Ficha Corrida

19/07/2015

O Tiririca Gaudério é obra da RBS

Filed under: Amestrados,Manada,Palhaços,RBS,Tiririca Gaudério,Tumeleiro — Gilmar Crestani @ 9:27 pm
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Sartori SegurnaçanCada Estado tem o Tiririca que merece. A diferença é que o nosso, José Ivo Sartori, nasceu da mesma ninhada onde saíram outros espécimes desovadas pela RBS. É da mesma ninhada do Antonio Britto, da Yeda Crusius, que até Sartori pensava ter sido a pior governante deste Estado, Ana Amélia Lemos, Lasier Martins, Luis Carlos Heinze. São todos paridos pela lavagem cerebral perpetrada pelos inquilinos da Operação Zelotes.

Num ponto temos que concorda o mau palhaço que fez a alma da manada: a RBS detém o verdadeiro poder deste Estado. Senão, qual a posição do governo no Estado em relação ao seu correligionário, Eduardo CUnha? A RBS não faz a ele as perguntas que fazia ao Tarso. O que pensa Sartori da Operação Zelotes?  O que ele tem a dizer sobre as sonegações bilionárias por parte de empresas deste Estado? Nada. Melhor assim. Como diria Romário, Sartori calado é um poeta. Se isto é ruim, pior é saber que uma merda destas conseguiu passar a perna em metade do RS. Estamos mal, muito mal. Mas cantamos que nossa façanhas, como eleger um Tiririca, deve servir de modelo à São Paulo, outra terra que elege tiriricas.

Um Estado idiotizado, este é o Rio Grande do Sul

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Aqui não há meio termo. Aqui se é colorado ou gremista, Ximango ou Maragato. Assim somos por formação e desde o surgimento disto que qualifico como a igreja mais nociva ao povo desse Estado que é MTG, faz cerca de 60 anos e adotada pela Rede Baita $onegadora que com ela arrecada montanhas de dinheiro, as coisas vem sendo agravadas. Aqui não somos brasileiros, aqui temos que ser “gauchos”. Tivemos até o ano passado um Governo que muito investiu na área de segurança com a criação de aproximadamente 3.000 vagas em dois presídios, um em Venâncio Aires e outro ainda não ocupadoem Canoas por razões que desconheço.
Tínhamos baixíssimo índice de esclarecimento de homicídios, especialmente na grande Porto Alegre, o mesmo índice do restante do país. O Governo de então ouviu a quem conhece o ramo, ou seja, as únicas autoridade policiais constituídas que são os Delegados de Polícia. Foram criadas diversas Delegacias Especializadas na Investigações de Homicídios e os índices de esclarecimento foi elevado a índices do dito primeiro mundo. Por certo ocorreram erros o que é compreensível, pois nossa espécie está longe da perfeição.
Chegou a hora da eleição. Escolhemos, digo isto por que foi decisão da maioria colocar Sartori no Governo do Estado. Na campanha, ele que é professor debochou de seus colegas mandando-os buscar o PISO no Tumelero e outras bobagens mais.
Desde que assumiu Sartori vem demonstrando que não tinha a menor condição de governar. Acredito que nem mesmo ele imaginava ser eleito. De imediato criou uma Secretaria para dar emprego à esposa. Óbvio é que a família é o maior patrimônio que nós temos, mas sabendo das finanças do Estado e isto não novidade alguma, pois só o guru dele, o tal Britto deixou o estado em maus lençóis com um passivo de NOVE E MEIO BILHÕES DE REAIS em precatórios.
A minha dúvida agora é saber até quando ele vai ficar empacado como um burro velho. Tarso concedeu ao magistério ao longo dos quatro anos uma recuperação de salários defasados ao longo de muito tempo que alcançou a casa dos 73%. Para a minha instituição, a POLÍCIA a correção foi excelente. Agora o Sartori diz que não tem dinheiro. Será que não tem mesmo ou ele mente? Por que faço essa indagação? Por que nos primeiros dias de Governo alugou um helicóptero por TREZE MIL REAIS para trazê-lo até a casa de um correligionário para comer uma feijoada aqui no litoral, mais precisamente em Xangri-Lá. Feijoada que espero lhe tenha causado um grande desconforto digestivo.
Será que depois dos setenta anos serei obrigado a seguir a grande sugestão dele durante a campanha que é juntar quatro quilos de lixo para trocar por um quilo de comida?
Durante os mais de trinta anos pouco ou quase nada consegui acumular. Tenho tão somente um teto que nos pertence e que foi comprado com financiamento. Temo pelo futuro de minha esposa e a vontade que sinto neste momento é a de mandar o Sartori passear no céu para que lá de cima possa ver as cag…… que vem fazendo.
Te cuida Sartório!!! Ou o final correto seria: Renuncia Sartório!!!

Praia de Xangri-Lá

21/09/2014

Professora de Semiótica só tem um olho, e não vou dizer qual…

Se a professora tem este QI, fico assustado com o que possam ser seus alunos. Se uma espécie de Rodrigo de Constantino já é uma aberração da natureza, nem por clones se poderia inserir uma dose do cientificismo à la Malafaia. Já tinha ouvido falar que o símbolo da Copa, em vermelho, era coisa do comunismo. Agora aparece esta dublê de professora com jeito de paraninfa da turma do CCC para esculhambar de vez minha higiene mental.

Direita escrota é uma coisa, mas com tanta burrice acumulada só pode advir de anos de leitura da Veja. Com tamanho baixo nível na direita, qualquer um de esquerda deita e rola. Não admira que Dilma, sem ter feito um grande governo, esteja anos-luz à frente desta escumalha. Só não digo que sinta vergonha alheia por que não tenho pena de gente safada.

Deve ser a poluição ou a crise d’água que torna São Paulo incubadora de coisas do tipo Santaella, Tiririca, Marcos Feliciano e Paulo Maluf. Ô RAÇA!

A Semiótica da Imobilidade e a Democracia Palhaça

dom, 21/09/2014 – 11:19

Uma ciclovia em Amsterdam

Enviado por Reinaldo Melo

Do seu blog

Lúcia Santaella, em seu livro A Assinatura das Coisas, afirma que "o mundo não está dividido entre coisas, de um lado, e signos de um outro. Isto quer dizer: não há nada que não possa ser um signo, ou melhor, tudo é signo, ou melhor ainda, todas as coisas têm a sua própria assinatura."

Coerente com sua própria teoria, a professora, uma das maiores especialistas em semiótica do Brasil, posta em seu Facebook uma análise sobre as ciclofaixas na cidade de SP:

Coadunando a mensagem com a teoria, pode-se afirmar que vemos um signo cujo significado revela como são discutidas as questões coletivas em nossa sociedade: por meio do ponto de vista individualista, que produz um unilateralismo em que se fecha o olhar para a multiplicidade mais óbvia do mundo que o rodeia.

A mensagem poderia passar por imperceptível, como qualquer outro comentário de alguém que vê o mundo com o fígado, mas, por ser de uma professora PHD que já lecionou em Berlim, é de se espantar com o fato de que intelectualidade e sensatez não são irmãos siameses.

Primeiramente a falta de compostura para com o prefeito de uma cidade, chamando-o de pintor de ruas e dizendo que as ciclofaixas foram encomendadas do "diabo em pessoa". Interessante, como a professora estabelece a política de criação de ciclofaixas como uma política demoníaca.

Um dado importante: em 2012, morreram na cidade de Sp 52 ciclistas, um por semana. Fora os casos de atropelamento. Em Março de 2013, a mídia deu destaque para o caso do ciclista David Santos Souza, que teve seu braço arrancado. O motorista não o socorreu e jogou o braço num córrego.

O ciclista David Santos Souza

Certamente, a professora se utilizou apenas do seu olhar unilateral de motorista de uma sociedade em que as grandes cidades são estruturadas para comportar o símbolo mor do individualismo contemporâneo, o automóvel, oprimindo e excluindo qualquer cidadão que se locomova por outros meios: o pedestre, o ciclista, os passageiros de ônibus.

A professora recomenda ao prefeito o estudo ("só um pouquinho") de semiótica para o conhecimento de efeitos das cores em nosso sistema nervoso central, dizendo que a cor vermelha da ciclo faixa se caracteriza como poluição visual. E destila o fel da incompreensão afirmando que é uma propaganda política de um partido político cuja cor característica é vermelha. E para completar tal azedume, a cereja do bolo é asseverar que São Paulo não é uma cidade como a capital holandesa Amsterdam para que haja ciclofaixas a torto e a direito.

Santaella deveria deixar de analisar o fato através de sua semiótica estática e estudar um pouquinho mais para constatar que a cor vermelha foi estabelecida pelas normas nacionais de  trânsito, no intuito de chamar a atenção do motorista mesmo, não se compondo como poluição visual. De onde se conclui também que não se caracteriza como propaganda política partidária.

Ao mesmo tempo, o sentimento de vira-lata também surpreende, vindo de uma estudiosa como Santaella. A elite paulistana sempre teve a Europa como modelo em educação, política, arte, etc. Afirmar que São Paulo não é Amsterdam é dizer que as políticas de lá nunca dariam certo aqui porque não temos a "evolução" do europeu.

A mensagem de Lúcia Santaella poderia passar como algo inocente, como apenas uma expressão natural de uma cultura mal humorada do paulistano que nunca está contente com nada do que é feito em sua cidade, mesmo que seja algo positivo. Mas revela-se como algo gravíssimo: ao se discutir política se enfoca mais no caráter privado do que no público.

Dane-se o fato de morrer um ciclista atropelado por semana, que se exploda as mais de 4500 pessoas que morrem por causa da poluição de veículos em São Paulo, que se seja indiferente ao efeito estufa e com a desertificação da região metropolitana paulista.

Este desprezo pelo bem comum é consequência da visão torpe e individualista de parte do eleitorado que discute a política partidária com as enzimas do fígado.

Não é à toa que uma recente pesquisa demonstrou que os candidatos favoritos para ocuparem uma cadeira na Câmara dos Deputados sejam Tiririca, Marcos Feliciano e Paulo Maluf.

O eleitor de Tiririca mal sabe de sua trajetória nestes quatro anos em que exerceu o cargo de deputado, mas se seduz com a estratégia de riso que o candidato adota em sua campanha, ou seja vota-se no candidato por que ele causa o riso zombando da política, a única ciência capaz de engendrar caminhos para o bem estar coletivo. Troca-se o voto pelo riso individual, anulação da política ou de qualquer reflexão ou conhecimento sobre ela.

No caso de Marcos Feliciano, desemboca-se na mesma gravidade, sem a "inocência" humorística de Tiririca.

Feliciano ficou famoso por conta de sua postura frente à presidência da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, onde obstruiu projetos que favoreciam minorias, ao mesmo tempo dando declarações racistas, homofóbicas e machistas, contrastando com o cargo que ocupava.

O eleitor de Feliciano combina sua visão fundamentalista com a visão sobre a política: para ele não há diferença entre o seu moralismo e o Estado. Um deputado tem de aliciar, subornar, chantagear o Estado para que este se torne imóvel em sua obrigação: formular políticas para uma sociedade heterogênea e multicultural. Com a eleição de Feliciano e, consequentemente, com o aumento da bancada evangélica, o que se estabelece é a crise do Estado, prestes a se transformar num templo em que uma parcela religiosa da sociedade impede que políticas públicas e laicas, que favorecem todo o coletivo, sejam barradas e até revogadas.

O eleitor de Paulo Maluf é o retrato perfeito que vemos por meio das afirmações da professora Santaella: o bordão "foi Maluf que fez" coaduna com a visão de progresso que o paulista possui. Concreto, asfalto e viadutos foram a herança que Maluf deixou através de suas gestões pautadas pela visão futurista utópica de uma São Paulo sempre em movimento. A cidade feita para o carro e para o cidadão de bem. Se há engarrafamento, Maluf projeta um viaduto ali, um minhocão aqui para resolver o fluxo. Há problemas de ordem social, salientando as contradições do projeto futurista com os anseios dos mais pobres? Não há o porquê de se preocupar, Maluf botará a Rota na rua.

Além do fascismo claro, há ainda a indiferença para com o fato de Maluf ser réu em vários processos de corrupção e não poder sair do país por estar sendo caçado pela Interpol. A indignação seletiva é um dos traços de um povo que elege aqueles que fazem faltar água nas torneiras, mas que se ferramenta do ódio contra políticos preocupados com a diminuição da taxa de poluição e da imobilidade urbana.

Tal natureza do eleitor e das figuras centrais destas eleições é consequência de uma visão publicitária ideológica, que quer atingir o indivíduo eleitor como mero consumidor a escolher um candidato conforme seus desejos íntimos e sua visão unilateral do mundo. Mas isso fica para outro texto.

O que se pode concluir é que candidatos e eleitores são signos que fazem da política algo totalmente surreal. Há uma imobilidade do pensamento crítico e reflexivo que poderia contribuir com a construção de uma sociedade harmônica, mas o que se vê é uma indiferença para com os problemas sociais e com as decisões que possam solucionar alguns desses problemas. E quando não há a indiferença, depara-se, constantemente, com o fel destilado contra qualquer mecanismo que queira discutir ou resolver tais questões.

A professora Santaella, dentro de seu véu de cidadã crítica, não percebe que seu discurso favorece a armação de um circo no palco das discussões sobre políticas públicas e faz com que a democracia seja vista através da miopia que favorece os donos do picadeiros, fazendo de nós, PHD’s ou não, nos verdadeiros palhaços dessa ilusão de (semi)ótica chamada democracia.

A Semiótica da Imobilidade e a Democracia Palhaça | GGN

11/01/2013

Jus Esperneandis

Filed under: Cursinhos Pré-Vestibular,ENEM,Palhaços — Gilmar Crestani @ 7:45 am

Os estudantes, com dinheiro para pagar advogado mas que não têm para pagar mensalidade, querem melar o programa que democratiza o acesso ao ensino superior. Nenhum vestibular de qualquer instituição dá acesso às redações, porque exatamente este que envolve o país todo teria de dar acesso? O que há é uma inconformidade para que o acesso ao ensino superior se dê de forma republicana. A República dos Doutores, como já foi chamado o Brasil, porque todos eram formados em Direito, e só existiam faculdades de Direito, chegavam a posições proeminentes. Estamos em pleno século XXI e ainda continuam as resistências à derrubada do patrimonialismo. Haveria que se mudar o foco da questão: porque todos querem estudar na UFRGS? Por que querem fugir das particulares, se as particulares, como dizem os de nariz de palhaço dos cursinhos particulares, é “tudo de bom”?! Se é verdade que há alunos com dificuldade para pagar uma particular, é mais verdade que o acesso à UFRGS sempre se deu a quem conseguiu proporcionar aos filhos os melhores colégios de segundo grau, que, de tão bons, exigem cursinhos pré-vestibulares… E quem é que pode pagar, além de um colégio particular, um cursinho “resolve questão”? Cursinho pré-vestibular não prepara ninguém para outro coisa que não seja conseguir uma boquinha nas melhores universidades, as públicas! São caça níqueis que usam estudantes para continuarem faturando alto.

Justiça suspende uma das liminares que tranca inscrições no Sisu

Aluna de Bagé poderá revisar prova do Enem e recorrer caso não concorde com nota da redação

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) suspendeu, em parte, uma das liminares da Justiça Federal de Bagé, o que possibilitaria o prosseguimento das inscrições regulares para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). No entanto, o caso ainda depende de outra ação de Lucas Almeida Figueiredo, que também apresenta ordem de suspensão das inscrições. A liminar do segundo estudante será analisada por um desembargador nesta sexta-feira.
A decisão foi publicada no final da tarde desta quinta-feira, em resposta aos recursos impetrados por Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e Advocacia-Geral da União (AGU). O responsável por analisar o caso foi o juiz federal João Pedro Gebran Neto.
Gebran manteve a parte da liminar que assegura vista da prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e garante à estudante/autora Thanisa Ferraz de Borba o direito a recorrer caso não concorde com a nota obtida. O magistrado também determinou que o Inep dê a ela o direito de escolha prévia de duas instituições de ensino superior de sua preferência, com indicação de ordem de prioridade, e reserve as vagas.
Conforme a decisão, o Inep terá até as 12h desta sexta-feira para tomar as proviências cabíveis. Para o magistrado, a questão deve ficar restrita às partes que ajuizaram ações, não podendo influenciar a situação dos estudantes em geral. “As tratativas acordadas se restringem aos envolvidos que aderiram ao processo, não tendo o condão de vincular os candidatos que se submeteram ao Enem", explicou Gebran.
O MEC havia recorrido, na tarde desta quinta-feira, da decisão liminar da Justiça Federal em Bagé. De acordo com a AGU, o recurso segue a justificativa apresentada nas ações anteriores sobre o tema. Entre os argumentos usados está o de que vários vestibulares e exames comumente aplicados não preveem recurso das provas de redação, tal como ocorre com o Enem.
O MEC obteve duas decisões favoráveis sobre ações semelhantes, mantendo o acesso das correções das redações no dia 6 de fevereiro, conforme o edital do Enem. Na terça-feira (8), o Tribunal Regional Federal da 2ª Região suspendeu pelo menos 150 liminares da Justiça Federal no Rio de Janeiro que determinavam a divulgação imediata dos espelhos da correção das redações do Enem, acompanhados das justificativas da pontuação. A decisão abrangeu os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.
As inscrições para o Sisu, de acordo com o MEC, continuam sendo aceitas normalmente na internet e o cronograma continua mantido. A previsão é de que sejam encerradas na sexta. A primeira chamada dos selecionados está marcada para o dia 14 de janeiro. A primeira edição de 2013 do Sisu oferece 129 mil vagas em 101 instituições públicas de educação superior.

Correio do Povo | Notícias | Justiça suspende uma das liminares que tranca inscrições no Sisu

09/12/2012

STF: de teatro a circo

Filed under: Circo,Golpismo,Palhaços,STF — Gilmar Crestani @ 9:00 pm

Postado por Juremir em 6 de dezembro de 2012Política

A lei do STF é uma só: o que os ministros decidirem é o que vale. Todo o resto é secundário. A Constituição só diz o que eles entenderem que ela diz, mesmo o que ela não diz. É a regra do jogo. Não há outro jeito.

O STF, no julgamento do mensalão, vinha parecendo um grande teatro, uma encenação para encantar a mídia e dar uma lição de moral, realizando uma catarse como num bom, eterno e incontornável teatro grego.

Os doutos, com suas capas pretas, passaram dias falando de dosimetria como se fosse uma ciência exata, uma matemática emanda dos códigos. Aí veio o ministro Marco Aurélio e transformou o teatro em circo. Desmascarou a desproporção das penas: “O mentor da quadrilha, José Dirceu, foi condenado a 10 anos, enquanto Marcos Valério, seu instrumento, a 40 anos”, sustentou.

O circo pegou fogo. A lona quase caiu.

O rei ficou pelado.

Nem petista Marco Aurélio é.

O que dizer da sua extravagância?

Marco Aurélio queria as seguintes penas para os réus condenados: Marcos Valério, 10 anos e 10 meses (regime fechado); Ramon Hollerbach, 8 anos e 1 mês (fechado); Cristiano Paz, 8 anos e 1 mês (fechado); Rogério Tolentino, 8 anos (regime semiaberto); Simone Vasconcelos, 5 anos (fechado); Kátia Rabello, 8 anos e 11 meses (fechado); José Roberto Salgado, 8 anos e 11 meses (fechado); Henrique Pizzolato, 5 anos e 10 meses (semiaberto); Romeu Queiroz, 4 anos e 2 meses e 12 dias (semiaberto); Valdemar Costa Neto, 5 anos e 4 meses (semiaberto); Pedro Henry, 4 anos e 8 meses (semiaberto); Bispo Rodrigues, 3 anos 9 meses e 15 dias (regime aberto); Pedro Correa, 6 anos e 11 meses (semiaberto); João Paulo Cunha, 3 anos 10 meses e 20 dias (aberto); e Roberto Jefferson, 4 anos 6 meses e 13 dias (semiaberto).

O argumento era que eles não cometeram vários crimes, mas um só, um delito continuado. Tudo no STF é tese. Tem tese que cola e tese que não cola. O arbitrário ganha ares nobres com algumas expressões em latim.

A tese não pegou.

A maioria votou contra a redução das penas.

Uma coisa ficou provada: podia ter colado.

Não existe ciência jurídica.

Existe a opinião dos juristas, mais ou menos criativa, e a capacidade retórica dos juízes de convencerem ou não os seus pares numa votação.

O leigo é positivista. Acredita que o juiz consulta o texto da lei e o aplica literalmente. Não sabe que a lei precisa ser interpretada.

Umberto Eco publicou um grande livro sobre os limites da interpretação.

Muitas interpretações são possíveis.

Mas não todas.

Tudo é possível no STF.

Basta convencer Joaquim Barbosa.

Juremir Machado da Silva – Blogs – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

02/11/2012

Cadê os mauricinhos com nariz de palhaço?

Filed under: Cursinhos Pré-Vestibular,ENEM,Palhaços — Gilmar Crestani @ 9:37 am

A verdade é que o ENEM substituiu a fábrica de cursinhos pré-vestibular. Em 2010, publiquei aqui: A prova do ENEM. O que disse à época continua valendo agora diante do reconhecimento, até pelo mais tradicional membro dos grupos mafiomidiático, do sucesso do ENEM: “O problema com os erros do ENEM, menos de 1%, nem de longe deveriam ter a repercussão que tiveram. E o tiveram por uma razão muito simples. As provas do ENEM eliminaram os cursinhos caça-níqueis. Todos são caça-níqueis. A gritaria, por exemplo, da RBS, é que com o término dos cursinhos, não há mais “simulão”, propagandas enganosas de um sem-número de cursinhos pré-vestibulares sem-vergonha nos seus mais variados veículos.  (Veículos de tração animal!!)”

Enem dá acesso a 91% das vagas em federais

Mais da metade das 59 instituições federais usará exclusivamente o exame em sua seleção no início de 2013

Diante do peso no acesso ao ensino superior, total de inscritos na prova já cresceu quase 37 vezes desde a 1ª edição

FLÁVIA FOREQUE

DE BRASÍLIA

ANDRESSA TAFFAREL

DE SÃO PAULO

LILO BARROS

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Em sua 15ª edição, que ocorre neste fim de semana, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) se tornou a principal porta de acesso às universidades federais do país.

Segundo levantamento feito pela Folha, das 165.854 vagas que devem ser oferecidas pelas federais no fim do ano, 150.774 poderão ser disputadas com auxílio do Enem, o que corresponde a 90,9% do total.

Os números ainda podem sofrer alterações porque algumas universidades ainda não publicaram o edital de seleção -nesses casos, a Folha tomou como referência as vagas ofertadas na edição do vestibular do final de 2011.

Pelo levantamento, 34 das 59 instituições federais usarão exclusivamente a nota da prova no processo de seleção para ingresso no início de 2013.

Outras 23 universidades utilizam o desempenho do candidato no Enem de três formas na seleção: para substituir o vestibular de parte dos cursos ofertados, para substituir a primeira etapa de seleção ou como bônus na composição da nota final.

Apenas duas instituições usam o Enem somente para as vagas remanescentes no processo seletivo.

Diante do peso do Enem para o acesso ao ensino superior, o número de inscritos na prova tem sido crescente. Entre 1998, data da primeira edição, e 2012, o número de candidatos aumentou quase 37 vezes -saltou de 157,2 mil para 5,79 milhões.

VESTIBULAR NACIONAL

"O Enem está se transformando crescentemente num vestibular nacional", conclui Ocimar Alavarse, professor de Educação da USP. Essa foi a intenção do MEC (Ministério da Educação) ao reformular a prova, em 2009.

Na ocasião, a pasta encaminhou uma carta à Andifes (associação de reitores) defendendo a nova política. Entre os argumentos estavam a indução a um currículo do ensino médio mais homogêneo e maior democratização do acesso às vagas.

"Exames descentralizados favorecem aqueles estudantes com mais condições de se deslocar pelo país", alegou o MEC.

NÍVEL SOCIOECONÔMICO

Para alguns especialistas em educação, o Enem não atendeu esse objetivo.

"O fato de eu poder disputar em mais universidades não necessariamente aumenta minha chance de ingresso. O desempenho está fortemente associado ao nível socioeconômico do candidato", afirma Alavarse.

Ele pondera, entretanto, que a lei de cotas deve provocar uma mudança no perfil do aluno das federais.

A nova regra, já em vigor neste processo de seleção, destina 50% das vagas em instituições federais para alunos que cursaram o ensino médio integralmente na escola pública.

26/10/2012

Palhaçada

Filed under: Ação 470,Circo,Palhaços,STF — Gilmar Crestani @ 8:14 am

Justiça? – BARBARA GANCIA

Quase chego a pensar que as coisas estavam melhores antes de o ministro Joaquim Barbosa entrar em cena

YO ME voy! Sei que a eleição está fervendo e que só faltou o Pedro Bial no debate BBB de quarta-feira. Mas, infelizmente, vou embora. Uma pena.

Como já disse aqui, adoro votar, serei uma velhinha que irá de anda­dor, maca, soro na veia ou seja co­mo for cumprir seu dever cívico.

Só que desta vez vou ter de justifi­car. Por um motivo muito aborre­cido: férias em Nova York. Perderei inclusive a conclusão do julgamen­to do mensalão, o mais momentoso evento de todos os tempos. Nem mesmo a corrida de bigas de "Ben-Hur" pode superá-lo em espetacularidade.

Os bate-bocas entre os juízes en­trarão para os anais. Revivemos Clóvis Bornay e Evandro de Castro Lima, superamos Emilinha Borba e Marlene. Nada se assemelha em intensidade ou, ouso dizer, tensão erótica ao que temos visto.

Bem, ao menos agora a nação ru­bro-negra e a torcida tricolor (refi­ro-me aos dois lados do Fla-Flu) poderão descansar e refletir sobre pormenores desprezados em meio à movimentação toda.

Durante a sempre brilhante in­tervenção da colunista Dora Kra­mer, na BandNews FM, na tarde da última quarta-feira (que é quando eu também estou no ar), uma pulga veio fustigar-me a orelha.

Dora, jornalista de grande distin­ção que, além do mais, se serve de um português impecável, come­morava o resultado do julgamento e os frutos que iremos colher. Co­memorava o fato de os trabalhos da Corte terem sido captados pela TV e ocorrido diante dos olhos da po­pulação. Lamento não reproduzir ipsis litteris, Dora se expressa que é uma "fleece" para os ouvidos. Fora que ela é uma das colunistas políti­cas mais respeitadas do país.

Mesmo assim, esta mula sem ca­beça que vos fala não entendeu di­reito. E, como naquele dia eu tinha colocado o cabresto de traz para frente, fui obrigada a intervir: "Mas, Dora, que benefício traz as­sistir ao julgamento dia após dia, se a linguagem usada no STF é tão téc­nica que um leigo não entende pata­vina do que é dito?".

Ué, fiz mal? No fim das contas, a Dora, eu e você, ninguém entende o que é dito ali. É como linguagem de sinais para surdos-mudos: a gente acha que está entendendo, que está pescando um pouquinho, mas, quando vai ver, não decifrou nadinha.

É assim o "juridiquês" usado no STF. Porém, no fim do dia, o que fica é aquela impressão de que o in­dignado relator colocou ordem no galinheiro e o mais cordato revisor não está com nada. Daí chega lá dentro dos aposentos deles e o rela­tor toma bronca dos colegas.

E nenhum de nós se lembra mais de que, lá no comecinho, a defesa teve apenas uma hora para arguir a favor de cada acusado. Uma hora contra semanas e semanas do juiz Joaquim destrinchando ponto por ponto do seu frango de um proces­so do qual não cabe recurso.

Nós não nos damos conta porque cansamos de corrupção, de mal­versação do dinheiro público. Peraí. Também cansamos de cri­me do colarinho branco, não é? Já nem me lembro mais. Confundo porque, pelo que eu ti­nha entendido, o STF ia julgar as duas coisas separadamente, mas, aos 45′ do segundo tempo, embolou tudo, não foi isso?

A Dora terminou dizendo o que o Flu (ou será o Fla?) acha: que de ho­je em diante os superadvogados não vão mais poder evitar que seus clientes acabem presos.

Mas vem cá: se para isso foi preci­so promover um espetáculo de cu­nho político com esse grau de desequilíbrio, quase chego a pensar que as coisas estavam melhores antes de o Joaquim subir ao palco.

barbara@uol.com.br

19/08/2012

Palhaços na marcha do todinho financiada pelos cursinhos

Filed under: Ensino Público,Palhaços,Privada,Todinho — Gilmar Crestani @ 9:20 pm

O fracasso das Escolas Públicas se mede pela avaliação das Universidades. Depois que começaram a receber alunos das cotas ultrapassaram as privadas. As públicas são o caminho, as privadas é o pedágio. As privadas são o melhor exemplo do que significa pedágio.  Pagou, passou! Demóstenes Torres, o herói dos que lutam contra as cotas, também recebia sua cota, do Carlinhos Cachoeira, outro paladino do ensino privado. Num recente levantamento, publicado aqui, foi constatado que “três universidades federais do Rio Grande do Sul estão entre as que mais aprovaram no último exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)”.

Engraçado mesmo é que estes estudantes não foram à rua pedir o impeachment do Marconi Perillo ou Demóstenes Torres.

“Marcha do Todinho” em Goiás pede o fim das cotas

“Marcha do Todinho” em Goiás pede o fim das cotasFoto: Randes Nunes/A Redação

Estudantes de Goiânia vão às ruas pedir veto de Dilma à reserva de 50% das vagas nas universidades para egressos de escolas públicas; mobilização ganhou o nome jocoso nas redes sociais por reunir alunos das escolas mais caras da capital goiana

19 de Agosto de 2012 às 19:12

A Redação – Um grupo de estudantes de escolas particulares em Goiânia protestou na manhã deste domingo contra o projeto de Lei aprovado pelo Senado Federal, no início deste mês, que institui 50% das vagas das Universidades Federais para cotistas. Metade, ou 25% do total de vagas, será destinada aos estudantes negros, pardos ou indígenas de acordo com a proporção dessas populações em cada Estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A outra metade das cotas será destinada aos estudantes que tenham feito todo o segundo grau em escolas públicas e cujas famílias tenham renda per capita até um salário mínimo e meio. O projeto já passou pela Câmara Federal e segue agora para sanção da presidente Dilma Rousseff (PT).

A mobilização para o protesto, denominado de "Não Cotas, Sim Educação", começou no Facebook. A estudante do colégio WR, em Goiânia, Marcela Lauar, de 18 anos, que cursa o 3° ano do Ensino Médio, iniciou o movimento. Pela rede social, Marcela conseguiu mobilizar 10 mil estudantes. ”As cotas deveriam ser uma medida provisória. Sabemos que as escolas públicas não têm condição de competir de maneira igualitária conosco. Eles realmente precisam de cotas. Queremos que aprovem as cotas, mas também invistam mais na educação pública. Assim, a medida que a educação fosse melhorando, as cotas se tornariam desnecessárias”, defende a adolescente.

Nacional

Marcela contou à reportagem do Jornal A Redação que movimentos parecidos, de iniciativa de estudantes de escolar particulares, também seriam feitos em Brasília e no Rio de Janeiro. Os estudantes goianos se concentraram em frente a Assembleia Legislativa de Goiás, no Bosque dos Buritis. Pais e professores acompanharam a mobilização. Todos foram vestidos de verde, que simboliza a ”esperança”. Muitos presentes, na faixa etária de 15 a 18 anos, participavam de um protesto pela primeira vez. Faziam festa e pose para fotos.

Questionada sobre o nome dado ao protesto nas redes sociais, "A Marcha do Todinho", por se tratar de estudantes de classe média que pagam caros colégios, Marcela rebateu: "Realmente temos sorte de bancar escolas caras". Um dos protestantes, o estudante Heitor Crispin, contestou o nome: "Não somos a Marcha do Todinho. Somos a marcha do entusiasmo. Não queremos melhorias só para gente. Queremos para o país. É o país que interessa. E essa mudança se faz com essas atitudes. Nada se consegue sem luta". (Com reportagem de Tainá Borela e fotos de Randes Nunes)


Randes Nunes/A Redação

Randes Nunes/A Redação

“Marcha do Todinho” em Goiás pede o fim das cotas | Brasil 247

05/11/2011

Problema hidráulico

Filed under: ENEM,Palhaços,Privada,Privatas do Caribe — Gilmar Crestani @ 8:35 am
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Ouvi alguns “argumentos” que justificam a caçada ao ENEM: “o governo é incompetente”. “Não conseguem organizar sequer um ENEM?" “Cada vez que o governo se mete na iniciativa privada, dá nisso”. Classe média baixa que quer parecer alta, desce no argumento. Pela qualidade argumentativa, que demonstram acima de tudo descaso com a própria inteligência, pode-se ver que a fonte de informação, e única, é o PIG. Como se lê no próprio PIG, os problemas enfrentados pelo ENEM decorreram, sempre, da participação das privadas. A Gráfica Plural, de onde saíram os exemplares da edição passada, pertence ao Grupo Folha da Manhã, que edita a Folha de São Paulo e o UOL. Portanto, foi uma empresa privada que não soube sequer manter a segurança do local. Então, como confiar na privada. Segundo, como também é sabido, a Folha é principal adversária. É lá que dá expediente aquela senhora, Judith Brito, que avocou para si, por falta incompetência do PSDB & DEMo, o papel de oposição ao governo. Na edição deste ano novamente a privada vazou, lá em Fortaleza. O problema do ENEM é hidráulico. As privadas vazam. Não bastasse isso, os palhaços dos cursinhos, que tanto a defendem a privada, não querem concorrência para entrarem nas Universidade Públicas. Afinal, se as privadas são tão boas, porque não vão estudar nas privadas. Nelas, para obter um diploma, basta dar descarga. De dinheiro…

Entrou areia no Golpe. Justiça derruba liminar do ENEM

Saiu no G1:

TRF-5 decide suspender liminar sobre anulação de questões do Enem

Decisão foi anunciada pelo presidente do TRF-5, Paulo Roberto Lima. Anulação só fica mantida para alunos de colégio de Fortaleza (CE).

Do G1
Pernambuco

O presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), no Recife, desembargador Paulo Roberto de Oliveira Lima, suspendeu a liminar concedida pela Justiça Federal do Ceará e que anulava as 13 questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para todo o Brasil, na manhã desta sexta-feira (04). Segundo a decisão, a anulação só fica mantida para os 639 alunos do Colégio Christus, de Fortaleza (CE), que tiveram acesso às questões antes e agora terão suas notas recalculadas. O Ministério Público Federal do Ceará já informou que vai recorrer da decisão do TRF-5.

A determinação atende justamente à intenção do Ministério da Educação (MEC), que era restringir a decisão da Justiça aos alunos do Colégio Christus. “A liminar considerada atinge a esfera de interesses de cerca 5 milhões de estudantes, espraiando seus efeitos para o ingresso deles nas várias universidades públicas do país, com repercussão na concessão de bolsas, na obtenção de financiamentos e na orientação de políticas públicas. O assunto é grave e influi, sim, na organização da administração”, diz o presidente do TRF-5 em sua decisão.

O desembargador Paulo Roberto de Oliveira Lima comentou ainda que nenhuma solução seria completamente boa. “Isso é próprio dos erros: quase nunca comportam solução ótima. Anular ‘somente’ as questões dos alunos beneficiados não restabelece a isonomia. É que eles continuariam a gozar, para o bem ou para o mal, de situação singular – afinal a prova, para os tais, findaria com menos questões. (…) De outro lado, anular as questões para ‘todos’ os participantes também não restauraria a igualdade violada. Nenhuma das soluções tem condições de assegurar, em termos absolutos, a neutralidade e a isonomia desejáveis”, concluiu.

(…)

Navalha

Todo ENEM será assim: o PiG (*) e os cursinhos tentam o Golpe.

Os tucanos correm atrás dos tanques do Golpe.

E acabam por eleger o Haddad.

São uns jenios !

Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Entrou areia no Golpe. Justiça derruba liminar do ENEM | Conversa Afiada

29/10/2011

A volta dos palhaços

Filed under: ENEM,Palhaços — Gilmar Crestani @ 7:38 am
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Os amestrados dos cursinhos vestiram o uniforme e foram fazer a feira. Alguém deveria informá-los que na Praça da Álfândega não se vende abacaxi. Afinal, quem iria querer alunos que só pensam em manter privilégios. Se observamos bem, os cartazes foram feitos pela mesma professora e está cheio de cocôfanos. Ou seriam cacófonos?! No vestibular da vida, já rodaram.

Grupo protesta contra Enem na Feira do Livro

Manifestação ocorreu próximo das ministras Ana de Hollanda e Maria do Rosário

palhaços

Grupo protesta contra Enem na Feira do Livro
Crédito: Ricardo Giusti / CP

Um grupo de cerca de 60 estudantes protesta no cais do Porto da Capital contra o Enem. Com frases de efeito, os manifestantes cercaram a comitiva em que as ministras da Cultura e dos Direitos Humanos, Ana de Hollanda e Maria do Rosário, para gritar frases de efeito. O protesto teve início após o fim da cerimônia de abertura da Feira do Livro.
De acordo com integrantes do grupo, um novo protesto deve ocorrer em 15 de novembro, último dia do evento na Praça da Alfândega.

Correio do Povo | Notícias | Grupo protesta contra Enem na Feira do Livro

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