Ficha Corrida

29/09/2016

Concurso de psicopatas

PsicopatasQuem tem Daltan Dallagnol comandando powerpoint  pode muito bem ter Claudio Roberto Baldaque Guimarães na segurança. Aliás, ambos são como a faca e o queijo nas mãos da psiquiatria. As serpentes pululam nos aeroportos, hospitais e restaurantes devido ao ódio vendido pela Rede Globo. Fosse hoje, Freud não precisaria recorrer aos arquétipos gregos. Sobejam exemplos que ultrapassam a vã mitologia…

A obsessiva caçada ao grande molusco que Henfil registrou já nos anos 80, mostra e comprova que os psicopatas saíram das ruas mediante concurso público (Douglas Kirchner, Janaina Paschoal). E, para sobrevivermos, temos de aprender com eles. Não basta, como nos ensinou a Márcia Tiburi, aprender a falar com fascistas, temos também de aprender a como não nos deixar levar pela lábia patológica.

Algumas revelações recentes assustam por acontecerem no alvorecer do século XXI, e precisam ser logo dominadas para que possamos manter ilesa nossa saúde mental.

É desolador saber que a mais alta corte do país faz chicana, como admitiu aquele ministro capturado mediante o uso de estatueta pela Rede Globo, para condenar José Genoíno.  Pior, sabidamente inocente, foi condenado para justificar a condenação de outros porque contra eles não havia provas, só convicção… Tardiamente revelada por Eugênio Aragão, a trama faz Hannibal Lecter, no filme O Silêncio dos Inocentes, parecer um personagem de história de carochinha. Há menos filosofia que psicopatia no fascismo persecutório. Se acharmos pouco a fundamentação legal registradas nos anais da pantomima “não tenho provas mas a literatura jurídica me permite”, a recente revelação no sentido de que a convicção prescinde de provas  quando se trata de caçar Lula, só pode ser explicada mediante o uso de um personagem da mitologia grega, Procusto.

Como sabemos, este bandoleiro da mitologia grega também tinha um critério sui generis de fazer justiça. Suas vítimas eram estendidas numa cama: os mais curtos, espichava até caber na cama; os maiores, cortava para que também coubessem nos limites dela. Pode não ser mera coincidência que este também seja o método jornalístico empregado pela Rede Globo, como revelou Rubens Ricúpero no escândalo da Parabólica, teúda e manteúda dos caçadores do grande molusco.

A frieza psicopática está em não se avexar com a prisão, por exemplo, de Marice Lima, cujo único indício de crime consistia em ser cunhada de um petista, Vaccari. Agora, a mesma corporação que colocava tarja preta encima do nome de seus parceiros, revela que a sigla JD, usada para condenar José Dirceu à prisão, não se referia a José Dirceu. Não tenho provas, mas tenho a convicção que vislumbraram naquela sigla um porrete com muitos pregos. Um pau pra toda obra, pra condenar Dirceu, quando isso era útil, como para condenar Palocci, quando fosse conveniente.

Este aparente primarismo assusta porque equivaleria a me condenar por encontrar na Lista de Furnas o nome Gilmar. Assusta porque um caso escabroso, ao invés de provocar mudança ou precaução, leva a outro. Não bastasse um agente usar a imagem da Presidenta para praticar tiro ao alvo, agora essa da empresa de um psicopata para fazer segurança institucional.

Cadê a sabedoria que vem dos romanos de que à mulher de César não basta ser honesta, também tem que aparentar honestidade?! Será que isso só diz respeito ao Lula?!

Mas se isso já é muito, não é tudo. São exemplos que parecem ser feitos de caso pensado, como aquela de colocar na linha de frente um agente com tornozeleira, condenado por contrabando. O que as instituições estão sinalizando para a sociedade ao colocar na linha de frente um contrabandista? Ora, que não só abraçam, corporativisticamente falando, a causa de um membro transgressor, como também sinalizam aos contrabandistas uma condescendência impensável em instituições sadias, exatamente incumbidas de inibir o contrabando. E se fôssemos aplicar aí a tal da teoria do domínio do fato?!

Para se ter uma ideia da psicopatia em curso basta que pensemos o que aconteceria se a selvageria do Baldaque tivesse sido praticada por alguém contratado do Instituto Lula?! Quantas reportagens renderia no Jornal Nacional. Quantas ações seriam abertas pelos concursados que confundiam Hegel com Engels!

A patologia persecutória se releva na crença de que os meios justificam os fins. Por estes exemplos, vê-se que a moral de ocasião equivale ao hímen complacente das virgens de puteiro.

Vão responsabilizar o agressor de Lindbergh, que presta serviços ao MPF? Veja o “valentão” que dá tiros para o ar

Por Fernando Brito · 28/09/2016

baldaque

A jornalista Laura Capriglione, cara amiga dos Jornalistas Livres, identificou o agressor do senador Lindberh Farias e de sua mulher, na saída de um restaurante na Zona Sul do Rio,  na noite de sexta-feira: é Claudio Roberto Baldaque Guimarães, já envolvido em atos violentos e confusões com arma de fogo.

O Tijolaço foi atrás e descobriu que Baldaque não é apenas um arruaceiro a mais, como poderia parecer.

É um empresário de segurança e de “despachos aduaneiros”, além de vender serviços terceirizados.

Entre seus clientes como “segurança” está… o Ministério Público Federal, aqui do Rio, como mostrou ontem à noite o Viomundo. Pelo menos é o que consta da página da empresa, corroborado por um contrato anual de R$ 1,5 milhão, referente ao ano passado.

Baldaque – aliás, toda a família – está metido com segurança privada e, portanto, sujeito à fiscalização da Polícia Federal. Não é figura desconhecida no meio, até porque é integrante da diretoria do Sindicato das Empresas de Segurança do Rio de Janeiro.

Tem, portanto, a condição de “comandante” de centenas de homens armados.

Não é coisa que possa ser desconsiderada diante do histórico de um homem que exibe-se embriagado e faz disparos de arma de fogo na frente de restaurantes.

Veja o vídeo do episódio, em 2015.

A Polícia está desafiada a ir atrás dele.

E o Senado a exigir da Polícia Federal explicações sobre as condições de alguém assim dirigir uma empresa de homens armados.

Se o dono faz este tipo de coisa, o que fariam seus subordinados?

Vão responsabilizar o agressor de Lindbergh, que presta serviços ao MPF? Veja o "valentão" que dá tiros para o ar – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

03/03/2015

A louca cavalgada dos psicopatas da Veja

Depois do Boimate e da Nueva Konigsberg parecia difícil que a Veja continuasse cavalgando seus psicopatas contra Lula, Dilma e o PT. Mas, não se antes já era doentio, agora já virou caso de polícia. Se polícia é assunto de psicopata. Quando Policarpo Jr chegou aos píncaros da glória ao integrar a quadrilha que tinha Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres como cabeças, e Gilmar Mendes como ator convidado, viu-se que não há nada de jornalismo na Veja. Trata-se apenas de uma espaço de catarse dos que não tem voto mas tem muito ódio e dinheiro, graças aos seus finanCIAdores ideológicos.

Ou o Dilma dá uma de Cristina Kirchner, e enquadre a Veja, ou a Veja ainda provocará uma hecatombe social. Seus franco atiradores estão cada vez mais enlouquecidos. Para as loucuras de grupos de extermínio falta um passo. Curto, muito curto.

Veja inventa outro sobrinho de Lula

1 de março de 2015 | 09:38 Autor: Miguel do Rosário

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Amigos, me perdoem esse postinho inútil. É um assunto tão idiota. Acho que o publico para entrar na seção de humor do blog.

Depois de tentarem, por anos, inventar boatos sobre o filho de Lula, espalhando fotos da sede da Esalq como se fossem imagens do casarão de campo de Lulinha e afirmando que ele seria o verdadeiro dono da Friboi, a direita doida, cujo órgão máximo é a Veja, agora fabrica sobrinhos de Lula em série.

Todos inexistentes, ou não-sobrinhos, ou envolvidos em histórias ou festas que nunca aconteceram.

É realmente incrível a desenvoltura com que a Veja produz mentiras sem nenhum pudor.

Talvez a explicação esteja na mensagem de twitter que Ulisses Campbel, o repórter da Veja que andou inventando sobrinhos e festas que não existem, e que depois tentou invadir o prédio do irmão de Lula: a Veja fez vários cursos de roteiro…

*

No Diario do Centro do Mundo

Veja inventa mais um sobrinho para atacar Lula

Em sua louca cavalgada, a revista Veja classificou como ‘sobrinho de Lula’ o filho de um amigo dele, Jacinto Ribeiro dos Santos.

Este amigo era irmão da primeira mulher de Lula, Lourdes, morta há mais de 40 anos.

Aparentemente, a Veja se vinga — mais uma vez — de Lula por ele haver desmascarado um repórter da revista que noticiara uma festa milionária para um sobrinho de Lula em Brasília.

Esse sobrinho de Brasília, soube-se, simplesmente não existe. Na falta dele, a Veja providenciou um sobrinho que não é sobrinho — sobre o qual lançou suspeitas de escassa, se alguma, substância, como você pode ver aqui.

Veja inventa outro sobrinho de Lula | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

18/10/2013

Fujimori! E FHC, quando?

Dos três patetas neoliberais latinos, dois já estão presos. O terceiro foi alcovitado pelos grupos mafiomidiáticos e hoje se homizia na ABL.

Empieza el sexto juicio a Fujimori pero se suspende la primera sesión

El nuevo abogado pidió recusar al tribunal y está pendiente la decisión

La Fiscalía lo acusa por ordenar el desvío de fondos públicos a prensa creada para favorecer su reelección en 2000

Jacqueline Fowks Lima 17 OCT 2013 – 23:59 CET12

El ex presidente peruano Alberto Fujimori el 17 de octubre de 2013. / E. Benavides (AFP)

La primera audiencia del sexto juicio contra el expresidente peruano Alberto Fujimori fue suspendida hasta el próximo 28 de octubre, luego de dos interrupciones para que un médico revise la presión arterial del reo, y a la espera de que otro tribunal decida sobre el pedido del nuevo abogado del político para recusar a las tres magistradas de la Cuarta Sala Penal. La Fiscalía de Perú lo acusa por haber ordenado el desvío de unos 43 millones de dólares de fondos públicos a diarios sensacionalistas creados para apoyar su tercera reelección en el año 2000 y desprestigiar a sus opositores, como parte de las operaciones psicosociales del Servicio de Inteligencia Nacional (SIN). Este caso es denominado el de la prensa chicha.

A diferencia de lo que acostumbraba en anteriores juicios, Fujimori no vistió traje, sino un suéter, un pantalón de drill y mocasines. Lucía ojeroso, con el cabello ligeramente crecido y despeinado, y los reporteros nacionales lo notaban “demacrado”. Tampoco llevó a la audiencia un maletín ejecutivo de cuero, sino un block y un lapicero en la mano, además de un tensiómetro.

El expresidente, detenido desde 2006 en Lima, cumple su condena en una casa acondicionada para ese fin en una base policial en Ate, en la periferia este de Lima. Su sentencia mayor, dada en 2009, es de 25 años de pena por crímenes de lesa humanidad y secuestro agravado, aunque ha sido sentenciado por cinco casos de corrupción. En juicios anteriores, su exabogado César Nakasaki recomendó el reconocimiento de los cargos para la terminación anticipada de los procesos.

Sin embargo, la nueva defensa, el abogado William Paco Castillo ha optado por otras formas. Además del pedido para recusar a las tres magistradas de la Cuarta Sala Pena, Paco cuestionó la jerarquía de las magistradas que pretenden procesar a su patrocinado, y pidió que sea juzgado por la Corte Suprema.

El pedido de la defensa de Fujimori fue descrito por el procurador anticorrupción Julio Arbizu como un “problema de comprensión lectora” de Paco Castillo, pues precisó que de acuerdo a la Constitución de 1993, los presidentes son juzgados por la Corte Suprema solo en los cinco años posteriores a su mandato: Fujimori gobernó hasta el año 2000.

La Fiscalía pide que Fujimori pague una reparación civil de 43 millones de dólares, por el daño patrimonial causado al Estado, aunque la Procuraduría Anticorrupción ha solicitado elevarla a 88 millones de dólares (224 millones de soles), “no solo por el desfalco, sino por el daño a la institucionalidad pública y los derechos ciudadanos”, sustentó Arbizú durante la sesión.

Entre 1999 y 2000, el Servicio de Inteligencia Nacional, que dirigía el exasesor presidencial Vladimiro Montesinos, creó una red de periodistas y diarios afines a la reelección de Alberto Fujimori, a los cuales les pagaba y los orientaba sobre el tipo de noticias que debían elaborar. Montesinos fue condenado en 2006 a ocho años por peculado y falsedad genérica, a consecuencia de esos pagos millonarios.

Los hijos de Alberto Fujimori, Keiko y Kenyi, presidenta de Fuerza Popular (la actual agrupación fujimorista) y congresista en ejercicio, respectivamente, asistieron a la audiencia, aunque también a diferencia de otros años, no tuvieron espacio preferente y permanecieron casi toda la diligencia de pie, esperando que Alberto Kenya volteara para un saludo. En el juicio oral por los crímenes de lesa humanidad, el Poder Judicial estableció espacios distintos para la prensa, los familiares de los acusados, y los de la parte civil. Esta vez, habiendo pasado años desde el último juicio oral en la Diroes, las salas habían vuelto a ser usadas por los policías en actividades de entretenimiento y solo minuto antes de la instalación de la mesa se vio a trabajadores de limpieza arreglando a último momento el lugar.

En los casi 40 minutos de audiencia, el tribunal confirmó que esperan la decisión de la Primera Sala Liquidadora acerca del pedido para recusar a las tres magistradas que deben juzgar a Fujimori, escucharon la argumentación de Castillo para que la Corte Suprema juzgue a Fujimori, y la sustentación de la procuraduría para elevar el monto de la reparación civil.

En respuesta, el representante del Ministerio Público dijo no estar “de acuerdo” con la continuación de la primera sesión del sexto juicio a Fujimori: “previamente debe resolverse la imparcialidad del colegiado”, acotó. Paco Castillo ha cuestionado a las magistradas porque según él, son antifujimoristas, una de ellas, Aissa Mendoza, es esposa del exfiscal Avelino Guillén, uno de los dos que acusó a Fujimori por crímenes de lesa humanidad en 2009.

Pese a la presión alta que registró el tensiómetro hoy, el parte medico del día indicó que el exgobernante estaba clínicamente estable y con tratamiento para un cuadro de otitis media. El sexto juicio por el uso de la prensa chicha continuará en un par de semanas, con la nueva defensa de Fujimori: no solo el nuevo abogado, sino también la nueva (descuidada) apariencia y mensajes acerca del padecimiento que sufre en prisión: un discurso que el político repite vía Twitter, desde septiembre, a sus 11.000 seguidores. El gobierno de Ollanta Humala no concedió un indulto humanitario a Fujimori, pero Paco Castillo ha solicitado que Fujimori cumpla el resto de la pena bajo arresto domiciliario, una figura que la mayoría de expertos ven improbable.

Al salir del complejo policial, terminada la audiencia, la excandidata presidencial Keiko Fujimori declaró que la familia esperaba solo un juicio “justo y rápido”. Fuera de la instalación policial, una veintena se seguidores del ‘Chino’ entonaba la cumbia que lo llevó a la presidencia fraudulenta en el 2000 y mostraba carteles con frases de apoyo a su líder.

“Estos son solo juicios mediáticos, pantallas, cortinas de humo para tapar otros temas del gobierno actual, nada tiene que ver con el ingeniero, lo usan pese a que está debilitada su salud”, comentó Emilia Ramírez, un ama de casa de 52 años vestida con prendas naranjas, el color que distingue a Fuerza Popular, el partido de los fujimoristas. Sobre pantallas de humo muy costosas del año 2000 es justamente el proceso que ha empezado.

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