Ficha Corrida

26/08/2014

Descoberto na selva mafiomidiática tribo de anencefálicos

Cria cuervos… Reinaldo Azevedo tanto fodeu com a inteligência dos outros que seus filhos começaram a aparecer. Não adianta negar a paternidade intelectual quando a indigência mental é dantesca tem o DNA da imbecilidade. Aqui se faz, aqui se paga!

Tucano lança kit macho e diz ter apoio de Reinaldo, que nega: mentira!

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O blogueiro Reinaldo Azevedo, de Veja, desabafou hoje em um de seus posts, declarando-se vítima da lorota de um candidato a deputado federal pelo PSDB no Distrito Federal. Dr. Matheus Sathler, o jovem candidato de 31 anos criador do "kit macho" e do “Kit Fêmea” para distribuir nas escolas, disse em entrevista ao UOL ter sido procurado por Azevedo e por Rodrigo Constantino (também da revista semanal). "Mentira!", grita Azevedo

25 de Agosto de 2014 às 21:48

Brasília 247 – O blogueiro da Veja, Reinaldo Azevedo, desabafou hoje em um de seus posts, declarando-se vítima da lorota de um candidato a deputado federal pelo PSDB no Distrito Federal. Registrado na Justiça Eleitoral como Dr. Matheus Sathler, o jovem candidato de 31 anos criador do "kit macho" para distribuir nas escolas, disse em entrevista ao UOL que "têm entrado em contato comigo o Reinaldo Azevedo e o Rodrigo Constantino (ambos colunistas e blogueiros da revista Veja). Nós, os liberais-conservadores, temos nos articulado, sim.” "Mentira!", grita Azevedo.

Em post do dia 12 de agosto nas redes sociais, Dr. Matheus Sathler afirma que "Depois que muitos companheiros viram o meu testemunho que rejeitamos milhões de reais de "doações" comprometedoras chegaram muitos pedidos de todo o Brasil para que nossa campanha aceitasse doações de empresas e famílias honestas. A população pediu e Dr. Matheus aceitou!
Atenção: Não queremos ofertas que irão fazer falta para o "pão nosso de cada dia" de ninguém. Precisamos muito da ajuda de todos vocês. O sistema é muito corruPTo", escreveu em nítida crítica ao PT. "Colabore com o projeto kit macho. Abaixo a perversão imposta pela Rede Globo e pelo PT", diz o post.

"Nunca vi esse cara mais gordo ou mais magro, jamais falei com ele e não tenho interesse em falar", diz Reinaldo Azevedo indignado. "Nunca falei com o sr. Sathler nem quero. Acho a sua proposta energúmena".

Leia o post de Reinaldo Azevedo

Tucano lança kit macho e diz ter apoio de Reinaldo, que nega: mentira! | Brasil 24/7

Descoberto na selva mafiomidiática tribo de anencefálicos

Cria cuervos… Reinaldo Azevedo tanto fodeu com a inteligência dos outros que seus filhos começaram a aparecer. Não adianta negar a paternidade intelectual quando a indigência mental é dantesca tem o DNA da imbecilidade. Aqui se faz, aqui se paga!

Tucano lança kit macho e diz ter apoio de Reinaldo, que nega: mentira!

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O blogueiro Reinaldo Azevedo, de Veja, desabafou hoje em um de seus posts, declarando-se vítima da lorota de um candidato a deputado federal pelo PSDB no Distrito Federal. Dr. Matheus Sathler, o jovem candidato de 31 anos criador do "kit macho" e do “Kit Fêmea” para distribuir nas escolas, disse em entrevista ao UOL ter sido procurado por Azevedo e por Rodrigo Constantino (também da revista semanal). "Mentira!", grita Azevedo

25 de Agosto de 2014 às 21:48

Brasília 247 – O blogueiro da Veja, Reinaldo Azevedo, desabafou hoje em um de seus posts, declarando-se vítima da lorota de um candidato a deputado federal pelo PSDB no Distrito Federal. Registrado na Justiça Eleitoral como Dr. Matheus Sathler, o jovem candidato de 31 anos criador do "kit macho" para distribuir nas escolas, disse em entrevista ao UOL que "têm entrado em contato comigo o Reinaldo Azevedo e o Rodrigo Constantino (ambos colunistas e blogueiros da revista Veja). Nós, os liberais-conservadores, temos nos articulado, sim.” "Mentira!", grita Azevedo.

Em post do dia 12 de agosto nas redes sociais, Dr. Matheus Sathler afirma que "Depois que muitos companheiros viram o meu testemunho que rejeitamos milhões de reais de "doações" comprometedoras chegaram muitos pedidos de todo o Brasil para que nossa campanha aceitasse doações de empresas e famílias honestas. A população pediu e Dr. Matheus aceitou!
Atenção: Não queremos ofertas que irão fazer falta para o "pão nosso de cada dia" de ninguém. Precisamos muito da ajuda de todos vocês. O sistema é muito corruPTo", escreveu em nítida crítica ao PT. "Colabore com o projeto kit macho. Abaixo a perversão imposta pela Rede Globo e pelo PT", diz o post.

"Nunca vi esse cara mais gordo ou mais magro, jamais falei com ele e não tenho interesse em falar", diz Reinaldo Azevedo indignado. "Nunca falei com o sr. Sathler nem quero. Acho a sua proposta energúmena".

Leia o post de Reinaldo Azevedo

Tucano lança kit macho e diz ter apoio de Reinaldo, que nega: mentira! | Brasil 24/7

21/08/2014

A marmota da manada foi barrada em taipa de estrume

Filed under: InVeja,Miriam Leitão,Rodrigo Constantino — Gilmar Crestani @ 8:11 pm
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jornalismo_independenteOs feitores da pocilga afogaram a marmota no seu subproduto, o esterco. Chocaram o ovo e só agora descobriram que o filhote era serpente.

Quem cria cuervos… 

Então, quem é mesmo contra a liberdade de expressão, quem defeca impropérios ou quem alimenta a mula?

E aquele ditado tão à moda de certo tipo de jornalismo, cuja autoria é atribuída ao filósofo Voltaire: “Discordo daquilo que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito de o dizeres”.

Se a Veja é assim tão defensora da liberdade de expressão, porque censurou sua anta? Então esta tal de liberdade de expressão é direito apenas a quem o patrão autoriza. Na veja, a liberdade só mediante autorização. Por isso esse jornalismo  celular, pré-pago. Pagou-levou! Também é teleguiado. Não precisa ter ideias, é entregar o capim que alimenta a manada.

Desde o Boimate, passando pela Nueva Konigsberg, a Veja é o ponto de encontro de uma manada acéfala a procura de uma égua madrinha.

A seletividade de Veja censura coluna de blogueiro

qui, 21/08/2014 – 14:57

Jornal GGN – Rodrigo Constantino teve uma de suas colunas barradas pela própria Veja.

O feito conquistado ocorreu quando Constantino afirmou que a jornalista Miriam Leitão, após depoimento de tortura sofrida pelo regime militar do governo Emílio Garrastazú Médici, ao aguardar pedido de desculpas das Forças Armadas, também deveria pedir desculpas por ter sido “uma comunista, do PCdoB, entoando hinos marxistas”.

“Acho que Miriam tem todo direito ao seu pedido de desculpas. Se sofreu o que diz mesmo, nada justifica isso. Mas ela não era uma heroína. Não era uma jovem democrata que defendia a liberdade. Portanto, cabe perguntar: e o seu pedido de desculpas, Miriam, não teremos?”, diz a publicação.

O colunista da Veja coloca em dúvida um de centenas de testemunhos de um período da história brasileira inquestionável de torturas e crimes da ditadura militar. Contradiz-se. “São relatos chocantes, e não tenho motivos para duvidar de sua veracidade”, expõe em um trecho. “Infelizmente, o debate sobre nosso passado está tomado por emoções fortes e muitos interesses, tudo isso turvando a razão” e “decidiu revelar as supostas (aprendi com os jornalistas a usar o termo quando não há provas) torturas”, em outros.

Não suficiente, Rodrigo Constantino recomenda “compreender o contexto daquela época de Guerra Fria e ameaça comunista” e abandonar a “postura maniqueísta”, colocando tais crimes e criminosos em equilíbrio, explicitamente, com “aquela turma jovem que sonhava com o modelo cubano ou soviético”.

Em seu depoimento, Miriam Leitão recorda que o motivo para ser presa em uma cela escura, nua, com uma jiboia, e alvo de tentativas de estupro coletivo, aliciada por vários militares, foi ser um dos jovens presos acusados de “tentativa de organizar o PCdoB no estado, de aliciamento de estudantes, de panfletagem e pichações”.

Além da ausência da configuração do ilícito; exposto o explícito uso de tais crimes para, como fim, tirar informações desses jovens por meio das torturas; e da falta de qualquer direito – seja ele humano ou carcerário, Constantino crê que a isso Miriam deva desculpas. A coragem da jornalista de ironizar o terrível forma-se em crença tola de uma desculpa injustificável em argumentos, seja lembrando a viva história, ou mesmo se o colunista quisesse se apegar a registros forjados das Forças Armadas. Por clara falta de provas, após meses de tortura, os jovens foram absolvidos.

Miriam Leitão esperou 42 anos para contar o relato não pelo efeito heroína – como tenta impor Rodrigo Constantino – mas porque “era uma jornada só minha”, nas palavras da jornalista.

Em um trecho do depoimento, Miriam revela a contradição e o trauma: “Minha cela ficava na fortaleza. Quando eu saía de lá à noite e era levada para outro local de tortura, eu a contornava e passava pela escadaria. Saía desse belo prédio circular, às margens da baía – e que hoje, por ironia, o Exército aluga para festas –, e era levada para a parte nova do quartel onde funcionavam algumas seções administrativas do quartel. Olhava aquele lugar lindo, lindo até hoje, o convento lá em cima, e pensava o quanto nada daquilo fazia sentido. Era uma beleza que contrastava com a violência daquele lugar. Eu não conseguia entender isso. Não entendia naquela época, não entendo até hoje”.

Ainda há outros pontos questionados da coluna, como afirmar que eram minoria os militares “que realmente praticaram tortura”, enfatizando a teoria dos “porões da ditadura”, ao compasso e contramão do grandioso trabalho da Comissão Nacional da Verdade que prova, a cada dia, que tais porões não existiam, que a ditadura era comandada, executada ou, pelo menos, sabida por todos os comandos das Forças Armadas.

A seguir, a coluna na íntegra de Rodrigo Constantino:

Miriam Leitão fala da tortura que sofreu na ditadura e quer pedido de desculpas. Legítimo, mas e o seu pedido de desculpas?

A jornalista Miriam Leitão decidiu revelar as supostas (aprendi com os jornalistas a usar o termo quando não há provas) torturas que teria sofrido durante o regime militar, incluindo ficar numa cela escura com uma jiboia e quase ser estuprada por vários soldados. São relatos chocantes, e não tenho motivos para duvidar de sua veracidade. Diz ela:

Minha vingança foi sobreviver e vencer. Por meus filhos e netos, ainda aguardo um pedido de desculpas das Forças Armadas. Não cultivo nenhum ódio. Não sinto nada disso. Mas, esse gesto me daria segurança no futuro democrático do país.

Uma postura decente. Miriam tem direito a um pedido de desculpas formal, e não resta a menor dúvida de que houve vários abusos e torturas por parte dos militares, o que é inadmissível. Segundo ela, seu único crime era integrar o PCdoB e fazer proselitismo entre os estudantes, além de ser namorada de outro militante, de quem estava grávida de um mês quando foi presa. Sendo verdade, isso não configura crime algum.

Infelizmente, o debate sobre nosso passado está tomado por emoções fortes e muitos interesses, tudo isso turvando a razão. A postura maniqueísta precisa ser abandonada. Compreender o contexto daquela época de Guerra Fria e ameaça comunista não é o mesmo que transformar os militares em santos, tampouco poupar aqueles que realmente praticaram tortura. Estes deveriam ter sido punidos pelos próprios militares decentes – grupo em maioria.

Por outro lado, a vitimização dos antigos comunistas, que tentam se pintar como legítimos democratas que do nada foram atacados por militares autoritários, não se sustenta por um segundo. Aquela turma jovem sonhava com o modelo cubano ou soviético, nada parecido com uma democracia. Alguns, como Fernando Gabeira, Arnaldo Jabor e Ferreira Gullar, fizeram uma dolorosa mea culpa de suas lutas juvenis equivocadas. Outros não. Querem pedidos de desculpas, mas não querem pedir desculpas.

Miriam Leitão, que gosta de um discurso de vítima em outras áreas (cartada sexual, racial, indígena etc), aproximou-se dos tucanos e passou a defender uma social-democracia nos moldes europeus, afastando-se assim do velho comunismo do passado. Com isso, passou a ser “acusada”, junto com os próprios tucanos, de “neoliberal” pela antiga esquerda mais radical. Não se conforma com isso.

Tanto é verdade que faz de tudo para ser “perdoada” pelos antigos companheiros. Mesmo quando precisa bater nos mais caricatos, nos “petralhas”, acaba atacando os conservadores e liberais também, como Reinaldo Azevedo e eu mesmo, para ficar bem na foto, posar de “neutra”. É um problema geral do tucanato: a lógica e a experiência os levaram mais para a direita, mas seus corações permanecem na esquerda. São prisioneiros emocionais do passado.

Acho, como já disse, que Miriam tem todo direito ao seu pedido de desculpas. Se sofreu o que diz mesmo, nada justifica isso. É uma postura covarde daqueles militares envolvidos. Mas ela não era uma heroína. Não era uma jovem democrata que defendia a liberdade. Era uma comunista, do PCdoB, entoando hinos marxistas e usando como símbolo a foice e o martelo.

Se essa turma tivesse logrado sucesso naquela época, o Brasil hoje seria uma imensa Cuba, algo que ainda não nos livramos justamente porque os comunistas ainda existem, sob o manto de bolivarianismo ou socialismo do século 21. Portanto, cabe perguntar: e o seu pedido de desculpas, Miriam, não teremos?

Rodrigo Constantino

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Leia comentário do colunista no Facebook:

***

O link original foi retirado do ar. Mas é possível acessar o conteúdo da coluna pelo serviço de compartilhamento de URLs para denúncia (http://naofo.de/1716).

Leia o depoimento de Miriam Leitão: A entrevista de Celso Amorim para Míriam Leitão, por Luiz Cláudio Cunha

A seletividade de Veja censura coluna de blogueiro | GGN

27/06/2014

Perderam, vira-latas!

 

Cadê o caos que vocês prometeram?

Por Jornalismo Wando

"O mais claro sinal de que vivemos uma mutação histórica é esta Copa do Medo. Há o suspense de saber se haverá um vexame internacional que já nos ameaça. Será péssimo para tudo, para economia, transações políticas, se ficar visível com clareza sinistra nossa incompetência endêmica, secular. Nunca pensei em ver isso. O amor pelo futebol parecia-me indestrutível"

"A Copa vai revelar ao mundo nossa incompetência"

Esses pensamentos de Arnaldo Jabor, produzidos no início desse mês, refletem a expectativa de grande parte da imprensa brasileira com relação a Copa do Mundo.

Desde que o Brasil foi anunciado como sede, muitas certezas foram construídas. O "caos aéreo", por exemplo, tinha a sua convocação garantida para o grande evento. Durante anos, jornalistas e políticos oposicionistas cravavam suas previsões:

O caos aéreo era apenas um dos inúmeros problemas que revelavam a nossa incapacidade em sediar um evento desse porte. A pregação pessimista incluía também o "apagão de mão de obra", "estádio inseguros" e "blecaute de comunicação". Até uma "aliança entre black blocs e PCC" nas manifestações durante os jogos aterrorizou a população. Durante anos o medo do vexame na Copa do Mundo martelou no noticiário:

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Muito "apagão", muito "caos", muita "vergonha". O quadro pintado pela mídia nacional e, por tabela, a internacional, não poderia atiçar mais o complexo de vira-lata brasileiro.

Mas, eis que chega a Copa, e nenhuma das profecias foi cumprida. A Copa do Medo não deu as caras. Estamos no fim da primeira fase e até agora não chegamos nem perto de um caos aéreo. Muito pelo contrário. Os atrasos nos aeroportos estão abaixo da média internacional, contrariando a histeria pré-Copa. A tragédia anunciada no espaço aéreo se mostrou um grande furada, o que deixou muita gente perplexa.

Mas o mais importante de tudo é que hoje nossa imprensa está em festa. O medo do vexame deu lugar a um sentimento de "sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor". Estádios ficaram prontos, aeroportos trabalham com eficiência, não houve blecaute de comunicação, a imprensa internacional elogia (o que é sempre fundamental!), enfim, o país está dando conta do recado e não há como negar.

Até os mais empenhados em apontar nossos defeitos tiveram que dar o braço a torcer. As profecias apocalípticas nem parecem ter naufragado, tamanha a desenvoltura com que exaltam a Copa, a alegria dos estrangeiros e a boa organização do evento.

E, pra ilustrar essa guinada dos nossos colegas, encerremos do jeito que começamos: com pensamentos jaborianos, dessa vez produzidos logo após o início do que ele chamou de "Copa do Medo".

"Vamos torcer até morrer! Não dá pé usar a Copa como motivo de manifestações."

"O Brasil ficou tão calmo (…) Há muito tempo não vejo tanta normalidade na vida brasileira"

É, Arnaldo, imagina nas Olimpíadas!

SQN

19/06/2014

Habemus Jumentum

 

Los Angeles Times tira “sarro” de colunista da revista Veja

Da Redação
Revista Fórum

A teoria da conspiração do colunista Rodrigo Constantino, da revista Veja, sobre o “2014” em cor vermelha no logo da Copa do Mundo ser uma propaganda subliminar em pleno ano eleitoral pode ter sido considerada uma genial sacada por muitos dos leitores do autor, na rede, no entanto, o texto virou motivo de discussão e Constantino virou piada.

logo-copa

O correspondente do periódico Los Angeles Times, Vincent Bevins, leu o texto “O logo vermelho da Copa”, e postou em seu Twitter: “Oh Deus. Colunista brasileiro defendendo que o vermelho 2014 na logo da Copa do Mundo é obviamente uma propaganda socialista”.

Não demorou muito para que seus seguidores caíssem na risada e sugerissem que a Coca-Cola também deve ser socialista.

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“Quase certo que a Coca Cola seja socialista raivosa também"

“Quase certo que a Coca Cola seja socialista raivosa também”

Ao passo que um dos seguidores tentou argumentar que o Brasil, sendo governado pelo PT vermelho, deve ter tido alguma influência na escolha, Bevins aponta que o colunista da Veja deveria ter no mínimo consultado o Google para saber quem de fato fez a criação do logo antes de escrever um texto inflamatório.

O logo em verde, amarelo e o subliminar vermelho foi criado pela agência de publicidade África – que concorreu com outros cinco logos também criados por agências. Segundo a “Gazeta Press”, o logo foi escolhido por uma equipe de notáveis formada pelo presidente do Comitê Organizador Local da Copa (COL), Ricardo Teixeira, o secretário da Fifa, Jerome Valcke, Oscar Niemeyer, Paulo Coelho, Ivete Sangalo, Gisele Bündchen e Hans Donner

Como apontou o site Muda Mais, provavelmente a maior má impressão que ficará para a imprensa estrangeira nessa Copa, será a “duvidosa” linha editorial de alguns dos periódicos brasileiros.

Los Angeles Times tira "sarro" de colunista da revista Veja « Sul 21

03/11/2013

Uma trupe animal: Leitão, Rottweiler, Constantino

Filed under: Miriam Porcão,Reinaldo Azevedo,Rodrigo Constantino — Gilmar Crestani @ 10:20 am
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Acredite em tudo o que um disser do outro! São filhos da mesma pocilga mafiomidiática! Sabe qual é a coincidência que une Miriam Leitão, Reinaldo Azevedo e Rodrigo Constantino? Todos pertencem ao staff do Instituto Millenium, ninho da “direita hidrófoba”.

Miriam: Constantino e Reinaldo emburrecem o País

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Colunista do Globo, Miriam Leitão publica importante artigo sobre a "direita hidrófoba";  segundo ela, Reinaldo Azevedo é, sim, um rottweiler, que já rosnou para ela várias vezes e pediu até que se desculpasse diante do ex-senador Demóstenes Torres; outro representante da tchurma, o economista Rodrigo Constantino, que também é colunista do Globo, produz "indigências mentais"; numa delas, ao falar sobre a nova presidente do banco central americano, perguntou: "O que importa o que a liderança do Fed tem entre as pernas?"

3 de Novembro de 2013 às 07:48

247 – A jornalista Miriam Leitão, colunista do Globo, publicou um importante artigo neste domingo sobre a "miséria do debate" brasileiro.

No texto, ela bate duro em dois representantes da "direita hidrófoba" brasileira: o colunista Reinaldo Azevedo, de Veja e Folha, e o economista Rodrigo Constantino, que tem colunas em Veja e no próprio Globo.

"Os epítetos ‘petralha’ e ‘privataria’ se igualam na estupudez reducionista. São ofensas desqualificadoras que nada acrescentam ao debate", diz a jornalista.

Dizendo-se alvo dos dois lados, de quem a critica pela esquerda e pela direita, Miriam passou a tratar então de Reinaldo Azevedo. "Recentemente, Suzana Singer foi muito feliz ao definir como um ‘rottweiler um recém-contratado pela Folha de S. Paulo (…) ele já rosnou para mim várias vezes, depois se cansou como fazem os que ladram atrás das caravanas".

Miriam resgatou ainda um texto revelador, em que Reinaldo cobrava dela um pedido de desculpas ao senador Demóstenes Torres (leia aqui).

Depois de tratar de Reinaldo, Miriam saltou para Rodrigo Constantino, o mais caricato personagem da nova direita brasileira, que, segundo a jornalista do Globo, produz "indigências mentais". Miriam se refere à resposta agressiva que recebeu quando defendeu a nomeação de Janet Yellen para o Federal Reserve, o banco central americano. "O que importa o que a liderança do Fed tem entre as pernas?", perguntou Constantino em Veja (leia aqui).

Miriam conclui seu texto afirmando que tais tipos de desqualificação são apenas "lixo". Nada mais.

Leia, abaixo, seu artigo:

Miséria do debate – MIRIAM LEITÃO

O Brasil não está ficando burro. Mas parece, pela indigência de certos debatedores que transformaram a ofensa e as agressões espetaculosas em argumentos. Por falta de argumentos. Esses seres surgem na suposta esquerda, muito bem patrocinada pelos anúncios de estatais, ou na direita hidrófoba que ganha cada vez mais espaço nos grandes jornais. 
É tão falso achar que todo o mal está no PT quanto o pensamento que demoniza o PSDB. O PT tem defeitos que ficaram mais evidentes depois de dez anos de poder, mas adotou políticas sociais que ajudam o país a atenuar velhas perversidades. O PSDB não é neoliberal, basta entender o que a expressão significa para concluir isso.
A ele, o Brasil deve a estabilização e conquistas institucionais inegáveis. A privatização teve defeitos pontuais, mas, no geral, permitiu progressos consideráveis no país e é uma política vencedora, tanto que continuou sendo usada pelo governo petista. O PT não se resume ao mensalão, ainda que as tramas de alguns de seus dirigentes tenham que ser punidas para haver alguma chance na luta contra a corrupção. Um dos grandes ganhos do governo do Partido dos Trabalhadores foi mirar no ataque à pobreza e à pobreza extrema. 
Os epítetos “petralhas” e “privataria” se igualam na estupidez reducionista. São ofensas desqualificadoras que nada acrescentam ao debate. São maniqueísmos que não veem nuances e complexidades. São emburrecedores, mas rendem aos seus inventores a notoriedade que buscam. Ou algo bem mais sonante. Tenho sido alvo dos dois lados e, em geral, eu os ignoro por dois motivos: o que dizem não é instigante o suficiente para merecer resposta e acho que jornalismo é aquilo que a gente faz para os leitores, ouvintes, telespectadores e não para o outro jornalista. Ou protojornalista. Desta vez, abrirei uma exceção, apenas para ilustrar nossa conversa. 
Recentemente, Suzana Singer foi muito feliz ao definir como “rottweiller” um recém- contratado pela “Folha de S.Paulo” para escrever uma coluna semanal. A ombudsman usou essa expressão forte porque o jornalista em questão escolheu esse estilo. Ele já rosnou para mim várias vezes, depois se cansou, como fazem os que ladram atrás das caravanas. 
Certa vez, escreveu uma coluna em que concluía: “Desculpe-se com o senador, Miriam”. O senador ao qual eu devia um pedido de desculpas, na opinião dele, era Demóstenes Torres. Não costumo ler indigências mentais, porque há sempre muita leitura relevante para escolher, mas outro dia uma amiga me enviou o texto de um desses articulistas que buscam a fama. Ele escreveu contra uma coluna em que eu comemorava o fato de que, um século depois de criado, o Fed terá uma mulher no comando.
Além de exibir um constrangedor desconhecimento do pensamento econômico contemporâneo, ele escreveu uma grosseria: “O que importa o que a liderança do Fed tem entre as pernas?” Mostrou que nada tem na cabeça. Não acho que sou importante a ponto de ser tema de artigos. Cito esses casos apenas para ilustrar o que me incomoda: o debate tem emburrecido no Brasil. Bom é quando os jornalistas divergem e ficam no campo das ideias: com dados, fatos e argumentos.
Isso ajuda o leitor a pensar, escolher, refutar, acrescentar, formar seu próprio pensamento, que pode ser equidistante dos dois lados. O que tem feito falta no Brasil é a contundência culta e a ironia fina. Uma boa polêmica sempre enriquece o debate. Mas pensamentos rasteiros, argumentos desqualificadores, ofensas pessoais, de nada servem. São lixo, mas muito rentável para quem o produz.

Miriam: Constantino e Reinaldo emburrecem o País | Brasil 24/7

01/11/2011

O pagode brega do mascote do Instituto Millenium

Filed under: Instituto Millenium,Rodrigo Constantino — Gilmar Crestani @ 8:18 pm
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Um dos gurus do Instituto Millenium sai a público num dos vários veículos a$$oCIAdos para destilar praga de urubu. É a mesma xaropada de sempre. Mistura alhos com bugalhos só para tentar dosar o preconceito e o despeito só porque há um mundo melhor sem os três patetas latino-americanos: Fujimori, Menen & FHC. Como não sou tão inteligente como ele, fiquei a ver navios quando ele verbalizou o fantasma que o faz dançar no queixo do ex-Café Millenium: “tentativa de perseguir a imprensa”. A imprensa, para Constantino, é o Grupo Clarin e a Rede Globo? Não, seu Constantino, esses são frutos transversos que herdamos da ditadura, com a qual cresceram como moscas no estrume. Vai lá, explique como acontece a “tentativa de se perseguir a imprensa”. Vai, você consegue. Pode pedir ajuda pro Jabor ou para o William Waack…

O Clarin tentou de todas as formas destruir Cristina. O povo não deixou. Nem é preciso dizer que lúmpen-articulismo vem tentando seguir a mesma trilha no Brasil. Xô, satanás!

O tango dos hermanos

Autor(es): agência o globo:Rodrigo Constantino

O Globo – 01/11/2011

Cristina Kirchner foi reeleita logo no primeiro turno. A "família K" ocupará a Casa Rosada pelo terceiro mandato seguido. A economia argentina apresenta sinais de recuperação, mas seus pilares são insustentáveis. A inflação real passa de 20% ao ano, enquanto o governo manipula os dados oficiais. A fuga de capitais é crescente. Os investimentos privados recuam de forma acentuada.

A triste história do país vizinho serve como importante alerta aos brasileiros. Afinal, a Argentina já foi um ícone para a região no passado. O período entre 1860 e 1930 compreendeu seus anos dourados. Milhões de imigrantes foram para o país, e Buenos Aires transformou-se em uma grande metrópole, capital cultural da América hispânica. A Argentina era o celeiro do mundo. O valor total das exportações multiplicou-se mais de 13 vezes entre 1865 e 1914. Os investimentos britânicos foram especialmente importantes. O padrão de vida do argentino estava entre os melhores do mundo.

Mas nem tudo que reluz é ouro. Como na obra de Kafka, a Argentina foi dormir bem, e acordou um inseto feioso. A burocracia estatal no país crescia rapidamente. O surgimento de uma retórica nacionalista exigia a intervenção política contra a competição de produtos importados. A Primeira Guerra Mundial, e a Crise de 1929 depois, geraram enormes dificuldades para o país, dependente da exportação de seus recursos naturais. Foram introduzidas tarifas protecionistas, sucessivamente elevadas.

O controle da máquina política tornou-se o elemento-chave para o sucesso nos negócios, incitando a formação de grupos de interesse, suplantando os mecanismos da livre concorrência. Após o golpe de 1943, o intervencionismo estatal rapidamente se expandiu, chegando ao ápice durante a presidência do populista Perón, de 1946 a 1955. Inspirado em Mussolini, Perón buscou o apoio das bases sindicais e criou inúmeras barreiras protecionistas.

O militar baixou grande número de decretos conferindo vastos benefícios artificiais aos trabalhadores. Como ocorre em ditaduras, houve forte culto à personalidade. Foi posta em marcha uma "peronização" do Estado argentino, com opositores sendo perseguidos. Uma nova Constituição foi adotada em 1949, e a doutrina do "justicialismo", derivado de "justiça social", tornou-se o fundamento ideológico da nação. As despesas públicas explodiram, concomitantemente à inflação. Estas e outras medidas demagógicas de Perón e sua esposa Eva lastrearam o declínio espetacular da Argentina, que nunca mais seria a mesma.

Isto ocorreu, convém lembrar, em um país com ampla classe média, instituições relativamente sólidas e povo educado. Nada disso foi suficiente para impedir o avanço populista no país. A própria "família K", agora sob o comando da viúva, vem dando continuidade a esta prática nefasta, perseguindo com virulência e abuso da máquina estatal o principal grupo de imprensa do país. Quando o termômetro mostrou a doença econômica, pelo aumento da inflação, o governo resolveu quebrar o termômetro. O modelo argentino aproxima-se rapidamente do venezuelano.

Este tango argentino (está mais para ópera bufa) tem importantes lições a nos oferecer. Muitos brasileiros insistem que a solução para nossos males está na educação, mas poucos se aprofundam a ponto de questionar qual educação. Jogar dinheiro público no setor não é panaceia. Além disso, educação pode ser condição necessária para o progresso, mas está longe de ser suficiente, como prova a Argentina. Sem um modelo de livre mercado, será mais lucrativo investir no suborno de políticos do que na competitividade. Vencem os amigos do rei – ou da rainha.

Outra importante lição diz respeito à oposição. O "peronismo" tomou conta da política argentina, e faltaram alternativas sérias aos eleitores, algum partido com um projeto decente para o país. Basta notar que Cristina Kirchner venceu contra um candidato socialista! A hegemonia esquerdista é total no país. Não há uma oposição firme, e a negligência de hoje é sempre paga com a escravidão de amanhã. Os populistas tiveram o caminho livre para seu projeto de poder por lá.

Não é preciso dizer que o lulopetismo vem tentando seguir a mesma trilha no Brasil. Vários ingredientes estão presentes: culto à personalidade; populismo desmedido; tentativa de perseguir a imprensa; modelo desenvolvimentista; protecionismo comercial; inflação crescente; oposição fraca; e corrupção como meio aceitável para o único fim existente: perpetuar-se no poder. Vamos conseguir evitar o destino trágico dos nossos vizinhos?

O tango dos hermanos — Portal ClippingMP

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