Ficha Corrida

30/09/2012

“Refúgio dos canalhas”

Filed under: Liberalismo,Liberdade made in USA!,Protecionismo Econômico — Gilmar Crestani @ 10:49 am

Esta é de deixar vira-lata com dor de barriga. Aquele pavão da Teoria da Dependência, segundo a qual só seríamos dependentes se dependêssemos dos EUA, e que achava normal tirar os sapatos para entrar nos EUA, deve estar filosofando com seus botões: se é bom para os EUA, que bom! A direita tupiniquim, representada  pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, costuma vomitar a frase de Samuel Johnson: “o nacionalismo é o último refúgio dos canalhas”. Soladorizo-me com eles. Também acho que os EUA são refúgio de canalhas…

EE UU veta una inversión china en un parque eólico por seguridad nacional

El Gobierno no permite la compra por parte de una firma energética de cuatro parques eólicos cerca de una base naval en Oregon

Sandro Pozzi Nueva York29 SEP 2012 – 18:52 CET

Por primera vez en más de dos décadas, el Gobierno de Estados Unidos decidió la pasaba madrugada prohibir a una empresa china realizar una inversión en el país bajo el argumento de la seguridad nacional. Se trata, en concreto, de la compra por parte de una firma energética de cuatro pequeños parques eólicos cerca de una base naval en el Estado de Oregon.

Los analistas consideran que la acción de Washington es desafortunada

La compañía sujeta al bloqueo de la Administración presidida por Barack Obama se llama Ralls Corporation. La orden se cursa a menos de seis semanas de las elecciones y cuando la petrolera estatal china Cnooc trata de adquirir la canadiense Nexel, que opera plataforma en el golfo de México. Por tanto, los analistas consideran que la acción de Washington es desafortunada.

Edward Alden, del Council on Foreign Relations, argumenta en este sentido que la prohibición “puede ser vista como otra señal de que EE UU no quiere inversiones chinas”. Y pone en evidencia que esta vez llegue desde el más alto nivel: la Casa Blanca. La presión de Washington ya forzó a Cnooc a renunciar hace siete años a la compra de la estadounidense Unocal.

La decisión "no sienta precedente"

Desde esa base se operan aviones autónomos. En su anuncio, el Departamento del Tesoro deja claro que la decisión no sienta un precedente. Pero el argumento de la seguridad nacional también podría ser utilizado para poner trabas a la fusión entre el consorcio aerospacial europeo EADS y la firma británica de defensa BAE Systems, esta última octava contratista del Pentágono.

El departamento que dirige Timothy Geithner deja claro que la “decisión es específica” a la transacción protagonizada por Ralls y asegura que EE UU está abierto a las inversiones cualquier país, siempre y cuando no pongan en compromiso la seguridad nacional. La empresa china cree que la prohibición no está justificada porque ya opera otras turbinas en la zona.

China es uno de los argumentos de campaña, por la debilidad del yuan y por la exportación de empleos hacia el país asiático. Obama anunció días atrás una acción ante la Organización Mundial del Comercio por competencia desleal en el sector del automóvil. Pero Pekín es también el principal tenedor de deuda estadounidense en el extranjero y un gran inversor en EE UU.

EE UU veta una inversión china en un parque eólico por seguridad nacional | Economía | EL PAÍS

24/09/2012

Protecionismo ou legítima defesa?

Filed under: Câmbio,Dependência,Protecionismo Econômico — Gilmar Crestani @ 7:44 am

Bresser-Pereira ensina como se fazer respeitar pelos EUA sem precisar tirar os sapatos. Nos tempos de FHC, a subserviência era a regra. Tudo o que os EUA pediam, o vira-lata se submetia com mais prazer do que o exigido. Só para provar que sua Teoria da Dependência estava certa: só seríamos independentes se fôssemos dependentes dos EUA. A dependência, a partir do momento em que passou a liderar a marcha da liberação da maconha, ficou comprovada.

LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA

Troca de tarifa por câmbio ocupa centro da escola keynesiano-estruturalista que está surgindo no Brasil

O governo americano, em carta enviada por seu representante comercial Tom Kirk ao Ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, acusou o governo Dilma de estar sendo "protecionista" por haver decidido aumentar tarifas de cem produtos importados pelo Brasil.

E cobrou ("urged") que o governo brasileiro reveja sua decisão. O ministro brasileiro ironizou o americano por ter "reconhecido a legalidade" das medidas brasileiras no quadro da OMC e afirmou que o Brasil foi obrigado a tomar essa iniciativa porque os EUA, com sua política de emissão de dólares ("quantitative easing"), vem causando a apreciação do real.

Um vira-lata teleguiado!Patriota acusou também os EUA de subsídio à sua agricultura, mas a novidade em termos de discussão tarifária é a de mostrar que tarifas e taxa de câmbio se substituem quando se trata de importação. Esta é uma tese "proibida" na OMC, mas é afinal óbvia.

Se um país eleva em 10% suas tarifas, mas a taxa de câmbio se aprecia em 30%, na prática a indústria foi afinal desprotegida em 23% em relação ao preço inicial em reais.

Façamos as contas, partindo-se de tarifa zero, do preço de um bem de US$ 10, e de uma taxa de câmbio de R$ 2,60 por dólar, implicando um preço em reais de R$ 26,00. Se for estabelecida uma tarifa de 10%, seu preço em reais será R$ 28,60; mas caso a taxa de câmbio se aprecie em 30%, caindo para US$ 1,82, o preço em reais cairá de R$ 28,60 para R$ 20,00, de forma que, devido à depreciação, a proteção adicional de 10% se transformou em uma desproteção líquida de 23%.

A substituição de tarifa por câmbio e a tese de que nos países em desenvolvimento a taxa de câmbio deixada livre tende a ser cronicamente sobrevalorizada estão no centro da nova escola keynesiano-estruturalista que está surgindo no Brasil.

Quando o ministro Guido Mantega, que faz parte dessa escola, afirmou há alguns anos que o Brasil estava sendo vítima de uma guerra cambial, pensava nestes termos.

É claro que os EUA e o clube dos países ricos não concordam. Porque ideologicamente acreditam que a liberalização comercial geral é do seu interesse. Na verdade, em relação a países de renda média que são capazes de exportar bens manufaturados, isso não é mais verdade.

Se esses países lograrem neutralizar as duas causas dessa sobrevalorização crônica do câmbio (entradas excessivas de capital, agora agravadas pela política de emissão monetária dos países ricos, e doença holandesa), ganharão mais que os ricos com a abertura comercial.

Foi o que perceberam há muito os países asiáticos dinâmicos, que não se deixaram enganar pela tese do Ocidente de que "precisam" de seus capitais. É o que nós, brasileiros, já começamos também a entender, mas que não tivemos ainda força suficiente para implementar, seja porque a dependência de nossas elites e principalmente de nossos economistas é muito maior do que a das elites asiáticas, ou porque a doença holandesa é mais grave aqui.

Como não logramos colocar a taxa de câmbio no verdadeiro nível de equilíbrio somos obrigados a aumentar tarifas. É um "second best", mas está claro que o governo brasileiro não se deixará comover com as acusações americanas. O que o Brasil está fazendo é legítima defesa.

15/06/2012

Estudo britânico aponta protecionismo na AL

Filed under: Protecionismo Econômico — Gilmar Crestani @ 10:49 pm

Na Europa, a Alemanha também é protecionista. Protege seu DeustBank atiçando Angela Merkel. Somente Itália, Espanha e Grécia não praticavam o protecionismo… Os EUA são, por excelência, protecionistas. Desde o suco de laranja como protegem o monopólio do terrorismo de estado. Vá ver se os EUA deixam algum outro Estado comercializar com Cuba…

Estudo britânico aponta protecionismo na AL

Enviado por luisnassif, sex, 15/06/2012 – 13:35

De BBC Brasil

América Latina vive onda protecionista liderada por Brasil e Argentina, diz estudo

Segundo estudo, governo brasileiro lidera protecionismo na América Latina.

A América Latina enfrenta uma avalanche de medidas protecionistas, à revelia do agravamento da crise financeira, em grande parte, impulsionada pela Argentina e pelo Brasil.

A conclusão é do relatório ‘Latin America Watch’, publicado pela consultoria britânica Capital Economics.

Juntos, os dois países responderam por 75% do total das barreiras comerciais que entraram em vigor na região entre 2009 e 2011.

Segundo o economista Michael Henderson, autor do estudo, o número de práticas comerciais consideradas "discriminatórias aos interesses estrangeiros" praticamente dobrou na América Latina entre 2009 e 2011, apontam dados da agência Global Trade Alert.

Henderson destaca, entretanto, que a nova onda protecionista no continente não pode ser explicada exclusivamente como uma forma de blindagem dessas economias aos efeitos da crise.

De modo geral, com a turbulência dos mercados internacionais, os países mais ciosos de suas finanças passaram a buscar meios de incentivar o mercado interno, impondo, invariavelmente, barreiras alfandegárias.

Entretanto, independentemente da tendência verificada ao redor do mundo, a América Latina apresentou um aumento tanto em termos relativos quanto absolutos no número dessas medidas protecionistas, diz Henderson.

Ele relembra, contudo, que as diferentes iniciativas protecionistas não têm o mesmo impacto.

"Em primeiro lugar, um aumento das tarifas de importação pode, por exemplo, ser mais discriminatória do que uma ajuda pontual do governo federal a um setor que esteja ocasionalmente passando por problemas", afirma Henderson no relatório.

Além disso, diz ele, os dados mascaram fortes diferenças intra-regionais.

Na divisão por países, a Argentina e o Brasil lideram o ranking dos maiores contendores, tendo respondido por 75% do total das medidas protecionistas do continente entre 2009 e 2011.

Segundo Henderson, somente a Argentina registrou 130 incidentes de protecionismo no período analisado, mais do que o todo o restante da região.

Ele ressalta, porém, que a opção de alguns países por medidas protecionistas não impede que sejam tomadas outras iniciativas consideradas favoráveis à competição externa.

"No Brasil, por exemplo, quando se analisa o número de medidas comerciais ditas ‘liberais’, o país tende a um equilíbrio, diferentemente da Argentina", afirma Henderson na pesquisa.

Diferenças regionais

 AP

Fabricantes brasileiros de vinho reivindicam proteção do governo contra importadores.

Mas há diferenças cruciais quanto ao tipo de protecionismo escolhido por cada país.

Na Argentina, afirma Henderson, as recentes restrições às importações são parte de um conjunto de medidas macroeconômicas voltadas para reduzir uma gradual deterioração da balança comercial.

A opção pelas barreiras alfandegárias deve-se, em grande parte, segundo ele, à necessidade do país de manter o superávit da balança de pagamentos, uma vez que enfrenta maior dificuldade de obter empréstimos externos, frente ao risco de uma moratória da dívida.

Já as medidas tomadas pelo Brasil, diz Henderson, são mais seletivas, visando à retomada de alguns setores econômicos que tenham sofrido os efeitos negativos de um câmbio até então mais valorizado, de uma demanda externa mais fraca, e de uma enxurrada de importações asiáticas de menor valor.

Recentemente, os fabricantes de vinhos brasileiros, por exemplo, reivindicaram ao governo a imposição de tarifas sobre produtos vindos de fora.

Segundo o economista, o restante da região, por outro lado, descola-se da tendência observada no Brasil e na Argentina. Para Henderson, os outros países estão indo por outro caminho, abrindo suas economias para o comércio internacional.

Um exemplo recente disso, cita ele, foi a formação da Aliança do Pacífico, bloco econômico formado pelo Chile, Colômbia, México e Peru, com o objetivo de harmonizar os interesses comerciais desses países e fortalecer a ligação com a Ásia.

Risco

Segundo Henderson, uma nova onda protecionista na América Latina é prejudicial ao continente. A história, diz ele, já deu indicações de que as barreiras para o comércio, de maneira geral, reduzem o bem-estar da população, uma vez que limitam a habilidade de explorar os ganhos das vantagens competitivas e a especialização.

Henderson relembra que um dos principais fatores para o boom regional nos anos 1990 foi justamente a redução das barreiras comerciais.

Embora existam circunstâncias em que a proteção à indústria é necessária, diz Henderson, esse não é o caso atual do Brasil e da Argentina.

"Se uma economia tem demanda reprimida, faz sentido redirecionar essa procura para produtores locais. Mas esse não é claramente o caso nem da Argentina nem do Brasil."

"Se uma economia tem demanda reprimida, faz sentido redirecionar essa procura para produtores locais. Mas esse não é claramente o caso desses dois países", destaca ele.

Para Henderson, o maior obstáculo, entretanto, continua sendo a falta de competitividade das indústrias, que enfrentam concorrência acirrada das importações e acabam recorrendo à proteção dos governos para garantir sua sobrevivência.

Como resultado dessa política desfavorável ao capital externo, conclui o economista, a previsão do crescimento do Brasil e da Argentina (3% e 4%) é inferior a de

Estudo britânico aponta protecionismo na AL | Brasilianas.Org

31/03/2012

Todos contra Argentina

Filed under: Argentina,Protecionismo Econômico — Gilmar Crestani @ 9:07 am

 

Denuncia contra Argentina ante la OMC por prácticas proteccionistas

EE UU, la UE y otros países presentan una queja en el organismo por las "medidas restrictivas al comercio" tomadas por Buenos Aires

Alejandro Rebossio Buenos Aires 30 MAR 2012 – 22:47 CET37

Unos 40 países, incluidos los de la Unión Europea, EE UU, Japón, México y Panamá, se quejaron hoy ante la Organización Mundial del Comercio (OMC) por las restricciones que aplica Argentina contra las importaciones. El Gobierno de Cristina Fernández de Kirchner ha ido incrementando en forma paulatina las barreras desde la crisis mundial de 2008, pero sobre todo a partir del año pasado, en la medida en que se redujo el superávit comercial por el incremento de las compras externas. Una inflación de más del 20% anual en Argentina ha elevado los costes de la producción medidos en divisas, lo que ha alentado la importación, aunque el peso tampoco está tan sobrevalorado como en la crisis que este país sufrió en 2001.

"Expresamos en forma conjunta nuestra continua y profunda preocupación ante la naturaleza y la aplicación de medidas restrictivas al comercio tomadas por Argentina, las cuales están afectando negativamente importaciones de Argentina desde un creciente número de miembros de la OMC", decía el documento suscrito también por Israel, Corea del Sur, Nueva Zelanda, Noruega, Suiza, Taiwán, Tailandia y Turquía. El grupo se quejó por la "falta de transparencia" de Argentina en la implementación y administración de su régimen de licencias no automáticas de importaciones, que, según expresaron, crea "profunda incertidumbre tanto para exportadores como para potenciales exportadores hacia Argentina, así como para inversores en Argentina".

Unos 40 países se quejan por "falta de transparencia" de Argentina en el régimen de licencias no automáticas de importaciones

A las licencias para ciertos productos se agregaron en febrero pasado las declaraciones juradas anticipadas de importación, que es un trámite que debe hacerse antes de la entrada de cualquier artículo. Hasta ahora, el 30% de esas declaraciones juradas han sido rechazadas por diversos motivos burocráticos. Los países denunciantes también protestaron ante la OMC contra este nuevo mecanismo. Entre los productos frenados en la Aduana figuraban hasta ayer los libros, aunque las quejas de editoriales y lectores llevaron a liberar su ingreso.

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El vicepresidente de Argentina, Amado Boudou, fue el encargado de responder en Buenos Aires a la queja presentada por los 40 países en la sede de la OMC en Ginebra."Esta es una política que le sirve a todos los argentinos: cuando nosotros estamos cuidando en la frontera algún producto es porque estamos cuidando el trabajo de los argentinos", alegó Boudou en el Canal 26. El exministro de Economía también justificó su política en la red social Twitter: "Nosotros no estamos en contra de las importaciones, estamos cuidando el trabajo de cada uno de ustedes, cuidando la industria argentina. Cuando les dicen que ‘falta algo’, sepan que hay intencionalidad política. Argentina está abierta al mundo pero no destrozaremos la industria".

Entre los productos protegidos por licencias no automáticas figuran ordenadores portátiles, electrodomésticos, químicos, automóviles, maquinarias, textiles y papelería. La OMC establece que los países deben aprobar estas licencias en 60 días, pero los denunciantes de Argentina afirman que el Gobierno de Fernández se toma más tiempo, seis meses o más.

En la reunión del Consejo para el Comercio de Bienes de la OMC en la que se leyó y distribuyó la declaración conjunta, Argentina la rechazó por considerar que no se apoyaba en datos objetivos y que tenía un trasfondo político, según comentaron fuentes diplomáticas a la agencia EFE. La secretaria de Relaciones Económicas Internacionales de Argentina, Cecilia Nahón, recordó que Argentina ha aumentado de manera considerable sus importaciones en los últimos años.

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