Ficha Corrida

12/09/2014

A Rede cearense tem menos furos

 

O partido da Neca

12 de setembro de 2014 | 09:02 Autor: Fernando Brito

neca

A D. Maria Alice Setúbal tem o direito de doar para quem ela quiser o seu dinheiro de herdeira do Itaú.

Desde que respeite, claro, o limite legal de 10% do que teve de rendimentos no ano anterior, o que eleva sua renda anual para pelo menos R$ 20 milhões em 2013, ou R$ 1,67 milhão por mês, sobre os quais, tenho certeza, D. Neca deve ter recolhido os impostos devidos, ao contrário de sua empresa, que deve R$ 18,7 bilhões ao Fisco, sem as multas e correções aplicáveis.

É apenas uma das muitas – embora seja a maior delas – mazelas do financiamento privado de campanhas políticas, esta praga que só uma constituinte específica para a reforma eleitoral poderá banir do país.

A doações de campanha, todas elas, implicam no mínimo em boa-vontade futura dos eleitos com os interesses empresariais específicos. No mínimo, frise-se.

A reportagem do Estadão mostra, porém, que, além se seu apoio pessoal a Marina Silva, Maria Alice Setúbal põe sua fortuna pessoal a serviço da formação de um partido político.

Não é simplesmente uma pessoa: é também uma mala de dinheiro de mais de R$ 2 milhões, supondo sempre que todos os recursos foram declarados.

As doações foram cuidadosamente repartidas entre os políticos com os quais se pretendia (pretendia?) montar a Rede da “nova política”.

A Rede é um amontoado de hipocrisias que não resistiria a qualquer imprensa que fizesse com seriedade o que o Estadão fez hoje: revelá-las.

Querem exemplos?

Lembram do caso do dirigente redista afastado por Marina, chocada com suas fotos com uma barra de ferro nas mãos, depredando o prédio do Itamaraty?

Mentira.

O senhor Pedro Piccolo está lá, todo feliz da vida, na direção nacional da Rede Sustentabilidade, ocupando o posto de Coordenador Nacional, oficialmente.

Isso é só um pedacinho do mar de cinismo que há nesta organização, na qual só os tolos e os muito espertos acreditam.

O partido da Neca | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

11/09/2014

Neca de pitibiriba

Eis aí uma expressão antiga que se concretiza em forma de Setúbal. Isto é, Neca de Pitibiriba é nadica de nada. A mistificação do zero a esquerda, a banqueira que quer ser educadora de Marina. Neca Setúbal nem assumiu a Presidência e já botou Marina na Rede. Redecard, do Banco Itaú. Marina dormindo na Rede significa um Itaú de Vantagens, para os banqueiros. Nunca foi tão escrachado uma candidatura de aluguel como esta da Marina.

Dilma põe pingos nos is: Neca age como banqueira

247 Nesta quinta-feira, a coordenadora do programa de governo de Marina Silva, Neca Setubal, deflagrou uma operação midiática para polir sua imagem pública. Foi à Folha de S. Paulo e ao Estado de S. Paulo para se vender como "educadora" e não como "banqueira". No entanto, reportagem publicada pelo 247 também nesta quinta-feira, apontou que a agenda defendida pela herdeira do Itaú, quando fala em nome de Marina, é a dos bancos – e não a dos estudantes. Na primeira entrevista que concedeu logo após a morte de Eduardo Campos, Neca não citou uma única vez a palavra educação (leia aqui).

No fim do dia, a operação midiática deflagrada por Neca Setubal chegou ao Palácio do Planalto, quando a presidente Dilma Rousseff foi questionada por uma repórter do Broadcast, um serviço da Agência Estado, sobre as críticas do PT a Neca Setubal. Dilma, então, colocou os pontos nos is, ao dizer que Neca pode até ser educadora, mas, na campanha, se comporta como banqueira.

"Neca educadora é a Neca educadora. Agora, na medida que eu sou herdeira do Banco Itaú e defendo uma política que beneficia claramente os bancos, que é a política de independência do Banco Central, de redução do papel dos bancos públicos, eu estou fazendo papel de banqueira e eu não estou falando sobre educação, sobre criança ou sobre creche", afirmou a presidente. "O que estou dizendo é que o que mudou é a atitude e a postura da pessoa (Neca). Nada mais mudou. Cada um de nós é o que é", afirmou.

A herdeira do Itaú, que doou R$ 1 mlhão a Marina no ano passado, bancando 83% dos gastos do seu instituto, poderia ter dormido sem essa.

SQN

21/08/2014

Partido de aluguel

Filed under: Agrotóxicos,Beto Albuquerque,Marina Silva,PS(d)B,REDE — Gilmar Crestani @ 10:01 am
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Marina de TroiaO condomínio está em polvorosa.

Por enquanto, balança mas ainda não cai.

A ambientalista da Natura & Itaú celebra casamento de conveniência com o representante do agronegócio que tem rima rica com agrotóxico. Hospedada no recém alugado PS(d)B, ve-se, pela Folha, que nem todos estão dispostos a fazer cafuné enquanto Marina embala seus sonhos na Rede estendida na nova varanda …

A dúvida é se no mundo sonhático da Marina a companhia de Jorge Bornhausen e Roberto Freire é pesadelo ou o novo na política.

PSB e Rede disputam comando da campanha

Partido oficializou ontem em Brasília chapa com Marina e Beto Albuquerque

Apesar de pressão, candidata diz que se ‘preservará’ e não subirá em palanques de Alckmin e Lindbergh

MARINA DIASENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIANATUZA NERYRANIER BRAGONDE BRASÍLIA

O lançamento oficial da candidatura de Marina Silva à Presidência pelo PSB nesta quarta-feira (20) foi marcado por uma tensa disputa pelo controle da campanha.

Sete dias após o acidente aéreo que matou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, o partido aprovou por aclamação a chapa composta pela ex-senadora e pelo deputado federal gaúcho Beto Albuquerque, que assumiu o posto de vice, antes ocupado por Marina.

Apesar da aparente harmonia, PSB e Rede –grupo político liderado pela ex-senadora– se desentenderam sobre os postos estratégicos da campanha durante uma reunião de seis horas realizada pouco antes do anúncio da chapa, em Brasília.

A candidata marcou posição ao colocar dois homens de sua extrema confiança no comando do comitê.

O ex-deputado Walter Feldman foi escalado para a coordenação-geral da campanha ao lado de Carlos Siqueira, primeiro secretário do PSB. Já Bazileu Margarido, que ocupava o posto que agora é de Feldman, foi nomeado para o comitê financeiro. Henrique Costa, então tesoureiro, passou a ser o adjunto.

Integrantes do PSB afirmaram à Folha que Marina "demitiu" Siqueira, que era um dos dirigentes mais próximos a Campos. Aliados de Marina, porém, dizem que houve um mal-entendido e que Feldman foi designado para trabalhar em dupla, ajudando Siqueira na sua função.

"É muito importante que ele [Siqueira] continue. Estamos tentando demovê-lo dessa ideia de sair da campanha", disse Feldman.

Siqueira, no entanto, estava irredutível, segundo aliados, e deixou a reunião dizendo que "não pisaria mais" no comitê. Procurado pela Folha, ele negou o atrito.

DOADORES INDESEJÁVEIS

Divergências sobre possíveis fontes de recursos para a campanha também foram levantadas na longa reunião. Marina escalou Bazileu para controlar as contas e garantir que a chapa não receba dinheiro dos setores industriais de tabaco, agrotóxicos, armas e bebidas alcoólicas.

SEM APOIO A PSDB E PT

Em sua primeira manifestação como candidata, Marina disse que honrará os compromissos assumidos por Campos, mas sustentou que não apoiará acordos estaduais que já vinha criticando publicamente.

"Sob a liderança de Eduardo, conseguimos 14 Estados com candidaturas em que Rede e PSB estão de acordo. Foi decidido que […] o PSB tinha o direito de ter essas alianças e que eu seria preservada de ter que apoiá-las", afirmou.

Após fracassar na tentativa de criação de seu partido, a ex-senadora e outros integrantes da Rede aderiram ao PSB em outubro, mas foram contrários a alianças feitas pelo partido em Estados como São Paulo –onde está coligado com o tucano Geraldo Alckmin– e no Rio –onde apoia o petista Lindberg Farias. Marina defendia nomes novos, que representassem uma alternativa à polarização entre PT e PSDB.

O PSB escalou Beto Albuquerque para representar a nova chapa nesses Estados.

Atendendo a uma pressão do PSB, a candidata afirmou ainda que considera sua participação na legenda "tão importante" quanto a tarefa de criar seu próprio partido.

O primeiro ato público da candidata será uma caminhada no Recife, no sábado (23).

Nesta quinta (21), o PSB reúne em Brasília os cinco partidos nanicos aliados, PPS, PPL, PHS, PRP e PSL. Parte deles ameaça deixar a coligação sob o argumento de que não terem participado das decisões sobre a chapa.

08/10/2013

REDE pega só cabeça de bagre

Filed under: Balaio de Gatos,Marina Silva,Marionetes,REDE — Gilmar Crestani @ 7:39 am
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O que ninguém ousa comentar é atitude solitária e autoritária de Marina Silva. Depois de movimentar um exército verde, inclusive artistas, na calada da noite se junta ao bando do Caiado e do Bornhausen. Armou direitinho a REDE para pegar cabeças de bagre e depois deixou no seco. Se faz isso com pessoas que na véspera estavam sob suas asas, suando por ela, o que não fará quando tiver um poder nas mãos?! Será que todos os Redistas pegos de surpresa eram verdes? Será que agora amadureceram ou continuarão verdes e manipulados pela síndica do condomínio Caiado & Bornhausen? É este tipo de político transgênico que os verdes nos queriam vender? Se há alguém que perdeu nesta história foram as pessoas que acreditaram, na maior inocência ou ingenuidade, em Marina Silva.

Fundadores da Rede se dizem ‘constrangidos’ com filiação ao PSB

Em mensagens, integrantes do grupo em SP afirmam que decisão é ‘volta à velha política’

PAULO GAMADE SÃO PAULO

Sonháticos envolvidos com a criação da Rede Sustentabilidade em São Paulo reagiram mal à notícia de que Marina Silva se filiaria ao PSB.

Em mensagens trocadas no final de semana, antes da entrevista coletiva que a ex-senadora deu ao lado do governador Eduardo Campos (PE), integrantes do grupo que coordena a Rede no Estado se disseram "constrangidos" e "desolados" com a filiação.

Coordenadores chegaram a chamar a migração de "volta à velha política" e disseram que o fato de terem começado uma discussão sobre um futuro sem a Rede era por si só uma situação "vexatória". Outros defenderam uma "purificação" da sigla.

Mesmo os que apoiaram a aliança nacional entre os dois partidos disseram ver obstáculos ao acordo em São Paulo, dizendo que, no Estado, os socialistas têm representantes com os quais a Rede não merece caminhar junto.

O grupo é composto por pessoas que fundaram a Rede Sustentabilidade em São Paulo. Parte deles assumiu posição de coordenação nos comandos provisórios da legenda. O grupo se reuniria na noite de ontem para discutir cenários e ações futuras.

Em texto que foi publicado no site da Rede, o coordenador nacional de Organização, Pedro Ivo Batista, fez uma defesa da filiação de Marina ao PSB mas disse que "compreende e respeita o posicionamento dos militantes que discordam do acordo e reclamam da pouca discussão".

Ele é um dos indicados da Rede para compor a Executiva Nacional do PSB. A expectativa do grupo de Marina é ter dois nomes na direção socialista. Estão em curso também conversas sobre o espaço que a Rede deve ocupar nas direções estaduais.

01/10/2013

Marina: ‘Democracia é ter um peso só para mim’

Filed under: Marina Silva,Ministério Público,REDE — Gilmar Crestani @ 10:30 pm
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Com este critério de justiça Marina Silva, e os que a apoiam, demonstram de forma cabal toda importância que dão à legalidade, moralidade, ética e estado de direito.

Marina: ‘Democracia não pode ter dois pesos e duas medidas’

Em ato na Praça dos Três Poderes, em Brasília, a ex-senadora afirmou que o TSE concederão o registro para criação do partido se os ministros levarem em conta os autos do processo

01 de outubro de 2013 | 19h 05

Eduardo Bresciani – O Estado de S. Paulo

Brasília – Em um ato com cerca de 40 militantes da Rede Sustentabilidade na Praça dos Três Poderes, a ex-ministra Marina Silva afirmou nesta terça-feira, 1º, que apesar do parecer contrário do Ministério Público Eleitoral (MPE), os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concederão o registro ao partido, se levarem em conta os autos do processo.

Sem conseguir atingir a exigência de 492 mil assinaturas certificadas por cartórios, a Rede pede a validação de 95 mil assinaturas rejeitadas sem justificativa para atender o critério estabelecido em lei.

"O processo tem várias etapas. Estamos aguardando a decisão do pleno do TSE, conversamos com todos os senhores ministros e suplentes, apresentamos uma série de razões e temos convicção de que se atendo aos autos os senhores ministros votarão de forma favorável a reconhecer as 95 mil assinaturas que foram encaminhadas e invalidades injustamente pelos cartórios", disse Marina.

Respondendo a avaliação do procurador-geral Eugênio Aragão de que a construção de um partido apenas para disputar eleição "amesquinha" a política, Marina rebateu dizendo que a democracia não pode ter "dois pesos e duas medidas".

"Estou mais preocupada em não amesquinharmos a democracia, porque a democracia plena é a que assegura o pluralismo político e é isso que nós estamos buscando para que aconteça em relação ao pensamento político que sustentamos. A preocupação da Rede Sustentabilidade não é com a eleição, é com a democracia, que não pode ter dois pesos e duas medidas", disse a ex-ministra.

Questionada se estava se referindo à criação do PROS e do Solidariedade na semana passada, disse que não estava falando do TSE, mas do conceito de democracia.

Marina defendeu a pluralidade de candidaturas no primeiro turno da eleição presidencial, ainda que não assuma diretamente a intenção de concorrer. Recusou-se a falar da possibilidade de concorrer por outro partido. "Estamos focados no plano A", afirmou. "A Justiça eleitoral vai nos fazer justiça", concluiu.

No ato, militantes da Rede empilharam em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) caixas simbolizando as 95 mil assinaturas que desejam validar e exibiram um vídeo com relatos de pessoas que dizem ter apoiado a criação da legenda.

Marina: ‘Democracia não pode ter dois pesos e duas medidas’ – politica – politica – Estadão

Parecer do Ministério Público Eleitoral rejeita pedido de registro da Rede

Assinado pelo vice-procurador geral eleitoral, Eugênio Aragão, documento afirma que solicitação do partido continua ‘sem condições de ser atendida’

01 de outubro de 2013 | 16h 05

Erich Decat – Agência Estado

Brasília – Em parecer divulgado na tarde desta terça-feira, 1º, o vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, afirma que o pedido de registro da Rede continua "sem condições de ser atendido". O documento deve ser enviado para a relatora do caso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Laurita Vaz, que pode levar o processo de criação da legenda ao plenário da corte nesta quinta-feira (3).

O prazo final para criação de partido e filiação expira no próximo sábado (5).

A contagem oficial considerada pelo TSE é de 442.534 assinaturas. Desse total, 339.827 foram registradas nos cartórios eleitorais e 102.707 encaminhadas aos Tribunais Regionais Eleitorais. De acordo com a Lei Eleitoral, o mínimo exigido para criação de um partido são 492 mil apoiamentos.

Marina alega que devem ser somadas ao que foi coletado outras 95 mil assinaturas rejeitadas pelos cartórios eleitorais, sem justificativa. Para Aragão "o ônus de comprovar as assinaturas é do partido e não dos cartórios".

No parecer, o vice-procurador-geral eleitoral ressalta, entretanto, que ao contrário do apontado no processo de criação dos partidos Solidariedade e PROS não há indícios de fraudes nas coletas das assinaturas.

Estadão entrega: Aécio está de olho na brecha da Marina

Filed under: Estadão,Marina Silva,REDE,Rede Globo de Manipulação — Gilmar Crestani @ 8:52 am
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E a explicação da manchete d’O Globo, abaixo, saiu no Estadão, mais abaixo…

marina globo aecio

Aécio: PSDB vai propor retorno da cláusula de barreira

Após receber apoio do recém criado Solidariedade, senador diz ser favorável a restrições a novos partidos; para tucano ‘o Brasil merece’ a candidatura de Marina Silva

30 de setembro de 2013 | 18h 03

José Roberto Castro e Gustavo Porto – Agência Estado, ESTADÃO

São Paulo – Depois de apoiar a criação do Solidariedade, partido que já declarou apoio sua provável candidatura à presidência, o senador Aécio Neves criticou na tarde desta segunda-feira, 30, o alto número de partidos. E disse que o PSDB vai propor brevemente o retorno da cláusula de desempenho, aquela que impõe restrições a novas legendas, como a não participação no rateio do fundo partidário e tempo no horário eleitoral gratuito.

Na visão do tucano, para que um partido possa ter atividade parlamentar e usufruir dos benefícios da lei, ele precisa atingir um determinado resultado. Segundo Aécio, a defesa da criação do Solidariedade e do Rede Sustentabilidade, feitas por ele e pelo PSDB, não contradizem crítica ao elevado número de legendas.

"O governo estimulou a migração de parlamentares dos partidos de oposição para a base. Só que o governo quis no dia seguinte parar com isso", criticou. "O que nós fizemos foi não permitir que houvesse um tratamento para o governo e outro para a oposição", disse Aécio, que disse esperar que Marina Silva consiga aprovar o Rede Sustentabilidade. "Eu acho que o Brasil merece ter uma candidatura como a da Marina", completou Aécio na saída do Fórum Exame 2013, na capital paulista.

Pesquisas. Aécio relativizou os resultados das últimas pesquisas eleitorais que o colocam em terceiro lugar em um cenário com Dilma Rousseff, Marina Silva e Eduardo Campos. Para ele, a medição neste momento dá vantagem a candidatos que já disputaram eleição presidencial, caso de Dilma e Marina, as duas primeiras.

"Não é algo real e consistente comparar quem já disputou eleição com quem nunca disputou. O único dado consistente é a porcentagem que não quer votar na presidente. E ela tem um conhecimento de 100%", disse o senador.

Aécio: PSDB vai propor retorno da cláusula de barreira – politica – politica – Estadão

26/09/2013

A lei? Ora, a lei…

Filed under: Marina Silva,REDE,TSE — Gilmar Crestani @ 8:26 am
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Para ver como se dão estas decisões. Ao invés de visitar os leitores que poderiam dar assinaturas que lhes falta, Marina trocou pela visita aos Ministros. Parece que cada visita equivale e 10 mil assinaturas. Vamos ver se o TSE vai abrir se acocar pra Marina.

Após criação de siglas, Rede pressiona TSE

Marina se reúne com ministros para convencer corte a registrar partido mesmo sem número mínimo de assinaturas

Aliados de ex-senadora cobram ‘isonomia’ do tribunal; legenda recorre a artistas para ampliar ofensiva na reta final

DE BRASÍLIADE SÃO PAULO

Após a aprovação na noite de anteontem de mais dois partidos políticos no Brasil, a ex-senadora Marina Silva intensificou suas conversas com ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que devem decidir sobre a oficialização da Rede Sustentabilidade na próxima semana.

Marina já havia se reunido com Dias Toffoli na terça-feira. Ontem visitou Laurita Vaz, que é a relatora do processo da Rede no tribunal.

Hoje e amanhã, tem encontros marcados com Marco Aurélio Mello, João Otávio de Noronha e Luciana Lóssio. Nas audiências, a ex-senadora tem apresentado espécie de memorial da Rede, documento com cerca de 100 páginas que relata o processo de criação e de coleta de assinaturas da sigla.

A lei diz que um partido político precisa reunir 492 mil fichas de apoio certificadas por cartórios eleitorais para ser oficializado. A Rede conseguiu 440 mil, mas tenta convencer o TSE a considerar válidos cerca de 95 mil fichas que foram rejeitadas sem justificativa pelos cartórios.

Para que Marina possa concorrer pela Rede ao Planalto em 2014, o registro precisa ser feito até 5 de outubro.

Ontem, aliados da ex-senadora cobraram "isonomia" dos ministros do TSE em relação às duas siglas criadas –o PROS e o Solidariedade.

Para o deputado federal Domingos Dutra (PT-MA), da Executiva da Rede, o TSE ficará em "maus lençóis" caso rejeite o pedido de registro.

As duas siglas, no entanto, apresentaram as assinaturas exigidas. Na mesma sessão, 3 dos 7 ministros sinalizaram anteontem que não aceitarão certidões genéricas de apoio entregues pelos cartórios, o que prejudica Marina.

Para Torquato Jardim, advogado da Rede, no entanto, a "questão central" –validação das 95 mil assinaturas– "permanece em aberto".

Na reta final, a Rede recorreu também aos artistas Marcos Palmeira e Adriana Calcanhotto, que publicaram vídeos dizendo que a Justiça Eleitoral não pode negar o registro da sigla por falhas em sua própria estrutura. Amanhã está prevista a gravação com o ator Wagner Moura.

Fernando Meirelles criticou no Twitter o alto índice de rejeição de fichas no ABC paulista. "Quero crer que não foi organizado. mas é uma pena, porque a gente sabe que os outros partidos aprovados são de negociação", afirmou.

(RANIER BRAGON E PAULO GAMA)

24/09/2013

“Balaio de gatos” agora se chama “flexibilização”

Filed under: Marina Silva,REDE — Gilmar Crestani @ 8:11 am
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Rede flexibiliza as adesões, mas quer barrar ruralistas

DE BRASÍLIADE SÃO PAULO

Com dificuldades para conseguir a tempo sua aprovação na Justiça Eleitoral, o partido da ex-senadora Marina Silva decidiu flexibilizar as regras de filiação como forma de facilitar o ingresso de candidatos às eleições de 2014.

Antes a Rede Sustentabilidade prometia submeter todos os pedidos a um processo de triagem para barrar filiações polêmicas e que não fossem consideradas "programáticas".

Resolução aprovada no fim de semana, entretanto, libera as adesões até o dia 5, prazo limite para ingresso no partido daqueles que pretendem concorrer nas eleições de 2014.

A análise dessas filiações será feita depois, segundo a Rede. O partido nega recuo, dizendo que a medida se justifica pelo pouco tempo hábil para viabilizar os registros de pré-candidatos para 2014.

Ao todo, o partido diz ter reunido cerca de 2.000 pré-filiações. Apesar de não ter obtido as 492 mil assinaturas de apoio necessárias para sua criação, a Rede pedirá ao TSE a aprovação de seu registro sob o argumento de que os cartórios eleitorais recusaram 95 mil assinaturas sem apresentar justificativas para isso.

Na noite de ontem, a relatora do processo na Rede no tribunal, Laurita Vaz, determinou que a Secretaria Judiciária do tribunal faça em cinco dias a contagem das assinaturas de apoio apresentadas. A decisão atende a pedido do Ministério Público.

13/09/2013

Se como candidata ela já faz isso, imagine como Presidente

Filed under: Marina Silva,REDE — Gilmar Crestani @ 8:26 am
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Marina pedirá que TSE aceite 88 mil apoios não validados

Rede concluiu que não conseguirá ter 492 mil assinaturas até outubro

Partido decidiu então pedir o reconhecimento das adesões que os cartórios recusaram sem alegar um motivo

RANIER BRAGONDE BRASÍLIA, para FOLHA

Com prazo curto para reunir os apoios necessários ao registro do partido, dirigentes da Rede Sustentabilidade decidiram pedir ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que valide 88 mil assinaturas analisadas e recusadas pelos cartórios eleitorais sem alegação de motivo.

Em segundo lugar nas pesquisas para a sucessão presidencial, a ex-senadora Marina Silva tenta desde o início do ano montar o partido para que possa concorrer ao Palácio do Planalto em 2014 –o prazo para isso termina no dia 5.

Nos bastidores, a Rede reconhece que só conseguirá validar nos cartórios entre 450 mil e 460 mil assinaturas até o julgamento do pedido –a lei exige no mínimo 492 mil até o dia 5 de outubro.

O partido de Marina diz que apresentou mais de 600 mil nomes, mas que esbarrou na morosidade de vários cartórios, que descumpriram o prazo legal de 15 dias para analisar as assinaturas, e no alto índice de rejeição às listas apresentadas.

Além dos 88 mil nomes barrados sem informação do motivo, outras cerca de 40 mil assinaturas teriam sido recusadas por discrepância entre os dados declarados pelos apoiadores e o que consta no banco de dados dos cartórios.

O pedido da legenda ao TSE irá argumentar que "os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos".

Além disso, como está na petição inicial do registro do partido, a Rede argumentará que eventual ineficiência da burocracia da Justiça Federal não pode se sobrepor à previsão constitucional da livre criação de partidos políticos.

03/08/2013

Sina de todo sociólogo fake é destruir

Filed under: Marina Silva,Pedro Piccolo,REDE — Gilmar Crestani @ 1:35 pm
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Pedro Piccolo não inovou. Outro sociólogo, antes dele, tentou destruir algo ainda maior, o Brasil. Quem nasceu para Piccolo não chega a Cardoso. Caiu na Rede da Marina, ou é Piccolo ou Feliciano!

Dirigente da Rede flagrado em protesto deixa o cargo

Pedro Piccolo afirma que está arrependido

DE BRASÍLIA

Aliado de Marina Silva e flagrado com uma barra de ferro num ato que acabou em depredação em Brasília, o sociólogo Pedro Piccolo pediu afastamento da Executiva Nacional Provisória da Rede.

Em nota, o partido informou que Piccolo se afastou do comando da Rede "até que os fatos sejam apurados".

Apesar de admitir que estava na porta do Itamaraty com uma barra de ferro nas mãos e o rosto coberto por uma camiseta do partido no protesto do dia 20 de junho, Piccolo nega ter protestado em nome da Rede e depredado o prédio. Ele reconhece, porém, que "pressionou" a barra "contra diferentes pontos de uma estrutura também de ferro do próprio prédio".

Piccolo disse que outros integrantes da Rede participaram do protesto. Ele afirmou que está arrependido. Já prestou depoimento à Polícia Civil. Na próxima semana será ouvido pela Polícia Federal.

"Em decorrência da investigação iniciada pela Polícia Federal sobre sua suposta participação nos atos de depredação do Itamaraty, Pedro Piccolo Contesini, membro da Executiva Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade, pediu nesta tarde o afastamento do cargo até que os fatos sejam apurados. A Executiva Nacional Provisória acata e respeita a decisão de Piccolo", diz a nota da Rede.

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