Ficha Corrida

01/10/2014

Seu Túbal, aqui hicimos mierda con su diñero!

BANCO ITAU NA ARGENTINA

Hoje o jornal argentino, Página12, dá matéria de capa às declarações da Presidenta Cristina Kirchner. Em discurso aponta os principais responsável pela captura da encomia argentina deste os tempos de Carlos Menem.

Assim como a AMBEV, o Banco Itaú também entrou forte na Argentina. Assim como apoia Marina aqui, lá apoiou Menem e agora os golpistas.

Enquanto o Brasil reage com cautela às tentativas de ingerência do Banco Itaú na condução do Banco Central e na infiltração de ventríloquos para tomar o poder político, na Argentina a reação é direta, dando nome aos bois.

A famiglia Setúbal, que achava que poderia administrar a independência do Banco Central no Brasil e comprar a Argentina por trinta dinheiros pode sair perdendo nos dois lugares.

Nunca fui nem nunca serei cliente do Banco Itaú. Quem quer o melhor para o Brasil tem o dever de dar um basta à tentativa do Itaú de transformar cidadãos em clientes seus.

Cristina: Itaú pode ter problemas na Argentina

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Presidente argentina, Cristina Kirchner, fez um alerta a setores a quem responsabiliza pela “crise da dívida” em seu país; ela prometeu controle maior do Ministério da Economia sobre bancos e corretoras que operam com um tipo de dólar mais valorizado, incluindo o banco Itaú, de Roberto Setúbal

1 de Outubro de 2014 às 07:08

247 – A presidente argentina, Cristina Kirchner, fez um alerta a diversos setores em discurso na Casa Rosada, a quem responsabiliza pela “crise da dívida” em seu país.

Ela atacou, entre outros, os fundos "abutres", a Justiça norte-americana, o mercado de dólar paralelo os bancos, incluindo o banco Itaú, de Roberto Setúbal

Segundo ela, o Ministério da Economia irá se esforçar para ver por que operações com um tipo de dólar mais valorizado são concentradas em poucas corretoras e bancos.

Sistema permite comprar títulos em pesos, enviar o ativo para uma conta no estrangeiro, vendê-lo e receber na Argentina novamente, mas com um valor de dólar mais alto do que o oficial.

Leia aqui reportagem de Felipe Gutierrez sobre o assunto.

Cristina: Itaú pode ter problemas na Argentina | Brasil 24/7

Cristina cita Itaú e diz que vai verificar operação de bancos

Em discurso, presidente argentina faz críticas a diversos setores

FELIPE GUTIERREZ, DE BUENOS AIRES, para a FOLHA

Em um discurso na Casa Rosada, a presidente argentina, Cristina Kirchner, atacou os fundos "abutres", a Justiça dos EUA, o mercado de dólar paralelo, bancos, corretoras de valores mobiliários, produtores de soja e a mídia local. As críticas foram por dois principais motivos: a crise da dívida e o que ela considera especulação.

A presidente afirmou que os produtores de soja estão estocando a colheita porque acham que vai haver uma desvalorização da moeda.

Outros que foram criticados foram corretoras e bancos que fazem operações com um tipo de dólar mais valorizado, chamado "contabilizado em liquidação".

É um jeito de comprar títulos em pesos, enviar o ativo para uma conta no estrangeiro, vendê-lo e receber na Argentina novamente, mas com um valor de dólar mais alto do que o oficial.

Ela disse que o Ministério da Economia irá se esforçar para ver por que os volumes desse tipo de são concentrados em poucas corretoras e bancos –o Itaú foi citado.

ABUTRES

A presidente também falou do depósito que a Argentina fez nesta terça (30), de US$ 161 milhões, em Buenos Aires, para os credores da dívida que o país reconhece.

Esse depósito foi feito em Buenos Aires depois de uma lei que foi aprovada rapidamente para que isso fosse permitido. Os credores vão poder escolher se receberão esse dinheiro no país.

Por essa lei, o juiz Thomas Griesa, dos EUA, considerou que a Argentina desacatou a Justiça –ele havia determinado que o país só poderia seguir pagando aos credores caso acertasse conta de US$ 1,3 bilhão com os fundos que o governo chama de "abutres".

EL PAIS › LA PRESIDENTA VOLVIO A HABLARLES A LOS MILITANTES REUNIDOS EN LOS PATIOS DE LA CASA ROSADA

“Ahora usan los golpes de mercado”

Luego del acto en el Salón de las Mujeres, Cristina Kirchner salió para dirigirse a los militantes. Pidió que cuidaran al país y puso el acento en los ataques de los fondos buitre y los sectores que los apoyan.

Por Julián Bruschtein

“Cambien la canción: cuando dicen si la tocan a Cristina, digan la Argentina, porque yo soy sólo la última valla de contención. Vienen por la Argentina”, arengó ayer la presidenta Cristina Fernández de Kirchner a los militantes que se agolparon en los patios internos de la Casa Rosada para escucharla. Después del discurso oficial en el Salón de las Mujeres del Bicentenario (ver página 3), en el que advirtió sobre los ataques contra el Gobierno de parte de los fondos buitre y sectores internos, sostuvo que “ya no vienen como veían antes, que armaban a sus hermanos de uniforme contra el pueblo, acá no usan misiles, usan golpes de mercado, golpes financieros para que la gente crea que las cosas andan mal”.

“Las cosas que nos han tocado vivir son insólitas: pasamos por momentos difíciles en que el mundo se venía abajo, sin trabajo, industrias. Teníamos una deuda de una vez y media de lo que producíamos. Sin embargo, desde aquel 25 de mayo de 2003 hemos construido un país que hoy necesitamos cuidar entre todos”, destacó en su discurso la Presidenta en los intervalos en los que los militantes la dejaban, cuando paraban de cantar sus consignas. “Patria sí, colonia no”, entonaban en medio de los saltos, el fervor y las banderas y pecheras de la agrupación La Cámpora. “Hasta hace poco decía que era una consigna de otros tiempos, pero no saben cuán actual y vigente sigue esa consigna para todos los argentinos”, les devolvió Fernández de Kirchner y dio paso al canto generalizado y a todo volumen.

“No se es soberano solamente por tener una Constitución o por votar cada dos años. Se es soberano cuando se tiene la dignidad de sostener la bandera en alto y no dejar que se pisotee la dignidad nacional”, dijo haciendo foco en que se trataba de “un país que ha crecido sobre tragedias como el dolor, el exilio, las ausencias”, para defender los logros de la última década, y por ello llamó a “mantener la bandera en alto frente a estos ataques con los que buscan envenenarles la cabeza a los argentinos”. En los tres patios por los que pasó, los militantes del Movimiento Evita, Kolina, de la Tupac Amaru, del Partido Comunista Congreso Extraordinario, arengaron a la Presidenta cantando su apoyo incondicional al modelo iniciado en el 2003 por Néstor Kirchner y su liderazgo actual.

“Vamos transformando la Argentina, Unidos y Organizados junto a Néstor y Cristina. Los pibes siempre vamos al frente, pensamos diferente la patria no se vende. No pasa nada si todos los traidores se van con Massa, siempre te sigo, somos los soldados del pingüino”, se escuchaba a la multitud en la Casa de Gobierno, dedicando algunas estrofas al ex jefe de Gabinete Sergio Massa y su proyecto del Frente Renovador. “Esos que hablan tanto del futuro es porque no se quieren hacer cargo de lo que hicieron en el pasado. Yo no fui parte de ese pasado ni del endeudamiento, ni del neoliberalismo, ni de la dictadura, por el contrario. Me hago cargo de lo que pasa en la Argentina”, pareció contestar Fernández de Kirchner en un mensaje a la oposición que coquetea con la estrategia de los fondos buitre para intentar llegar a la presidencia en las elecciones del 2015, y que también fue denunciada en el discurso.

“Cuidado con los que prometen el oro y el moro por las elecciones. Hoy prometen de todo, y hay que estar atentos porque después ya sabemos lo que pasa”, destacó luego, dejando expuestos a los candidatos opositores que anuncian baja de impuestos si llegan a la presidencia, como Mauricio Macri y Massa. También se acordó de un sector del sindicalismo opositor que tomó la decisión de realizar medidas de fuerza en medio de la disputa con los holdouts cuando señaló que “es cierto que los sindicatos son de Perón, aunque algunos parece que son de los fondos buitre”.

“Los que no me quieren, los que no me votan y los que nunca me van a votar saben que yo no miento y que no voy a traicionar al país. Eso lo saben”, dijo para demostrar que “la razón está de nuestro lado”. “Somos un mal ejemplo porque somos los primeros en decir que no y nos quieren escarmentar. Por eso quieren voltear al Gobierno y desestabilizan todos los días un poco más”, denunció al finalizar el discurso.

04/01/2013

Setúbal usa jimo cupim como loção pós-barba

Filed under: Banco Itaú,Bancos,Isto é PSDB!,Roberto Setúbal — Gilmar Crestani @ 10:34 pm

Setúbal vê Lula para agradar Dilma e Mantega

 

Informação do Relatório Reservado dá conta de movimentos do presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, para suavizar relações com o governo federal; um deles foi visitar o ex-presidente Lula, no final do ano passado; outro, mandar recados amistosos pela Folha de S. Paulo; equipe com tucanos mostra identificação do banco com o PSDB

4 de Janeiro de 2013 às 14:59

 Roberto Setúbal & Dedo no Nariz Serra – o que juntos fazem é mais sujo do que Serra retira do nariz…

247 – Identificado nitidamente com o PSDB, em razão de ter o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan como presidente do Conselho Consultivo Internacional e o ex-diretor do Banco Central Ilan Goldfajin como economista-chefe, além da amizade pessoal entre o presidente Roberto Setúbal e o ex-candidato tucano a presidente José Serra, o Itaú Unibanco parece determinado a se aproximar do governo federal. Nos últimos meses, informa a publicação Relatório Reservado, funcionários graduados do Palácio do Planalto e do Ministério da Fazenda identificaram no Itaú uma das centrais mais ativas de críticas à política econômica por meio de contatos, em off, com a mídia tradicional. Agora, o próprio Setúbal está se encarregando de equalizar a posição do banco.

No final do ano passado, a pedido, o ex-presidente Lula recebeu Setúbal no Instituto Lula. A conversa girou em torno das concordâncias do presidente do banco com pontos nevrálgicos da política econômica, como a derrubada dos juros e o atendimento a reivindicações do empresariado. A seguir, Setúbal concedeu longa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, evitando críticas ao governo e com juras de colaboração à política oficial.

A Febraban, presidida por Murilo Portugal, ex-secretário do Tesouro na gestão de Malan no Ministério da Fazenda, é vista pelo governo, atualmente, como uma entidade de vocalização das posições do Itaú Unibanco. No início do ano passado, Portugal ironizou a determinação de baixa nos juros, praticada pelo Banco Central. Depois disso, deixou de ser convidado para reuniões oficiais na área econômica.

Ao Relatório Reservado, a assessoria do Itaú Unibanco negou com ênfase quaisquer ruídos negativos no relacionamento da instituição com a área econômica do governo federal. O Itaú Unibanco nega "veementemente que exista descontentamento do governo para com o banco". Informou ainda que, "através das principais lideranças, tem um canal de comunicação com o governo de alto nível, sempre focado no desenvolvimento do país e no aprimoramento do sistema financeiro nacional." Declarou também que, "via Febraban, faz parte do grupo que vem discutindo melhorias no sistema financeiro, contribuindo constantemente para esta agenda positiva."

Setúbal vê Lula para agradar Dilma e Mantega | Brasil 24/7

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