Ficha Corrida

27/10/2011

A defesa mais vazada

Filed under: Dilma,Orlando Silva — Gilmar Crestani @ 9:24 am
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Se a melhor defesa é o ataque, a pior defesa é a d’Orlando Silva. Dilma entrou em Moscou no inverno, e hoje os aquários do PIG estão ouvindo a Abertura 1812, de Tchaikovsky.

A guerra da faxina: quem não se comunica, se trumbica

Balanço de realizações do Ministério do Esporte em 2010, ao fim de 7 anos no governo Lula, repleto de realizações: inclusão social, ressocialização de detentos pelo trabalho, desenvolvimento do atletismo, realização do PAN, conquista da Copa-2014 e das Olimpíadas-2016.
Hoje há até quem pergunte para que serve o ministério, por perder a guerra da comunicação.

"… as guerras não se evitam e, quando adiadas, trazem vantagem ao inimigo … não se deve jamais deixar uma desordem prosperar para evitar a guerra …" – Maquiavel


A Presidenta Dilma assumiu o governo num ambiente de cessar-fogo pós-eleitoral por parte da imprensa demo-tucana. Ela respondeu acenando a bandeira branca, e promovendo a distensão.
Nos primeiros meses, a estratégia estava correta. A imprensa estava adiando a guerra, e isso trazia uma vantagem para a Presidenta, que foi bem explorada para se fortalecer e enfraquecer a oposição.
A partir de maio, a imprensa demo-tucana declarou a guerra da faxina. Abriu fogo contra Palocci para derrubá-lo, sem provas, e desde então, não parou mais.
Agora, é o governo Dilma quem está tentando adiar a guerra da faxina, na comunicação, e dando enorme vantagem aos opositores dos partidos e da imprensa.
Numa democracia, é impossível enfrentar a imprensa quando ela está com a razão em uma denúncia verdadeira (até Nixon caiu com o caso Watergate), mas quando a imprensa não está com a razão, não é tão difícil enfrentar, mesmo com as limitações impostas pelo quadro de oligopólio da mídia e da ausência de lei que garanta direito de resposta.
É só a área de comunicação fazer o contraponto de forma contundente e persistente, forçar o debate para se fazer ouvido, mostrando o outro lado dos fatos, explorar as contradições e falsidades das próprias denúncias, e até saber usar as crises como chamariz para atrair as atenções para a agenda positiva.
Quando começará a ser feito? Adiar a guerra que já está em curso, é exercício de auto-enganação, e caminhar para a derrota.
Em tempo: Duvido que a Presidenta tenha acreditado na "lua-de-mel" com a imprensa, com a história que ela tem. Ela vivenciou as conspirações da imprensa contra o PDT de Brizola, de Alceu Colares, contra o PT gaúcho desde Olívio Dutra, contra o presidente Lula, e contra ela mesma como ministra.

Os Amigos do Presidente Lula

Dilma, de poste à reboque

Filed under: Dilma,Grupos Mafiomidiáticos,Orlando Silva — Gilmar Crestani @ 9:05 am
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Dilma pode ser, e é, uma boa gestora, mas morre de medo do PIG. Ela sabe do poder dos a$$oCIAdos  do Instituto Millenium. Mas ela foi posta lá para mudar. Assim como Cristina Kirchner. Ou ela muda ou eles a mudam. Por enquanto Dilma só parece uma muda!

A nova troca no Ministério

Desde a crise de Palocci, ao longo de seis meses, o governo tem sido pautado pela mídia. Dá para fazer a periodização do governo, conforme os casos na berlinda pelas denúncias da mídia.
Agora correspondeu a Orlando Silva. O roteiro é mais ou menos o mesmo, as acusações podem aparentar ter mais ou menos credibilidade, mas o ímpeto e a reiteração são os mesmos, ate’ derrubar o ministro. O método tem se mostrado infalível.
A decisão de substituição de Orlando Silva estava tomada pelo governo na semana passada, não porque desse fé às acusações, mas porque acreditava que ele estava enfraquecido para ser uma peça fundamental na parada dura que o governo encara com o envio do projeto de lei sobre a Copa do Mundo ao Congresso.
O esquema que foi aventado de uma troca que envolvia outro ministério (Cultura) era real, terminou nã funcionando porque a pessoa (Pelé) sondada para substituir Orlando no ministério não aceitou e a questão voltou para o ponto de partida.
Orlando pediu um tempo para rebater as acusações, mas para o governo o que contava era a possibilidade dele retomar condições políticas de conduzir as discussões em torno da Copa do Mundo, a contar pela ida à Câmara ontem. A oposição, com uma ferocidade gorila, totalmente destemperada, tratou de perturbar a discussão em pauta, para buscar demonstrar que qualquer aparição do Orlando seria recebida em função das acusações, impedindo-o de politicamente atuar como o ministro que o governo requer.
Esta acabou sendo a razão da saída do Orlando, anunciada para ser formalizada, não a aceitação das acusações contra ele pelo governo. É como se um jogador estratégico de um clube fosse jogar machucado, sem as melhores condições físicas.
A decisão de manter o ministério com o PC do B por parte do governo requer da parte do novo ministro substituição em vários cargos de pessoas envolvidas nas acusações e abandono da utilização de ONGs para projetos do ministério.
Em geral, no caso de um ministro substituído nessas condições, as acusações desaparecem no dia seguinte na imprensa, mostrando que eles não se interessam por acabar com a corrupção, mas se valem de acusações – mesmo vindas de pessoas notoriamente desqualificadas – para derrubar ministros, seja para enfraquecer o governo, seja também para fazer prevalecer seus interesses.
Neste caso, é preciso ver se o quarteto interessado diretamente nas questões centrais do ministerior – Abril, Globo, Fifa, Ricardo Teixeira – vai se acalmar ou acreditará que a permanência do ministério com o mesmo partido, seguirá representando obstáculos a que seus interesses prevaleçam, na medida que o mesmo partido seguiria à frente do ministério.

Postado por Emir Sader às 14:29

Carta Maior – Blog do Emir Sader – A nova troca no Ministério

25/10/2011

Bomba! Policial confirma não ter provas

Filed under: InVeja,João Dias Ferreira,Orlando Silva — Gilmar Crestani @ 10:01 am
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Por Altamiro Borges
Com atualização às 18h24 desta segunda-feira (24), o portal de notícias G1, da Rede Globo, trouxe uma notícia bombástica:
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Policial diz que não tem provas específicas contra Orlando Silva
Do G1, em Brasília
O policial militar João Dias Ferreira disse que não possui provas do envolvimento direto do atual ministro do Esporte, Orlando Silva, e de seu antecessor, Agnelo Queiroz, no suposto esquema de desvios de recursos públicos da pasta. O policial militar negou que tenha gravado diálogos de Orlando Silva. "Em nenhuma delas [das gravações] tem a voz do ministro".
Ao prestar novo depoimento nesta segunda-feira (24) à Polícia Federal, João Dias levou 13 arquivos de áudio e 4 ofícios emitidos pelo Ministério que, segundo ele, trazem "informações contraditórias" sobre a fiscalização dos repasses de verbas da pasta a entidades conveniadas. Segundo o policial, o material envolveria assessores da cúpula do ministério.
"É natural que a minha defesa se baseie no pessoal com quem eu sempre tive contato, que são o pessoal da fiscalização, técnicos e o pessoal jurídico, coordenadores gerais e o partido", disse Dias, em relação às provas que teria contra integrantes do ministério.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a PF confirmou a apreensão de um aparelho celular onde estão gravadas as conversas e disse que, até o momento, não há comprovação da participação do ministro Orlando Silva no suposto esquema.

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Prisão do policial “bandido”
A confissão bombástica do escroque deveria mudar o rumo das investigações sobre o caso. Em primeiro lugar, é urgente exigir da polícia apuração rigorosa sobre os interesses de João Dias em toda esta tramóia. A quem ele serve? Ele está apenas se protegendo do processo aberto pelo Ministério do Esporte, que cobra o ressarcimento de mais de R$ 3 milhões desviados dos cofres públicos?
Quais são os outros crimes do policial que virou fonte da revista privilegiada Veja? Há acusações de desvio de recursos públicos. Há denúncias de enriquecimento ilícito – compra de uma mansão, três carros importados e duas academias de ginástica. Há também acusações de que ele teria assassinado um policial que investigava suas sujeiras. O que há mais contra João Dias? Ele é chefe de quadrilha no DF?
Diante das novas descobertas e da sua confissão, não seria o caso da polícia decretar sua imediata prisão? O elemento é perigoso!
Processo contra a Veja
Em segundo lugar, a revelação de João Dias demonstra a insanidade da mídia golpista – em especial, da Veja, que deu guarita ao “bandido”. No seu afã de desgastar o governo Dilma e no seu ranço anticomunista, a publicação da famiglia Civita cometeu mais um crime – a exemplo do que já fizera contra o ex-ministro José Dirceu, quando tentou invadir seu quarto num hotel em Brasília.
A Veja repete as práticas mafiosas do império Murdoch, que está sofrendo pesado processo no Reino Unido por causa das escutas telefônicas ilegais e dos subornos. Não dá para ficar passivo diante das ações criminosas desta revista direitista, preconceituosa e mentirosa. Urge abrir mais um processo contra a Veja.

Postado por Miro às 20:19

Anônimo disse…

Qual o problema? Se já houve grampo sem áudio, pq não áudio sem aúdio?

24 de outubro de 2011 21:00

Max disse…

Olá Miro.
Todos continuarão a calar-se diante do mais novo membro declarado do PIG, a ESPN? Capitaneada pelo assecla e garoto de recados do Serra, o tal kfuri, da CBN, ex-Globo, Abril, TV Culura (onde calou-se sobre os absurdos cometidos por seus amigos tucanos)…e que grande parte da esquerda brasileira, ingênua, que não conhece bulhufas de esporte, adora bajular e jugar como progressista e, pasmem, esquerdista. Um sujeito que acaba de clamar que Orlando Silva e o PC do B são sim criminosos, mesmo que não sejam apresentadas provas conclusivas. Um sujeito que cala-se sobre todos absurdos de seu grande amigo José Serra.
Enquanto JN e Fantástico calaram-se no fim de semana, eis que a ESPN, em posição editorializada, insiste nas acusações infundadas, no uso de espaços para debates e análises esportivas para continuar com sua sanha contra o Ministério dos Esportes, escudados pelo senhor supracitado e sua lamentável parceria com o grupo estado, com quem, aliás, na rádio que possuem conjuntamente, acabam de lançar uma "campanha anti-corrupção"…
A posição oficial do canal é de ataque aberto, ao governo, ao Ministério dos Esportes e à Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, recorrendo até a gente como Álvaro Dias para vilipendiar e dar o mais canalhas dos tons à sua auto-proclamada "cobertura isenta". Praticamente todos os dias repercutem os maiores descalabros de vários outros membros do PIG, em especial dos novos parceiros do grupo estado.
O jornalista Flávio Gomes, único declaradamente esquerdista no canal, em meio a tantos ingênuos e reacionários, faz de seu twitter uma brava trincheira contra todos os absurdos do PIG, e em especial sobre este último e vergonhoso caso. Porém, na TV cala-se de forma estranha e estarrecedora, já que seria a única voz claramente dissonante. Serão ordens superiores?
Espero que alguém esteja atento a tal fato, já que cada vez mais incautos são cooptados pelos absurdos do novíssimo membro do PIG, que se julga o grande paladino da justiça da imprensa brasileira.

24 de outubro de 2011 21:26

Alicio disse…

Encare que eles são mentirosos e frouxos,como todos os covardes.

24 de outubro de 2011 21:48

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Altamiro Borges: Bomba! Policial confirma não ter provas

Cadê as provas?

Filed under: InVeja,Orlando Silva — Gilmar Crestani @ 9:14 am
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Dirceu: O esforço para alimentar crise sem provas contra Orlando

O nome do ministro do Esporte, Orlando Silva, praticamente desapareceu da Veja desta semana como pivô da crise. Depois de terem dito até que ele recebia pacotes e caixas de dinheiro na garagem do Ministério, mudaram o foco do noticiário.
Por José Dirceu

Como não apareceram até agora as provas do soldado ongueiro PM de Brasília, João Dias, contra o ministro, o centro do noticiário desta edição de agora da revista é a história de que assessores seus – não ele – instruíram o soldado sobre como se livrar e não ser descoberto nas falcatruas que teria cometido com dinheiro público em suas ONGs.
Veja fala de gravações dessas instruções de assessores do ministro. Sobre elas, o Ministério do Esporte emitiu nota em que esclarece que esses diálogos de servidores da pasta são uma "suposta gravação que cita supostos trechos, partes de frases, palavras isoladas, com o intuíto claro de induzir os leitores".
O ministério adianta, ainda, que vai pedir à Polícia Federal (PF) que as "supostas gravações" sejam incorporadas à investigação sobre o caso e que "adotará os procedimentos cabíveis para apurar eventuais responsabilidades de servidores". Mas, como sempre, o material da revista terminou pautando os jornais do fim de semana até esta 2ª feira.
Macartismo com força total
Até porque eles não têm fatos novos para prosseguir na campanha denuncista contra o governo. O Estadão aproveitou para dar praticamente uma edição inteira da (editoria de) Política contra o PCdoB, falando de um "esporteduto" da legenda. Nada menos que oito matérias ontem, mais inúmeras hoje. Macartismo, ranço puro contra um partido comunista.
Ranço ao PCdoB que eles, aliás, ignoravam até poucos dias atrás. Não davam ao partido a menor atenção, haviam-no esquecido. Mas, agora, aproveitam a situação de aliado da legenda para exteriorizar esse anticomunismo, ótimo para eles irem na linha que querem contra o governo.
O jornalão da família Mesquita traz até uma matéria de seu correspondente em Zurique (Suíça) que nunca escreve sobre política interna brasileira, dizendo que o ex-presidente Lula mandou o ministro Orlando "resistir" e a presidente Dilma Rousseff não teve condições de demiti-lo.
Temor de "crise" na FIFA vem de um velho conhecido
Afirmar isso é desconhecer quão ciosa a presidente Dilma é da sua autoridade e a forma como atua o ex-presidente da República desde que deixou o cargo dia 1º de janeiro deste ano. O correspondente do Estadão diz em sua matéria, inclusive, que a FIFA teme uma crise em relação à Copa de 2014 no Brasil.
Só que fundamenta esse raciocínio e vê essa "crise" a partir de declarações de Jerome Valcke, secretário geral da entidade. É isso mesmo que vocês leram e perceberam: Valcke é o mesmo que sempre teve posição cética e crítica em relação ao Brasil. É o gerador das grandes manchetes negativas, tão ao gosto da mídia brasileira, de que os nossos estádios não vão ficar prontos para a Copa, tampouco as demais obras ficarão, de que nada vai andar, nem funcionar…
Fonte: Blog do Zé Dirceu

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=167062&id_secao=1

22/10/2011

O linchamento de Orlando Silva

Filed under: Grupos Mafiomidiáticos,Orlando Silva — Gilmar Crestani @ 9:58 am
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Enviado por luisnassif, sex, 21/10/2011

Virou uma loucura sem tamanho. Fui correndo ler a matéria, julgando que teriam identificado convênios entre o Ministério dos Esportes e a mulher do Ministro. Mas era pagamento de serviços prestados no âmbito do Ministério da Justiça.

Ora, a ONG de Mônica Serra é financiada por investimentos culturais da Sabesp, com Serra ainda governador, a de dona Ruth com transferências de governo – desde os tempos de FHC presidente e ainda hoje.

Nessas catarses e linchamentos, vale tudo. Jogam acusação do Ministro ter embolsado dinheiro. Não se comprova. Ainda jogam da compra da casa "negócio da China". Matéria furada. Aí identificam um contrato com o Ministério da Justiça. É uma acusação atrás da outra sem a menor preocupação. Qualquer informação sobre a vida do Ministro é escandalizada. Atribuem declarações a Dilma, que são mantidas mesmo depois de desmentidos formais da parte dela.

São tempos tenebrosos, esses que atravessamos, em que se suspenderam todos os filtros que separam o jornalismo da difamação pura e simples.

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Documentos mostram que mulher de Orlando recebeu dinheiro do governo por meio de ONG do PC do B – politica – politica – Estadão

Documentos mostram que mulher de Orlando recebeu dinheiro do governo por meio de ONG do PC do B
A informação teria preocupado a presidente Dilma Rousseff, que está reunida com o ministro; ele poderá deixar o Planalto na condição de ex-ministro do Esporte
21 de outubro de 2011 | 17h 52

Marta Salomon/BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

Documentos obtidos pelo Estado mostram que Anna Cristina Lemos Petta, mulher do ministro do Esporte, Orlando Silva, recebeu dinheiro da União por meio de uma ONG comandada por filiados ao PC do B, partido do marido e ministro. A informação sobre negócios da União com a empresa de familiar de Orlando Silva teria preocupado a presidente Dilma Rousseff, que está reunido com o ministro. Ele poderá deixar o Palácio do Planalto na condição de ex-ministro do Esporte.

É a própria Anna Petta quem assina o contrato entre a Hermana e a ONG Via BR, que recebeu R$ 278,9 mil em novembro do ano passado. A Hermana é uma empresa de produção cultural criada pela mulher do ministro e sua irmã, Helena. Prestou serviços de assistente de pesquisa para documentário sobre a Comissão da Anistia.

A empresa foi criada menos de 7 meses antes da assinatura do contrato com a entidade. Pelo trabalho, recebeu R$ 43,5 mil.

A ONG Via Brasil tem em seus quadros Adecir Mendes Fonseca e Delman Barreto da Silva, ambos filiados ao PC do B. A entidade também foi contratada em maio do ano passado pelo Ministério do Esporte, para promover a participação social na 3ª Conferência Nacional do Esporte. No negócio, recebeu mais R$ 272 mil.

Documentos obtidos pelo Estado mostram o curto espaço de tempo transcorrido entre a criação da empresa de Anna Peta e a celebração de convênio da ONG Via BR com o Ministério da Justiça. A Hermana foi criada apenas três meses antes da assinatura do convênio para a produção de documentário sobre a Comissão da Anistia e no mesmo mês em que a Via BR foi contratada pelo Ministério do Esporte.

O linchamento de Orlando Silva | Brasilianas.Org

Mais um Silva cala seus acusadores

Filed under: Juan Árias,Orlando Silva — Gilmar Crestani @ 9:39 am
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Juan Árias ataca novamente. E se os fatos estão em desacordo com sua versão, pior para os fatos. Juan Árias, mais um produto made in España.

El ministro de Deportes de Brasil continuará al frente del Mundial

Orlando Silva, implicado en un escándalo de corrupción, logra mantenerse al frente de la gestión del Mundial de Fútbol 2014

Juan Arias Rio de Janeiro 20 OCT 2011 – 18:12 CET5

Orlando Silva, ministro brasileño de Deportes. / PEDRO LADEIRA (AFP)

La coordinación del Mundial de Fútbol del 2014 sigue siendo competencia del ministro de Deportes Orlando Silva, según una nota difundida por la presidencia de Brasil para salir al paso de lo publicado el miércoles por la prensa brasileña, que informaba de que dicha coordinación pasaría directamente a manos de la presidenta Dilma Rousseff, por las acusaciones de corrupción que pesan sobre el titular de Deportes.La prensa del jueves se limitó a recoger la aclaración de la Presidencia de la República sin añadir comentarios.

El ministro Silva, por su parte,  había insistido el miércoles en que las negociaciones del Gobierno con las autoridades de la FIFA seguían en sus manos y subrayó que dicha atribución “había sido refrendada por un decreto presidencial”.

Algunos políticos consultados por este diario opinan que la vuelta atrás de la decisión de Rousseff -si es cierto que la había tomado- podría deberse a que la situación del ministro se ha hecho tan crítica que podría ser relevado en cualquier momento. En ese caso y con el nuevo ministro, sería normal que las negociaciones del campeonato continuaran siendo competencia del ministerio de Deportes.

Según los analistas, la intención de la presidenta era esperar a prescindir del desgastado ministro de Deportes cuando en enero próximo llevase a cabo su primera remodelación ministerial para evitar que un nuevo ministro (el quinto) tuviera que dejar su cargo acusado de corrupción. Quizás no consiga poder esperar tanto si es cierto que el acusador de Silva ha presentado nuevas pruebas contra él como afirma la Policía Militar.

El ministro de Deportes de Brasil continuará al frente del Mundial | Internacional | EL PAÍS

20/10/2011

PCdoB investiga armação contra Orlando Silva

Filed under: Orlando Silva,PCdoB — Gilmar Crestani @ 9:31 am
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O PCdoB vai investigar a origem de uma "grande armação" contra o ministro do Esporte, Orlando Silva Jr., relata o presidente do partido, Renato Rabelo, em entrevista ao Terra Magazine. "É uma questão do partido, cabe a ele fazer. Vamos fazer contatos, pesquisa, avaliação. Juridicamente, podemos ver os processos contra ele. Nós temos esses meios", conta Rabelo, que evoca a disputa política no Distrito Federal como uma das motivações da bateria contra os comunistas.

As declarações foram dadas por conta das denúncias publicadas na edição desta semana da revista Veja. Segundo a matéria, recursos do programa Segundo Tempo, que atende a crianças carentes, teriam sido desviados para o caixa das campanhas eleitorais do PCdoB.

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Todas as acusações foram feitas pelo soldado da Polícia Militar do Distrito Federal João Dias Ferreira, que até agora não apresentou as provas que diz possuir. Ferreira responde por fraudes nos convênios de sua ONG com o governo federal, firmados em 2005 e 2006. Houve o pedido de devolução de R$ 3,16 milhões.
Renato Rabelo argumenta que João Dias Ferreira nunca foi militante do PCdoB, apenas filiou-se para disputar uma eleição, em 2006. "Foi um filiado muito temporário. Ele era soldado, tinha que se afastar da corporação e se filiar a um partido, para ser candidato (a deputado distrital) (…) Ele se filia por alguns meses, logo depois das eleições se desfilia. Foi uma passagem muito temporária, efêmera. Ele não foi militante do PCdoB", diz o presidente da legenda.
Terra Magazine: Como o senhor avalia as denúncias contra o PCdoB e o ministro Orlando Silva?
Renato Rabelo: Acho que a posição do ministro tem sido sóbria, mostra que não tem vinculação com aquilo que esse soldado depõe contra ele. O problema é o seguinte: numa hora como essa, se você é sujeito a uma denúncia, a uma armação… O PCdoB acha que é uma grande armação contra o ministro e, de tabela, ao PCdoB. A reportagem da Veja é um jornalismo vulgar, com interesse político. Esse grau de denúncia é baseado em uma pessoa que ninguém sabe qual é a trajetória ou quem é… E a trajetória desse soldado é muito obscura.
Terra Magazine: E por que ele foi filiado ao partido, se é obscura? Qual foi a trajetória dele no PCdoB?
RR: Sim, mas você veja: a denúncia é de 2005, de 2006. Foi um filiado muito temporário. Ele era soldado, tinha que se afastar da corporação e se filiar a um partido, para ser candidato (a deputado distrital). É só isso, no momento da campanha, na eleição de 2006. Ele se filia por alguns meses, logo depois das eleições se desfilia. Foi uma passagem muito temporária, efêmera. Ele não foi militante do PCdoB. O nosso estatuto tem um instrumento para não dar margem a esse tipo de interpretação. Ele distingue duas categorias: o filiado e o militante – aliás, é o único partido que faz isso. Ele foi filiado temporariamente. O militante é o que se organiza no partido e tem uma série de deveres e direitos. O filiado tem menos direitos e menos deveres.
Terra Magazine: O senhor falou que há uma armação contra o ministro Orlando Silva e o PCdoB. De onde partiria essa armação?
RR: Aliás, é uma boa pergunta. O pior é que a imprensa não procura apurar quem é a pessoa e qual é a motivação. O PCdoB está fazendo isso. É uma grande armação, uma armação grosseira. O tempo dirá.

Terra Magazine:
Tem a ver com as disputas em torno da Copa do Mundo?
RR:
Não, porque o ministro está no centro de muitas contradições. Estão em jogo grandes eventos esportivos, mas tem outros aspectos, como as disputas no Distrito Federal.

Terra Magazine: Envolve opositores do governador Agnelo Queiroz?

RR: Na oposição a Agnelo Queiroz. Ele (João Dias Ferreira) filiou-se através do Agnelo. O Orlando esteve uma única vez com ele, não era ministro, esteve a pedido do ministro Agnelo. E mais nada.
Terra Magazine: De qualquer forma, as denúncias contra o ministério e o PCdoB, no programa Segundo Tempo, não são graves?
RR: Sim, mas o soldado não faz nenhuma acusação contra o Segundo Tempo, o ministério é que acionou, no convênio anterior a 2006. Ele não cumpriu as exigências legais desse convênio. O ministério, através de expediente legal, encaminhou ao TCU (Tribunal de Contas da União) pra que ele devolvesse.
Terra Magazine: Só que a revista Veja afirma que o ofício do ministério foi revisto e ganhou um tom menos acusatório.
RR: Não, não há comprovação disso. O que o ministério explica é que deu direito de defesa. Essa dívida hoje está em torno de R$ 4 milhões.
Terra Magazine: O senhor disse que o PCdoB fará uma investigação sobre uma possível armação contra o ministro Orlando Silva. Como será isso?
RR: É uma questão do partido, cabe a ele fazer. Vamos fazer contatos, pesquisa, avaliação. Juridicamente, podemos ver os processos contra ele (o partido). Nós temos esses meios.
Terra Magazine: Envolverá a esfera parlamentar?
RR: Não, não, é interna, na esfera própria ao partido. O partido tem direito a ver esses inquéritos contra ele, tem direito a examinar.

Terra Magazine:
Pedirá também informações ao TCU, à Procuradoria Geral?
RR: O próprio ministro já pediu que a Polícia Federal e a Procuradoria investigassem a denúncia.
Fonte: Portal Terra

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=166698&id_secao=1

18/10/2011

Sobre provas testemunhais

Filed under: Orlando Silva,Veja — Gilmar Crestani @ 7:22 am
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Assim como a “prova testemunhal” é a prostituta das provas, a Veja é a cafetina das revistas. A égua madrinha da prostitutas. Outras são levadas por ela para rodar a bolsa no mesmo ramo. Quem paga mais, leva. Alguém saberia dizer que governo assina Veja para distribuí-las em escolas? É ou não é prestação de serviço a troco de dinheiro? Em São Paulo, a “relação” é antiga, e, dizem, só não há beijo na boca. De resto é lombo, língua e chuleta!

Enviado por luisnassif, seg, 17/10/2011 – 21:05

Há um evidente desconhecimento jurídico na maneira como alguns setores estão qualificando o testemunho do ex-PM preso em Brasília que tenta incriminar o Ministro dos Esportes Orlando Silva.

Por definição, cúmplices e bandidos são testemunhas dos crimes. A partir dessa obviedade, alguns analistas sustentam que todo depoimento de criminoso deve ser considerado porque, por cúmplice, ele é uma testemunha privilegiada.

Acontece que por sua própria condição – de bandidos – o que se espera deles são basicamente pistas e provas documentais. Nenhum tribunal sério do mundo – e nenhuma publicação séria, saliente-se – confiaria apenas na palavra do bandido.

Há um dito no meio que diz que a prova testemunhal é a prostituta de todas as provas. Basta qualquer pessoa falar, confessar ou acusar sem apresentar provas. E se a pessoa é um preso, indiciado, mais ainda.

Veja tem dito que o acusador tem provas.

É simples tirar a prova do pudim: basta que as provas sejam apresentadas. A questão é que Veja tem uma tradição de divulgar que possui provas – gravações e fotos – que nunca são apresentadas.

Enquanto essas provas não aparecerem, Veja continuará suspeita de mentir reiteradamente.

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