Ficha Corrida

16/03/2016

Operação Rodin: assunto tabu no Parcão & RBS

 

Operação Rodin: julgamento é suspenso e deve continuar dia 29 de março
15/03/2016 17:00:30

Sessão da 7ª Turma foi específica para o julgamento das apelações da Operação Rodin

Sessão da 7ª Turma foi específica para o julgamento das apelações da Operação Rodin

O processo que julga os réus da Operação Rodin foi sobrestado pela relatora do caso no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargadora federal Claudia Cristina Critofani. A 7ª Turma retoma o julgamento no dia 29 de março, às 13h30min, quando será lido o voto da desembargadora.

“Faremos uma leitura resumida dos dispositivos, dos acolhimentos, rejeições, penas e finalização do voto”, explicou a relatora. O voto de Cláudia tem cerca de 1200 páginas e será lido em primeiro lugar. Posteriormente, em caso de já terem firmado suas convicções, lêem seus votos os desembargadores federais Sebastião Ogê Muniz (revisor) e Márcio Antônio Rocha.

O julgamento das 30 apelações criminais impetradas pelos réus da Operação Rodin iniciou hoje (15/3), às 10h da manhã e foi até às 16h, com uma hora de intervalo. Foram feitas 20 sustentações orais em favor de 25 réus condenados em primeira instância. Concluída essa etapa, Claudia decidiu interromper o julgamento para análise das razões expostas pelos advogados.

Clique aqui para ver o álbum no Flickr com mais fotos e vídeos da sessão de julgamento da Operação Rodin no TRF4.
5008766-51.2014.4.04.7102/TRF

Operação Rodin: julgamento é suspenso e deve continuar dia 29 de março

12/09/2015

Jorge Pozzobom, o sábio que conhecia Yeda

pozzobomQuando o deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom, se vangloriou que, por não ser do PT, não corria riscos na Justiça, parecia apenas palavras de um fanfarão. Contudo, os acontecimentos de todos os dias provam que a verbalização não dizia respeito apenas a ele, mas a todos o PSDB. A cada novo fato envolvendo o PSDB, sempre aparece a vassourinha mágica jogando para debaixo do tapete.

Se dependêssemos da honestidade destes que vivem acusando Dilma pela corrupção que está sendo passada a limpo no Brasil, ao invés da punição dos culpados eles transformariam o Brasil num puteiro.

Jorge Pozzobom é da mesma escola do Rubens Ricúpero. A lei do acobertamento, promulgada via Parabólica, com a participação do Carlos Monforte, então porta-voz da Rede Globo, tem sido posta a prova a cada nova aparição de tucanos em denúncias.

Não se trata apenas da impunidade pela entrega do patrimônio nacional. FHC também é responsável pelo estupro da Constituição. A reeleição custou 200 mil por cada voto. Este é o menor dos escândalos feitos no “limite da responsabilidade”. A Vale foi entregue por um valor inferior à concessão de três aeroportos pela Dilma, com a diferença de que os aeroportos voltam ao poder público depois de vinte anos, mas a Vale não volta mais.

A Lista de Furnas continua no armário. O mensalão do PSDB continua sem julgamento. A Operação Rodin acaba de ganhar um selo que se pode chamar de “incentivo à impunidade”. Quando envolve tucanos não há teoria que ajude punir, só para soltar. Domínio do fato só serve para punir o José Genoíno…

O pior governo que este Estado já teve, em todos os sentidos, acaba de ganhar um salvo conduto. Os larápios deste Estado estão em festa. E assim fica fácil entender porque de Britto e Yedas chegamos em Sartori. O RS não é uma piada porque nossos palhaços não tem nenhum graça. Falta-lhes talento, vergonha na cara e neurônios.

E nossa mídia se parece mais é com uma pocilga.

VÍTIMA DA MAIOR CAMPANHA DE CALÚNIAS POLÍTICAS DA HISTÓRIA DO RS, YEDA OBTÉM NOVA VITÓRIA NA JUSTIÇA FEDERAL

By jloeffler  On 11/09/2015  In Noticias

A mim parece claro que Políbio mantém seu espaço para tratar de interesses dessa direita que não admite estar fora do poder onde está o oxigênio necessário aos que vivem da política. Mantenho meu blog para emitir minha opinião sobre assuntos políticos o que nada me rende financeiramente falando. Já tive o dissabor de ser processado pelo que veiculo aqui. Esse processo que envolve, gostem ou não, expressiva quadrilha montada no governo dessa senhora e no qual já há bandidos condenados as penas de prisão que passam de TRINTA ANOS. Assim sendo houve sim crimes, pois em tese a justiça não condena inocentes. Se a teoria do domínio do fato do jurista alemão Claus Roxin pode ser aplicada contra José Dirceu por que o mesmo não vale a essa senhora? Será por que ela está em campo oposto ideologicamente falando? Tenho em minha memória o julgamento do STF em que um membro do MP guindado a mais alta Corte de Justiça do país, ao vestir a toga recebia o espírito de Idi Amin Dada e era aquele salve-se quem puder. Penso que para e na Justiça não pode haver dois pesos e duas medidas. Seguindo o raciocínio dos doutos como o jornalista e advogado doutor Políbio Adolfo Braga se essa senhora é inocente, José Dirceu também o é. Afirmo que não leio obras como a referida nessa notícia, pois as mesmas tem para mim o mesmo valor das obras do grande e inigualável patrício que vende suas magníficas obras as quais me recuso a ler. Falo do senhor Paul Rabbit. Com a palavra o doutor Políbio Adolfo Braga.
O Editor

Postado por Polibio Braga on 9/10/2015 08:24:00 PM com 13 comentários

CABO DE GUERRA, o livro de 499 páginas no qual o editor conta em detalhes inéditos a luta diária de Yeda Crusius contra o Eixo do Mal e a batalha pelo Déicit Zero no governo do RS, R$ 75,00, vem aí em 2a. edição. Aquisições para qualquer parte do País e entrega grátis: polibioadolfobraga@gmail.com

Defesa de ex-governadora obteve vitória para trancar mai uma vez o processo que tramita em Santa Maria, decorrente da Operação Rodin. MPF tem insistido em manter acuada a ex-governadora.

A decisão foi do TFR4, o famoso Tribunal Regional Federal da 4a. Região, que tem se notabilizado nas sucessivas rejeições dos investigados presos pela Operação Lava Jato, como Zé Dirceu e Marcelo Odebrecht.

A ação permanecerá suspensa até que outros recursos sejam julgados em Brasília.

Nestas terça-feira, o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, vice-presidente do tribunal, deferiu medida cautelar pleiteada pelo advogado Medina Osório e foi duro ao analisar os prejuízos morais e políticos (assassinato de reputação) que vêm sendo enfrentados por Yeda.

Na decisão, o desembargador escreveu:

– No que pertine ao periculum in mora, tenho que a demora poderá causar prejuízos não somente aos direitos políticos da requerente, mas também de ordem moral e individual, com possível violação ao princípio da dignidade, acarretando grave dano ou de difícil reparação.

Com isso, a ação em relação à Yeda fica parada até o julgamento dos recursos da defesa pelo Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça.

“Yeda foi vítima da maior calúnia política da história do Rio Grande do Sul e vem sendo sistematicamente perseguida. Fizeram uma devassa em sua vida e não encontraram nada, tanto que os fatos foram todos arquivados na esfera criminal. Esta ação de improbidade é um absurdo _ disse Medina Osório.

Copiado de: http://polibiobraga.blogspot.com.br/

Praia de Xangri-Lá | Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

16/03/2013

Agora, bem Pensant, é conveniente

Filed under: Crime Organizado,Pensant,Poder Judiciário — Gilmar Crestani @ 9:37 am
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Paulo Muzell

15/03/13

Um troca inconveniente

O jornal Zero Hora, na edição do dia 9 de março passado, veiculou uma notícia surpreendente: a juíza Simone Barbisan Fortes, titular da Primeira Vara da Justiça Federal de Santa Maria pediu neste mês de janeiro passado sua transferência para Florianópolis.

Justamente agora, neste início de 2013, no momento em que ela anunciava que no final deste primeiro semestre, muito possivelmente, “bateria o martelo” sobre a sentença” dos 31 réus do processo do rumoroso caso DETRAN. A importância do processo, nunca é demais lembrar, decorre do montante dos valores desviados – corrigidos e expressos a preços de hoje são mais de 60 milhões de reais –, e dos nomes das pessoas envolvidas, figuras importantes da política gaúcha.

Os desvios tiveram origem no governo de Germano Rigotto (2003/2006) e foram denunciados em março de 2007, seis anos atrás. A Operação Rodin, que prendeu alguns envolvidos, completou no início de novembro passado cinco anos. Na longa lista de indiciados destacam-se os nomes de José Otávio Germano (ex-deputado estadual e federal, Secretário de Segurança do governo Rigotto), Flávio Vaz Neto, ex-presidente do DETRAN, Fernando e Ferdinando Fernandes irmãos e proprietários da empresa Pensant, Luiz Paulo Germano, advogado, irmão de Otávio Germano, Carlos Ubiratan dos Santos, ex-diretor do TRENSURB, Antonio Dorneu Dorneles, ex-diretor-geral da Assembleia Legislativa, RS, figura influente no PP, já falecido.

Causa desconforto e é difícil explicar o contraste entre a rapidez do julgamento da ação penal 470 no Supremo, o “famoso mensalão do PT” e o lento arrastar-se das demais denúncias de irregularidades contra políticos de outros partidos. Como este caso DETRAN, que entra no seu sétimo ano e que terá, muito provavelmente, mais um ou talvez até dois anos antes ser concluído.

O jornalista Paulo Moreira Leite em seu livro “A outra história do mensalão: as contradições de um julgamento político” assinala com propriedade que apanhados num esquema semelhante, políticos do PSDB-MG tiveram uma “tratamento bem mais brando: o desmembramento foi um benefício importante para que melhor organizassem suas defesas.” Moreira sintetiza com muita propriedade que no caso do “mensalão do PT” tivemos “provas fracas e penas robustas”. E que o “furor punitivo” que contaminou quase todas “excelências” do Supremo, extrapolaram os limites mínimos do bom senso e do decoro. Moreira aponta como exemplo o voto do ministro Celso de Mello que autorizava o Supremo a definir a perda dos mandatos dos parlamentares condenados, o que claramente contraria o artigo 55 da Constituição, pois fere o princípio da independência dos poderes. Cassar mandatos é atribuição exclusiva do legislativo Observa, também que o Supremo, a grande imprensa – o Estadão, a Folha, a Globo, dentre outros veículos -, tentaram transformar o “mensalão” no Thermidor de Lula e do PT. Não conseguiram. E lembra, oportunamente, a lição da Revolução Francesa. Aberto por Robespierre, um juiz implacável no combate a corrupção. Ele iniciou um processo que acabou por vitimá-lo, reduziu liberdades democráticas, concentrou poderes e que culminou num retrocesso: a restauração da monarquia.

Assumiu a Primeira Vara, substituindo a juíza Simone o juiz Loraci Flores de Lima, afirmando que “não há maior dificuldade no caso da operação Rodin”, mas que desconhece o alentado conteúdo do processo que tem – pasmem – mais de 120 mil páginas, o maior da história da Justiça Federal do Estado. Reconheceu que a sentença vai atrasar mais ainda, não se arriscando a definir prazos possíveis.

A matéria de ZH informou, também, que dia 12 de março encerrava-se o prazo para a entrega à Justiça as 150 contas bancárias dos indiciados no Processo. É de se estranhar que uma informação desta importância – peça básica do processo – só esteja disponível muitos anos depois do início da sua tramitação.

A saída da juíza – decorrente de um pedido de transferência feito por ela – é, sem nenhuma dúvida, fato inconveniente e estranhável. Independente de motivações pessoais que tenham influído na decisão da magistrada, a troca tornará mais distante a sentença final, “esfriando a memória dos fatos” e beneficiando a estratégia protelatória da defesa.

Num processo judicial desta importância – pelos milhões de recursos públicos desviados, pela notoriedade pública de algumas personagens envolvidas e a consequente repercussão na opinião pública – não é possível que tramite por cinco ou seis anos sem que haja sentença. E que ocorra o pior: que às vésperas do “bater martelo” ocorra uma inexplicável substituição.

Fatos como esse explicam o crescente desprestígio do Poder Judiciário junto à população brasileira.

Sul 21 » Um troca inconveniente

22/10/2011

Ainda há juízes em Santa Maria!

Filed under: Fatec,Operação Rodin,Pensant,Simone Barbisan Fortes — Gilmar Crestani @ 7:24 am
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Se estivesse nas mãos da justiça estadual o TJ já teria engavetado tudo. Não é uma caixa preta, é um buraco negro! Ainda vão canonizar a Yeda e pendurar sua foto nos corredores…

Negada perícia contábil em empresas suspeitas de fraude no Detran

Reús da ação penal serão interrogados de 16 de novembro a 9 de dezembro, em Santa Maria

A Justiça Federal gaúcha negou nesta sexta-feira o requerimento dos réus da Operação Rodin para a realização de uma perícia contábil e fiscal sobre dos valores recebidos pela empresa Pensant Consultores e as demais sistemistas do Detran supostamente envolvidas no desvio de dinheiro na autarquia, desvendado em 2007. A juíza Simone Barbisan Fortes, da 1ª Vara Federal de Santa Maria, também negou um pedido que questionava a competência do Ministério Público de Contas para fazer o levantamento do prejuízo que foi causado aos cofres públicos.
• Leia mais sobre a Operação Rodin
Os advogados de defesa pediam o levantamento contábil, financeiro e fiscal das empresas a fim de verificar a ocorrência de desvio ou de obtenção indevida de dinheiro público. Também alegavam a inexistência de um termo de cooperação entre o Tribunal de Contas, o Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal e a Polícia Federal permitindo o uso de cálculos elaborados pelo Ministério Público de Contas.
Na decisão, a magistrada entendeu que a perícia era dispensável e destacou que, na ação penal, já foram produzidas as provas necessárias à análise da acusação. Fazer a análise contábil neste momento, para a juiza, só protela ainda mais o andamento do processo.
Quanto à alegação de ausência de acordo de cooperação, a juíza entendeu que o argumento não se sustenta por ser legítima a possibilidade de o MPC encaminhar irregularidades que tenha constatado a outras instituições responsáveis pela verificação delas, como, por exemplo, o MPF, com ou sem um termo de cooperação.
Réu serão ouvidos até 9 de dezembro
No despacho, a magistrada ainda designou as datas dos interrogatórios dos 32 réus da ação penal para o período compreendido entre 16 de novembro e 9 de dezembro, em Santa Maria. Os advogados começaram, já nesta sexta-feira, a ser intimados.
A Operação Rodin investigou o suposto desvio de R$ 44 milhões do Detran entre os anos de 2003 e 2007. O esquema, conforme as investigações, começou com a troca da  Fundação Carlos Chagas pela Fatec, ligada à Universidade Federal de Santa Maria, para a realização das provas teóricas da carteira de motorista. A Fatec subcontratava empresas como a Pensant, que, supostamente superfaturavam os contratos. O nome da sistemista batizou a operação da Polícia Federal. Além da ação penal, três de natureza civil foram abertas, por improbidade administrativa.

Correio do Povo | Notícias | Negada perícia contábil em empresas suspeitas de fraude no Detran

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