Ficha Corrida

12/07/2015

Caiado por fora, mentiroso por dentro

Filed under: Mentira,Pinóquio,Ronaldo Caiado — Gilmar Crestani @ 9:46 am
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caiado

Só uma manada de beócios para acreditar num paspalho destes. É pelo nível do senador que se conhece o nível de seus eleitores!

Caiado mente de novo ao dizer que é “o senador mais votado da história de Goiás”

Postado em 10 de julho de 2015 às 3:51 pm

Do Hora Extra:

Em discurso na Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, em Brasília, o senado Ronaldo Caiado (DEM-GO) agradeceu o apoio que recebeu do bispo Manoel Ferreira nas eleições de 2014. Segundo ele, se hoje tem “a honra de ser o senador mais bem votado da história de Goiás”, muito se devia ao líder.  Acontece que Caiado mentiu ao dizer que foi o senador mais bem votado da história de seu estado. O recorde pertence ao seu arqui inimigo, o senador cassado Demóstenes Torres.

Nas eleições de 2010, Torres obteve 2.158.812 votos. Sua companheira de chapa, a Senadora Lúcia Vânia, ficou com 1.496.559 votos. Em 2006, quando só havia uma vaga sendo disputada, o atual governador, Marconi Perillo, obteve 2.035.564 votos (75,82%) – a maior votação proporcional do país à época. Em 2002, Demóstenes Torres obteve 1 239 352 votos e Lúcia Vânia ficou com 1 057 358.

Ronaldo Caiado, em 2014, obteve 1 283 665 votos. Mais do que Lúcia e Demóstenes em 2002, mas bem menos que os mesmos em 2010  e Marconi em 2006. Portanto, Caiado maquiou seu currículo mentindo sobre a história recente da política em Goiás.

Se hoje eu tenho a honra de ter sido eleito o senador mais votado da história de Goiás, devo muito ao apoio que tive desses homens de fé

— Ronaldo Caiado (@SenadorCaiado) 10 julho 2015

Diário do Centro do Mundo » Caiado mente de novo ao dizer que é “o senador mais votado da história de Goiás”

06/01/2015

Vaza foto do novo choque de gestão do PSDB

Filed under: Choque de Gestão,Geraldo Alckmin,Meritocracia,PIGnóquio,Pinóquio,PSDB,Torneira — Gilmar Crestani @ 10:02 am
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sabesp tornariz

O PSDB não cansa de nos surpreender. Após quase trinta anos na frente do governo do Estado de São Paulo, surge a primeira novidade gestada na cabeça do Pinóquio. NASA!

Nazo lungo, dizem os italianos.

Taí o exemplo perfeito do país da piada pronta. O nariz de Pinóquio em forma de torneira… Os paulistas que o elegeram ainda no primeiro turno merecem.

Agora imagine se isso que está acontecendo em São Paulo ocorresse num governo petista. O mundo cairia derrubado pelos assoCIAdos do Instituto Millenium. Nem as milhares de assinaturas das cinco irmãs conseguem esconder o enorme nariz de Pinóquio do PSDB.

Dificuldade com kit de torneira faz Sabesp criar vídeo

FABIO LEITE – O ESTADO DE S. PAULO

06 Janeiro 2015 | 03h 00

Distribuição começou pela zona norte da capital e clientes tiveram dúvidas na instalação; multa deve ser regulamentada nesta quarta

SÃO PAULO – Quase um ano após o início da crise hídrica paulista, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) iniciou nesta segunda-feira, 5, com a entrega em domicílio de economizadores de água para torneiras, o último pacote de ações para tentar evitar o colapso do sistema de abastecimento da Grande São Paulo. A empresa deve anunciar nesta terça-feira, 6, o começo da multa para quem não reduzir o consumo, após a regulamentação da medida pela agência fiscalizadora estadual.

RELACIONADAS

O novo secretário de Saneamento e Recursos Hídricos, Benedito Braga, disse que as soluções a curto prazo para a crise estão restritas às chuvas e à diminuição do consumo de água pela população. “No prazo de seis meses, você não consegue fazer nenhuma obra. O que nós queremos é que o consumidor consuma menos. A curtíssimo prazo, é isso que tem de ser feito”, disse ele, em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, no domingo.

Nesta segunda, técnicos da Sabesp começaram a entregar em bairros da zona norte da capital, região abastecida pelo Sistema Cantareira, um kit contendo quatro redutores de vazão para torneiras. Segundo a companhia, até fevereiro serão distribuídos 6,3 milhões de kits na Grande São Paulo, que podem reduzir em até 20% o consumo.

Dificuldade técnica. Para instalar o redutor, porém, é preciso remover a torneira da parede. Diante da dificuldade de alguns clientes, a Sabesp colocou um vídeo explicativo em seu site. Assista abaixo:

Mas a principal aposta do governo Geraldo Alckmin (PSDB) para reduzir o consumo de água durante a crise é a multa, que já recebeu aval técnico e jurídico da Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo (Arsesp) e deve ser regulamentada nesta terça-feira. A medida prevê sobretaxa de 20% na conta para quem não reduzir o consumo ao padrão de gasto anterior à crise (fevereiro de 2013 a janeiro de 2014), e de 50% para quem consumir 20% ou mais do que a média pré-seca.

Segundo Alckmin, os clientes que conseguirem justificar o aumento do consumo de água, como famílias que cresceram em 2014, ficarão isentos da multa. Para o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP), Marco Antonio Araújo Junior, a sobretaxa, da forma como foi anunciada, é “abusiva e ilegal”.

Vídeo divulgado no site da Sabesp ensina a instalar o kit de torneira

“A lei determina que essa tarifa só pode ser aplicada após declaração pública de racionamento. Não estamos inventando isso, está na lei”, disse Araújo, um dos signatários de um manifesto entregue à Arsesp que também cobra, entre outros pontos, uma campanha massiva na mídia sobre a multa, antes de sua aplicação, e a divulgação de um plano de contingência pela Sabesp para gestão da crise.

Para a Sabesp, o racionamento já foi decretado pelos órgãos gestores do Cantareira, que determinaram a redução de 40% na retirada do manancial desde o início da crise. Com a sobretaxa, a companhia espera economizar 2,5 mil litros por segundo de 446 mil clientes que aumentaram o consumo.

Vaza foto do novo choque de gestão do PSDB

Filed under: Choque de Gestão,Geraldo Alckmin,Meritocracia,PIGnóquio,Pinóquio,PSDB,Torneira — Gilmar Crestani @ 9:43 am
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sabesp tornariz

O PSDB não cansa de nos surpreender. Após quase trinta anos na frente do governo do Estado de São Paulo, surge a primeira novidade gestada na cabeça do Pinóquio. NASA! Nazo lungo, dizem os italianos.

Taí o exemplo perfeito do país da piada pronta. O nariz de Pinóquio em forma de torneira… Os paulistas que o elegeram ainda no primeiro turno merecem.

 

Dificuldade com kit de torneira faz Sabesp criar vídeo

FABIO LEITE – O ESTADO DE S. PAULO

06 Janeiro 2015 | 03h 00

Distribuição começou pela zona norte da capital e clientes tiveram dúvidas na instalação; multa deve ser regulamentada nesta quarta

SÃO PAULO – Quase um ano após o início da crise hídrica paulista, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) iniciou nesta segunda-feira, 5, com a entrega em domicílio de economizadores de água para torneiras, o último pacote de ações para tentar evitar o colapso do sistema de abastecimento da Grande São Paulo. A empresa deve anunciar nesta terça-feira, 6, o começo da multa para quem não reduzir o consumo, após a regulamentação da medida pela agência fiscalizadora estadual.

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Nesta segunda, técnicos da Sabesp começaram a entregar em bairros da zona norte da capital, região abastecida pelo Sistema Cantareira, um kit contendo quatro redutores de vazão para torneiras. Segundo a companhia, até fevereiro serão distribuídos 6,3 milhões de kits na Grande São Paulo, que podem reduzir em até 20% o consumo.

Dificuldade técnica. Para instalar o redutor, porém, é preciso remover a torneira da parede. Diante da dificuldade de alguns clientes, a Sabesp colocou um vídeo explicativo em seu site. Assista abaixo:

Mas a principal aposta do governo Geraldo Alckmin (PSDB) para reduzir o consumo de água durante a crise é a multa, que já recebeu aval técnico e jurídico da Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo (Arsesp) e deve ser regulamentada nesta terça-feira. A medida prevê sobretaxa de 20% na conta para quem não reduzir o consumo ao padrão de gasto anterior à crise (fevereiro de 2013 a janeiro de 2014), e de 50% para quem consumir 20% ou mais do que a média pré-seca.

Segundo Alckmin, os clientes que conseguirem justificar o aumento do consumo de água, como famílias que cresceram em 2014, ficarão isentos da multa. Para o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP), Marco Antonio Araújo Junior, a sobretaxa, da forma como foi anunciada, é “abusiva e ilegal”.

Vídeo divulgado no site da Sabesp ensina a instalar o kit de torneira

“A lei determina que essa tarifa só pode ser aplicada após declaração pública de racionamento. Não estamos inventando isso, está na lei”, disse Araújo, um dos signatários de um manifesto entregue à Arsesp que também cobra, entre outros pontos, uma campanha massiva na mídia sobre a multa, antes de sua aplicação, e a divulgação de um plano de contingência pela Sabesp para gestão da crise.

Para a Sabesp, o racionamento já foi decretado pelos órgãos gestores do Cantareira, que determinaram a redução de 40% na retirada do manancial desde o início da crise. Com a sobretaxa, a companhia espera economizar 2,5 mil litros por segundo de 446 mil clientes que aumentaram o consumo.

21/09/2014

De mentira em mentira, Marina delira

Filed under: Marina Mala Faia,Marina Silva,MariNeca,Mentira,Pinóquio — Gilmar Crestani @ 1:03 pm
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marina-itauClientes contrariam versão dada por Marina

Entidades revelam quanto pagaram por palestras da candidata do PSB

Presidenciável havia dito que cláusula de confidencialidade a impedia de dar essas informações

AGUIRRE TALENTOFERNANDA ODILLADE BRASÍLIA

A cláusula de confidencialidade usada como justificativa pela candidata Marina Silva (PSB) para manter sob sigilo os clientes e valores individualizados de suas palestras não se aplica a todos os seus contratos.

Ao contrário do que Marina tem dito publicamente, quatro entidades disseram à Folhaque não assinaram nenhum acordo para tratar como sigiloso o valor pago a ela.

Apesar de a ex-ministra ter revelado à Folha que obteve renda bruta de R$ 1,6 milhão com 72 palestras proferidas entre março de 2011 e maio de 2014, Marina ainda mantém em segredo quem lhe contratou e quanto cada um pagou, alegando que a confidencialidade é imposta por seus contratantes.

Procurada, a assessoria da campanha agora afirma que houve contratos sem cláusula de confidencialidade e sustenta que, posteriormente, a empresa de Marina passou a oferecer essa opção por exigência dos clientes.

"É compromisso público da empresa de Marina Silva divulgar o mais breve possível a lista de todos os contratantes dos serviços prestados que não se opuserem à divulgação dos dados dos contratos. Para isso, todos os contratantes estão sendo procurados para autorizar formalmente a quebra da cláusula de confidencialidade", informou a assessoria.

As palestras, que são sua única fonte de renda desde que deixou o Senado, garantiram-lhe ganho líquido de R$ 1 milhão em três anos.

Durante debate promovido por Folha, UOL, SBT e Jovem Pan no início deste mês, a candidata do PSB explicou que a confidencialidade "é muito mais uma exigência das pessoas que contratam" o trabalho dela do que uma demanda pessoal.

Ela garantiu ainda não ter "nenhum problema em que sejam reveladas as empresas" que lhe contrataram.

A reportagem procurou 32 entidades para as quais Marina deu palestras desde 2011, após ter deixado o Senado.

Das 17 que responderam aos questionamentos da reportagem, quatro revelaram não ter existido nenhum acordo de confidencialidade. Destas, apenas a Fundação Dom Cabral se recusou a revelar o valor das duas apresentações, uma em 2011, em Belo Horizonte, e outra em 2012, em São Paulo.

"Não houve contrato de confidencialidade. Contudo, é praxe da fundação não informar o valor pago a quaisquer de seus palestrantes, por uma conduta da escola", disse a assessoria da entidade.

Mas outras três abriram os dados: a Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais pagou R$ 31 mil, a Associação Brasileira dos Profissionais de Recursos Humanos do Rio repassou R$ 5.000, e o Conselho Federal de Contabilidade, R$ 33 mil.

Nenhuma delas firmou qualquer tipo de acordo de confidencialidade.

"Não constou essa exigência no contrato", informou, por exemplo, a Associação Comercial de Minas. Segundo a entidade, Marina teve outras exigências: seguranças, transporte terrestre com motorista e ar-condicionado e dieta especial, por causa de suas restrições alimentares.

Outras cinco instituições confirmaram o acordo para manter sob sigilo o valor pago, admitindo não ter sido exigência de Marina, mas procedimento interno padrão, e oito entidades disseram que Marina não cobrou pela apresentação. As demais não responderam aos questionamentos ou se recusaram a dar informações.

13/09/2014

Todas as mentiras da Marina documentadas num único texto

 

Por que Marina não pode dizer a verdade?

Juarez Guimarães

Carta Maior

O primeiro alerta partiu do deputado federal Jean Wyllys, do PSOL, em carta aberta dirigida à Marina Silva no dia 30 de agosto: “Bastaram quatro tuites do pastor Malafaia para que, em apenas 24 horas, a candidata se esquecesse dos compromissos de ontem anunciados em um ato público transmitido por televisão e desmentisse seu próprio programa de governo, impresso em cores e divulgado pelas redes. É com essa autoridade de quem agiu de boa fé, que agora digo: Marina, você não merece a confiança do povo brasileiro. Você mentiu a todos nós e brincou com a esperança de milhões de pessoas”. A explicação dada pela campanha de Marina foi totalmente inconvincente: teria sido um erro de edição, de quem formatou o programa!

Agora, vem o juízo do respeitado colunista Jânio de Freitas, documentando inverdades ditas várias vezes por Marina sobre três questões importantes: o pré-sal, os transgênicos e a relação entre suas opiniões políticas e religiosas. “Há uma lenda de que sou contra os transgênicos. Mas isto não é verdade”, disse Marina em entrevista a William Bonner e Patrícia Poeta. Jânio de Freitas registra que apenas uma pesquisa entre os anos 1998 e 2002 revelou que Marina não só fez seis discursos contra os transgênicos como apresentou um projeto de lei proibindo-os inicialmente por cinco anos. Argumentava com base “em cinco referências bíblicas”, “tendo em vista o lado espiritual”.

Da mesma forma, Jânio documentou várias declarações públicas recentíssimas da candidata contra o pré-sal. E, ao final de seu breve juízo, afirmava que Marina parece confirmar a fórmula de que se “deveria esquecer tudo o que antes havia dito”.

Agora, no dia 11 de setembro, vem a repórter Letícia Fernandes, de O Globo, documentar que Marina mentiu na sabatina feita pelo jornal. Marina afirmou que havia dado, quando era senadora, um parecer contrário ao projeto do deputado Filipe Pereira (PSC-RJ) que exigia “a obrigatoriedade da manutenção de exemplares da Bíblia Sagrada nos acervos das bibliotecas públicas “. “Me deram um relatório de um projeto que obrigava a colocar bíblias em todas as bibliotecas. Eu dei parecer contrário”, afirmou a O Globo. A pesquisa da repórter comprovou que Marina não deu o parecer contrário.

Não é razoável também pedir a alguém que acredite, como Marina repetiu várias vezes, que a sua relação com uma das principais herdeiras do Banco Itau, que coordenou o seu programa de governo e que a teria convencido da necessidade de defender a autonomia do Banco Central, seja por afinidades eletivas apenas como educadoras. Essa relação desinteressada tornou-se completamente inverossímil depois que se revelou que a amiga bancou 83 % das verbas, um milhão de reais, em 2013 do Instituto que Marina dirige e que lhe garante a sobrevivência.

Aliás, Marina não parece ter dito a verdade quando respondeu aos repórteres que não podia revelar os clientes nem quanto lhe pagaram por proferir palestras nos últimos anos porque estes clientes lhe exigiam cláusulas de confidencialidade. Uma pesquisa feita pelo jornal O Estado de São Paulo revelou quem eram estes clientes: grandes bancos, empresas e seguradoras como o Santander, o Banco Crédit Suisse, a multinacional Unilever, a Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização, faculdades neoliberais. E, ao contrário do que Marina afirmou, confidenciou ao repórter um banqueiro: quem pedia cláusula de confidencialidade era a própria Marina !

O antigo tesoureiro da campanha do PSB, Márcio França, candidato a vice-governador na chapa de Alckmin, não parece ser também um representante da “nova política”. Ele certamente não disse a verdade quando declarou à imprensa que os documentos do avião em que viajava Eduardo Campos e seus companheiros não podiam ser apresentados porque estavam dentro dele e teriam sido provavelmente destruídos na queda. Como se documentou fartamente depois, na verdade, o avião havia sido comprado com notas frias e laranjas por empresas fraudulentas.

E muito menos o novo tesoureiro da campanha de Marina, agora diretamente indicado por ela, Álvaro de Souza, parece indicar novos rumos na política. Ele é ex-presidente do…City Bank no Brasil! Haja “nova política”!

Marina parece querer ocultar a verdade de seus eleitores quando declarou que não subirá aos palanques nem de Alckmin em São Paulo nem de Lindhenberg no Rio. É uma forma de não querer misturar sua imagem à “velha política” e mostrar eqüidistância em relação ao PT e ao PSDB. Mas ela combinou, então, com o deputado Beto Albuquerque, seu vice, para ir ao primeiro programa de TV Alckmin no horário eleitoral gratuito manifestar o seu apoio ao governador do PSDB? Ou ele agiu contra a sua opinião no principal colégio eleitoral do país? Aliás, Marina sabe, já que foi inclusive noticiado na imprensa, que este deputado federal pelo PSB do Rio Grande do Sul teve a sua candidatura financiada pela empresa Monsanto, principal interessada na aprovação dos transgênicos, e até por fabricantes de armas! É ele, então, um representante da “nova política”?

Marina não diz a verdade nem quando acusa o PT, partido no qual se formou e militou durante 27 anos: Paulo Roberto teria sido indicado pelo PT “para assaltar os cofres da Petrobrás’. Ora, este indivíduo ocupou cargo de direção na Petrobrás desde 1995, durante o primeiro governo FHC, e foi demitido no dia 19 de abril de 2012 por Graça Foster, indicado por Dilma para a presidência da Petrobrás.

O que não pode mais ser escondido

Ricardo Noblat, certamente um dos jornalistas com informações mais confiáveis sobre o que se passa na cúpula do PSDB, noticiou que a firme opinião de Fernando Henrique Cardoso era de que Aécio não deveria criticar Marina, deveria, ao contrário, renunciar à sua candidatura à presidência e apoiar já Marina no primeiro turno. Aécio resistiria a esta decisão por ter esperanças de ainda poder salvar de uma derrota arrasadora o candidato do PSDB ao governo Ora, como se documentou fartamente em artigo publicado em Carta Maior, “A “nova’ Marina é criatura de FHC”, o paradigma de programa, os economistas mandatados, a nova direção política de sua campanha, os financiadores e tesoureiros, seus argumentos e sua linguagem estão diretamente inseridas no campo político e intelectual organizado por FHC. Mas Marina não pode reconhecer esta ligação tão orgânica porque viria abaixo a sua identidade de ser a protagonista de uma “nova política” que visa superar a polarização PSDB e PT. Daí que esta relação íntima tenha de ser permanentemente escondida ou negada aos eleitores.

Mas uma contradição ainda mais explosiva tem de ser o tempo todo administrada por Marina. De um lado, ela afirma compromissos em aumentar os recursos do governo federal para a educação, para a saúde, para o Minha Casa Minha Vida, para o Bolsa Família, o valor do salário-mínimo , o emprego etc. Do outro, cada vez que falam os economistas mandatados por ela, Eduardo Gianetti e André Lara Resende, dois economistas neoliberais cujo radicalismo cheira à barbárie, é o inverso o que dizem. É como se Marina dissesse ao mesmo tempo: “odeio futebol mas não perco um jogo do Flamengo!”. Ou melhor: meu compromisso é com os pobres .. mas só gosto de andar atualmente com grandes banqueiros!

Marina leu o que disse Eduardo Gianetti na entrevista publicada na capa do jornal Valor Econômico, de 6 de setembro, quando este afirmou com todas as letras “que os compromissos na área social assumidas pela candidata do PSB serão cumpridos à medida que as condições fiscais permitirem ? ” E que “ esses compromissos se distribuem no tempo. É um erro grave imaginar que o que está colocado no programa vá se materializar no primeiro orçamento”?

Marina ouviu a palestra pública proferida por André Lara Resende que uma “boa economia não pode ser feita com bons sentimentos” e que, ao invés de se ajudar os pobres do Nordeste, é preferível investir na educação? Será que ela leu que em seu programa está escrito que a legislação trabalhista que protege os direitos dos trabalhadores brasileiros deve ser superada ou contornada, como estão denunciando os principais representantes da tradição jurídica do Direito do Trabalho no Brasil?

De novo: Marina não pode fugir da contradição porque ela é, a sua própria candidatura, a contradição. Tem que documentar que ela é confiável e, como se diz em linguagem neoliberal, “amiga do mercado financeiro”, mas, ao mesmo tempo, tem de cultivar a adesão dos que querem direitos sociais mais universalistas e de melhor qualidade. Isto é, está impedida de dizer a verdade.

Violência e ilusão

A violência, todo o sentido anti-democrático e anti-popular, da principal proposta de Marina Silva para a economia – a chamada “autonomia” do Banco Central – é revelada quando se documenta que o Brasil já teve um Banco Central autônomo. Este era um sonho antigo dos econômistas liberais ortodoxos brasileiros como Eugênio Gudim, Octávio Gouveia de Bulhões e Roberto Campos desde os anos quarenta do século passado, que travaram desde sempre uma luta de vida ou morte contra Celso Furtado e as tradições desenvolvimentistas brasileiras.

Eles conseguiram realizar este sonho exatamente com o golpe militar de 1964: a reforma bancária logo anunciada pelos golpistas transformava a antiga Superintendência da Moeda e do Crédito ( Sumoc) em Banco Central e concedia autonomia para as autoridades monetárias. A diretoria do Banco central era composta por quatro membros, escolhidos dentre seis membros do Conselho Monetário Nacional, com mandatos fixos de seis anos.

Denio Nogueira, o primeiro presidente do Banco Central, era consultor do Sindicato dos Bancos do Rio de Janeiro e da ALALC ( Associação Latino Americana para Livre Comércio) e desde os primeiros anos da década de sessenta passou a fazer parte do IBAD ( Instituto Brasileiro de Ação Democrática) e do IPES ( Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais). Enquanto o IPES era o órgão que disseminava propaganda para justificar o golpe militar, o IBAD era encarregado de manipular os recursos para financiar e corromper candidatos comprometidos com o golpe na democracia. Depois de cumprido o seu mandato interrompido pelos generais – promoveu uma forte desvalorização cambial, que lhe provocou forte desgaste, tendo sido chamado junto com Roberto Campos e Octávio Gouveia de Bulhões de “trindade maldita” – Denio Nogueira foi representante no Brasil do grupo Rotschild and Sons, indicado por Eugênio Gudin, mostrando que desde o início houve forte intimidade entre diretores do BC e os grandes grupos financeiros internacionais.

É claro, a candidata Marina nada sabe disso. Faz parte do ator político transformista devorar o passado, inclusive o próprio, e inscrever-se em um tempo messiânico que promete o novo. Isto é para ele uma necessidade já que não pode explicar a razão de sua mudança, as rupturas que teve que fazer e os novos compromissos que teve de assumir.

Toda a violência da ação transformista de Marina está inscrita nesta passagem da política de opiniões fundamentalistas sobre temas da moral – por definição, o fundamentalista é aquele que defende verdades para além dos séculos e das circunstâncias – para a política pragmática, que, por definição, é aquela que ajusta a sua política à necessidade de vencer a todo custo.

Uma política carismática deve oferecer ao seu público as provas de sua autenticidade. Se a autenticidade lhe é desmentida, o carisma vem abaixo. Mas a verdade – uma relação clara e nítida com os seus eleitores – é, como procuramos demonstrar, o que Marina não pode mais representar.

Na política, assim como na vida, há momentos em que é preciso defender as pessoas que já amamos e cujo passado admiramos do que elas vieram a ser e fazer contra a dignidade da sua própria memória. Se Marina hoje não nos pode dizer a verdade, é preciso – é absolutamente necessário – que sejamos capazes, democraticamente e de modo sereno, dizer a verdade à Marina.

© Copyleft – Direitos reservados – Carta Maior – O Portal da Esquerda

SQN

11/09/2014

As mentiras da Marina não suportam um simples “colar e pesquisar” no Google

Filed under: Bíblia,Marina Silva,Mentira,Obsessão,Pinóquio — Gilmar Crestani @ 11:09 pm
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O que chama a atenção não é a mentira contumaz da Marina. Até aí, dá-se por ser ela uma política profissional. E como boa profissional da política, pula de galho em galho mais rapidamente dos que outras velhas raposas da política. Uma vez visitei o Instituo Psiquiátrico Maurício Cardoso. Vi lá pessoas que faziam as afirmações mais taxativas sem pejo e sem desviar o olho.

Será que Marina Silva desconhece o poder da Internet? Será que ela não sabe que tudo o que ela diz pode ser descoberto com alguns clics? E se sabe e continua mentindo prova que ela precisa do seu lado mais de um psiquiatra do que de uma banqueira. Não há dinheiro que limpe a barra de uma mentirosa contumaz.

Esta obsessão pela mentira, contando com a complacência da plateia, foi levada ao paroxismo por Paulo Francis. Em seus textos multiplicava citações, misturando autores e frases, sem qualquer lastro com a realidade. De imaginação fértil, Paulo Francis  contava com o silêncio da velha mídia para a qual passou a trabalhar, num tempo em que não havia internet. Hoje as patacoadas de um Paulo Francis seria tão anacrônicas quanto as afirmações definitivas que Marina descanta no verso seguinte.

Dia sim outro também Marina vai ficando cada vez mais parecida com Pinóquio!

Marina Silva não contrariou projeto de bíblias em bibliotecas

qui, 11/09/2014 – 19:05

Atualizado em 11/09/2014 – 19:05

Jornal GGN – O blog Preto no Branco, de checagem sobre o que é discursado ou respondido pelos candidatos à presidência, mostrou que Marina Silva (PSB) mentiu ao afirmar que deu parecer contrário a um projeto de obrigar bíblias em bibliotecas públicas. Segundo os registros, ela foi relatora do projeto e não deu qualquer parecer.

De O Globo

Marina e bíblias

Por Letícia Fernandes

Na sabatina realizada nesta quinta-feira, 11 de setembro, pelo GLOBO, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, falou sobre um projeto de lei do deputado Filipe Pereira (PSC-RJ) que dispunha "sobre a obrigatoriedade de manutenção de exemplares da Bíblia Sagrada nos acervos das bibliotecas públicas". Nesse momento, ela afirmou:

"Me deram um relatório de um projeto que obrigava a colocar bíblias em todas as bibliotecas. Eu dei parecer contrário"

Segundo "tramitação" registrada no site do Senado, a ex-senadora Marina Silva foi relatora do Projeto de Lei da Câmara n° 16, de 2009, julgado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa, e não deu qualquer parecer sobre a matéria.
Como relatora, Marina recebeu o projeto em 19 de março de 2009. Mas, um ano depois, em 20 de dezembro de 2010, devolveu o projeto por conta do fim da legislatura.

Em um parecer posterior, de 2011, o então relator, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), destacou, na página 2, que "o projeto foi despachado inicialmente a esta CCJ e distribuído à relatoria da Senadora Marina Silva que, no entanto, até o encerramento da Legislatura passada, não chegou a apresentar o seu relatório".

Marina Silva não contrariou projeto de bíblias em bibliotecas | GGN

30/03/2012

“Cordão da Mentira”

Filed under: 1º de Abril,Ditadura,Golpe Militar,Pinóquio — Gilmar Crestani @ 9:09 am

 

“Cordão da Mentira”, 1º de abril, concentração às 11h30, em frente ao Cemitério da Consolação, SP

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“Cordão da Mentira”, 1º de abril, concentração às 11h30, em frente ao Cemitério da Consolação, SP

“Cordão da Mentira”, 1º de abril, concentração às 11h30, em f… on Twitpic

21/11/2011

As mentiras atômicas de Sarkozy

Filed under: Energia Nuclear,Pinóquio,Sarkozy — Gilmar Crestani @ 9:09 am
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Le mensonge nucléaire de Sarközy

L’annonce d’un accord entre le PS et EELV décrivant un scénario de sortie du nucléaire a semé le trouble chez AREVA et provoqué la colère du camp présidentiel, qui tombant dans les excès du catastrophisme, caricature les conséquences de ce scénario.

Tout est bon pour dénoncer cet accord, même le plus énorme mensonge, comme celui proféré par Sarközy qui a déclaré « vouloir abandonner cette énergie (…) signifie des dommages considérables à l’industrie française ». lien

Serait-il en train de passer sous silence l’énorme quantité d’emplois créés par le développement des énergies propres et renouvelables, ainsi que les emplois automatiquement provoqués par le démantèlement des centrales fermées ?

En effet, une centrale qui ferme, c’est un démantèlement qui commence, et cette opération génèrera de nombreux emplois pendant au moins 25 ans. lien

On se souvient que « Super » Phénix, fermé fort heureusement en 1997, suite à des pannes à répétitions, est en démantèlement depuis 14 ans déjà, et que le chantier qui devrait durer au moins encore 10 ans procure un emploi à 550 travailleurs. lien

Proglio, le patron d’EDF, en a rajouté une couche dans le mensonge, en affirmant que la fermeture de la filière nucléaire provoquerait la perte d’un million d’emplois.

Il doit être fâché avec les chiffres car en France, seulement 110 000 personnes sont employées dans la filière nucléaire, dont la plus grande partie sont des cadres, qui peuvent tout à fait être « recyclés » dans d’autres secteurs.

Si l’on veut comparer avec l’Allemagne, elle avait 40 000 emplois dans le nucléaire, et son secteur « énergies propres » procure un emploi à 370 000 personnes.

Décidemment, que ce soit à EDF ou chez Areva, on est fâchés avec les chiffres.

L’EPR de Finlande devait couter 3 milliards d’Euros, le résultat final sera de plus du double, payé par la France.

Il faut ajouter que dans notre beau pays, tout n’est pas pris en compte, et que, comme on l’a vu, le démantèlement des centrales est largement sous-estimé. (Facteur 10)

Celui de « Super » Phénix devait couter 900 millions d’Euros, il en coutera au moins 10 fois, voire 20 fois plus. lien

D’une manière générale, EDF estime le démantèlement d’une centrale nucléaire à 260 millions d’euros, et manifestement il faudra y rajouter un zéro.

Jamais à l’abri d’une outrance, Sarközy, pour faire peur aux français, leur annonce qu’à cause de l’abandon du nucléaire, les ménages devraient bientôt payer 67% de plus qu’aujourd’hui pour s’éclairer et se chauffer. lien

Ce qui est manipulateur, car, si l’on considère que, dans les solutions alternatives, figure une meilleure isolation des habitations, le budget des ménages s’en ressentirait avec bonheur, puisqu’un un logement bien isolé consomme beaucoup moins d’énergie.

Un programme ambitieux basé sur meilleure isolation des habitations et des entreprises relancerait les entreprises du bâtiment spécialisées dans l’isolation thermique.

On peut même aller plus loin avec la maison passive, voire même encore mieux le BEPO, leBâtiment à Energie Positive qui permet de diviser par 6 la consommation en éclairage, ramenant la consommation en chauffage de 50 KWh/m2 à 2 KWh/m2. lien

On devine le résultat sur la facture.

Aujourd’hui EDF estime le cout moyen de production de KW/h électrique à 2,7 c€, le futur EPR fera déjà doubler ce prix.

Ajoutons pour faire bon poids que le nucléaire et le cancer sont liés, puisqu’une étude allemande réalisée par l’Office Fédéral de Protection contre les Radiations a constaté qu’il y avait un risque statistique nettement plus élevé de souffrir d’un cancer pour un enfant de moins de 4 ans résidant à proximité immédiate d’une centrale nucléaire. lien

Or soigner un cancer coute entre 3000 et 6000 € par mois par personne, alors qu’en France 1 personne sur 3 qui meurt l’est d’un cancer (lien) ce qui aurait couté aux hôpitaux près d’1 milliard d’euros en 2010 (lien) et 11 milliards à la Sécurité Sociale. lien

Enfin, le traitement des 1 153 000 m3 de déchets déjà produits fin 2007 n’est toujours pas résolu, et cela aura un prix. lien

Le site d’enfouissement de Bure à déjà couté plus de 35 milliards d’euros, et la solution n’est pas acceptable. lien

Aujourd’hui même les industriels le dénoncent : le nucléaire n’est pas rentable. lien

C’est le moment de dénoncer le piège qui a été tendu aux consommateurs : en les poussant au chauffage électrique, on justifie l’énergie nucléaire.

Alors qu’en choisissant d’autres sources énergétiques, comme la géothermie de grande profondeur, ou le méthane issu de l’activité animale, on peut produire des quantités d’eau chaude, cette eau chaude que l’énergie nucléaire gaspille honteusement, la renvoyant quasi systématiquement dans le cours des fleuves, au lieu de l’utiliser.

D’autre part, pour rattraper son retard sur le reste de l’Europe en matière d’énergies renouvelables, la France devra « mettre le paquet », et suivant les sources, cela pourrait permettre de recruter 200 000 emplois suivant les uns, (lien) voire plus suivant les autres.

En Allemagne en quelques années, les énergies propres et renouvelables ont crée 250 000 emplois, chiffre en augmentation continuelle, alors que malgré 50 ans d’investissements massifs, le nucléaire, comme on l’a vu, n’emploie que 110 000 personnes en France. lien

Et puis, il serait malhonnête d’oublier que pour le fameux chantier de l’EPR, les 2300 emplois actuels proviennent en grande partie de main d’œuvre étrangère. lien

D’autant que cet EPR souffre de nombreux défauts de conception. lien

Ajoutons qu’avec les 6 milliards d’euros que coutera au moins l’EPR, le nombre d’emplois pérennes créés en « énergies propres » dépasserait le chiffre de 20 000.

Un autre effet induit n’est pas négligeable, en favorisant la consommation sur place de l’énergie produite, on pourrait économiser théoriquement 120 MTEP (millions tonnes équivalent pétrole) puisque sur les 270 Mtep produits annuellement, seulement 150 arrivent chez le consommateur. lien

Dans un article récent, paru dans « Challenges » Jérôme Lefilliâtre affirme que pour remplacer la totalité du parc nucléaire, il faudrait multiplier par 150 le nombre d’éoliennes, soit 20 000 éoliennes. lien

Mais n’est-ce pas réducteur de n’offrir comme alternative aux 19 centrales nucléaires françaises, que 20 000 éoliennes ? Sachant que 70% du potentiel hydroélectrique français est négligé, sachant aussi que les énergies propres et renouvelables ne se limitent pas aux seules éoliennes, et qu’elles ne représentent que 10,7% de l’électricité commercialisée par EDF.

Comme expliqué dans cet article, il est totalement réalisable de tourner rapidement la page nucléaire, sans pour autant se serrer la ceinture, ou retourner à la bougie et 84 % des français sont prêts à tourner la page. lien

Pourtant Sarközy menace « je ne laisserais pas dilapider l’héritage industriel et énergétique bâti ces 50 dernières années ». lien

Est-ce à dire que s’il perdait la présidentielle, il serait prêt a faire un coup d’état pour reprendre le pouvoir ?

Ou est-ce seulement l’une de ces menaces dont il est coutumier, et dont l’on sait qu’elles ne sont que des « coups de gueule » si l’on se souvient des menaces proférées depuis 4 ans sur les parachutes dorés et les paradis fiscaux ? lien

En tout cas aujourd’hui, la question de sortie du nucléaire n’est plus un tabou.

De la CGT, connue pour son attachement au nucléaire, à la CFDT, en passant par l’Unsa, tous sont favorables à une baisse plus ou moins importante de la part nucléaire en France. lien

Corinne Lepage a une phrase qui résume assez bien l’opinion publique actuelle : « ce n’est pas sortir du nucléaire qui est suicidaire, mais s’entêter dans le nucléaire qui l’est ».

Elle rappelle qu’EDF traîne les pieds pour sécuriser ses centrales, et que la mise aux normes va être beaucoup plus couteuse qu’elle l’affirme.

Elle affirme qu’il faudrait payer 400 milliards pour rester dans le nucléaire, et 460 milliards pour en sortir. lien

Benjamin Dessus, économiste et ingénieur, président de « Global Chance », s’exprimant dans les colonnes des « Echos » écrit qu’il est possible de sortir du nucléaire sans pour autant plonger dans le chaos. lien

Alors, faut-il s’exposer à un nouveau Fukushima, en France ou ailleurs, accepter la multiplication des cancers, continuer d’accumuler des tonnes de déchets nucléaires ingérables, continuer à être dépendant énergétiquement et à gâcher des fortunes ?

Ou alors faut-il lancer un vaste programme de créations d’emploi, permettre l’indépendance énergétique du pays, en se tournant enfin vers les énergies propres, et renouvelables, ne produisant pas, ou peu, de déchets ?

Comme dit mon vieil ami africain : « la gazelle qui a vu le lion court plus vite que celle qui ne l’a pas vu ».

Merci à Corinne PY pour son aide précieuse.

L’image illustrant l’article provient de « fr.altermedia.info »

olivier cabanel

olivier cabanel

passé de l’architecture à la chanson, convaincu que nous ne pouvons oublier les générations à venir, et que nous ne pouvons pas leur laisser une poubelle à la place de ce que nous avons reçu, découvrez mes chansons sur mon site : http://olivier-cabanel.fr je vous propose un lien pour écouter 4 chansons : (…)

Le mensonge nucléaire de Sarközy – AgoraVox le média citoyen

21/08/2011

Jarbas Vasconcelos, o Pinóquio da Globo

Filed under: Jarbas Vasconcelos,PIG,Pinóquio,Rede Globo — Gilmar Crestani @ 10:07 am
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garcomdojarbasDilma, para poder fazer uma faxina completa, tem de se afastar do senadores corruptos e dos meios de comunicação que os protegem. Junto dos grupos mafiomidiáticos não há salvação. Jarbas Vasconcelos, o paladino da moralidade da Globo, é aquele mesmo Senador que se revoltou com o Bolsa Família, inventando um garçom que teria largado o emprego porque recebia o festejado auxílio. Ate hoje o garçom não foi encontrado. Nenhuma pergunta sobre este assunto ao Pinóquio Pernambucano. Nenhuma ressalva ao seu passado golpista, nem às suas alianças com direita escrota que a Globo endossa. A declaração de bens do Varão de Plutarco é uma obra prima de Carlo Collodi. O papel do Jarbas é igual aquela bolinha que caiu na cabeça do Serra e que a Globo transformou em torpedo exocet. Puro despeito contra Lula.

‘Não podemos esmorecer’

Jarbas Vasconcelos diz que faxina é forma de Dilma reforçar imagem diferente de Lula

Publicada em 20/08/2011 às 20h09m

Adriana Mendes (adriana.bsb@oglobo.com.br)

BRASÍLIA – Entre os integrantes da frente suprapartidária de combate à corrupção e à impunidade, Jarbas Vasconcelos (PMDB-RS) foi enfático no apoio à presidente Dilma Rousseff para que ela amplie a faxina no governo. Único peemedebista contrário ao governo, o senador completa 69 anos terça-feira, data da primeira reunião da frente suprapartidária na Comissão de Direitos Humanos do Senado. Em entrevista ao GLOBO, Jarbas avalia que Dilma busca se diferenciar do ex-presidente Lula e prevê um conflito entre "criador" e "criatura" para a disputa na eleição presidencial de 2014. "A corrupção está incorporada à paisagem brasileira. É como se fosse um outdoor e já está generalizada no governo".

ÁUDIO :Ouça trecho da entrevista

A frente contra a corrupção vai crescer?

JARBAS VASCONCELOS: O movimento só se consolida e só se expande se a presidente tomar uma medida uniforme com relação a todos os partidos. Não adianta ela fazer o que fez com relação ao Ministério dos Transportes e ficar de faz de contas em relação aos outros. Dilma só consolida essa posição dela, que é uma posição louvável, se ela tiver apoio da sociedade, das entidades, da mídia e do Congresso.

Deveria haver uma medida mais forte por parte de Dilma?

JARBAS: Mais forte e para todos. Ela não pode deixar de lado porque tal partido é grande, ou porque pertence a ele, no caso o PT. Ela tem que enfrentar isso de maneira firme, determinada e com a conduta uniforme. Ela não pode estar com um peso para um e uma medida para outro

Por que é difícil maior adesão de parlamentares?

JARBAS: Primeiro, por acomodação. Segundo, compromisso com cargos, emendas. Não querem contrariar o governo. Acham que fazer parte de uma frente dessas, só depois de consultar a presidente. Mas o que a gente não pode é esmorecer. No combate à corrupção, ela tem de exercer a autoridade dela de forma clara, transparente e linear. No Congresso, uma grande parte que é fisiológica não apoia.

Quatro ministros já caíram, três por denúncias. Dilma está colocando o dedo na ferida?

JARBAS: Para mim, era previsível. Eu tinha para mim mais ou menos essa previsão, porque ela tem um conceito, a conduta e fama de durona. Eu achava que, se ela enveredasse por essa formação dela, essa formação de não conviver com o malfeito… eu acho que em determinados momentos ela iria enfrentar isso. Enfrentar isso tem muitas contradições e muitos problemas para Dilma. Primeiro, porque é uma herança de que ela participou. Ela também criou essa herança. É uma herança maldita que veio de Lula, mas de que ela participou, porque foi chefe da Casa Civil. Ela presenciou (o fato de) que Lula alisava, passava a mão na cabeça de corruptos. Lula convivia bem com mensaleiros, Lula amparou e defendeu os aloprados. Sempre saiu em defesa de Sarney. Na crise de Sarney, ele se colocou à frente dizendo que Sarney era uma pessoa diferenciada. Tudo isso, ela presenciou.

Leia a entrevista na íntregra no Globo Digital .

Jarbas Vasconcelos diz que faxina é forma de Dilma reforçar imagem diferente de Lula – O Globo

Pinóquios Rurais

Filed under: A$$oCIAdos,Cosa Nostra,Instituto Millenium,PIG,Pinóquio,SIP — Gilmar Crestani @ 9:13 am

Um dos setores mais conservadores da sociedade são os homens ligados à terra, que dependem dela como dos empregados que nela trabalham. A UDR foi uma tentativa brasileira de defender o trabalho escravo no campo. Mesmo desmantelada, a filosofia continua. Não por acaso, volta e meia são descobertos mais fazendas com trabalho escravo. Nestes casos, a velha mídia, também dominada por um coronelismo eletrônico com ideias agrárias, simplesmente silencia. Montados nas sesmarias do espaço virtual que legaram das ditaduras, os meios de comunicação hoje são o exemplo de como funcionava a Inquisição na Idade Média. Um poder da fé dos financiadores ideológicos, que para atuarem mais unidos são se a$$oCIAm ao Instituto Millenium.

Pinocho

Por Alfredo Zaiat

Fue una intensa travesía de tres años para que finalmente de boca de uno de sus protagonistas estelares se desmoronara la ficción creada por el complejo agromediático. Para ese derrumbe fue necesaria una lluvia de votos a la candidata a presidente por el oficialismo en las elecciones primarias. Ante al abrumador triunfo de Cristina Fernández de Kirchner, el titular de la Sociedad Rural, que anexó a sus campos dos calles de tránsito público de Carlos Casares, admitió que él y sus socios de la Mesa de Enlace construyeron una realidad del sector alejada de la verdad. Hugo Biolcati, dueño de la Estancia La Dorita y acusado de haber construido canales clandestinos que anegaban campos vecinos, sufrió el shock de las urnas. Entregó tres reveladoras definiciones en el encuentro de catarsis convocado por la conservadora Asociación de Dirigentes de Empresa:

1 “Sí, a nosotros nos va bien”.
2 “Cuando nos convenía, nosotros (población rural) nos vendimos como el 15 por ciento del padrón, pero en realidad no llegamos al 8”.
3 “En 2008 mucha gente de los pueblos y las ciudades apoyó la protesta del campo, pero la mayoría no tenía ni idea de lo que era la 125”.

La Resolución 125, que establecía derechos de exportación móviles a cuatro cultivos clave (soja, trigo, maíz y girasol) era, teniendo en cuenta la práctica habitual de gestión, una sofisticada herramienta de intervención de política económica. El ajuste automático de las alícuotas de las retenciones actuaría como un acompañamiento anticíclico para amortiguar el impacto sobre los precios internos de la evolución de los precios internacionales de las materias primas. Era una medida que sólo requería adecuar el recorrido escalonado de la curva de las alícuotas cuando los precios alcanzaren máximos, como los 600 dólares en la soja, puesto que a partir de esos valores todo aumento era absorbido por las retenciones. Se trataba de hacer esa pequeña corrección técnica a una medida que en un marco teórico tenía explicación, pero en términos políticos provocó notables movilizaciones y alianzas sociales sorprendentes. No fue por las retenciones móviles esa masiva reacción, como ahora confesó Biolcati, sino que montados sobre esa iniciativa se explicitó las fuerzas subterráneas que estaban desarrollando los sectores conservadores desde el 2004 contra la intervención del Estado en la economía, como se explica en el esclarecedor libro La patria terrateniente, de Sebastián Ortiz, que expone un minucioso seguimiento cronológico de pronunciamientos públicos y asambleas de las entidades patronales en esos años.

Las deficiencias en la comunicación de esa iniciativa o las debilidades en la regulación oficial en los eslabones concentrados de la cadena son factores que se reiteraron para comprender la violenta respuesta del sector del campo privilegiado. Esas carencias ya eran parte de la gestión kirchnerista. No gatillaron el conflicto. Evaluar que ésos fueron los motivos de esa resistencia implica un abordaje superficial sobre un movimiento de profunda raíz económica y política conservadora, que reivindica el país del Centenario y aspira a imponer un modelo agroexportador.

Biolcati y sus socios de la Mesa de Enlace se constituyeron en la avanzada de ese poder económico orientado por la trama multinacional sojera, con apoyo de un centroizquierda político encandilado por peones explotados arriados a cortar rutas por el patrón de estancia. La subordinación de la Federación Agraria a ese proyecto de poder fue la manifestación más evidente de ese extravío, que hoy se expresa en la división interna de la entidad entre un grupo cercano a las ideas de la Rural y del candidato 3,54 por ciento Mario Llambías, de CRA, y otro que pretende recuperar banderas históricas.

La declaración de Biolcati de que al campo le va bien, cuando había inventado que se iba a importar trigo, carne y leche para mostrar lo mal que estaba el sector, expone con crudeza el seguidismo de sectores políticos a los intereses del poder económico. Incluso hoy se siguen dirigiendo a un actor político que, como deschavó Biolcati, son muchos menos que lo propagandizado. Uno de los voceros más calificados de esos intereses, Héctor A. Huergo, encargado del suplemento “Clarín Rural”, fue aún más sincero con los números del denominado “voto del campo”. Escribió ayer en su habitual editorial de los sábados, tribuna utilizada para orientar la acción política del sector, que “ahora (el campo) sabe que con los votos propios no se mueve la aguja: en la Argentina ‘el campo’ son 250.000 explotaciones, en su mayor parte familiares, sobre un padrón de 25 millones. El 1 por ciento”.

Así se empieza a desmontar la inmensa construcción del factor campo en la vida política y en la economía, como esa idea de que es un potente generador de empleo. Esa distorsión reiterada hasta el cansancio en estos años agitados fue respaldada por un documento técnico elaborado por el economista Juan Llach que estimó que el empleo total creado por las cadenas agroindustriales representa el 35,6 por ciento del total de ocupados. El objetivo de este número, del mismo modo que el “voto campo”, sirvió para disciplinar a candidatos en la arena política, era demostrar las falencias de las políticas hacia el sector. La secuencia era que como el campo genera mucho empleo, las retenciones son un error de política, además de buscar convencer que un modelo de exclusión social, como el agroexportador, es el mejor para el desarrollo del país. Esa estimación fue desmantelada con un trabajo riguroso realizado por el investigador Javier Rodríguez, que determinó que el Sistema Agropecuario Ampliado, que incluye el agro y la industria alimentaria (11,4 por ciento), más el transporte (1,2) y la comercialización (5,6) asignados al sector, llegaba, según la Matriz Insumo Producto de 1997, a un total del 18,2 por ciento del empleo total. La mitad de lo calculado por Llach, la misma proporción que Biolcati reconoció que mintieron para inflar el padrón electoral sectorial.

El taladrar el sentido común sobre las falsas penurias del campo de la abundancia durante estos tres años quedó al desnudo. El testimonio del tambero, uno de los principales perceptores de subsidios estatales, dentro del régimen de compensaciones a los productores agropecuarios, implica una bisagra en el debate sobre el modelo de desarrollo. Los argumentos Pinocho sobre la realidad del sector del campo privilegiado neutralizan el objetivo de la restauración conservadora y ofrecen más tiempo, ahora con la renovada fuerza de las urnas, para profundizar una economía de base industrial con inclusión social.

azaiat@pagina12.com.ar

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