Ficha Corrida

10/11/2012

Ophir phede pra sair

Filed under: CANSEI,OAB,Ophir Cavalcanti — Gilmar Crestani @ 7:14 pm

Foram-se os tempos em que se tinha respeito pela OAB. Depois de Raimundo Faoro, a OAB perdeu uma vogal, A, de Advogado. Virou absorvente descartável. A OAB dos tempos ophíricos encampou todas as campanhas contra os projetos sociais. E perdeu o bonde de permitir que se auditasse as contas da OAB. Como nas pombas, de outro Raimundo, o Correa, vai-se mais um moralista do estilo Veja de ser. Os golpistas não sobrevivem à meia hora de sol. Fenecem ao toque de água e sabão. Não fosse um país de Cavalcantis (VEJA & Instituto Millenium) e de cavalgados (seus leitores) Jânio teria sido um só, e já teria sido muito. No entanto, a união dos mal intencionados com os mal informados dá nisso. Nem se precisaria saber que é um santo do pau oco, bastaria ter observado sua companhia. Quem anda de mãos dadas com a vanguarda do atraso não pode ser boa coisa mesmo. Conclusão: a VEJA tem o dom de se cercar de cafajestes! Ao entardecer as pombas voltam ao pombal, os varões da Veja às páginas cor de merda não voltam mais. Para ser a cara do CANSEI, só faltou o nariz de palhaço. Os impostores são exatamente os que criam impostômetro. Este fica por conta de seus seguidores.

Ano passado publiquei aqui:

O Ophir é Phoda, passou no Exame da Ordem!

O que distingue o homem dos animais é, como diria Jorge Furtado no Ilha das Flores, é o encontro do polegar com o indicador. Mas não para fazer o círculo de uso pessoal. É Ophir, cada um dá de si, com exceção do carrapato, o que tem de melhor.

Até parece preço de 1,99..

CANSEI, Ophir, phede pra sair!
Todo moralista, que enxerga só com um olho, os rabo dos outros, o faz para esquecer o próprio. E a turma com a qual anda não recomenda aproximação. Esse moralismo de cuecas, com batom, é indicativo. Foi buscar conselho com Serra, coitado, o ator da bolinha de papel. O cara que acusou Dilma de abortista não sabia que a própria esposa, que também acusara Dilma de matar criancinhas, tinha cometido aborto. Isso é ou não é coisa de placenta!?

Não phode, Ophir, phede pra sair!!!

Agora, mais esta:

Cavaleiro da ética, Ophir tem telhado de vidro

:

Autor de discursos moralistas, presidente da OAB, Ophir Cavalcante, comprova contradição de falas e atos ao se envolver em mais um escândalo, agora com a usina de Belo Monte; principal motivador das marchas contra a corrupção, advogado é alvo de ação na justiça por corrupção e improbidade por receber há 13 anos salário de R$ 20 mil sem exercer cargo

10 de Novembro de 2012 às 18:11

247 – Com certa destreza para criar discursos moralistas, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, é o típico exemplo do ditado "faça o que eu digo, não faça o que eu faço". Ao mesmo tempo em que incentiva a realização de marchas contra a corrupção pelo País e critica com veemência qualquer problema que prejudique o Brasil e a sociedade, o presidente da ordem demonstra ter teto de vidro ao se envolver em escândalos dignos de grandes revoltas.

O último deles envolve a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo deste sábado, 15 depois de a usina ter sido alvo em uma audiência pública na sede da OAB, em Brasília, o Consórcio Construtor Belo Monte, formado por nove empreiteiras, contratou o escritório de advocacia de Ophir Cavalcante para cuidar de uma ação sobre a ilegalidade de uma paralisação dos operários.

O advogado defende a legalidade do contrato com o empreendimento sobre o qual, até então, só havia disparado intensas críticas. Em seus discursos sobre o assunto, Ophir sempre defendeu a inclusão da socidade civil na fiscalização e monitoramento das obras. Em 2011, ele chegou a defender que a construção fosse paralisada até que se cumprissem "as condicionantes" para a execução do projeto.

Outro exemplo que comprova a fragilidade de sua moral diante da organização que representa os advogados do País é a denúncia de que ele recebe uma licença remunerada de R$ 20 mil mensais como procurador federal no Pará, há 13 anos, quando se afastou do cargo. Em dezembro de 2011, na última reunião da ordem, Ophir recebeu uma representação oferecida por advogados paraenses, pela qual é acusado de corrupção e improbidade administrativa por ser funcionário fantasma da Universidade Federal do Pará e da procuradoria do Estado.

Num artigo publicado em março deste ano, o jornalista Elio Gaspari ironizou a contradição num discurso do advogado de agosto de 2011, quando Tribunal Regional Federal permitiu que o Senado pagasse salários acima do teto constitucional de R$ 26.723. À época, ele disse, conforme cita Gaspari: "O correto para o gestor público é que efetue o corte pelo teto e que as pessoas que se sentirem prejudicadas procurem o Judiciário, e não o contrário".

"Em tese, os vencimentos dos procuradores do Pará deveriam ficar abaixo de um teto de R$ 24.117. Seu "comprovante de pagamento" de janeiro passado informa que teve um salário bruto de R$ 29.800,59", escreveu o jornalista. Mais uma vez, portanto, o representante dos advogados diz uma coisa, enquanto faz outra. Em janeiro deste ano, Ophir defendeu que as "denúncias não passam de calúnias" e atacou o autor da representação, o senador Jarbas Vasconcelos, de ter criado um "factóide". A verdade é que, depois de comprovada a contradição de seus dicursos com seus atos, o cavaleiro da ética já passou do tempo à frente da OAB.

Cavaleiro da ética, Ophir tem telhado de vidro | Brasil 24/7

13/12/2011

CANSEI, Ophir, phede pra sair!

Filed under: Ophir Cavalcanti — Gilmar Crestani @ 7:07 am

Todo moralista, que enxerga só com um olho, os rabo dos outros, o faz para esquecer o próprio. E a turma com a qual anda não recomenda aproximação. Esse moralismo de cuecas, com batom, é indicativo. Foi buscar conselho com Serra, coitado, o ator da bolinha de papel. O cara que acusou Dilma de abortista não sabia que a própria esposa, que também acusara Dilma de matar criancinhas, tinha cometido aborto. Isso é ou não é coisa de placenta!?

Não phode, Ophir, phede pra saír!!!

Advogados pedem o afastamento do presidente nacional da OAB
(12.12.11)

Uma comitiva de advogados do Estado do Pará protocolou hoje (12) representação no Conselho Federal da OAB contra o presidente nacional da entidade, Ophir Cavalcante.
Um grupo, liderado por Jarbas Vasconcelos, presidente eleito e afastado da OAB do Pará, acusa Ophir de corrupção e improbidade. Também foram apresentados pedidos de afastamento do vice-presidente Alberto de Paula Machado e da secretária adjunta Marcia Regina Machado Melare.
A representação também é assinada por Alberto Antônio de Albuquerque Campos, vice-presidente da OAB-PA, que está no exercício da presidência da Seccional paraense.
Numa das ações noticiadas no pedido de afastamento de Ophir Cavalcante, ele é acusado de receber, há mais de 13 anos, vencimentos mensais de, atualmente, R$ 20 mil, como procurador do Estado do Pará, sem prestar serviços ao ente estatal. Pelos cálculos levados ao Conselho Federal, o dano ao erário estadual atinge atualmente quase R$ 1,5 milhão.
Ophir também é acusado de atender particulares para advogar contra os interesses do Estádo do Pará. A conduta é tipificada como patrocínio infiel.
Contraponto
A assessoria da presidência do CF-OAB informou que Ophir participa normalmente da sessão ordinária do Conselho (é a última do ano) e que só após seu encerramento se manifestará sobre o assunto.
Veja como o Espaço Vital revelou os antecedentes do caso.
1. Intervenção na Seccional da OAB paraense.
2. Pagamento indevido de salários a Ophir Cavalcante.

ESPAÇO VITAL – advogados-pedem-afastamento-do-presidente-nacional-oab

15/11/2011

As bombas do CANSEI

Filed under: OAB,Ophir Cavalcanti — Gilmar Crestani @ 9:31 am
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janioquadrosAo contrário das Pombas do Raimundo Correa, as bombas do CANSEI não voltam mais. O suprassumo da hipocrisia, dos fiéis seguidores de Jânio Quadros, como todo movimento da direita, só esconde depravação. Mas temos de agradecer a eles. É através desses arremedos golpistas que conhecemos o caráter dos hipócritas, é a forma com que saem do armário. Desde os tempos de seminarista sei que por trás de todo ferrenho moralista se esconde o pior fariseu.

“Também dos corações onde abotoam
Os sonhos, um a um, céleres voam,
Como voam as pombas dos pombais;
No azul da adolescência as asas soltam,
Fogem… Mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais.”

Ação civil pública contra o presidente nacional da OaB
O homem do "outrossim"!

O presidente nacional da OAB, Ophir Filgueiras Cavalcante Júnior, é acusado – em ação civil pública – de receber licença remunerada indevida de R$ 20 mil mensais do Estado do Pará. A ação foi ajuizada no dia 11 deste mês por dois advogados paraenses (Eduardo Imbiriba de Castro e João Batista Vieira dos Anjos) em meio a uma crise entre a OAB nacional e a seccional do Pará, que está sob intervenção.
Eduardo é conselheiro da Seccional da OAB-PA. A petição inicial é assinada, em causa própria, pelos dois profissionais da Advocacia que são os autores.  A ação foi distribuída à 1ª Vara da Fazenda Pública de Belém (PA). O réu ainda não foi citado.
Segundo a petição, Ophir Cavalcante, que é paraense, está em licença remunerada do Estado do Pará há 13 anos – o que não seria permitido pela legislação estadual -, mas advoga para clientes privados e empresas estatais. Os autores querem a condenação de Ophir para que "devolva ao Estado os benefícios acumulados, que somam cerca de R$ 1,5 milhão".  (Proc. nº 0039528-64.2011.814.0301).
Para entender o caso
* Ophir Cavalcante é procurador – concursado – do Estado do Pará. De acordo com a petição inicial, ele tirou a primeira licença remunerada em fevereiro de 1998 para ser vice-presidente da OAB-PA. Em 2001, elegeu-se presidente da seccional, e a Procuradoria prorrogou o benefício por mais três anos. Reeleito em 2004, a licença remunerada foi renovada.
* Nova licença em 2007, quando Cavalcante se elegeu conselheiro federal da OAB, e outra vez em 2010, quando se tornou presidente nacional da entidade.
* Segundo os autores da ação, uma lei estadual autoriza o benefício para mandatos em sindicatos, associações de classe, federações e confederações da classe dos procuradores do Estado. Alegam que "a OAB não é órgão de representação classista dos procuradores". Além disso, a lei só permitiria uma prorrogação do benefício.
* Em 23 de outubro, o Conselho Federal da OAB afastou o presidente e os quatro membros da diretoria da OAB do Pará, após acusações sobre a venda irregular de terreno da entidade em Altamira.
Contraponto
Ophir Cavalcante foi ouvido no sábado (11) pela Folha de S. Paulo, no Rio de Janeiro.
Ele afirmou que "é legal a licença remunerada que recebe como procurador do Estado do Pará".
Segundo ele, até 2002, o benefício foi autorizado pelo procurador-geral do Estado em exercício e, a partir daí, pelo Conselho Superior da Procuradoria do Estado.
Ophir sustenta que "a OAB é também uma entidade classista, o que me permite receber a licença; outrossim, o limite de uma prorrogação não se aplica para cargos diferentes".
O presidente nacional da OAB diz que "não pode prescindir do pagamento, de cerca de R$ 20 mil mensais, porque seu cargo na OAB não é remunerado". Disse ainda que seu escritório de Advocacia é legal, "desde que não atue contra o Estado do Pará".
Para Cavalcante, a ação é consequência da intervenção na Seccional do Pará, embora ele tenha se declarado impedido para votar na sessão que aprovou a medida.
Disse que resistiu a pressões e ameaças para impedir a intervenção na seccional. "Ameaçaram tornar público o recebimento da licença remunerada. Não tenho o que temer. A OAB não pode varrer a sujeira para baixo do tapete" – afirmou.

ESPAÇO VITAL – acao-civil-publica-contra-presidente-nacional-oab

14/11/2011

O Ophir é Phoda, passou no Exame da Ordem!

Filed under: CANSEI,OAB,Ophir Cavalcanti — Gilmar Crestani @ 10:58 am
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O que distingue o homem dos animais é, como diria Jorge Furtado no Ilha das Flores, é o encontro do polegar com o indicador. Mas não para fazer o círculo de uso pessoal. É Ophir, cada um dá de si, com exceção do carrapato, o que tem de melhor.

Até parece preço de 1,99..

Presidente da OAB acusado de receber $$$ ilegal

Ophir, uma perda irreparável

Saiu na Folha:

Presidente da OAB é acusado de receber R$ 1,5 mi em salário ilegal
Ação pede retorno de licença remunerada paga pelo Pará por 13 anos
ELVIRA LOBATO
DO RIO
O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Filgueiras Cavalcante Júnior, é acusado de receber licença remunerada indevida de R$ 20 mil mensais do Estado do Pará.
A ação civil pública foi proposta na semana passada por dois advogados paraenses em meio a uma crise entre a OAB nacional e a seccional do Pará, que está sob intervenção.
Um dos autores da ação, Eduardo Imbiriba de Castro, é conselheiro da seccional.
Segundo os acusadores, Ophir Cavalcante, que é paraense, está em licença remunerada do Estado há 13 anos -o que não seria permitido pela legislação estadual-, mas advoga para clientes privados e empresas estatais.
Eles querem que Cavalcante devolva ao Estado os benefícios acumulados, que somariam cerca de R$ 1,5 milhão.
Cavalcante é procurador do Estado do Pará. De acordo com os autores da ação, ele tirou a primeira licença remunerada em fevereiro de 1998 para ser vice-presidente da OAB-PA.
Em 2001, elegeu-se presidente da seccional, e a Procuradoria prorrogou o benefício por mais três anos. Reeleito em 2004, a licença remunerada foi renovada.
O fato se repetiu em 2007, quando Cavalcante se elegeu diretor do Conselho Federal da OAB, e outra vez em 2010, quando se tornou presidente nacional da entidade.
Segundo os autores da ação, a lei autoriza o benefício para mandatos em sindicatos, associações de classe, federações e confederações. Alegam que a OAB não é órgão de representação classista dos procuradores. Além disso, a lei só permitiria uma prorrogação do benefício.
INTERVENÇÃO
Em 23 de outubro, o Conselho Federal da OAB afastou o presidente e os quatro membros da diretoria da seccional do Pará após acusações sobre a venda irregular de terreno da OAB em Altamira.

Navalha

O PiG (*) acaba de perder um quadro valiosíssimo.

O Dr Ophir falava qualquer coisa – que se encaixava direitinho no que o PiG (*) queria.

Um Varão de Plutarco.

E dizer que Raymundo Faoro ja foi presidente da OAB.

Diria Cícero: o tempora o mores !

Viva o Brasil !

Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Presidente da OAB acusado de receber $$$ ilegal | Conversa Afiada

13/11/2011

Presidente da OaB passou no Exame da des’Ordem

Filed under: Exame da Ordem,OAB,Ophir Cavalcanti — Gilmar Crestani @ 11:16 am
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Presidente da OAB, que organiza “marcha contra corrupção” é acusado de receber R$ 1,5 mi em salário ilegal

O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Filgueiras Cavalcante Júnior, aparece constantemente nas câmeras de TVs discursando contra a corrupção, ou entregando documentos contra políticos no STF, pede impeachment de prefeito, e também foi um dos idealizadores  da "Marcha contra a corrupção" em setembro deste ano.No entanto,  notícia publicado na Folha deste domingo, mostra que Ophir Filgueiras, também tem laços e participa da corrupção que ele diz combater.

Presidente da OAB é acusado de receber R$ 1,5 mi em salário ilegal
Ação pede retorno de licença remunerada paga pelo Pará por 13 anos
ELVIRA LOBATO
DO RIO

O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Filgueiras Cavalcante Júnior, é acusado de receber licença remunerada indevida de R$ 20 mil mensais do Estado do Pará.A ação civil pública foi proposta na semana passada por dois advogados paraenses em meio a uma crise entre a OAB nacional e a seccional do Pará, que está sob intervenção.

Um dos autores da ação, Eduardo Imbiriba de Castro, é conselheiro da seccional.Segundo os acusadores, Ophir Cavalcante, que é paraense, está em licença remunerada do Estado há 13 anos -o que não seria permitido pela legislação estadual-, mas advoga para clientes privados e empresas estatais.Eles querem que Cavalcante devolva ao Estado os benefícios acumulados, que somariam cerca de R$ 1,5 milhão.

Cavalcante é procurador do Estado do Pará. De acordo com os autores da ação, ele tirou a primeira licença remunerada em fevereiro de 1998 para ser vice-presidente da OAB-PA.

Em 2001, elegeu-se presidente da seccional, e a Procuradoria prorrogou o benefício por mais três anos. Reeleito em 2004, a licença remunerada foi renovada.O fato se repetiu em 2007, quando Cavalcante se elegeu diretor do Conselho Federal da OAB, e outra vez em 2010, quando se tornou presidente nacional da entidade.Segundo os autores da ação, a lei autoriza o benefício para mandatos em sindicatos, associações de classe, federações e confederações. Alegam que a OAB não é órgão de representação classista dos procuradores. Além disso, a lei só permitiria uma prorrogação do benefício.

INTERVENÇÃO

Em 23 de outubro, o Conselho Federal da OAB afastou o presidente e os quatro membros da diretoria da seccional do Pará após acusações sobre a venda irregular de terreno da OAB em Altamira.

Os Amigos do Presidente Lula

10/09/2011

No CANSEI até o cabelo é falso

Filed under: CANSEI,OAB,Ophir Cavalcanti — Gilmar Crestani @ 7:54 pm

Até os cabelos do presidente da OAB são falsos. Nestas marchas convocadas pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium poucos são os Cavalcanti mas muitos os cavalgados.

Kotscho desmascara marchadeiros do Cansei

    Publicado em 10/09/2011

Ophir: ah, que saudades do Faoro !

O Conversa Afiada reproduz texto do blog do Miro e do Balaio do Kotscho

Protesto chique e o fracasso do Cansei
Eles não aprendem e não desistem. Derrotados três vezes nas eleições presidenciais, os valentes da fina flor paulistana foram de novo às ruas para protestar “contra tudo o que está aí”. Desta vez, o álibi foi a Marcha Contra a Corrupção organizada nas redes sociais em várias regiões do país.
Em São Paulo, apesar dos esforços de alguns blogueiros histéricos, o protesto fracassou: segundo a Policia Militar, apenas 500 pessoas se animaram a sair de casa neste belo feriado de 7 de setembro com muito sol para ir à avenida Paulista levantar cartazes contra a corrupção.
A personalidade mais conhecida identificada pela imprensa foi a socialite Rosangela Lyra, sogra do jogador Kaká e representante da Dior no Brasil.
Era a mesma turma chique do “Cansei”, um “movimento cívico” criado em julho de 2007, para protestar contra o “caos aéreo”, pelo presidente da OAB paulista, Luís Flávio Borges D´Urso, agora pré-candidato do PTB de Roberto Jefferson a prefeito de São Paulo, mas nem ele foi visto hoje na avenida Paulista.
De outro líder do “Cansei”, o executivo Paulo Zotollo, ex-presidente da Phillips, não se ouviu mais falar. Na época, ele causou um enorme dano para a imagem da empresa ao declarar em entrevista ao jornal “Valor”:
“Não se pode pensar que o país é um Piauí, no sentido de que tanto faz como tanto fez. Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado”.
O Piauí ainda existe, virou até nome de revista, vai bem, cresce e seu povo está melhorando de vida, ao contrário do infeliz executivo que apenas vocalizou o que pensava boa parte da elite paulistana sobre os nordestinos, quando o presidente do país era o pernambucano Lula.
A direção nacional OAB nacional na época, que ainda não era dominada por tipos como Ophir Cavalcante (quem?), o novo Álvaro Dias predileto da mídia, decidiu não participar do movimento e criticou a sessão paulista da entidade.
O então presidente da OAB-RJ, Wadih Dammus, resumiu do que se tratava. “O Cansei é um movimento de fundo golpista, estreito e que só conta com a participação de setores e personalidades das classes sociais mais abastadas de São Paulo”.
Foi o que se viu no 7 de setembro de protestos na avenida Paulista. São os mesmos. Só mudou o mote.
Em tempo (atualizado às 19h12):
No final da tarde desta quarta-feira, 7 de setembro de 2011, os números sobre o tamanho das manifestações em São Paulo variavam nos portais da grande mídia, que ajudaram a promover os protestos na avenida Paulista.
Segundo a “Veja”, em nova manifestação promovida à tarde, no mesmo local, havia entre 2 e 4 mil pessoas no protesto, dependendo do informante e do blogueiro.
No portal da “Folha”, o maior jornal do país, a multidão de protestantes chegou ao máximo de 700 manifestantes, em seus diferentes informes ao longo do dia.
Até o final da tarde, segundo o portal do “Estadão”, um dos mais empenhados promotores das manifestações na avenida Paulista, em nenhum momento, até as 19 horas, o protesto passou de 500 participantes.
Seja como for, foi bem menos gente do que o registrado na maior manifestação do fracassado “Cansei”, promovida no dia 17 de agosto de 2007, na praça da Sé, em São Paulo, com o apoio da Febraban (a federação dos bancos) e da Abert ( a associação das grandes emissoras de televisão), entre outras mais de 60 entidades da “sociedade civil organizada”.
Segundo a Polícia Militar, havia 5 mil pessoas naquele dia em São Paulo protestando contra o “caos aéreo” do governo Lula e outras mazelas nacionais.
A grande imprensa brasileira, que se uniu para promover o golpe militar de 1964 e eleger Fernando Collor em 1989, parece ter perdido seu poder de mobilização. E seus blogueiros, colunistas e editores amestrados continuam latindo para cada vez menos gente.

Kotscho desmascara marchadeiros do Cansei | Conversa Afiada

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