Ficha Corrida

06/01/2015

O barraco dessa “gente de bem” que frequenta os camarotes vips do Itaquerão

Filed under: Direita Miami,Gente de Bem,Mercedes Benz,Reis do Camorote Vip — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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Gente de bem? Gente de bens ou de Benz, isso sim. A a tal da elite brasileira é uma vergonha. Não há nada mais mal educado do que estes bem diplomados. Nada é tão baixo quanto os que estão acima. Como no samba, Lama, cantado pela Clara Nunes:

Nada além disso, além da má educação financiada pela Multilaser e Banco Itaú. Os reis dos camarotes vips do Itaquerão é a tal de massa cheirosa de que falava Eliane Cantanhêde em seus tempos de Folha.

São os mesmos que pedem redução da menoridade penal. Nada mais sintomático do que essa gente diferenciada que frequenta Miami, os tais de coxinhas, ou direita Miami, devido à compulsão por comprar quinquilharias de fabricação chinesa vendidas em dólar…

Presa em Manaus socialite suspeita de mandar matar mulher por ciúme

Marcelaine Schumann foi abordada ao desembarcar de Miami (EUA); seu advogado não foi achado

Vítima baleada teria se envolvido com o amante da acusada; mulher sobreviveu e nega relacionamento

DE MANAUS

A socialite Marcelaine Santos Schumann, 36, foi presa na tarde desta segunda (5) sob suspeita de mandar matar uma mulher de 35 anos, por ciúmes. O crime aconteceu no dia 12 de novembro de 2014. A vítima sobreviveu.

Marcelaine foi detida no aeroporto de Manaus, ao chegar de Miami (EUA). Ela foi para os Estados Unidos com o marido no dia 8 de dezembro, dez dias antes de a Justiça do Amazonas decretar sua prisão preventiva.

Segundo a polícia, a vítima, Denise Almeida da Silva, teria se envolvido com o amante de Marcelaine –Denise nega.

Marcelaine e Denise pertencem à alta sociedade manauara. Denise é casada com um advogado e Marcelaine é mulher do dono de uma das maiores agências de publicidade de Manaus. O suposto amante também é casado.

Denise foi baleada quando saía da academia. Imagens de câmeras no estacionamento mostram um homem se aproximando do Mercedes dela e fugindo depois de efetuar três disparos –um deles atingiu o pescoço de Denise.

De acordo com a polícia, Marcelaine, a quinta pessoa presa por suspeita de envolvimento no crime, teria "arquitetado milimetricamente" o atentado. Ela pagaria R$ 7.000 pelo crime, ainda segundo a polícia de Manaus.

No dia do crime, ela viajou sozinha a João Pessoa (PB), onde passaria seu aniversário –dali a cinco dias– com uma amiga. Para a polícia, essa seria uma forma de evitar suspeitas sobre seu envolvimento no ataque.

Em dezembro, o marido de Denise, o advogado Erivelton Barreto, 34, disse à Folha que ele e a mulher eram perseguidos por Marcelaine.

OUTRO LADO

A Folha não conseguiu ouvir o advogado de Marcelaine. A polícia não divulgou o conteúdo do depoimento dela.

Depois de prestar depoimento no aeroporto, ela foi encaminhada ao IML, para fazer exame de corpo de delito, e depois seguiu para a cadeia pública feminina.

29/12/2014

Folha: profeta do passado

aecio never croataPlanejamento existe somente quanto se ganha? O fato de perder elimina qualquer chance de que tenha havido planejamento? Como assim? Então a Seleção Espanhola teve planejamento na Copa anterior e abandou nesta, ao tempo em que a Alemanha só agora passou a ter planejamento?  Quem pode afirmar que o Brasil teve mais planejamento na Copa de 70 do que nesta de 2014?

Subliminarmente, a Folha tenta vender a ideia de que o sucesso e o enriquecimento é fruto exclusivamente do planejamento. Pura mistificação. Eike Batista, quanto esteve no auge,  foi elevado pela Veja à categoria de mestre chinês. Quebrado, ninguém lembra do seu planejamento. Por traz dessa ideologia se vende a condenação dos que perdem e a glorificação dos que ganham, como se fossem resultado de uma equação matemática.

É evidente que o planejamento facilita e dá mais chances de se obter sucesso. Mas não significa que apenas o vencedor, como nos tenta fazer crer a Folha, planejou. Como pode haver um único vencedor por Copa, elimina do planejamento todos os demais.

Pior fica para os que endeusaram o “planejamento” da Seleção Alemã é o fato de só falarem nele após o sucesso da copa. Se pode ver algo ainda pior nesta constatação. Parece haver uma espécie de triunfalismo às avessas, de quem torcia para que a seleção brasileira perdesse e, com sua derrota, Dilma também perdesse. Aí, sim, houve planejamento. O patrocínio dos reis dos camarotes vips do Itaquerão, Banco Itaú e Multilaser patrocinaram o espetáculo mais deprimente que um povo mal educado mas muito bem planejado, pudesse oferecer ao mundo. Como foi denunciado, o coro patrocinado para xingarem Dilma na abertura da Copa demostra planejamento, mas também o caráter golpista dos financiadores ideológicos do Instituto Millenium.

No começo da Copa ficou mais do que evidente que Aécio Neves torcia contra o sucesso da Copa, dizendo inclusive que o Brasil tinha Seleção mas não tinha organização/planejamento.

Na abertura da Copa a própria Folha deu uma capa elucidativa sobre seu conceito de planejamento…

O charme alemão e a força do planejamento

FABIO VICTOREDITOR-ADJUNTO DA "ILUSTRADA"

cp12062014Aos olhos do povo alemão, tinha tudo para dar errado: seu time escolheu como base para a Copa no Brasil um lugar remoto no litoral baiano, com infraestrutura construída do zero e às pressas.

Questionou-se no país se a vila de Santo André, com 800 habitantes e à qual só se chega de balsa, não seria um tanto selvagem para uma preparação eficaz. Duvidou-se que tudo ficaria pronto a tempo.

Pior: o time, apesar de comprovada técnica, tampouco inspirava confiança. Chegou aqui aos frangalhos, com cinco jogadores fundamentais –o goleiro Neuer, os volantes Khedira e Schweinsteiger, o meia Özil e o atacante Klose– se recuperando de contusões.

Não à toa, em maio, a um mês do Mundial, apenas 6% dos alemães diziam acreditar que sua seleção seria campeã mundial em 2014, segundo pesquisa do Forsa para a revista "Stern".

Enquanto isso, os pentacampeões éramos os favoritos. No dizer de Felipão, tínhamos a obrigação de ganhar a Copa. Para Marin, o caquético presidente da CBF, vencer seria ir ao céu e perder, descer ao inferno.

Mas não havia base racional para a euforia, sustentada por fiapos: 1) a ilusão de que o Mundial repetiria a Copa das Confederações, conquistada em 2013 pela seleção; 2) o discurso motivacional do nosso técnico; 3) o talento de um único craque, Neymar.

Eis que, do lado alemão, logo tudo mudou. A base na praia funcionou ao modo germânico, e a Bahia tornou-se a terra da felicidade. De repente Neuer e Schweinsteiger já cantavam o hino do Bahia e aprendiam lepo-lepo, e a equipe toda dançava com os pataxós.

A comissão técnica recuperou o time no tempo certo, durante a competição. O auge coroava um projeto de desenvolvimento de talentos iniciado pela federação alemã em 2002.

E foi justo quando estavam tinindo e à vontade que os alemães cruzaram com os donos da casa.

É dispensável relembrar detalhes do 8 de julho no Mineirão. Basta repetir que os 7 a 1 foram –e continuarão a ser por muito tempo– o maior vexame da história do futebol nacional.

Ao menos duas lições floresceram do trauma: 1) confiança não vale nada sem planejamento; 2) estereótipos, como "Brasil imbatível" ou "alemães sisudos", só sobrevivem até serem atropelados pelos fatos.

21/08/2014

Multilaser mutila lazer

Os reis do camarote vip do Itaquerão são amestrados da empresa sonegadora Multilaser. Os movimentos espontâneos sempre têm quem os finanCIA! Todos os golpes que recrutam massas de manobra tem por trás empresários que flertam com o banditismo.

“Éticos” da direita paulista pagaram cartazes anônimos para ter vaia a Dilma no Itaquerão

21 de agosto de 2014 | 09:02 Autor: Fernando Brito

cartaz

Depois de quase três meses em sigilo, ficamos sabendo, pelo Estadão, que 20 mil  cartazes foram distribuídos à entrada do Itaquerão, na abertura da Copa, atacando e pedindo manifestações contra Dilma Rousseff.

O apelo era explícito: “Na hora do Hino Nacional abra este cartaz e mostre para todos que está na hora do Brasil  vencer de verdade”.

Foram pagos pela empresa Multilaser, pertencente a Alexandre Ostrowiecki e Renato Feder.

Dois yuppies que, imaginem só, mantêm um site em que avaliam a eficiência e a ética dos políticos.

É claro que  quase só entram ali os parlamentares de direita ou os que se dizem de esquerda mas, na prática, acompanham as políticas da direita.

Então foi assim que se preparou a “manifestação espontânea” de grosseria no jogo inaugural da Copa?

É assim que dois empresários que, inclusive, gozam de incentivos fiscais, gastam o dinheiro que a União deixa de recolher em impostos?

Porque quem pagou não foram eles, do bolso próprio, mas a empresa.

Com direito a abater nos impostos que ambos maldizem.

A empresa, aliás, não deve ter do que reclamar dos impostos, pois diz o Estadão que “segundo balanço de demonstrações financeiras da Multilaser publicado no Diário Oficial de 27 de março, o item “reserva de lucros” aumentou de R$ 51 milhões em 2012 para R$ 128 milhões em 2013″.

Um crescimento nada mau de 151% nos ganhos dos pobres coitados que dizem estão carregando o Estado brasileiro nas costas.

Mais cara de pau, só a da nossa imprensa, que  tinha um esquadrão de repórteres pronto para encontrar qualquer montinho de terra que ajudasse a dizer que a festa era um desastre, mas não foi capaz de ver a distribuição de milhares de cartazes que, é só olhar, não tinham nada de espontâneos.

“Éticos” da direita paulista pagaram cartazes anônimos para ter vaia a Dilma no Itaquerão | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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