Ficha Corrida

22/06/2015

Mico internacional: Inspetor Clouseau amadrinha operação Pantera Cor-de-Rosa

SóRRindo! O Inspetor Clouseau de Pindorama, Eduardo Saboia, flagrado disfarçado de barba e óculos, amadrinha trupe da Pantera Cor-de-Rosa numa missão internacional: Micosos e cheirosos…

Os cavaleiros do apocalipseO mico dos quatro cavaleiros do apocalipse não tem preço. Ronaldo Caiado, como diria seu colega de DEM, Demóstenes Torres, sem voz continua sua marcha da insensatez em busca de um cérebro. Agripino Maia, Aloysio Nunes, Aécio Neves juntos só fazem sombra à marcha dos vadios do Kim Kataguiri.

Tem que ser muito mau caráter para continuar levando a sério o gazeteiro das alterosas. O pior senador do ranking da Veja é também o pior da missão de ataque à Venezuela. O episódio lembra de outra grande aventura brasileira no exterior, na Guerra do Paraguai, magistralmente descrita pelo brilhante escritor Dionísio da Silva: Avante, soldados: para trás!

Por falar em Paraguai, por que eles não foram ao Paraná visitar seus financiadores ideológicos presos e as vítimas da dupla Beto Richa & Fernando Francischini nos hospitais de Curitiba?

Eles que se dizem favoráveis à liberdade de expressão, por que não foram aos EUA visitar Bradley Manning, ou à Londres, na embaixada do Peru, se encontrarem com Julian Assange? De lá poderiam prosseguir e aproveitar a viagem até Moscou a fim de se encontrarem Edward Snowden.

Só faltou o porta-voz do golpe paraguaio, Álvaro Dias. Aliás, que fim levou o valentão das araucárias. Anda mais quieto que gato cagando na chuva. Seria ele que o peessedebista sacrificado na Lava Jato para justificar a prisão dos adversários?!

Diplomata que trouxe senador boliviano estava na comitiva de Aécio

dom, 21/06/2015 – 20:13

Atualizado em 21/06/2015 – 22:53

Do Jornal GGN – A comitiva dos senadores que foi até Caracas tinha um acompanhante especial, que foi ignorado pela reportagem do Jornal Nacional, apesar de ter enviado repórteres até a cidade para cobrir o evento e de tê-lo filmado de relane no ônibus (http://migre.me/qnwjq).

Trata-se do diplomata Eduardo Saboia o mesmo que, dizendo-se movido por sentimentos humanitários, trouxe da embaixada da Bolívia para o Brasil o senador  boliviano Roger Molina (http://migre.me/qnvBL).

Saboia refutou qualquer insinuação de que agiria por motivação política. O incidente custou o cargo do chanceler Antônio Patriota

Saboia levou uma suspensão de vinte dias. Na época, seu gesto foi saudado como humanitário, o chefe do posto diplomático que supriu a falta de ação do Itamarati e da presidente da República (http://migre.me/qnvJz).

Na ocasião, Saboia ameaçou o Itamarati: "Se vierem para cima de mim, tenho elementos de sobra para me defender e para acusar. Tenho os e-mails das pessoas, dizendo olha, a gente sabe que é um faz de conta, eles fingem que estão negociando [a saída do senador da embaixada] e a gente finge que acredita”, segundo a Folha (http://migre.me/qnvPG).

Durante a entrevista – segundo o jornal – Saboia chorou a disse ter “ouvido a voz de Deus”.

Seu gesto foi reconhecido pela oposição. O Senador Aloysio Nunes Ferreira convidou-o para ser assistente da Comissão de Relações Exteriores do Senado.

Na página “Pró-Eduardo Saboia”, do Facebook (http://migre.me/qnw4H) ele revela ter entrado com uma ação contra o Itamarati.  Seu advogado é o ex-presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) nacional, Ophir Cavalcante Jr.

Diplomata que trouxe senador boliviano estava na comitiva de Aécio | GGN

 

Organizadores da visita a Caracas desmentem Aécio ao Estadão

dom, 21/06/2015 – 23:12

Do Estadão

Grupo de senadores não foi ‘jogado aos leões’ em Caracas, dizem fontes

ERICH DECAT, ENVIADO ESPECIAL – O ESTADO DE S. PAULO

21 Junho 2015 | 14h 02

Organização da viagem afirma que senadores da oposição que foram à Venezuela sabiam que embaixador não iria acompanhá-los

CARACAS – Alvo de ataques de senadores da oposição, fontes ligadas à organização da malsucedida viagem dos parlamentares brasileiros a Caracas, na Venezuela, na última semana, alegam reservadamente que a narrativa dos fatos é diferente do que tem sido declarado pelos parlamentares. Sob acusação de parte do grupo de senadores de oposição de que teria abandonado a comitiva na última quinta-feira, 18, o embaixador brasileiro em Caracas, Rui Pereira, pode ser convocado para prestar esclarecimentos ao Congresso.

Representantes da organização da viagem alegam, porém, que o grupo de senadores "não foi jogado aos leões" e que os parlamentares já tinham o conhecimento prévio de que o embaixador Rui Pereira não iria acompanhá-los nas atividades em Caracas. A decisão, tomada para evitar ruídos diplomáticos, foi comunicada ao embaixador pelo Ministério de Relações Exteriores do Brasil.

Aécio Neves teria dito ao embaixador que agradecia a recepção dele e que entendia ‘as limitações’ de ele prosseguir com o grupo

O entendimento do governo brasileiro seria o de que a presença de um integrante da embaixada nas atividades do grupo de senadores poderia ser vista como inadequada por parte das autoridades venezuelanas. Na agenda dos parlamentares, estavam encontros com os principais líderes opositores ao governo local, Leopoldo López, Antônio Ledezma, ambos presos, e o governador do Estado de Miranda, Henrique Capriles.

A ausência de Rui Pereira junto ao grupo teria sido informada pessoalmente pelo embaixador ao ministro diplomata Eduardo Saboia, assessor da Comissão de Relações Exteriores do Senado, que se deslocou para Caracas na véspera do desembarque dos senadores. No dia em que os senadores chegaram para cumprir a agenda, ao entrar no micro-ônibus que aguardava o grupo, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), sinalizando ter tomado conhecimento da ausência de Pereira, teria dito ao embaixador que agradecia a recepção dele e que entendia "as limitações" de ele prosseguir com o grupo.

A programação dos senadores na capital venezuelana só foi entregue aos organizadores da viagem na Venezuela cerca de três horas antes do desembarque dos parlamentares brasileiros. Na ocasião, Saboia também teria sido alertado sobre a dificuldade de as esposas de políticos venezuelanos opositores entrarem na base aérea, como estava previsto no cronograma. Foi aconselhado, então, que a recepção delas aos senadores ocorresse em outro local. O encontro aconteceu no estacionamento do terminal auxiliar do aeroporto de Maiquetía Simón Bolívar. Integrantes da comitiva de senadores afirmaram na ocasião que tiveram que furar o esquema de segurança para serem recebidos pelas lideranças opositoras locais.

Batedores. As tratativas entre representantes dos governos brasileiro e venezuelano sobre a viagem tiveram início dois dias antes da chegada dos senadores. Comunicado da ida da comitiva, o embaixador brasileiro foi pessoalmente até a ministra de Relações Exteriores da Venezuela, Delcy Rodríguez, na terça-feira (16), para informar sobre o pedido dos parlamentares brasileiros. A chanceler, na ocasião, não teria feito nenhuma objeção. O comunicado da autorização para os senadores desembarcarem teria ocorrido poucas horas depois por mensagem encaminhada para o celular do embaixador pela chanceler.

Segundo organizadores da viagem, na quarta-feira (17), quando houve a confirmação da ida do grupo já havia a autorização do governo da Venezuela. Na lista inicial dos senadores também constava o nome de José Serra (PSDB-SP) e Romero Jucá (PMDB-RR), que acabaram não integrando o grupo.

No encontro ocorrido entre a ministra de Relações Exteriores e o embaixador, não foi feito pedido de batedores, mas Rodríguez teria informado que o governo venezuelano forneceria segurança e teria comentado que a última coisa que queria era qualquer tipo de incidente. No dia do desembarque dos senadores, foram disponibilizados dois carros e duas motos com objetivo de se fazer uma "cápsula de segurança" em torno do micro-ônibus alugado pela embaixada brasileira e disponibilizado aos senadores. Apesar desse esquema de segurança, também chamou a atenção dos organizadores da viagem o fato de os batedores não terem aberto caminho para o veículo dos senadores passarem pelo trânsito, que estava congestionado na região da saída do aeroporto.

Ligações. Apesar do engarrafamento, os senadores tentaram deixar o local e foram cercados a um quilômetro do aeroporto por um grupo de manifestantes pró-governo Maduro que hostilizou a comitiva batendo com as mãos na lataria do veículo, jogando objetos e gritando palavras de ordem. No momento das agressões, o embaixador já tinha deixado o local e estava preso no trânsito, na autopista que liga o aeroporto a Caracas. Ele teria sido comunicado do incidente por telefone pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Desde então, teria mantido permanente contato com o senador, e também teria falado com o senador Aécio Neves. Na ligação, o mineiro cobrou um posicionamento oficial do governo brasileiro.

Entre as medidas adotadas pelo organizadores da viagem estaria um pedido de reforço policial a um representante do serviço de Custódia Diplomática e Proteção de Personalidades do Corpo da Polícia Nacional Bolivariana. O reforço, até o momento do retorno dos senadores ao Brasil, não havia chegado. Logo após as manifestações contra o micro-ônibus, uma alternativa levantada por representantes de oposição ao governo Maduro que acompanhavam os senadores foi a de tentarem se deslocar até Caracas pela "estrada velha". Os senadores foram desaconselhados pela organização da viagem, uma vez que a via não estaria em boas condições, passaria por barrancos sem guarda corpo e sairia numa região de favela.

Preso no engarrafamento por cerca de 2 horas, o embaixador brasileiro, além dos contatos com parte do grupo de senadores, também teria realizado cerca de 15 ligações para o Itamaraty em Brasília para informar do incidente. Entre os destinatários dos telefonemas estava o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, e integrantes do gabinete do ministro.

Organizadores da visita a Caracas desmentem Aécio ao Estadão | GGN

16/05/2015

Peter Sellers ressuscita na jato

A República das Araucárias ressuscitou o inesquecível Inspetor Clouseau. No Paraná em se plantando tudo dá. Planta-se ódio e nasce perseguição. Planta-se professor, nasce porrada. Planta-se corrupto, nasce acusador. No Paraná bandido vira parceiro da Justiça.  Planta-se procurador e nasce cabo eleitoral. Planta-se policial, nasce grampeador. Está na hora de trocar de nome, ao invés de República das Araucárias, República de Bananas. Tudo sob o patrocínio da Rede Golpista.

Eu te escuto, você me escuta. A PF do Paraná e a tragicomédia dos grampos

15 de maio de 2015 | 19:03 Autor: Fernando Brito

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Os grandes sites deram a notícia sem detalhes, apenas de que tinha sido encontrado um “aparelho de escuta” prédio da superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba.

Ponto, mais nada.

Só o repórter Diego Ribeiro, do paranaense Gazeta do Povo, foi um pouco além. E vejam que pérolas que grifei:

“Um grupo de policiais federais descobriu um grampo ilegal dentro da sede da PF em Curitiba. A descoberta foi feita por acaso, enquanto os policias conversavam no cafezinho da PF sobre outra escuta ilegal descoberta na carceragem do ano passado.

O grampo a que eles se referiam foi descoberto na cela de Alberto Youssef. Na semana passada, um agente da PF admitiu que foi ele quem colocou a escuta. E disse que o fez a mando de três delegados que participam da Operação Lava Jato.

Na conversa informal, no cafezinho, os policiais se tocaram de que sempre os agente usam aquele lugar para conversar. E pensaram se não poderia ter alguém ouvindo aquilo ilegalmente. Começaram a procurar e acharam em seguida. A escuta estava em uma caixa de lâmpada de emergência.

Imediatamente, os policiais fizeram o registro da descoberta. Nos depoimentos que prestaram, consta que foi descoberto um aparelho “envolto em fita adesiva”, “aparentemente para captação de sinais sonoros” e “aparentando ter microfones nas pontas”. Curiosamente, um adesivo indicava o número “6”.

A história fica entre a comédia e a tragédia.

Quem entraria na sede da Polícia Federal para colocar um “grampo”? O Ed Mort, do Veríssimo? O detetive de infidelidade conjugal? Os repórteres-grampeadores da Veja?

A escuta na cela de Youssef era para escutar ele falando com as paredes? Ou para saber se ele falava dormindo?

Este policial foi preso? Os delegados que teriam mandado fazer a escuta estão afastados e respondendo a inquérito?

E os agentes, assim, casualmente, enquanto comentam o jogo do Barcelona no cafezinho, têm um estalo de Vieira e saem metendo a chave de fenda nas luminárias, com o “palpite” de que ouviam suas conversas amenas no lanche?

As imundícies da Lava-Jato não se resume, todos estão vendo, aos corruptos. Quando a sede da Polícia Federal vira palco de bandidagem desta natureza e a imprensa se cala está claro que lá, entre as araucárias, está implantado o vale-tudo.

Eu te escuto, você me escuta. A PF do Paraná e a tragicomédia dos grampos | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

12/04/2014

Inspetor Clouseau e a Pantera Cor-de Rosa

Pantera Cor de Rosa

Eis senão quando Gilmar Mendes reaparece nos noticiários, em duas demonstrações que comprovam seu passado e confirmam seu futuro.

Posto lá por FHC para ser o que é, um capacho, o Inspetor Jacques Clouseau, dos grampos sem áudio no STF, agora conseguiu por na rua seu alter ego, a procuradora Pantera Cor-de-Rosa do Mistério Púbico. Pelo menos neste caso, mais púbico que mistério. Pela coleira, a amestrada procuradora seguiu as orientações do mestre da espionagem golpista. O jagunço de Diamantino é cara de quem pôs ele lá.

Além disso, prova toda sua capacidade democrática processando o jornalista Ivan Valente, simplesmente porque este resolveu contar a vida daquele personagem banqueiro filmado tentando corromper a Polícia Federal, mas que mereceu de Gilmar Mendes dois habeas corpus em menos de 24 horas.

Este é o tipo de servidor que Fernando Henrique Cardoso plantou no STF para gáudio dos helicópteros cheios de pó, para alegria dos Banqueiros Corruptos, dos Roger Abdelmassih., dos Carlinhos Cachoeira, dos Policarpo Jr da Veja, dos Demóstenes Torres

Valeu a tentativa, promotora. Mas golpe de novo não

12 de abril de 2014 | 03:27 Autor: Miguel do Rosário

Como introdução desse post, posto um comentário de um amigo internauta: “pois é… eram contra a PEC 37….esqueceram que o MP não possui controle externo, foi esta a razão do constituinte originário não prever poder de investigação para eles….quando fazem coisa errada, ninguém pune…ou será que acreditam que o cnmp, vai punir a moça ????”

Meu comentário: Sou de uma geração traumatizada por golpes. E o pior é que a realidade não está ajudando.

*

Gilmar foi orientador de tese da promotora que tentou quebrar sigilo do Planalto

sex, 11/04/2014 – 15:05

Por Stanley Burburinho, no blog do Nassif.

A latitude: (15º 47′ 56.86″ S) e longitude: (47º 51′ 38.67″ O) que a promotora do MPDF mandou incluir para quebra dos sigilos são, exatamente, do Palácio do Planalto. Veja na imagem abaixo:

stanley-coordenadas

[1]

A promotora Márcia Milhomens, do Ministério Público do Distrito Federal, que escondeu que pediu a quebra de sigilo dos telefones do Planalto, teve Gilmar Mendes do STF como orientador da dissertação de mestrado na UnB:

stanley-cv-gilmar

[2]

——

Links:
[1] http://www.sunearthtools.com/dp/tools/conversion.php?lang=pt
[2] http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/sobreStfComposicaoComposicaoPlenariaApresentacao/anexo/cv_gilmar_mendes_2008maio06.pdf

gilmar-mendes-ataca-congresso-e-fracassa

Valeu a tentativa, promotora. Mas golpe de novo não | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

09/02/2012

Pantera cor-de-rosa

Filed under: Inglaterra,Pantera Cor-de-Rosa,Scotland Yard — Gilmar Crestani @ 10:17 am

É a eficiência inglesa. Não é mero acaso que Peter Sellers tenha feito tanto sucesso por representar com perfeição os desastres de um serviço secreto que matou Charles, um brasileiro, na estação de metrô.

Policial perseguiu ‘a si mesmo’ depois de ser confundido na câmera de segurança

Atualizado em  8 de fevereiro, 2012 – 12:26 (Brasília) 14:26 GMT

Câmera de segurança

Central confundiu o suposto ‘suspeito’ com o próprio policial ao ver imagem da câmera de segurança

Um policial acabou perseguindo "a si mesmo" por cerca de 20 minutos em uma cidade britânica, depois de ter sido confundido por outro policial que monitorava as ruas da cidade por câmeras de segurança.

A história foi revelada pela revista Police, da federação britânica de policiais, e especializada no setor de segurança. O nome do policial e a cidade não foram revelados pela revista, que baseou sua história em um depoimento anônimo de um outro oficial.

O policial estava circulando a pé e a paisana em uma área de uma cidade britânica com alto índice de assaltos de casas quando recebeu pelo rádio a informação de que uma pessoa suspeita estava circulando nas redondezas e fora flagrada pelas câmeras.

Ele chegou a receber pelo rádio a informação de que estava "muito perto do suspeito". Depois de cerca de 20 minutos, no entanto, um sargento que estava observando tudo pelas câmeras na central percebeu que o "suspeito" era o próprio policial.

"Com dores de tanto rir, o sargento disse ao policial que o operador [na central] estava o observando na TV sem perceber que o ‘suspeito’ era o próprio policial a paisana – ou seja, o policial estava perseguindo a si mesmo pelas ruas", afirma o relato publicado pela revista.

A polícia de Sussex não confirmou a veracidade da história, já que a revista não publicou mais detalhes sobre a data e o local do episódio.

No entanto, um porta-voz da polícia disse ao jornal britânico Daily Telegraph que, em meio a tantas preocupações sérias da polícia, é comum haver momentos de descontração com tudo sendo levado no bom-humor.

BBC Brasil – Notícias – Policial perseguiu ‘a si mesmo’ depois de ser confundido na câmera de segurança

21/10/2011

Peter Sellers dirige o Inter

Filed under: Andrade Gutierrez,Inter,Pantera Cor-de-Rosa,Peter Sellers,RBS — Gilmar Crestani @ 8:04 am
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inter_AndradeGutieres

Luigi Gutierrez Sellers

Os dirigentes do Inter estão mais atrapalhados que o inspetor Jacques Clouseau. Foram levados na lábia da Andrade Gutierrez. Se não for para mais nada, o acontecido é suficiente para entendermos a seriedade das empreiteiras no Brasil. E de seu poder. Fica também mais claro porque os corruptores nunca são investigados. A imprensa é a porta-voz dos corruptores.

Luigi só não é mais patético que os colonistas da RBS, que montaram num porco com a perda de faturamento que a empresa para a qual trabalham como celetistas deixa de faturar.

Lasier Martins soltou sua baba raivosa contra os telespectadores. Wianey Carlet, um sabujo que adora abraço de militar, bem apertado, por trás, aprumou-se sobre as patas, as quatro, para misturar a Copa de 2014, Tarso, Dilma, Inter. Mas livrou a “iniciativa privada”. Sim, ele estava falando da privada e pela privada. Pela quantidade de merda que despejou sobre o Beira-Rio é bem provável que tenha enrabado um supositório gigante de laxante.

Luigi: “Objetivo sempre foi sediar a Copa do Mundo”

Presidente do Inter minimizou a perda da Copa das Confederações

Objetivo do Inter sempre foi ser sede da Copa do Mundo, conforme Luigi
Crédito: Fabiano do Amaral

O presidente do Inter, Giovanni Luigi, quebrou o silêncio na tarde desta quinta-feira e minimizou o fato de que Porto Alegre tenha ficado de fora da Copa das Confederações. “O objetivo sempre foi sediar a Copa do Mundo”, afirmou ele, em entrevista coletiva.
O dirigente mostrou-se convicto que o Mundial será no estádio Beira-Rio, ainda que o presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Novelletto, tenha revelado ao Correio do Povo na manhã de hoje que a CBF já cogita transferir os jogos da Copa para a Arena do Grêmio. “Está no site da Fifa: o Beira-Rio é o estádio da Copa do Mundo, inclusive superando os quatro jogos – nós teremos mais um”, disse.
Luigi defendeu a cautela adotada pelo Inter em relação ao contrato com a construtora Andrade Gutierrez. “Eu não posso assumir um contrato de 20 anos sem dirimir todas as condições”, justificou. “Existem cláusulas que continuam sendo discutidas. Isso é normal.”
Para ele, após a confirmação de que Porto Alegre não será sede da Copa das Confederações, o Inter ganhou tempo: “Existe um bom prazo para que a gente tenha as condições necessárias de tocar essa obra”.


Em nota, Inter não lamenta perda

Objetivo do Inter sempre foi ser sede da Copa do Mundo, conforme Luigi<br /><b>Crédito: </b> Fabiano do AmaralMinutos antes da coletiva de Luigi, o Inter divulgou uma nota oficial sobre as obras no Beira-Rio. Dividido em oito partes, o comunicado em momento algum lamenta a ausência da Capital na relação das cidades-sede da Copa das Confederações, embora registre que o clube "gostaria muito de receber" o evento de 2013 e que a escolha se deu por "decisão política".
Em defesa ao Beira-Rio, o Inter afirma que o estádio é o mais avançado para a Copa do Mundo e o único que está recebendo jogos – o que não é verdade, já que a Arena da Baixada, em Curitiba, está sediando partidas do Brasileirão. Contudo, a nota destaca que o estádio “tem todas as condições de estar pronto até 31 de dezembro de 2012”.

Correio do Povo | Esportes | Luigi: “Objetivo sempre foi sediar a Copa do Mundo”

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