eu me chamo Gilmar.

Entendo tua amargura, pois teu destino deve ser voltar todas as noites para Alvorada e sonhar com a faxineira que usava o telefone de seu pai, ou quem sabe poluções noturnas em homenagem a Antônio Britto…

Algumas notícias recentes do El Pais:

Telefónica recibe 450 millones de Brasil
El pago corresponde a la retribución por beneficios de la filial de la multinacional española en 2012

Competencia expedienta a Telefónica por restringir la portabilidad a las pymes
La compañía exigía condiciones de permanencia a las pequeñas y medianas empresas para impedir el cambio de operador

2012: primer año negro del móvil
Dos millones de líneas desaparecen por el recorte de segundos números. Caen los ingresos, la penetración y hasta el tráfico

Nuevo récord de caída de líneas de teléfonos móviles en octubre
Casi medio millón de líneas menos por la renuncia a líneas de prepago y a los ‘pinchos’ USB

La telefonía móvil pierde abonados por octavo mes consecutivo
Movistar perdió 253.000 líneas y Vodafone, 178.300, mientras ganan las operadoras móviles virtuales

Telefónica tiene ya más ingresos en Latinoamérica que en Europa
Telefónica España ya supone menos de la cuarta parte de los ingresos El beneficio sube un 26%, pero sin los extraordinarios se reduce un 17% La empresa reduce la deuda en más de 5.000 millones El grupo ya prepara la OPV para la salida a Bolsa de su negocio latinoamericano

17/01/2013

Quando não há alternativa pública, o resultado é esse

Filed under: Privataria Tucana,Privatidoações,PROCON,Telefones — Gilmar Crestani @ 7:49 am

Celular lidera reclamações de consumidor

De cada 1.000 ligações para Procons em 2012, 92 eram dúvidas ou queixas sobre serviços de telefonia móvel

Cresceu para 22% fatia da telecomunicação, mas setor financeiro como um todo é o mais frequente, com 24%

RENATA AGOSTINIDE, para a Folha, de BRASÍLIA

As operadoras de celular foram as campeãs de reclamação nos Procons em 2012, segundo levantamento feito pelo Ministério da Justiça. No ano anterior, as teles ocuparam o segundo lugar do ranking, liderado pelo segmento de cartões de crédito.

A Oi apareceu em primeiro lugar na lista das empresas que mais geraram atendimentos nos órgãos de defesa do consumidor, substituindo o Itaú -primeiro em 2011.

A ascensão das operadoras no levantamento contribuiu para que o setor de telecomunicações -que reúne telefonia celular, fixa, TV por assinatura e internet- registrasse o maior crescimento no número de queixas. Sua participação saltou de 17,46% para 21,7% do total.

Apesar do aumento, o setor financeiro, composto pelos segmentos cartão de crédito, financeiras e cartão de lojas, seguiu com a maior parcela das queixas: 23,85%.

As empresas citadas no ranking que se pronunciaram afirmam que investem no atendimento ao cliente (leia texto abaixo).

Para chegar à lista dos campeões de reclamação, a Secretaria de Defesa do Consumidor analisou mais de 2 milhões de atendimentos feitos por 441 Procons que integram o Sindec (Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor).

Dos 2 milhões de atendimentos, 172.119 se referiram a queixas de consumidores sobre as empresas de telefonia celular: 9,17% do total. Em seguida, apareceram bancos comerciais, com 169.427 reclamações (9,02%); companhias de cartão de crédito, com 154.501 (8,23%); empresas de telefonia fixa, com 125.403 (6,68%); e financeiras, com 97.032 (5,17%).

UNIVERSALIZAÇÃO

A secretária Nacional do Consumidor, Juliana Pereira, afirma que o fato de as empresas de telecomunicações e do sistema financeiro possuírem uma base numerosa de clientes não justifica sua posição no ranking.

"Temos outros setores tão massificados quanto esses que não estão nos primeiros lugares, como transporte, supermercados, água e esgoto e energia elétrica", disse.

"Quanto maior a liderança de um setor do mercado, maior a responsabilidade dele em relação ao respeito ao consumidor, pois sua liderança se deve à fidelidade de milhões de consumidores."

Os atendimentos registrados no Sindec são chamados de "demandas" porque incluem queixas e dúvidas, e parte é resolvida pelos próprios atendentes dos Procons e não se transforma em processos administrativos.

23/12/2012

Inócuos, a agência e seu criador

Filed under: ANATEL,FHC,Isto é PSDB!,Telefones — Gilmar Crestani @ 12:52 pm

Inócuos não são os eventos. Isto é tomar a consequência pelo ação. As agências reguladoras foram criadas pelo prof. Cardoso para serem isso mesmo, inócuas. Aliás, qual a obra de FHC, tirando a compra da reeleição, que se tornou útil para os que o substituíram no Planalto? De uma cabeça oco só poderiam sair coisas inócuas. Não é mero acaso que tenha tomado como seu o filho da amante escondida na Espanha em conluio com a Rede Globo. E de que adiantou, se os filhos de D. Ruth fizeram o exame de DNA e descobriram que não era filho do pai, só da mãe?! Os filhos que tomou como seus não o eram, os que o são não o querem… Mas há bastardos anencefálicos para o defenderem.

Anatel gasta R$ 390 mil em evento inócuo

Agência enviou 16 representantes para congresso em Dubai que ela mesmo esperava que não produzisse resultado

Com 123 pessoas no congresso, os EUA tinham um membro da agência reguladora, segundo a lista oficial

ANDREZA MATAISDE BRASÍLIAJULIO WIZIACKDE SÃO PAULO

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) gastou R$ 390 mil de dinheiro público para mandar 16 pessoas a um evento em Dubai considerado inócuo antes mesmo de começar pelo próprio presidente da agência, João Rezende, que também viajou.

A reunião da Conferência Mundial de Telecomunicações Internacionais, organizada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT, na sigla em inglês, órgão da ONU), ocorreu entre 3 e 14 de novembro nos Emirados Árabes Unidos.

Antes de embarcar, ao falar sobre a reunião, o presidente da Anatel disse : "Não achamos que sairá novidade. Há muitos conflitos, muitas posições divergentes".

Para Rezende participar de 3 dos 12 dias do evento, a Anatel desembolsou R$ 26,8 mil, considerando a cotação do dólar a R$ 2,06.

Quatro dos cinco diretores da agência foram a Dubai, integrando uma comitiva quatro vezes maior do que a enviada pelo Ministério das Comunicações. Os diretores se revezaram e nenhum ficou a duração toda do evento.

A comitiva dos Estados Unidos, a segunda maior, com 123 pessoas entre representantes do governo e da sociedade civil, tinha apenas um membro da sua agência reguladora, segundo a lista oficial do evento.

Entre os países vizinhos do Brasil, a Argentina não enviou nenhum representante da agência reguladora do país, a Comissão Nacional de Telecomunicações.

O maior gasto da Anatel foi com as passagens do conselheiro Rodrigo Zerbone, que chegou com o evento já na metade.

Os trechos de ida e volta da passagem dele custaram aos cofres públicos R$ 32,4 mil. O valor é sete vezes o pago pela própria Anatel por passagens na classe econômica. O conselheiro recebeu ainda R$ 6.520 para despesas com diária.

A Folha apurou que a presença de 4 dos 5 diretores da Anatel no evento atraiu a participação de lobistas da área. Empresas de telecomunicações também enviaram representantes após a informação da presença da comitiva da agência regulatória.

SEM CONSENSO

A reunião nos Emirados Árabes Unidos terminou sem consenso ou efeitos práticos imediatos para o Brasil. O país foi signatário de tratado polêmico que sugere a regulação da internet -não assinado pelos Estados Unidos e por países da Europa.

No país, a discussão sobre o marco civil da internet está no Congresso Nacional. Aprovada a proposta, o Brasil pode ser o primeiro país a regular a rede mundial de computadores.

O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) também participou do evento em Dubai, por três dias.

Segundo sua assessoria, foi acompanhado dos secretários Cézar Alvarez (executivo), Maximiliano Martinhão (Telecomunicações) e Alessandra Cardoso (chefe de gabinete). O gasto com eles foi de R$ 89,4 mil.

Colaborou JULIA BORBA, de Brasília

15/12/2012

A defesa das telefônicas

Filed under: Folha de São Paulo,Grupos Mafiomidiáticos,Telefones — Gilmar Crestani @ 9:01 am

Bastou a aparecer a denúncia de que as empresas telefônicas são as campeãs em reclamações no PROCON, no Brasil todo, para as empresas de comunicação, os grupos mafiomidiáticos, saírem a campo em defesa de seus financiadores ideológicos. Como disse o Lula, cara de banqueiro bandido ou dos fraudadores de serviço da telefonia não sem na capa dos jornais. Por quê? Por que são eles que dão sobrevida aos grupos mafiomidiáticos.

EDITORIAIS

editoriais@uol.com.br

Celulares supertaxados

A telefonia celular no Brasil é, com sobra, a mais tributada da América Latina, de acordo com levantamento realizado pela consultoria Deloitte, a pedido da Associação do Sistema Global de Comunicação Móvel.

O relatório mostra que a parcela de impostos sobre os serviços pós e pré-pago no país é, em média, de 37%. O segundo colocado no ranking dos que mais oneram a atividade é a República Dominicana, com carga bem menor, de 27%.

Segundo o levantamento, o maior peso advém do ICMS, cobrado pelos governos estaduais -equivalente a três quintos da taxação que incide sobre o setor.

O excesso de impostos, que multiplica o valor das tarifas, é uma possível explicação para o uso mais moderado do celular pelos brasileiros, em comparação com outros países. A média é de 120 minutos ao mês, bem aquém da do México, de 200 minutos.

Não obstante, o Brasil é o que tem mais linhas no continente, com 260,4 milhões. Isso faz dele o quarto mercado mundial, atrás só de China, Índia e EUA.

O caso dos celulares é apenas mais um na economia nacional, que padece há décadas com a escalada -a esta altura insuportável- de taxas, impostos e contribuições. Não é de hoje que se discute a necessidade de reformas para facilitar a vida das empresas e retirar dos ombros da sociedade o peso de um Estado ainda moroso, inchado e ineficiente.

Não se pode dizer que o governo da presidente Dilma Rousseff se mantenha alheio ao assunto. Além das reduções de impostos que se anunciam no varejo, erráticas e voltadas para problemas de curto prazo, estão em curso iniciativas para desonerar a folha salarial de alguns setores, cortar a alíquota do ICMS e expor aos consumidores o valor dos impostos embutidos no preço dos produtos.

São iniciativas elogiáveis, mas insuficientes. Basta citar o recente dado sobre a elevação da carga tributária no país, que atingiu 35,3% do PIB no ano passado -R$ 1,46 trilhão, em números absolutos. Trata-se de patamar muito acima do observado em outros países em desenvolvimento, que recolhem, em média, pouco mais de 20% da riqueza produzida.

Os sinais emitidos pela economia indicam que o Brasil precisa dar o quanto antes um salto de eficiência e competitividade, sob pena de continuar a crescer aos solavancos, com médias de expansão do PIB aquém das desejáveis. Racionalizar e reduzir impostos é, sem dúvida, uma tarefa essencial para atingir esse objetivo.

14/12/2012

O ódio à Cristina se deve à i$$o!

Filed under: Cristina Fernández de Kirchner,Telefones — Gilmar Crestani @ 8:57 am

No Brasil, as empresas públicas são indutoras de bom comportamento. Mas para isso faz-se necessário governantes comprometidos com quem precisa. Veja-se o caso dos juros. Não fossem Banco do Brasil e Caixa Federal e ainda estaríamos com os juros na estratosfera. O Governo Federal usou os bancos públicos para reduzir os juros. E nem por isso quebraram. Pelo contrário, os bancos privados também baixaram os juros. E continuam lucrando. Tivéssemos empresas públicas de telefonia e eu já teria migrado para lá. Impossível um serviço mais caro e pior deste que temos. Que a moda chegue ao Brasil.

Cristina Fernández de Kirchner realizó el anuncio en el predio que ArSat tiene en Benavídez.

Imagen: Télam

Avanza la empresa estatal de telefonía celular

La firma contribuirá a darles conectividad 3G a las cooperativas y pymes de telecomunicaciones de todo el país. Todavía no está definido el plan técnico, pero una posibilidad es que opere a través de las redes ya existentes hasta que monte una propia.

Por Sebastián Premici

El Gobierno continúa avanzando en la implementación de su política de comunicaciones. La presidenta Cristina Fernández de Kirchner anunció ayer que la empresa Ar-Sat será un operador mayorista de telefonía celular a través de la marca Libre.ar. El Estado gestiona el 25 por ciento del espectro destinado a los celulares y lo utilizará para darle conectividad 3G a las cooperativas y pymes de telecomunicaciones de todo el país, las cuales luego comercializarán el servicio a nivel minorista. Por otro lado, la mandataria puso en funcionamiento ocho nuevas estaciones de Televisión Digital Terrestre, que ya ofrecen una cobertura potencial al 82 por ciento de la población con 60 estaciones. Lo hizo en un acto en Benavídez, el lugar donde está emplazado el centro de datos de ArSat, la empresa estatal encargada de llevar adelante los distintos proyectos para el sector. Como tercer aspecto de la política de telecomunicaciones y los servicios de comunicaciones audiovisuales, la mandataria anunció la ampliación de la cobertura de las señales digitales de Canal 9, Telefe y América y la creación de dos nuevos canales: ACUA Federal y ACUA Mayor.

En septiembre, el Gobierno había anulado la licitación de una porción del espectro radioeléctrico por el que pugnaban las compañías de telefonía celular (Movistar, Personal, Claro). Luego de la fusión entre Movicom y Unifón, la empresa resultante –Movistar– tuvo que devolver al Estado el espectro radioeléctrico, que ahora es gestionado por Ar-Sat. En esta oportunidad, Fernández de Kirchner adelantó que la compañía operará un 25 por ciento del espectro radioeléctrico a través de la empresa Libre.ar.

Si bien todavía se está trabajando en el plan técnico, Ar-Sat proveerá conectividad 3G a las cooperativas y pymes del sector de las telecomunicaciones. Para ello, ya realizó acuerdos con Fecotel, Fecosur y la Cámara de Telefonía IP (Catip). Una de las posibilidades es que Ar-Sat (Libre.ar) funcione como un operador virtual a través de los operadores ya existentes pero con el objetivo final de contar con una red propia.

El otro aspecto relevante del anuncio fue la inauguración de ocho nuevas Estaciones Digitales de Televisión (EDT) en las localidades de San Miguel del Monte y Chivilcoy (Buenos Aires), Villa Angela (Chaco); San Rafael (Mendoza), Jáchal (San Juan), Puerto Deseado (Santa Cruz), Frontera (Santa Fe) y Ushuaia (Tierra del Fuego). “La instalación de nuevas antenas y estaciones para la televisión digital es una verdadera democratización de la palabra y la televisión”, manifestó Fernández de Kirchner.

En los próximos 30 días se inaugurarían otras nueve estaciones. “Esto nos permite informar que la cobertura de la TDT al día de hoy es del 82 por ciento y que sumando las 25 estaciones en ejecución y las que se construirán durante el año 2013, en diciembre del año que viene estaremos en el 96 por ciento de cobertura”, explicó Julio De Vido.

Durante el acto en Benavídez, la Presidenta también anunció un acuerdo de cooperación con la Asociación de Telerradiodifusoras Argentinas (ATA), que nuclea a los distintos canales de aire del país (incluido Canal 13) para que utilicen los contenidos del Banco Audiovisual (Bacua). También realizó una entrega simbólica de 14 Centros de Producción Audiovisuales para los canales públicos provinciales y Universidades.

Entre 2010 y 2012, el Estado nacional habrá invertido 2556 millones de pesos correspondientes a la instalación de las EDT y la distribución de los decodificadores. El desarrollo de la televisión digital en el país es una herramienta que permite llevar a distintas partes del país una amplia variedad de contenidos de manera gratuita, a través de canales privados y públicos. El Estado ya distribuyó más de un millón de decodificadores en distintas localidades, enfocado en una primera etapa en los sectores que no pueden acceder al pago de un abono de televisión por cable.

En la provincia de Buenos Aires fueron distribuidos 558.601 equipos, seguida por Córdoba (98.726), Tucumán (89.402), CABA (83.189), Santa Fe (57.769), San Juan (47.638), Chaco (29.763), Jujuy (21.327) y Santiago del Estero (17.201), entre otras.

Ar-Sat está articulando los desarrollos de la TDT, la telefonía celular y también el tendido de fibra óptica para llevar conectividad a todo el país. En el marco del Plan Argentina Conectada se instalaron 10.000 kilómetros de la red federal de fibra óptica y se encuentran en ejecución otros 42.000 kilómetros. A partir de este plan se instalaron 45 Núcleos de Acceso al Conocimiento (NAC) que brindan a jóvenes y adultos acceso libre y gratuito a las distintas tecnologías, como así también capacitación informática. Con este tendido, Arsat también funcionará como una empresa mayorista para poder extender la conectividad a aquellas regiones donde las empresas privadas, como Telecom y Telefónica, no han invertido.

Página/12 :: Economía :: Avanza la empresa estatal de telefonía celular

13/12/2012

Mais uma obra da privataria tucana

Filed under: Privataria Tucana,Privatidoações,Telefones — Gilmar Crestani @ 8:53 am

Mas não dá escândalo, afinal, como disse o Lula, a cara dos corruptos não aparecem nas primeiras páginas, só a dos adversários dos grupos mafiomidiáticos. E como bancos e telefônicas seriam adversárias dos grupos mafiomdiáticos se são as financiadoras ideológicas dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium

Brasileiro paga o maior tributo sobre minuto de ligação de celular

Carga tributária, a mais alta da América Latina, é de 37% em média, mas pode chegar a até 54%

Consultoria diz que custo é um dos principais fatores para que intensidade de uso seja menor no Brasil

HELTON SIMÕES GOMESCOLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O minuto de celular no Brasil é de longe o mais tributado na América Latina, segundo pesquisa da consultoria Deloitte a pedido da GSMA (Associação do Sistema Global de Comunicação Móvel).

Segundo o relatório lançado nesta semana, o custo reduz o consumo de telefonia móvel, apesar da popularidade do serviço no país.

A carga tributária sobre os serviços de telefonia móvel (pós e pré-pago) no país é de 37%, em média. Já na República Dominicana, segundo colocado, é de 27%.

Individualmente, o Brasil é o país com mais conexões de telefonia móvel, com 48% do total das linhas. Fechou o segundo semestre de 2012 com 260,4 milhões, mais de três vezes e meia o total do México, segundo colocado.

Esses números credenciam o país como o quarto maior mercado do mundo em linhas de celular, atrás de China, Índia e EUA. No entanto, segundo o relatório, o consumo médio de minutos está longe do topo na região.

A média brasileira é de 120 minutos ao mês, longe da do líder México, de 200 minutos.

O principal vilão apontado é o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços), aplicado pelos Estados. "O imposto no Brasil não é feito de uma forma clara para o cliente", diz Eduardo Levy, presidente do Sinditelebrasil (sindicato das operadoras)

Embora as alíquotas estaduais variem de 25% a 35%, a fórmula como o imposto é calculado adiciona um acréscimo entre 33,3% e 54% do valor do serviço à conta final. "Não vou dizer que é um assalto, mas é um absurdo."

Segundo o relatório, a tributação da telefonia no Brasil pode ser equiparada à alta carga aplicada pelo governo ao tabaco e ao álcool para desencorajar o consumo.

"Entretanto, a aplicação desse raciocínio no contexto dos serviços móveis que geram impacto social positivo não parece apropriado", afirma a entidade.

Em 2011, o impacto total do setor de telecomunicações na economia foi de US$ 177 bilhões. O cálculo considera desde impostos pagos e empregos criados a acréscimos na produtividade de atividades empresariais como o m-banking e comunicação máquina-a-máquia (como as maquininhas de cartão de crédito).

O estudo conclui: a telefonia e banda larga móvel tem sido tratadas como "oportunidades significantes" pelos governos da região para promover uma inclusão social na América Latina, porém, "políticas que criam barreiras ao consumo e desencorajam o investimento no setor aparecem inconsistentes com esses objetivos".

28/10/2012

Brasil se conecta a toda prisa

Filed under: Copa 2014,Telefones — Gilmar Crestani @ 10:19 pm

El país latinoamericano despliega una red móvil para cubrir los Mundiales y los Juegos

Ramón Muñoz 28 OCT 2012 – 00:00 CET9

Vivo, filial de Telefónica, es uno mayores operadores móviles de Brasil / NACHO DOCE (REUTERS)

Río de Janeiro quiere lavar su imagen. Para los extranjeros que la hayan visitado antes, lo que más les extrañará de la nueva ciudad que se prepara para recibir el Campeonato del Mundo de fútbol de 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016 no son sus interminables atascos ni los precios desorbitados, sino la ausencia de mendigos y vendedores ambulantes. Han desaparecido de sus calles y playas a golpe de decreto. Las autoridades también quieren borrar la estampa tópica de samba y fútbol y potenciar la de un Brasil moderno e innovador. Y también a golpe de decreto y planes quinquenales aspiran a convencer a los millones de visitantes que se esperan en los próximos tres años de que el país está enganchado a las nuevas tecnologías.

Dentro de esos planes, y a toda carrera, el Gobierno brasileño está empeñado en demostrar que las telecomunicaciones funcionan. No lo tiene fácil. Brasil es un país enorme, y eso ha impedido la existencia de una buena red de conexión fija de Internet, y no digamos de lujos asiáticos como la fibra óptica. Así que para llegar a tiempo, la Administración y el regulador están dando prioridad a la red celular, de más fácil despliegue, convencidos de que la fórmula de una infraestructura avanzada de Internet móvil, con la cuarta generación o LTE (Long Term Evolution), es la solución más eficaz y rápida.

Ha preferido apostar por la 4G, aunque con riesgo de no llegar a tiempo

Ese es el mensaje lanzado desde todos los ámbitos —Administración, reguladores y empresas— en el Futurecom 2012, el mayor evento de telecomunicaciones de Latinoamérica, que esta vez trasladó su sede precisamente a Río. Franco Bernabè, presidente del GSMA —la asociación que agrupa a los operadores de todo el mundo—, destacaba que solo por la Copa del Mundo será preciso un millón de conexiones de roaming, fundamentalmente por los cuatro grandes operadores brasileños: Vivo (Telefónica), TIM (Telecom Italia), Oi (Portugal Telecom) y Claro (América Móvil).

Brasil es el cuarto mercado móvil en el mundo por número de líneas, con 260 millones, de los que 60 millones son de banda ancha móvil. Pero no es suficiente. Para 2014 se necesitan como mínimo 135 millones de conexiones de Internet móvil, según Anne Bouverot, directora de GSM Association. Y nadie puede asegurar que se llegará a tiempo.

La Agencia Nacional de Telecomunicaciones (Anatel) firmaba este mismo mes los contratos con las operadoras que deben tender las redes LTE. Y deberán estar ya listas y en funcionamiento en las seis sedes de la Copa Confederaciones (el Mundialito de selecciones) que se celebra en junio de 2013. Luego llegará el turno a las 12 ciudades sede de la Copa del Mundo en 2014. Aunque la intención de Anatel es usar estos acontecimientos como trampolín para todo el país, ya que su plan es que todas las ciudades de más de 100.000 habitantes tengan 4G para el 31 de diciembre de 2016. El Estado ha prometido una inversión de 2.000 millones de dólares. “La cuarta generación va a situar Brasil en la vanguardia de las telecomunicaciones en el mundo, generará empleo, ingresos y nuevos negocios”, señala el presidente de Anatel, João Rezende.

La alta fiscalidad y las trabas para las antenas

dificultan el objetivo

No lo van a tener fácil. Porque el mercado brasileño tiene dos vía crucis que, curiosamente, son los mismos de los que tanto se quejan los directivos de las operadoras nacionales: antenas e impuestos. “En Brasil existen cerca de 200 normativas diferentes de lo que se puede y no se puede hacer para instalar antenas. Lo que vale en un lugar es justamente lo contrario de lo que rige en otro. Y el panorama de los impuestos es igual de complejo. En el ranking que hemos elaborado, Brasil está a la cabeza de la carga fiscal, con más de un 30% sobre el coste total como si fueran un artículo de lujo en lugar de un servicio básico. Hasta se tributa por las conexiones máquina a máquina (M2M), aunque afortunadamente se hayan reducido los impuestos”, recuerda Anne Bouverot, directora de GSM Association. El ministro de Comunicaciones, Paulo Bernado, cree que la solución es la compartición de infraestructuras: “Si los cuatro operadores comparten un emplazamiento, el coste se divide por cuatro. Es una simple cuenta”.

Parece que los operadores se lo han tomado muy en serio. Vivo anunció en Futurecom el acuerdo con Ericsson y Huawei para el despliegue de su red LTE, con 4.700 estaciones base en un principio (500 de ellas, subterráneas para minimizar el impacto estético). “Vamos a llegar a tiempo”, indicó el presidente de Telefónica Brasil, Antonio Carlos Valente. La filial de Telefónica también aprovechó el evento para anunciar el lanzamiento de su servicio de televisión IP (IPTV) sobre su red de fibra óptica en São Paulo (Vivo TV Fibra).

Claro, que ha elegido a los mismos proveedores que Telefónica, también ha anunciado una inversión de más de 3.000 millones de dólares en el despliegue de su red. Y Oi, que ha firmado con Alcatel-Lucent, Nokia Siemens Networks y Ericsson, ha comprometido una inversión de 500 millones.

Laudalio Veiga, promotor de Futurecom, se muestra convencido de que la industria brasileña está “plenamente capacitada” para atender la demanda de los Juegos y la Copa del Mundo.

Banda ancha y barata

El Gobierno brasileño, primero de Lula da Silva y ahora de Dilma Rousseff, tiene una obsesión por encima de todo en materia de telecomunicaciones: Internet barato y para una mayoría. Para ello, hace casi dos años puso en marcha el Plan Nacional de Banda Ancha (PNBL, por sus siglas en portugués) para conectar a todo el territorio nacional y garantizar, por alrededor de 15 euros, una conexión aceptable a una velocidad de 1 Mbps.

El objetivo es muy loable si se tiene en cuenta que Brasil es uno de los países con menos cobertura y más caros en su banda ancha, según las estadísticas que publica periódicamente la OCDE. Como los operadores privados, que gozan de márgenes de beneficio amplísimos, no estaban muy por la labor, el Gobierno hizo entrar en el juego a Telebras, el operador público, con un efecto muy positivo, lo que prueba que no siempre el Estado y lo público son sinónimo de ineficiencia. Los precios mayoristas han disminuido un 50%. Y las compañías privadas como Telefónica, Algar Telecom, Sercomtel, TIM y Claro se han unido al PNBL, aceptando los precios populares.

Para aumentar la inversión privada, el Gobierno brasileño ha creado una exención fiscal (Régimen Especial de Tributación) para las redes de alta capacidad. Y se ha liberado también de tributos federales a los equipos que se produzcan en Brasil, como tabletas o módems para conexión a Internet tanto fija como móvil. También se estudia una tributación especial para los smartphones. El país no quiere que el maná de las telecomunicaciones solo sirva para subir las acciones de Apple y Google.

Brasil se conecta a toda prisa | Economía | EL PAÍS

22/10/2012

Só há um jeito, privatizar

Filed under: Privatidoações,Telefônica,Telefones — Gilmar Crestani @ 8:01 am

É, a Telefônica é uma estatal espanhola. Bem, sabemos que a Espanha é de primeiro mundo. Até rei eles têm. E o velhinho é matador… de elefantes. Ficamos assim: privatizaram para que o lucro seja remetido à matriz. E o serviço continua sendo de terceiro mundo.

No bairro onde morro, Ponta Grossa, só pega Vivo. Se o tempo não estiver nublado. As demais não dão o ar de sua conexão por aqui. O preço é de primeiro mundo mas o serviço é do quinto (dos infernos). Chamem a CRT de volta!

Teles escondem restrições de planos 3G

Internet limitada vendida como ilimitada e omissão de quedas na velocidade são problemas apontados em estudo

Informação ‘camuflada’ pode pesar no bolso e fere o Código de Defesa do Consumidor e regras da Anatel, afirma Idec

HELTON SIMÕES GOMES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Pacotes de banda larga limitada para celulares e modems vendidos como ilimitados, omissão de quedas drásticas na velocidade e falta de menção às restrições no uso da internet.

Essas informações "camufladas" foram os principais problemas apontados por um levantamento do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) cedido à Folha.

Foram analisadas as informações mostradas por Tim, Oi, Claro e Vivo nos sites e SACs de sete Estados e comparadas às dos contratos que ditam a relação de consumo.

Segundo o Idec, com a prática, as teles violam de uma tacada só o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e as regras da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).

Além das infrações, a defasagem de informação impede o consumidor de controlar gastos e de comparar preços entre operadoras.

Nos sites, os problemas são: condições de uso dos pacotes escondidas e informações que levam o consumidor a pensar que não possuem limite de navegação.

Excluindo o da Vivo, os sites das operadoras não mencionam na mesma página da oferta que a velocidade cai, em média, para 6% do estabelecido contrato quando o consumidor ultrapassa o limite do seu pacote de dados.

Um cliente da Vivo que possui o plano de 20 MB e excede essa franquia tem a velocidade de até 1 Mbps (megabit por segundo ou 1.024 Kbps) reduzida para 50 Kbps.

Já slogans como o "Navegue à vontade", da Tim, podem induzir o consumidor ao erro, pois a navegação não é ilimitada, o que pode ser caracterizado como propaganda enganosa, diz a advogada do Idec Veridiana Alimonti.

No SAC, à exceção da Tim, o problema é a divergência entre as informações dadas por atendentes e as do site.

Ora omitiam que a velocidade oscila e cai ao fim da franquia, ora não citavam que o pacote é limitado.

Alguns atendentes chegaram a orientar pesquisadores do Idec a procurar uma loja para se informar melhor.

"O consumidor não pode ir a todas as lojas para comparar preço", diz Alimonti.

No caso da Vivo, a falta de informação pode gerar receita. Quando atinge o limite de dados, o cliente navega pagando um preço adicional.

Nos contratos, o problema são cláusulas que eximem as teles de prestar conta caso o cliente reclame das baixas velocidades ao considerar que sabem que variam. Isso viola o CDC, segundo o Idec.

Claro e Oi trazem ainda restrições de uso, não ditos em SACs e sites, a serviços de vídeos em tempo real, transferência de arquivos e de voz sobre IP (como o Skype). Esta última prática foi vetada pela Anatel no ano passado.

19/09/2012

Bode no elevador

Filed under: PROCON,Telefones — Gilmar Crestani @ 8:01 am

Sempre que se critica a privatidoação do Sistema Telebrás à congêneres externas, as viúvas choram: e antes, como era? Antes era assim: cobrava-se um valor ínfimo e não se investia um centavos e, mais importante de tudo, não havia a tecnologia disponível hoje. O sucateamente foi o bode no elevador.

A tecnologia independeu da privatição. Tanto que a empresa pública da Espanha detinha a tecnologia. Mais, foram estatais de outros países que compraram as estatais brasileiras. Como? Com empréstimos subsidiados, vejam só, do BNDES. Se o BNDES tinha dinheiro para emprestar de forma tão benevolente porque não o fazia para melhorar nossa CRT, por exemplo. Muito simples. Eles se conheciam. Os que estavam doando patrimônio público a empresa públicas da Espanha/Itália não confiavam na própria capacidade administrativa, tanto que haviam sucateado para justificar a venda. Isso seria o mal menor, o reconhecimento de serem péssimos administradores. Pior, não eram só péssimos administradores, masainda piroes vendedor. Não bastasse isso, criaram normas que impediam qualquer revisão no sistema e as Agências começaram funcionando como casas de tolerância. Portanto, avocar o sistema anterior para justificar a desfaçatez de agora não é só confissão da própria incompetência, mas menosprezo à nossa inteligência. Para dizer o menos. O mais, posto que chegaram ao “limite da irresponsabilidade”, como mostra aquele diálogo edificante da turma que agora levanta o dedo contra o Lula, seria dizer onde foi parar o dinheiro…

Celular lidera reclamações no Procon

Aparelho representa 14% das críticas dos consumidores, seguido por computador; Oi é a empresa com mais queixas

37% dos protestos feitos ao Procon não foram resolvidos pelas empresas; governo promete plano de ação

DE BRASÍLIA

O celular foi o produto que causou maior dor de cabeça para o consumidor brasileiro no ano passado.

O aparelho lidera lista de assuntos mais levados ao Procon em 2011, de acordo com análise de 152 mil reclamações que compõem cadastro organizado pela Secretaria Nacional do Consumidor.

No ano anterior, os celulares já lideravam a lista.

A insatisfação com produtos representa 52% do total das reclamações. Assuntos financeiros (22,1%) e serviços essenciais (15%) também motivaram o brasileiro a abrir processo administrativo contra os fornecedores.

Ao anunciar os números ontem, o governo destacou que a reclamação provoca mais do que uma insatisfação no cliente.

"[Isso] eleva o custo econômico do processo", disse Juliana Pereira, secretária nacional do Consumidor. "Além de passar por órgãos públicos, ele acaba indo para o Judiciário. Isso é prejudicial para as relações de consumo."

SEM SOLUÇÃO

Pereira chamou atenção ainda para o número de reclamações que não foram solucionadas pelas empresas -das 153,1 mil registradas no Procon, 56,6 mil (37%) não foram atendidas.

"Não é razoável de forma alguma. Depois de o consumidor passar por tudo isso, tinha que ter no mínimo 100% de atendimento."

As empresas com pior desempenho nesse quesito serão convocadas ainda nesta semana pela secretaria para dar explicações. O governo pretende ainda cobrar um plano de ação para mudar os percentuais identificados.

O levantamento mostrou ainda que empresas de telefonia, varejo, bancos e fabricantes de eletrônicos estão entre as que lideram as reclamações -a operadora Oi está na frente no ranking.

As informações foram obtidas com base em reclamações levadas a 170 Procons -de um universo de cerca de 500 em todo o país.

COBRANÇA

Problemas com cobrança são a razão principal das queixas de consumidores.

O tema representa 28,1% dos assuntos levados aos Procons cadastrados no sistema do governo -eles estão distribuídos em 24 Estados e no Distrito Federal.

Problemas com garantia de produtos (24%) e vício ou má qualidade (18,9%) também são alvo de queixa do consumidor brasileiro.

Ao divulgar os números, o governo elogiou o órgão de defesa do consumidor, mas cobrou maior agilidade das empresas que são alvo de críticas recorrentes.

"De cada 10 consumidores que procuram os Procons, 8 procuraram as empresas. Quando o consumidor chega, ele tem pressa", afirma Pereira.

(FLÁVIA FOREQUE)

17/09/2012

E na privada não vai nada?

Filed under: Tecnologia,Telefones — Gilmar Crestani @ 7:44 am

Ficou fácil incrimnar a telefonia. Mas quem criou o monstrengo não é lembrado. Eu ainda lembro que a primeira companhia, a CRT, vou trocada por trinta dinheiros com o consórcio RBS & Telefônica. A ladainha era que o Estado era incompetente e este seria um serviço a ser explorado pela privada. A cara de pau era tão grande que nem se importavam que fossem as privadas nacionais com as públicas externas. Poderiam ser estatais, desde que fossem da Espanha, Itália.  E os Estados espanhol e italiano, como se está vendo agora, são um primor de administração… Os vira-latas nacionais adoram uma enrabada externa. Taí, ó. E o idiota odeia a tecnologia…

MARION STRECKER

Eu odeio tecnologia

Digito este texto com o fígado, ouvindo a musiquinha da Vivo e esperando que alguém resolva meu problema banal

Acabo de voltar ao Brasil. Tentando fazer a vida prática funcionar, ouço mais uma vez a musiquinha da Vivo no viva-voz, enquanto digito este texto com o fígado. Mais uma vez espero com paciência de Jó, que não tenho, a hora em que algum ser humano possa dizer alô e consiga resolver um problema banal: como fazer um telefonema.

Muito precavida, havia pedido para meu marido comprar com antecedência um chip brasileiro para mim, para que, quando chegasse, já tivesse um celular. Ele comprou. Mas, quando cheguei e instalei o chip no iPhone com o qual usava a AT&T nos EUA, notei que o telefone estava bloqueado. Como a AT&T não fez roaming para mim, meu número americano não funciona aqui.

Fui então à loja da Vivo, investi duas horas em rever o plano familiar e pedi que desbloqueassem o aparelho. Ouvi um não. Fui então até a Marechal Deodoro, no centro de São Paulo, em busca de alguém que desbloqueasse meu iPhone na porrada, já que seria mais prático do que comprar outra passagem para os EUA. Não encontrei o sujeito certo, e o rapaz que me atendeu na lojinha debaixo do Minhocão me pediu para deixar o iPhone e buscar no dia seguinte. Perguntei se os dados seriam apagados. Ele disse que sim. Aí eu disse não, obrigada.

Voltei para casa pensando que meu desktop está preso com minha mudança em alguma doca do porto de Santos, esperando alguma greve da Receita Federal acabar, de modo que não posso agora fazer um backup completo do meu iPhone.

Meu marido, então, me emprestou seu Samsung, mas não consegui que ele se entendesse com meu chip Vivo. Ele então me emprestou seu iPhone (que havia sido meu e já estava desbloqueado pela Vivo). Peguei o iPhone, o carro e fui passar o 7 de Setembro na praia.

Naquele dia, não só eu mas todos que usavam Vivo à minha volta ficaram sem telefone, numa região que a Vivo sempre primou por atender melhor que os concorrentes: o litoral norte de São Paulo.

Quando enfim consegui falar com a Vivo no feriado, gastei mais duas horas para entender se estava tudo ok, se os planos contratados estavam corretos e então desliguei. Achei que seria bom ficar desligada, já que estou mesmo tentando uma desintoxicação digital depois que descobri minha dependência tecnológica.

Mas na segunda-feira passada precisei fazer um telefonema internacional em São Paulo e meu inferno recomeçou. Tentei o novo Net Fone da casa, sem sucesso. Teriam as regras mudado? O 21 da Embratel não funciona mais? Tentei a Vivo e o 15, mas ouvi a seguinte mensagem: este telefone não está habilitado a fazer chamadas no momento.

Será que ouvi bem? Tentei de novo. Mesma resposta: este telefone não está habilitado a fazer chamadas no momento!

Tentei ficar calma. Se é assim, vamos habilitá-lo, certo?

Liguei mais uma vez para a Vivo. Fiquei 13 minutos com nervos de aço ouvindo musiquinha até que uma longuíssima gravação informou que a Vivo estava com uma série imensa de problemas que nem consegui decorar, de tão grande. Disse também que esperavam resolver os problemas até as 23h. Eram 17h48. Tentei uma vez mais, ouvi mais musiquinha, até que o sistema me bateu o telefone na cara.

marionstrecker@gmail.com

LULI RADFAHRER

23/08/2012

Claro, só para turistas

Filed under: Claro,Telefones — Gilmar Crestani @ 8:07 am

A proposta da clara, primeiro os que tem voz em jornal, rádio, tv e revistas. Depois, aos que precisam. Uma estratégia típica de quem prima o marketing e detrimento dos menos aquinhoados.

Claro já testa 4G em Búzios, Paraty e Campos do Jordão

DE SÃO PAULO

A tecnologia de quarta geração de celular (4G) já está disponível em Paraty (RJ), Búzios (RJ) e Campos do Jordão (SP), informou a Claro.

A companhia instalou a infraestrutura necessária para permitir o acesso ao 4G dentro dos municípios.

A comercialização do serviço, no entanto, depende de trâmites na Anatel para a conclusão do pagamento pelo uso das frequências, adquiridas em junho.

Segundo o presidente da Claro no Brasil, Carlos Zenteno, esse processo deve ser finalizado em setembro, quando começarão a ser comercializados os aparelhos compatíveis com a tecnologia 4G no país. Até lá, a infraestrutura servirá para experimentação.

A companhia está disponibilizando celulares e modems compatíveis com o 4G para que os moradores da região testem o serviço.

Os primeiros dispositivos vendidos no país com a tecnologia compatível com 4G brasileira, de 2,5 GHz, serão o smartphone Motorola RAZR e um modem da Huawei.

07/08/2012

Companhia telefônicas derrubam sinal de propósito

Filed under: ANATEL,Telefones — Gilmar Crestani @ 7:40 am

E não é só a Tim, não. A VIVO derruba não só ligações, mas, principalmente, as conexões com a internet, principalmente quanto estou fazendo algum download. E adianta reclamar? Afinal, a idéia de lucro é isso aí. Por isso que certas atividades deveriam estar na mão do Estado. Privada, só dando descarga.

TIM derruba sinal de propósito, diz Anatel

Ligações de clientes que têm plano cobrado por chamada (e não por tempo) caem 4 vezes mais que as outras, diz agência

Relatório foi feito a pedido do Ministério Público, entre março e maio; operadora diz que problemas são pontuais

ESTELITA HASS CARAZZAI
DE CURITIBA

Relatório da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) acusa a TIM de interromper de propósito chamadas feitas no plano Infinity, no qual o usuário é cobrado por ligação, e não por tempo.

A agência monitorou todas as ligações no período, em todo o Brasil, e comparou as quedas das ligações de usuários Infinity e "não Infinity".

A conclusão foi que a TIM "continua ‘derrubando’ de forma proposital as chamadas de usuários do plano Infinity". O documento apontou índice de queda de ligações quatro vezes superior ao dos demais usuários no plano Infinity -que entrou em vigor em março de 2009 e atraiu milhares de clientes.

O relatório, feito entre março e maio, foi entregue ao Ministério Público do Paraná.

"Sob os pontos de vista técnico e lógico, não existe explicação para a assimetria da taxa de crescimento de desligamentos [quedas de ligações] entre duas modalidades de planos", diz o relatório.

O documento ainda faz um cálculo de quanto os usuários gastaram com as quedas de ligações em um dia: no dia 8 de março deste ano, afirma o relatório, a operadora "derrubou" 8,1 milhões de ligações, o que gerou faturamento extra de R$ 4,3 milhões.

Durante as investigações, a TIM relatou ao Ministério Público que a instabilidade de sinal era "pontual" e "momentânea" (leia texto nesta página).

A operadora citou dados fornecidos à Anatel para mostrar que houve redução, e não aumento, das quedas de chamadas -as informações, no entanto, foram contestadas no relatório da agência.

A Anatel afirma que a TIM adulterou a base de cálculos e excluiu do universo de ligações milhares de usuários com problemas, para informar à agência reguladora que seus indicadores estavam dentro do exigido.

A agência afirma, por exemplo, que a operadora considerou completadas ligações que não conseguiram linha e cujos usuários, depois, receberam mensagem de texto informando que o celular discado já estava disponível.

NOVA PROIBIÇÃO

Com base nos dados, o Ministério Público do Paraná pede a proibição de vendas de novos chips pela TIM no Estado, o ressarcimento de consumidores do plano Infinity no Paraná por gastos indevidos e o pagamento, pela empresa, de indenização por dano moral coletivo.

A TIM já havia sido suspensa no Estado no final de julho, quando a Anatel proibiu as vendas de novos planos das operadoras com maior índice de reclamação em cada Estado. Além do Paraná, onde o índice era de 26,1 reclamações a cada 100 mil clientes, a operadora obteve o pior resultado em 18 unidades federativas.

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