Ficha Corrida

28/08/2015

Um PMDB com a cara de RBS

zhnNo RS é assim, e no Brasil não é diferente, por uma razão muito simples: quem governa o Brasil, desde o golpe de 1964, é a Rede Globo.

É claro que para isso ela tem de capturar ou fazer alguma transação. Na ditadura fez parceria profícua. Enquanto negava as Diretas-Já, negociava a composição com Tancredo e Sarney. Foi assim, por exemplo, que emplacou o porta-voz, Antonio Britto, e o Ministro das Comunicações, ACM.

Aliás, coincidência não gratuita, Roberto Marinho, capo di tutti i capi, comandava sua rede via família de coronéis nos estados: no Maranhão, Sarney; RN, Garibaldi Alves; Alagoas, Collor de Mello; Bahia, ACM; RS, Sirotsky.

Não foi sem motivo que no RS Pedro Simon, embora nunca tenha apresentado um projeto sequer em benefício do RS, foi eleito sob os auspícios da RS. Depois do Amaral de Souza e Pedro Simon, e na mesma trilha, a RBS conduziu ao Piratini Antonio Britto e dele ganhou a CRT. Parceiro do Aécio nos costumes, quando foi saído foi se limpar na Espanha.

Olívio Dutra fez um governo milhares de vezes melhor, mas a RBS não deu tréguas. Achincalhou, em parceria com a Veja (corpos espalhados pelas vilas). Inventaram, com parceria conspícua do Vieira da CUnha, outro comensal da RBS, uma CPI. Todos perderam, inclusive e principalmente o Estado.

Mas deu tempo para Olívio legar uma UERGS e um atestado de honestidade que ninguém pode negar.

Olívio continua morando no mesmo lugar, usando ônibus e bicicleta para se locomover, e com reconhecimento quanto à sua integridade moral, já a RBS está na Operação Zelotes

ZH VejaA perseguição ao Olívio rendeu a eleição de um medíocre chamado Rigotto, cuja acusação mais simples tinha a ver com cocaína na família. Depois RBS conseguiu emplacar a Yeda Crusius, também sob a parceria do PMDB de Pedro Simon & José Ivo Sartori. Cansado de tanta mediocridade, os gaúchos elegeram Tarso Genro. Recuperou o poder do Estado, fortaleceu os servidos e organizou as finanças.

O bombardeio implacável rendeu a eleição de dois funcionários da RBS para o Senado, Ana Amélia Lemos, do PP gaúcho, e Lasier Martins, com um partido de aluguel emprestado por Vieira da Cunha. É o único grupo de comunicação que tem dois senadores.

No governo do Estado a manada amestrada que segue bovinamente a RBS elegeu aquele que tinha por projeto mandar resolver os problemas na tumeleiro. Com os crescentes problemas do Estado, inversamente aos da RBS e da famiglia Sartori, a violência ganhou proporções dantescas. Mas agora a Veja, sempre parceira de qualquer patife, não dá as caras por aqui.

Claro, a Veja no RS atende por Zero Hora. Irmãs-siamesas, via Instituto Millenium, na patifaria.

A RBS e Veja que sempre atentam contra o PT, fazem um silêncio sepulcral em ralação aos patifes do PMDB. A RBS não se dignou a condenar o PP gaúcho pela participção em massa na Operação Lava Jato, nem agora serve para desmascarar a obtusidade do Tiririca da Serra. Se não consegue fazer isso, como já não conseguiu informar sobre a Operação Rodin, nada fará para mostrar o lado do PMDB no apodrecimento das instituições.

O único crime para os grupos mafiomidiáticos é a existência do PT. Marcola, PCC, Aécio Neves, Helipóptero, Alstom, Siemens, Fernando Baiano se inscrevem na Lei Rubens Ricúpero da bandidagem. O silêncio dos assoCIAdos do Instituto Millenium entorno da informação do Alberto Youssef de que Aécio Neves recebia R$ 150 mil mensais pela Lista de Furnas é o suficiente quem são os verdadeiros bandidos.

PETROLÃO

Lobista que negocia delação indica que entregará a cúpula do PMDB

Fernando Baiano citou Renan, Cunha e Henrique Alves nas tratativas com o Ministério Público

Termos da delação devem ser assinados na próxima semana; tempo de prisão é o principal entrave

GABRIEL MASCARENHASDE BRASÍLIABELA MEGALEDE CURITIBA

Apontado como operador do PMDB no esquema de corrupção na Petrobras, o lobista Fernando Soares, o Baiano, disse a integrantes do Ministério Público Federal que pode entregar informações sobre suposta participação de três figuras de peso do partido e de um petista nos desvios de recursos da estatal.

A Folha apurou que ele citou os nomes dos peemedebistas Renan Calheiros (AL), presidente do Senado, do ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (RN), do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ) e do senador petista Delcídio do Amaral (MS).

O lobista também adiantou que pode dar mais elementos sobre o papel de Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da Petrobras, no esquema. Embora não tenha detalhado a atuação dos políticos ou de Cerveró, Baiano adiantou que pode contribuir com informações novas.

Essa é a condição imposta pelos investigadores para fechar o acordo, que garantiria ao lobista penas atenuadas.

As conversas com Baiano começaram há cerca de um mês, em Curitiba, onde o lobista está preso numa cela da Superintendência da PF desde novembro. Na última semana, ele teve dois encontros com os procuradores.

Apesar de não ter assinado os termos da delação, o que deve ser feito na próxima semana, o acordo está praticamente fechado, segundo fontes ligadas à Polícia Federal e à defesa do lobista.

Os maiores entraves aconteceram devido ao tempo de prisão. A defesa queria que, com a colaboração, Baiano saísse imediatamente da cadeia, mas a Procuradoria não cedeu. O mais provável é que ele saia apenas em novembro.

Baiano também tentou negociar morar fora do Brasil, já que sua mulher tem cidadania americana. O argumento do operador era que gostaria de reconstruir a vida no exterior com a família. O Ministério Público vetou o pedido.

ALVOS

Cunha, Renan e Cerveró já são alvos da Lava Jato. Cunha foi denunciado ao STF (Supremo Tribunal Federal) na última semana, acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. Cerveró foi condenado pelos mesmos crimes. Renan é alvo de inquérito no STF.

Procurados, Renan e Henrique Alves informaram que não iriam se pronunciar. O advogado de Cunha não retornou os contatos da reportagem. A assessoria do PMBD disse que jamais autorizou alguém a se apresentar como operador da legenda.

Delcidio Amaral disse que conhece Baiano da época em que foi diretor da Petrobras, nos anos 90, mas que não teve mais contato com ele. Questionado sobre a possibilidade de ser citado na delação do lobista, o senador afirmou que "desconhece esse assunto".

Já Edson Ribeiro, advogado de Nestor Cerveró, disse que informações colhidas em delações de suspeitos presos não têm credibilidade. Para ele, eles sofrem terror psicológico e só aceitam falar para se verem livres da carceragem.

Questionado sobre a possibilidade de Cerveró se tornar delator, Ribeiro disse que "não haverá delação premiada".

Segundo a Folha apurou, no entanto, a defesa de Cerveró preparou um material volumoso, com 25 anexos, e até o filho do ex-diretor vem acompanhando as reuniões com a Procuradoria. Mesmo assim, as conversas não evoluem, já que os procuradores consideram insuficiente o que ele vem relatando.

O executivo comoveu os companheiros da carceragem ao passar a madrugada desta quinta (27) chorando ao receber a notícia de que sua negociação não estava indo bem. Cerveró tem assistência semanal de um psiquiatra.

19/03/2015

Quem põe os ovos da serpente

RBS & PP gaúcho, tudo a ver!

ANA RBS LEMOSO comportamento facistóide não é exclusividade destas serpentes recém saídas da casca. Quem os pariu foram os grupos mafiomidiáticos. O coronelismo eletrônico reunido entorno do Instituto Millenium vem insuflando ódio. Estes vermes não se criariam em condições normais de temperatura e pressão. O ódio nasce pelos veículos da Rede Globo, e filiais, que buscam criminalizar todos os segmentos sociais que não se dobram aos seus usos e costumes.

As filiais da Globo, como a RBS, dão exemplo diuturno de quem produz o adubo do ódio.

Ontem, lá pelas 19:30 horas, o comentarista esportivo da Rádio Gaúcha, pertencente à RBS, na abertura do jogo do Inter com EMELEC, destilou o que se pode chamar o suprassumo do ódio. Outro repórter da emissora, Matheus Schuch, acompanhava uma manifestação de moradores que estavam há seis dias sem água.

Após a informação do repórter, Maurício Saraiva, em companhia do chefe, Pedro Ernesto Denardin, comentou, mais ou menos com estas palavras:

“- estas pessoas deveriam procurar outro lugar para se manifestar. Eles estão atrapalhando o direito de quem, após  o final do trabalho, quer ir pra casa. Quem está no trânsito não tem culpa. Desse jeito o motorista parado no trânsito pode muito bem pensar ‘bem feito’, tem mais é que ficar sem água mesmo. Mas estas coisas acontecem por causa da corrupção no Governo Federal em Brasília.”

Isso, assim, na maior cara de pau. A culpa pela falta de água dos moradores da Protásio Alves é culpa do Governo Federal. Nenhuma palavra a respeito da demora pelo DMAE. Se isso não coisa de mau caráter então não sei o que seja.

A manipulação grosseira já é ofensiva só por ser grosseira. Maurício Saraiva, na melhor das hipóteses, diante do que disse pelos microfones da Rádio Gaúcha, ou é muito burro ou é mau caráter. O que o levou a fazer este tipo de ligação?

Pela capacidade de associação, vou descartar burrice pois deve ter sido contratado pela sua outra “qualidade”. Quando alguém com o poder de usar um microfone para jogar nas costas do governo federal o que é da competência do governo municipal chego a conclusão que só pode ser funcionário da RBS. Aliás, Lasier Martins e Ana Amélia Lemos faziam exatamente isso. E graças ao comportamento exatamente igual ao de Maurício Saraiva, forem eleitos pela manada gaúcha que pasta nos potreiros da RBS.

Se o mau caratismo é uma exigência da empresa onde trabalha, há outro dato que beira ao pitoresco, que explica porque a RBS abraçou o prefeito municipal. Ninguém mais tem dúvida das relações promíscuas entre a RBS e a Prefeitura Municipal de Porto Alegre. São objetivos exclusivamente em relação às especulações imobiliárias.

Os comentários venenosos como este do Maurício Saraiva, endossado pelo seu chefe que estava ao seu lado, tem por fim um único objetivo: criar ambiente de animosidade da população contra o Governo Federal e, ao mesmo tempo, desviar o foco daquela manifestação. Fica por demais evidente que se trata de ódio de classe, que acompanha a RBS desde sempre, contra movimentos sociais dos mais necessitados. Enquanto no domingo incentiva a classe média branca e patrimonialista contra o governo federal, ontem insuflava motoristas contra os manifestantes. E se um motorista, irritado com a perda de tempo no trânsito e diante do que dizia Maurício Saraiva, passasse por cima de uma daquelas pessoas?

O comportamento nazi-fascista de São Paulo é fruto de pessoas inescrupulosas que detém espaço nobre na velha mídia cujo único objetivo é desviar o foco das verdadeiras questões para atacar o governo federal. Nenhuma palavra do Maurício Saraiva a respeito do partido de sua colega, Ana Amélia Lemos, o PP gaúcho, pego por inteiro na Operação Lava Jato. Por que, ao invés de botar a culpa nas famílias sem água, não cobrou do DMAE pela demora em fornecer um bem essencial àqueles manifestantes?

O ovo da serpente é desovado por pessoas que ocupam espaços nobres em veículos como a Zero Hora, a Rádio Gaúcha e tantos outros veículos da RBS. São eles que insuflam o ódio contra os movimentos sociais, desde que movimentos sociais sejam de pobres. Coincidentemente, exatamente aquelas pessoas beneficiárias dos variados programas sociais do Governo Federal.

Pelo comportamento, o MBL tem no DNA um gene da SS! O nazi-fascismo esteve nos discursos exclusivamente contra o Governo Federal, recém eleito, por quem perdeu a eleição e não se conforma.

 

Após hostilizar jornalista, MBL diz que “deu água”

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Repórter Zé Antonio, da Carta Capital (de xadrez), foi alvo de agressão verbal por integrantes do Movimento Brasil Livre, que o provocou a discursar diante de uma massa que gritava: "ei, Carta, vai tomar no c…"; ele conta ter sido empurrado por um dos manifestantes em cima do carro de som e que um dos líderes do grupo o segurou pelos dois braços; "No cercado ao lado do carro de som, muitas pessoas nos xingaram de ‘sujos’, ‘vendidos’ entre outras coisas. Tentamos sair pelo meio da Paulista com a ‘escolta’ do MBL, mas a hostilidade estava grande e recuamos", detalha o repórter; coordenador do movimento, o jovem Kim Kataguiri disse ao 247 que o movimento "deu água" e "protegeu" a equipe até chegar à redação

19 de Março de 2015 às 05:00

Gisele Federicce, 247 – Depois de estimular agressão à equipe de reportagem da Carta Capital, que cobria as manifestações da Avenida Paulista contra o governo federal no último domingo 15, o Movimento Brasil Livre declarou ter "protegido" os jornalistas até chegarem à redação da revista. "Demos água e os protegemos até chegarem na redação da CC. Hostilidade de verdade é o que a nossa república sofre com o PT", respondeu Kim Kataguiri ao 247, ao ser questionado sobre o episódio.

A Carta Capital publicou um vídeo que mostra Zé Antonio, editor-executivo do site, sendo hostilizado em cima de um carro de som enquanto entrevistava Kim Kataguiri. Ele estava acompanhado de Yghor Boy, repórter de vídeo. Um dos integrantes do MBL, Tom Martins, que falava ao microfone vestido com uma camiseta da seleção brasileira, "denunciou" à multidão a presença da revista na manifestação e provocou o jornalista a discursar em nome da publicação à massa ensandecida que gritava "ei, Carta, vai tomar no c…".

"Expliquei que estava trabalhando, além de ser um empregado e não ter a prerrogativa de falar pelo veículo. No carro de som, após eu manifestar minha preocupação com a hostilidade, um dos integrantes do MBL insinuou que quem estava ali protestando com eles não era ladrão. Perguntei se ele estava dizendo que eu era desonesto, e ele me empurrou. O Renan [Hass], líder do MBL, me segurou pelos dois braços", conta Zé Antonio, em relato enviado por email ao 247.

"No cercado ao lado do carro de som, muitas pessoas nos xingaram de ‘sujos’, ‘vendidos’ entre outras coisas. Tentamos sair pelo meio da Paulista com a ‘escolta’ do MBL, mas a hostilidade estava grande e recuamos. Numa segunda tentativa, por trás do carro de som, conseguimos sair do local. Três pessoas foram atrás do grupo por algum tempo nos xingando. Quando estávamos na esquina da Peixoto Gomide com a Alameda Santos, bem próximo da redação, dispensamos a ‘escolta’ e voltamos para o prédio", continua o jornalista.

Ironicamente, na terça-feira 17, em entrevista ao site da revista Veja, Kim Kataguiri disse que o MBL também protesta pela "liberdade de imprensa", baseado principalmente no episódio em que a sede da Editora Abril, em São Paulo, foi alvo de protestos após a publicação da capa criminosa de Veja "Eles sabiam de tudo", sobre a presidente Dilma e o ex-presidente Lula, a dois dias das eleições presidenciais, em outubro do ano passado. A revista foi obrigada a publicar direito de resposta no dia do pleito.

Após hostilizar jornalista, MBL diz que “deu água” | Brasil 24/7

13/06/2014

O método bolivariano da funcionária da RBS

Filed under: Ana Amélia Lemos,Censura,Grupos Mafiomidiáticos,PP,Rádio Gaúcha,RBS,Zero Hora — Gilmar Crestani @ 7:37 am
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Equipe de Governo:

Ana Ameba Lesma

Os funcionários da RBS primam pela liberdade de informação. A do patrão. E se dizem isentos. Sim, sabemos o quanto são isentos. Todo ano a RBS desova algum funcionário com a incumbência de, na política partidária, defender os interesses do patrão e de seus financiadores ideológicos.

Jamais! Nunca! Verás funcionário da RBS  num partido de esquerda. Se não, como combinar quem um dia ataca os movimentos sociais e no outro se posicionar ao lado deles. A discussão das idéias made in RBS é: eles falam, você ouve calado! Eles se dão bem onde o povo os segue com passividade bovina. Conduzem as manadas de gaúchos e catarinenses no cabresto, direto ao brete.

A dobradinha da Ana Amélia com o PP é antigo. Pelo menos desde os tempos do Pratini de Moraes. A ex-miss Lagoa Vermelha defendeu Pratini quando este, por inércia, importou a febre aftosa do Uruguai e Argentina. A parceria da RBS com Pratini de Moraes, nos tempos de FHC, resultou no SISBOV

Repito o que escrevi, à época, ao Observatório da Imprensa: minhas Saudações Aftosas à funcionária da RBS que quer aparelhar nos municípios o cabo eleitoral do partido como procurador do prefeito. Nada de métodos republicanos, com foco na meritocracia que tanto defende para atacar o restante do funcionalismo público. Ele pretende fazer o que dizia acontecer na Venezuela. É a inveja como método; o ódio, como herança!

Com a tentativa de censura, coisa de quem estava acostumada a dizer qualquer besteira sem censura, Ana Amélia Lemos mostra que não está preparada para enfrentar quem pensa de modo diferente. Sempre é bom lembrar que este é um comportamento típico de gente acostumada a trabalhar em veículos de comunicação que nunca tiveram nenhuma dificuldade de trabalhar na ditadura, mas na primeira eleição democrática sofreram duras derrotas, inclusive jurídicas. Simplesmente porque, para eles, o que vale é o Estado de Direita!

Procuradores municipais acusam senadora de tentar censurar site

Advogado do PP, no entanto, afirma que publicações em página de associação de classe tem ‘interesse politico e eleitoral’

Tags: Ana Amelia, ANPM

por Fausto Macedo e Mateus Coutinho

A Justiça Eleitoral no Rio Grande do Sul negou o pedido do Partido Progressista (PP) de retirar do ar o site da Associação Nacional dos Procuradores Municipais (ANPM) e a página da entidade no Facebook.  No pedido, o partido acusava a ANPM de promover propaganda negativa da senadora e pré-candidata ao governo do Estado, Ana Amélia, que lidera as pesquisas de intenção de voto na região. ”As fotografias da senadora levam a textos que reproduzem as notícias de irregularidade, informam sobre a emenda oferecida pela parlamentar e posicionam-se contrariamente a tal medida, destacando a importância da realização de concurso público para a nomeação de procuradores municipais”, afirma a desembargadora Fabianne Breton Baisch em sua decisão.

SENADORA É ALVO DE CRÍTICAS DA ANPM. FOTO: DIDA SAMPAIO: ESTADÃO

Nas páginas da entidade na internet e redes sociais são divulgadas notícias de jornais sobre o posicionamento da senadora acerca da emenda proposta por ela para a PEC 17, em tramitação no Congresso, que estabelece a obrigatoriedade de concursos públicos para o cargo de procurador municipal. Em sua emenda, Ana Amélia propõe que apenas as cidades com mais de 100 mil habitantes adotem a contratação via concurso público.

Defesa. Diante disso, o PP acionou a Justiça por considerar que a ANPM estava fazendo propaganda negativa da senadora e pediu que as páginas fossem retiradas do ar. Após a derrota, a sigla já recorreu da decisão e o advogado do partido, Gustavo Paim, acredita que pode conseguir reverter a decisão.

“O que a associação está fazendo caracteriza propaganda ilícita, pois são divulgadas manchetes de jornais com várias notícias negativas e com a foto da senadora ao lado.  Então, a primeira vista aparenta que a corrupção da manchete estaria associada a Ana Amélia, o que é inverídico e extremamente negativo”, afirma o defensor.

Para Paim, não se trata de censura à página da entidade, mas da maneira como a ANPM está expondo a senadora ao tratar do assunto.  ”A juíza entendeu que o debate da PEC 17 poderia ser feito de maneira publica, mas o que se discute é a maneira que estão fazendo, posso garantir que há interesse politico e eleitoral”, diz.

Ele lembra ainda que o presidente da associação é filiado ao PT, partido que vai disputar o governo estadual contra Ana Amélia, que é favorita nas pesquisas.

Disputa. A associação, por sua vez, afirma que sua política de divulgação de notícias de jornais defende a liberdade de imprensa e lembra que na decisão a própria magistrada afirmou que é necessário ter cautela em casos como esses para não ferir “as garantias constitucionais de livre manifestação do pensamento e informação”.

Para a entidade as alterações sugeridas por Ana Amélia permitiriam que advogados que atuaram nas campanhas dos prefeitos fossem contratados como procuradores sem a necessidade de concursos públicos, o que prejudicaria o combate às fraudes nos municípios.

Tags: Ana Amelia, ANPM

01/06/2014

Copa 2014 – Porto Alegre

Filed under: Rádio Gaúcha,Rádio Grenal,RBS,Zero Hora — Gilmar Crestani @ 8:35 am
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Está faltando gente na foto, então vou nominar todos os que ouvi dizendo asneira sobre a realização da Copa nas Rádios de Porto Alegre: Kenny Braga, Wianey Carlet, Farid Germano Filho, Ricardo Vidarte, Alexandre Fetter, Potter. Desculpe, não lembro agora o nome de todos os vira-latas porto-alegrenses…

Copa 2014

Martinho Marchi · Porto Alegre · 

O Brasil vai gastar R$27 bilhões com as obras da copa.
É muito, né? Vamos diminuir. Abaixo está a lista das "obras da copa" em Porto Alegre. Quais vocês cortaria?
1) Duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva (Avenida Beira-Rio)
2) Corredor de ônibus da Avenida Padre Cacique
3) Viaduto da Pinheiro Borda…
4) Viaduto da Júlio de Castilhos
5) Viaduto da Bento Gonçalves
6) Corredor de ônibus da Bento Gonçalves
7) Corredor de ônibus da Protásio Alves
8) Corredor de ônibus da João Pessoa
9) Passagem Subterrânea na Rua Anita Garibaldi sob Av. Carlos Gomes
10) Passagem Subterrânea na Av. Ceará
11) Passagem Subterrânea na Av. Cristóvão Colombo (até março de 2015)
12) Viaduto da Plínio Brasil Milano
13) Duplicação da Voluntários da Pátria
14) Prolongamento da Avenida Severo Dulius
15) Duplicação da Avenida Tronco
16) Remodelação do Estádio Beira-Rio – Investimento Privado
17) Centro de treinamentos da Arena do Grêmio – Investimento Privado
18) Obras no Aeroporto Salgado Filho
19) Aeromóvel do Aeroporto
20) Revitalização do Cais Mauá

27/05/2014

A ignorância vem travestida de informação

jornalismo_independenteNa ditadura, os ditadores usavam o futebol para se perpetuarem. Foi assim em 70 no Brasil, e em 78 na Argentina.

Nas democracia os políticos e governantes também buscam usar o futebol para angariarem dividendos políticos. Então, onde mora a diferença?

A diferença é que na ditadura não há eleições, e a oposição não tem espaço. Na democracia, ambos os lados políticos podem buscar se beneficiar do futebol, mas ambos,  situação e oposição, vão disputar no voto.

Há uma outra diferença que salta aos olhos. Na ditadura, só há veículos de comunicação que se perfilam com as “ideias” do ditador de plantão. Os que divergem são presos, torturados, esquartejados, alguns estuprados, mortos e escondidos. Vimos isso no Brasil de 70 e na Argentina de 1978. Todos os grandes grupos de comunicação da Argentina (Clarin, Nacion) floresceram com sob o manto da ditadura e o compadrio com os ditadores. No Brasil de 1970, a Globo chegou ao apogeu.

As cinco famílias brasileiras que hoje dominam o mercado das informações (Civita, Frias, Mesquita, Marinho & Sirotsky) também, coincidentemente, floresceram com a ditadura. Hoje, não fosse a ditadura, não seriam nada. Tanto é que, na democracia, se voltam contra quem ganha no voto, e seus grupos entram em decadência, por falta de um ditador que os financie.

Aos trancos e barrancos a sociedade brasileira vem evoluindo com a democracia. Há, contudo, os saudosistas, as viúvas da ditadura. Setores onde a mudança de costumes demora um pouco mais. Como diz o ditado, o uso do cachimbo entorta a boca. Um dos setores que ainda atua como nos tempos da ditadura são os velhos grupos de mídia que se conluiaram entorno do Instituto Millenium.

Na política, o povo, pelo voto, já tentou vários tipos de governantes. Desde Collor, FHC, Lula e agora Dilma. Nos grandes grupos de mídia a mudança foi para pior. Além de não se adaptarem ao sistema democrático, atuam para que voltemos aos usos e costumes dos tempos da ditadura.

Se é verdade que a vinda da Copa traz dividendos aos que conseguiram com que o Brasil a sediasse, também é verdade que outros poderiam ter feito, até tentaram, como FHC também tentou, e não conseguiram.

Então, o que vemos hoje?

Em Porto Alegre, nas nossas rádios, tvs e jornais, só têm espaço para atuarem os jornalistas que se filiam ao entendimento do patrão. É por isso que os setores que mais lucram com o futebol são os que sempre usaram o futebol para proteger seus parceiros ideológicos bem como para atacarem os adversários. Não fosse o futebol, rádio como a Rádio Grenal não existiria. Contudo, usam o futebol para defenderem interesses do patrão. Hipócritas!

Lembro perfeitamente bem o que aconteceu durante a Copa de 1994. Rádios, tvs e jornais fizeram o possível e o impossível para cacifar ainda mais o então candidato à reeleição. Mesmo tendo comprado a possibilidade de reeleger ninguém lembrava deste fato. Ficou na memória dos que viveram aqueles dias a confissão do Ministro Rubens Ricúpero nos bastidores da Globo, de que o governo e a Globo mostravam o que era bom para a reeleição e escondiam o que era ruim. A torcida do Galvão Bueno era escancarada. Nestas horas ninguém lembra que não existiria Ricardo Teixeira nem José Maria Marin sem a Rede Globo. Então, onde é mesmo que mora a corrupção?!

Hoje, para derrotarem Dilma, patrões e empregados jornalistas torcem contra o Brasil. Preferem que o Brasil piore, que o desemprego aumente, que a inflação suba, que a seleção perca, se isso resultar em derrota eleitoral.

Então, quem é mesmo que usa o futebol para uso político? Quem é o canalha nesta história?

Pior! O político fazer política, é da natureza. Portanto, que situação e oposição se digladiem entorno do uso do futebol, é da lógica democrática. É política. Se os jornalistas e seus patrões quiserem fazer política, entreguem a latinha! Façam como fez Antonio Britto, Yeda Crusius, Ana Amélia Lemos, Lasier Martins

Agora, quando empresas de comunicação e seus celetistas abraçam a bandeira da oposição com o único intuito de prejudicarem politicamente um lado para favorecer outro, estamos falando de desonestidade, da falta de ética de profissionais que deveriam informar, não torcer.

Com que autoridade estes profissionais podem querer criticar os políticos se agem pior do que os políticos, com o agravante de que os político se submetem ao escrutínio popular, e estes grupos e seus funcionários, estão lá e lá ficarão independentemente do que disserem, sem que nenhum de nós possa fazer qualquer coisa para substituí-los por profissionais melhores.

Vou dar nome aos bois: acho canalhice os que estão usando o espaço nas rádios, tvs, jornais para atacarem um lado com o único interesse de favorecem o outro, o deles. Na minha opinião, Ricardo Vidarte e Germano Farid Filho, na Rádio Grenal; os membros do pretinho básico, essa cópia xexelenta da Rádio da Ultra que a Rádio Atlântida fez: Alexandre Fetter, Maurício Amaral, Potter; os integrantes do Sala de Redação da Rádio Gaúcha, suprassumo do conservadorismo: Vianey Carlet, Kenny Braga. Quem deu a eles a autoridade de dizerem o que é bom e o que é ruim para o Brasil? Em que eles são mais capacitados do que eu? A voz? Sim, a voz do conservadorismo.

Quando Ricardo Vidarte diz de forma meridiana, clara, que torce contra o Brasil na Copa, como fez esta manhã na Rádio Grenal, para que possa haver mudança política está sendo jornalista ou moleque de recados? Com a devida vênia aos moleques de recado….

Então, quem são os verdadeiros canalhas? Os que se submetem a critérios democráticos de escolha ou aqueles que são pagos, mercenários, trabalham para defenderam os interesses do patrão e seus financiadores ideológicos?!

22/05/2014

Rádio Gaúcha x Rádio Grenal

Por falta de imagem adequada das ondas das rádios, vejam a capa dos jornais gaúchos no dia em que o contrato da nova ponte do Guaíba foi assinado. As rádios são do mesmo ramo e rumo…

Jornais Gaúchos

Para quem gosta de futebol.

Está surgindo, no âmbito futebolístico, uma concorrência à Rádio Gaúcha. É a Rádio Grenal.

Uma não fala da outra. Uma não é informação para a outra. O povo gaúcho que só escuta a Gaúcha, não saberia, por esta, da existência da outra.

Então, onde está a liberdade de expressão? Onde mora nosso direito à informação? Afinal, o público que curte futebol tem ou não tem direito à informação de que há uma alternativa, outra emissora de rádio em Porto Alegre que trata de futebol 24 horas por dia.

As duas emissoras de rádio chamam o Atlético Paranaense de “Coréia do Norte” porque impede que a mídia, sem pagar royalties, cubra  os eventos do clube. A TV paga ao Clube e pode fazer reportagens e e entrevistas com jogadores. As rádio, não. A Rádio Gaúcha condena. A Rádio Grenal, também. Mas ambas são ainda piores do que o Atlético Paranaense.

A concorrência é legal, mas seria melhor se contassem os bastidores uma da outra. São concorrentes e sabotadoras entre si, e o povo que se dane. Os profissionais de uma e outra se protegem assim como agem membros das máfias. O jornalismo não é notícia para o público porque, se fosse, saberíamos de coisas que são feitas muitas vezes piores do que fazem os políticos.

Então não foi o Grupo RBS, que se diz lutador pela liberdade de expressão, que condena a perseguição venezuelana aos meios de comunicação, que chama o Atlético Paranaense de Coréia do Norte, conseguiu com que a FIFA impedisse a Rádio Grenal de participar da cobertura da Copa do Mundo no Brasil? Por que a RBS impede que a concorrente participe? Será que o povo precisa só de mais postos de saúde, de mais educação? O povo não tem direito de saber destas práticas mafiosas, que deturpam a liberdade de expressão? O poderio econômico da RBS, conseguido como se sabe, durante o período da ditadura militar, da única maneira possível, que era acobertando a perseguição política, a tortura, o assassinato dos opositores. É com o dinheiro conseguido trocando informação por patrocínio que a RBS pode diversificar seu cardápio de investimentos. E com estes investimentos consegue sufocar veículos menores, impedir concorrentes de crescerem.

Nestas horas, foda-se o Fórum da Liberdade!

Mas a situação é hilária, não porque seja, mas porque ambas, rádios Gaúcha e Grenal, são vozes do conservadorismo em termos políticos. Estão ambas a serviço do Establishment.

Em bom português, são instrumentos dos seus financiadores ideológicos. Os mesmos grupos que criticam o Atlético Paranaense negam aos respectivos públicos informações relevantes a respeito de uma e outra. Não dão crédito uma a outra porque ambas são inacreditáveis, no sentido de que não merecem crédito. Os funcionários de ambas as rádios, como diria o Romário, já que estamos no ramo futebolístico, caladas são poetas!

Embora sejam veículos por meio dos quais acompanhamos o desenrolar da história dos nossos clubes, toda vez que seus comentaristas, narradores e repórteres enveredam pelo campo político em nada se distinguem daqueles que criticam. Com a diferença que os políticos dão a cara a bater, se submetem ao voto. Os funcionários da Gaúcha e da Grenal ficam nos dando lição de moral, sem nos proporcionarem contraponto, dizendo-se isentos, e na primeira oportunidade que aparece, lá estão eles atrelados aos partidos que sempre defenderam enquanto se diziam isentos.

Cobram do poder público a conclusão de todas obras e, ao mesmo tempo, condenam o poder público porque investe em obras quando deveria investir em educação e saúde…

Até seria legítimos cobrarem dos Governos Federais, Estaduais e Municipais por melhorias, e condena-los por não terem concluído todas as obras que prometeram. Então, porque não cobram das empresas privadas de telefonia, que foram privatizadas porque, sendo privadas seriam melhores que públicas, que não melhoraram os serviços para a cobertura da Copa. E prometeram que melhorariam os serviços para a Copa. Se não melhoraram para a Copa o que se dirá para o cidadão. E isso que o preço é para lá de escorchante. No entanto nada lerás, ouvirás ou virás pela TV a respeito dos serviços de telefonia da VIVO, OI, CLARO simplesmente porque são estas empresas que mais investem em markenting e, of course, sustentam a velha e carcomida mídia.

Se condenam genericamente o serviço de telefonia é apenas com o intuito de dizerem que “o governo não resolveu o gargalo da telefonia”. Ué, mas não foram privatizadas para que o governo não tivesse que se meter nisso… E são contra a intervenção estatal, porque a privada faz melhor. Como o povo sabe, tem privada que só dando descarga!

Todo dia ocupam espaço nobre do negócio da informação para nos ensinarem ética, educação, bons costumes, liberdade de expressão e para condenarem a política. Constroem um vida posando de moralistas para no dia seguinte vestirem a carapuça dos que passaram os dias acusando de corruptos. Pela quantidade de jornalista que entra para a política significa que eles adoram uma corrupçãozinha…

A lista não é pequena dos que, na véspera, posavam de jornalistas isentos mas que na primeira oportunidade, embarcaram na canoa do oportunismo político:

– Antonio Brito, Yeda Crusius, Sérgio Zambiase, Yeda Crusius, Ana Amélia Lemos, Lasier Martins, Afonso Motta, André Machado… todos saíram da RBS para ocuparem cargos políticos. Será porque, como diziam, a política é o lugar da corrupção?!

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