Ficha Corrida

17/06/2016

Com menos de um milésimo disto, Dilma foi golpeada e Lula está sendo caçado

OBScena: Ranking dos Delatados

DelatadosMichel Temer foi escolhido para presidir uma cleptocracia devido aos seus antecedentes. Suas únicas credenciais são seus serviços prestados à plutocracia. Sua única função é transformar a República em Ré Pública.

Ser desmentido por um larápio de manual já seria motivo suficiente, mas no Brasil amestrado pelos ensinamentos da Rede Globo, qualquer bandido pode ser Presidente. Aliás, para os bandidos, só preto, pobre e petista não pode ser Presidente. 

Onde estão as capas da Veja, as emocionantes coberturas, com jogral, para mostrar o modus operandi da quadrilha que tomou de assalto o Planalto Central. A Rede Globo não mostra porque senão teria de se incluir no roteiro. A Rede Globo é, desde sempre, o golpe. Não há indignação com Eduardo CUnha, com Aécio Neves, com Andrea Neves, com FHC, com José Serra, com Zezé Perrela, com heliPÓptero, com José Sarney, com Eliseu Rima Rica, assim como não há indignação com Fernandinho Beira-Mar e com Marcola. Se for toxicômano, pode ser funcionário. É pré-requisito pra trabalhar ao lado do Galvão Bueno.

Onde estão os indignados com a corrupção? Cadê a marcha dos zumbis para denunciar a cleptocracia que tomou o Planalto Central de assalto? Por que vazam áudios da D. Mariza mas não vazam das alpinistas Marcela, Cláudia Cruz, Andrea Neves? Por que a cunhada do Vaccari, Marice Lima, pode, só por ser cunhada de petista,  ser presa mas para as dondocas da plutocracia tá tranquilo, tá favorável?!

São tantas perguntas tolas porque sabemos que há um movimento internacional que finanCIA a perseguição da esquerda com vistas a se apropriarem das riquezas nacionais. Derrubaram e assassinaram Kadafi, na Líbia. Derrubaram e assassinaram Saddam Hussein, derrubaram o presidente do Egito, derrubaram o presidente da Ucrânia, tentaram derrubar o ditador da Síria. Na América Latina estão tentando derrubar Maduro, como fizeram com Hugo Chávez. Agora derrubaram a Presidenta Dilma. O que há em comum em todos os derrubados? Presidiam países produtores de petróleo. E quem é o maior consumidor de petróleo por trás de todos estes golpes? Os EUA. Até a Dory do desenho animado Procurando Nemo, que agora, por seu notório esquecimento, merece uma sequência própria, Procurando Dory, sabe!  O mais beócio dos mortais sabe perfeitamente porque o José Serra foi encarregado de entregar a Petrobrax à Chevron. Os quinta coluna, notórios também pelo complexo de vira-lata, fazem qualquer negócio para destruir o país e entregar nossos bens de mão beijada aos EUA.

FHC perpetrou, e foi endeusado por isso, uma teoria da dependência. O amante da Miriam Dutra vendeu a ideia de que só seremos independentes se dependermos dos EUA. Sonham em transformar o Brasil numa grande Porto Rico. As primeira medidas de José Serra são provas irrefutáveis disso. Esses criminosos de lesa pátria são festejados e protegidos pelos grupos mafiomidiáticos porque também estes são anti-nacionais. Odeio o povo brasileiro e todos os que fazem algo, por mais tímido e incipiente que seja, em benefício das menos favorecidos. Basta ver o combate às cotas sociais e raciais (Não Somos racistas, escreveu Ali Kamel). Combatem o Bolsa Família mas festejam o PROER.

Desde Getúlio Vargas a plutocracia, coordenada pela Globo, caça Presidentes que ousam mostrar inclinações de esquerda. Derrubaram Jango, caçam Lula e derrubaram Dilma. Sem esquecer que a Globo elegeu Collor e endeusou o capturado FHC, e tentou, com a Proconsult, roubar Brizola. O golpe em Dilma e a caça ao Lula é uma orientação editorial e empresarial da Rede Globo. Se tiver de distribuir estatuetas, distribuirá. Se tiver de criar institutos de captura, criará Innovare. Se precisar de auxílio do STF, Bonner ligará pra Gilmar Mendes.

A obsessiva caça ao Lula e o golpe dado em Dilma tem muitos autores e são os mesmos que protegem os cleptocratas.

Machado rebate Temer e confirma pedido de doações para campanha de Chalita

Leandro Prazeres
Do UOL, em Brasília

16/06/201618h41

O ex-presidente da Transpetro e delator da Operação Lava Jato Sérgio Machado divulgou uma nota nesta quinta-feira (16) na qual rebate as alegações feitas pelo presidente interino, Michel Temer (PMDB), de que ele não teria feito pedido de verbas a Machado para a campanha à Prefeitura de São Paulo de Gabriel Chalita (hoje no PDT) em 2012.

Em sua delação, Machado disse que Temer lhe pediu doações para a campanha de Chalita e que repassou R$ 1,5 milhão à campanha por meio de doações cuja origem eram dinheiro de propina. Ainda de acordo com Machado, o contexto da conversa "deixava claro que o que Michel Temer estava ajustando com o depoente (Machado) era que este solicitasse recursos ilícitos das empresas que tinham contratos com a Transpetro".

Na última quarta-feira (15), a Secretaria de Imprensa da Presidência da República divulgou uma nota negando que Temer tenha pedido recursos a Machado.

Nesta quinta-feira, no Palácio do Planalto, Temer se manifestou oficialmente sobre ao assunto, classificando as declarações de Machado como "levianas". "Se tivesse cometido delito, não teria condições de presidir o Brasil", afirmou o presidente interino.

SE TIVESSE COMETIDO DELITO, NÃO TERIA CONDIÇÕES DE PRESIDIR, DIZ TEMER

Em nota, Machado voltou a afirmar que se encontrou com Michel Temer na base aérea de Brasília e que, durante o encontro, Temer "solicitou doação para a campanha eleitoral de Chalita".

Em outro ponto da nota, Machado diz que todos os políticos que o procuravam em busca de doações sabiam que essas demandas seriam repassadas a fornecedores da Transpetro.

"O vice-presidente e todos os políticos citados sabiam que a solicitação seria repassada a um fornecedor da Transpetro, através de minha influência direta. Não fosse isso, ele teria procurado diretamente a empresa doadora", diz Machado.

Questionado sobre as declarações de Sérgio Machado, o ex-deputado federal Gabriel Chalita (PDT-SP) negou ter recebido doações intermediadas por Machado durante sua campanha à Prefeitura de São Paulo em 2012.

"Jamais pedi nada a ele. Já recebi doações de empreiteiras, mas nunca tive nenhum acesso à Queiros Galvão", disse Chalita na última quarta-feira (15). Segundo Machado, a Queiroz Galvão fez doações à campanha de Chalita após Michel Temer ter feito um pedido ao delator. Em nota, Chalita disse que jamais pediu recursos a Machado. "Não conheço Sérgio Machado. Portanto, nunca lhe pedi recursos ou qualquer outro tipo de auxílio à minha campanha."

Confira a íntegra da nota divulgada por Sérgio Machado.

"1) Quando se faz acordo de colaboração assume-se o compromisso de falar a verdade e não se pode omitir nenhum fato; falo aqui sob esse compromisso;

2) Em setembro 2012 fui procurado pelo senador Valdir Raupp (PMDB-RO), presidente em exercício do partido, com uma demanda do então vice-presidente da República, Michel Temer: um pedido de ajuda para o candidato do PMDB a prefeito de São Paulo, Gabriel Chalita, porque a campanha estava em dificuldades financeiras;

3) Naquele mesmo mês, estive na Base Aérea de Brasília com Michel Temer, que embarcava para São Paulo. Nos reunimos numa sala reservada;

4) Na conversa, o vice-presidente Michel Temer solicitou doação para a campanha eleitoral de Chalita;

5) O vice-presidente e todos os políticos citados sabiam que a solicitação seria repassada a um fornecedor da Transpetro, através de minha influência direta. Não fosse isso, ele teria procurado diretamente a empresa doadora;

6) Após esta conversa mantive contato com a empresa Queiroz Galvão, que tinha contratos com a Transpetro, e viabilizei uma doação de R$ 1,5 milhão feita ao diretório nacional do PMDB; o diretório repassou os recursos diretamente à campanha de Chalita. A doação oficial pode ser facilmente comprovada por meio da prestação de contas da campanha do PMDB ;

7) É fato que nunca estive com Chalita".

MACHADO: TEMER REASSUMIU PRESIDÊNCIA DO PMDB PARA CONTROLAR RECURSOS

Machado rebate Temer e confirma pedido de doações para campanha de Chalita – Notícias – Política

08/04/2015

Minas: choque de gestão virou pó

O choque de gestão, vendido por Aécio Neves e comprado pelos mesmos grupos mafiomidiáticos que o apoiam, virou pó e sumiu do noticiário da mesma forma que o helipóptero do pó. Soma-se à informação de que, segundo o ranking da Veja, foi o senador mais gazeteiro, o menino maluquinho que a direita queria colocar no Planalto está se tornando, dia após dia, ainda pior do que se imaginava. E olha que depois ter investido dinheiro público para construir aeroporto nas terras do Tio Quedo pareceria que já tinha ultrapassado todos os limites da pilantragem. Mas todo dia  é dia de mais esqueletos saíram do armário do PSDB. Não fosse um coronelismo eletrônico, comando por Judith Brito, avesso às políticas sociais e contra as operações da polícia federal que todo dia descobre um escândalo envolvendo as pessoas mais ricas deste país, e talvez, apesar da filosofia Pozzobom, o PSDB estaria todo na cadeia. Mas como disse o parlamentar gaúcho do PSDB, seu partido mantém relações promíscuas com segmentos do judiciário. Gilmar Mendes que o diga.

‘O choque de gestão tomou bomba em Minas Gerais’

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Em entrevista a Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, deputado estadual Rogério Correia (PT), a principal liderança do PT mineiro, diz que, além de ser derrotado nas urnas, ‘o choque de gestão de Aécio Neves tomou bomba’ também nos dados [divulgados pelo governador Fernando Pimentel]; ‘O que nós encontramos foi catastrófico. Essa história desse “choque de gestão” portanto, não concedeu a Minas Gerais a condição tão propalado déficit zero. Muito pelo contrário: nós tivemos um déficit, ano retrasado, em torno de um bilhão, ano passado em torno de dois bilhões e este ano, se eles estivessem no poder, iríamos para um déficit de orçamento de mais de sete bilhões. Ao desmascarar esse déficit, o governador Pimentel jogou por terra, também, toda a propaganda aecista’, disse

8 de Abril de 2015 às 06:57

Por Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania

Nesta terça-feira (7/4), jornais de alcance nacional divulgaram diagnóstico que o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, divulgou no dia anterior sobre a situação que encontrou. Segundo Pimentel, “faltou gestão” aos governos tucanos que o antecederam.

Confira, abaixo, matéria do jornal Folha de São Paulo

O jornal foi econômico no relato do que Pimentel encontrou. Acessando o site do PT mineiro Minas Sem Censura, descobre-se que o problema é muito maior. Confira, abaixo, trechos do estudo divulgado por esse site.

Dentre os dados alarmantes apresentados, estão as 500 obras paralisadas em Minas Gerais. Cerca de 806 convênios assinados no governo PSDB com cidades do interior foram cancelados após a derrota nas eleições. Dos R$ 76,7 milhões prometidos, apenas R$ 9 milhões foram repassados. Essa prática traz problemas para as finanças do Estado e dos municípios, que iniciaram obras e precisaram paralisá-las.

Foi divulgado também que a Cidade Administrativa, obra faraônica do ex-governador Aécio Neves (PSDB), implica gasto de R$120 milhões por ano e não há nenhum registro que mostre economia de despesas, uma das principais promessas.

Também preocupam os números da Segurança Pública, da Educação e da Saúde. De cerca de 11 mil viaturas do Estado, mais de quatro mil estão quebradas. O sistema prisional está abarrotado: 66 mil detentos ocupam 32 mil vagas. O índice de homicídio também aumentou de 2002 até 2012, passando de 2.977 para 4.535. Das 3.600 escolas, apenas 26% delas estão em boas condições e 45% não possuem refeitório. Na Saúde, os leitos do SUS diminuíram de 37.592 para cerca de 32 mil.

De acordo com o governo de Minas, ainda há um montante maior de contratos e serviços prestados, mas com os empenhos cancelados, de 2013 para trás. A dívida total chega, então, a R$ 1,1 bilhão. Tais manobras de despesas permitiram que a gestão tucana escapasse de ser enquadrada na Lei de Responsabilidade Fiscal, que prevê que só se pode gastar o que tem previsto no orçamento.

Diante disso, e da acusação do PSDB de que o governador Pimentel estaria tentando “desviar a atenção” da atual gestão de Minas, o Blog foi ouvir o deputado estadual Rogério Correia (PT), a principal liderança do PT mineiro, para saber como ele responde à acusação tucana. Leia, abaixo, a entrevista.

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Blog da Cidadania – Hoje os jornais – inclusive os de SP – noticiaram, ainda que discretamente, declarações fortes do governador Fernando Pimentel sobre a situação encontrada por ele em MG. Falou em falta de gestão dos antecessores tucanos. O PSDB emitiu nota acusando o governador de tentar “desviar” a atenção dos escândalos do PT e da “inépcia” do novo governo. Como responde a isso?

Rogério Correia – O choque de gestão tomou bomba. Primeiro, nas urnas, onde a população mineira derrotou o candidato tucano em primeiro e segundo turnos – aliás, Aécio perdeu em Minas – e, também, para o governo do Estado. E, agora, tomou bomba também nos dados [sobre seu governo, divulgados pelo governador Fernando Pimentel].

Quando o governo Pimentel fez uma auditoria para saber a situação de Minas, o que nós encontramos foi catastrófico. O “choque de gestão” era apenas uma fantasia, uma peça publicitária de mau gosto feita sob a autoridade monetária da irmã do senador Aécio Neves, aquela que é dona da rádio Arco Íris, que recebia tantos recursos públicos e disponibilizou, em 12 anos de governos tucanos, o equivalente à construção de duas Cidades administrativas, que, aliás, é uma obra de caráter duvidoso, do ponto de vista de utilidade.

Essa história desse “choque de gestão” portanto, não concedeu a Minas Gerais a condição tão propalado déficit zero. Muito pelo contrário: nós tivemos um déficit, ano retrasado, em torno de um bilhão, ano passado em torno de dois bilhões e este ano, se eles estivessem no poder, iríamos para um déficit de orçamento de mais de sete bilhões. Ao desmascarar esse déficit, o governador Pimentel jogou por terra, também, toda a propaganda aecista.

Aliás, esse naufrágio do tal “choque de gestão” dos tucanos é algo que também tem acontecido no Paraná. Por isso, o governador Pimentel tem toda razão.

Hoje (terça-feira, 7/4), na Assembleia Legislativa, nosso bloco, do governo, mas um bloco independente, decidimos solicitar à mesa da Assembleia Legislativa a formação de uma comissão especial que possa aprofundar a investigação dessa herança maldita deixada pelos governos tucanos e do estado que o governo de Minas Gerais foi encontrado e buscar saídas da crise que foi herdada por nós após 12 anos de governos tucanos.

Blog da Cidadania – Recentemente, deputados petistas levaram ao procurador-geral da República uma série de denúncias envolvendo o ex-governador e ex-candidato a presidente pelo PSDB Aécio Neves. Isso já é produto do trabalho do controlador-geral Mário Vinícius Spinelli ou o que foi denunciado foram fatos antigos?

Rogério Correia – Não, esse caso não é do Spinelli, isso já é uma denúncia antiga, que eu mesmo trabalho nela, junto com o grupo Minas Sem Censura, há muito tempo.

Furnas foi um caixa 2 tucano de grande volume que foi feito, como o [doleiro Alberto] Yousseff acabou de revelar, que era “meiada” entre o PP, do [deputado José] Janene e o PSDB do Aécio. Yousseff, agora, revelou que havia [propina] de 120 mil dólares que ia para o PSDB, segundo ele ouviu do próprio Aécio Neves e da irmã do senador, que é a Andrea Neves.

Essa denúncia é antiga, aqui. Nós já conhecíamos através da lista de Furnas. Essa lista foi periciada pela Polícia Federal. E os tucanos, como sempre, ficam com aquele bico grande gritando muito, sempre querendo desmentir as coisas e desqualificar quem denuncia. Mas a lista é autêntica e isso foi provado pela própria Polícia Federal. E também tínhamos essa denúncia feita através da doutora Andreia Baião, procuradora do Rio de Janeiro que denunciou o Dimas Toledo, que é quem detinha a diretoria [de Furnas] que agraciava Aécio Neves para formação de caixa 2 com as empresas relacionadas.

Uma delas era a tal de Bauruense, que é a empresa que Yousseff diz que entregava o dinheiro para Aécio Neves. Só não será aberto inquérito se o [procurador-geral da República] doutor [Rodrigo] Janot tiver bico de tucano; se ele não tiver bico de tucano, vai abrir o inquérito.

Blog da Cidadania – Dentre as linhas de investigação sobre corrupção em governos anteriores ao do governador Pimentel, qual lhe parece a mais promissora?

Rogério Correia – Além de Furnas, que foi um escândalo enorme de caixa 2, nós tivemos superfaturamento na obra do Mineirão, projetos de arquitetura e engenharia que foram feitos sem licitação e sequer foram utilizados, servindo apenas para que a empresa hoje controladora do Mineirão ganhasse a licitação, essa tal de Minas Arenas.

Nós temos o caso da MG-050, que é uma rodovia que foi, também parceria público-privada – aqui eles não faziam nem privatização, era doação mesmo. Doaram para uma outra empresa amiga do Aécio que sequer duplicou a rodovia e cobra um pedágio altíssimo.

Nós temos esse presídio, que também tem uma série de denúncias contra ele; tem a rádio Arco Íris… Aqui em Minas teve até helicóptero cheio de cocaína. Nem o piloto ficou preso. Então aqui, na era Aécio, teve de tudo. Imagina um helicóptero com 445 quilos de cocaína, onde o helicóptero é devolvido aos donos, o piloto foi solto e não há procedimento investigativo algum.

Esse era o quadro que Minas Gerais tinha na época de Aécio Neves e do seu sucessor: uma censura absoluta e uma impunidade aos amigos do rei.

Blog da Cidadania – Recentemente, o senhor desafiou o senador Aécio Neves para um debate sobre corrupção e sobre a gestão dele e do ex-governador Antonio Anastasia. Houve alguma resposta? Se não, por que o senhor acha que não houve resposta? Se sim, quando haverá esse debate?

Rogério Correia – Ah, não houve resposta. Aécio pôs um pau-mandado para responder meu desafio. Finge que o assunto no existe e ainda tenta nos ameaçar. Mas eu não tenho medo de cara feia de Aécio Neves, não.

Aécio Neves tentou cassar meu mandato. Eu fiquei três, quase quatro anos sob investigação do Ministério Público a pedido do PSDB, sugerindo que eu teria forjado a lista de Furnas. Olharam minhas contas todas na Assembleia Legislativa e, ao final, viu-se que não havia absolutamente nada. A promotora mandou arquivar o processo e disse que eu não poderia ter inventado a lista de Furnas se a própria PF disse que ela é verdadeira.

Esse é o modus operandi desse banditismo que ainda existe em Minas, por parte do PSDB.

Blog da Cidadania – O PSDB acusou a gestão do governador Pimentel de “inépcia” após três meses desde a posse. A comunicação do governo está tratando de explicar corretamente à população o quadro que encontrou e que ainda são apenas 3 meses de governo?

Rogério Correia – Essa iniciativa de colocar no site Minas Sem Censura o diagnóstico do que encontramos em Minas foi muito importante, porque precisamos mostrar como vamos evoluir de uma situação de calamidade. Pimentel diz, com muita razão, que nós não tínhamos gestão em Minas; vamos ter que recuperar o Estado.

Blog da Cidadania – Que prioridade terá a comunicação no governo Pimentel? O PT mineiro aprendeu algo com os erros de comunicação do governo federal?

Rogério Correia – Espero que tenha aprendido. O governo federal é que parece que não aprendeu até hoje. Vamos ver se a gente, aqui, melhora.

Nós temos uma imprensa aqui, em Minas, que tem as mesmas características da imprensa conservadora nacional. Notadamente o jornal O Estado de Minas.

É impressionante. Nós fizemos esse diagnóstico todo [da situação de Minas Gerais] e, se você abrir o Estado de Minas, o que se lê é contra o Pimentel, que está fazendo o diagnóstico. Imagine. Se você tem um jornal desse tipo, já dá para saber o que vamos enfrentar. Nós sabemos com o que estamos lidando e saberemos como agir.

‘O choque de gestão tomou bomba em Minas Gerais’ | Brasil 24/7

21/01/2015

A viagem do tapetão voador

Tucanos amestrandoO PSDB está cada vez mais ridículo, o que é um alento. Tanto mais perdem eleições, mais se expõem como partido de débeis mentais. O chefe da matilha deveria verificar nas páginas daquela revista que devota amores e páginas ao PSDB para verificar quem ele deveria convocar ao trabalho. A insuspeita Veja, posto que linha auxiliar do PSDB, mostrou para quem quisesse ver que o Senador Aécio Neves conseguiu a proeza, diante de tantos colegas gazeteiros, abocanhar o título de pior senador no ranking da Veja.

Diante da informação da Veja o senhor Carlos Sampaio viu-se numa encruzilhada ética: ou convoca seu colega gazeteiro ao trabalho, se não por outros motivos pelo menos para fazer jus ao altíssimo salário que religiosamente recebe dos cofres públicos, ou deixa ele curtindo a vida adoidada no Rio, dando as famosas festas que causou espécie à revista norte-americana, TMZ

O PSDB deveria apresentar projetos que o credenciasse como via alternativa viável ao que eles tanto contestam. Há 12 anos na oposição e tudo o que fizeram foi tentarem esconder o pior governo que este país já teve. Todo candidato do PSDB que tenta colar sua imagem ao ex-presidente se dá mal. Muito mal!

Geraldo Alckmin só se deu bem em São Paulo por que o esquema montado pela ala paulista do PSDB conseguiu uma jogada de mestre no tapetão. José Serra e Fernando Henrique Cardoso, com o apoio aberto e escancarado do Instituto Millenium promoveram uma caça ao petistas paulistas, pensado que, aos alijarem da briga, poderiam assim chegar mais facilmente ao Planalto. A Ação 470 “foi feita pra isso, sim”. Todos os principais petistas caçados pela sanha ensandecida do capitão de mato do STF são paulistas. A fala da ministra Rosa Weber é por demais esclarecedora em relação nível, à fundamentação jurídica da caçada aos líderes paulistas: “Não tenho prova cabal contra Dirceu – mas vou condená-lo porque a literatura jurídica me permite”. Se ela não tinha em relação ao José Dirceu, o que se dirá do José Genoíno? Simples, era do PT paulista! A importação, via mercado paraguaio, da teoria do Domínio do Fato, vilipendiada a ponto de o próprio autor, Claus Roxin, vir a público denunciar a distorção. E de que adiantou? Faltou combinar com os russos, o povo. A história do treinador Vicente Feola com Garrincha, na copa de 1958, é ilustrativa:

Na Copa de 1958, conta a história que, antes do jogo com a URSS, vencido pelo Brasil por 2×0, o treinador Vicente Feola fazia sua preleção, incentivando os jogadores até que olhou para o ponta-direita Garrincha, o anjo das pernas tortas, onde se prosseguiu o seguinte diálogo:

– Garrincha, é o seguinte: você pega a bola e dribla o primeiro beque. Quando chegar o segundo, você dribla também. Aí vai até a linha de fundo, cruza forte para trás, para o Vavá marcar (o gol)”.

Garrincha, calado, assustado com as instruções, falou:

– Tudo bem, Feola, mas o senhor já combinou com os russos?

O PSDB dá uma de Vicente Feola, tem seus garrinchas incrustrados no Instituto Millenium, MP e STF, mas não tem nenhum intimidade com os russos. São eles que votam. E os russos estão rindo deste tapetão voador, que pousa de galho em galho, com pilotos de bico grande mas de pouco cérebro.

Sampaio acusa Planalto e tenta interromper eleição

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"É estarrecedora a informação de que o Poder Executivo Federal está interferindo na eleição para Presidente da Câmara dos Deputados, em inegável violação à separação de Poderes, por meio de atos que constituem prática de crime de corrupção ativa", acusou o deputado do PSDB, em nota, ao comentar a denúncia de que o ministro Pepe Vargas, das Relações Institucionais, "prometeu vantagem indevida a parlamentares para votarem em favor da candidatura do Deputado Arlindo Chinaglia à Presidência da Câmara dos Deputados"; tucano apresentou requerimento de convocação de Vargas ao Congresso e diz que "não podemos conceber que a legislatura do período 2015/2019 se inicie sob suspeição"; candidato de Sampaio parece ser Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

20 de Janeiro de 2015 às 18:36

247 – O deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP) acusou, em nota, o governo federal de "interferir" na disputa à presidência da Câmara e de cometer "atos que constituem prática de crime de corrupção ativa" ao comentar a acusação de que o ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, prometeu vantagem a parlamentar em troca de voto ao candidato do PT, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

"É estarrecedora a informação de que o Poder Executivo Federal está interferindo na eleição para Presidente da Câmara dos Deputados, em inegável violação à separação de Poderes, por meio de atos que constituem prática de crime de corrupção ativa", acusou Sampaio. O tucano diz ter apresentado requerimento de convocação de Vargas ao Congresso para esclarecer o episódio. Leia abaixo a íntegra da nota:

NOTA À IMPRENSA

É estarrecedora a informação de que o Poder Executivo Federal está interferindo na eleição para Presidente da Câmara dos Deputados, em inegável violação à separação de Poderes, por meio de atos que constituem prática de crime de corrupção ativa (art. 333, do CP).

As informações até aqui disponíveis revelam que o Ministro Chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, prometeu vantagem indevida a parlamentares para votarem em favor da candidatura do Deputado Arlindo Chinaglia à Presidência da Câmara dos Deputados.

Com esse proceder, a lisura do processo de eleição do Presidente da Câmara está maculada pela forma imoral e ilegal de atuação do Poder Executivo, que faz uso de suas prerrogativas para aliciar cargos perante Prefeitos de Municípios dirigidos pelo Partido dos Trabalhadores e oferecê-los a parlamentares, para votar em favor de seu candidato à Presidência.

Por estas razões, na qualidade de Deputado Federal e coordenador jurídico do PSDB nacional, apresentei no dia de hoje (20/01/2015) requerimento de convocação do Ministro Pepe Vargas, junto à Comissão Representativa do Congresso Nacional, objetivando obter esclarecimentos dos fatos, especialmente para garantir a lisura do processo de eleição do Presidente da Câmara dos Deputados.

Não podemos conceber que a legislatura do período 2015/2019 se inicie sob suspeição, notadamente por meio do já useiro e veseiro proceder do Governo dos Partidos dos Trabalhadores, cooptando parlamentares mediante entrega de vantagens, como reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do Mensalão e comprovado pela Polícia Federal nas investigações da operação Lava Jato.

Coordenador Jurídico do PSDB e deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP)

Sampaio acusa Planalto e tenta interromper eleição | Brasil 24/7

21/12/2014

Ervilhas de Mendel ou clones de Aécio?!

Filed under: Corrupção,PSDB,Ranking da Corrupção,TSE — Gilmar Crestani @ 11:21 am
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Ficha Suja_1286-Sep.-10-12.40Ainda lembro, talvez a única lembrança, das aulas de “ciências” do meu longínquo segundo grau, das “ervilhas de Mendel”… Vem-me à lembrança quando vejo pela velha mídia a aplicação das leis de probabilidade na divulgação de informações atacando toda coloração partidária de algum correligionário pego.

Chance zero de atacarem o PSDB por conta de malfeito de algum político desta agremiação. E isso que hereditariedade legada pelo cruzamento de FHC com Rubens Ricúpero foi totalmente absorvido pelas cinco irmãs. O jornal O Dia põe o PSDB na capa. Já O Globo…

Nos rankings do TSE o PSDB é o partido com mais candidatos barrados por Ficha Suja. Isso já em 2012, conforme matéria da Folha de São Paulo. De lá para cá só aumentou o rol de políticos do PSDB barrados, conforme TSE.

Até 2007 o DEMo encabeçava o ranking de partido mais corrupto. Desde então o PSDB tomou, segundo o TSE, a dianteira e não deixa nenhum outro partido ultrapassa-lo. É claro que isso deixa d. Judith Brito e a ANJ muito nervosos. É claro que o ódio ao PT cresce proporcionalmente ao aumentos de presos pertencentes ao PSDB. É a mesma lógica do PCC, tantos mais presos, mais se organizam para atacarem quem está de fora.

Até Maluf foi liberado, mas o número de corruptos do PSDB não para de crescer. E só não cresce mais porque o PSDB é da base aliada dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium.

Tem mais chance de um meteorito cair na sede do Instituto Millenium do que o PSDB virar capa d’O Globo por motivo de corrupção.

Prefeito “ostentação” do PSDB anda de Ferrari,Range Rover,helicóptero e tem TV de R$100 mil

Ferrari

Ferrari de prefeito apreendida pela Polícia Federal

Segundo a PF, o valor gasto com os luxos de Luciano Mota (PSDB) é fruto de um esquema criminoso no qual Mota é justamente o “cabeça”

Agentes da Polícia Federal apreenderam nesta quinta-feira (18) uma Ferrari amarela avaliada em R$ 1,2 milhão. O veículo pertence ao prefeito de Itaguaí (RJ), Luciano Mota (PSDB).

Além da Ferrari, Mota usava uma caminhonete Range Rover, de R$ 600 mil, e um helicóptero para se deslocar. Em dez ternos, o político teria investido R$ 45 mil numa loja na Barra da Tijuca — menos da metade dos R$ 99 mil pagos numa televisão de 85 polegadas comprada à vista, em dinheiro, e entregue em casa.

De acordo com investigações da delegacia da Polícia Federal, o valor gasto com os luxos do chefe da administração municipal é fruto de um esquema criminoso no qual Mota é justamente o “cabeça”. O grupo desviaria, por mês, de R$ 10 a R$ 30 milhões — valor que representa de 11% a 30% da arrecadação total da cidade (R$ 90 milhões).

O inquérito 0345 foi aberto pelo delegado Hylton Coelho em junho deste ano — 18 meses depois de Luciano Mota assumir a Prefeitura de Itaguaí. Nascido em Volta Redonda, a 95 quilômetros dali, o moreno de 32 anos, foi eleito por 31.014 eleitores — o que representa 43,76% dos votos válidos do município da Baixada Fluminense. Na campanha, garantiu ter desembolsado R$ 377.750.

Segundo Coelho, a quadrilha incluiu mais de 50 pessoas — entre políticos, empresários, laranjas e até funcionários fantasmas. Há indícios de fraudes em licitações e contratos irregulares em diversas pastas. Na limpeza urbana, por exemplo, apesar de serem pagos R$ 2,7 milhões por mês para coleta seletiva, o serviço não é realizado na cidade. Outros R$ 7 milhões são despendidos por ano no aluguel de 187 carros de luxo, mesmo só sendo utilizado 12 dos veículos.

Na ação intitulada Gafanhoto, os agentes cumpriram 11 mandados de busca e apreensão. Depois de prestarem depoimento, Amaro Gagliarda, secretário de Assuntos Extraordinários; e Ricardo Soares, de Turismo, foram indiciados pelos crimes de desvio de dinheiro público, fraude em licitação, formação de quadrilha e crime ambiental. O prefeito Luciano Mota não foi localizado pela Polícia Federal.

Gazeta1912

Prefeito “ostentação” do PSDB anda de Ferrari,Range Rover,helicóptero e tem TV de R$100 mil « Poços10 – Poder e Política

 

Prefeito de Itaguaí: de falido a uma vida de luxo a bordo de Ferrari e helicópteros

Desde que foi eleito prefeito em 2012, Luciano Mota (PSDB) passou a chamar atenção pelo estilo de vida

por Antônio Werneck

20/12/2014 6:00 / Atualizado 20/12/2014 8:13


O prefeito Luciano Mota (PSDB) no gabinete: esquema de desvio de verba renderia R$ 30 milhões por mês – Divulgação

RIO – Desde que foi eleito prefeito em 2012, aos 30 anos, um feito para quem não tinha currículo político (nem na família), Luciano Mota (PSDB) passou a chamar atenção por seu estilo de vida em Itaguaí — município de 117 mil habitantes e uma arrecadação anual de R$ 1 bilhão. Solteiro, ele era visto cercado por mulheres, em noitadas intermináveis em boates. Nos deslocamentos, usava uma Ferrari amarela, quando não um helicóptero. Nunca poupou dinheiro. Seu lema sempre foi esbanjar. Evangélico, costumava atribuir sua ascensão, no último ano, à fé.

A Ferrari que era usada pelo prefeito de Itaguaí e foi apreendida pela Polícia Federal em setembro: carro avaliado em R$ 1,5 milhão – Jornal Atual (03/09/2014)

Mota nasceu em Volta Redonda e, aos 14 anos, foi morar em Itaguaí com a família. O pai, então um mecânico especializado em motores pesados da CSN, virou empresário e dono de um areal na cidade. Como prefeito, Mota recebe cerca de R$ 25 mil mensais. Pouco para quem pagou à vista R$ 99 mil por uma TV e comprou dez ternos por R$ 4,5 mil, cada. Recentemente, segundo a PF, teria adquirido uma casa em um condomínio de luxo no litoral de Mangaratiba.

Televisão de R$ 99 mil apreendida pela PF na operação que investiga desvio de verba na prefeitura de Itaguaí – Divulgação / Polícia Federal

Em 2013, Luciano deu um testemunho na Igreja Universal, à qual doou R$ 126 mil. Nele, o pastor perguntou se Mota atribuía sua eleição à “Fogueira santa", ritual de doações da igreja. À época, apenas um ano antes de o atual escândalo estourar, ele dizia estar sem dinheiro. “Quando cheguei à igreja, cheguei manifestado de demônio devendo R$ 800", contou no vídeo que foi parar no YouTube.

Prefeito de Itaguaí: de falido a uma vida de luxo a bordo de Ferrari e helicópteros – Jornal O Globo

02/01/2014

Está faltando cifras na lista

As novas revelações indicam que os desvios no propinoduto tucano, também conhecido como tremsalão, alcançam a cifra de R$ 210 milhões dos R$ 744 movimentados. As marionetes da Veja continuam com seu mantra, mas a realidade é um pouco mais complexa do que a flufa no umbigo delas.

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Lobista do cartel participava de reuniões com a CPTM

Revelação é de ex-diretor da estatal em depoimento obtido pela Folha

Alguns contratos de manutenção de trens da empresa paulista teriam apresentado sobrepreço de 30%

FLÁVIO FERREIRAMARIO CESAR CARVALHODE SÃO PAULO

Apontado pela Polícia Federal como um dos consultores utilizados para pagar propina da Siemens e da Alstom a políticos do PSDB e servidores, o lobista Arthur Teixeira frequentou reuniões técnicas e acompanhou contratos dentro da sede da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

A informação foi revelada por José Luiz Lavorente, diretor de operação e manutenção da CPTM, em depoimento à Corregedoria Geral da Administração que a Folha obteve.

A corregedoria é o órgão do governo paulista que investiga a conduta dos servidores suspeitos de envolvimento com o cartel de trens.

Segundo Lavorente, o lobista representou a Alstom, de origem francesa, a CAF, da Espanha, e a Bombardier, do Canadá. "Arthur Teixeira chegava a representar as empresas na fase de execução do contrato", completou.

A CPTM afirma que são as empresas que decidem quem vai representá-las.

Alstom, CAF e Bombardier venderam trens da série 2000 à CPTM, entregues em 2000. Meses depois, essas três empresas e a Siemens foram escolhidas, entre outras, para fazer a manutenção de três lotes de trens da estatal. Os três contratos, assinados em 2000 e 2001, custaram à CPTM R$ 744 milhões em valores atualizados.

Os contratos de manutenção –os dos trens das séries 2000, 2100 e 3000– foram alvos de cartel, segundo denúncia que a Siemens apresentou ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), órgão do governo federal que cuida da defesa da concorrência. Um dos papéis entregues pela empresa alemã indica que se não houvesse conluio a companhia ofereceria proposta com valor 30% menor que o apresentado para ganhar a concorrência.

A Siemens diz nesse documento que foi procurada à época das licitações por Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira, que organizavam uma reunião entre empresas para combinar os preços.

Em carta anônima enviada ao ombudsman da Siemens em 2008, cuja autoria hoje é atribuída ao ex-diretor da multinacional alemã Everton Rheinheimer, Lavorente foi apontado como beneficiário de propinas do cartel.

Foi entre 1999 e 2000 que Lavorente diz ter conhecido Arthur Teixeira. Ele foi levado à CPTM por João Roberto Zaniboni, que ocupou o cargo de diretor de manutenção e operação entre 1999 e 2003. Nessa época, Lavorente era gerente de manutenção.

A PF indiciou Zaniboni por suspeita de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de cartel. Autoridades suíças reportaram que Zaniboni recebeu US$ 103,5 mil de Arthur Teixeira em maio de 2000 e US$ 113,4 mil de Sérgio Teixeira, sócio de Arthur, em dezembro daquele ano. A conta de Zaniboni na Suíça teria movimentado US$ 836 mil, segundo autoridades do país.

Teixeira foi indiciado pela PF como suspeito de ter cometido corrupção passiva, cartel, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Ele é apontado pelo Ministério Público da Suíça como o titular de uma conta cujo valor está bloqueado por causa da suspeita que recebeu dinheiro de corrupção.

TCE

Dois dos três contratos de manutenção apontados na delação da Siemens foram considerados irregulares pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado). Uma das razões foi que a CPTM mudou a destinação de recursos, originalmente programados para materiais importados, e os usou para a aquisição de produtos nacionais, o que não estava previsto nos contratos.

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