Ficha Corrida

28/12/2014

Veja reduz Aécio Neves a pó

Aecio com o ovo no cu da galinhaPara tentar salvar os dedos e a direita, Veja transforma Aécio Neves em boi de piranha. Depois de ter sido, mesmo sem votos,  eleito presidente seus apoiadores jogam fora o bagaço. Para quem, com apenas 17 anos, tinha emprego em Brasília mas estudava no Rio, não há nada de anormal em ser Senador em Brasília e bêbado no Rio. Roberto Requião resumiu muito bem o comportamento da Veja: “a mão que afaga é a mesma que apedreja”: "Aécio veja, a mão que afaga é a mesma que apedreja, afasta esta mão que te afaga, escarra na revista que te abandonou!"

A tresloucada cavalgada do Aécio Neves rumo à derrubada da Presidenta recém eleita tem um explicação tão singela quanto verdadeira: ele tem ódio de quem trabalha.

Assim também começa a fazer sentido a sua comemoração antecipada, antes da contabilização final dos votos.

Aliás, é uma tradição no PSDB. FHC também sentou na cadeira de prefeito antes de sua eleição ser consumada. Jânio Quadros viu-se na contingência de desinfetar a cadeira ocupada por FHC para servir de capa, que coincidência, à Veja.

Aécio tinha sua eleição por direito divino. Se sendo o que sempre foi, conseguiu tudo o que queria, sem mesmo trabalhar, porque teria que fazer por merecer a eleição?

Toda sua vida foi negação de qualquer coisa que simbolize a retribuição por trabalho.

Matéria da Folha de São Paulo, publicada na véspera de Natal, veja que outra coincidência, mostra toda evolução dos gastos com publicidade nos 12 anos de  governo tucano de Minas Geral.

O gráfico apresentado pela Folha fala por si só: de 2003 para 2014, subiu de 7,01 para 70,90 milhões. Eis aí onde mora o segredo de sua popularidade. Meritocracia nestas condições até o ET de Varginha teria… O jornal O Estado de Minas teria de reescrever seu mais famoso artigo Minas a reboque, não para “O Estado de Minas a reboque, sim”! E a prova de que O Estado de Minas estava à reboque do dinheiro público foi, com a dupla derrota (de Aécio Neves e de seu candidato a governador), a demissão do editor do caderno de Cultura, João Paulo Cunha, proibido de escrever sobre política. Aliás, Paulo Moreira Leite trata, no 247, deste fenômeno chamado “inimigos da liberdade de imprensa”.

Aecio Minas Publicidade.

Nota zero de Veja em Aécio já o exclui de 2018?

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É quase surreal que a revista Veja, que sempre foi tucana e rompeu qualquer barreira ética na disputa presidencial de 2014, tenha classificado o senador Aécio Neves (PSDB-MG), em seu ranking dos parlamentares mais atuantes do País, como o pior senador brasileiro, com nota zero; qual será o significado disso?; será que as elites paulistas já começam a definir que ele não será candidato em 2018?; com Aécio fora do jogo, restam dois favoritos: o governador Geraldo Alckmin e o senador José Serra

27 de Dezembro de 2014 às 18:01

247 – A notícia é quase surreal. Depois de romper todas as barreiras da ética jornalística e se engajar como nunca numa campanha presidencial, a revista Veja, carro-chefe da Editora Abril, publicou um ranking que classifica deputados e senadores. Aécio Neves, candidato de Veja em 2014, foi apontado pela revista como o pior entre os 81 senadores brasileiros. E se isso não fosse o bastante, Veja ainda deu nota zero para seu desempenho – aquela que nem os professores mais rigorosos cravam nos piores alunos.

De tão surpreendente, a notícia publicada no 247 neste sábado bombou nas redes sociais. Às 17h50, já havia gerado mais de 20 mil compartilhamentos no Facebook (leia mais aqui). Para uma revista que, neste ano, permitiu que sua última capa da campanha presidencial – a do ‘eles sabiam de tudo’ – fosse rodada à parte, como um panfleto político, a guinada equivale a um cavalo de pau num transatlântico.

Ao que tudo, indica Veja decidiu desembarcar de Aécio Neves, a partir de alguma ordem vinda da cabine de comando. Quem terá sido o comandante? O governador Geraldo Alckmin? O senador eleito José Serra? Os banqueiros Roberto Setúbal e Pedro Moreira Salles, do Itaú Unibanco?

O fato é que, depois dessa, Aécio dificilmente conseguirá se recolocar como candidato presidencial. Aos adversários, bastará reproduzir, no horário político, o zero de Veja ao político mineiro.

Talvez por isso mesmo Aécio tenha se mostrado distante de uma nova candidatura, quando foi questionado sobre a possibilidade pelos jornalistas Valdo Cruz e Daniela Lima, que o entrevistaram na semana passada.

– "Mas o sr. pensa em ser candidato novamente?", questionaram os repórteres.

– "Não mesmo. Talvez já tenha cumprido o meu papel. O candidato vai ser aquele que tiver as melhores condições de enfrentar o governo. Meu papel é manter a oposição forte. O governador de São Paulo [Geraldo Alckmin] é um nome colocado e tem todas as condições. Outros nomes serão lembrados", respondeu o tucano.

Nota zero de Veja em Aécio já o exclui de 2018? | Brasil 24/7

 

Aécio é o pior senador de 2014 em ranking da Veja

George Gianni/PSDB:

Depois de fazer campanha aberta pela eleição do tucano Aécio Neves (PSDB-MG) à presidência, Veja publica ranking que o aponta como o pior senador do Brasil em 2014, com nota zero; para a criação da lista, segundo a revista, "são levadas em conta propostas de ajuste na legislação capazes de contribuir para um país mais moderno e competitivo, segundo a perspectiva de VEJA e da Editora Abril"; dos 20 mais bem colocados no ‘Ranking do Progresso’, divulgado pela quarta vez consecutiva, sete parlamentares pertencem aos quadros da dupla PSDB/DEM, mesmo número dos governistas PT/PMDB

27 de Dezembro de 2014 às 10:33

Minas 247 – Depois de fazer campanha aberta à eleição de Aécio Neves à Presidência da República, a revista Veja publicou na edição deste fim de semana um ranking que coloca o tucano como o pior senador do Brasil em 2014. Ele foi o único senador a receber pontuação zero no chamado ‘Ranking do Progresso’, divulgado pela revista pelo quarto ano consecutivo.

Para a formação da lista, de acordo com a publicação, "são levadas em conta propostas de ajuste na legislação capazes de contribuir para um país mais moderno e competitivo, segundo a perspectiva de VEJA e da Editora Abril". A Veja publica um quadro com os "nove eixos considerados fundamentais para isso". Confira abaixo:

A lista de senadores é liderada por Eduardo Amorim, do PSC-CE. Já na de deputados, quem está no topo são dois tucanos: o líder do PSDB na Casa, Antonio Imbassahy (BA), e Marcus Pestana, presidente do PSDB de Minas Gerais. A revista aponta que, no ranking deste ano, há "maior equilíbrio entre parlamentares do governo e da oposição na Câmara Federal". Dos 20 mais bem colocados, sete pertencem aos quadros da dupla PSDB/DEM, mesmo número dos filiados aos partidos aliados ao governo PT/PMDB.

"O que explicaria tal mudança?", pergunta a reportagem de Veja. "É impossível não considerar como determinante do ranking de 2014 o fator ‘calendário eleitoral’. Tivemos um longo e árduo ano de campanhas para os pleitos presidencial e legislativo — contaminadas, mais uma vez, por uma sucessão de escândalos que envolveram a classe política e alguns candidatos-protagonistas. Senadores e deputados passaram boa parte de 2014 empenhados em levar aos seus eleitores o resultado do trabalho desenvolvido a partir de 2011. Além disso, muitos congressistas se lançaram na disputa para os executivos federal e estaduais. Isso trouxe pelo menos duas consequências: a) um número pequeno de deliberações no Congresso, se considerarmos como base o período 2011-2013; b) pouco trabalho feito por parlamentares que, em outro momento, teriam maior atuação nos processos decisórios do Legislativo", explica a revista.

Leia aqui a íntegra.

Aécio é o pior senador de 2014 em ranking da Veja | Brasil 24/7

13/09/2012

TV’s, concessões públicas, vivem de dinheiro público

Filed under: Publicidade Oficial — Gilmar Crestani @ 9:04 am

TV lidera recebimento de publicidade federal

Dados divulgados pela Presidência mostram que dez empresas de comunicação concentram 70% da verba distribuída

Mais de 3.000 veículos receberam R$ 161 mi no governo Dilma; Secom afirma que critério adotado é o da audiência

BRENO COSTA
LEANDRO COLON
DE BRASÍLIA

Dados inéditos sobre a distribuição da verba de propaganda do governo federal revelam que dez veículos concentram 70% do dinheiro distribuído para mais de 3.000 veículos de comunicação.

Levantamento feito pela Folha nos dados divulgados pela Secretaria de Comunicação Social, vinculada à Presidência, mostra que, desde o início do governo Dilma Rousseff, mais de R$ 161 milhões foram repassados para emissoras de TV, jornais, revistas, rádios, sites e blogs.

Do total, R$ 111 milhões se concentraram em dez empresas, em especial TVs.

Os números não incluem a publicidade de empresas estatais federais.

A Globo Comunicação e Participações S.A., responsável pela TV Globo e sites ligados à emissora, ficou com quase um terço da verba entre janeiro de 2011 e julho deste ano, R$ 52 milhões. A segunda colocada é a Record, com R$ 24 milhões.

A ministra da Secom, Helena Chagas, diz que o governo segue critérios de audiência. "É inevitável que o maior volume de pagamentos seja dirigido a meios e veículos de maior audiência, que atingem um maior público, como é o caso da televisão".

A Empresa Folha da Manhã S.A., que edita a Folha, recebeu R$ 661 mil. A Infoglobo, que edita o jornal "O Globo", R$ 927 mil. O jornal "O Estado de S. Paulo", R$ 994 mil. O portal UOL, controlado pelo Grupo Folha, recebeu R$ 893 mil.

Os valores aparecem sempre associados às empresas que receberam o pagamento, não aos veículos que divulgaram os anúncios.

Em julho, a Folha recebeu resposta negativa da Secom ao tentar obter esses dados baseado na Lei de Acesso à Informação. O governo disse na época que os pagamentos eram feitos a agências de publicidade, e não diretamente aos veículos.

Ao justificar ontem a decisão de passar a divulgar as informações, a Secom informou que fez isso para tornar o processo mais transparente.

Sobre a verba destinada aos veículos de pequeno porte, a secretaria diz que eles fazem parte de política de regionalização do governo.

Colaborou RUBENS VALENTE, de Brasília

10/11/2011

Regionalização da publicidade avança com Dilma, mas desacelera

Filed under: A$$oCIAdos,Dilma,Publicidade Oficial — Gilmar Crestani @ 8:45 am
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A verdadeira fonte de corrupção, ou a origem de todas as denúncias contra Dilma. Os a$$oCIAdos do Instituto Millenium não perdoam.

Regionalização da publicidade avança com Dilma, mas desacelera

Secretaria de Comunicação Social da Presidência diminui população mínima de municípios aptos a receber verba em troca de propaganda oficial e incorpora 233 veículos à lista de pagamentos, que chega a 8.327. ‘Vamos democratizar cada vez mais’, diz ministra. Ritmo é menor do que na segunda gestão Lula, em que regionalização explodiu, com média de 900 veículos a mais ao ano.

André Barrocal

BRASÍLIA – No primeiro ano do governo Dilma Rousseff, a capilarização da publicidade federal paga com verba da Presidência da República vai aumentar, atingindo mais veículos de comunicação do que no fim da gestão Lula. O ritmo de crescimento da regionalização da publicidade deve ser, no entanto, o menor dos últimos quatro anos.
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência tem hoje 8.327 veículos cadastrados a receber dinheiro em troca de propaganda federal, 233 (cerca de 3%) a mais do que em dezembro de 2010. Quase a metade (4.085) são rádios, mídia predileta de Dilma para dar entrevistas. Depois aparecem jornais (2362), portais da internet (674), revistas (671) e TVs (484).
Para elevar a quantidade de mídias nas quais investe em publicidade, a Secretaria precisou reduzir, este ano, de 18 mil para 15 mil, a população mínima que um município precisa ter, para ser alvo de propaganda estatal. E o piso vai baixar de novo – para 10 mil. Hoje, os 8 mil veículos atendidos estão espalhados por 2,8 mil cidades.
“Estamos diversificando e desconcentrando a publicidade cada vez mais”, disse a ministra-chefe da Secretaria, Helena Chagas, nesta terça-feira (8), durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados.
A ministra foi chamada para debater a publicidade federal e defendeu a política herdada da gestão Lula. Classificou-a de “democratizadora” e disse que a população tem o direito de saber o que o governo faz, inclusive para poder cobrar. Afirmou ainda que a escolha dos veículos segue critérios “técnicos”, conforme audiência ou tiragem, e não “políticos”.
Mantida por Dilma e Helena, a política de regionalização avançou sobretudo no segundo mandato do ex-presidente Lula, sob o comando do antecessor da ministra, Franklin Martins.
Do fim de 2006 – Franklin tornara-se ministro no início de 2007 – até 2010, a lista de veículos contemplados com publicidade estatal ganhou 3,6 mil participantes, média de 900 a mais por ano. Mas a velocidade também foi decrescendo ano a ano (foi de 15%, 33% e 54% nos três últimos anos, respectivamente).

Carta Maior – Política – Regionalização da publicidade avança com Dilma, mas desacelera

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