Ficha Corrida

05/01/2015

DEMofobia!

Bornhausen Fuhrer

A direita esperneia, mas não sobrevive à luz do sol. É dependente de uma dita dura! Como ratos, nasce o sol e eles desaparecem para o esgoto, de onde saem de tempos em tempos graças à velha mídia com quem estão morrendo abraçados.

Mudam de pele igual camaleões. Da Arena, para PFL a DEMo. Tudo merda da mesma latrina. Só dando descarga!

Previsões-2015: Demos chegam ao inferno

Por Altamiro Borges
Apesar da aparente valentia, a oposição demotucana ingressa em 2015 bem mais fragilizada. Além de perder pela quarta vez consecutiva a disputa presidencial, o PSDB regrediu nos governos estaduais – de oito para cinco – e estagnou na Câmara Federal. Já o DEM, que reúne a oligarquia patrimonialista e servia de apêndice dos "moderninhos" tucanos, está próximo da extinção. O cerimonial do inferno já ultima os preparativos para receber os demos – apesar das resistências do capeta.
A única liderança que ainda sobrou na sigla, ACM Neto, prefeito de Salvador (BA), já anunciou que "o DEM não vai mais existir como tal". O demo fez esta afirmação bombástica antes das eleições de outubro. Ele ainda apostava na vitória do cambaleante presidenciável tucano para garantir uma morte menos traumática. "Se Aécio ganhar, faremos uma fusão para crescer. Se Aécio perder, faremos uma fusão para sobreviver”, afirmou na ocasião. A legenda projetava ganhar o governo da Bahia e eleger uma bancada de 40 deputados federais. Mas nada disso se concretizou. O desastre foi total!

Em 2010, o DEM conquistou dois governos estaduais (Santa Catarina e Rio Grande do Norte) – bem distante dos sete eleitos em 1998, ainda no reinado de FHC. Com o racha interno protagonizado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab, o catarinense Raimundo Colombo aderiu ao PSD. Já a potiguar Rosalba Ciarlini, totalmente desmoralizada, foi traída pelo próprio presidente nacional da legenda, o senador Agripino Maia, e nem disputou a reeleição. Para confirmar a desgraceira, a única aposta dos demos, a da vitória de Paulo Souto na Bahia, deu chabu! O DEM não tem mais nenhum governador no país!

Já na Câmara Federal, a situação também é deprimente. O DEM teve a maior redução do número de deputados entre todas as siglas – com queda de 48,84% na sua representação. Em 2002, a sigla elegeu 84 parlamentares; em 2010, caiu para 43; e agora foram apenas 22 eleitos. Vários deles inclusive já sinalizam que abandonarão a legenda decadente, tentando melhores "oportunidades". Agripino Maia, o bravateiro que comanda o DEM, gosta de esbravejar que "não dará paz à presidente Dilma". Pelo jeito, ele não dará paz ao capeta no inferno!

*****

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Altamiro Borges: Previsões-2015: Demos chegam ao inferno

03/10/2014

Nem os colunistas da direita suportam mais Jabor

Jabor está sendo descartado como um bagaço de laranja. Tiraram dele o suco, e agora não suportam o cheiro contraproducente de sua putrefação. A direita sabe se livrar de seus incômodos

MARIO SERGIO CONTI

Degradar e destruir

Jabor escolheu o papel de bufão da burguesia; dispara disparates e é elogiado pelo nosso chofer de táxi

Arnaldo Jabor apresenta o seu novo livro, "O Malabarista", lançado pela editora Objetiva, como uma coletânea de seus melhores textos, que ele publica há mais de duas décadas em jornais. Como a maioria deles já foi recolhida antes em livros, o resultado é o suprassumo do que fez na imprensa, os escritos que considera "relevantes e dos quais me orgulho".

Relevância há, mas negativa: o livro mostra a deterioração de um artista de talento, que deixou de ser crítico cáustico da ignorância filisteia para se tornar o seu porta-voz. E orgulho não deveria haver porque o que ele apresenta é subliteratura naturalista.

Jabor começou a fazer crônicas nos anos 1990 porque precisava sobreviver, e o cinema nacional entrara numa de suas crises cíclicas, inviabilizando o seu trabalho. Ele trouxe para as suas colunas, como notou Ismail Xavier, alguns dos procedimentos do cinema novo.

Com distanciamento irônico, espetacularizava os feitos de Collor e sua gangue, vendo-os como figuras patéticas e ferozes da modernização conservadora.

O ímpeto apocalíptico teve um curto circuito no governo tucano, ainda segundo Ismail Xavier. Jabor aderiu ao governo e passou a advogar a conciliação em torno de Fernando Henrique Cardoso. O prisma da desqualificação passou a ser pessoal e utilitário, reduzindo o alcance da crítica.

"O Malabarista" não traz nada sobre os fatos políticos do dia a dia. Mas há uma sentença que ecoa aqueles tempos: "Eu me sentia um FHC tentando conciliar o inconciliável". O contexto da frase mostra mais o atoleiro em que Jabor se meteu do que ilumina a cena brasileira.

Ela aparece numa crônica em que Jabor conta que tomou uma canja de galinha num dos restaurantes mais caros de São Paulo. Achou o preço exagerado e reclamou com o garçom e o maître. Esse fato, corriqueiro na vida de um parvenu, vira um chorrilho de chofer de táxi malufista contra tudo e contra todos. O tom geral é o da cantilena que o Brasil não tem jeito, é o fim do mundo, isso o governo não vê.

Como Jabor cultiva o ribombar estilístico, os clichês têm brio altissonante. O preço da canja é "uma prova do grande pudim inercial do nosso destino"; "não há no Brasil desejo de democratizar o consumo"; "preços baixos prejudicam o luxo do privilégio"; se a sopa fosse barata, "não teria graça" porque "até os pobres poderiam comer no Antiquarius".

Ao se colocar como protagonista da comédia de costumes, Jabor joga com a ambiguidade da situação, na qual todos são desqualificados. Mas como é o intelectual quem escreve, e não o garçom, e ele tem consciência dos fatos e de si mesmo, Jabor paira sobre o texto, degradando e destruindo quem está abaixo. Aos pobres, por serem pobres. Aos ricos, por não terem consciência. Ao Brasil, por ser o que é.

A operação de se pôr entre aspas, "au-dessus de la mêlée", não propicia que se veja a sociedade e os seus tipos de cima. Ao contrário. Jabor afunda em si mesmo e tenta provar que é interessantíssimo. Eu, eu, eu, eu: "O Malabarista" não sai disso. É obscenamente egocêntrico.

Poderia ser de outro jeito? Claro que sim: "Opinião Pública", "Tudo Bem" e "Eu Sei que Vou te Amar" são filmes corrosivos, que mostram uma enorme disposição de entender os outros, de expor a sociedade.

Entra aí uma questão de meios e escolhas. Os filmes, feitos em condições difíceis, eram arte que captava em muitos momentos o espírito do tempo, do qual se alimentava. Já o colunismo, doença infantil do jornalismo, é uma atividade maquinal que desvai facilmente para o desleixo e o personalismo.

Gostosamente, Jabor escolheu o papel de bufão da burguesia. Dispara disparates e é elogiado pelo nosso chofer de táxi. É possível até ouvi-lo: "O ‘seu’ Jabor não tem papas na língua!".

30/08/2014

Pacote ou balaio de gatos?!

Filed under: Marina Silva,Reacionarismo,Retrocesso — Gilmar Crestani @ 9:50 pm
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Ou de como retroceder ao seringal das idéias confusas e ditatoriais.

O pacote reacionário de Marina, por Ricardo Amaral

sab, 30/08/2014 – 20:04

Atualizado em 30/08/2014 – 21:03

Nada é mais antigo e reacionário nessa campanha eleitoral do que as propostas de Marina Silva, do PSB, para “uma nova política”. São seis pontos apresentados no primeiro capítulo do programa de governo divulgado sexta-feira. Cinco deles formam um conjunto de retrocessos democráticos e casuísmos. A agenda da direita está toda lá, do voto distrital ao financiamento privado de campanhas. O sexto ponto, em contradição, copia propostas do PT.

Marina “inova” a agenda da direita com a proposta de só realizar eleições a cada cinco anos, para todos os cargos de uma vez. Nem a ditadura militar calou a voz das urnas por períodos tão longos.  É uma ideia típica de quem tem um conceito “gerencial” do Estado e do processo democrático. É como dizer: “Não perturbem o país com eleições de dois em dois anos; isso atrapalha o governo dos bons e dos eficientes”.

As propostas reacionárias da “nova politica” vêm embrulhadas num texto de chavões “modernos”: “Estado e Democracia de Alta Intensidade”. Democracia não combina com adjetivos. Houve um tempo em que o Brasil era uma “democracia relativa”, e não passava de uma ditadura. Democracia é algo substantivo; ou se pratica ou não se pratica. No Brasil, custou vidas, lágrimas e luta. Não é pra brincar.

Assim como o título, o texto é vazado em embromation castiço. Aqui vão as seis propostas da candidata, traduzidas para o mundo real:

Proposta 1: “Unificação do calendário geral das eleições, o fim da reeleição e a adoção dos mandatos de 5 anos”.

Tradução: Fazer menos eleições (e não perturbar o governo dos bons)

Durante 5 anos o eleitorado simplesmente não se pronuncia sobre nada. E de uma só vez troca o executivo em todos os níveis (pois não há reeleição), ao mesmo tempo em que elege vereador, deputado estadual, deputado federal e senador.  Nem na ditadura o Brasil passou cinco anos seguidos sem ter eleições em algum nível; sem ouvir a voz das urnas.

A fórmula Marina implica necessariamente em alguma prorrogação de mandatos (dos atuais prefeitos e vereadores, ou dos parlamentares governadores e presidente eleitos este ano). Só a ditadura fez isso, ao prorrogar por dois anos os mandatos de prefeitos e vereadores, quando adiou as eleições municipais de 1980.

O fim da reeleição é hoje uma bandeira do PSDB, que a implantou corrompendo o Congresso em 1997. O argumento para extingui-la é que o governante cuidaria apenas da administração, sem desvirtuá-la com o propósito de buscar a reeleição. E o que o impediria de “desvirtuá-la” para eleger o sucessor?  Marketagem reversa de tucano. Demagogia de sonhático.

Proposta 2: “Fortalecimento dos mecanismos de transparência nas doações para campanhas eleitorais”.

Tradução: Financiamento privado de campanhas (inclusive por empresas)

O documento original da campanha (as “Diretrizes” do PSB) dizia que tais mecanismos seriam necessários para “baratear as campanhas”. A expressão grosseira saiu do texto, mas o caráter da proposta não mudou: Marina é contra o financiamento público de campanhas, uma proposta do PT, e a favor das doações de empresas.

O financiamento público de campanha é a proposta mais radical e eficaz para reduzir a influência do poder econômico no processo eleitoral. Marina rejeita doações da indústria bélica e de bebidas, mas não vê problema em ser financiada por um grande banco e por uma indústria de cosméticos com interesses diretos na administração federal.

Em abril deste ano, seis ministros do STF (a maioria) votaram favoravelmente à proibição de doações de empresas. Mesmo com o placar definido, o julgamento foi suspenso por um pedido de vistas de Gilmar Mendes, ministro indicado pelo PSDB, partido que é contra a proibição e contra o financiamento público. O vice de Marina, Beto Albuquerque, também se manifestou em abril contra a proibição.

Ao longo da última década, o TSE vem apertando os mecanismos de controle das campanhas, com as prestações de contas antecipadas e registro on-line de doações. São esses mecanismos que ameaçam o registro da candidatura do PSB, por não ter declarado à Justiça Eleitoral o uso (Por empréstimo? Doação irregular? Aluguel no fiado?) do avião que caiu em Santos. Antes de propor “mais transparência” seria melhor esclarecer esse caso.

Proposta 3: “Novos critérios na ordem dos eleitos para cargos proporcionais, buscando aproximação da “Verdade Eleitoral”, conceito segundo o qual os candidatos mais votados são os eleitos”.

TraduçãoAdotar o Voto Distrital Puro (e despolitizar o Legislativo)

“Verdade Eleitoral” é o nome falso para voto distrital puro, que o programa de Marina não tem coragem de mencionar.

O voto distrital é o único sistema que permite a eleição do candidato mais votado, sem levar em conta a votação de seu partido ou coligação. É o modelo do “ganhador leva tudo”, típico da cultura política dos EUA e matriz de seu Congresso paroquial e reacionário, com representantes altamente vulneráveis ao poder econômico.

É uma proposta francamente despolitizadora, defendida no Brasil pelo PSDB e pela direita.  Um retrocesso que rebaixa a disputa politica geral ao nível das questões locais.

O programa da candidata sequer  apresenta o argumento (legítimo) dos que defendem o voto distrital:  este modelo  supostamente aproxima representantes de representados, o que não ocorreria com o voto proporcional, adotado no Brasil..

Proposta 4: “Inscrição de candidaturas avulsas aos cargos proporcionais, mediante requisitos a definir”.

Tradução: Enfraquecer os partidos (e fortalecer candidatos antipolíticos).

Na versão original do programa, as “Diretrizes” do PSB, não estava limitada às eleições proporcionais. Houve um recuo aí. O argumento a favor da candidatura avulsa é “quebrar o monopólio dos partidos na representação política”.

Idealmente, permite a eleição  de candidatos apoiados por movimentos e setores sociais. Na prática, favorece candidatos com alta exposição pública, grande poder econômico, ou  representantes de “causas”, que hoje se elegem dentro da estrutura partidária. A diferença é que seus votos não contribuiriam mais para a formação do quociente eleitoral dos partidos, não somariam para eleger candidatos menos votados.

A candidatura avulsa existe na maioria dos países, normalmente limitada ao Legislativo. Não é uma ideia antidemocrática em si, mas é uma resposta enganosa e despolitizada à questão da representatividade do Legislativo.

Proposta 5: “Redefinir o tempo de propaganda eleitoral com base em novos critérios, visando a melhorar a representatividade da sociedade brasileira nos parlamentos”.

Tradução: Tratar igualmente os desiguais (e valorizar o mercado de TV).

O critério hoje é: parte do tempo de propaganda eleitoral é distribuída igualmente entre os partidos com funcionamento na Câmara. Ao tempo mínimo de cada um acrescenta-se um tempo proporcional ao tamanho das bancadas e coligações.

Pode-se rediscutir a proporção entre o tempo mínimo e o tempo  proporcional ao tamanho das bancadas, mas não há critério mais democrático do que o vigente.

Mudar o critério só pode levar a dois caminhos:

1)    Distribuir todo o tempo de acordo com o tamanho das bancadas.

2)    Distribuir o tempo em fatias iguais, desde o PPL até o PMDB.

Ambos são menos democráticos que o critério atual, e nenhum deles nos levaria a “melhorar a representatividade da sociedade brasileira nos parlamentos”.

É  lícito supor que Marina se incline pelo segundo caminho.  Nesse caso, estaria igualando os desiguais, desrespeitando a representatividade conquistada por cada partido nas urnas.  O PT, que é o alvo implícito da proposta, já foi um partido pequeno, com pouco tempo de TV, da mesma forma que DEM e PSDB foram grandes um dia. Quem definiu o tamanho das bancadas atuais foi o eleitor.

Na prática, a proposta beneficiaria as pequenas legendas, tanto as ideológicas quanto as legendas de aluguel, que teriam seu capital muito valorizado.

Em Português dos tempos da luta contra a ditadura:  é um casuísmo.

Proposta 6: “Permitir a convocação de plebiscitos e referendos pelo povo e facilitar a iniciativa popular de leis, mediante a redução de assinaturas necessárias e da possibilidade de registro das assinaturas eletrônicas.”

Tradução: Enfeitar o pacote conservador (com propostas copiadas do PT)

Plebiscitos e referendos são instrumentos históricos da democracia, previstos na Constituição, porém raramente praticados no Brasil. Hoje, quem tem poder convocá-los é o Congresso. A ideia de convocá-los por iniciativa popular consta do programa do PT desde os tempos em que Marina era filiada ao partido. O PT também propõe incentivar a proposição de leis por iniciativa popular.

Na campanha de 2010, Marina Silva recorreu ao plebiscito para se livrar de questões embaraçosas, como a descriminalização do aborto. Cuidado: plebiscito não é Doril, que se toma pra qualquer dor-de-cabeça. É para decidir sobre grandes questões nacionais, e não para lavar as mãos do governante que não tem coragem de assumir suas posições.

O pacote reacionário de Marina, por Ricardo Amaral | GGN

24/02/2014

Do facebook

Filed under: Golpe Militar,Reacionarismo — Gilmar Crestani @ 6:49 am
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Gilmar Crestani via Golpe Militar 2014

Gorila só é valente com arma na mão. Alguém consegue mostrar alguma coisa positiva feita por milico sem uso de arma. Poxa, com arma na mão até o Fernandinho Beira-Mar tinha ideias… GOLPE DILMISTA EM 2014, COMUNISTA EM 2015!

Dilma manda punir 150 militares da reserva por se manifestarem contra as opiniões das Ministras…

http://www.revoltabrasil.com.br

A presidente Dilma Rousseff e o ministro da Defesa, Celso Amorim, determinaram que os comandantes das Três Forças Armadas — Exército,…

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  • João Lobo, Ane Brasil e outras 2 pessoas curtiram isso.

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  • Marcelo Halp dilma eu te amo <3

    20 de fevereiro às 22:34 · Editado · Curtir

  • Marcelo Halp admiro ela especialmente pela coragem. pelos cojones. nao sei se o lula tomaria essa medida. ele iria tentar contemporizar. ela nao. ela chuta o balde.

    20 de fevereiro às 22:35 · Curtir

  • Marcelo Halp onde escrevi balde leia-se saco . ela chuta o saco dos pnc que desafiam ela.

    20 de fevereiro às 22:39 · Curtir

  • Alexandre Stolte Militares e burros. Claro que a presidente não pode punir o clube militar, mas os bobos que assinaram sim! Basta ler a lei que eles mesmos publicam. É indisciplina, eles TEM de ficar quietos e estão subordinados a isto ou renunciem. Quem escolheu esta vida que arque.

    20 de fevereiro às 22:42 · Curtir

  • Marcelo Halp "militar burro" é quase um pleonasmo.

    20 de fevereiro às 22:43 · Curtir · 1

  • João Luiz de Souza Inteligentes são os petistas que se denominavam proprietários da honestidade…..e deu no que deu…..maior escândalo na política brasileira…..

    21 de fevereiro às 19:21 · Curtir

  • Marcelo Halp maior escandalo? eta coxinhada bem tansa.

    21 de fevereiro às 19:22 · Curtir

  • Marcelo Halp ah, nao leve a mal :)

    21 de fevereiro às 19:22 · Curtir

  • Alexandre Stolte Maior escândalo? Onde? Esqueceu do Coroa Brastel, Escândalo da Mandioca, adubo papel, etc,etc….

    21 de fevereiro às 19:25 · Curtir

  • Marcelo Halp http://sphotos-d.ak.fbcdn.net/…/382484_491234877630425…

    21 de fevereiro às 19:25 · Curtir

  • Marcelo Halp https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/…/1958433…

    21 de fevereiro às 19:34 · Curtir

  • Gilmar Crestani Puxa, João Luiz de Souza, estou meio perdido em números… podias mensurar o maior "escândalo na política brasileira"? Ou só vais repetir o mantra dos honestos e éticos veículos que apoiaram a ditadura? Ou é só ódio à concorrência na seara do roubo? Pelo que vi até agora os que acusam Genoíno, como o Joaquim Barbosa, são mais sujos que pau de galinheiro. Barbosa empregou filho na Globo em troca de levar jornalista da Globo com dinheiro público para Costa Rica. Você confiaria o julgamento de sua liberdade a uma pessoa que, para ludibriar o fisco brasileiro e norte americano, cria uma empresa chamada de Assas JB Corp. e paga dez dólares por um apartamento de milhares de dólares? Estes são teus parâmetros de ética e justiça?

    21 de fevereiro às 21:32 · Editado · Curtir · 1

  • João Luiz de Souza Caro Gilmar Crestani, sou contra a todos os que praticaram desonestidades e "venderam" ilusões" ao povo brasileiro não importando a época da política brasileira. A esta escória da sociedade CADEIA SEMPRE !!!! O que não dá para aceitar é este discurso tradicional ( este sim um verdadeiro mantra), e amplamente utilizado pelos petistas, no qual ao invés de admitirem os seus próprios erros, lançam mão da velha e surrada estratégia de identificar os erros dos outros como forma de desviar o foco da questão. EM ALGUM MOMENTO NESTA POLÍTICA PODRE BRASILEIRA, A IMPUNIDADE deveria terminar, foi dado o start. Quanto aos meus parâmetros de ética e justiça, são iguais aos de qualquer cidadão brasileiro consciente, que são de um país onde o povo não morra aguardando atendimento médico, onde as emergências hospitalares não estejam superlotadas, onde toda a população tenha acesso a saneamento básico, educação e moradia, ( e não me venhas com os números de " Bolsa-família" e da "Minha casa Minha vida"….e outros verdadeiros engodos). Estas foram as falsas promessas do PT há mais de oito anos!!!!! E mais , vão continuar com a política de dar pão e circo ao povo…QUE VENHA A COPA DO MUNDO DE 2014!!!!!!! Depois, o PT terá mais uma vez a solução… mais parques zoológicos para cuidarem dos ELEFANTES BRANCOS!!!…Ver mais

    há 10 horas · Curtir (desfazer) · 1

  • Marcelo Halp joao, afinal, e como ficou aquela conversa de maior escandalo? retroceeu né.

    há 10 horas · Curtir

  • João Luiz de Souza Marcelo, não te conheço… mas vou estender mais este assunto contigo…pois já vi que tu não entendeste nada do que falei. Estás afirmando palavras que eu não postei. O mundo persegue a direita…..que papo é este companheiro? Vou ser repetitivo….sempre houve falcatrua de TODOS OS PARTIDOS POLÍTICOS BRASILEIROS…ou tu desconhecias este fato ? Acho que não, porque até o LULA pregava a luta contra a corrupção. Mas, depois de toda esta " roubalheira" de vários partidos, vem há anos este mesmo senhor chamado LULA, militando contra tudo isto que nós condenamos e que o povo brasileiro condenou…..juntar-se com esta corja de políticos…..é contra esta mentira pregada pelo maior representante do teu partido que é a minha indignação. Entendo …deve ser um sentimento doloroso para quem acreditou nesta proposta, e depois ter que encarar a realidade que realmente foi enganado sem piedade. E existem " aqueles" que persistem com a ideia de injustiça…que é perseguição!!!!! Alguém tinha que dar o start de punir esta corja de políticos acabando com esta impunidade. E ESPERO QUE CONTINUE PUNINDO TODOS OS" REPRESENTANTES" CORRUPTOS INDEPENDENTE DE PARTIDO!!!! "Coincidentemente" foi o teu partido que apresentou este mensalão. Ninguém pode ser culpado em divulgar ou não se pode falar neste assunto ? Machuca não é ? Dói né ? E o pior argumento utilizado pelos "simpatizantes" do PT é que não dão a mesma dimensão ou não condenam o PSDB( por exemplo)….o que me deixa mais perplexo….é o argumento….ou o mantra….não é reconhecida a desonestidade, a falta de ética, a falta de caráter…discuta-se enfaticamente que as falcatruas praticadas devam receber o mesmo "tratamento" que é dado aos POLÍTICOS CORRUPTOS DO PT… é lógico …evidente…que a justiça tem que ser a mesma para todos. Mas, reconhecer os seus próprios erros…..jamais ..parece que este parágrafo não consta na cartilha do PT. Fazem até "vaquinha" para pagar as multas…é o fim dos tempos…. o povo brasileiro mais uma vez vai ser ludibriado. UM DIA esta situação vai mudar!!!!!Vou desenhar prá ti….toda a cúpula do PT ….o partido que vendeu honestidade…..foi pego….por falcatruas….este sim foi o maior escândalo brasileiro ( dentre os vários que aconteceram na "rica" história da política podre brasileira e aqueles qu…Ver mais

    há 10 horas · Curtir

  • Marcelo Halp 3 condenados é toda cupula? sendo que organizacoes internacionais de direito se manifestaram como a forma que se deu o processo. mas isso tu acha que é pq o mundo perseque a direita ne?

    há 10 horas · Curtir (desfazer) · 1

  • Gilmar Crestani. Joca, aceito que a cúpula do PT seja punida pelo que fez. Que fez igual ao que fez o PSDB e antes do PSDB, a ARENA. Até aí, admito teu argumento. A única coisa que não é aceitável é punir apena o PT. Não vejo os mesmos que acusam o PT acusando o esquema que deu origem ao esquema do PT, nem condenarem as atrocidades da ditadura. O que quero dizer é que os que acusam o PT não o acusam porque fez errado, mas simplesmente porque não querem concorrência. Não fosse assim, bradariam contra o que o fez o PSDB em São Paulo, com desvios muito superiores aos atribuídos ao PT. Não te vejo clamar contra os assassinatos dos ditadores militares, nem a respeito dos desvios éticos do Presidente do STF. Só isso, coerência….Ver mais

    há 10 horas · Curtir

  • João Luiz de Souza Marcelo, não te conheço… mas vou estender mais este assunto contigo…pois já vi que tu não entendeste nada do que falei. Estás afirmando palavras que eu não postei. O mundo persegue a direita…..que papo é este companheiro? Vou ser repetitivo……Ver mais

    há 4 horas · Editado · Curtir

  • Marcelo Halp pq todo direitista tem vergonha de se-lo?

    há 4 horas · Curtir

  • João Luiz de Souza Gilmar Crestani, não entra nesta esfera que eu não retrato as torturas, assassinatos da ditadura e todas as "coisas" horrendas que aconteceram nesta época. Tu achas que eu sou a favor da DITADURA ? ARENA…..DIREITA…..sou a favor da JUSTIÇA, da HONESTIDADE, da SINCERIDADE, dos DIREITOS DO CIDADÃO, SOU TOTALMENTE CONTRA A OPRESSÃO…então não vens numa rede social …desviar o foco…se não tens argumento ou algo a dizer sobre o que realmente estávamos debatendo, no campo das ideias, não vens tecer comentários sobre minha pessoa insinuando que eu desejo esconder esta época medieval que o povo brasileiro passou. Tu não me conheces…..estávamos falando sobre o partido do PT…..e basta tu dares uma olhadela na resposta que dei a este Marcelo… que…serve prá ti tb…. que tu verás a minha coerência. Talvez na tua opinião seja proibido falar das falcatruas do PT….mas as falcatruas estão aí …e infelizmente continuam de todos os partidos….era isso Gilmar. Paramos aí.Gilmar Crestani, não entra nesta esfera que eu não retrato as torturas, assassinatos da ditadura e todas as "coisas" horrendas que aconteceram nesta época. Tu achas que eu sou a favor da DITADURA ? ARENA…..DIREITA…..sou a favor da JUSTIÇA, da HONES…Ver mais

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  • Marcelo Halp ok. mas qual tua oponiao sobre o golpe de 64?

    há 4 horas · Curtir

  • Marcelo Halp joao luiz de souza me manda por msg privada: Não te conheço….e pelo tua resposta …tu és daqueles petistas fanático e neurótico. Fôste enganado pela companheirada e ainda defende. Volta para o mar oferenda.

    há 4 horas · Curtir

  • Gilmar Crestani Joca, disse e repito. Eu conheço muito bem estes discursos de mão única. E eles não mudam uma vírgula: são ferozes contra as falcatruas do PT, mas de silêncio ensurdecedor com a dos demais. Quando alguém afinado ideologicamente é pego com a mão na massa o máximo que dizem é: "sou contra TODAS as falcatruas", isso mesmo, generalizam, como aquela "o MAIOR escândalo" de todos os tempos, aí a gente pergunta cifras, comparações e… NADA! Apenas um discurso vazio, de generalizações, como se alguém fosse a favor de peido em elevador. E, se estamos no campo das idéias, não precisa ficar ofendido, são só idéias sobre falcatruas de petistas… num post sobre as falcatruas militares. Quem foi mesmo que desviou o foco?! SIMPLES ASSIM!

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Gilmar Crestani – Gorila só é valente com arma na mão. Alguém…

25/12/2013

Reaça, então é este o time teu?!

Filed under: Ódio de Classe,Direita,Reacionarismo — Gilmar Crestani @ 6:59 pm
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Nogueira monta seleção de reacionários de 2013

Diário do Centro do Mundo escala o “time dos sonhos” entre os jornalistas reacionários.

O Conversa Afiada reproduz artigo de Paulo Nogueira, extraído do Diário do Centro do Mundo:

Os jornalistas mais reacionários de 2013: minha seleção


Bem, final de ano é tempo de retrospectiva.
O DCM acompanhou a mídia com atenção, e então vai montar sua seleção de jornalistas do ano, o Time dos Sonhos do atraso e do reacionarismo, o TS, o melhor do pior que existiu na manipulação das notícias.
A cartolagem é parte integrante e essencial do TS: Marinhos, Frias, Civitas, Mesquitas etc.
À escalação:
No gol, Ali Kamel, diretor de jornalismo da TV Globo. Devemos a ele coisas como a magnífica cobertura da meia tonelada de cocaína encontrada no famoso Helicóptero do Pó, pertencente à família Perrella.
Kamel é também notável pela sagaz tese de que não existe racismo no Brasil.
Na ala direita, dois jogadores, porque pela esquerda ninguém atua. Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes são os selecionados. Os blogueiros da Veja são entrosados, e pô-los juntos facilita o trabalho de treinamento do TS.
Azevedo se notabilizou, em 2013, por ser comparado por diferentes mulheres a diferentes animais, de pato a rottweiler.
Nunes brilhou por lances de genialidade e inteligência – e total ausência de preconceito —  como chamar Evo Morales de “índio de franja” e classificar Lula de “presidente retirante”.
Uma disputa interessante entre Nunes e Azevedo é ver quem utilizou mais a palavra “mensaleiros”. Gênios.
Na zaga, uma inovação: duas mulheres. Temos a cota feminina no TS do DCM. Eliane Cantanhede, colunista da Folha, e Raquel Scherazade, a versão feminina de Jabor.
Ambas defenderam valentemente o país dos males do lulopetismo, e fizeram a merecida apologia de varões de Plutarco da estatura de Joaquim Barbosa, o magistrado do apartamento de Miami.
No meio de campo, três jogadores de visão: Jabor, Merval e Míriam Leitão. Sim, a cota feminina subiu durante a montagem do TS.
Jabor se celebrizou em 2013 pela rapidez com que passou da condenação absoluta à louvação incondicional das jornadas de junho quando seus superiores na Globo lhe deram ordem para mudar o tom.
Merval entrará para a história pelo abraço fraternal em Ayres de Britto, registrado pelas câmaras. Merval conseguiu desmontar a tese centenária e mundialmente reverenciada de Pulitzer de que jornalista não tem amigo.
E Míriam Leitão antecipou todas as calamidades econômicas que têm assaltado o país, a começar pela redução da desigualdade e pelo nível de emprego recorde.
Numa frase espetacular em 2013, Míriam disse que só escreve o que pensa. Aprendemos então que ela é tão igual aos patrões que poderia ser o quarto Marinho, a irmãzinha de Roberto Irineu, João Roberto e Zé Roberto.
No ataque, dois Ricardos, também para facilitar o entrosamento. Ricardo Setti e Ricardo Noblat. Setti foi uma revelação, em 2013, no combate ao dilmismo, ao lulismo, ao bolivarianismo, ao comunismo ateu e à varíola. Noblat já é um jogador provado, e dispensa apresentações. Foi o primeiro blogueiro a abraçar a honrosa causa do 1% no Brasil.
Para completar o trio ofensivo, Eurípides Alcântara, diretor da Veja. Aos que temiam que a Veja pudesse se modernizar mentalmente depois da morte de Roberto Civita, Eurípides provou que sempre se pode ir mais adiante.
Suas últimas contratações são discípulos de Olavo de Carvalho, o astrólogo que enxerga em Obama um perigoso socialista. Graças a Eurípides, em todas as plataformas da Veja, o leitor está lendo na verdade a cabeça privilegiada de Olavo.
Na reserva do TS, e abrindo espaço para colunistas que não sejam necessariamente jornalistas, dois selecionados.
O primeiro é Lobão, novo colunista da Veja e novo olavete também. No Roda Viva, Lobão defendeu sua reputação de rebelde ao fugir magistralmente de uma pergunta sobre o aborto.
O outro é o professor Marco Antônio Villa, que conseguiu passar o ano sem acertar nenhuma previsão e mesmo assim tem cadeira cativa em todas as mídias nacionais.
O patrono do TS é ele, e só poderia ser ele: José Serra.
Mas Joaquim Barbosa pode obrigar Serra a cedê-la a ele, JB, nosso Batman, nosso menino pobre que mudou o Brasil e, nas horas vagas, arrumou um emprego para o júnior na Globo.

Nogueira monta seleção de reacionários de 2013 | Conversa Afiada

Reaça, então é este o time teu?!

Filed under: Ódio de Classe,Direita,Reacionarismo — Gilmar Crestani @ 6:50 pm
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Nogueira monta seleção de reacionários de 2013

Diário do Centro do Mundo escala o “time dos sonhos” entre os jornalistas reacionários.

O Conversa Afiada reproduz artigo de Paulo Nogueira, extraído do Diário do Centro do Mundo:

Os jornalistas mais reacionários de 2013: minha seleção


Bem, final de ano é tempo de retrospectiva.
O DCM acompanhou a mídia com atenção, e então vai montar sua seleção de jornalistas do ano, o Time dos Sonhos do atraso e do reacionarismo, o TS, o melhor do pior que existiu na manipulação das notícias.
A cartolagem é parte integrante e essencial do TS: Marinhos, Frias, Civitas, Mesquitas etc.
À escalação:
No gol, Ali Kamel, diretor de jornalismo da TV Globo. Devemos a ele coisas como a magnífica cobertura da meia tonelada de cocaína encontrada no famoso Helicóptero do Pó, pertencente à família Perrella.
Kamel é também notável pela sagaz tese de que não existe racismo no Brasil.
Na ala direita, dois jogadores, porque pela esquerda ninguém atua. Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes são os selecionados. Os blogueiros da Veja são entrosados, e pô-los juntos facilita o trabalho de treinamento do TS.
Azevedo se notabilizou, em 2013, por ser comparado por diferentes mulheres a diferentes animais, de pato a rottweiler.
Nunes brilhou por lances de genialidade e inteligência – e total ausência de preconceito —  como chamar Evo Morales de “índio de franja” e classificar Lula de “presidente retirante”.
Uma disputa interessante entre Nunes e Azevedo é ver quem utilizou mais a palavra “mensaleiros”. Gênios.
Na zaga, uma inovação: duas mulheres. Temos a cota feminina no TS do DCM. Eliane Cantanhede, colunista da Folha, e Raquel Scherazade, a versão feminina de Jabor.
Ambas defenderam valentemente o país dos males do lulopetismo, e fizeram a merecida apologia de varões de Plutarco da estatura de Joaquim Barbosa, o magistrado do apartamento de Miami.
No meio de campo, três jogadores de visão: Jabor, Merval e Míriam Leitão. Sim, a cota feminina subiu durante a montagem do TS.
Jabor se celebrizou em 2013 pela rapidez com que passou da condenação absoluta à louvação incondicional das jornadas de junho quando seus superiores na Globo lhe deram ordem para mudar o tom.
Merval entrará para a história pelo abraço fraternal em Ayres de Britto, registrado pelas câmaras. Merval conseguiu desmontar a tese centenária e mundialmente reverenciada de Pulitzer de que jornalista não tem amigo.
E Míriam Leitão antecipou todas as calamidades econômicas que têm assaltado o país, a começar pela redução da desigualdade e pelo nível de emprego recorde.
Numa frase espetacular em 2013, Míriam disse que só escreve o que pensa. Aprendemos então que ela é tão igual aos patrões que poderia ser o quarto Marinho, a irmãzinha de Roberto Irineu, João Roberto e Zé Roberto.
No ataque, dois Ricardos, também para facilitar o entrosamento. Ricardo Setti e Ricardo Noblat. Setti foi uma revelação, em 2013, no combate ao dilmismo, ao lulismo, ao bolivarianismo, ao comunismo ateu e à varíola. Noblat já é um jogador provado, e dispensa apresentações. Foi o primeiro blogueiro a abraçar a honrosa causa do 1% no Brasil.
Para completar o trio ofensivo, Eurípides Alcântara, diretor da Veja. Aos que temiam que a Veja pudesse se modernizar mentalmente depois da morte de Roberto Civita, Eurípides provou que sempre se pode ir mais adiante.
Suas últimas contratações são discípulos de Olavo de Carvalho, o astrólogo que enxerga em Obama um perigoso socialista. Graças a Eurípides, em todas as plataformas da Veja, o leitor está lendo na verdade a cabeça privilegiada de Olavo.
Na reserva do TS, e abrindo espaço para colunistas que não sejam necessariamente jornalistas, dois selecionados.
O primeiro é Lobão, novo colunista da Veja e novo olavete também. No Roda Viva, Lobão defendeu sua reputação de rebelde ao fugir magistralmente de uma pergunta sobre o aborto.
O outro é o professor Marco Antônio Villa, que conseguiu passar o ano sem acertar nenhuma previsão e mesmo assim tem cadeira cativa em todas as mídias nacionais.
O patrono do TS é ele, e só poderia ser ele: José Serra.
Mas Joaquim Barbosa pode obrigar Serra a cedê-la a ele, JB, nosso Batman, nosso menino pobre que mudou o Brasil e, nas horas vagas, arrumou um emprego para o júnior na Globo.

Nogueira monta seleção de reacionários de 2013 | Conversa Afiada

10/12/2013

"Chavismo" à Brasileira

Filed under: Chavismo,Reacionarismo — Gilmar Crestani @ 9:21 am
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Um dos pontos levantados pelo autor para mostrar como os intelectuais do chavismo à brasileira produzem filosofadas fez-me lembrar da Lei Kandir. Antônio Kandir, ícone dos tempos do sociólogo-mor do tucanato, foi o grande responsável pela centralização da arrecadação nos cofres da União. Os Estados foram os grandes perdedores. Mas quem se importa com isso quando se trata de gente que está ao lado dos que sempre se locupletaram com o dinheiro público?!

Sobre o "chavismo" à Brasileira, por Ilmar Franco

ter, 10/12/2013 – 07:24 – Atualizado em 10/12/2013 – 08:02

Sugerido por Pedro Penido dos Anjos

Do O Globo

O "chavismo" à brasileira existe?

Ilimar Franco

Uma certa intelectualidade brasileira elegeu o ex-presidente da Venezuela, Hugo Chávez, para o posto de ícone teórico da política contemporânea. Foi assim transplantado para o Brasil um fenômeno interno, daquele país, chamado "chavismo". Se esta certa intelectualidade fosse ativa no período em que Juan Domingo Perón governou a Argentina talvez, também o "peronismo" invadisse as nossas análises e povoasse a produção dos nossos analistas.

Não passa um só dia sem que algum sábio nacional atribua a políticos brasileiros intenções batizadas de "chavistas". Práticas políticas já exercitadas à exaustão ao longo da história do Brasil e do mundo ganharam um novo significado e vem sendo sistematizadas como se fossem "chavismo". Se esta produção intelectual continuar se difundindo, em breve se terá a impressão que se trata de um fenômeno político mais representativo que o "nazismo" ou o "fascismo". Ou então, torná-lo alguma coisa próxima do "leninismo", do "maoísmo" ou do "stalinismo"

O chamado "fisiologismo" e a busca pelo aumento da fatia do governo federal na arrecadação de tributos são descritos como subprodutos do bicho papão "chavista". Assim, muitos políticos, tratam a concentração de receitas nos cofres federais. Mas no Brasil esta é a nossa realidade desde a promulgação da Constituição em vigor. Desde 1988 e, portanto, antes de Chávez, que TODOS os presidentes da República brasileiros promovem iniciativas e aprovam legislações para reconcentrar receitas nas mãos da União. Isso ocorre via criação, ou manutenção, de novas taxas e contribuições que não são compartilhadas com os estados.

Como alguém pode se referir à troca de benesses por votos como uma representação do "chavismo"? O presidente Lincoln comprou votos para aprovar lei acabando com a escravidão nos Estados Unidos. Será que Lincoln seria um seguidor de Chávez? Será que o espírito do venezuelano baixou no americano? O "é dando que se recebe", praticado por TODOS os presidentes brasileiros, merece ser chamado de "chavismo"?

A subtração da liberdade, a retirada de poderes do Congresso, o fechamento do parlamento, todos amplamente praticados no Brasil durante a ditadura militar, também podem ser descritos, por certa intelectualidade, como práticas originadas no "chavismo". Como se pode tentar batizar experiências praticadas, ao longo da história no Brasil e no mundo, de "chavismo"?

Os que procedem desta forma, caricata, dão sua contribuição para reduzir e obscurecer o debate político. E, por fim, devo recordar que esse procedimento não é nenhum fenômeno contemporâneo ou coisa nova. A empulhação é uma prática recorrente, e internacional, que em todos os tempos tenta substituir a inteligência.

Sobre o "chavismo" à Brasileira, por Ilmar Franco | GGN

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