Ficha Corrida

24/10/2014

José Serra e a máfia dos sanguessugas

Por que a Justiça excluiu José Serra? Alguém ainda lembra da Máfia das Ambulâncias?

1) http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,AA1273685-5601,00-DARCI+E+LUIZ+VEDOIN+ENVOLVEM+SERRA+COM+SANGUESSUGAS.html 

2) http://www.istoe.com.br/reportagens/4776_OS+VEDOIN+ACUSAM+SERRA

Justiça condena 6 da ‘máfia dos sanguessugas’ em SP

Dois ex-deputados e um vereador de Ribeirão Preto estão entre os punidos

Sentença aponta desvio de R$ 2,5 milhões do Ministério da Saúde e determina penas de até 13 anos; cabe recurso

FLÁVIO FERREIRADE SÃO PAULO

A Justiça Federal condenou seis acusados de participar do ramo paulista da "máfia dos sanguessugas" a penas de até 13 anos de prisão por considerar que eles desviaram R$ 2,5 milhões do Ministério da Saúde. Cabe recurso da decisão.

Entre os sentenciados estão dois ex-deputados federais e um vereador na cidade de Ribeirão Preto (SP). Dois deles são pastores da Igreja Universal do Reino de Deus.

A ação judicial da Procuradoria da República em São Paulo utilizou as confissões dos operadores do esquema, Darci José Vedoin, Luiz Antônio Vedoin e Ronildo Pereira Medeiros, que também são réus em outros Estados.

A partir de 2000, o grupo criminoso subornou congressistas e conseguiu recursos públicos por meio de emendas parlamentares ao orçamento federal. A outra ponta do esquema envolveu o repasse das verbas para empresas e entidades fantasmas que assinaram convênios com o Ministério da Saúde.

Em São Paulo, a parceira dos Vedoin foi com a entidade ABC (Associação Beneficente Cristã), ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, segundo a decisão da 7ª Vara Criminal Federal.

A sentença aponta que "a ABC prestava, apenas, serviços comunitários, mensalmente, com a participação de membros da Igreja Universal do Reino de Deus. Ela não tinha capacidade para realizar serviços de saúde, com ambulâncias, médicos ou qualquer outro profissional da área de saúde".

A Universal nega ter relações com a ABC.

A ABC assinou convênios com o Ministério da Saúde entre 2001 e 2004 para a compra de sete ambulâncias e equipamentos médicos.

Segundo a sentença, os ex-deputados federais Marcos Roberto Abramo, pastor da Universal, e Wagner Amaral Salustiano aprovaram emendas para liberar as verbas para os convênios com a ABC.

Depois do recebimento dos recursos públicos, a entidade deveria realizar licitações para a compra dos veículos.

Porém, o então dirigente da ABC Saulo Rodrigues da Silva, pastor da Universal e atual vereador em Ribeirão Preto, fraudou as concorrências, e a ABC contratou as empresas controladas pelo esquema, segundo a sentença.

Os Vedoin e Ronildo Medeiros foram condenados por corrupção ativa e estelionato e tiveram penas de 13 anos e cinco meses de prisão.

A Justiça considerou que os ex-congressistas Marcos Abramo e Wagner Salustiano cometeram o crime de corrupção passiva. As punições deles foram de oito anos e de seis anos e oito meses de reclusão, respectivamente. A pena de Saulo Rodrigues foi de quatro anos e dois meses de prisão, por estelionato.

Cada um dos condenados ainda deverá pagar R$ 500 mil para indenizar os cofres públicos. Cléia, mulher de Darci, foi absolvida.

    30/06/2014

    Aécio 69: “- me suga que eu te sugo”

    Filed under: Aécio Neves,Aloysio 300 Nunes,Jânio Quadros,Sanguessugas — Gilmar Crestani @ 12:43 pm
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    Aecio QuadrosRICARDO MELO, NA FOLHA

    Imagina nas eleições

    Se com a Copa foi assim, imagine doravante, quando está em jogo o cargo mais importante da República

    Poucas vezes viu-se tamanha desinformação como antes desta Copa. A previsão era dantesca. Caos nos aeroportos, estádios incompletos, gramados incapazes de abrigar jogos de várzea, tumulto, convulsões sociais, epidemias. Os profetas do caos capricharam: alguns apostaram que as arenas só ficariam prontas após 2030. Só faltou pedirem à população que estocasse alimentos em face da catástrofe.

    Diante de um cenário diametralmente oposto, os mensageiros do apocalipse ensaiam explicações. A principal é a de que a alegria do povo brasileiro suplantou a penca de problemas que estava aí, a olhos vistos, e ninguém queria enxergar. Desculpa esfarrapada.

    Se é inquestionável que os brasileiros têm uma tradição amistosa, ela por si só não ergue estádios decentes, melhora aeroportos, acomoda milhares de turistas e garante acesso aos locais das partidas. Problemas? Claro que houve, mas infinitamente menores do que os martelados pela imprensa em geral. Muita gente mentiu, ou, no mínimo, não falou toda a verdade –o que em geral dá no mesmo.

    Durante um tempo quase infinito, os brasileiros foram vítimas de uma carga brutal de notícias irreais. Se tudo estava tão atrasado e fora dos planos, como a Copa acontece sem contratempos maiores do que os de outros eventos do gênero? Talvez o maior legado deste choque entre fantasia e realidade seja o de que, acima de tudo, cumpre sempre duvidar de certas afirmações repetidas como algo consumado.

    A profusão de instrumentos de informação atual, ainda bem, oferece inúmeras alternativas para que opiniões travestidas de certezas sejam postas à prova. Mais do que nunca, desconfiar do que se ouve, assiste e lê é o melhor caminho para tentar, ao menos, aproximar-se do que é real.

    No final das contas, é bom que essa distância entre versão e fato tenha ficado escancarada num ano eleitoral. Se com a Copa foi assim, imagine doravante, quando está em jogo o cargo mais importante da República. A enxurrada de algarismos para mostrar um país à beira do abismo ocupa boa parte do noticiário "mainstream". Na outra ponta, estatísticas de toda sorte surgem para falar o inverso. Quem tem razão?

    Nessa hora, o decisivo é avaliar como está a vida do próprio cidadão e como ela pode ficar se vingar a proposta de cada candidato. O mais difícil, como sempre, é descobrir se estes têm coragem de dizer o que realmente pretendem realizar.

    ME SUGA QUE EU TE SUGO

    O ciclo de convenções partidárias dá uma ideia do nível da campanha pela frente. A convenção do PSB de Campos e Marina elegeu como lema tirar o país do "atoleiro". Antes disso, porém, seria preciso tentar resgatar a própria legenda do lodaçal. Anunciado como terceira via, o acordo entre Campos e Marina até agora não exibiu nada de diferente da velha política que dizia combater. Mas suas alianças país afora parecem autoexplicativas.

    Já a convenção estadual paulista do PSDB seria apenas cômica, não fosse ainda mais cômica. O ponto alto, se é que houve algum, foi o discurso do candidato à Presidência Aécio Neves. Ao se referir ao PT, ele disse: "Infelizmente, a vitória para eles não significou apenas uma oportunidade de exercer uma proposta de poder mas a possibilidade de ascensão econômica."

    O impressionante é que ele não ficou sequer ruborizado, embora seu partido acoberte pessoas como Robson Marinho, para citar apenas São Paulo, e outros tantos que enriqueceram na base da rapinagem do dinheiro do povo. Bem, tudo se pode esperar de quem outro dia recomendou a eventuais futuros aliados hoje no governo federal: "Vão sugar um pouco mais. Façam isso mesmo: suguem mais um pouquinho e depois venham para o nosso lado". De preferência com a mala cheia.

    27/06/2014

    Falta de personalidade ou mau caratismo?

    Ronaldo e suas proezas.

    Na Copa da França, dizem que amarelou, vomitou porque enquanto estava na concentração Pedro Bial divertia sua ex-esposa.

    Veio ao Brasil e cometeu seu primeiro engano, contratou travestis, consumiu e não pagou.

    Depois de participar da organização da Copa, se reuniu com o rei do pó e deu marcha ré.

    Agora, num oportunismo tipicamente de pessoas sem qualquer caráter, descanta o verso.

    Como diria Primo Levi, “é isto um homem?”

    E Ronaldo volta atrás exatamente quando a Globo o autorizou voltar atrás. Até porque a própria Globo, no Jornal Nacional decidiu tirar o seu da reta e dizer que as críticas contra a Copa no Brasil partia da imprensa internacional.

    E aí me pergunto, para que serviu a criação do Instituto Millenium pelos a$$oCIAdos dos Grupos MafioMidiáticos se não conseguem nem o básico: coerência!

    Decididamente, o pior do Brasil são seus veículos que negociam informação e seus celetistas de ocasião.

    Até aqui, a única coisa que não deu certo na Copa foi o mau caratismo de alguns vira-latas brasileiros. Os fracassomaníacos a serviço de interesses externos, nossogruposs sanguessugas e quinta-colunas…

    Não é mera coincidência que tenha se reunido com Aécio Neves e depois ido para a Globo, ao lado de cocainômanos, torcer contra o Brasil.

    Sucesso da Copa faz Ronaldo amarelar e nega ter vergonha do Brasil .Vergonha não é mesmo com ele

    26 de junho de 2014 | 17:25 Autor: Fernando Brito

    amarelou

    Depois do “suguem, suguem” de Aécio Neves – o colunista do UOL, Josias Rodrigues, comparou a declaração à mordida do chileno Luiz Suárez – foi a vez de Ronaldo “Nazário Neves” dar a cara a tapa nas redes.

    Na exata metade de uma Copa do Mundo que, tirando pequeníssimos incidentes, está se provando a mais bem organizada e alegre de todos os tempos, Ronaldo vem dizer que nunca se disse “envergonhado” da Copa no Brasil, há um mês atrás.

    “Tá” certo, Ronaldo.

    Você é apenas um rapaz que segue o espírito de seu amigo mineiro.

    Sugou, sugou tudo o que podia como “organizador” da  Copa.

    Fez anúncio de cerveja, de telefone, de chuteira…

    Até apelação fez, dizendo que não se precisava de escolas e hospitais.

    E aí resolveu se passar para o lado dos que você ironizava naqueles filmes do “Imagina na Copa”.

    E foi fazer anúncio do Aécio…

    Agora parece que você amarelou.

    E sai com essa de que não disse o que disse.

    Não tem problema, não.

    A única coisa que a torcida brasileira quer, neste momento, é que você diga que não disse o que disse, com uma enorme modéstia, nos seus comentários na Globo.

    De que Neymar se inspira nas suas atitudes.

    Não, Ronaldo, por favor, isso não, isso não.

    A gente confia muito naquele guri, como um dia confiou em você, lembra?

    Sucesso da Copa faz Ronaldo amarelar e nega ter vergonha do Brasil .Vergonha não é mesmo com ele | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

    14/06/2014

    Saquearam nossas riquezas, agora levam nosso sangue

    Filed under: Latino-Americano,Sanguessugas — Gilmar Crestani @ 11:52 am
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    A importância de manterem os países latino-americanos como colônias. O ódio à esquerda que não se conforma em manter o povo escravizado do sistema financeiro mundial tem suas razões que a própria razão desconhece.

    La sangre de los latinoamericanos salva millones de vidas

    La región ha recolectado más de 9 millones de unidades de sangre, pero aún dista mucho de lograr que la mayoría de aportes sean voluntarios

    María Victoria Ojea Buenos Aires 13 JUN 2014 – 21:26 CET

    Técnico de un laboratorio enseña muestras de sangre. / C. BRUN (EFE)

    Tres países de Latinoamérica tienen un récord que muchos consideran vital para la salud de sus ciudadanos: donar sangre voluntariamente.

    Argentina, Brasil y Colombia encabezan la lista de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) de unidades de sangre recolectada voluntariamente en la región —es decir, sin dinero de por medio—-, que, en Latinoamérica, suman 3,8 millones de unidades. Esta cantidad puede salvar casi 12 millones de vidas, tres por cada donación, según los expertos.

    Pero aun así, Latinoamérica está lejos de la meta propuesta por las entidades rectoras de la salud mundial: que todos los países obtengan un 100% de sus insumos de sangre por medio de donaciones voluntarias para 2020.

    La sangre donada por Argentina, Brasil y Colombia en un año puede salvar casi 12 millones de vidas

    De acuerdo con los últimos datos de la Organización Mundial de la Salud (OMS), de 9,3 millones de unidades de sangre recolectadas en América Latina y el Caribe, sólo el 41% de los donantes son voluntarios.

    En el mundo, 73 países reciben más del 90% de sus donaciones de forma altruista. Y España destaca entre todos: casi el 100% de su sangre es a través de donaciones voluntarias, sin mediar ninguna contraprestación. De esta manera, cada día 350 personas recuperan su salud y 75 se salvan de morir gracias a los donantes, según los datos de la Federación Española de Donantes de Sangre.

    El caso de nuestra región, en parte, es producto de nuestra cultura. Si le preguntamos a un latinoamericano cuándo fue la última vez que donó sangre, probablemente nos respondería que cuando tuvo un familiar hospitalizado por una enfermedad grave o por una cirugía. Muy pocos responderían que esa última vez fue cuando acudieron voluntariamente a donar sangre.

    Debido a la coexistencia de estas dos modalidades de donación -reposición de la sangre que se da a un paciente hospitalizado y donaciones voluntarias- las reservas no son tan abundantes en nuestra región y la situación es un tanto confusa.

    “Hay que perder el concepto de que solamente se dona cuando un familiar está mal”, explica Mabel Maschio, coordinadora del Programa Nacional de Sangre en Argentina.

    Cada año mueren en el planeta más de 500.000 mujeres durante el embarazo

    Por las madres

    El 14 de junio es el Día Mundial del Donante de Sangre que este año se celebra bajo el eslogan "Dona sangre para las que dan vida. Sangre segura para una maternidad segura" con la idea de hacer conciencia sobre el acceso oportuno a sangre y así prevenir la mortalidad materna.

    Cada año mueren en el planeta más de 500.000 mujeres durante el embarazo, el parto o la lactancia y se estima el 15,3% de las muertes maternas de América Latina se deben a hemorragias.

    La situación no es mucho mejor en el resto del mundo, donde, según cálculos de la Organización Mundial de la Salud (OMS), a pesar de que se colectan casi 107 millones de unidades de sangre, no todas las personas que pueden se animan a donar, por lo que no se cuenta con un suministro suficiente de sangre segura.

    La falta de sangre se hace sentir aún más en los lugares donde más se necesita: mientras que en los países de renta alta, alrededor de 36 personas por cada 1.000 realizan donaciones voluntarias, en países de renta media y baja, este número desciende a 11 y casi 3, respectivamente.

    Un cambio de paradigma

    Uno de los países de la región que se está acercando más a ese modelo es Argentina, donde más de mil personas al día necesitan recibir una transfusión de sangre. Hoy los donantes voluntarios representan el 35% del total, un número que hasta hace algunos años, era extremadamente inusual: en el año 2006 solo un 6% de las donaciones de sangre eran voluntarias.

    Era en esa época cuando la mayoría de los pacientes dependían de la gestión de sus familiares o de la urgencia de la situación para conseguir donantes. Y la fragmentación de los bancos de sangre impedía una red integrada de suministro, con estándares que diferían según cada hospital.

    Con la idea de pasar a un modelo en el que la totalidad de los donantes lo hagan por su propia voluntad, el Plan Nacional de Sangre del Ministerio de Salud, apoyado por Banco Mundial, trabajó en incentivar a provincias y municipios para salir a recolectar donaciones y centralizar los bancos de sangre.

    “Los bancos de sangre son una fábrica donde se debe cuidar la calidad del producto de una población solidaria”, agrega Maschio, quien reconoce que fue donante de sangre voluntaria durante muchos años. “El bienestar que da donar vida es inmenso”, afirma.

    Aunque el número de donantes voluntarios viene en aumento, falta mucho por hacer: solamente el 1,5% de los más de 40 millones de argentinos dona sangre, mientras que la OMS considera que el porcentaje ideal de donantes en un país debería ser de entre el 3,5% y el 5% de la población.

    María Victoria Ojea es productora online del Banco Mundial.

    23/04/2014

    Rede Baita Sanguessuga: o dia em que o colorado amarelou

    Filed under: Engage Eventos,Grupo RBS,Grupos Mafiomidiáticos,Inter,RBS,Sanguessugas — Gilmar Crestani @ 8:55 am
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    rbs menteVenho dizendo isso muito antes de ter sido confirmada a entrega da festa à RBS. Qualquer colorado medianamente informado sabia que a RBS não se conformaria em ter sido preterida pela Andrade Gutierrez na reforma do Beira-Rio. Desde o jogo do Inter x Santos na Vila Delmiro, quando os funcionários deliraram encima do Inter, viu-se que algo de anormal estava acontecendo.

    Para refrescar a memória, no tempo em que a ex-funcionária da RBS a-vaca-lhava o Piratini, a RBS deitava seus olhos de “ávida por todos os lados” pra cima da área do Asilo Padre Cacique. A escolha do Inter para sediar a Copa do Mundo abriu o apetite dos maiores especuladores imobiliários do RS. Estavam de olho na especulação imobiliária encima de um complexo hoteleiro e shoppings junto ao Beira-Rio. E as construtoras gaúchas seriam o cavalo de tróia que a RBS tentava enfiar no rabo do Inter.

    Desde então, a RBS não largou o pé do Inter. Atacando sempre a instituição e livrando a cara da empreiteira encarregada do projeto. A única forma de calar a boca do câncer da Azenha e de seus colonistas, os mais boçais estão sempre na RBS, foi dar um jeito para que a RBS pudesse forrar os bolsos encima do Inter.

    Tudo tem um preço. A Festa da Reinauguração rendeu R$ 80 milhões à RBS. Mas ela ainda não abriu mão de fincar seus tentáculos pelos lados do Gigante para Sempre. Outras obras, se vierem, poderão ter o dedo da RBS, via Nex Group, principalmente se envolverem Hotéis e Shoppings.

    A RBS é o verdadeiro atoleiro do RS. Ou o RS acaba com a RBS, ou a Rede Baita Sanguessuga vai sugar o Rio Grande.

    Polêmica sobre a festa de reinauguração do Beira-Rio

    Postado por Juremir em 21 de abril de 2014

    A festa de reinauguração do Beira-Rio foi polêmica.

    Poucos entenderam a escolha da banda Blitz para a abertura do espetáculo.

    Mais polêmica ainda foi a escolha da empresa que organizou a festa. Depois de alguns dias de silêncio, os insatisfeitos estão aí para mostrar os seus argumentos, revelar suas perplexidades e questionar alguns procedimentos.

    Pela versão divulgada a comissão encarregada da seleção escolheu o projeto do produtor Edson Erdmann, que, por sua vez, teria convidado a Engage, pertencente à RBS, para a ser a produtora/executora do evento.

    O empresário Cláudio Fávero, do Opinião, não vê as coisas assim. Ele e seus parceiros – DM9 (conceito), Zeppelin (som) e Lupi (áudio) –  gastaram R$ 200 mil com o projeto “Nascido para ser gigante”, materializado num livro magnífico de capa dura, todo colorido, num vídeo e numa demonstração num hotel com uma simulação em 360º do que seria a festa. Fávero afirma que a proposta do seu grupo arrancou a unanimidade da comissão na primeira apresentação.

    – Creio que foram 10 ou 12 as empresas que apresentaram projetos. Nossa proposta foi considerada a melhor. O diretor de marketing do Inter, o Jorge Avancini, e o Adauri Silveira ficaram entusiasmados. Pelo nosso orçamento, o custo seria de R$ 18 milhões vindos da bilheteria. Acima disso, tudo acima disso ficaria para o Internacional. No projeto da RBS, o Inter só ficaria com o que superasse R$ 24 milhões. Pelo nosso projeto, a festa e o jogo aconteceriam num só e dia e estimávamos uma receita em torno de R$ 28 milhões. A divisão em dois dias aumentou a receita. Pelo nosso projeto seria tudo baseado em tecnologia. Não teria banda alguma. Para que Hermes Aquino, Nenhum de Nós, Blitz? Entendíamos que o Inter era maior e bastava. Aí aconteceu uma coisa estranha. Resolveram que haveria uma segunda apresentação com os três melhores projetos.

    Fávero não tem dúvida de que isso aconteceu por pressão da RBS.

    – Um dos envolvidos chegou a nos dizer assim: “Temos a medalha de ouro, a medalha de prata e a medalha de bronze. Vamos fazer uma nova apresentação para dar a medalha de ouro à medalha de prata”.

    O empresário garante que a RBS sempre esteve diretamente envolvida na disputa:

    – O Edson Herdmann não teria nem condições de disputar sozinho. Teve alguns fracassos antes disso. Desde o começo a envolvida era a Engage, a RBS. A prova disso é que a RBS tentou fazer uma composição conosco para não ficar de fora. Depois, no Inter, inventaram que nós tínhamos desistido por não aceitar dar garantias. Não foi assim. Além disso, um documento no Conselho Fiscal definiu que o Inter pode fazer a auditoria da receita alcançada, mas não da despesa. Como saber quanto foi gasto? Fizemos a segunda apresentação no hotel Millenium. Fomos novamente os melhores. Mas, finalmente, recebemos a informação de que não seríamos os escolhidos. O Avancini me ligou para agradecer. Não disse explicitamente, mas entendi que a pressão da RBS tinha sido mais forte.

    Corre o boato de que a RBS teria ameaçado não dar cobertura ao evento se a produção não fosse da Engage.

    Cláudio Fávero entende, por fim, que o projeto do seu grupo foi “chupado” pelos ganhadores:

    – Há uma série de coincidências. O projeto ficou lá no Inter. Basta ver a coisa da água no começo. Está no nosso livro. O evento dividido em atos era uma ideia nossa. O gol iluminado do Figueroa, com o jogador de terno preto. Vai por aí…

    Liguei para Jorge Avancini, que foi lacônico:

    – Acho que o Magrão está no choro de perdedor. Fala com Gélson Pires, presidente da Comissão.

    Gelson Pires resumiu assim a situação:

    – O projeto do pessoal da Opinião era muito bom. Ficou cabeça com cabeça até o fim. Só que, na hora das garantias, eles não as apresentaram. Aí a RBS entrou como fiadora e garantiu tudo. Precisávamos de tranquilidade para uma festa dessas. Temos atas de tudo. Quanto a aspectos comuns do evento entre os diferentes projetos, só pode ser coincidência. Não acho que isso seja importante. São coisas da história do internacional como ter água e aterro no começo.

    Juremir Machado da Silva – Blogs – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

    11/01/2012

    Sanguessugas

    Filed under: Eduardo Galeano,Sanguessugas — Gilmar Crestani @ 8:39 am

     

    SANGUIJUELAS

    Por Eduardo Galeano

    Durante varios siglos, las sanguijuelas fueron uno de los principales productos de importación de los países europeos.

    Los médicos creían que las sanguijuelas, que chupaban la sangre, curaban a los enfermos.

    No hace mucho, aplicando el sentido común se descubrió que las sangrías no ayudaban a los enfermos, sino que los debilitaban y les apresuraban la muerte.

    Desde lejos, pero desde cerca, envío un abrazo de muchos brazos a los pobladores de Famatina, que no se dejan engañar con esos cuentos de las sanguijuelas modernas, que te venden buena salud mientras te acompañan al cementerio.

    Página/12 :: Pirulo de tapa :: SANGUIJUELAS

    11/10/2011

    Os Amigos do Presidente Lula

     

    Esquema das ambulâncias Sanguessuga é replicado no governo tucano de São Paulo

    Lembra-se das ambulâncias Sanguessugas, onde parlamentares apresentavam emendas, o então ministro da Saúde José Serra (PSDB/SP) e, depois, Barjas Negri (PSDB/SP) liberavam as verbas, e os irmãos Vedoin superfaturavam?
    Pois é, migrou para o Estado de São Paulo, quando José Serra (PSDB/SP) e o vice Alberto Goldman (PSDB/SP) foram governadores.
    O sucessor, Geraldo Alckmin (PSDB/SP), está com o comportamento suspeito, de quem  quer abafar as investigações.
    No rastro da venda de emendas por deputados da Assembléia Legislativa paulista, descobriu-se que a ex-deputada estadual Patrícia Lima (PR-SP) apresentou uma emenda de R$ 2.200.000,00 para equipar o Hospital São João, da cidade de Registro (na região do Vale do Ribeira).
    No Diário Oficial do dia de natal – 25 de dezembro de 2010 – a ex-deputada ganhou seu presente de papai noel: o governo tucano liberou a verba de R$ 2.180.000.
    O dinheiro financiou a compra de equipamentos superfaturados em até 500% para o hospital.
    É o mesmo modus operandi usado pela máfia dos sanguessugas.
    É nisso que dá a imprensa demo-tucana ter blindado Serra e Barjas Negri de suas responsabilidades naquele escândalo de corrupção.
    A impunidade levou José Serra a ser eleito governador de SP e a certeza da impunidade encorajou a corrupção a se repetir.
    Detalhe: a ex-deputada Patrícia teve apenas três votos em Registro na eleição de 2010, e não se reelegeu.
    (Esta notícia está na Folha de São Paulo, mas o texto do jornalão continua blindando Serra, Goldman e Alckmin e não estabelece a conexão com o modus operandi dos Sanguessugas. É por isso que a corrupção corre solta em São Paulo, jogando toda a sujeira para baixo do tapete)

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