Ficha Corrida

26/04/2015

Sinal de limpeza: ratos fogem aterrorizados

Filed under: Carlos Lupi,José Fortunati,Lasier Martins,PDT,Porto Alegre,RBS,Sigla de Aluguel — Gilmar Crestani @ 10:02 am
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Foi simbólica a soltura de ratos no Congresso. Eles ficaram por lá e votaram a favor da terceirização. No RS, o PDT virou sigla de aluguel, alugado pela RBS. A parceria que entregava pontos essenciais do mercado imobiliário da Capital aos interesses da RBS era uma venda casada com a entrada do seu funcionário, Lasier Martins, no PDT. O PDT gaúcho fez campanha e votou com Aécio Neves. E só o Carlos Lupi não sabe disso porque se comporta como ratazana roendo o chocolate do Governo Federal. Pior do que fazem, é sair a público, depois de hibernarem em esgotos com este tipo de raciocínio.

Como pode se chamar de trabalhista um partido que vota a favor da precarização das relações do trabalho? O PDT consegue ser um bando ainda pior que o PMDB. Vem, achacam, e depois saem atirando. Ou não é achacar pedir um “naco de poder” maior? Querem mais poder para destruir mais rapidamente a agenda social.

O chororô de partido nanico é de fazer inveja ao Ronaldo Caiado. Ao primeiro sopro de aragem no porão do navio, os ratos entram em polvorosa. Depois de roerem o chocolate, ficam com síndrome de abstinência, se revoltam e saem a nado. Desde que Brizola se foi, o PDT nada. Nada na lama. Vivia pendurado nas tetas do Governo Federal. A menor oxigenação, entram em estertores.

Carlos Lupi é só o chefe das ratazanas. Gilmar Sossella, ex-presidente da Assembleia Legislativa do RS, explica o fenômeno ratazada do Carlos Lupi. É de Sossella que Lupi tirou a imagem de ratazana.

A administração de Porto Alegre, sob o comando do PDT, dá uma boa ideia do que fazem as ratazanas no poder.

Carlos Lupi: ‘o PT roubou demais e se esgotou’

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Presidente do PDT, Carlos Lupi, anuncia que o partido deixará, em breve, a base governista; "A gente não quer ser um rato, que foge do porão do navio quando entra a primeira água, mas também não queremos ser o comandante do Titanic, que ficou no barco até ele afundar", afirmou

26 de Abril de 2015 às 09:04

247 – Em entrevista à jornalista Isadora Peron, do jornal Estado de S. Paulo (leia aqui), o presidente nacional do PDT e ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi atacou duramente o PT.

"O PT exauriu-se, esgotou-se. Olha o caso da Petrobras. A gente não acha que o PT inventou a corrupção, mas roubaram demais. Exageraram. O projeto deles virou projeto de poder pelo poder", disse ele.

Lupi criticou ainda a relação do PT com os partidos da base aliada. "A conversa com o PT, com o meu amigo Lula e com a presidente Dilma, é qual o naco de poder que fica com cada um. Para mim, isso não basta. Eu não quero um pedaço de chocolate para brincar como criança que adoça a boca. Eu quero ser sócio da fábrica, eu quero ajudar a fazer o chocolate."

Por fim, anunciou o desembarque do governo Dilma. "A gente não quer ser um rato, que foge do porão do navio quando entra a primeira água, mas também não queremos ser o comandante do Titanic, que ficou no barco até ele afundar".

Carlos Lupi: ‘o PT roubou demais e se esgotou’ | Brasil 24/7

25/09/2014

PS(d)B!

Filed under: PS(d)B,PSB,PSDB,Sigla de Aluguel — Gilmar Crestani @ 8:52 am
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psb-do-bEm São Paulo ficou mais do que evidente que o PS(d)B virou sigla de aluguel do PSDB. Vê-se por esta informação da Folha de hoje como o PSDB terceirizou a crítica à Dilma ao partido do Beto Albuquerque.

Neste caso, bem feito ao PT.

Cria cuervos

Filho de vice de Alckmin lidera repasse do PSB

Estreante na disputa a deputado estadual em São Paulo, Caio França recebeu doações que somam R$ 277 mil

Presidente estadual da sigla, Márcio França diz que, na ‘ausência’ de sua candidatura, recursos vão para filho

GUSTAVO URIBEGABRIELA TERENZIDE SÃO PAULO

Em sua estreia como candidato a deputado estadual, o ex-vereador de São Vicente (SP) Caio França (PSB) tem arrecadado como veterano.

Sob a tutela do pai, o presidente do PSB em São Paulo, Márcio França, Caio França declarou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ter recebido, nos dois primeiros meses de campanha, R$ 276,9 mil.

É a maior arrecadação entre os candidatos do PSB à Assembleia Legislativa do Estado, o que inclui os quatro deputados estaduais que disputam a reeleição: Adilson Rossi, Carlos Cezar, Ed Thomas e Orlando Bolçone.

Nem mesmo os candidatos a deputado federal do partido que concorrem a um novo mandato, como a ex-prefeita de São Paulo Luiza Erundina, superaram a marca de doações do estreante.

A maior parte dos recursos obtidos pela campanha de Caio França, R$ 217,9 mil (78%), foram doações repassadas pelo comitê financeiro do PSB em São Paulo,

O segundo que mais recebeu recursos para campanha, o deputado federal José Camarinha, que concorre neste ano a deputado estadual, teve repasse de R$ 53 mil.

A prestação de contas do ex-vereador, disponível no site do TSE, não traz detalhes sobre a origem dos recursos repassados pela sigla.

Segundo o partido, a maior parte foi doada pelo grupo do ramo de carnes JBS –maior doador de toda a campanha eleitoral de 2014 até o momento. O JBS determinou que o montante fosse direcionado à campanha de Caio França, segundo o PSB.

Ao todo, a empresa doou R$ 546 mil ao PSB de São Paulo.

O deputado federal Márcio França, que é candidato a vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB), disse que tem pedido doações ao filho.

"Aqueles que doavam para mim, na ausência da minha candidatura, doam para o Caio França", disse à Folha.

Além de dirigente da sigla em São Paulo, o deputado federal é tesoureiro nacional do partido e divide com um aliado da presidenciável Marina Silva (PSB) o comando do comitê financeiro da campanha ao Palácio do Planalto.

TELEVISÃO

O empenho do partido na eleição do ex-vereador também é visível no horário eleitoral televisivo.

Segundo levantamento feito pela Folha, Caio França é o candidato que mais aparece na propaganda dos deputados estaduais do PSB, ao lado dos três que disputam a reeleição pelo partido. Cada um deles marcou presença em oito programas.

17/10/2013

O nanicos vêm aí

Filed under: Balaio de Gatos,Nanicos,Sigla de Aluguel — Gilmar Crestani @ 7:39 am
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Os adversário da Dilma vêm estão estimulando siglas de aluguel para tentar levar as próxima eleições para o segundo turno. Além do exército de um homem só, que é PPS de Roberto Freire, outras novidades podem aparecer. Dentre os nanicos, o mais forte é o PIG, que reúne os a$$oCIAdos do Instituto Millenium. No Rio Grande do Sul o PRBS, partido de uma empresa só, já lançou Antonio Britto, Yeda Crusius, Sérgio Zambiase, Ana Amélia Lemos e agora o pittbull Lasier Martins. E assim mais uma vez todos os invejosos juntos tentando derrubar Dilma.

Oposição quer ‘nanicos’ para aumentar chance de 2º turno

Aécio e Campos estimulam novas candidaturas para enfrentar Dilma em 2014

Ingresso de PPS, PSOL e PSC na corrida pelo Planalto é estimulado por candidatos para ampliar cerco ao PT

MARINA DIASDE SÃO PAULO

Potenciais adversários da presidente Dilma Rousseff na corrida presidencial de 2014, o PSB de Eduardo Campos e o PSDB de Aécio Neves agem nos bastidores para estimular candidaturas de partidos de menor expressão.

O objetivo é aumentar a chance de segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto no próximo ano.

O alvo de tucanos e socialistas é o trio formado por PPS, PSOL e PSC. Juntas, as três siglas têm 3min35seg no horário eleitoral de TV.

"Outras candidaturas podem fortalecer a discussão", disse Aécio à Folha. Para o tucano, é "legítimo" que as siglas com condições legais de entrar na disputa lancem seus próprios candidatos.

Segundo Datafolha divulgado na semana passada, Dilma aparece com 42% das intenções de voto contra 21% de Aécio e 15% de Campos no cenário hoje mais provável para a corrida presidencial.

Nesse quadro, a petista seria reeleita no primeiro turno com vantagem de seis pontos percentuais para a soma dos rivais. No entendimento dos opositores de Dilma, a soma dos votos válidos atribuídos a essas pequenas legendas seria decisiva para forçar uma segunda fase da eleição.

Preterido pelo tucano José Serra e pela ex-senadora Marina Silva, o PPS avançou na tese da candidatura própria. O nome defendido pelo líder do partido na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), é o da ex-vereadora paulistana Soninha Francine.

"Precisamos ampliar o arco da oposição para robustecer o embate. O discurso da Soninha pode responder às demandas das manifestações de junho", diz o deputado.

A pré-candidata afirma que "mais do que vencer", quer "agregar valor às discussões e influenciar o debate".

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, prefere cautela e defende que "é preciso um candidato competitivo" para levar a disputa presidencial ao segundo turno.

O deputado Ivan Valente (SP), presidente do PSOL, diz que a legenda quer "ocupar o espaço à esquerda" e deve lançar o senador Randolfe Rodrigues (AP) ou o deputado Chico Alencar (RJ) para disputar a sucessão de Dilma.

A hipótese de o PSC lançar o Pastor Everaldo Pereira (PSC) ao Planalto também preocupa o governo. Interlocutores da presidente monitoram pesquisas encomendadas pelo PT que já incluem o partido do líder evangélico.

Na órbita do governo, o PSC pode ser convencido a desistir da candidatura própria sob o argumento de que os cargos no primeiro e segundo escalão devem ser distribuídos de acordo com o número de deputados de cada sigla em eventual segundo mandato de Dilma.

Dessa forma, seria importante que o partido centrasse forças nas eleições estaduais.

Pelo menos por enquanto, o pastor não parece demovido de seu projeto. "Sou pré-candidato e vou com isso até o final", disse à Folha.

Everaldo Pereira tem viajado pelo Brasil em pré-campanha desde o ano passado e aparece à frente de Eduardo Campos (PSB) em pesquisas regionais feitas pelo PSB e PT em Estados como Santa Catarina e Paraná.

Nesses casos, o pernambucano tem de 3% a 4% das intenções de voto, contra 4% ou 5% do candidato do PSC.

Sobre o desempenho nas pesquisas mostradas pessoalmente por dirigentes do PSB, o pastor afirma que "acredita em milagre".

Bahia e Mato Grosso são outras duas regiões em que ele chega a quase 5% das intenções de voto. "Estou colhendo os frutos que plantei. Vamos em frente", diz.

    04/10/2013

    A (i)moralidade da Marina

    Filed under: Marina Silva,Sigla de Aluguel — Gilmar Crestani @ 6:53 am
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    Rede fora de rede é Rede Clandestina. A Marina Silva parece aquela criança teimosa que quer o brinquedo, que não é seu, só pra si. Pior, se faz isso ainda sem um partido pra chamar de seu, o faria do Brasil sendo a hóspede do Planalto. A decisão do TSE provou que Marina não gosta de trabalhar. Se gostasse, teria saído a campo buscar assinaturas. É isso que dá para quem prefere esperar deitada na Rede. E assim o TSE barra, na moral e na legalidade, mais uma sigla de aluguel. A moral da Marina e suas circunstâncias parece a de alguém que mora na selva, sem contato com a sociedade onde a lei serve de parâmetro paras relações. Quem tem moral fora da lei é marginal.

    ‘Temos o registro moral’, diz ex-senadora

    Após derrota na Justiça Eleitoral, líder da Rede afirma que foi vítima ação deliberada de cartórios e conforta aliados

    Aécio e Campos lamentam decisão do TSE; presidente do PPS aponta ‘violência antidemocrática’

    DE BRASÍLIADE SÃO PAULO

    Após o resultado do julgamento, a ex-senadora Marina Silva evitou assumir tom de derrota e afirmou que a Rede saiu vitoriosa porque ganhou o "registro moral".

    Segundo ela, a futura legenda recebeu dos ministros do TSE o reconhecimento de que possui requisitos necessários para sua criação: programa, representação social e ética.

    "Já somos um partido. Se agora não temos o registro legal, temos o registro moral perante a sociedade", disse.

    Marina não admitiu erros da Rede na captação de assinaturas de apoiamento e voltou a responsabilizar os cartórios que teriam "ação deliberada" para prejudicar a criação do partido.

    Ela sustentou ainda que poderia ter inflado o número de apoiamentos, mas preferiu seguir o caminho da legalidade. "Descartamos 220 mil assinaturas. Poderíamos contabilizar pela quantidade e não pela qualidade, mas para nós os fins e os meios têm que ser compatíveis", disse.

    A ex-senadora ainda destacou que seguirá com o projeto de criação de seu partido e alfinetou os ministros. "Eu aprendi no tempo da ditadura que para ser um partido político bastava ter um programa, bastava ter compromisso, ter militância social".

    Emocionada, Marina negou que estivesse decepcionada e fazia questão de dizer a aliados que "o sonho não acabou".

    ‘TRUCULÊNCIA DO PT’

    Líderes de oposição lamentaram a decisão do TSE, que rejeitou o registro para a Rede, de Marina Silva.

    Para o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), houve "truculência do PT" para impedir a criação da legenda da ex-senadora.

    O tucano, pré-candidato à Presidência, afirmou em nota que a presença de Marina no cenário "engrandece o debate democrático de ideias", mas ponderou que é necessário "respeitar a Justiça".

    Também pré-candidato, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse que o registro "seria bom para o Brasil", que deseja "renovação e novas práticas".

    O presidente do PPS, Roberto Freire (SP), disse considerar a decisão do TSE uma "violência antidemocrática" e reiterou que seu partido aguarda uma posição de Marina sobre eventual filiação.

    Já o deputado Paulo Teixeira (SP), secretário-geral do PT, disse que o TSE cumpriu a lei. O petista disse que o resultado demonstra a necessidade de reforma política que "reveja o sistema partidário".

    A (i)moralidade da Marina

    Filed under: Marina Silva,Sigla de Aluguel — Gilmar Crestani @ 6:42 am
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    Rede fora de rede é Rede Clandestina. A Marina Silva parece aquela criança teimosa que quer o brinquedo, que não é seu, só pra si. Pior, se faz isso ainda sem um partido pra chamar de seu, o faria do Brasil sendo a hóspede do Planalto. A decisão do TSE provou que Marina não gosta de trabalhar. Se gostasse, teria saído a campo buscar assinaturas. É isso que dá para quem prefere esperar deitada na Rede. E assim o TSE barra, na moral e na legalidade, mais uma sigla de aluguel. A moral da Marina e suas circunstâncias parece a de alguém que mora na selva, sem contato com a sociedade onde a lei serve de parâmetro paras relações. Quem tem moral fora da lei é marginal.

    ‘Temos o registro moral’, diz ex-senadora

    Após derrota na Justiça Eleitoral, líder da Rede afirma que foi vítima ação deliberada de cartórios e conforta aliados

    Aécio e Campos lamentam decisão do TSE; presidente do PPS aponta ‘violência antidemocrática’

    DE BRASÍLIADE SÃO PAULO

    Após o resultado do julgamento, a ex-senadora Marina Silva evitou assumir tom de derrota e afirmou que a Rede saiu vitoriosa porque ganhou o "registro moral".

    Segundo ela, a futura legenda recebeu dos ministros do TSE o reconhecimento de que possui requisitos necessários para sua criação: programa, representação social e ética.

    "Já somos um partido. Se agora não temos o registro legal, temos o registro moral perante a sociedade", disse.

    Marina não admitiu erros da Rede na captação de assinaturas de apoiamento e voltou a responsabilizar os cartórios que teriam "ação deliberada" para prejudicar a criação do partido.

    Ela sustentou ainda que poderia ter inflado o número de apoiamentos, mas preferiu seguir o caminho da legalidade. "Descartamos 220 mil assinaturas. Poderíamos contabilizar pela quantidade e não pela qualidade, mas para nós os fins e os meios têm que ser compatíveis", disse.

    A ex-senadora ainda destacou que seguirá com o projeto de criação de seu partido e alfinetou os ministros. "Eu aprendi no tempo da ditadura que para ser um partido político bastava ter um programa, bastava ter compromisso, ter militância social".

    Emocionada, Marina negou que estivesse decepcionada e fazia questão de dizer a aliados que "o sonho não acabou".

    ‘TRUCULÊNCIA DO PT’

    Líderes de oposição lamentaram a decisão do TSE, que rejeitou o registro para a Rede, de Marina Silva.

    Para o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), houve "truculência do PT" para impedir a criação da legenda da ex-senadora.

    O tucano, pré-candidato à Presidência, afirmou em nota que a presença de Marina no cenário "engrandece o debate democrático de ideias", mas ponderou que é necessário "respeitar a Justiça".

    Também pré-candidato, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse que o registro "seria bom para o Brasil", que deseja "renovação e novas práticas".

    O presidente do PPS, Roberto Freire (SP), disse considerar a decisão do TSE uma "violência antidemocrática" e reiterou que seu partido aguarda uma posição de Marina sobre eventual filiação.

    Já o deputado Paulo Teixeira (SP), secretário-geral do PT, disse que o TSE cumpriu a lei. O petista disse que o resultado demonstra a necessidade de reforma política que "reveja o sistema partidário".

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