Ficha Corrida

01/04/2014

A todos os que devem saber e não sabem

folha_04A Folha é useira e vezeira de exigir dos adversários políticos, conforme admitiu Judith Brito, o que não exige de si nem dos seus parceiros. Por exemplo, o Deputado André Vargas teria que saber que o avião em que viajou pertencia a alguém que um dia seria preso. Então, vamos ver quem mais deveria saber de coisas que não sabia.

Comecemos pela própria Folha. A Folha sabia ou não sabia que os torturadores a quem ela emprestava os carros para transportarem clandestinamente os presos políticos que, depois de torturados, estuprados e mortos, precisavam ser desovados esquartejados para que a família não pudesse reconhecer, um dia seria execrados como facínoras torturadores e estupradores?!

Agora vejamos o caso do Estadão. Será que a família Mesquita sabia, ao manter Pimenta Neves como Diretor de Redação, que este animal assediava moral e sexualmente a colega de trabalho, Sandra Gomide, a ponto de vir a assassina-la?!

Quando Roberto Marinho fez aquela parceria com os milicos e turbinou a Rede Globo, ele já sabia que os gorilas eram torturadores e ladrões? Quando a RBS transformou o Ultima Hora, que combatia os golpistas, em Zero Hora, amiga de primeira hora dos gorilas, ela sabia que seus parceiros prendiam, torturavam, estupravam, matavam e esquartejavam suas vítimas para que os familiares não pudessem reconhece-los?!

Marco Aurélio Mello, ao soltar o banqueiro Salvatore Cacciola, que havia causado um rombo de milhões de reais na quebra do Banco Marka, sabia que ele iria fugir para a Itália? Ou Gilmar Mendes dando dois habeas corpus, numa produção fordiana, para soltar o banqueiro Daniel Dantas…

Partimos para os parceiros da Folha. Ao proteger o PSDB, a Folha também acha que Mário Covas colocou no Tribunal de Contas do Estado –TCE, Robson Marinho,  porque sabia ou porque não sabia que era o operador do esquema que desviou bilhões nos contratos da Alstom e da Siemens?! Quando Sérgio Motta passou o trator por cima dos deputados, pagando duzentos mil para conseguir a reeleição para FHC, o amante da Miriam Dutra sabia ou não sabia?!

E mais não digo porque quando o imbecil nasce sem cérebro a única coisa que entra na cachola é só merda mesmo.

Vice da Câmara viajou em avião emprestado por doleiro preso

Vargas diz que pegou jato porque voos comerciais estavam caros, mas que pagou combustível

Em outra conversa, segundo a PF, Vargas e Youssef falam de empresa investigada na Operação Lava a Jato

ANDRÉIA SADIDE BRASÍLIA

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR), pegou emprestado um avião com o doleiro Alberto Youssef, pivô da Operação Lava a Jato, da Polícia Federal, que apura esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões em operações suspeitas.

A viagem a João Pessoa, na Paraíba, foi discutida em uma conversa entre os dois por um serviço de mensagem de texto, no dia 2 de janeiro, segundo documentos da investigação da PF aos quais a Folha teve acesso.

De acordo com a troca de mensagens de um aplicativo chamado BBM”, Youssef agendou voo em jato particular para Vargas às 6h30 em avião de prefixo PR-BFM.

Tudo certo para amanhã", diz mensagem originada pelo celular do doleiro. Não fica claro se o avião pertence a ele.

"Boa viagem se (sic) boas férias", acrescenta. Procurado pela Folha, Vargas disse que conhece o doleiro há mais de 20 anos e que pediu o avião porque voos comerciais estavam muito caros no período, mas que pagou o combustível.

Não sei se o avião é dele, ele foi dono de hangar e eu perguntei se ele conhecia alguém com avião", disse o petista. Apesar disso, Vargas diz ter cometido uma imprudência". "Eu não sabia com quem eu estava me relacionando. Não tenho nenhuma relação com os crimes que ele eventualmente cometeu."

O petista integra a ala do partido mais ligada ao ex-presidente Lula e se destacou nos últimos meses pela defesa dos colegas condenados no processo do mensalão.

Na sessão de reabertura do Congresso, em fevereiro, ele chegou a provocar o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa –que estava sentado ao seu lado–, erguendo o punho cerrado. O gesto foi usado por petistas ao se entregarem à polícia.

Em outra conversa, Vargas e Youssef discutem, segundo a PF, um assunto de interesse do doleiro no Ministério da Saúde. A transcrição não deixa claro que assunto seria esse, mas indica que ele teria sido tratado com o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do ministério, Carlos Gadelha.

A empresa citada é a Labogen, cuja folha de pagamento é de R$ 28 mil mensais e que, segundo a Operação Lava a Jato, que prendeu o doleiro, teria sido usada por Youssef para fazer remessas ilegais de US$ 37 milhões ao exterior.

O relatório de análise da PF identificou uma conversa onde Vargas diz que a reunião com Gadelha foi boa demais”. "Em outro momento, diz que Gadha’ –possivelmente referindo-se a Gadelha– garantiu que vai nos ajudar’."

Vargas nega contato com Gadelha. Ele diz que Youssef o procurou para saber como funcionavam parcerias com o ministério. Segundo ele, Youssef e um grupo de investidores estavam tentando recuperar uma farmoquímica.

Sobre a mensagem, ele diz lembrar de ter encontrado um representante de Youssef no aeroporto, que não se recorda do nome, e que este o relatou que teria tido uma boa reunião com Gadelha.

O Ministério da Saúde diz que Gadelha nunca recebeu o deputado em audiência e nem tratou com ele do contrato citado na investigação da PF. A Folha não localizou ontem o advogado do doleiro.

15/09/2013

Um melão entre um Mello e um marMello

Filed under: Dorothy Stang,Marco Aurélio Mello,Salvatore Cacciola — Gilmar Crestani @ 12:50 pm
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Marco Aurélio de Mello, libertador de Cacciola e do assassino de Dorothy Stang, defensor do estupro de menores, defende o terror contra o STF

Residência do ministro Mello e do banqueiro-bandido Cacciola

Em entrevista ao Globo, o ministro que, na semana passada, manobrou para adiar o voto de Celso de Mello, diz que o STF está "à beira do precipício" e chega até a sugerir protestos na próxima quarta-feira contra o tribunal; "a sociedade pode se manifestar, porque mostrou que não está apática", diz ele; alinhado com Joaquim Barbosa, o ministro fala que haverá "decepção" com a suprema corte, mas não se mostrou tão favorável ao clamor das ruas quando, por exemplo, soltou o banqueiro Salvatore Cacciola, permitindo sua fuga; julgamento da Ação Penal 470 virou vale-tudo?

O julgamento da Ação Penal 470 parece ter se transformado numa luta de vale-tudo. Depois de manobrar, na semana passada, para que o voto decisivo de Celso de Mello fosse adiado em uma semana, reforçando a pressão midiática sobre o decano, Marco Aurélio Mello decidiu agir diretamente.

Neste domingo, uma entrevista sua em O Globo chega até a sugerir que manifestantes protestem diante do STF na próxima quarta-feira, quando Celso de Mello dará seu voto – provavelmente favorável – sobre a admissibilidade dos embargos infringentes. "As pessoas podem ficar decepcionadas, e isso pode levar a atos. A sociedade pode se manifestar, porque mostrou que não está apática. A manifestação pacífica é bem-vinda, é inerente à democracia", disse ele.

Esse tipo de discurso, irresponsável e incompatível com um ministro do STF, lembra mais o de um agitador político. Na mesma entrevista, Marco Aurélio Mello prevê a pizza. "A leitura que o leigo faz é péssima, de que realmente o forno está aceso". Segundo ele, a suprema corte está hoje "à beira do precipício" com a possibilidade de novos recursos no processo. "A sociedade começou a acreditar no STF e agora, com essa virada no horizonte, de se rejulgar, há decepção".

Apenas como lembrança, Marco Aurélio Mello foi o ministro que concedeu um habeas corpus ao banqueiro Salvatore Cacciola, permitindo, assim, que ele fugisse do Brasil. Cacciola ficou vários anos foragido na Itália, que não tem tratado de extradição com o Brasil, até ser capturado em Mônaco. Naquele tempo, provavelmente, o ministro do STF tinha menos preocupações com o clamor das ruas.

Apesar da pressão, no entanto, o decano Celso de Mello prepara um voto longo para a próxima quarta-feira, onde ressalta que o papel de um ministro do STF é guardar a Constituição – e não se submeter ao grito de multidões eventualmente manipuladas.

SQN

14/09/2013

Em dúvida, contra o réu, mas só se for do PT

Tanto é verdade que quando se trata de réus da oposição, como o médico estuprador Roger Abdelmassih, ou os banqueiros Daniel Dantas e Salvatore Cacciola, ou mesmo um empresário do tipo Carlinho Cachoeira, ou assassinos confessos como Pimenta Neves, e o adulto acusado de estuprar um menor de 12 anos, os ministros indicados por Collor de Mello e FHC soltam e comemoram.

Em dúvida, contra o réu: esta a inovação do STF

Postado em 13 set 2013

por : Paulo Nogueira

Mello e o casuísmo

Mello e o casuísmo

Desta vez não houve surpresa. Depois de um breve instante de lucidez ocorrido ontem na louca cavalgada do STF no julgamento do mensalão, a justiça voltou agora a ser castigada.

Uma série de manobras – entre as quais um interminável pronunciamento de mais de uma hora do ministro Gilmar Mendes – levou a questão dos embargos infringentes a ser decidida apenas na semana que vem, ‘dado o adiantado do tempo’.

O placar está 5 a 5, e o voto que definirá a questão será dado na quarta que vem pelo decano Celso de Mello, sob extraordinária pressão para que vote contra.

O tempo a mais fatalmente ajudará os defensores da punição em suas manobras de bastidores. Assim como a súbita interrupção da sessão de quarta-feira às 18 horas – quando havia tempo de folga para pelo menos mais um voto – foi vital para mudar os ventos que sopravam em prol dos embargos.

Tanto Mendes quanto seu companheiro Marco Aurélio de Mello – outro que hoje parecia apaixonado pela própria voz – citaram exaustivamente em seus votos o decano numa presumível tentativa de influenciá-lo.

Se obtiverem sucesso, o que parece não só possível como provável, até pelos olhares aquiescedores que o decano endereçou a Marco Aurélio, a justiça será derrotada.

No esforço de punir os acusados, e mais que tudo prender José Dirceu, está se promovendo o clássico ‘casuísmo’. Está em risco o direito constitucional à dupla avaliação – representada, no caso, pelos chamados embargos infringentes.

A incompetência da justiça brasileira tem sido demonstrada no processo todo. Os que arquitetaram levar os acusados diretamente para o STF – um absurdo em si – se esqueceram de que os embargos infringentes poderiam ser invocados, e isso na prática redundaria num outro julgamento.

A esperteza foi tanta que mordeu o esperto, para usar um provérbio que era caro a Tancredo Neves.

Postos inesperadamente diante dos embargos infringentes, Joaquim Barbosa e colegas têm se esforçado agora para evitar que se dê uma nova oportunidade aos acusados, o que a Constituição garante.

Este o casuísmo.

Vai sendo varrida, também, uma peça clássica do direito: em dúvida, pró réu.

Estas mesmas sessões do Supremo que discutem a validade dos recursos mostram a enorme dúvida em relação ao acerto das decisões: são 5 votos a 5.

Até nisso a decisão correta – justa – seria optar pelos réus.  Isso não significaria  absolvê-los, mas apenas reexaminar um julgamento em que as penas chegam a 40 anos de prisão.

A palavra está com Celso de Mello, e podemos imaginar os esforços que serão feitos ao longo de mais uma semana para convencê-lo, aspas, a seguir JB e turma.

Entre seus duvidosos feitos, o STF de JB criou uma jurisprudência, e nisso está sendo coerente desde o primeiro instante: em dúvida, contra o réu.

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Em dúvida, contra o réu: esta a inovação do STF | Diário do Centro do Mundo

13/09/2013

Diga-me com quem andas e direi quem és

Filed under: Luiz Estevão,Marco Aurélio Mello,Salvatore Cacciola — Gilmar Crestani @ 8:59 am
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Marco Aurélio: a arte de pesar a mão depende da ocasião

sex, 13/09/2013 – 08:31 – Atualizado em 13/09/2013 – 08:36

Luis Nassif

A pressão do Ministro Marco Aurélio de Mello sobre seus colegas, na votação do AP 470, traz uma indagação: quem é Marco Aurélio?

Ora, apresenta-se como o polêmico “voto-vencido”, o Ministro que investe contra a maioria, contra o efeito-manada, contra a voz das ruas. Ora, como acontece agora, invoca a voz das ruas para constranger colegas.

É importante confrontar os dois personagens. Ao longo de sua história, a imagem do lutador solitário, do homem contra a manada, garantiu a Marco Aurélio a blindagem necessária para amenizar uma série enorme de decisões polêmicas. Tudo tinha uma explicação simples: Marco Aurélio é o lutador solitário, que investe contra as maiorias que prejudicam os direitos individuais.

Conquistou a admiração de muitos, inclusive a minha, que o defendi em inúmeras oportunidades.

Ontem, ao invocar as maiorias e o efeito-manada, caiu a máscara. Ou, no mínimo o álibi fica sob suspeita.

À luz do novo Marco Aurélio, relembremos alguns episódios polêmicos do antigo Marco Aurélio:

1.     Durante plantão, em julho de 1999, concedeu liminar ao empresário Luiz Estevão (do caso TRT-SP) suspendendo as investigações por quatro meses. Meses atrás, outra liminar impediu o Tribunal de Contas da União  de investigar as ligações entre a Incal e o grupo OK, de Luiz Estevão.

2.     Ordenou a libertação de Rodrigo Silveirinha, acusado de remessa ilegal de US $ 34 milhões para a Suiça.

3.     Concedeu habeas corpus a Salvatore Cacciola, seu vizinho em condomínio no Rio de Janeiro. Graças ao HC, Cacciola foi libertado e pode fugir, em seguida, para a Itália.

4.     Deu sentença favorável a um estuprador de 35 anos sob a alegação de que a vítima, de 12 anos, tinha discernimento suficiente sobre sua vida sexual.

5.     Em 2007 concedeu habeas corpus a Antônio Petrus Kalil – o Turcão – acusado de explorar caça-níqueis. Isso após duas prisões seguidas de Turcão pela PF, pelo mesmo crime.

26/10/2012

Empresa de Cerra falsificou site de Haddad

Filed under: Isto é Privada!,Isto é PSDB!,Salvatore Cacciola — Gilmar Crestani @ 11:26 pm

 

Empresa de Cerra falsificou
site de Haddad

Cerra numa campanha é garantia de baixaria. – Ciro Gomes

Crédito: Sergio Malta

O Conversa Afiada recebeu do incansável Stanley Burburinho ( quem será ele ?):

Site falso de Haddad foi criado em empresa da campanha de Serra

‘Propostas Haddad 13′ reunia críticas ao petista; proprietário da companhia nega autoria
A provedora de internet GVT informou nesta sexta-feira, 26, que o site apócrifo “Propostas Haddad 13″, que imitava a linguagem visual usada pela campanha do candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, mas desferia críticas ao petista, foi criado na sede da Soda Virtual, empresa contratada pela campanha do candidato tucano, José Serra, por R$ 250 mil reais, para prestar serviços de “criação e inclusão de páginas na internet”.
O site não identificava sua autoria e foi retirado do ar na última sexta-feira, 19, por decisão da Justiça Eleitoral, após pedido dos advogados de Haddad. Para o juiz Henrique Harris Júnior, da 1.ª Zona Eleitoral, as mensagens contidas na página eram “passíveis de enquadramento, em tese, como ofensivas e sabidamente inverídicas, até mesmo com o emprego de imitação das fontes, cores e símbolos utilizados na sua campanha (de Haddad)”.
Entre os textos divulgados no site, estavam “Haddad vai criar 50 novas Escolas de Lata”, “Haddad vai aumentar o IPTU” e “Haddad vai voltar com a Taxa do Asfalto”. Na decisão, Harris Júnior determinou ao Google, onde o site estava hospedado, e à GVT que informassem o IP e a identidade do criador da página.
Segundo a GVT, a conexão de internet usada para criar o site está em nome de Huayna Batista Tejo, presidente da Soda Virtual, e é acessada pela Rua Borja Peregrino, 318, João Pessoa (PB), sede da empresa. À reportagem, Tejo negou ter criado o site “Propostas Haddad 13″ e disse que vai investigar o ocorrido.
Na última sexta, quando o site foi retirado do ar, a campanha de Serra informou, por meio de sua assessoria, que não era responsável pelo site. A campanha de Serra foi contatada nesta sexta para comentar a identificação da autoria do site, mas não pôde responder até o momento.

Empresa de Cerra falsificou site de Haddad | Conversa Afiada

24/10/2012

Excerto da biografia não autorizada de Marco Aurélio Mello, herói dos golpistas mafiomidáticos

Filed under: Marco Aurélio Mello,Salvatore Cacciola — Gilmar Crestani @ 8:38 am

O Marco Aurélio Mello soltou o Cacciola e defendeu o direito dele fugir para a Itália em defesa das suas garantias individuais… Veja Vídeo

O Marco Aurélio Mello soltou o Cacciola e defendeu o direito dele fugir para a Itália em defesa das suas garantias individuais, o tal garantismo de ocasião do ministrin. Temos que exigir que os comparsas de Cacciola, tucanos que formaram uma quadrilha e roubaram mais de R$ 1, 5 bilhões dos cofres públicos respondam por seus atos

Verifiquem que a Globo cortou a fala de Cacciola sobre o ministro Marco Aurélio, vide na íntegra no video do comentário anterior. A Globo cita como tendo sido 1 bilhão de prejuizos aos cofres públicos, é o que diz o repórter, pois na verdade, foi mais de 1,5 bi, mas gente fina é outra coisa, quem rouba no atacado está perdoado, ah se fosse alguém do PPPP

Olá eleitores de SP, aposentem de vez o Serra. Digam não ao atraso. O Brasil agradece. Grato, Spn

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