Ficha Corrida

27/04/2014

Só podia ser coisa de brasileiro: vou embora deste país!

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Frazier Glenn Miller,Ku Klux Kan,Nazismo,Sexo,Sexualidade — Gilmar Crestani @ 9:05 am
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Ex-líder da Ku Klux Klan é flagrado fazendo sexo com negro

Por Charles Nisz | Vi na Internetsex, 25 de abr de 2014

Foto: Divulgação/Kansas Police

Durante as investigações sobre sobre Frazier Glenn Miller, um dos líderes da Ku Klux Klan, a polícia descobriu alguns detalhes sobre a história pessoal do homem preso por matar três pessoas numa comunidade judaica no estado americano do Kansas em abril de 2014. Nos anos 1980, Miller ficou famoso por declarar guerra contra minorias ao fundar o Partido Patriota Branco. Preso, Miller acabou testemunhando contra alguns de seus comparsas.

A promotoria pediu pena de morte para Miller. Algumas descobertas das investigações colocam em xeque as ideias de Miller. Segundo os registros da polícia americana, ele foi flagrado fazendo sexo com um negro. O acompanhante de Miller estava vestido de mulher, de acordo com o documento obtido pela rede de televisão ABC. As informações são da revista Slate.

Quando indagado sobre o porquê de estar na companhia de um travesti negro, Miller alegou que ia "bater na bunda" do acompanhante. Miller é acusado da morte de três pessoas: um médico de 69 anos e seu neto adolescente e de uma mulher de 53 anos que visitava sua mãe em uma residência para idosos. Ele teria gritado "Heil Hitler!" ao ser detido pelos policiais. Será que a psicologia explica?

14/11/2012

EUA x Brasil

Filed under: CIA,Grupos Mafiomidiáticos,Isto é EUA!,Sexo — Gilmar Crestani @ 7:49 am

Agora imaginemos o que aconteceria no Brasil. Um grande grupo mafiomidiático com larga tradição em se apropriar do Estado via golpes obtém bom relacionamento com o Presidente recém empossado que ajudou a eleger. “Coincidentemente”, descobre que uma jornalista do grupo mantém um relacionamento extra-conjugal com o novo mandatário. E em rápido consórcio anuncia estar grávida. O grupo mafiomidiático esconde a funcionária na Espanha onde poderá criar o filho em paz e com salário em dia. O presidente continua deitando regra e privatizando tudo a toque de caixa como querem os patrocinadores ideológicos do famoso grupo mafiomidiático. Quiçá chantageado por uma reportagem de gaveta denunciando o Don Juan do Planalto e seu caso extraconjugal. Todo mundo sabia, principalmente os grupos mafiomidiáticos beneficiados com o inquilino do Planalto, e todos silenciaram. Saído do Planalto, começam a aparecer em conta gotas algumas informações. Até que os filhos legítimos resolvem fazer exame de DNA no irmão emprestado e descobrem que…. não é filho do pai mas da…

Escândalo sexual atinge mais um alto general nos EUA

Nomeação de John Allen como comandante da Otan é suspensa por ligação com caso que derrubou chefe da CIA

FBI investiga e-mails ‘impróprios’ enviados pelo militar a mulher da Flórida envolvida na queda de Petraeus

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O escândalo sexual que levou à queda do diretor da CIA David Petraeus na sexta-feira atingiu ontem mais um alto militar dos EUA: o general John Allen, chefe do contingente americano e da Otan no Afeganistão.

Allen está sob investigação do FBI (a polícia federal americana) por ter trocado milhares de e-mails "inapropriados" com Jill Kelley, 37, socialite da Flórida que recebeu mensagens ameaçadoras da amante do general Petraeus.

Foi Kelley quem pediu ao FBI que apurasse a origem dos e-mails anônimos, levando à revelação do caso extraconjugal que provocou a renúncia do chefe da CIA.

O secretário de Defesa dos EUA, Leon Panetta, pediu ao presidente Barack Obama a suspensão da indicação de Allen como comandante máximo militar da Otan (Aliança do Tratado do Atlântico Norte) na Europa. A audiência no Senado que confirmaria o general no novo cargo estava prevista para amanhã.

QUEBRA-CABEÇAS

O envolvimento adiciona novo ingrediente no enredo envolvendo Petraeus, 60, sua biógrafa e amante Paula Broadwell, 40, e Kelley.

Não está clara a relação de Petraeus e do general Allen com Kelley, voluntária pró-veteranos de guerra e anfitriã de festas em Tampa, onde os generais serviram. Todos os implicados são casados.

De acordo com o código de conduta militar americano, adultério pode ser crime. O receio é que, em casos extraconjugais, informações que ponham em risco a segurança nacional vazem.

O que se sabe até agora é que Petraeus mandava e-mails sexualmente explícitos para Broadwell, que por sua vez mandava e-mails ameaçadores para Kelley, a quem via como uma rival.

Já o conteúdo dos e-mails "inapropriados" trocados entre Kelley e Allen, que podem passar de 20 mil desde 2010, não foi revelado.

Segundo o jornal "New York Times", Kelley procurou um agente do FBI de quem era próxima quando começou a receber os e-mails ameaçadores anônimos. O agente não identificado foi, depois, afastado do caso por seu "excessivo envolvimento" -havia enviado foto dele próprio sem camisa para Kelley.

Ainda segundo o "NYT", o agente, contrariado, procurou o deputado Eric Cantor, líder da maioria Republicana no Congresso dias antes das eleições presidenciais. O caso, porém, só foi conhecido após a reeleição de Obama.

29/09/2012

Gadafi gobernaba con el sexo

Filed under: Kadafi,Sexo — Gilmar Crestani @ 9:06 am

Sim, com sexo e gente do tipo que aparece nesta foto. Aliás, falta aí Sílvio Berlusconi, que incorporou os mesmos métodos do amigo e deles ainda não se livrou.

Foto del mensaje

Gadafi gobernaba con el sexo

Cuatro víctimas diarias para satisfacer el insaciable apetito del dictador

Le valían tanto menores de edad como embajadores o sus propios ministros

Un libro revela el grado de depravación del derrocado y fallecido líder libio

Ana TeruelParis29 SEP 2012 – 01:00 CET226

Gadafi, escoltado por su guardia de seguridad femenina en el aeropuerto de Ciampino, cerca de Roma, en 2010. / RICCARDO DE LUCA (AP)

Si bien las orgías y depravaciones sexuales de los hijos mimados del dictador libio Muamar el Gadafi eran de conocimiento público, poco se sabía de la intimidad del líder de la Revolución Verde, derrocado y ejecutado hace algo más de un año. “Muchos imaginábamos que era un depredador con las mujeres, pero no podíamos intuir su nivel de barbarie, de sadismo y de violencia”, relata la periodista Annick Cojean. En su libro recién publicado en Francia Las Presas. En el harem de Gadafi (Les Proies. Dans le harem de Kadhafi, ed. Grasset) investiga sobre los crímenes sexuales del que se hacía llamar “Papá Muamar”. Dibuja a un líder de apetito sexual insaciable, violador de mujeres y también de hombres, en un escalofriante retrato que sobrepasa con creces la peor caricatura del dictador megalómano, vanidoso y cínico.

La investigación de Cojean parte del tremendo testimonio de Soraya, una joven de 22 años, secuestrada cuando tenía apenas 15 y que sufrió los caprichos sexuales del llamado Guía durante cinco años. Su historia la relató hace un año en el diario Le Monde, un reportaje publicado también por EL PAÍS. Entonces se empleó un nombre falso (Safia) para proteger a la víctima. “Muy rápidamente me di cuenta de que su caso era revelador de un verdadero sistema de explotación de las mujeres”, cuenta Cojean. “Lo que cuenta son las costumbres de toda la era Gadafi”.

“Se pasaba horas revisando los vídeos de fiesta de bodas”, relata Cojean. Para alimentar esa constante demanda de carne, cualquier lugar público era un vivero potencial: bodas, institutos, cárceles…

La primera mitad del libro relata en primera persona ese cautiverio de Soraya, encerrada en una habitación en los subsuelos del conjunto de Bab Al Aziza, la gigantesca residencia en Trípoli del dirigente libio. A cualquier hora del día o de la noche, los efectivos de los “asuntos especiales” la llamaban para subir a la habitación del Guía, que sistemáticamente la violaba, la mordía y le pegaba. A veces concluía orinándole encima. Nunca se dirigía a ella con otro apelativo que “zorra” o “puta”. Un Gadafi constantemente drogado la obligaba también a tomar cocaína, a fumar, a beber, y le daba a ver cintas de películas porno como “deberes” para que “aprendiese”.

Como Soraya eran muchas las chicas, y algunos chicos, que pasaban por esta cárcel de esclavos sexuales. Algunos se quedaban unos días, otros años. Un cifra exacta es imposible de determinar. “Algunas me han hablado de una treintena de chicas alojadas al mismo tiempo, pero es imposible comprobar, había muchas idas y venidas y tenían los movimientos restringidos, no tenían mucho contacto entre ellas”. El flujo era constante para saciar el apetito sexual del líder: unas cuatro víctimas diarias, según recogen algunos testimonios del libro.

Para alimentar esa constante demanda de carne, cualquier lugar público era un vivero potencial. Los institutos, las bodas, los salones de belleza, e incluso las cárceles, eran solo algunos de ellos. “Se pasaba horas revisando los vídeos de fiesta de bodas, eligiendo entre las fotos que le había seleccionado su entorno”, relata Cojean. En los actos públicos en los que participaba, era el propio Gadafi el que manifestaba su elección posando su mano sobre la cabeza de su presa.

En su picadero de lujo  de Trípoli descubrieron un pequeño gabinete ginecológico. “Solo veo dos posibilidades: o abortos o reconstrucción de himen”

En los subsuelos de la Universidad de Trípoli, los rebeldes descubrieron tras la caída de Gadafi una habitación con una enorme cama y las sábanas todavía puestas, su jacuzzi con grifos de oro y todos los elementos del perfecto picadero de lujo. Pero la sorpresa y el horror invadieron por completo al doctor al descubrir al lado un pequeño cuarto: se trataba de un gabinete ginecológico. “Solo veo dos posibilidades: o abortos o reconstrucción de himen”.

Cada viaje al extranjero era también fuente de nuevas reclutas. Los “servicios especiales” de Gadafi, dirigidos en los últimos años por la temida Mabrouka, adepta de la magia negra, se encargaban de convencer a grupos enteros de jóvenes de viajar a Trípoli: con regalos suntuosos, maletas enteras llenas de billetes o joyas. “Venía aquí a hacer sus compras”, admite una fuente diplomática a la autora del libro en referencia a las visitas de Mabrouka a París. “Recogía a chicas para mandárselas al Guía”, aclara.

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Un grupo de mujeres jóvenes, convocadas en una villa de Roma en noviembre de 2009 por Gadafi, quien presuntamente las pretendía animar a convertirse al islam. / MASSIMO PERCOSSI (EFE)

La obsesión sexual de Gadafi no se limitaba en cualquier caso a una dependencia física, un apetito demencial, sino que se había convertido en su principal arma de poder. Gadafi “gobernaba, humillaba, sometía y sancionaba con el sexo”, relata un exmiembro anónimo de su servicio de protocolo en el libro. Mantenía por ejemplo relaciones con algunos de sus ministros, condenados al silencio y al deshonor, y elaboraba estrategias para seducir a las esposas de Jefes de Estado africanos y embajadores.

“Humillaba, sometía y sancionaba con el sexo”, relata un exmiembro anónimo de su servicio. Mantenía por ejemplo relaciones con algunos de sus ministros, condenados así al silencio y al deshonor

“Cada vez que quería posicionarse como vencedor frente a un jefe de tribu, de Estado, un opositor cualquiera que pudiera hacerle sombra, se informaba sobre su esposa, su hija, sobre lo que la podría tentar: dinero para una fundación, un diploma de fin de estudios, cualquier excusa era buena para motivar una invitación a las dependencias de Bab Al Aziza. El simple hecho de saber que había poseído a una hija le hacía ver de forma diferente al padre, de forma triunfadora”, continúa la periodista.

Reveladora de ese afán de dominación es también la historia de Khadija, uno de los escasos testimonios de víctimas directas que Cojean ha logrado sumar al de Soraya. Después de un tiempo siendo la esclava sexual exclusiva de Gadafi, este decidió casarla a un militar. La joven vio en ello una forma de recuperar un semblante de vida, y decidió apostar por ese matrimonio. Con sus ahorros, viajó a Túnez para hacerse reconstruir el himen. El día de su boda, unas horas antes de la ceremonia, el líder la convocó a su residencia. La violó de nuevo. “Hasta el último momento tenía que controlarla, dejar su huella”, dice Cojean. “Era una mensaje destinado al marido: tenía que saber que había un solo amo y ese era Gadafi”.

Gadafi gobernaba con el sexo | Gente | EL PAÍS

20/06/2012

Mui amiga

Filed under: Igreja Católica,Sexo — Gilmar Crestani @ 9:22 am

 

El Vaticano investiga el vídeo de un obispo haciendo mimos a una mujer

Fernando María Bargalló, presidente de Cáritas Latinoamérica, dice que es una antigua amiga

El País México 20 JUN 2012 – 06:22 CET219

El Vaticano evalúa posibles medidas contra un un obispo argentino después de que se hayan filtrado imágenes suyas en actitud cariñosa con una mujer durante unas vacaciones en una exclusiva playa mexicana. En el vídeo, fechado según fuentes cercanas en enero de 2011 y distribuido por medios argentinos, el monseñor Fernando María Bargalló, obispo de Merlo-Moreno y presidente de Cáritas Latinoamérica, abraza a una mujer dentro del agua.

El sacerdote, de 59 años, ha reconocido la "imprudencia" de su comportamiento y la "ambigüedad" del vídeo, pero ha insistido en que se trata de una amiga de la infancia durante una intervención en directo en el canal A24.

Además de despertar la polémica por la actitud cariñosa del sacerdote hacia la mujer -una empresaria gastronómica en Buenos Aires, según el diario argentino La Nación– las imágenes han hecho preguntarse a algunos quién ha pagado este viaje a un exclusivo complejo turístico de Puerto Vallarta (México).

El nuncio apostólico Emil Paul Tscherrig ha elevado un informe a la Santa Sede después de la difusión de las fotografías de Bargalló. Las medidas para castigar al obispo podrían incluir la renuncia forzada del prelado.

El Vaticano investiga el vídeo de un obispo haciendo mimos a una mujer | Internacional | EL PAÍS

31/03/2012

Sexo : eleitores de direita são brochas; de esquerda, ardentes?

Filed under: Direita,Esquerda,Sexo,Sexualidade — Gilmar Crestani @ 7:42 am

 

Sexe : Electeurs de droite mous, électeurs de gauche ardents ?

Le lien entre pratiques sexuelles et opinions politiques a fait l’objet d’une enquête de l’Ifop. Commandée par le magazine de charme Hot Vidéo, elle a été dévoilée ce matin sur les ondes de France Info. La presse, dont Le Parisien, en a largement fait l’écho. Il semblerait, d’après les résultats, que les électeurs de droite et du centre aient une vie sexuelle plus "tranquille" et moins intense que les électeurs de gauche, d’extrême droite, et du reste des Français.

La toute dernière étude de l’Ifop donne un coup de fouet à la campagne présidentielle. L’institut a en effet réalisé une enquête, par le biais d’internet, sur les pratiques sexuelles des Français et leurs orientations politiques. Cette étude, à trois semaines du premier tour des présidentielles, est tout à fait sérieuse. Et contrairement à ce que laisse entendre François Kraus, directeur d’études au département Opinion et Stratégies d’Entreprise de l’Ifop, il ne s’agit pas du premier sondage du genre, un reportage similaire ayant été réalisé il y a une vingtaine d’années (et qui avait d’ailleurs pris en compte les électeurs écologistes, qui sont ici ignorés). Cette année, l’Ifop s’est donc invitée dans la chambre à coucher des électeurs de Nicolas Sarkozy, François Hollande, Marine Le Pen, Jean-Luc Mélenchon, François Bayrou, des abstentionnistes (mais qui ne sont pas plus abstinents que les autres)…
Les questions, sans détour, ont apporté des résultats étonnants. Principal enseignement, le nombre moyen de rapports sexuels mesuré chez les électeurs de Nicolas Sarkozy (6,7 par mois) et de François Bayrou (5,9) est sensiblement plus faible que celui observé chez les électeurs de gauche (7,6), d’extrême gauche (7,7) et d’extrême droite (8). Et les abstentionnistes n’iraient pas « à la pêche à la ligne », comme le disent souvent les commentateurs politiques, mais auraient tendance à rester dans la chambre à coucher : Ils détiennent le record du nombre de galipettes, avec 9,9 rapports moyens mensuels. Concernant le nombre de partenaires déclarés au cours de leur vie, là encore, les sympathisants de l’UMP et du MoDem sont légèrement en dessous de la moyenne générale, qui est de 8.
Et les sympathisants du Front de Gauche et du Front National seraient sur tous les fronts, en déclarant le plus grand nombre de partenaires (respectivement de 9 et de 10). Ce sont également les électeurs de ces deux partis protestataires qui franchissent les dernières barricades, puisque la pratique de la sodomie y est plus répandue que chez les autres Français. Concernant plus spécifiquement les femmes, ce sont les électrices de gauche -rejointes à cette occasion par les électrices de François Bayrou- qui sont les plus adeptes de la fellation, à hauteur de 80%. Ce serait moins du goût des électrices de Nicolas Sarkozy qui se détachent ici du reste des Françaises, ne déclarant cette pratique que pour deux tiers d’entre elles. Concernant les aventures extraconjugales ou échangistes, les électeurs de gauche se montrent, dans leur ensemble, plus enclin à ces « écarts » que le reste des Français, et surtout des abstentionnistes (qui semblent être les plus fidèles).
Pour ce qui est du sentiment d’« insatisfaction sexuelle », il serait particulièrement fort chez les électeurs de Jean-Luc Mélenchon (chez 35% d’entre eux), alors que électeurs de François Hollande sont les moins nombreux à manifester un mécontentement de cet ordre (22%). Les autres Français font ici état d’un sentiment proche de la moyenne (qui est de 26% d’insatisfaction sexuelle). A la lueur des résultats, François Kraus, s’est risqué à une conclusion : « plus les Français partagent des positions politiques progressistes ou radicales, plus ils s’écartent des normes sociales en matière de sexualité ». Mais pour ce qui serait du manque relatif de "vigueur" des sympathisants de droite, l’explication serait entre autre l’âge avancé des électeurs de Nicolas Sarkozy.

Sexe : Electeurs de droite mous, électeurs de gauche ardents ? – CareVox

24/12/2011

Diario de una controladora del sexo

Filed under: Prostituição,Sexo — Gilmar Crestani @ 7:57 am

Frantiska K. vigilaba todos los pasos de Nadezhda, una joven prostituta checa, a la que explotó durante años en Barcelona. Al tiempo escribió sus reflexiones en una libreta

JESÚS GARCÍA 24/12/2011

Nadezhda pasea por la comisaría su larga melena rubia, su metro ochenta de estatura y una minifalda ceñida. No atiende a lo que le dicen. Lo mismo se entretiene con un lápiz que corretea por los pasillos. Se ríe. Cree que tiene 25 años, pero en realidad suma 28 y pasa los días en una calle cuyo nombre ignora, la de Sant Ramón, corazón histórico de la prostitución callejera en Barcelona. Al inspector del Cuerpo Nacional de Policía que la interroga no sabe decirle qué día es. También ignora la fecha de cumpleaños de su hijo Radek, al que tuvo con un cliente cuando se prostituía en Praga. Solo se entristece un poco cuando recuerda que sus compañeros de clase se burlaban de ella porque era "de un nivel inferior". Pero dice que ahora es feliz y que su chulo, Anton B., y su controladora, Frantiska K., la tratan bien por más que él refunfuñe cuando lleva a casa poco dinero y que ella, a la que considera "como una madre", no la deje a sol ni a sombra.

"Cuento los clientes que tienen que atender al mes y se me cruzan los ojos. Nadie se da cuenta de que les duelen los bajos"

Mientras Nadezhda deja atónitos a los policías con su cuerpo de mujer centroeuropea y su comportamiento infantil, ajeno a las cosas de este mundo, Frantiska K. se niega a declarar. Es el 30 de abril de 2008 y los agentes acaban de detenerla en la plazoleta donde ha visto pasar las horas los últimos ocho años. Desde allí ha vigilado a la chica, pero también ha observado la dureza de la vida cotidiana en ese rincón de Barcelona, ha hablado con los personajes que la pueblan y ha plasmado sus reflexiones en una vieja libreta con guías de color rosa, de esas que evitan que, al escribir, la letra se tuerza. El diario original, escrito en checo, fue enviado por la policía al juzgado y traducido al español. Sus páginas revelan una historia personal de soledad y sufrimiento, pero también son una aproximación ambivalente al mundo de la prostitución y un relato duro y transparente de un tiempo y un lugar.

"Hoy he cumplido 59 años, pero lo que he vivido en España no lo había vivido en ningún sitio. Estoy en esta plaza todos los días, de la mañana a la noche. Estoy sentada o de pie y miro alrededor. Escucho a los demás y eso se me hace duro", escribe Frantiska. Su vida es de una monotonía asfixiante desde que, en el año 2000, abandonó la República Checa en un largo viaje en coche hasta Barcelona. Desde entonces, está con Nadezhda a todas horas y no hay nada que no hagan juntas. O casi. Solo se separan cuando la chica atiende a un cliente. "Tengo solo a ella y ella solo a mí. Solo confiamos una en otra. Aunque ella no entiende mis sueños ni deseos. Qué pena. Ella también está añorando nuestra tierra pero, ¿qué haríamos en Chequia? Aquí por lo menos tenemos una cama limpia, comida y algo de dinero".

"Madre" e "hija", como se ven la una a la otra, vivían por aquel entonces en un piso del humilde barrio de Poble Sec, con Anton, un hombre ocioso que se dedicaba a "ir al gimnasio y salir de copas", según fuentes de la investigación. Cada día, a primera hora, Nadezhda y Frantiska toman un taxi hasta Sant Ramón. El físico imponente de la joven checa la eleva por encima de sus compañeras de calle, lo que le ha hecho ganar una clientela estable. En las 12 horas de jornada diaria, sube a la habitación a una media de diez hombres. Cobra 20 euros por servicio y obtiene unos beneficios mensuales que rondan los 6.000 euros. Todo el dinero lo gestionan Frantiska y Anton. El trabajo de Nadezhda da a los tres lo suficiente para comer, pagar el alquiler y coger un taxi de vuelta a casa por la noche. También, para enviar a Radek 200 euros al mes, que es la cantidad que cree ganar Nadezhda.

El diario de la controladora está repleto de expresiones soeces y describe con crudeza el trabajo de las chicas, los problemas con la policía o las palizas de los macarras (los proxenetas). "Estas chicas podrían trabajar en el ambiente limpio de un club. Pero allí una puta no puede ni abrir la boca. Hay mafias y no les quedaría ni para el pan. En la calle solo la amenaza el macarra cuando gana poco". Frantiska presume de una enorme fe religiosa y en ocasiones se compadece de la suerte de las mujeres de Sant Ramón: "Cuando veo a las chicas, con qué desgana van a follar con el cliente, me dan un poco de pena. Cuando me pongo a contar cuántos clientes tienen que atender al mes se me cruzan los ojos. Nadie se da cuenta de que a veces les duelen todos los bajos; importa solo el dinero. No hay ninguna compasión".

"A veces me siento como una tonta. Si me observas pensarás que estoy loca. Estoy sentada en mi escalón y voy señalando a la chica dónde puede ir a follar. Es cómico ver los gestos y señas que hago", relata Frantiska, que siente nostalgia de su país y añora al hijo que, también ella, dejó allí. "Quiero mucho a mi hijo y a Nadezhda (…) Llueve, tengo frío, y espero con paciencia (…) Aunque me he vuelto una mujer dura, hoy no me siento bien. Es el cumpleaños de mi hijo otra vez y mañana es la Nochebuena. Estoy a 2.000 kilómetros de mi familia".

Las reflexiones de Frantiska narran los acontecimientos del Raval en distintos meses de 2006 y 2007. Ese año se produjo la entrada de Rumanía y Bulgaria en la UE. "Se va a robar más y va a haber más putas", predice la controladora. No solo juzga con desprecio a ciertos colectivos, sino que también es muy crítica con el sistema penal español, al que considera muy blando. "Esto es el paraíso de la mafia", recoge el diario de Frantiska, que pide la ley del ojo por ojo. La mujer es testigo del juego del ratón y el rato al que parecen someterse policías y prostitutas. "La policía tiene mucha paciencia, pero las chicas también. Hay días en que se van a follar descaradamente delante de ellos y se hacen los locos. Ya no me extraña que las chicas se rían de ellos. Les insultan en rumano y les dicen tacos". El documento incautado por la policía recoge el paso a políticas cada vez más duras contra la prostitución callejera. La presión policial amenaza con arruinar el negocio, lamenta Frantiska.

En 2007, la Interpol emitió una orden de búsqueda de Nadezhda. Siete años después de abandonar el hogar, la madre fingió darse cuenta de que la chica había desaparecido. En realidad, el problema era que el grifo del dinero (los 200 euros mensuales para Radek) empezó a cerrarse, y la madre quiso retomar el contacto. Los agentes localizaron a Nadezhda en la calle el 12 de marzo de 2008. Todos los testigos coincidían en que podría sufrir una disminución psíquica y que estaba en una situación de desamparo.

La policía detuvo a Frantiska y a Anton. La Fiscalía pidió prisión para ambos. La chica fue sometida a una breve exploración y los forenses concluyeron que sufría una desorientación cultural. Un juzgado de Barcelona decretó la libertad del proxeneta y la controladora porque la chica había manifestado que era feliz con lo que hacía y archivó la causa. Tiempo después se supo que las autoridades checas habían declarado que Nadezhda sufría una deficiencia mental grave y le habían retirado la capacidad legal para obrar. Tras ser rescatada, la chica pasó un tiempo en una casa de acogida. Allí pintaba con colores. También era feliz. Sus explotadores, ya en libertad, le ofrecieron volver a hacer la calle a cambio de un coche. Nadezhda volvió con ellos sin pestañear. Los policías, indignados, la vieron prostituirse en Sant Ramón durante un mes. Después, les perdieron la pista a los tres y no han vuelto a saber nada de ellos.

"La desgracia no anda en las montañas, anda entre la gente. Es un dicho checo. Me pregunto a veces por qué Dios permite todo esto. Necesito tanto hablar con alguien, pero no tengo con quién (…) Cuando miro a la chica me da mucha pena. Desearía de todo mi corazón que ella tuviera una vida feliz y una familia. Tengo también miedo de qué va a ser de ella cuando yo falte. Me gustaría que no estropease más su salud y empezase una vida normal. Entonces yo podría estar tranquila y solo me preocuparía de cocinar y descansaría delante de la tele. ¿Llegaré algún día a vivir así?". –

Diario de una controladora del sexo · ELPAÍS.com

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