Ficha Corrida

01/09/2016

Assas JB Corp, um oportunista tabajara

Filed under: Assas JB Corp,Cinismo,Hipocrisia,Joaquim Barbosa,Oportunismo — Gilmar Crestani @ 7:49 am
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jb servical-casa-grandeNão há nada pior no ser humano do que o cinismo e a hipocrisia.

E, não acaso, estas duas caraterísticas estão presentes em Joaquim Barbosa. Isso também não significa que ele seja um “ponto fora da curva”, não. O que se pode esperar de alguém que admite que houve chicana na Ação 470: “foi feito pra isso, sim”?!

O que distingue Joaquim Barbosa de Eduardo CUnha? Por acaso Assas JB Corp não usou de subterfúgios para comprar um apartamento em Miami por U$ 10 dólares?!

Por que JB não explica porque sua aposentadoria foi mais rápida que Usain Bolt. A senha, em forma de estatueta,  está aqui.  

Joaquim Barbosa, ao fugir do julgamento do Mensalão do PSDB deixou marcado nas paredes do STF sua verdadeira estatura moral.

Ele, sim, um patético ministro tabajara!

Joaquim Barbosa dispara contra discurso "patético" de Temer e "impeachment tabajara"

Ex-presidente do STF denunciou constrangimento do país com "forças conservadoras que tomaram o Congresso"

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, fez manifestações contundentes contra o impeachment de Dilma Rousseff, nesta quarta-feira. Através do Twitter, o relator do Mensalão classificou o primeiro discurso oficial de Michel Temer como presidente de "patético" após a concretização de um "impeachment tabajara".

Taxativo, Barbosa salientou que a fala oficial não irá convencer a população. "O homem parece acreditar piamente que terá o respeito e a estima dos brasileiros pelo fato de agora ser presidente. Engana-se", disparou o ex-presidente do STF.

Além das críticas ao processo no Senado e a Temer, Barbosa salientou que o ocorrido concretiza um plano "constrangedor". "De repente, forças políticas altamente conservadoras tomaram o comando no Brasil", salientou, escrevendo inclusive em inglês.

"Eles dominam o Congresso. Cercam o novo presidente, um político comparável aos antigos ‘caudilhos’", reforçou Barbosa. "Além disso, são a força que dirige a mídia, inclusive as emissoras de TV", relatou.

Correio do Povo | Notícias | Joaquim Barbosa dispara contra discurso "patético" de Temer e "impeachment tabajara"

20/03/2016

Sem filtros se infiltram biltres

sonegação é só negação não é corrupçãoA saga dos partidos brasileiros tem sido uma sucessão de incoerências ideológicas. A filiação do Delcídio Amaral no PT explica, não só a total desconexão do partido com a sua origem, como a total frouxidão na hora da filiação. Só um oportunismo exacerbado, aliado a total falta de noção pode explicar a entrada deste sujeito no partido dos trabalhadores. E se isso ocorre no PT, o que vamos esperar no PSB, por exemplo?!

Agora mesmo tive uma discussão pelo twiter com Beto Albuquerque. Lembro dele dos meus tempos de estudante da UFRGS. Rapazote, vinha distribuindo panfletos nos campi. Por influência de um amigo, hoje professor da UFP, Carlos José Marin, votei nele, talvez movido pelas suas origens franciscanas, onde também fui seminarista… E sempre tive uma boa impressão dele. Só que de uma hora para outra, não sei se foi a mosca azul, o meio onde convive, o deputado socialista perdeu (ou será que achou?!)o fio da meada.  Primeiro, perdeu todo viés socialista; segundo, virou oportunista de carteirinha; terceiro, não vai ao oculista, porque não enxerga um palmo à frente do olho. Para quem se deixou conduzir, na última campanha presidencial, pela famiglia Setúbal, achar que pode cobrar do PT os juros escorchantes dos bancos é de uma miopia sem precedentes. Ou será que ele pensa que sou alguém que pode ser levado nessa conversa mole?! A atual fase do Beto Albuquerque me faz lembrar de uma passagem do clássico filme de Gabriele Salvatores, Mediterrâneo. Quase no final do filme um italiano chega na ilha grega onde estão seus compatriotas e informa que terminou a guerra. Para convence-los a voltar, diz que  “a Itália está numa grande confusão, momento de muitas oportunidades”. Este é o momento dos oportunistas, mandando às favas os pruridos democráticos…

O PTB e o PDT, morto Brizola, virou um partido de aluguel. Em troca de uma linha editorial favorável, o PDT gaúcho se aliou a RBS, um entidade denunciada por lavagem de dinheiro antes, muito antes da Operação Pavlova, da Operação Ouro Verde da Portocred, da Operação Zelotes. Diógenes de Oliveira denunciara ao MPF existência de contas nas Ilhas Cayman quando Olívio Dutra era governador. Em 2001, quando ainda colaborava com o Observatório da Imprensa, escrevi um artigo: RBS & PT: Os negócios, a política e a esquerda.

Nem a PF nem o MPF se interessaram. Até parece que estas instituições ou tem medo da RBS ou estão levando alguma coisa por fora. Onde está o empenho em desvendar a lavagem de dinheiro no  HSBC, cujos nomes estão todos lá na Lista Falciani.

A desolação e manifestação de impotência do Jorge Loeffler guarda relação com esta mutações genéticas dos partidos e da sociedade. E também a desolação em relação às empresas que cometem crimes tributários e as instituições que pagam salários altíssimos para defender a sociedade e que trocam as atribuições institucionais para fazer perseguição política.

Os partidos aceitam a filiação de qualquer biltre, vide Lasier Martins no PDT, e as instituições golpistas, como a RBS e a Rede Globo, sempre retornam ao local do crime…

A herança da ditadura tem sido trágica

Por jloeffler – No dia 19/03/2016– Em Noticias

A ditadura nos legou uma Carta Magna feita de modo a, em tese, resolver todos os problemas de nossa sociedade. Penso que deveria ser bem mais enxuta. Quando da redemocratização cometemos diversos absurdos. Um deles lembro bem que foi o fato de que três milhões e trezentos mil trabalhadores do campo foram brindados com aposentadoria sem que nunca houvessem contribuído. Como dinheiro ao que eu saiba ainda não se colhe em árvores e se imprimirmos diuturnamente papel moeda iremos em muito pouco tempo para o brejo. Temos por norma a cada flato trancado ou mal cheiroso criarmos uma lei como solução para o mesmo. Para termos uma ideia da parafernália de nossas leis lembro que temos hoje, somente no campo da Educação nos três níveis, município, estado e união já bem mais de 30.000 lindos diplomas legais. Como pode uma nação funcionar com tamanho absurdo. Igualmente as leis que combatem a sonegação fiscal e outros crimes no mesmo terreno são feitas de molde a não expor os bandidos como os concessionários de rede de TV em nível nacional e mesmo em nosso Estado assim como o rei do aço. Esses que são os piores criminosos no seio social gozam de leis que os protegem (suas identidades). Nossa educação igualmente penso que vem perdendo qualidade já faz um bom tempo. E quando me lembro disto me vem à memória o Itagiba, cria de São Bento e amigo de infância do meu sogro. O Itagiba aos que não sabem já em Porto Alegre quando procurava trabalho precisou fazer seu registro de nascimento e não gostando desse nome optou por ser Leonel, Leonel de Moura Brizola que foi, gostem ou não, o melhor Governador que este Estado teve em sua história no campo da educação. Por falar no Itagiba lembro que quando ele retornou do exílio haviam entregado a verdadeira sigla trabalhista (PTB) a pessoas outras tendo então surgido o PDT que deu continuidade ao verdadeiro trabalhismo, mas esta sigla hoje nada mais tem a ver com o trabalhismo estando em mãos de alguns safados assim como a sigla anterior. Lembro que Collares quando Governador do Estado venceu uma ação judicial contra o grupo J. H. Santos e Collares simplesmente mandou recolher tudo que havia nessa rede de lojas e levou tudo a leilão para que com isto pelo menos em parte fosse à sociedade ressarcida do que lhe deviam esses nada honrados empresários, pois ser empresário retendo os tributos no caixa e os usando como capital de giro sem a necessidade de pagar juro a bancos é muito confortável.
Desde então ninguém mais ousou detonar bandidos desse naipe, pois são estes mesmos bandidos que até a última eleição financiavam as campanhas eleitorais. Hoje isto não mais deve ocorrer com a mudança da legislação, mas ainda necessária a CPMF com a qual poderá a sociedade (estado) controlar as doações de campanha efetivamente.
Nada tenho nada contra a CPMF, pois não ganho nem perto de R$ 180.000,00 anualmente, salário mensal de diversos funcionários da Câmara Federal e assim como eles pago 27,5% de IR descontado na fonte.
Precisamos acabar com uma expressiva quantidade de coisas hoje inúteis como, por exemplo, o DAER que só é mantido para que cabos eleitorais ali fiquem engordando durante os quatro anos do mandato dos políticos e assim estarem prontos à próxima eleição.
Sartori para mim não passa de mais um incompetente até por que foi escudeiro do Britto quando esse partido começou sepultar o Rio Grande do Sul. Sartori é debochado e irritante. A esposa dele foi reeleita à AL, mas ele decidiu que ela deixasse de assumir a vaga para lá colocar um dos seus correligionários e deu a ela um confortável emprego com salário não menor do que R$ 20.000,00 parece-me que para a senhora estar sempre ao lado dele quando são tiradas fotografias.
Políticos são todos iguais, salvo raras e honrosas exceções como é o caso do Tiririca e do Reguffe, este senador pelo Distrito Federal. Dois pelos quais eu coloco a mão no fogo. Já os demais infelizmente não me são totalmente confiáveis embora certamente haja outros por certo como os dois que citei.
Precisamos uma mudança de pelo menos 350 graus em nossa sociedade ou vamos afundar antes mesmo de a vida se exaurir nesse já condenado planeta.

Praia de Xangri-Lá – Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

13/07/2014

Aécio leva mais uma bordoada. E não aprende.

Filed under: Aécio Neves,José Maria Marin,Oportunismo,Oposição — Gilmar Crestani @ 10:21 am
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JANIO DE FREITAS

Contra a ruína

Hoje a contratação de um jogador, por mais que ele ganhe, é engrandecida pelo que outros vão ganhar

Já está digerida e absorvida grande parte, talvez a maior, do choque emocional com a vergonheira oferecida pela seleção. Variados são os sinais em tal sentido. Desde a inundação de piadas a respeito até a quase nenhuma reação à indigna conduta de Felipão e de Carlos Alberto Parreira na entrevista conjunta, com as considerações que representaram, a um só tempo, descarados autoelogios e, mais do que desrespeito, deboche com a frustração sentida e doída no país todo.

Diante da pouca duração demonstrada pela ira de uns e pelo abatimento de outros, quem contava com o desastre da seleção como fator favorável aos oposicionistas, caso sobretudo dos aecistas, passa a ter agora a frustração que a derrota, lá no fundo, não lhes causou. Nos últimos dias, o próprio Aécio Neves tem proclamado: "O governo quis se aproveitar da Copa, agora vai pagar"; "quem tentou explorar a Copa eleitoralmente vai se dar mal".

Pobre Aécio, então. Foi o candidato que, enquanto a seleção avançava, vestiu a camisa do time, com o escudo comprometedor da CBF, assim se fez fotografar até com a mulher recém-parturiente e mandou para Redações suas fotos de exploração eleitoral da Copa e da seleção. Há bastante campanha, ainda, para suas declarações recuperarem o pudor.

Para os dirigentes do futebol brasileiro não há tal oportunidade. Nem mesmo com a esperada aprovação, prevista para os próximos dias, da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte (fiscal, no caso, refere-se às obrigações financeiras do esporte organizado com o Estado –impostos, INSS e outros). Em sua forma original, esse projeto do deputado cearense André Figueiredo dava aos clubes anistias a granel. Emendas do fluminense Otavio Leite e de outros deputados substituíram o calote consentido por até 25 anos para pagamento parcelado, e possível responsabilização judicial de dirigentes descumpridores das obrigações do acordo ou vindouras.

Já é um regramento dos clubes para uma dívida de bilhões, que ninguém sabe a quanto vão de fato: a contabilidade dos clubes não é confiável. Até porque fazê-la assim tem sido a primeira cobertura para a conexão entre cofres de clubes e enriquecimento de dirigentes. Mas o primeiro passo não impede a criação de mais endividamentos provenientes do grande problema do futebol: a grande corrupção.

Hoje, a contratação normal de um jogador é engrandecida, por mais que ele ganhe, pelo que outros vão ganhar, com menor ou maior dose de ilegitimidade. Quem propõe o negócio, quem o discute, quem o autoriza como presidente, ou diretor, ou superintendente, ou técnico, e os empresários e agentes são, em grande número, potenciais recebedores de altas importâncias. O grosso, por baixo da mesa e dos impostos. Salários de jogadores, feitas tais transações, também são passíveis de distribuição de quotas mensais.

Daí a incessante compra e venda de jogadores constatável nos clubes. Daí, também, os altos valores das transações em geral inconciliáveis com a qualidade do contratado. Do número e do valor das compras e vendas faz-se o rombo financeiro dos clubes, multiplica-se a exportação de jogadores e aprendizes, promissores ou não, e o futebol brasileiro se arruína.

Pelo que disse Dilma Rousseff, depreende-se que o governo descobriu, de uma só vez, o estado em que está o futebol brasileiro, por obra financeiramente oportunista de centenas ou milhares de dirigentes, e a importância do futebol para a significação internacional do país. Se a descoberta se destinar à busca de resultados, nenhum início seria mais eficiente do que o cerco –investigatório, legislativo e administrativo– do lado degradante dos negócios do futebol.

21/06/2014

Caras-de-pau!

zhnÉ impressionante a capacidade camaleônica da RBS. Encamparam e continuam endossando, como fiéis reprodutores dos conteúdos da Rede Globo, o mais canhestro dos ataques contra a realização da Copa. A obviedade vinda das ruas, com cidadãos felizes em compartilharem com as torcidas que aqui aportaram, em oposição ao diuturno ataque às políticas sociais. Até parece que o editorialista da Zero Hora não sabe que a RBS reproduz, todos os dias, sem qualquer objeção, tudo que o Globo faz. E como se também não soubéssemos que a RBS, em a$$oCIAção com Globo, Folha, Estadão & Abril, faz parte do Instituto Millenium.

O mea culpa da RBS é tão verdadeiro quanto a confissão da Globo de que errou ao apoiar a ditadura. Agora perguntem se a Rede Globo, mesmo admitindo que tenha sido um erro apoiar a ditadura, pediu perdão pelo que fez ou devolveu tudo o que roubou com o apoio dos ditadores?  A RBS admite que errou, mas como ela vai indenizar as pessoas que, por conta dos ataques desferidos pelos mafiosos deixaram de ser felizes, o prejuízo que causou aos lojistas que deixaram de investir devido aos constantes ataques desferidos pela RBS contra a Copa? E como se indeniza a felicidade perdida por quem comprou a versão da RBS e deixou de confraternizar porque estaria avalizando um erro do Brasil?

Quem é pior bandido, aquele que leva na mão leve a carteira do turista ou aquela que rouba o direito de ser feliz das porto-alegrenses?!

Ademais, a RBS não me convence que este mea culpa tardio, ditado pelo seu costumeiro oportunismo, não tenha a ver com a sua irrecuperável perda da credibilidade. Mas, como na fábula da rã e do escorpião, é da natureza da RBS atacar o que é bom para depois fincar o ferrão envenenado. Embarcar nesta onda para posar de honesta só convence seus financiadores ideológicos e alguns beócios da manada. A mim, não! A RBS é o que sempre foi e será, um grupo que nasceu com a ditadura, com ela se locupletou e vive, em parceria com seus financiadores ideológicos, de atacar os movimentos sociais.

Um "mea culpa" sobre a Copa do Mundo

Enviado por Nonato Amorim, sab, 21/06/2014 – 07:57 – Atualizado em 21/06/2014 – 08:03

Autor: Nonato Amorim

Chamo a atenção para o editorial da RBS sobre a Copa do Mundo, que circula também no Jornal de Santa Catarina, de Blumenau, e A Notícia, de Joinville, e acredito, em todos os jornais do grupo no Rio Grande do Sul.

É uma baita mea culpa sobre todo o estardalhaço que fizeram:

O Brasil venceu, antes do final da Copa, o maior de todos os desafios apresentados desde a escolha do país para sediar o Mundial. Está vencida a desconfiança com a capacidade de realização do evento, estimulada durante anos pelas previsões pessimistas que envolveram principalmente a gestão das obras. Já não valem mais nada os anúncios alarmistas, muitos dos quais sustentados categoricamente, sobre estádios que não ficariam prontos, o caos nos aeroportos e os transtornos com o transporte nas 12 cidades que acolhem os jogos. Entramos agora na segunda semana da competição, e alguns riscos e falhas permanecem, como os relacionados com questões pontuais das comunicações e outros detalhes da organização nos estádios. Mas as grandes interrogações estão desde já superadas. Um balanço parcial do que aconteceu até agora livra o país da ameaça de um fracasso, fomentado pelos que, sob o pretexto de alertar para nossas deficiências, torciam contra o próprio país. O negativismo misturou-se, desde 2007, quando do anúncio da escolha do Brasil, a críticas sensatas sobre a conveniência da realização do Mundial em meio a tantas carências em áreas essenciais. Discordâncias bem fundamentadas apontavam que deveríamos dar prioridade a outras demandas mais urgentes. Os pontos de vista conflitantes se defrontaram até agora, e muitos dos críticos ainda mantêm a certeza de que o governo brasileiro errou ao lutar, com organizações privadas, para que fôssemos sede do Mundial. Nada que não deva ser encarado como natural. O que passou dos limites foi a insistência com que setores contrariados passaram a desqualificar o próprio país, antecipando o fracasso do evento, pelos mais variados motivos. Não fracassamos, e finalmente o Brasil tem suas virtudes como organizador da Copa reconhecidas pelas delegações e pela imprensa internacional. The New York Times, Wall Street Journal e The Guardian, alguns dos mais respeitados jornais do mundo, passaram a observar que os visitantes convivem hoje apenas com falhas desculpáveis em eventos com essa grandeza. É esta visão do Exterior que, ao final da competição, oferecerá a todos a imagem do Brasil. A avaliação positiva não deve, no entanto, induzir ao engano de que todas as dúvidas suscitadas foram satisfatoriamente respondidas. O setor público ainda deve aos brasileiros informações esclarecedoras sobre a participação de recursos governamentais, para que a transparência passe a fazer parte dos aspectos a serem enfatizados. Também as previsões sobre possíveis transtornos com greves e protestos de rua não se confirmaram, e o que se vê, ao contrário, são as 12 cidades, sem maiores atropelos em seu dia a dia, orgulhosas como anfitriãs. Confirma-se assim, com a hospitalidade brasileira que os estrangeiros reconhecem e agradecem, uma qualidade que nunca foi posta em dúvida.

Um "mea culpa" sobre a Copa do Mundo | GGN

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