Ficha Corrida

19/09/2015

Para entender quem foi FHC

FHC DepedenteQuando as pessoas de bem descobrirem que foi FHC e o triste papel desempenhado pelo amante de Miriam Dutra para o atraso do Brasil, sentirão vergonha alheia de si mesmos… Quem não viveu a suruba dos tempos do PROER, da compra da reeleição, da captura de seu governo pelo patrão da amante, não vai entender porque sua popularidade crescia como rabo de burro, para baixo.

Não bastasse isso, a quebra do Brasil, ainda deixou espalhado por alguns órgãos métodos que hoje seus parceiros atribuem ao governo atual. Quando Ricardo Semler, tucano de quatro costados, declarou que nunca se roubou tão pouco como agora, ele falava, por linhas tortas, do tanto que se roubava no governo de FHC.

FHC só não apanhou mais graças à Miriam Dutra. Tendo capturado FHC, Carlos Monforte e Rubens Ricúpero montaram a estratégia de como os assoCIAdos do Instituto Millenium fariam para preservarem a estrutura de poder. O caráter do governo FHC pode ser medido pelo caráter de Gilmar Mendes, escolhido a dedo para ser o advogado de porta de cadeia de quem lá, na cadeia, deveria estar.

Se nosso velho coronelismo eletrônico tinha por missão esconder todas as notícias ruins a FHC, como ficou revelado no Escândalo da Parabólica, e mostrar só as boas, não é de admirar que ainda hoje tem espaço cativo nos grupos mafiomidiáticos. Mas sabemos que agia no “limite da responsabilidade”, com vistas a entregar nosso patrimônio a compradores internacionais, e tudo financiado pelo BNDES.

E ainda não sabemos da missa a metade…

 

O FHC desenhado por Palast, por Ana Cláudia Dantas

sab, 19/09/2015 – 03:00 – Atualizado em 19/09/2015 – 03:00

Por Ana Claudia Dantas, especial para o GGN

Um artigo meu, publicado pela GGN, acabou por causar desconforto para os administradores do veículo e, pensando bem, é compreensível, já que se trata de uma espécie de resenha do trecho de um livro de Greg Palast, um jornalista investigativo norte americano, dado a descobrir e levar a conhecer escândalos financeiros que, na publicação em pauta, um livro de mais de 400 páginas, dedicou quatro páginas para falar de um episódio da história do Brasil, que considera escandaloso, cujo personagem central é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Palast está longe de ser um escritor suave, ao contrário, ele começa o parágrafo em que introduz a passagem brasileira, na página 347, dizendo: “arrastei você [o leitor] para a América Latina e para minhas células da memória confundidas pela pinga.” Em seguida ele fala: “O Brasil como a Grécia, abriu seus bancos para a felicidade de Nova York, de Londres e dos financistas suíços. No momento em que isso aconteceu, o dinheiro fluiu para comprar os ativos de um país rapidamente e por um preço barato”, e depois compara o governo de FHC a uma festa, como alguém que vende a sua casa e dá uma festa, mas quando acaba, não há mais casa para se abrigar.

A linguagem e as analogias de Greg Palast são responsáveis pelo tom enfático do escritor, mas no livro há fotos comprobatórias daquilo que ele escreve, e mais documentos ele mantém expostos no seu site para que não reste dúvida da veracidade do que está falando, mesmo com uma memória confundida pela pinga.

Ele conta que, já tendo prejudicado o Brasil nessa dimensão, FHC pediu mais empréstimo para o FMI para ser usado na sua reeleição. “Robert Rubin não samba, mas o secretário do Tesouro dos EUA conhecia a dança brasileira e era mais eficaz do que Mendelson. Ele e seu sucessor, Summers, arrumaram um empréstimo de $41 bilhões para o Brasil […] FHC derrotou Lula, e então, apenas 15 dias após as eleições, o Tesouro dos EUA deixou a moeda brasileira despencar, as taxas de juros subiram novamente e a economia foi para o inferno” disse Palast, ilustrando seu texto com uma fotografia do documento confidencial que comprova a transação.

Para pagar o empréstimo FHC teve de fazer uma privatização “em queima de estoque”. “Os banqueiros tentaram aplicar o mesmo golpe em 2002, quando Lula enfrentou José Serra. Desta vez foi oferecida outra linha de crédito do FMI: O Brasil teria de entregar seus bancos estatais para os financistas privados” contou o jornalista afirmando que o acordo confidencial contem 60 e poucas páginas e está assinado por FHC. Mas Lula ganhou as eleições e “mandou o FMI enfiar os acordos”, disse Palast, “ao invés de implorar por restos para os financistas internacionais, ele abriu os cofres do banco estatal e emprestou mais de meio trilhão de dólares para fábricas, fazendas infraestrutura — mas nenhum real para derivativos, aquisições hostis ou CDOs”.

Imagino que, de fato, este artigo seja motivo de mal estar, afinal a publicação de Greg Palast, da qual estou falando, data de 2014, o que significa que nós, brasileiros, levamos mais de quinze anos sem saber dessa história.

O FHC desenhado por Palast, por Ana Cláudia Dantas | GGN

13/06/2015

Folha, um jornal sem educação

fsp 13062015Com indisfarçável alegria, a Folha comemora em manchete a derrota dos professores paulistas. Exatamente 90 dias após o início da greve dos professores, a Folha dá capa para o assunto. Em nenhum momento antes fez qualquer reportagem para mostrar a real situação, tanto em relação às reivindicações dos professores, seja em relação à intransigência do governo do Estado. Não se trata apenas da blindagem ao eterno poder do PSDB sobre São Paulo, mas de informação sonegada, ao melhor método Rubens Ricúpero, escondendo como se não existisse, de toda comunidade escolar. Não há nada mais paradigmático para um grupo que lida com informação do que o silêncio sobre assunto que envolve tanta gente. Pior, exatamente quando os professores encerram sua luta o jornal dá ares de sua graça para tripudiar.

Infelizmente, a Folha faz isso porque há parcela significativa da sociedade que compactua no combate aos professores.  A manchete da Folha faz parte de uma lógica levantada pela sua parceira do Instituto Millenium, a revista Veja, que pediu “menos escolas, mais prisões”.

Enquanto os setores progressistas não se derem conta de que, hoje, o principal entrave para a melhora da nossa sociedade se encontra exatamente nos  associados dos Instituto Millenium não haverá esperança de de que tenhamos avanços no processo civilizatório.

Nunca é demais lembrar que o Governo de São Paulo distribui milhares de assinaturas da Folha, Estadão e Veja nas escolas públicas. Se isso não explica tudo, é mais do que suficiente para se ter uma ideia de onde está o verdadeiro banditismo. O criminoso mais perigoso é aquele que faz seu crime parecer um bem. Nisso a Folha tem boa parceria, não só no governo do Estado, mas em vários setores da sociedade. Quando alguém usa a democracia para pedir um Golpe de Estado está tendo um comportamento não só esperado, mas festejado por quem não tem a menor educação. Educação no seu sentido mais nobre, como ensinado por Paulo Freire.

O comportamento da Folha é mais nocivo que o tráfico do Fernandinho Beira-Mar, porque Fernandinho entrega seu produto para quem quer destruir a própria vida, enquanto a Folha entrega um produto com o objetivo de destruir a vida dos seus adversários.

Fico me perguntando o que eu faria com a Folha se estivesse dando aula numa das escolas em que ela é distribuída pelo Geraldo Alckmin.

Derrotados, professores encerram greve mais longa da categoria em SP

Parados há 89 dias, docentes da rede estadual pediam reajuste de 75%, mas não conseguiram nada

Governo Alckmin não apresentou nenhuma proposta de aumento; movimento perdeu força após corte de ponto

(WÁLTER NUNES)COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A mais longa greve da história da rede estadual de ensino de São Paulo terminou nesta sexta-feira (12), depois de 89 dias, sem nenhum acordo entre professores e a gestão Geraldo Alckmin (PSDB).

A maioria que compareceu à assembleia da categoria, na avenida Paulista, decidiu encerrar a paralisação apesar de não ter conseguido nenhum aumento salarial.

Os professores pediam reajuste de 75,33% –suficiente, segundo a Apeoesp (sindicato docente), para equiparar os salários dos professores aos dos demais profissionais com ensino superior no Estado.

O governo não apresentou proposta de reajuste. Diz que divulgará um plano até julho, quando completará um ano do último aumento. Os professores devem voltar às atividades na segunda-feira (15). A reposição de aulas será definida por cada escola.

A greve acabou se esvaziando e perdendo adesão principalmente depois do corte de ponto dos grevistas pelo Estado –com aval da Justiça.

A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, negou derrota da categoria, que, segundo ela, continua insatisfeita. "Ninguém vai sair de cabeça baixa. O governo queria a derrota do movimento, mas ele não conseguiu", afirmou. Segundo a PM, a assembleia reuniu cerca de mil pessoas. O sindicato estimou 8.000.

A greve foi anunciada em 13 de março, em meio a um ato em defesa de direitos trabalhistas que reuniu diferentes sindicatos e movimentos sociais e também serviu de apoio ao governo da presidente Dilma (PT).

‘SOBREVIVER’

"Nós viemos para votar não, porque não temos mais condições de ficar parados sem salário. Precisamos sobreviver", afirmou Sueli Pinto Arantes, que saiu de Ribeirão Preto para a assembleia.

A decisão sobre a manutenção da greve já havia sido apertada na semana passada, quando foram necessárias duas votações, devido ao equilíbrio na primeira.

No auge da paralisação, em abril, a Apeoesp contabilizava adesão de 75%. Nos últimos dias, falava em 30%.

A Secretaria de Estado da Educação chegou a falar em até 9% de faltas, mas depois disse que a taxa de ausência estava limitada a 2%.

Em nota, a gestão Alckmin disse que a greve era "um movimento isolado".

O governo afirmou ainda que concedeu 45% de reajuste em quatro anos.

Parte desse percentual, porém, se refere à incorporação de gratificação ao salário-base, que beneficia aposentados, mas tem impacto quase nulo para servidores ativos.

    08/03/2015

    Os assassinos estão soltos

    Por Justiça MIlitar CAPA Nada de novo no front. Continua a louca cavalgada das bestas do Apocalipse. O que Paul Baumer, personagem construído pelo escritor Erich Maria Remaque, viu na Alemanha nazista pode ser visto no Brasil, diariamente, pelas páginas dos jornais da cinco famílias cujo patrimônio foi construído sob tortura, estupro e morte, na ditadura.

    O que foi um horror para os brasileiros, para as cinco famílias e seus ventríloquos, a ditadura foi uma benesse. É encima deste cenário que se desenha, literalmente, n’O Globo. Já não se faz editorial para saudar a implantação da ditadura. Desenha-se o assassinato. O exército fundamentalista da Globo prepara corações e mentes para o jihadismo golpista.

    Triste coincidência. Na ditadura, os verdugos tapavam a cara não só por falta de hombridade, por falta de vergonha na cara. Na democracia, conquistada graças a lutadores como Dilma, os assassinos continuam tapando a cara, para disfarçar o ódio que nutrem a quem ousa distribuir um pouco de dignidade aos brasileiros mais necessitados.

    Por mais que a Globo tenta esconder a cara, é como na fábula da rã e do escorpião, é da natureza da Globo o golpismo com eliminação de quem ousa pensar diferente. Quem não consegue vencer pelo debate de ideias, elimina o adversário. Se nem sempre literal, mas subliminarmente, como na lição da lei Rubens Ricúpero no Escândalo da Parabólica: pelo silêncio ou pela mentira.

    Como não poderia deixar de ser, a Globo se alia aos dois principais envolvidos com a corrupção, Renan Calheiros e Eduardo Cunha. Segue o scrip daquele documentário, Inimigo do meu inimigo é meu amigo. A CIA fez isso com o que sobrou dos nazistas. Aliou-se a eles para derrubarem governos latinos-americanos e implantarem ditaduras. Em relação à Globo, a história, como os filhos, se repete como farsa. Muito além do Cidadão Kane

    Será que o Globo quer cortar a cabeça de Dilma?

    Edição 247/Fotos: Divulgação/ Wilson Dias/Agência Brasil:

    Charge principal do jornal dos irmãos José Roberto, Roberto Irineu e João Roberto Marinho mostra a presidente Dilma Rousseff prestes a ser degolada pelo Estados Islâmico; feita pelo cartunista Chico Caruso, a ‘arte’ não parece contextualizada com nenhum fato atual e nem indica quem seria o terrorista que empunha a lâmina; em meio ao clima de radicalização política no País, estimulado por setores da imprensa, fica no ar a dúvida: trata-se de um desejo secreto da família midiática mais rica e poderosa do mundo?

    8 de Março de 2015 às 07:00

    247 – Ao contrário da torcida e da militância de setores da mídia brasileira, a presidente Dilma Rousseff não foi implicada na Operação Lava Jato. Não teve um caso arquivado, porque não chegou sequer a ser investigada, como lembrou, ontem, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

    Neste domingo, no entanto, a charge principal do jornal O Globo, dos irmãos Marinho, a veste de laranja, como os prisioneiros do Estado Islâmico, e a coloca prestes a ser degolada por um terrorista.

    Produzida pelo cartunista Chico Caruso, a ‘arte’ não parece contextualizada com nenhum fato atual e deixa no ar a dúvida: será que a família midiática mais rica e poderosa do mundo quer a cabeça da presidente Dilma?

    Será que o Globo quer cortar a cabeça de Dilma? | Brasil 24/7

    04/01/2015

    Rede Globo de Sonegação

    MidiaLatuffComo disse o Azenha, a Globo tem direito em informar que Lula teve uma filha fora do casamento; que ele tinha um aparelho de som 3 x 1; que ele comprou, numa cooperativa, cotas de um apartamento.

    Pena que não temos  direito de saber de quanto foi a sonegação da Globo na Copa de 2002.

    Também não sabemos como foi a negociação que colocou ACM no Ministério das Comunicações, no Governo Sarney, nem como  Roberto Marinho chegou a ABL pelas mãos do Sarney.

    Tampouco sabemos onde foram parar os 450 kg de cocaína encontrados naquele helicóptero que também sumiu.

    A Globo também nunca informou quem escondeu Miriam Dutra na Espanha,  os motivos do seu ostracismo, nem quem a sustentou. Até que os filhos de D. Ruth Cardoso fizeram um exame de DNA e provaram que o rebento era só filho da mãe.

    A pergunta que não quer calar: foi mediante a mancebia com Miriam Dutra que a Globo capturou FHC a ponto de escalar Carlos Monforte para montarem com Rubens Ricúpero o famoso Escândalo da Parabólica?!

    Por que sabemos até quando Lula dá um pum mas não tivemos o direito de saber quando o Estadão manteve Pimenta Neves como  Diretor de Redação onde havia assédio moral e sexual a ponto de vir a assassinar, pelas costas, com um tiro na nuca, Sandra Gomide.

    A Rede Globo admitiu que foi um erro apoiar a ditadura, com aquele editorial que saudava a chegada dos gorilas. Os mesmos gorilas que transformaram Roberto Marinho, de magarefe de fundo de quintal no homem mais rico, segundo a Revista Forbes, do Brasil.

    Se errou, porque a Rede Globo não pede desculpas? Por que a Rede Globo não devolver o produto que acumulou em função do “erro”?

    Azenha ocupa o “triplex” do Lula

    O três em um do Lula em Guarujá, 25 anos depois


    Se você falar num “três em um” numa rodinha de jovens muitos vão fazer cara de paisagem. É o mesmo que falar em óleo de fígado de bacalhau, DKV ou Olivetti.
    Em 1989 ter um “três em um” em casa era símbolo de status. Especialmente aqueles que vinham acompanhados de grandes caixas de som. Vitrola, toca-fitas e rádio, tudo num mesmo aparelho!
    Eu morava, então, em Nova York. Era correspondente da TV Manchete.
    Testemunhei um momento histórico, via satélite. A Globo colocou ao vivo o sinal do debate presidencial entre Lula e Fernando Collor para ser visto na cidade. Se não me engano, foi num restaurante da rua 46, então a rua dos brasileiros em Manhattan, hoje tomada por comerciantes coreanos.
    Durante o debate, Collor “acusou” Lula de um pecado imperdoável para um operário “igualzinho a você” — era o slogan utilizado pela campanha de Lula: ter um “três em um” sofisticado.
    O simbolismo era inescapável: o dirigente sindical teria dirigido as grandes greves do ABC em busca de vantagens pessoais. Era um aproveitador. Nos bastidores, dizia-se também que Lula tinha abandonado a cachaça e aderido ao uísque importado, como se isso fosse um crime lesa-Pátria.
    Na época, ninguém perguntou se Collor também tinha “três em um” em casa. Logo ele, filhinho de papai da oligarquia alagoana! Era o máximo da desfaçatez.
    Lembrei-me do episódio ao receber, por e-mail, os links de várias reportagens de O Globo e da Folha sobre o triplex do Lula em Guarujá.
    O ex-presidente declarou pagamentos feitos à cooperativa responsável pelo imóvel em 2006. Disse ao imposto de renda ter pago R$ 47.695,38 até então. O valor total foi quitado em 2010.
    Em nota, o instituto Lula falou em “suposto apartamento”, já que o ex-presidente nunca ocupou o imóvel e nem assumiu oficialmente a propriedade. Esclareceu que a primeira dama Marisa Letícia comprou uma cota do prédio em 2005, da Bancoop, paga em prestações. O casal não decidiu ainda se fica com o imóvel.
    Para turbinar a notícia, a Folha cita corretores não identificados que avaliaram o apartamento em R$ 1,5 milhão. Minha sugestão é que o Otavinho compre o imóvel por este preço. Dinheiro certamente não é problema para o dono da Folha. Nem para os bilionários irmãos Marinho, tão interessados no caso.
    Independentemente da “avaliação” da Folha estar ou não correta, é óbvio que o imóvel é compatível com a renda de um presidente que cumpriu oito anos de mandato, pagou em prestações e hoje viaja o mundo dando palestras.
    A questão aqui é outra: por que sabemos tudo sobre o apartamento de Lula e absolutamente nada sobre os imóveis de Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Alckmin e Aécio Neves? Em nome de quem está o apartamento que Aécio ocupa em Belo Horizonte, por exemplo? FHC tem mesmo um apartamento na avenue Foch, em Paris?
    A explicação é simples e repetitiva: dois pesos, duas medidas.
    Vinte e cinco anos depois, com a perspectiva de Lula se candidatar em 2018, o “três em um” se tornou “triplex”.
    É bala na agulha para enredar o ex-presidente com uma das acusadas na Operação Lava Jato, a empreiteira OAS, que concluiu as obras do edifício em Guarujá.
    O ex-presidente deve estar acostumado.
    Em 1989, na reta final da campanha, a ex-namorada de Lula, Miriam Cordeiro, apareceu no Jornal Nacional e na campanha de TV de Fernando Collor acusando Lula de ter sugerido a ela que abortasse a filha Lurian, além de falar mal dos negros.
    O jornal O Globo chegou a produzir um editorial justificando a baixaria, intitulado O Direito de Saber. Trecho:
    Até que anteontem à noite surgiu nas telas, no horário do PRN, a figura da ex-mulher de Lula, Miriam Cordeiro, acusando o candidato de ter tentado induzi-la a abortar uma criança filha de ambos, para isso oferecendo-lhe dinheiro, e também de alimentar preconceitos contra a raça negra.
    A primeira reação do público terá sido de choque, a segunda é a discussão do direito de trazer-se a público o que, quase por toda parte, se classificava imediatamente de ‘baixaria’.
    É chocante mesmo, lamentável que o confronto desça a esse nível, mas nem por isso deve-se deixar de perguntar se é verdadeiro. E se for verdadeiro, cabe indagar se o eleitor deve ou não receber um testemunho que concorre para aprofundar o seu conhecimento sobre aquela personalidade que lhe pede o voto para eleger-se Presidente da República, o mais alto posto da Nação.
    Que ironia!
    As mesmas Organizações Globo nunca acreditaram que o eleitor brasileiro tinha o direito de saber que Fernando Henrique Cardoso teve um caso com uma repórter da emissora, ANTES de ser candidato pela primeira vez ao Planalto.
    Do caso teria nascido uma criança.
    Ambos, mãe e filho, viveram “exilados” na Europa, uma notícia que só foi dada pela revista Caros Amigos no ano 2000! O filho, revelou muito mais tarde um exame de DNA, afinal não era, mas sempre foi tratado como herdeiro.
    O brasileiro nunca teve — e provavelmente jamais terá — o direito de saber deste logro histórico! Pelo menos não nas páginas dos jornalões e nos telejornais da Globo.

    Azenha ocupa o “triplex” do Lula | Conversa Afiada

    23/12/2014

    Desinventando o jornalismo

    aecio-sampaioOs mesmos interessados que desestabilizaram a Líbia, Egito, Síria, Ucrânia, que tentaram na Turquia, na Venezuela e no Brasil, são os mesmos que tentam manipular na Grécia. Por trás e na frente de todos, a CIA, os EUA, o capital financeiro internacional e as petroleiras. O que espanta é a desfaçatez, a idiotice da manipulação mais grosseira, como se fôssemos broncos, sem qualquer capacidade de discernimento.

    Não é a Grécia que desinventa a democracia, mas a mídia de desinventa a informação. Informação só é válida se atende aos interesses de quem a finanCIA. A seleção do que se vai falar ou de que se vai calar é puramente ideológica e atende exclusivamente aos interesses dos donos dos meios de comunicação. O famoso Escândalo da Parabólica, envolvendo Rubens Ricúpero e Carlos Monforte, na Rede Globo, é emblemático do que estou dizendo.

    Por que não traçar um paralelismo entre o que estão tentando fazer na Grécia com o que Carlos Sampaio & Aécio Neves estão tentando fazer no Brasil? Por que lá é desinvenção da democracia e o que estes dois palhaços estão tentando fazer no Brasil não é?!

    CLÓVIS ROSSI

    Grécia ‘desinventa’ a democracia

    Risco de que a esquerda ganhe uma eventual eleição geral leva a manobras nada limpas ou democráticas

    Atenas pode ter inventado a democracia, mas, agora, dirigentes gregos (e os mercados financeiros internacionais) estão em plena campanha terrorista para evitar que se pratique o mais simbólico ato democrático, que é o de votar.

    Por partes:

    1 – O Parlamento grego está votando para escolher um novo presidente. São necessários 200 votos, dos 300 congressistas, para que um candidato se eleja.

    2 – O candidato da coalizão governista obteve, na primeira votação, apenas 160 votos. Nesta terça-feira, 23, faz-se a segunda votação, com idêntico quórum.

    3 – Se de novo não forem alcançados os 200 votos, a porcentagem mínima cai para 180 na terceira e última votação, a se realizar dia 29.

    4 – Se nem assim for eleito um presidente, é obrigatória a convocação de eleições gerais, estas sim destinadas a escolher quem governa, já que o presidente é uma figura apenas cerimonial.

    Eleições, para meu gosto, são sempre a solução, não um problema.

    Mas para a Grécia, presa no labirinto de sua formidável crise, convocar eleições gerais equivale a entregar o poder a uma certa Syriza (Coligação de Esquerdas), conforme demonstram todas as pesquisas.

    E a Syriza é virulentamente contra o programa de austeridade implantado nos últimos anos e tido como responsável por um retrocesso econômico inédito em país que não enfrentou uma guerra.

    A economia retrocedeu 25% nesses cinco anos de crise, o desemprego saltou de 8,3% para 27% e a dívida pública mantém-se em números assustadores (€ 322 bilhões, cerca de 170% do PIB).

    A Syriza quer renegociar a dívida e implantar um programa de gastos sociais de cerca de € 11,6 bilhões –condições que são um anátema para os credores e para a troika (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia), a verdadeira gestora da economia local.

    Para evitar que a eleição seja antecipada (o normal seria realizá-la em junho de 2016), o governo do conservador Antonis Samaras (Nova Democracia) está fazendo o diabo. Literalmente.

    Segundo denúncia de um deputado do grupo Gregos Independentes, um intermediário supostamente em nome do governo ofereceu suborno para que votasse a favor de Stavros Dimas, o candidato oficialista à Presidência. O governo nega, como é fácil de imaginar.

    Mas Samaras também tentou adoçar a boca dos congressistas ao prometer que, se elegerem um presidente (mesmo que não seja Dimas), antecipa a eleição geral para o fim de 2015, em vez de fazê-la no início do ano, como seria de regra caso não se consiga eleger o presidente.

    Espera, com esse intervalo, que se consolide a tímida e incipiente recuperação da economia grega, o que, em tese, tiraria votos da Syriza.

    É uma aposta nada democrática, mas que se explica pelos números de outra pesquisa, do Pew Research Center (EUA): 95% dos gregos se dizem insatisfeitos com a maneira como andam as coisas em seu país.

    Votar na coligação que promete mudá-las radicalmente seria muito natural –e democrático.

    crossi@uol.com.br

    11/10/2014

    Caos Aéreo

    caos aereoA Veja criou até um verbete para doutrinar sua manada. Desde que Lula assumiu e continuou no governo Dilma, Eliane Cantanhêde, porta-voz do PSDB e colonista da Folha, martela sobre o caos aéreo no Brasil. Hoje a Folha esconde no caderno Cotidiano a informação de que o Brasil tem o menor índice voos atrasados dos últimos 10 anos. Para quem levava à capa qualquer notícia a respeito de quem sofria atraso nos aeroportos com o único intuito de desgastar Lula e Dilma, esconder nas internas do jornal só revela o velho e permanente método Rubens Ricúpero: esconder o que é bom para Dilma e mostrar o que é ruim.

    Só em Cláudio, Mina Gerais, não atrasa voo. Porque lá só desce e sobre aviões com Aécio Neves ou, segundo a ADPF, outras coisas… Nas terras do titio Quedo não há caos aéreo.

    Brasil tem menor índice de voos atrasados em 10 anos

    Em 2013, 7,89% dos voos atrasaram mais de 30 minutos, segundo a Anac

    Regras mais rígidas e o fato de as empresas terem ampliado tempo previsto de voo estão entre as explicações

    RICARDO GALLO, DE SÃO PAULO, para a FOLHA

    O Brasil bateu em 2013 o recorde de pontualidade de voos nos últimos dez anos, segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

    No ano passado, 7,89% dos voos atrasaram mais de 30 minutos e 3,08% mais de 60 minutos, de acordo com o anuário da agência, a ser divulgado na segunda (13).

    Em 2012, o índice de voos atrasados havia sido de 10,97% (mais de 30 minutos) e de 3,68% (mais de 60).

    O pior ano para o setor –e para os passageiros– foi 2007, auge da crise aérea, quando um a cada três voos atrasou mais de meia hora.

    Desde então, regras mais rígidas impuseram às empresas aéreas, por exemplo, obrigações de assistência a passageiros em caso de atraso e cancelamento de voos.

    Segundo a agência, a concessão de aeroportos (Cumbica, Brasília, Viracopos, Confins, Galeão e São Gonçalo do Amarante-RN) ajudam a melhorar a infraestrutura e, consequentemente, impactam nos resultados, principalmente a longo prazo.

    Isso porque os concessionários responsáveis pelos aeroportos têm compromissos a cumprir com ampliação e manutenção de qualidade.

    VOOS MAIS LONGOS

    Mas uma das principais explicações para o resultado está em um expediente adotado pelas companhias aéreas nos últimos anos. Elas aumentaram o tempo reservado para viagem, criando "folgas" que permitam atenuar atrasos ao longo o dia.

    Um voo não vai para o destino e volta. Ele vai, por exemplo, de Guarulhos para o Recife, de lá para Manaus, de lá para Boa Vista. Assim, atrasar o voo na origem causa efeito cascata que afeta todos os voos seguintes, o que prejudica os passageiros e, no limite, a própria empresa.

    Esse tempo é definido por meio de um instrumento chamado "Hotran", por meio do qual a empresas aérea diz para a Anac qual horário reservou para determinado voo.

    A reserva de horário de um voo que levava 65 minutos tem, agora, três minutos a mais, diz Maurício Emboaba, consultor técnico da Abear, associação que reúne TAM, Gol, Azul e Avianca."Os tempos de viagem estão aumentando sim e criando mais folgas, porque temos deficiências acentuadas de infraestrutura."

    Entre elas estão as restrições de espaço aéreo e de limitação de capacidade dos aeroportos que criam filas para pousos e decolagens.

    Há outras razões para a melhoria de eficiência, disse Emboaba. Os voos estão "fechando" (o último passageiro a embarcar) com maior antecedência, em média de 45 minutos, ante 30 minutos adotados anteriormente.

    No geral, foram transportados, em 2013, 109,2 milhões de passageiros pagos.

    21/09/2014

    Apesar da oposição da Folha, Veja & Estadão

    folha mafiaNão é novidade, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium ou negam créditos, ou creditam o que é ruim ao prefeito de São Paulo. Informação, nada. Até porque os grupos negociam informação mas o prefeito não é camelô. Uma frase pinçada no meio do texto é como se fosse um ato falho, provando o que estou dizendo: “Sua gestão também começou a aparecer mais com o início do horário eleitoral na TV. O PT vem exibindo ações da prefeitura na propaganda de Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado.”  É o velho comportamento da velha mídia, tão bem resumido no episódio do Carlos Monforte, da Rede Globo, com Rubens Ricúpero, Ministro de FHC, que ficou conhecido como o Escândalo da Parabólica.

    Na imagem, um pequeno exemplo de como funciona a propaganda subliminar da velha mídia no velho “Método Ricúpero”.

    TERMÔMETRO PAULISTANO

    Aprovação de Haddad sobe; maioria defende ciclovias

    Segundo Datafolha, 22% dos paulistanos consideram gestão ótima ou boa

    É o primeiro aumento de popularidade desde os protestos de junho; 80% apoiam criação de vias para as bicicletas

    ANDRÉ MONTEIRODE SÃO PAULO

    No momento em que cria uma rede de ciclovias em São Paulo, principal marca de seu segundo ano no cargo, o prefeito Fernando Haddad (PT) vê sua popularidade subir.

    Segundo pesquisa Datafolha concluída na quarta-feira (17), o índice de quem considera sua gestão ótima ou boa subiu de 15%, em julho, para 22%. É o primeiro aumento desde as manifestações do ano passado.

    A taxa de reprovação do prefeito (quem considera seu trabalho ruim ou péssimo) teve variação ainda maior e despencou de 47% para 28%.

    Em junho, Haddad anunciou um plano de criar 400 km de ciclovias até o fim do ano que vem, dos quais 78,3 km já foram entregues.

    Segundo a pesquisa, 80% dos paulistanos dizem ser a favor da implantação dessas vias e 60% acreditam que a bicicleta é um meio de transporte viável para o dia a dia.

    Apesar disso, o número de adeptos é tímido –3% dizem usar a bike com frequência.

    Um em cada três paulistanos tem bicicleta. Nesse grupo, 47% dizem já haver usado uma ciclovia da cidade. A maioria, porém, declara pedalar nessas vias no máximo duas vezes por semana.

    Dos que não têm bicicleta, 22% afirmam que pretendem comprar no futuro próximo.

    APROVAÇÃO

    O aumento da popularidade de Haddad coincide também com uma maior exposição do prefeito.

    Pressionado pelo PT, ele vem saindo mais do gabinete. Reforçou sua agenda pública nos últimos meses e passou a visitar obras para dar visibilidade a ações que ainda estão em andamento.

    Sua gestão também começou a aparecer mais com o início do horário eleitoral na TV. O PT vem exibindo ações da prefeitura na propaganda de Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado.

    A aprovação das faixas exclusivas de ônibus, marca do primeiro ano de Haddad, também cresceu –91% dos paulistano são favoráveis, uma alta de sete pontos em relação a junho passado, segundo o Datafolha.

    Foram criados 358 km de faixas para os coletivos desde 2013, sobretudo após os protestos. Para 71%, elas melhoraram o trânsito.

    De acordo com a pesquisa, 77% dos paulistanos usam ônibus. Desses, 23% avaliam o trabalho de Haddad como ótimo ou bom. Entre os usuários de carro, o índice de aprovação é menor (17%).

    O Datafolha ouviu 1.121 pessoas acima de 16 anos na terça (16) e na quarta (17). A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.

    17/09/2014

    Paulo Roberto Costa ressuscita a Síndrome da Parabólica na Globo

     

    Por que a Globo esconde o passado de Costa?

    16 de setembro de 2014 | 12:33 Autor: Miguel do Rosário

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    Paulo Roberto Costa é cria tucana sim. Esteve à frente da construção do gasoduto Brasil – Bolívia, ao final dos anos 90.

    Costa deve suas primeiras nomeações importantes dentro da Petrobrás à FHC.

    A construção desse gasoduto, aliás, foi muito mal explicada. O Brasil ainda não tinha demanda de gás, e criava-se, desnecessariamente, uma dependência de um país politicamente instável.

    Segundo Fernando Siqueira, especialista na área de petróleo e gás, “a Petrobrás importou, durante cinco anos, 18 milhões de metros cúbicos de gás boliviano e pagou por 25 milhões, pois a atividade era anti econômica”.

    Pior, os pagamentos não eram feitos ao governo boliviano, mas a multinacionais instaladas na Bolívia, que exploravam as reservas de gás do país. Morales ainda não era presidente e o gás boliviano ainda não havia sido nacionalizado.

    As multinacionais eram Total (França), Repsol (Espanha), Amaco (EUA) e Enron (EUA), que pressionavam o Brasil a mudar sua matriz energética hídrica, criando assim mercado para o gás.

    “A Petrobrás fez um contrato absurdo”, denunciou Siqueira, o “pior contrato da história da Petrobrás”.

    Em 11 fevereiro de 1999, Fernando Henrique Cardoso assinou decreto desapropriando terras para a construção do gasoduto. Seria interessante resgatar exatamente quanto se pagou e a quem.

    Já que se aprovou a ida de Costa à CPI, alguém podia fazer perguntas a ele sobre este assunto.

    Como Paulo exerceu cargos importantes na área de plataforma, os senadores deveriam perguntar a ele se conhecia as picaretagens que resultaram no afundamento da plataforma P-36, que deu prejuízo de bilhões de dólares à Petrobrás.

    E não só prejuízo financeiro, mas humano (morreu gente), estratégico-operacional (parada de produção) e de imagem (o que reduz o investimento; quem irá investir numa companhia cujas plataformas afundam?).

    Vou repetir mil vezes para combater a manipulação da Globo.

    As primeiras nomeações políticas de Paulo Roberto Costa na Petrobrás aconteceram durante a era tucana.

    Essas informações são públicas.

    Se Costa foi picareta durante a era Lula, certamente já era picareta na era FHC e, portanto, pode falar também sobre desvios ocorridos na era tucana.

    A mídia não quer investigar nem punir ninguém. Ela quer espetáculo.

    Ela quer apenas produzir factóides que possam afetar as eleições, prejudicando Dilma.

    A prova disso é que ela vem omitindo, sistematicamente, a informação de que as primeiras nomeações de Paulo Roberto Costa para cargos de direção na Petrobrás aconteceram durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

    Eu revelei esta informação no blog sem grandes pretensões, porque ela consta em documentos públicos e o próprio Paulo Roberto Costa disse isso em seus depoimentos.

    Surpreendeu-me a reação agressiva da imprensa, nitidamente querendo esconder o fato.

    Será que Paulo Roberto Costa sabe de alguma falcatrua da época de FHC?

    Será por isso que a Globo está tão nervosa tentando esconder seu passado?

    O último factoide da mídia, de que alguém usando a rede da Petrobrás alterou o verbete de Paulo Roberto Costa, apenas revela a ansiedade da oposição (ou seja, da mídia) em não disperdiçar o que eles consideram a sua última bala de prata.

    Qual o problema em mexer no wikipédia do Paulo Roberto Costa?

    Wikipédia é para isso mesmo, para ser mexido!

    Qual o problema, se o objetivo é incluir uma informação verídica, constante em documentos públicos?

    Só se pode alterar wikipédia se for para acrescentar informações publicadas em jornais da Globo?

    Outra coisa, a “delação premiada” de Paulo Roberto Costa só tem valor se vier acompanhada de prova.

    Em caso contrário, é oportunismo.

    Há tempos que os picaretas presos pelo governo entenderam que basta falar coisas que a mídia quer ouvir para serem tratados como herois.

    O contrário é ainda mais verdadeiro. A mídia passa a perseguir o sujeito se ele não fizer o jogo sujo implícito na chantagem.

    Voltemos à tentativa da mídia de esconder o passado de Paulo Roberto Costa.

    O Jornal Nacional de hoje é vergonhosamente mentiroso.

    Ele cita o caso da alteração do Wikipédia, sem dizer o mais importante. Paulo Roberto Costa, efetivamente, obteve suas primeiras indicações políticas importantes, dentro da Petrobrás, durante o governo FHC.

    A reportagem é montada de maneira a fazer o telespectador acreditar que a alteração no wikipédia de Paulo Roberto Costa inseriu inverdades; e encerra dizendo que Paulo Roberto Costa foi diretor da Petrobrás durante os governo Lula e Dilma.

    Certo.

    Mas ele foi diretor também antes, durante o governo FHC.

    Isso a matéria não diz, confundindo o leitor.

    Manipulação grosseira.

    Uso indevido de uma concessão pública.

    Ser bem informado é um direito humano do brasileiro.

    A Globo explora uma concessão pública e recebe verbas públicas para manipular e omitir informações?

    Isso deveria ser crime.

    Confira a imagem abaixo. É um trecho de um relatório que a Petrobrás envia anualmente para Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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    É importante, neste momento, que a Petrobrás não se acovarde. Não faça o jogo da Globo.

    Repetindo. Em 1995, primeiro ano do governo FHC, Paulo Roberto Costa foi nomeado gerente geral de Exploração e Produção do Sul, responsável pelas bacias de Santos e Pelotas.

    Foi diretor da Gaspetro de maio de 1997 a dezembro de 2000. Exerceu outros cargos importantes durante o reinado tucano.

    A Globo está dando outro tiro no pé com essa história do Wikipédia.

    Se a população souber que Paulo Roberto Costa foi diretor da Petrobrás no tempo de FHC, isso atrapalhará a “narrativa” que a Globo quer impor à opinião pública.

    Outro dia, um dos irmãos Marinho, em entrevista ao Valor, comentava as recentes mudanças na empresa, que agora se chamará Grupo Globo. Ele afirmou que a vocação da companhia é “contar histórias”, querendo dizer que o forte da empresa é produção de conteúdo.

    Pois é, a Globo sabe contar histórias. E contar histórias implica em esconder o que deve ou não ser contado em determinado momento.

    Neste momento, não interessa à Globo liberar informações completas sobre Paulo Roberto Costa.

    Ele tem que ser ligado apenas aos governos Lula/Dilma, para prejudicar a candidatura Dilma.

    É mais uma loucura nascida da arrogância da Globo.

    Aliás, a própria Globo, distraidamente, publicou essa informação há alguns dias, ao criticar o “exagero” de uma acusação de Marina contra o PT.

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    A Globo está batendo cabeça.

    Como é possível esconder que alguém trabalhou numa empresa pública, se o fato está presente em inúmeros documentos?

    O servidor que incluiu um capítulo no verbete de Paulo Roberto Costa não fez nada de errado. Não sei como são as regras administrativas da estatal, quais são as liberdades internas para uso de internet.

    Mas a informação inserida por ele era absolutamente verdadeira.

    Para a Globo, pelo jeito, é crime contar a verdade.

    Por que a Globo esconde o passado de Costa? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

    28/08/2014

    Justiça condena jornalismo parabólica

    Rede GoebbelsA Rede Globo faz e acontece. As filiais, como a RBS, idem. Infelizmente o PT não aprendeu nada com os anos de palmatória. Continua puxando o saco dos grupos mafiomidiáticos. Passaram os anos demonizando o PT. Toda e qualquer notícia sempre aparece envolvendo o partido. Quando as notícias dizem respeito às outras agremiações, não aparece o nome de ninguém e nunca condenam as agremiações. Até aí, é da lógica política das cinco famílias (Civita, Mesquita, Frias, Marinho & Sirotsky). O que não dá para entender foi sempre esta passividade bovina do PT.

    De repente o PT vê-se obrigado a entrar na justiça para ser tratado pela Rede Globo como são os demais. Bobagem. Teria surtido mais efeito se ao invés de entrar na Justiça, os deputados e senadores não usassem os microfones para puxar o saco destas famílias, como fez Maria do Rosário, tecendo loas ao Grupo RBS. Tem gente no PT que sofre da Síndrome de Estocolmo, apanham mas continuam beijando a mão dos carrascos.

    Até parece que os petistas não lembram do Escândalo da Parabólica, quando o então ministro de FHC, Rubens Ricúpero entabulou acordo com a Rede Globo para mostrar só que beneficiava FHC e esconder o que o prejudicava. Se cafajestada não merece resposta à altura, a vítima legitima o cafajeste.

    Infelizmente, a Rede Globo ainda influencia, e muito, nas eleições. Desde Collor, todo salafrário tem cobertura favorável da Rede Globo, e só Leonel Brizola e Roberto Requião reagem com hombridade para cima dos mafiosos.

    Globo deve divulgar agenda de Padilha, determina Justiça

    DE SÃO PAULO – O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo determinou que a TV Globo exiba as agendas de Alexandre Padilha (PT) com a mesma periodicidade que as dos dois principais candidatos. A decisão foi uma resposta a um pedido do petista para ter seus compromissos divulgados diariamente.

    A emissora só mostra todos os dias candidatos que alcancem 6% nas pesquisas. Padilha tem 5% e, assim, tem cobertura semanal. A decisão diz que não é preciso dedicar o mesmo tempo a todas as campanhas. A TV Globo afirmou que não se pronunciará até a publicação oficial da decisão. Cabe recurso.

    23/08/2014

    Jornalismo tapioca ataca de dentadura

    Midia ganhafotonOs a$$oCIAdos do Instituto Millenium, por não terem o que dizer, ficaram semanas atacando o Ministro do Esportes, Orlando Silva, por ter comprado uma tapioca com cartão corporativo. A orientação coordenada pelo puteiro do Millenium é simples, cumprir a orientação consagrada por Rubens Ricúpero na reeleição de FHC, conhecido também pelo Escândalo da Parabólica: em relação ao Governo Federal, esconder o que é bom, inventar que está ruim. Foi assim que surgiram epidemia de dengue em pleno inverno, a epidemia de febre amarela, o caos aéreo, o #naovaitercopa, apagão elétrico, a inflação do tomate, o PIBinho.

    Ficou registrado nos anais da história do jornalismo de aluguel a declaração da Presidente da AssoCIAção dos Jornais, Judith Brito, de que a imprensa havia avocado para si o papel de oposição ao Governo Federal. Aliás, novamente a ANJ, em assoCIAção com a FRIBOI, se investe em partido de oposição e abraça o factóide Marina para atacar Dilma. Por que a ANJ não muda logo o nome para Cosa Nostra?

    É a dentadura da nordestina já recebeu da Folha mais atenção dos que o helicóptero com 450kg de cocaína, ou a corrupção no Metrô de São Paulo. Nenhum reportagem relevante a respeito do papel de Robson Marinho como duto de passagem de dinheiro da Alstom, Siemens para os cofres do PSDB. Por que a tapioca é mais importante que crise d’água em São Paulo. Sem contar que, em relação ao Dilma, Lula e o PT, os ataques são direitos, pessoais, frontais. Quando tratam das mazelas dos parceiros ideológicos, os males não tem pai, mãe nem filho. O racionamento d’água é culpa da falta de chuva, não do choque de gestão do governador Geraldo Alckmin. A USP quebra e não há ninguém relacionado ao PSDB na lista dos culpados. Cadê uma boa reportagem de como o descalabro se instalou na USP por força do meritismo (quando o segundo colocado tem mais mérito que o vencedor porque assim quis Geraldo Alckmin) implantado pelos sucessivos governadores do PSDB? O propinoduto do trens não abastece partido nem partidários do PSDB? Tudo parece acontecer em marte. E a Folha, que tem milhares de assinaturas pagas pelo governo de São Paulo distribuídas nas escolas, que também é de São Paulo, não conseguiu produzir uma reportagem sequer sobre aquela que já foi a melhor universidade do Brasil. Entendeu ou precise que desenhe?! Sobre a USP, um detalhe que a Folha sonega mas que o colunista André Singer faz questão de refrescar a memória dos anencefálicos: “Cabe lembrar que o referido gestor foi escolhido em condições excepcionais. Ao contrário do que ocorrera desde a redemocratização, o então governador do Estado optou pelo segundo da lista tríplice, preterindo aquele que obtivera mais apoio no colégio eleitoral da USP. Em consequência, os atos em questão contaram com pouquíssima legitimidade.

    O panfletarismo da Folha é tão grotesco que prefere martelar num mantra do que expor algo racional. Talvez a Folha não saiba, mas as políticas implantadas a partir do Governo Lula, que Dilma continuou, envolvem todas as esferas públicas. Há contrapartida. É o caso por exemplo da Bolsa Família. Ora, o Governo Federal estabelece o valor e as regras, as prefeituras se encarregam de levantar os beneficiados e fiscalizar o cumprimento das contrapartidas. As obras do PAC para a Copa igualmente tem participação das três esferas. Mas parece que para a Folha o Governo Federal exigir que os governos estaduais ou municipais cumpram com sua parte seja casuísmo de véspera de eleição.

    Governo pediu prótese antes de mulher gravar com Dilma

    Prefeitura baiana diz que implantou dentes em sertaneja após contato de ministério

    Segundo Ministério do Desenvolvimento Social, município foi só ‘avisado’ da necessidade de tratamento dentário

    JOÃO PEDRO PITOMBODE SALVADOR

    A agricultora baiana que ganhou dentes novos na véspera de gravar programa eleitoral com a presidente Dilma Rousseff (PT) recebeu o benefício após um pedido direto do governo federal à Prefeitura de Paulo Afonso (BA).

    A prefeitura, do PDT, disse que Marinalva Gomes Filha, 46, conhecida como dona Nalvinha, recebeu atendimento numa unidade municipal de saúde odontológica, por solicitação do Ministério do Desenvolvimento Social.

    Dilma e o ex-presidente Lula foram à cidade do sertão baiano nesta quinta (21) para gravação de imagens para o horário eleitoral –a visita também constava da agenda oficial da petista, conforme a Folha revelou nesta sexta (22).

    "Essa demanda chegou da assessoria do ministério", disse à reportagem o secretário da Saúde, Alexei Vinícius. O contato, disse ele, foi feito na segunda (18), por telefone.

    Após o pedido, a prefeitura mandou buscar Nalvinha na zona rural da cidade e a levou para colocar a prótese.

    A prefeitura informou que a unidade recebe cerca de 20 pacientes por dia e que ninguém deixou de ser atendido para dar lugar à agricultora.

    Nalvinha também recebeu, na semana da visita de Dilma, uma ampliação de seu fogão à lenha.

    Responsável pelo programa de "fogões ecológicos", em convênio com o governo federal e o governo petista da Bahia, a ONG Agendha disse que a obra era necessária.

    "Não é porque a presidente vinha que íamos deixar de fazer", disse Valda Aroucha, fundadora da ONG e filiada ao PT desde 2011.

    A construção do fogão e de duas cisternas na casa da agricultora integram o convênio com a ONG, orçado em R$ 4 milhões e que prevê a construção de 756 estruturas hídricas, como cisternas e barragens, e dos fogões.

    O "fogão ecológico" foi desenvolvido pelo pesquisador Maurício Lins Aroucha, fundador da Agendha e filiado ao PT desde 2008.

    Para o especialista em direito eleitoral Silvio Salata, consultor da OAB, a campanha praticou conduta vedada pela legislação, ao "usar bens e serviços públicos em favor" da candidata.

    "Foi oferecido um benefício a uma eleitora que iria aparecer na propaganda eleitoral", disse. Para ele, a conduta, se comprovada, pode resultar em multa ou até cassação da candidatura.

    OUTRO LADO

    O Ministério do Desenvolvimento Social informou, por e-mail, que identificou, em visita de equipe técnica que sempre antecede as visitas da presidente, a necessidade de atendimento odontológico para Nalvinha e que "avisou" a prefeitura –a pasta destacou o verbo em negrito.

    O ministério disse ainda que a agenda foi "mista, combinando atividades institucionais e eleitorais" e que Dilma fez "vistoria" da execução do programa Cisternas.

    A visita durou cerca de uma hora. A imprensa não teve acesso à casa de Nalvinha durante o período.

    Questionada sobre o benefício à agricultora na quinta (21), a assessoria do Planalto havia dito apenas que o assunto competia à ONG.

    A prefeitura informou que continuará o tratamento até que Nalvinha coloque prótese definitiva. A atual, de acrílico, é provisória.

    18/03/2014

    Jornalismo internado com Síndrome da Parabólica

    Ficou famosa e rodou o mundo a confissão involuntária, na Rede Globo, de Rubens Ricúpero: o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde! Aquilo que ficou conhecido, em 1994, como o Escândalo da Parabólica era, na verdade, a revelação do modus operandi do sistema mafiomidiático brasileiro. Pelas páginas dos jornais de hoje o Brasil está na iminência da quebra, à beira do poço. Escondido, como álibi da sonegação da informação, a notícia que interessa ao povo, mas causa ódio aos financiadores ideológicos do golpismo. Criação de emprego causa calafrios à direita. Bom mesmo é na Espanha, onde o desemprego beira os 27%, porque aí a fila de emprego é grande, dando mais opções por salários menores.

    Por incrível que pareça, a principal manchete da Folha de hoje é um jogo que já eles entraram perdendo:   a Copa 2014. Enquanto tentam jogar a copa contra a população e o governo, o povo fatura, o emprego, exatamente em função da Copa, cresce, e Dilma pode levar a eleição ainda no primeiro turno.  A situação no jornalismo da Folha é tão alarmante que ela já cobra uma dívida futura do setor elétrico mas esquece de lembrar aos paulistanos que o PSDB pode deixar São Paulo sem água durante a Copa. Isso não é jornalismo nem aqui nem em Cuba!

    Se em Cuba não há liberdade para fazer jornalismo, aqui as empresas deixaram de lado, por excesso de liberdade, o ramo do jornalismo e se dedicam a sugar os financiadores ideológicos. Viraram pena de aluguel! Tanto é verdade que um assunto relevante como este do pleno emprego, com economia em alta, a Folha se vale de uma agência alemã, a REUTERS. Não deixa de ser uma espécie de confissão: a REUTERS sabe mais sobre o Brasil do que a FOLHA!

    Brasil dobra criação de empregos formais em fevereiro

    Contratações em serviços apresentam resultado recorde para o mês; no total, 260,8 mil vagas foram geradas no mês passado

    DA REUTERS

    O Brasil registrou a abertura de 260.823 vagas de trabalho no mês passado, melhor resultado para meses de fevereiro desde 2011 e segundo melhor para o mês na série histórica do dado, influenciada por altas contratações no setor de serviços, na indústria e na construção civil.

    O número, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) apresentado ontem pelo Ministério do Trabalho, é mais que o dobro dos 123,4 mil postos gerados em fevereiro do ano passado.

    Em janeiro deste ano foram criados 30 mil postos com carteira assinada, de acordo com dados ajustados.

    Entre os Estados, 23 tiveram mais contratações do que demissões no mês passado. O destaque em números absolutos foi São Paulo, que registrou quase 78 mil vagas a mais em fevereiro.

    Pesquisa da Reuters feita com analistas de merca- do mostrou que a expectativa era de abertura de 110 mil vagas, com as projeções variando de 91 mil a 130 mil novos postos.

    Em fevereiro, as contratações foram lideradas pela forte expansão do emprego no setor de serviços, que apresentou contratação líquida de 143,3 mil pessoas –o melhor resultado do setor para um mês de fevereiro.

    Por subsetores destacaram-se as instituições de ensino e os segmentos de alimentação, de transportes, de comunicação e de saúde.

    A indústria da transformação mostrou contratação líquida de 51,9 mil trabalhadores, enquanto a construção civil teve admissão líquida de 25 mil operários.

    O comércio gerou 19,3 mil novas vagas, e a agricultura, mais 6.000 postos.

    A elevada geração de vagas ocorre em um mês de fevereiro que não contou com o feriado do Carnaval.

    A economia brasileira mostra os primeiros sinais de que a atividade neste início de 2014 está em ritmo positivo, com produção industrial e varejo em alta. Mas, segundo o boletim Focus, do Banco Central, o mercado espera alta de apenas 1,7% no PIB (Produto Interno Bruto) deste ano.

    Com São Paulo

    30/12/2013

    Quando a notícia é boa, é deste tamanhinho, ó

    O Brasil, pelos torcedores do contra, dos fracassomaníacos, está quebrado. Tão quebrado que aqueles que iram fazer compra no Paraguai hoje vão a Miami. Foi lá que Joaquim Barbosa conseguiu, via Asses JB Corp., um apartamento de alguns milhões pela bagatela de 10 dólares… Estes brasileiros, que, ao invés de irem aos EUA comprar quinquilharias fabricadas na China, usam o dinheiro para melhor de vida, constroem casa. Mas como isso atende a um programa Federal, que usa os bancos públicos, que a mídia quer ve-los privatizados, como indutores, a Folha, como manda Judith Brito, resume em dois parágrafos. É o tal do complexo da parabólica, quando Rubens Ricúpero espraiou em rede de televisão a verdadeira filosofia do PSDB e seus comparsas mafiomidiáticos: “o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde”….

    CASA PRÓPRIA

    Financiamento imobiliário bate recorde

    Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança atingiram o volume recorde de R$ 98,8 bilhões em 2013 até novembro, segundo dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

    O número é 34% maior que o do mesmo período de 2012. Do total financiado, 71% correspondem à compra de imóveis. O restante, à construção de moradias. Só em novembro, o volume de empréstimos, de R$ 10,1 bilhões, foi 31% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado.

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