Ficha Corrida

02/09/2013

Ah, se o PT fizesse igual!

E não bastasse isso, Alckmin distribui milhares de assinaturas de Veja, Folha, Estadão nas escolas públicas. Para coroar o compadrio, trouxe a trupe da Veja para comandar o Roda Viva da TV Cultura. Tudo isso, aos olhos do impoluto Ministério Público, não passa de um MISTÉRIO PRIVADO!

Por que será que tucanos não são investigados?

:

Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) nomeou Carla Elias Rosa, mulher do procurador-geral de Justiça de São Paulo, Márcio Elias Rosa, para trabalhar no Palácio dos Bandeirantes. Procurador está no comando do Ministério Público, que tem entre suas prerrogativas investigar denúncias que envolvam o governo. Primeiras denúncias do propinoduto remetem à gestão de Mario Covas, em 1998, mas cartel que superfaturava em até 20% contratos metroferroviários com o governo do Estado só começou a ser investigado após delação ao Cade da multinacional alemã Siemens. Governador diz não ver "qualquer conflito ético"

2 de Setembro de 2013 às 07:04

247 – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, nomeou Carla Elias Rosa, mulher do procurador-geral de Justiça de São Paulo, Márcio Elias Rosa, para trabalhar no Palácio dos Bandeirantes. Elias Rosa está à frente do Ministério Público de São Paulo, que tem como função investigar denúncias que envolvam o governo. Alckmin diz não ver nenhum conflito ético, mas desde que o caso do propinoduto foi revelado, fica cada vez mais evidente a blindagem tucana no Estado.

Recentemente, as três gestões do PSDB no governo de São Paulo – Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, se tornaram alvo de suspeitas de envolvimento em esquema de cartel montado para superfaturar em até 20% contratos de trem e metrô no Estado. As primeiras denúncias sobre o propinoduto tucano remetem a 1998. No entanto, a blindagem só foi vencida por uma multinacional alemã, a Siemens, que tomou a decisão de pedir um acordo de leniência junto ao Cade, confessando duas décadas de práticas condenáveis.

Leia a nota de Mônica Bergamo, da Folha:

DIÁRIO OFICIAL

O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) nomeou Carla Elias Rosa, mulher do procurador-geral de Justiça de São Paulo, Márcio Elias Rosa, para trabalhar no Palácio dos Bandeirantes. Ela integrará a assessoria jurídica do governo, na Casa Civil.

OFICIAL 2

Elias Rosa lidera o Ministério Público de SP, que tem entre suas prerrogativas investigar denúncias que envolvam o governo.

OFICIAL 3

"É uma assessoria jurídica técnica, e não política. Do Estado, e não do governador. Ela não teve aumento de salário. É procuradora desde 1987", diz Márcio Elias Rosa. Carla é funcionária de carreira da PGE (Procuradoria-Geral do Estado), que defende o Estado em ações judiciais.

CONHECIMENTO

Questionado se haveria problema ético na nomeação, em função da relação conjugal de Carla, o governo Alckmin afirmou que a indagação revela "profundo desconhecimento sobre o funcionamento" da PGE. Não há "qualquer conflito ético". A assessoria é órgão complementar da PGE, onde ela já trabalhava. "Eventual ação do procurador-geral de Justiça [o marido de Carla] contra o governador não tramita na assessoria jurídica do governo", diz a nota.

Por que será que tucanos não são investigados? | Brasil 24/7

10/11/2012

Gilmar: provas são fartas. E contra o Dantas, Mino?

Os estupros do Dr Roger eram fartos ou falsos?

Saiu no Estadão:

‘Há fartura de provas’, afirma Gilmar Mendes sobre mensalão

Para ministro, foi criada ‘lenda urbana’ de que não havia provas suficientes para condenar os réus
SÃO PAULO – O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, afirmou nesta sexta-feira, 9, ao ser indagado sobre a dimensão do esquema que ficou conhecido como mensalão, investigado pela Corte, que “o que está submetido ao STF é talvez um pequeno porcentual do que ocorreu”. Na avaliação de Mendes, mesmo assim há “uma fartura de provas, como raramente se tem”, no processo e foi criada uma “lenda urbana” de que não havia provas suficientes para condenar os réus.
Mendes, que participa em São Paulo de um evento da Escola da Advocacia Geral da União (EAGU), admitiu que o julgamento do processo no STF – na fase de dosimetria de penas – não deve terminar antes da aposentadoria do presidente da Corte, Ayres Britto. Ele deixará a casa compulsoriamente no dia 18, após completar 70 anos. “Nós temos só duas sessões e, por milagre, pode ocorrer (o fim do julgamento)”, ironizou. A expectativa de Mendes, contudo, é que o julgamento termine ainda este ano.
Passaportes. Questionado sobre as críticas feitas pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, sobre a retenção de passaporte dos condenados no processo, Mendes defendeu a decisão, tomada pelo ministro relator Joaquim Barbosa, e defendeu a cautela adotada pelo colega. “Até porque o juiz que conduz o processo depois fica com a responsabilidade sobre esse tema”, afirmou o ministro.
Mendes citou como exemplo o caso do médico Roger Abdelmassih, a quem ele próprio concedeu uma liminar para que pudesse em recorrer em liberdade da condenação por estupro e atentado violento ao pudor. Abdelmassih fugiu no início de 2011, segue desaparecido e procurado pela Interpol e supõe-se que ele tenha saído do País.
Ainda sobre as manifestações de Dirceu acerca de um possível cerceamento da liberdade de expressão e sobre a realização de um julgamento político do STF, Mendes rebateu: “não há nenhum julgamento político, o julgamento tem sido extremamente cuidadoso. Raramente vai haver um caso examinado com tanto cuidado”, concluiu.


Navalha

Se tem um juíz que entende de “fartura” é Gilmar Dantas(*).

Nem um vídeo do jornal nacional é fartura suficiente.

E os estupros comprovados do Dr Roger ?

Não eram estupros “fartos”?

Cadê o farto áudio do grampo ?

E quando foi “chantageado”, por que o Supremo Ministro não denunciou o chantagista à Polícia ?

Ou as provas não eram fartas ?

Hein, Mino ? (Clique aqui para ler o editorial da Carta desta semana .)

Logo o Ministro Supremo, que o Leandro Fortes e o Mauricio Dias localizaram na farta generosidade do governador tucano Eduardo Azeredo.

O Supremo Presidente Supremo considera que o mensalão (o do PT) é só a ponta do iceberg

Ali embaixo ainda tem muito angu.

Será o “safo” ? Qual dos “safos” ?

O Ministro de fartas provas vai incriminar os tucanodantas ?

Ou não será preciso, como disse o nobre Senador Demóstenes, “mandar subir” ?

Ou ele vai se dar por “impedido”?

( Será que o Ministro Supremo pensa que o amigo navegante é um parvo ?)

Paulo Henrique Amorim

Gilmar: provas são fartas. E contra o Dantas, Mino ? | Conversa Afiada

18/08/2012

E se a pressão fosse do PT?

O PSDB e seus correligionários na velha imprensa tem um modus operandi por demais manjado. A começar pelo jornal que é uma sucursal do PSDB, a Folha de São Paulo, que tem em seu staff d. Judith Brito, sempre minimiza questões envolvendo o cerceamento da liberdade de expressão quando parte do PSDB. Todos os principais dirigentes do PSDB já entraram com ações contra divulgações; Lula que apanha diuturnamente, nunca acionou a Justiça. A liberdade de expressão se resume na liberdade deles em caluniarem sem pudor.

Acordo busca normalizar ‘Revista de História da Biblioteca Nacional’

DO RIO – Uma disputa longa e que culminou na demissão de um conselho de notáveis foi encerrada ontem, com a assinatura de um acordo entre a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e a Sociedade dos Amigos da Biblioteca Nacional (Sabin), para que esta continue editando a "Revista de História da Biblioteca Nacional".

A crise começou em março, após a Sabin demitir o editor Luciano Figueiredo por "razões administrativas".

Semanas antes, o então editor havia demitido o jornalista Celso de Castro Barbosa, que escrevera uma resenha do livro "A Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr., publicada no site da revista. O texto gerou protestos públicos do PSDB e foi tirado do ar.

A demissão de Figueiredo, que integrava o conselho editorial, levou os demais conselheiros a renúncia, em junho.

Desde então, o presidente da Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, tentou encontrar uma fórmula que reconduzisse os conselheiros a seus cargos -eles queriam autonomia para contratar ou demitir o editor da revista, o que a Sabin negava.

Pelo acordo, a FBN passa a nomear o conselho editorial -que até hoje não era formalizado, mas convidado pela Sabin- e este, além de cuidar do conteúdo da revista, indicará uma lista tríplice com sugestões de nomes de editor.

A decisão final sobre contratação e demissão continua a cargo da Sabin, mas o conselho deverá ser ouvido.

Os antigos conselheiros não retornarão aos cargos.

07/07/2012

Pornografia!

Filed under: Álvaro Dias,Federico Franco,Golpismo,Paraguai,Putaria Tucana — Gilmar Crestani @ 11:35 pm

05/07/2012

Partido Só De Safados

Filed under: Bandidagem,Grupos Mafiomidiáticos,Isto é PSDB!,Putaria Tucana — Gilmar Crestani @ 8:25 am

 

Tucanos montaram a patranha dos aloprados

O Conversa Afiada se vê na contingência de reproduzir post que trata da presumida “intocabilidade” do Padim Pade Cerra.

Saiu no JB online:

Cachoeira & Aloprados

Jornal do Brasil
Marcelo Auler
Em um dos vídeos apreendidos na casa de Adriano Aprígio, ex-cunhado do bicheiro Carlinhos Cachoeira, o ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, comemora o envolvimento de petistas no chamado Escândalo dos Aloprados.


Em setembro de 2006, às vésperas do início da propaganda eleitoral na televisão, petistas foram presos em um hotel em São Paulo com R$ 1,7 milhão. Com o dinheiro pretendiam comprar um dossiê que supostamente envolvia o tucano José Serra – então candidato à presidência da República – com o desvio de verbas do orçamento destinadas à compra de ambulâncias. O escândalo prejudicou Lula, que concorria à reeleição e esperava ganhar no primeiro turno, o que não aconteceu.


O vídeo apreendido, já periciado pela Polícia Federal, mostra uma conversa entre o jornalista Mino Pedrosa e Dadá, o araponga que atendia à quadrilha do bicheiro. Pedrosa relata que o PSDB armou a história do dossiê e o “PT caiu nela”.
O araponga vibra e comemora: “Tem que f….. o Lula! Tem que f….. o barbudo!


Navalha

O amigo navegante se lembra dos aloprados, não é isso ?

E da histórica carta do Rodrigo Vianna ao Ali Kamel – http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/06/20/ambulancias-do-cerra-e-aloprados-do-kamel/

É a mesma turnma que montou a patranha do mensalão.

Clique aqui para ver “TV Record mela o mensalão”.

E “PiG também acha que o mensalão está por provar-se”.

Os aloprados tiveram a funçao de esconder o escândalo – esse, sim, provado – das ambulâncias super-faturadas da jestão Padim Pade Cerra, “o maior Ministro da Saúde da História desse pais”.

Cerra e seu ilustríssimo sucesor, Barjas Negri.

Foi nesse escândalo que surgiu aquele monte de dinheiro na mesa do delegado Bruno da Polícia Federal – onde andará o delegado Bruno ? – que o Ali Kamel usou para dar o Golpe e levar a eleição de 2006 para o segundo turno – clique aqui para ler “o primeiro Golpe já houve; falta o segundo”.

Ou seja, e se houver um Golpe paraguaio… a Dilma terá como se defender ?

O amigo navegante acabou de ver o que se passou na eleição do México, quando a Televisa, segundo um jornal inglês (inglês !!!), The Guardian, entregou a eleição no colo do Peña Nieto.

Lá como aqui, a Televisa não só protegeu o candidato do PRI (PSDB), como trabalha diuturnamente para denegrir os adversários.

Basta a leitura diária do PiG (*).

Não há uma única notícia objetiva.

É tudo da editoria “o Brasil é uma m…”

O Conversa Afiada se vê na contingência de reproduzir post que trata da presumida (diria a Folha (**)) “intocabilidade” do Padim Pade Cerra.

Publicado em 06/01/2012

Privataria: por que o Cerra se achava intocável?

Este ansioso blogueiro recomenda enfaticamente a leitura de “A vida quer é coragem – a trajetória de Dilma Rousseff, a primeira presidenta do Brasil”, de Ricardo Batista Amaral, editado pela Primeira Pessoa.

Breve, aqui se tratará do livro em si e da personagem.

Amaral faz uma minuciosa e objetiva reconstituição dos fatos políticos que Dilma acompanhou no primeiro plano, ou nos bastidores.

É uma narrativa é isenta, respeita a verdade factual, como gosta o Mino Carta.

Chamou a atenção o que está descrito a partir da página 161.

É o episódio dos que Lula chamou de aloprados, na eleição de 2006.

Os aloprados foram apanhados com dinheiro numa operação para desmascarar a compra de ambulâncias super-faturadas, enquanto Cerra e seu sucessor, Barjas Negri, eram ministros da Saúde.

Com a ajuda da Polícia Federal de São Paulo e especialmente do PiG (*), com a Folha (**) e a Globo à frente, Cerra transformou a tragédia das ambulâncias superfaturadas numa bênção dos céus.

O que deveria atingí-lo como um escândalo de bom tamanho derrotou Aloizio Mercadante para Governador (Cerra venceu no primeiro turno).

E permitiu que Ali Kamel levasse a eleição de Lula contra Alckmin para o segundo turno – clique aqui para ler “O Primeiro Golpe já houve, falta o Segundo (também do Kamel) “

A tecnologia cerrista já tinha sido testada – com retumbante sucesso – na eleição presidencial de 2002.

Quando Cerra fotografou cédulas de dinheiro no escritório da empresa Lunus do marido de Roseana Sarney – então a melhor candidata para derrotar Lula, segundo as pesquisas.

Cerra distribuiu à farta as fotos das notas pelo PiG (*) afora – e destruiu a candidatura de Roseana.

Sempre com a ajuda da Polícia Federal.

(O pai de Roseana, José Sarney, da tribuna do Senado, acusou Fernando Henrique de receber, no Palácio do Alvorada, um fax de um agente da Polícia Federal, da máquina do escritório da Lunus, com a informação: missão cumprida.)

Na Polícia Federal, Cerra contava, sempre, com Marcelo Lunus Itagiba.

Cerra foi para a eleição de 2010 com essa convicção.

Com a ajuda do Papa, da PF e do PiG ele era intocável.

Qualquer calhordice – segundo Ciro Gomes – seria acobertada pelo PiG (*), com a ajuda da Polícia Federal.

Uma dupla do barulho !

A partir da pág. 227, Amaral mostra outra peripércia de Cerra.

Que quase – quase, frise-se, deu certo.

Com rigor de cartógrafo, Amaral reconstitui o episódio da “quebra de sigilo” do presidente do PSDB, o notório Eduardo Jorge, aquele que tinha o hábito de ligar para o Juiz Lalau da sala ao lado do gabinete do presidente Fernando Henrique.

Uma mania, digamos assim.

No bolo do sigilo vem o “suposto” dossiê que o Amaury Ribeiro Júnior prepararia contra a família tão inocente, imaculada, do Padim José Cerra.

Cerra àquela altura já sabia que o Amaury tinha feito uma reportagem não publicada pelo Estado de Minas, que descrevia tudo o que ele queria fazer para destruir a candidatura do Aécio.

Cerra também desconfiava que Amaury preparava um livro, cujo prefácio este ansioso blog publicou repetidas vezes

Cerra reproduziu a estratégia das notas da Roseana, das notas dos aloprados: transformou o limão na limonada.

Tentou botar o Amaury em cana, fez da filha e do Eduardo Jorge vítimas da sanha petista.

Jenial !

O PiG esteve incansável, na defesa dos princípios de Democracia.

A Carta Capital e Leandro Fortes mostraram que a irmã do Daniel Dantas e a filha do Cerra, elas, sim, é que violaram o sigilo fiscal de 60 milhões de brasileiros – e, por isso, a filha do Cerra está indiciada.

Mas, o PiG não dá sequência ao que a Carta Capital denuncia.

Muito menos o jornal nacional.

E o Cerra só precisa operar o jornal nacional e a Folha.

Esses bastam.

O resto vem no bolo.

Amaral mostra como Dilma cortou o mal pela raiz.

Mandou embora todos os que pudessem eventualmente produzir um dossiê.

E, de público, preservou o trabalho jornalístico do Amaury.

Cerra achou que o jogo tinha sido jogado.

Perdeu a eleição, disse um até breve, e achou que o Amaury ia se jogar numa vala comum.

E a filha ia se safar, numa boa.

Aí, a casa caiu.

Ele soube do livro do Amaury.

Tentou se aproximar do editor, o Luiz Fernando Emediato, mas Emediato não lhe deu bola.

O Privataria Tucana já começava a ser impressa.

E o Cerra deixou de ser intocável.

A mágica foi descoberta.

E o mágico saiu a correr, pela coxia, debaixo de vaia.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Tucanos montaram a patranha dos aloprados | Conversa Afiada

03/07/2012

Caso dos aloprados é obra de Cachoeira com PSDB

Filed under: Bandidagem,Carlinhos Cachoeira,Isto é PSDB!,Putaria Tucana,Veja — Gilmar Crestani @ 11:31 pm

E por aí se explica o apoio do PSDB ao golpe à moda paraguaia. Quanto a gente acha que eles desceram demais, sempre há um degrau abaixo. O PSDB é insuperável naquilo que se propõe: a baixaria. Desde o Caso Lunus, quando o aparato de arapongas a serviço de José Serra detonou a candidatura de Roseana Sarney, sabe-se que o PSDB não deixa nada a desejar aos métodos que tornaram a máfia siciliana famosa no mundo inteiro. Relevante constatar que não seriam nada além de meliantes não fosse o conluio dos grupos mafiomidiáticos. A relação de Carlinhos Cachoeira com a Veja é apenas a comprovação mais evidente. Que só bandidos e acobertadores não veem.

Caso dos aloprados é obra de Cachoeira com PSDBFoto: Edição/247

Revelação está em vídeo periciado pela Polícia Federal; nas imagens, Mino Pedrosa, assessor do bicheiro, diz ao araponga Dadá, que petistas morderam uma isca preparada por tucanos; caso levou eleição presidencial de 2006 ao segundo turno; “tem que f… o barbudo”, comemorava o araponga Dadá, referindo-se ao ex-presidente Lula

03 de Julho de 2012 às 23:05

247 – Há duas semanas, o juiz federal Paulo Cézar Alves Sodré, da 7ª Vara Criminal de Mato Grosso, abriu uma ação penal contra petistas envolvidos num escândalo que ficou conhecido como o “Dossiê dos Aloprados”. Às vésperas da eleição presidencial de 2006, eles foram presos num hotel em São Paulo com R$ 1,7 milhão em espécie. O dinheiro serviria para plantar denúncias contra José Serra, que, naquele ano, disputou o governo de São Paulo contra Aloizio Mercadante.

Entre os envolvidos, havia figuras próximas ao ex-presidente Lula, como seu amigo Jorge Lorenzetti, conhecido como o “churrasqueiro” do Palácio do Planalto. À época, foi Lula quem definiu os personagens do escândalo como “aloprados”. Apesar do seu repúdio à montagem do dossiê, a imagem do dinheiro apreendido, no Jornal Nacional, ajudou a levar a eleição presidencial, contra Geraldo Alckmin, ao segundo turno.

O caso, no entanto, pode ter agora uma reviravolta. Um vídeo apreendido pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo sinaliza que o bicheiro Carlos Cachoeira pode estar por trás da armação. Nas imagens, o jornalista Mino Pedrosa, que foi assessor de Cachoeira, conversa com o araponga Dadá, membro da quadrilha, sobre o caso. E diz que o PSDB preparou uma armadilha, na qual o PT o caiu. Dadá, então, comemora. “Tem que f… o barbudo”, referindo-se a Lula.

Leia, abaixo, texto de Marcelo Auler, no Jornal do Brasil:

Em um dos vídeos apreendidos na casa de Adriano Aprígio, ex-cunhado do bicheiro Carlinhos Cachoeira, o ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, comemora o envolvimento de petistas no chamado Escândalo dos Aloprados.

Em setembro de 2006, às vésperas do início da propaganda eleitoral na televisão, petistas foram presos em um hotel em São Paulo com R$ 1,7 milhão. Com o dinheiro pretendiam comprar um dossiê que supostamente envolvia o tucano José Serra – então candidato à presidência da República – com o desvio de verbas do orçamento destinadas à compra de ambulâncias. O escândalo prejudicou Lula, que concorria à reeleição e esperava ganhar no primeiro turno, o que não aconteceu.

O vídeo apreendido, já periciado pela Polícia Federal, mostra uma conversa entre o jornalista Mino Pedrosa e Dadá, o araponga que atendia à quadrilha do bicheiro. Pedrosa relata que o PSDB armou a história do dossiê e o "PT caiu nela".

O araponga vibra e comemora: "Tem que f….. o Lula! Tem que f….. o barbudo!

Caso dos aloprados é obra de Cachoeira com PSDB | Brasil 247

02/07/2012

Depois da água, o PSDB também vai querer privatizar o ar

Filed under: Isto é PSDB!,Privataria Tucana,Privatidoações,Putaria Tucana — Gilmar Crestani @ 11:24 pm

 

Fraudes em licitações podem revelar ação de “quadrilha da água”

O pedido de prisão temporária do ex-prefeito de São Luiz Gonzaga, Vicente Diel (PSDB), de um ex-secretário de obras do município e do assessor jurídico da prefeitura foi motivado pela continuidade das investigações sobre fraudes em processos de licitação para a privatização dos serviços de abastecimento e saneamento de água em cidades da região Sul do Brasil. A revelação foi feita pelo promotor Flávio Duarte, diretor da Promotoria Especializada Criminal do MP estadual, durante entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira.

Segundo ele, o que ocorreu em São Luiz Gonzaga “foi uma licitação marcada para que uma das empresas do consórcio fosse a vencedora”. Há indícios de que a mesma fraude tenha ocorrido em outros municípios, no Rio Grande do Sul e em outros estados. O prosseguimento dessas investigações pode revelar a ação de uma verdadeira “quadrilha da água”, especializada em fraudar processos licitatórios.

julho 2, 2012

Privatização da água vira caso de polícia

O processo de privatização da água em São Luiz Gonzaga (RS) virou caso de polícia. O ex-prefeito do município, Vicente Diel (PSDB), o ex-secretário de Obras, Dilamar Batista, e o assessor jurídico da prefeitura, Cláudio Cavalheiro, foram presos na manhã desta segunda-feira (2), em uma operação deflagrada pelo Ministério Público Estadual contra um esquema de fraude em licitação no serviço de água e esgotos. Diel foi afastado do cargo em abril pela Câmara de Vereadores do município. Ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Estado por interferir indevidamente na licitação do transporte escolar do município, em 2005, quando era vice-prefeito e secretário de Obras do município. A pena de dois anos e três meses de prisão em regime semiaberto foi convertida em prestação de serviços à comunidade e pagamento de 50 cestas básicas para entidades assistenciais.

O Ministério Público investigava o direcionamento da licitação na área de saneamento e o processo em São Luiz Gonzaga foi anulado antes de ocorrer a terceirização do serviço. A operação do MP, coordenada pelo promotor Flávio Duarte, da Promotoria Especializada Criminal, em conjunto com a Promotoria de São Luiz Gonzaga, envolve mandados de prisão e de busca e apreensão em Bento Gonçalves, Porto Alegre, São Luiz Gonzaga e Florianópolis. Os acusados devem responder pelos crimes de corrupção, formação de quadrilha e fraude em licitação.

A prisão do ex-prefeito de São Luiz Gonzaga e de outros dois ex-funcionários da prefeitura reforça a necessidade de aprofundar o debate sobre a privatização dos serviços de abastecimento de água e saneamento no Rio Grande do Sul que vem ocorrendo (ou está em vias de) em vários municípios.

rsurgente

03/06/2012

São Paulo, a roda presa do Brasil. 18 anos de tucanismo

Filed under: Capitania Hereditária,Putaria Tucana,São Paulo — Gilmar Crestani @ 8:59 am

Saiu na capa do Agora, o único jornal de São Paulo que presta:
“Com 295 km, trânsito bate record histórico na capital”
Na pág. A6:
“Ladrões fazem segundo arrastão a restaurante na mesma rua.”
(A rua é a do Otavinho, dono do jornal, e a poucos metros da rua do Farol de Alexandria.)
(O restaurante atacado, o Carlota, é um dos templos do tucanato local.)
(Interessante foi a explicação do coronel da PM pago para evitar arrastões: “O que aconteceu nesses restaurantes não é arrastão. Arrastão surgiu nas praias do Rio – parece aquela quatrocentona da Folha (*) , que adora o Copacabana Palace – e ele é o crime em deslocamento (sic) … Em São Paulo são “roubos com muitos autores e múltiplas vítimas”.)
Outro jenio !
Nesta noite de sexta-feira, o ansioso blogueiro e a família foram jantar em excelente restaurante que fica a três quarteirões dos arrastados.
Estava vazio como o Álvaro Dias de ideias.
Saiu no Agora, nesta mesma edição, na pág A4:
“Passageiro anda ao lado de trilho após pane do metrô (Outra ! – PHA) “
“Trem da linha 1-Azul travou e teve de ser esvaziado. Usuários andam em caminho de emergência”.
Os tucanos constroem menos de 2km por ano de metrô.
No encontro com blogueiros sujos, que a Folha (*) noticiou com ares de denúncia, Fernando Haddad avisou que o “caos no trânsito” é um dos motes de sua vitoriosa campanha.
O Cerra, amigo navegante, precisa equilibrar, agora, uma nova garrafinha no malabar em que transformou sua campanha: os 60% do Pagot.
Será que o Pagot tem razão ?
Esse ansioso blogueiro tem as suas dúvidas.
Mas, isso, o Cerra esclarecerá quando for à Record News apresentar o programa de Governo e o patrimônio moral que o credencia a voltar a governar (por um ano ?) a cidade de São Paulo.
Em tempo: se o amigo navegante viajar por aí terá percebido que o Brasil se tornou um canteiro de obras públicas, do Amazonas ao Rio Grande Sul. Ruas abertas, escavadeira, trator, terra revirada, guindaste, estacas que sobem, operários de capacete. Onde não há obras ? Onde a roda parou ? O Haddad, naquele suspeitíssimo jantar, informou que, por causa da incompetência dos tucanos de São Paulo, a cidade de São Paulo não conseguiu os recursos para instalar 120 creches com dinheiro do Governo Federal. Incompetência, Haddad ?
Em tempo2: foi um descuido este ansioso blogueiro não convidar os dois intrépidos repórteres” da Folha para o jantar em que o Mino Carta serviu um inigualável coelho. O vinho que ele recomendou, então, nem se fala ! Nesse jantar, como seria previsível, se falou muito bem do Claudio Abramo e do Otavinho.
Clique aqui para ler “Gilmar tentou manipular Ayres Britto ?”.
Paulo Henrique Amorim

São Paulo, a roda presa do Brasil. 18 anos de tucanismo | Conversa Afiada

02/06/2012

Marconi tem patrimônio milionário (e escondido)

Filed under: Isto é PSDB!,Marconi Perillo,Putaria Tucana — Gilmar Crestani @ 7:41 pm

A ironia do destino, o cara que tentou botar Lula na berlinda, descobre agora, era quem estava flertando com o crime. Convenhos, Marconi Perillo em nada difere de José Serra. Os dois tem a péssima mania de acusarem os outros dos crimes que são culpados. José Serra, o ator da bolinha de papel estrelado em rede nacional pela Globo, acusava Dilma de abortista, até se descobrir que a esposa dele havia cometido aborto. Essa é a cara do PSDB, as fontes da Veja, os homens admiráveis da Folha de São Paulo. Como o fora Demóstenes Torres até a verdade vazar pela internet, em que pese a blindagem que o PIG tentou fazer.

Marconi tem patrimônio milionário (e escondido)

Edição online do Globo antecipa reportagem bombástica deste fim de semana; pesquisa em cartórios comprova que, além de quintuplicar patrimônio imobiliário, governador goiano omite da Receita Federal vários bens; um de seus sócios, Marcelo Limírio, é também sócio de Cachoeira

02 de Junho de 2012 às 19:19

247 – A edição online do jornal O Globo acaba de publicar reportagem bombástica. Após pesquisar imóveis em nome do governador de Goiás e de seus familiares, o Globo descobriu que Marconi Perillo quintuplicou seu patrimônio imobiliário, desde que chegou ao Palácio das Esmeraldas. Mas o mais grave é que além de não declarar todos os bens à Receita Federal, ele também omite transações recentes, como a compra de um terreno de 1 milhão de metros quadrados, assinada por sua esposa Valéria, em sociedade com Marcelo Limírio. Detalhe: Limírio, dono de um laboratório farmacêutico, é também sócio de Cachoeira. E é o principal suspeito de estar pagando os honorários de R$ 15 milhões de Marcio Thomaz Bastos. Neste fim de semana, preocupados com o assédio da imprensa, assessores de Marconi Perillo seguiram jornalistas (leia mais aqui). Estudantes foram também agredidos numa manifestação em Itumbiara (confira aqui). Leia, abaixo, a reportagem do Globo:

GOIÂNIA – Desde que assumiu o governo de Goiás pela primeira vez, em 1998, Marconi Perillo (PSDB) multiplicou por cinco seus bens declarados. De R$ 299,5 mil em 1998, saltou para R$ 1,503 milhão em 2010. Mas Marconi, que foi convocado para prestar depoimento na CPMI do caso Cachoeira, possui um patrimônio que vai além do que está escrito. Em pesquisas nos cartórios goianos, O GLOBO identificou pelo menos cinco imóveis que não constam das declarações entregues à Justiça Eleitoral. Um deles, adquirido em 7 de janeiro de 2008, é uma área de mais de um milhão de metros quadrados, que tem entre os compradores Marcelo Henrique Limiro Gonçalves, ex-sócio de Carlinhos Cachoeira na ICF, empresa que faz teste de medicamentos em Anápolis (GO).

O negócio está registrado no cartório de imóveis de Pirenópolis, cidade onde Perillo tem fazenda. A primeira-dama Valéria Jayme Peixoto Perillo juntou-se a um grupo de 12 pessoas e duas construtoras para adquirir um terreno denominado Chácara José Leite. A área, segundo os registros, foi adquirida por R$ 800 mil, pagos em duas parcelas. O nome de Perillo consta na escritura, mas quem assina é sua mulher. Eles detêm 22%, o que daria uma contribuição de R$ 176 mil na ocasião.

Entre os demais sócios no empreendimento estão as empresas R. Diniz Construções e Construtora Central do Brasil. Marcelo Henrique é um grande empresário na cidade, ligado a Carlinhos Cachoeira. Ele também é sócio do senador Demóstenes Torres (sem partido) em uma universidade em Minas Gerais, e foi doador das campanhas do governador e do senador.

Em 2010, segundo atestam documentos a que O GLOBO teve acesso, Marconi fez um negócio que, pelo que está registrado, foi quase um presente do irmão dele, Antonio Pires Perillo. Em 14 de maio de 1998, Antonio adquiriu uma área de 43,75 hectares em Pirenópolis por R$ 30 mil. E, 12 anos depois, em 24 de fevereiro de 2010, revendeu o imóvel para o governador por R$ 13 mil. Ao invés de valorizar, o terreno teria desvalorizado. A Prefeitura de Pirenópolis, porém, fixou em R$ 120 mil o valor venal da área para efeito de Imposto de Transmissão de Bens Intervivos (ITBI). A alíquota do imposto é de 2% — Marconi pagou R$ 2,4 mil.

O governador também omitiu de sua declaração o fato de ser coproprietário de um apartamento de 86,70 metros quadrados no edifício Jardins de Versailles. Ele foi adquirido em 20 de fevereiro de 2001 e, de acordo com o Cartório de Registro de Imóveis da 1 Circunscrição de Goiânia, 55% estão em nome de Marly Jayme Peixoto, sogra do governador. Os outros 45% são divididos entre Perillo e a mulher dele, Valéria. Na época, o imóvel custou R$ 49 mil. Hoje, está avaliado em cerca de R$ 300 mil.

Dono de propriedades rurais em Pirenópolis, o governador deixou de registrar ainda a aquisição de 91,96 hectares. A terra foi comprada em 30 de maio de 2003 de sua sogra sogra e dos cunhados. Mais uma vez quem assina é a primeira-dama, citada como compradora ao lado do marido com quem vive em regime de comunhão parcial de bens. Ou seja, tudo o que é comprado após o casamento é do casal. Pelas terras foram pagos R$ 70 mil.

Omissões relevantes podem levar à inelegibilidade

Além de omitir bens, Marconi incluiu em declarações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) bem que, legalmente, ainda não lhe pertencia. Embora o governador declarasse, desde 2006, ser proprietário de dois lotes em Alphaville Flamboyant, somente em 7 de julho do ano passado é que ele passa a ser o dono, de fato, dos terrenos. Documento do cartório de registro de imóveis da 4 circunscrição atesta que a escritura pública foi registrada em 9 de setembro de 2011, com a venda datada de 7 de julho do mesmo ano.

Consultada pelo GLOBO sobre como os candidatos devem proceder em relação à declaração de bens, a procuradora eleitoral Sandra Cureau informou que todo o patrimônio deve ser informado à Justiça Eleitoral. O candidato só não precisa incluir na declaração bens que vendeu antes do prazo para apresentar o registro de sua candidatura. Segundo ela, omissões revelantes podem levar à rejeição da prestação de contas e até mesmo à inelegibilidade do político.

Marconi tem patrimônio milionário (e escondido) | Brasil 247

01/06/2012

Gilmar Mendes e a galinha caipira de Marconi Perillo

A atuação do ministro do STF é digna de investigação e ele merece um puxão de orelha pela quebra de imparcialidade que a toga preta exige. Sua atitude é digna de um filiado do PSDB

01 de Junho de 2012 às 08:16

Alexandre Braga

Quem disse que o presidente Lula não tem direito de querer o julgamento do Mensalão após as eleições? É um direito dele se posicionar. Do mesmo jeito que a oposição deseja que a decisão do STF seja dada antes das eleições deste ano. Cada grupo político defender seus interesses é uma democracia.

Agora o que devemos ficar atentos é com a tucanada do ministro Gilmar Mendes, que tenta desviar de qualquer maneira o foco dos brasileiros para as cachoeiradas que o seu "afilhado" de formatura, o governador Marconi Perillo, vem fazendo no Estado de Goiás.

Isso mesmo, o ministro Gilmar Mendes foi padrinho de formatura do curso de direito de Marconi Perillo, na faculdade Alfa, em Goiânia (curso que, por sinal, Marconi e sua esposa fizeram em uma sala separada do resto da turma, mas deixa isso pra lá).

O inquilino do Palácio das Esmeraldas recebeu o "canudaço" das mãos do ministro Gilmar Mendes (veja o vídeo). Se não tivesse uma galinha caipira com pequi (comida típica goiana) na história, então o que levaria Gilmar Mendes a sair de Brasília para entregar o canudo para o então senador Marconi?

Outro fato que mostra como as relações dos dois são íntimas é a declaração da filha de Perillo solicitando um autógrafo do ministro da Corte Suprema brasileira depois das tucanadas de Gilmar Mendes em prol de Marconi na mídia.

A atuação do ministro é digna de investigação e ele merece um puxão de orelha pela quebra de imparcialidade que a toga preta exige. Sua atitude é digna de um  filiado do PSDB. Marconi deve estar muito agradecido a Gilmar e, com certeza, deve rolar uma galinha com pequi para comemorar.

Porque nem seus principais aliados do PSDB não tiveram coragem de meter a mão na cumbuca pelo governador tucano, devido aos fortes indícios de que Carlinhos Cachoeira era de fato o governador de Goiás.

Já quanto ao presidente Lula, nada mais natural que ele defenda seu grupo político, do mesmo jeito que foi noticiado que José Serra ligou para Nelson Jobim para armar uma entrevista com o intuito de detonar Lula. No campo político, articulações são naturais, agora não dá é para um ministro do STF agir como militante de um partido político.

Alexandre Braga é jornalista

Gilmar Mendes e a galinha caipira de Marconi Perillo | Brasil 247

MP: há provas ‘contundentes’ do mensalão mineiro

Filed under: Bandidagem,Isto é PSDB!,Putaria Tucana — Gilmar Crestani @ 9:24 am

MP: há provas ‘contundentes’ do mensalão mineiroFoto: Folhapress

Testemunhas são ouvidas no Fórum de Belo Horizonte e promotor anexa documentos que mostram movimentação financeira entre estatais, as agências SMP&B e DNA e a campanha de Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo mineiro

01 de Junho de 2012 às 08:42

Minas 247 – O ano era 1998 e o hoje deputado federal Eduardo Azeredo, do PSDB, tentava se reeleger governador de Minas Gerais. Perdeu para o ex-presidente Itamar Franco. Mas os fantasmas daquela eleição até hoje assombram Azeredo. Teria sido o precursor do chamado mensalão, o uso de recursos de empresas públicas para pagamento de campanhas, com uso de agências de publicidade mineiras. Um recurso que depois seria usado, em escala nacional, também pelo PT.

O Ministério Público mineiro defendeu nesta quinta-feira que existem “provas contundentes” da existência do mensalão mineiro. O processo corre na 9ª Vara Criminal do Fórum de Belo Horizonte e teve documentos anexados pelo promotor de Defesa do Patrimônio Público, João Medeiros, que comprovariam a movimentação financeira entre estatais mineiras, as agências de publicidade SMP&B e DNA e a campanha de Azeredo. “Temos perícias que demonstram a saída de recursos das empresas do estado para a campanha, via SMP&B e DNA”, diz Medeiros, ouvido pela repórter Amália Goulart, do jornal Hoje em Dia.

Esse dinheiro teria saído principalmente da Copasa, estatal de saneamento mineira, repassados  às empresas de Marcos Valério, um dos donos das agências de publicidade e finalmente chegado à campanha tucana em Minas.

Entre os réus está o próprio Marcos Valério, o então tesoureiro da campanha, Cláudio Mourão, e o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, atual presidente do PSB em Minas Gerais, que seria o coordenador da campanha de Azeredo – Walfrido nega. A defesa do ex-ministro alega que ele não participou da campanha. A de Valério, que o empresário não recebeu dinheiro público.

Azeredo, como é parlamentar, não é citado como réu no processo. O foro privilegiado dá a ele direito de ser julgado apenas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

MP: há provas ‘contundentes’ do mensalão mineiro | Brasil 247

Apareceu a Fiat Elba de Marconi Perillo

Apareceu a Fiat Elba de Marconi PerilloFoto: Divulgação_Folhapress

Desta vez, não é um carro, mas um jornalista chamado Luiz Carlos Bordoni que participou da campanha do governador e diz ter recebido recursos do esquema Cachoeira para trabalhar na corrida ao Palácio das Esmeraldas, por meio de uma empresa de fachada chamada Alberto & Pantoja; e agora?

01 de Junho de 2012 às 07:50

Goiás 247 – Vinte anos atrás, na crise do impeachment do ex-presidente Collor, a prova definitiva foi uma singela Fiat Elba. O carro havia sido pago com recursos do caixa dois de campanha do esquema PC Farias. Desta vez, a na crise que atinge o governador de Goiás, Marconi Perillo, a Fiat Elba é um jornalista.

Ele se chama Luiz Carlos Bordoni e está no centro da polêmica envolvendo o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e o contraventor Carlinhos Cachoeira. Ele é a testemunha que prova a ligação dos dois, uma ligação que tem as digitais na campanha eleitoral de 2010, quando o tucano foi eleito para o seu terceiro mandato à frente do Estado.

Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo traz entrevista exclusiva do repórter Fernando Gallo com Bordoni em que este afirma de forma direta que recebeu como pagamento por serviço prestado à campanha de Marconi, da Alberto e Pantoja, empresa fantasma que de acordo com a Polícia Federal era controlada por Cachoeira. O pagamento, de R$ 45 mil – referente à metade da conta – foi feito por um dos principais assessores do governador, Lúcio Fiúza Gouthier, depois de seis meses de atraso.

"O sr. Lúcio Gouthier me ligou perguntando o número da minha conta pra depositar esse dinheiro. Eu disse a ele que estava viajando, e que minha filha, que paga minhas contas e administra as minhas coisas, iria receber. Dei o número da conta dela para ele. De repente, essa conta foi passada para a Pantoja", afirmou Bordoni ao Estado. "O dinheiro foi depositado pela Pantoja na conta da minha filha. Era dívida de campanha do governador Marconi Perillo dos R$ 90 mil de saldo do trabalho que prestei a ele no programa de rádio na campanha de 2010."

Só pra lembrar: Lúcio Gouthier Fiúza é o assessor de Marconi Perillo que assinou documento afirmando ter recebido R$ 1,4 milhão pela casa do governador, que teria sido vendida para Carlinhos Cachoeira. Ele também é suspeito de ter recebido R$ 500 mil, que teriam sido enviados pelo braço direito de Cachoeira, Wladimir Garcêz, ao Palácio das Esmeraldas, sede do governo goiano, em uma caixa de computador.

Também ao Estado, a assessoria de Marconi negou ter feito os pagamentos por meio da empresa. Luiz Carlos Bordoni diz que decidiu revelar o caso depois do questionamento na CPI direcionado à sua filha, Bruna Bordoni. Foi na conta dela que acabou depositado o valor de parte da dívida da campanha com o jornalista, responsável pelos programas de radio. “Prestei o serviço honestamente. Não vou deixar que ninguém venha avacalhar minha credibilidade por causa de Cachoeira",diz.

Para ler a reportagem do Estado, clique aqui – http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,assessor-diz-que-recebeu-de-cachoeira-por-servico-eleitoral-prestado-a-perillo,880648,0.htm

Apareceu a Fiat Elba de Marconi Perillo | Brasil 247

Diversionismo de Gilmar Mendes para proteger Perillo

 

Apareceu R$ 45 mil de Cachoeira no caixa-2 da campanha de Perillo, do PSDB

17/04/2012 – Encontro dos governadores tucanos em Curitiba.
Um por todos, todos por um! E todos apoiando Perillo, após Cachoeira ser preso.
Siqueira Campos e Beto Richa também são citados pelo bicheiro, na operação da PF.
Anastasia nomeou sobrinha de Cachoeira, que opera em Uberlândia e Araxá.
Geraldo Alckmin, Simão Jatene e Anchieta Júnior tem contratos com a empreiteira Delta.

Terça-feira (29/05/2012) – Perillo marchou triunfalmente no Congresso
enquadrando o senador Aloysio Nunes (PSDB/SP)
e o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) a apoiá-lo na defesa
da relação que ele manteve com o bicheiro Cachoeira.

Ainda na terça-feira, Perillo arrancou demonstrações apoio e solidariedade
do PSDB para seu tipo de relação com o bicheiro Cachoeira.

O jornalista Luiz Carlos Bordoni foi responsável pela campanha de rádio na campanha de Marconi Perillo (PSDB-GO), em 2010.
Ele contou a seguinte história:
Tinha ficado pendente um pagamento de R$ 90 mil, como dívida de campanha.
Em 2011, após seis meses de atraso no pagamento, o assessor especial do já governador Perillo, Lúcio Gouthier acertou de pagar e ligou pedindo o número da conta pra depositar esse dinheiro. O jornalista disse que deu o número da conta da filha, que administra as finanças dele.
Foi depositado a metade, R$ 45 mil.
A origem do dinheiro veio da empresa Alberto e Pantoja que, segundo a Polícia Federal, era empresa fantasma controlada por Cachoeira.
Quando foi quebrado o sigilo bancário da empresa apareceu esse valor depositado na conta de Bruna Bordoni, filha dele.
Bruna chegou a ser nomeada em 2005 como assessora do senador Demóstenes Torres, mas não tomou posse por em razão de um tratamento de saúde. Segundo Bordoni, a nomeação era por ter feito a campanha de Demóstenes ao Senado em 2002 sem cobrar.
O nome dela apareceu citado durante o depoimento de Demóstenes ao Conselho de Ética. Então Bordoni resolveu vir a público para afastar seu envolvimento com o esquema. Ele afirma: "Prestei o serviço honestamente. Não vou deixar que ninguém venha avacalhar minha credibilidade por causa de Cachoeira."
Lúcio Gouthier é o assessor de Perillo que assinou documento afirmando ter recebido R$ 1,4 milhão pela casa do governador, que supostamente foi vendida para Carlinhos Cachoeira. Ele também é suspeito de ter recebido R$ 500 mil, que teriam sido enviados pelo braço direito do contraventor, Wladimir Garcêz, ao Palácio das Esmeraldas, sede do governo goiano, em uma caixa de computador. (Com informações do Estadão)

Os Amigos do Presidente Lula

26/05/2012

A pigarra tucana

Filed under: Isto é PSDB!,Putaria Tucana — Gilmar Crestani @ 8:51 am

É um velho truque do conservadorismo brasileiro reiterado ao longo da história: quando a raiz dos problemas repousa nas entranhas de seu aparelho administrativo ou no descaso histórico com as prioridades da população, desfralde-se a bandeira udenista da sabotagem perpetrada por ‘agitadores’.
A lenga-lenga exala naftalina e remete ao linguajar pré-golpe de 64, mas encontra em São Paulo 71 quilômetros de motivações para ser ressuscitada com regularidade suíça pela pigarra do PSDB. Nessa rede escandalosamente saturada e curta do metrô –inferior a da cidade do México, por exemplo, com 200 kms– os registros de panes, acidentes e interrupções tem exibido frequência preocupante: só este ano foram 143 ocorrências, 33 delas sérias.
Nesta 4ª feira, a pigarra conservadora aproveitou a greve salarial dos metroviários para isentar a gestão temerária por trás dos transtornos renitentes. A narrativa é a de um ‘jornal da tosse’; gargantas raspando pastilhas Walda emitem denúncias de sabotagem e insinuam ‘incêndios do Reichstag’ de olho nas eleições municipais. Agitadores conturbam o ambiente da metrópole; não fosse isso, os serviços públicos tucans deslizariam no azeite fino de oliva.
O ‘ jornal da tosse’ por definição é pouco informativo: faltam-lhe pernas para driblar números adversos. Em 2011, o governador Alckmin investiu R$ 1,2 bi dos R$ 4,5 bilhões previstos para a expansão do metrô e não deixou por menos na ponta ferroviária: as compras de trens caíram à metade.No conjunto do sistema o recuo do investimento foi da ordem de 20% sobre 2010. A média tucana de expansão dos trilhos tem sido de 2,35 kms/ano. Significa que nas mãos do PSDB a rede precisará de cinco décadas para se equiparar a do México.Até lá as gerações de paulistanos terão a oportunidade de vivenciar o sentido da expressão ‘sardinha enlatada’, com todos os riscos que a lata encerra.
O ‘jornal da tosse’ passa ao largo dessas miunças que fazem do metrô de São Paulo o sistema de transporte mais saturado do mundo, com 11,5 milhões de passageiros/por km. Seu forte é a frase lacerdista. Com a palavra, um virtuose na arte, o comentarista da tosse José Serra, que limpa a garganta, ajeita a gengivite e sapeca: "É muito fácil hoje você paralisar o funcionamento de uma linha qualquer. Uma gravata, uma blusa na porta de uma vagão pode provocar [a paralisação]", disse o ex-governador e pré-candidato do conservadorismo ao comando da capital paulista. "Não digo que todas [as ocorrências) foram sabotagem, mas que algumas delas — com certeza– têm a ver com isso".( UOL 23-05).
Depois, com uma tossinha matreira o governador Geraldo Alckmin emenda: ‘ "Ano passado não teve eleição, nem nenhuma greve, este ano tem (eleição e greve). Será que é só coincidência?"(UOL, 23-05).
O ‘jornal da tosse’ tem uma visão de mundo que o dispensa de atualizar o noticiário. Em setembro de 2010, em plena eleição presidencial, o metrô de São Paulo registrou uma megapane, seguida de protestos com 17 composições apedrejadas. A pigarra tucana emoldurou então a voz do governador em exercício Alberto Goldman, que não perdoou: ‘Puseram uma blusa na porta de um vagão paralisando o sistema;isso cheira a sabotagem’.
Dias depois, perícia do Instituto de Criminalística comprovou que a pane fora causada pelo colapso técnico do metrô paulistano. ‘Mas a blusa estava lá’, deu de ombros o pigarrento Goldman. Justiça seja feita, a narrativa tucana tem feito esforços de renovação. Soninha Francine, do PPS, incorporou-se à bancada da tosse desde o episódio de 2010, quando era chefe de campanha de Serra na Internet e comentou assim,pelo twitter, o acidente que deixou 250 mil pessoas a pé: "“Metrô de Spaulo tem problemas na proporção direta da proximidade com a eleição. Coincidência? #SABOTAGEM #valetudo #medo”.
Bela pigarreada, Soninha. No engavetamento do último dia 16 , quando duas composições colidiram numa pane do comando automático, ela reafirmou a disposição de injetar ar fresco no script udenista e dedilhou toda faceira no twitter: "Metrô caótico, é? Não fosse pela TV e o Twitter, nem saberia. Peguei linha verde e amarela; sussa". Convenhamos, ‘sussa’, num acidente com 143 feridos é uma pérola. A Soninha achou o tom da coisa: conservadorismo fantasiado de Vila Madalena. Essa pigarra leva jeito.

Postado por Saul Leblon às 19:22

Carta Maior – Blog das Frases – A pigarra tucana

10/05/2012

Isto é PSDB!

Filed under: Isto é PSDB!,Putaria Tucana — Gilmar Crestani @ 8:38 am

 

Após desviar mais de R$ 40 milhões, o ex-pres.da Câmara de Curitiba se desfilia do PSDB. Os tucanos nunca o expulsaram.

Quarta-feira 9, maio 2012

O vereador de Curitiba João Cláudio Derosso (PSDB), que presidiu a Câmara Municipal da capital paranaense por 15 anos, pediu nesta segunda-feira (7) sua desfiliação do PSDB.

Derosso se adiantou a uma reunião da Executiva Estadual do PSDB que votaria um pedido de expulsão do vereador, suspeito de contratar a empresa de parente para um serviço de R$ 5,1 milhões à Câmara.

O pagamento do contrato firmado com sua então mulher saiu dos recursos de publicidade da Câmara, que somaram R$ 34 milhões em cinco anos (de 2006 a 2011) e estão sendo investigados pelo Ministério Público do Paraná e pelo Tribunal de Contas do Estado por suspeita de irregularidades.

O vereador foi presidente da Casa de 1997 até março deste ano, quando renunciou ao posto “para preservar a imagem” do Legislativo municipal, segundo disse à época.

Agora, com o pedido de desfiliação, o vereador permanece na Câmara até o final deste ano ano, mesmo que sem partido, mas não poderá concorrer a um novo mandato, já que o prazo de filiação para candidatos à eleição de outubro esgotou-se em outubro do ano passado.

Caso fosse expulso do PSDB, Derosso, além de não poder concorrer nas eleições deste ano, perderia o mandato de vereador imediatamente.

O PSDB ainda pode reivindicar o mandato do vereador na Justiça.

Por Helena

Após desviar mais de R$ 40 milhões, o ex-pres.da Câmara de Curitiba se desfilia do PSDB. Os tucanos nunca o expulsaram. | Os Amigos do Brasil

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