Ficha Corrida

23/01/2015

FAlha de São Paulo

cp23012015País cogita racionar energia; SP estuda subir tarifa de água

Há um detalhe nesta manchete da Folha que não se resume em tentar associar o racionamento de água em São Paulo com um talvez, possivelmente, quem sabe um futuro racionamento de energia. Trata-se de uma mentira. Um governo que não sabe fazer a lição de casa é claro que não “estuda”.  Manchete do dia 08/01/2015, da própria folha dizia: “SP implanta hoje a taxa extra na conta de água”, com aumentos que variavam de 50 a 100%. Se a própria Folha publicou a pendenga judicial entorno do aumento, porque mais esta mistificação?!

Nestes tempos de internet manter essa linha de manipulação que dava certo durante a ditadura ou é suicídio ou é desfaçatez. Há um detectador de mentira a um toque de dedos, pois o google prova todos os dias que a verdade matutina da Folha amanhece desmentida. 

Se isso é fato, porque a Folha mantém uma linha suicida de manipulação? Simples, porque esta é a linha exigida por seus financiadores ideológicos.

Há outra informação que não deveria passar em branco num jornal que se quer sério. A possibilidade futura de falta de energia passa por todos aqueles que fizeram da Usina Hidrelétrica de Belo Monte seu cavalo de batalha contra o Governo.

Apesar da máquina montada para inviabilizar a obra, com toda sorte de instrumentos, legais, ilegais e manipulativos das forças do atraso encabeçadas pela Marina Silva, a construção continua. Mas talvez não esteja pronta no tempo que seria razoável.

Além da boçal tentativa de misturar alhos com bugalhos, a Folha quer comparar um exercício de futurologia com fatos passados, devidamente provados. Veja que a Folha não diz Governo Federal ou Ministério de Minas e Energia, mas “País”.

País cogita, ergo sum… Se o país cogita, existe. Esta é a lógica cartesiana da Folha: se ela cogita, logo existe!

21/01/2015

Severino Cavalcanti II: Folha abraça candidatura Eduardo Cunha

EDUARDO CUNHA PC FARIAS pccunhaFolha se faz de tapete para Eduardo CUnha desfilar sua candidatura. Esta é uma matéria típica de um grupo mafiomidiático, do tipo celular, pré pago. Em nenhuma outra situação, principalmente quando envolve pessoas ligadas ao Governo, jamais a Folha construiria uma matéria com tantos contornos legitimadores de uma versão sem pé nem cabeça. A orientação da d. Judith Brito está sendo levada ao pé da letra. Isso se chama jornalismo sem vergonha.

A FOLHA corrida do Eduardo Cunha já ultrapassou os limites políticos e vem de longe. A tentativa tardia de higienizar a biografia do candidato das oposições, nestes tempos de popularização da internet, beira às raias do ridículo. Não há quem não consiga, via google, boas informações sobre o passado, desde os tempos do notório PC Farias, do Eduardo Cunha.

Severino Cavalcanti foi apenas um inocente útil utilizado pelas oposições contra o PT. Deu no que deu. Eduardo Cunha não é um caipira, simplório, é um meliante notório.

Cunha diz ter sido alertado de que PF forjou áudio contra ele

Intenção, afirma, seria desgastá-lo na disputa pelo comando da Câmara

Embate aumenta a tensão entre o líder do PMDB e o governo, que teme sua vitória na eleição de fevereiro

DE BRASÍLIA

Candidato à presidência da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou nesta terça (20) ter recebido informações de que integrantes da cúpula da Polícia Federal teriam forjado, a mando do governo, uma suposta gravação para incriminá-lo e desgastar sua candidatura.

O deputado federal disse que foi alertado por um agente incomodado com a "farsa". O novo embate aumentou a tensão entre o líder do PMDB e o Palácio do Planalto.

"A gente espera que o governo tenha uma posição de cautela sobre esse assunto [presidência da Câmara]. Na hora que o governo toma lado, obviamente isso terá sequelas", disse Cunha.

O peemedebista tem acusado o Planalto de tentar interferir na sucessão na Casa, pressionando a base aliada com promessas de distribuição de cargos e de atuar em vazamentos seletivos de informações para constranger sua campanha. O objetivo seria dar fôlego à candidatura de Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Cunha enfrenta resistências do governo, que o considera um aliado com viés oposicionista e teme que sua gestão coloque a presidente Dilma Rousseff em situação difícil.

A gravação que motivou o novo embate, classificada por Cunha de "nova alopragem", teria sido entregue a ele no sábado (17) por um suposto policial federal que estaria indignado com a fraude. O congressista pediu ao Ministério da Justiça a abertura de inquérito para apurar o caso.

O áudio, de cerca de três minutos, traz um diálogo entre dois homens em que o nome do deputado é citado. Na conversa, uma pessoa que supostamente seria um agente da Polícia Federal ameaça contar tudo o que sabe caso o peemedebista o abandone.

O interlocutor, que seria alguém ligado a Cunha, tenta tranquilizar o agente. O deputado disse que não reconheceu nenhuma das vozes.

Para Cunha, a ideia do diálogo seria mostrar que um deles seria o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho, o Careca, investigado na Operação Lava Jato pela participação no esquema de desvio de recursos da Petrobras.

"O Cunha está lá tentando ganhar a presidência, subindo, subindo, e os amigos dele sendo esquecidos. Se eu ficar abandonando vou jogar merda no ventilador. Está todo mundo enchendo a burra de dinheiro e eu estou abandonado, duro, sem grana", afirma na gravação a pessoa que seria Careca.

A outra pessoa, que fala como sendo um aliado do congressista, responde então que tudo será resolvido.

Há incongruências no diálogo. Uma delas é que primeiro os dois homens falam que vão se encontrar pessoalmente para discutir o caso no lugar de sempre, mas depois se perguntam qual será o local.

Segundo Cunha, o agente que repassou o áudio afirmou que ele foi forjado por integrantes da cúpula da PF, a pedido do governo. O deputado disse que foram citados nomes de dirigentes da PF, que ele repassou ao ministro José Eduardo Cardozo (Justiça).

A nova acusação de Cunha foi recebida com irritação pelo Planalto, que orientou o Ministério da Justiça a acelerar as investigações do episódio.

Em nota, a PF informou que instaurou inquérito e que trabalha de forma "isenta e imparcial". Informou ainda que a denúncia de Cunha não faz referência a nenhum membro da corporação.

LAVA JATO

Quando foi preso na Lava Jato, Careca inicialmente disse em depoimento à PF que teria entregue dinheiro em uma casa que seria de Cunha, seguindo ordens do doleiro Alberto Youssef.

Posteriormente, o advogado do doleiro entregou à Justiça Federal uma declaração de Youssef afirmando que não teve negócios com o deputado peemedebista.

(MÁRCIO FALCÃO E RANIER BRAGON)

27/11/2014

Safado!

Filed under: Álvaro Dias,Golpismo,Golpistas,Porta-voz do PSDB,Safado — Gilmar Crestani @ 9:37 am
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Álvaro Dias é expulso de universidade sob os gritos de safado. Tucano queria falar sobre “ética”

Alvaro

Álvaro Dias teve que empreender fuga ontem (4) à noite depois de palestra sobre “ética” na Universidade Estadual do Centro-Oeste, em Guarapuava, a 250 km de Curitiba; senador atribuiu protesto a “grupelhos do PCdoB e PT despreparados para o debate de ideias afrontaram a democracia”; acadêmicos devolveram acusando o parlamentar de ser uma espécie de Demóstenes Torres (falso moralista) do Paraná; “Cavalaria, abaixo o choque! Cavalaria, abaixo o choque!”, gritavam os estudantes, em referência ao confronto da PM com professores em 1988, quando o tucano era governador do Paraná; assista ao vídeo com as vaias, a fuga e todo o quiproquó.

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) foi literalmente expulso ontem à noite da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), no município de Guarapuava, a 250 km de Curitiba, na região Centro do Paraná. O tucano falou à comunidade acadêmica sobre “Ética na vida pública”.

“Cavalaria, abaixo o choque! Cavalaria, abaixo o choque!”, gritavam os estudantes nos corredores da Unicentro em perseguição à comitiva do senador Álvaro Dias, que teve de deixar às pressas o prédio da Universidade, após a conferência. As vaias e o quiproquó todo foram registrados em vídeo (assista logo abaixo).

Em 30 de agosto de 1988, quando Álvaro era governo do Paraná Batalhão de Choque e Cavalaria da PM foram utilizados para dispersar professores em greve que protestavam em frente ao Palácio Iguaçu (sede do governo estadual). A partir desse confronto, todos os anos, profissionais da educação fazem eventos para relembrar o “massacre” atribuído ao tucano.

Em seu perfil no Facebook , o senador acusou “grupelhos do PCdoB e PT” de tumultuar o evento de ontem na Unicentro. Segundo ele, “despreparados para o debate de ideias afrontaram a democracia”.

“Revelaram o medo que começa a ganhar corpo, de que os detentores do poder, estão em fim de festa com a aproximação das eleições”, observou o parlamentar do PSDB.

Não foi somente Álvaro Dias que teve problemas com estudantes no dia de ontem (4). Em Umuarama, na região Noroeste do estado, a 563 km da capital paranaense, o governador Beto Richa (PSDB) bateu boca com o estudante de agronomia Luan Ferro, do campus da UEM.

Assista ao vídeo com as vaias contra Álvaro: (fonte:Esmael Morais)

Álvaro Dias é expulso de universidade sob os gritos de safado. Tucano queria falar sobre “ética” « Poços10 – Poder e Política

03/01/2014

Profissão? Antipetista!

Eliane CantanhedeELIANE CANTANHÊDE, que pela biografia não se perca, dá o tom do que acontece sob as hostes tucanas. E ninguém melhor posicionada do que ela para trazer do ventre da baleia, o medo que assola Jonas… Quando a porta-voz do PSDB fala em “tentação hegemônica” está se referindo a Lula e Dilma por governarem o Brasil 12 anos, com possibilidade de mais quatro, ou ao seu partido por já ter passado mais de 20 em São Paulo, com o único propósito de continuar a espalhar PCC pelo Brasil por mais quatro anos?

A tentação hegemônica

BRASÍLIA – Ao pressionar Eduardo Campos para se descolar da reeleição de Alckmin em São Paulo, Marina Silva favorece diretamente o PT no principal Estado do país.

Alckmin não terá vida fácil na campanha, porque pode ter a máquina, a caneta e a exibição de quem concorre no cargo, mas neutraliza parte dessa vantagem com o desgaste natural de quase 20 anos dos tucanos no poder e de sucessivas trombadas: Alstom, Siemens e a onda de violência que assola o país e ganha particular visibilidade em São Paulo.

Caso confirmado o fim da aliança com o PSB, Alckmin não só perde uma legenda como ganha um adversário a mais –e alavancado pela candidatura de Campos à Presidência. Estão na mesa os nomes da deputada e ex-prefeira Luiza Erundina, do PSB, e do vereador Ricardo Young, filiado ao PPS e militante da Rede.

A eles se somam Paulo Skaf, do PMDB e do "partido Fiesp", e talvez Eduardo Jorge, do PV, diluindo as candidaturas e facilitando o segundo turno, muito provavelmente entre Alckmin e o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do PT.

Depois das eleições de Dilma a presidente e de Fernando Haddad a prefeito paulistano, não resta muita dúvida quanto à força natural de Padilha em outubro. Ele tem o mito Lula, o palanque de Dilma, a estrutura e o caixa poderoso do PT. Além de ter a boa bandeira do "Mais Médicos" e ser, em si, um bom candidato.

É assim que o PT entra 2014 com Dilma favorita e o partido a caminho de 16 anos na Presidência; já dominando a principal capital; com reais chances no Estado mais importante; e com candidatos competitivos em Minas e no Rio, fechando o "triângulo das Bermudas" da política nacional. Sem contar que tende a aumentar as bancadas no Congresso, espremendo a maioria do até agora aliado PMDB.

Isso tudo com a economia devagar e Haddad quase parando. Imagine se a economia e o prefeito deslancham? Antes, ninguém segurava este país. Agora, ninguém segura o PT?

15/10/2013

Este lorando-lero é porque continua apostando em Serra

Filed under: Balaio de Gatos,Eliane Cantanhêde,Marina Silva,Porta-voz do PSDB — Gilmar Crestani @ 7:50 am
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ELIANE CANTANHÊDE, porta-voz dos correligionários da chefe Judith Brito… Compara Eduardo Campos à Fernando Collor de Mello e Marina Silva, a Itamar Franco…

Faca de dois gumes

BRASÍLIA – Enquanto Marina Silva já chegou na campanha de Eduardo Campos enxotando os ruralistas, Lula não poupa energia atraindo a direita para Dilma. Trata-se do pragmatismo de Lula versus o dogmatismo da ex-senadora.

Ao chutar a canela do deputado Ronaldo Caiado, líder ruralista e do DEM, Marina afugentou o poderoso, organizado e rico setor rural brasileiro. Ao menos cinco entidades nacionais e dezenas de regionais saíram em defesa de Caiado, contra Marina –o que, a esta altura, é contra Campos. Ele deve estar arrancando os últimos cabelos que lhe restam e gastando muita lábia para reduzir as perdas.

Já Lula e Dilma estão bem com a direita e o agronegócio. Têm o apoio da senadora Kátia Abreu, presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), e conquistaram José Batista Júnior, do frigorífico JBS-Friboi, e Maurilio Biagi, do PR, cotado até para ser vice do petista Alexandre Padilha em São Paulo. Sem contar o megaempresário Josué Gomes da Silva, filho do vice de Lula, José Alencar, com enorme potencial político.

O Planalto e o PT sentiram o golpe da aliança de Marina com Campos, um lance político genial. Entretanto, já nos primeiros movimentos e manifestações de Marina, a turma começou a respirar um tanto aliviada e muitos petistas até se divertiram imaginando as agruras de Campos para minorar os estragos causados pela ousada neoaliada.

Cercada por uma aura de pureza e boas intenções, uma das fundadoras do PT e ex-ministra do governo Lula, Marina é uma faca de dois gumes para o PSB: certamente traz votos e dá robustez à dissidência governista, mas precisa se conter para não se transformar num Itamar Franco de Eduardo Campos.

Vice de Fernando Collor, Itamar tinha grandes qualidades, mas reclamava de tudo, ameaçava renunciar dia sim, dia não e, no fim, foi parar na primeira fila dos que puxaram o tapete do então presidente. Ah! E assumiu a Presidência no lugar dele.

09/08/2013

Nada no Tietê, mas arrota piscina olímpica

Filed under: Eliane Cantanhêde,Porta-voz do PSDB — Gilmar Crestani @ 8:35 am
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Esses colonistas da mídia, como ELIANE CANTANHÊDE, estão atolados no pântano do PSDB mas não dão o braço a torcer. O jornal onde atua como porta-voz do PSDB é de São Paulo, onde estão sendo desenterrados mais de 20 ininterruptos de corrupção, e ela desfila leve, livre, altaneira como se não fosse com ela. Ela só dá pelota à massa cheirosa, que veste jaleco branco e nariz de palhaço. O povo, ora, o povo… Fala aí, Eliane, como estão seus correligionários do PSDB? Já comprou cigarro de maconha pra levar pra FHC na cadeia?

Os ventos

BRASÍLIA – A onda está mudando? Dilma está saindo do sufoco?

É cedo para certezas, mas há forte empenho nessa direção e os ventos, que sempre interferem nas ondas, parecem mais favoráveis a ela.

Desde que sua popularidade começou a cair por causa da economia –e depois despencou, com os protestos–, a presidente não sai da TV, do rádio, dos jornais, da internet, ocupando todos os espaços que a oposição não tem como disputar.

As guerras da presidente parecem bem marqueteiras: são polêmicas e geram reações, mas têm ressonância na maioria da população –ou do eleitorado–, que aprova um plebiscito, a reforma política, os royalties para a educação e a queda de braço com os médicos para que mais municípios sejam atendidos. Boas causas.

Dilma também passou a conversar (dizem que está até aprendendo a ouvir) com o PMDB e os partidos aliados. Essa é sua prioridade, já que o PT vem por gravidade. Sua alternativa é apoiar Dilma ou apoiar Dilma.

Ela até liberou uma bolada para os parlamentares e, como é melhor ceder do que ser derrotada, negocia ajustes no projeto do Orçamento impositivo, pelo qual os deputados e senadores estabelecem suas emendas e o governo tem de cumprir.

Ao mesmo tempo, começa a ser interrompida a sequência, que parecia interminável, de notícias ruins na economia. Em vez de "o pior em duas décadas" e o "mais baixo em tantos anos", há índices mais tranquilizadores. O IPCA (um dos indicadores de inflação) ficou perto de zero em junho, o preço da cesta básica também caiu por todo lado e a produção industrial subiu em 10 das 14 capitais pesquisadas.

Para completar, os protestos das ruas refluíram de um lado e a rede da internet recrudesceu de outro, querendo arrancar o sangue dos tucanos no escândalo da Siemens.

Não se sabe o que acontecerá com os ventos e com Dilma nas próximas pesquisas, mas a mudança de clima na política já dá para sentir.

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