Ficha Corrida

21/10/2014

A má educação do PSDB

Filed under: Educação Pública,PDV,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:43 am
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Educaçaõ_nAécio apresenta plano de educação que levaria dez anos para sem implementado. É louvável qualquer plano para educação, leve ele tempo curto ou longo, pouco ou muito dinheiro. No caso do Aécio, contudo, há pontos incontornáveis. Primeiro, ele prometeu à Marina, para contar com o apoio dela, que defenderia o término da reeleição. Ora, significaria dizer que ele adotou a ideia de seu criador, José Sarney. Uma de suas rádios Aécio ganhou do Sarney exatamente em troca de emendar mais um ano de governo ao Honoráveis Bandidos. Estaria Aécio flertando com o golpismo?

Outro ponto contraditório na proposta é que a educação nunca foi o forte das políticas peessedebistas.  Alguém há de lembrar as escolas de lata da Yeda Crusius, ou agora José Ivo Sartori, apoiado pelo PSDB e Aécio, defendendo os pisos da Tumeleiro para os professores. É do folclore do assunto a lei de FHC que proibia a criação de escolas técnicas. Não é sintomático que Lula, o ignorante, tenha criado mais faculdades do que todos os governos anteriores. Mesmo Dilma, com apenas um mandato já fez mais pela educação do todos os governos do PSDB. Será que a decadência da USP e da UNESP em São Paulo já não são indicativos suficientes de que o forte do PSDB passa longe da educação é perto das privatizações?! Quem foi mesmo que criou o PDV nas Universidades Federais?

ELEIÇÕES 2014

Plano de Aécio para educação custaria 5 vezes o Bolsa Família

Proposta resultaria em despesa anual de R$ 136 bi se contemplasse todos os jovens de 18 a 29 anos

Valor supera orçamento da pasta da educação; assessoria do candidato diz que meta é atender contingente em 10 anos

FLÁVIA FOREQUEGUSTAVO PATUDE BRASÍLIA

Uma das principais propostas do presidenciável Aécio Neves (PSDB) para a educação embute um custo potencial equivalente a mais de cinco vezes o do Bolsa Família, vitrine do governo petista na área social.

O chamado Mutirão de Oportunidades prevê o pagamento de um salário mínimo por mês para que jovens que ainda não completaram a educação básica (até ensino médio) voltem à sala de aula.

Educacao fhc x lulaO público alvo é formado por brasileiros entre 18 e 29 anos. Segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2013, esse universo representa um total de 15,6 milhões de pessoas.

Se todo esse contingente fosse contemplado ao mesmo tempo, a despesa anual chegaria a R$ 136,2 bilhões –o Bolsa Família atinge 13,9 milhões de famílias com R$ 25 bilhões. O valor também supera o do orçamento do Ministério da Educação para este ano –R$ 98,6 bilhões.

"O trabalho do jovem será estudar de 12 a 24 meses para concluir a educação básica", diz trecho do documento. O plano de Aécio não define um cronograma para o cumprimento da promessa.

Questionada, a assessoria de imprensa do candidato informou à Folha que a meta é atender em dez anos. "Portanto, o cálculo entre o número de jovens aptos para o benefício e o valor do salário mínimo não representa a demanda orçamentária anual."

Programas vinculados ao salário mínimo, como os de previdência e amparo ao trabalhador, já respondem por algo como 45% das despesas federais não financeiras.

Esse peso dificulta controlar as contas públicas, porque o mínimo é reajustado anualmente conforme a inflação e o crescimento da economia –política que Aécio se comprometeu a manter, se eleito.

No debate com a presidente Dilma Rousseff neste domingo (19), Aécio destacou a iniciativa e disse que a educação é "prioridade absoluta".

"Eu apresentei uma proposta de resgate de cerca de 20 milhões de brasileiros que ou não concluíram o ensino fundamental ou o ensino médio para que possam fazê-lo", afirmou, adotando uma estimativa de beneficiários superior ao número da Pnad.

"É o único caminho para se integrarem ao processo de desenvolvimento do país, inclusive do desenvolvimento social", concluiu ele.

O plano de governo do tucano propõe ainda a criação do Promédio, um Prouni do ensino médio, garantindo vagas para alunos carentes na rede privada de ensino.

"As escolas particulares que possuem certificado de filantropia –e, por isso, não pagam impostos– terão que oferecer bolsas de estudos equivalentes a 20% de sua renda", diz o texto.

Em 2010, Dilma Rousseff, então candidata, lançou iniciativa homônima, com objetivo similar, mas sem especificar o perfil das escolas privadas. Em entrevista a uma rádio do Paraná, sugeriu financiamentos de "prazos longos e baixos juros" para alunos que quisessem estudar em escolas privadas. A ideia não se concretizou.

03/09/2014

Com ajuda do PSDB, Marina já faz escola, digo, PDV

Filed under: Choque de Gestão,Marina Mala Faia,Marina Silva,PDV,PSDB,USP — Gilmar Crestani @ 8:16 am
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Taí porque o Aécio faz menos votos que a Mala do Faia!

Marina MALA FAIA_oUNIVERSIDADE EM CRISE

USP aprova plano de demissões voluntárias

Conselho Universitário também decidiu propor reajuste salarial de 5,2% para grevistas, que reivindicam 9,78%

Entidades de docentes e funcionários criticam medidas, consideradas por reitor um ‘processo de gestão moderna’

NATÁLIA CANCIANTHAIS BILENKYDE SÃO PAULO

Em meio a protestos, a USP aprovou nesta terça-feira (2) um plano de demissões voluntárias (PDV), como forma de atenuar uma de suas mais graves crises financeiras, e uma proposta de reajuste salarial para seus funcionários, em greve há quase cem dias.

Em frente ao prédio em que o Conselho Universitário discutiu o tema e também na praça do Relógio, dentro do campus, cerca de 700 pessoas –entre alunos, docentes e funcionários– fizeram um ato contra as medidas e a favor do aumento de recursos para as universidades paulistas.

O programa de demissões é uma das medidas propostas pelo reitor Marco Antonio Zago para conter os gastos, que, só com a folha de pagamento, chegam a 106% do orçamento da universidade.

Na semana passada, o conselho aprovou a transferência do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (Centrinho), em Bauru, para o Estado. A transferência do HU (Hospital Universitário) ainda será discutida.

O PDV abrange funcionários não docentes, preferencialmente com idade entre 55 e 67 anos e mais de 20 anos de carreira. Eles terão indenização de um salário por ano trabalhado (até o limite de 20 anos ou R$ 400 mil). As demissões ocorrerão de janeiro a março do próximo ano.

A USP investirá R$ 400 milhões no programa. O valor virá das reservas financeiras, em queda por causa do gasto com salários. A expectativa é que o plano traga economia de 6,5% a 7,5% na folha de pagamento a partir de 2016.

O Conselho Universitário aprovou uma proposta de reajuste salarial de 5,2%, não retroativo e dividido em duas partes: 2,6% em outubro e 2,6% em janeiro. É a primeira vez desde o início da greve que a USP propõe aumento. O índice é inferior aos 9,78% pedidos pelos funcionários.

A proposta será levada nesta quarta (3) à reunião do Cruesp (conselho de reitores de USP, Unicamp e Unesp) com o Fórum das Seis, que reúne os sindicatos de servidores e docentes. Tradicionalmente, as três universidades aplicam o mesmo índice.

A USP não divulgou o impacto do índice no orçamento.

A Adusp (associação dos docentes) afirmou esperar que a proposta melhore a partir da reunião desta quarta. Magno de Carvalho, diretor do Sintusp (sindicato dos servidores), qualificou o valor como "decepcionante" e disse que espera decisão mais favorável da Justiça do Trabalho. Ambas as entidades criticaram o PDV.

O reitor classificou o plano como um "processo de gestão moderna". "Estamos tentando recolocar a universidade em perspectiva de reequilíbrio financeiro a médio e longo prazos."

O ato de professores, estudantes e funcionários teve teatro, música, mesas de debate e fogueira. O músico Tom Zé fechou o evento. Ao subir ao palco, reclamou de "tanto discurso".

26/08/2014

PDV: política de emprego de FHC, Britto e Alckmin

Filed under: Eduardo Giannetti,Marina Silva,PDV,PSDB,USP — Gilmar Crestani @ 8:51 am
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economistanEnquanto o mercado aponta pleno emprego, onde o PSDB governa o regra é a demissão, forçada ou voluntária. Geraldo Alckmin consegue aumentar algumas coisa (racionamento d’água, quebra da USP, desemprego com PDV e roubo – pelo 14º mês consecutivo), e diminuir outras, honestidade.

A regra nos governos neoliberais é o desemprego como forma de controlar a economia. Como já anunciou o velho economista de FHC, Eduardo Giannetti,  hoje a serviço da Marina, o salário mínimo está alto, e um pouco de desemprego ajuda a controlar a inflação…

Essa é a principal lição que vem de quem não se preocupa com pessoas, apenas com o saldo bancário dos seus finanCIAdores ideológicos.

Afinal, de que vale uma economia mais forte se o povo sofre e apenas algumas famílias, incluídas a dos banqueiros e da velha mídia, aumentam os lucros?!

USP discute hoje plano de demissão voluntária

Proposta contra crise financeira será votada pelo Conselho Universitário

Transferência da gestão de hospitais, que também está na pauta, motivou protesto de alunos e servidores

DE SÃO PAULO

Órgão máximo da USP, o Conselho Universitário discutirá nesta terça (26) o plano de demissão voluntária apresentado pelo reitor, Marco Antonio Zago, para solucionar a maior crise financeira que a instituição já enfrentou.

Também está na pauta a eventual transferência do Hospital Universitário e do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da USP de Bauru para a Secretaria Estadual de Saúde.

A proposta de mudança de gestão dos hospitais motivou protesto nesta segunda-feira (25) que durou quase quatro horas e reuniu cerca de 200 pessoas em São Paulo.

Alunos, funcionários e professores deram um abraço simbólico no Hospital Universitário, dentro do principal campus da universidade, no Butantã (zona oeste). Depois percorreram avenidas como Eusébio Matoso, Rebouças e Doutor Arnaldo, onde fica a Faculdade de Medicina.

Se aprovado, o plano de demissão voluntária pretende obter a adesão de 3.000 funcionários. A medida pode diminuir em 10% o gasto da USP com folha de pagamento, que hoje representa 106% do orçamento.

Os funcionários da USP estão em greve desde o dia 27 de maio por reajuste salarial. Tradicionalmente, o aumento ocorre em maio –em 2013, o índice foi de 5,39%, o que repôs a inflação no período.

Na quarta-feira (27), haverá nova audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), entre representantes da USP e do Sintusp (sindicato dos trabalhadores). No último dia 20, não houve acordo na reunião.

O Conselho Universitário é composto de docentes, funcionários e estudantes.

SINDICÂNCIA

Na última sexta (22), o reitor recebeu o relatório final da comissão de sindicância instaurada para apurar eventuais responsabilidades pela crise orçamentária da USP.

Conforme noticiado pela Folha, o antecessor de Zago, João Grandino Rodas, foi apontado como tendo ampliado os gastos com pessoal sem aprovação do Conselho Universitário, como determina o regimento da USP. Rodas negou irregularidades.

07/08/2012

A direita espanhola adota o PDV de FHC

Filed under: Crise Financeira Européia,Espanha,PDV — Gilmar Crestani @ 9:41 am

 

El Gobierno allana los despidos en Administración y empresas públicas

Un nuevo reglamento permite los ERE si baja un 10% la aportación presupuestaria en las compañías o las transferencias en comunidades y Ayuntamientos

Manuel V. Gómez Madrid7 AGO 2012 – 00:09 CET1222

Protesta de los trabajadores de Canal 9 por el ERE en RTVV. / JORDI VICENT

El Gobierno sigue empeñado en reducir el número de empleados públicos. Uno de los objetivos no confesados de la reforma laboral era facilitar los despidos colectivos en la Administración, las empresas y los entes públicos. Lo hizo cuando estableció la “insuficiencia presupuestaria” durante tres trimestres consecutivos como motivo para justificar los despidos objetivos. Y ahora, en el reglamento de los expedientes de regulación de empleo (ERE), ha dado un paso más: ha definido esa “insuficiencia presupuestaria” como la reducción en un 10% respecto al año anterior en las transferencias que se hacen a comunidades y Ayuntamientos o las asignaciones presupuestarias en entes, organismos, entidades o empresas públicas.

A la hora de reducir el gasto público, el Gobierno ha dirigido la tijera a la partida de personal. Y lo ha hecho por una doble vía: por un lado, ha reducido sus remuneraciones al suprimir la paga extra de diciembre (en torno al 7% del salario anual); por otro, ha clarificado mucho los procedimientos para reducir las plantillas del sector público.

A la hora de reducir el gasto público, el Gobierno ha dirigido la tijera a la partida de personal

Hasta que se aprobó la reforma laboral había un debate sobre si se podían promover despidos colectivos en la Administración. La mayoría de juristas opinaban que sí, pero había voces contrarias. La aclaración del decreto de febrero zanjó la discusión: se podían llevar a cabo y hacerlo aduciendo “insuficiencia presupuestaria” durante tres trimestres consecutivos para pagar la indemnización más baja de las extinciones de contrato (20 días por año trabajado y un límite de 12 mensualidades).

Esta es la versión para el sector público de la caída de ingresos también durante tres trimestres que se aprobó en la misma reforma laboral para que las empresas privadas puedan promover despidos colectivos. Aunque entre un caso y otro hay una diferencia importante: es la propia Administración la que puede provocar la causa que aduce para despedir. Son los gobernantes quienes elaboran los presupuestos y asignan las subvenciones nominativas o las transferencias de capital y quienes adoptan acuerdos de no disponibilidad, supuestos recogidos para el despido colectivo en el borrador del reglamento al que ha tenido acceso este diario.

La medida no afecta a los tres millones de trabajadores del sector público (el régimen laboral de los funcionarios no se rige por el Estatuto de los Trabajadores, sino por el de la Función Pública). Solo lo hace al personal laboral contratado por las Administraciones (700.000 empleados, según el Ministerio de Administraciones Públicas) y a los asalariados de empresas con más del 50% del capital público (142.000, según la Encuesta de Población Activa).

Desde que en febrero se aprobó la reforma laboral —en la que además se cerró al sector público la posibilidad de hacer ajustes de plantilla a través de reducciones de jornada o suspensiones de contrato— ya se han podido ver ejemplos de dónde se puede dar con más asiduidad este tipo de despidos: Radio Televisión Valenciana ha anunciado el despido de 1.247 trabajadores, el 76% de la plantilla.

La medida no afecta a los tres millones de trabajadores del sector público; solo lo hace al personal laboral contratado por las Administraciones (700.000 empleados)

Un capítulo elocuente del interés del Gobierno —sobre todo del ministro de Hacienda y Administraciones Públicas, Cristóbal Montoro— por allanar las causas del despido en comunidades autónomas, Ayuntamientos y aledaños es el papel que ha desempeñado en la redacción el departamento que dirige Montoro. El texto que recibieron los agentes sociales el pasado 27 de julio es la segunda versión.

La primera se redactó en mayo y tras el preceptivo periodo de consultas con sindicatos y patronal se envió al Consejo de Estado. El Ministerio de Empleo estaba a la espera del dictamen del órgano consultivo para poder aprobarlo definitivamente hasta que Administraciones Públicas reclamó el texto inicial para hacer cambios. Estos, según explica Empleo, son los que atañen a la definición de “insuficiencia presupuestaria”.

También ha tenido su papel el departamento que dirige Montoro a la hora de otorgar un casi papel de tutelaje del proceso a la Secretaría de Estado de Administraciones o “autoridad equivalente” autonómica. En cambio, no da cabida alguna a la Inspección de Trabajo.

La parte que atañe al sector público es solo una parte del reglamento de los ERE (despidos colectivos, suspensiones de contratos y reducciones de jornada). En las 40 páginas del decreto también se establece la documentación que tendrán que entregar los empresarios a los representantes de los trabajadores y a la Inspección de Trabajo para justificar la causa que aducen para poner en marcha una regulación de empleo.

CC OO y UGT remitieron ayer sus alegaciones al Ejecutivo. En ellas, los sindicatos mayoritarios reiteran las dudas que tienen sobre la constitucionalidad de la reforma laboral. También denuncian la exclusión de la Inspección de Trabajo en los despidos de la Administración. En opinión de estas dos centrales, con este reglamento se confirma la vulneración del derecho de negociación colectiva de los trabajadores públicos.

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