Ficha Corrida

25/03/2015

Adoradores do DEMo!

Onyx Lorenzoni e AGripino MaiaA informação de que, finalmente, Agripino Maia virou réu não ocupa capa dos jornais dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. O Jornal Nacional não dedica um segundo para jogar todo o partido na lama como rotineiramente faz com o PT. Verifiquei as capas dos jornais gaúchos e o silêncio é ensurdecedor. Como na música do Língua de Trapo, no DEMo tudo pode, pode cocaína, pó de guaraná…

São da mesma estirpe de um Demóstenes Torres, de um Ronaldo Caiado, de um Hildebrando Pascoal.

Agripino Maia presidente tinha Onyx Lorenzoni de secretário. Onde um larápio ia, o outro ia atrás. Do Oiapoque ao Chuí, do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte, Onyx seguia, um passo atrás, seu Agripino. No entanto, esta relação incestuosa não causa coceira no jornalismo de aluguel à moda gaúcha. Os reis do Macarthismo Gaudério têm livre trânsito nas diversas tribunas do Coronelismo Eletrônico guasca para proferirem seu moralismo de bordel. Todos os microfones se abrem para proferirem as piores manifestações de ódio. Se há um bem nisso, é que as pessoas inteligentes descobrem logo que são possuidores de um déficit civilizatório atroz. O ódio é a única herança que distribuem aos gaúchos.

Esperava que trouxessem a palavra dos paladinos da moralidade do pampa, como Onyx Lorenzoni. Nunca acreditei em nenhuma só palavra dita por Onyx Lorenzoni.  O critério de aferição é muito simples. Se elas vem embaladas pelos jornais que nasceram e cresceram com a ditadura. Se formos ver quem espalha comportamento nazi-fascistas, com o dedo apontado para as feridas alheias para esconder as moscas varejeras do meio onde vivem, sempre tem alguém do DEMo. No RS não há nada mais hipócrita que Onyx Lorenzoni.

Fosse o Presidente do PT, hoje os comentaristas esportivos, os narradores e os repórteres de campo dariam um jeito de relacionar qualquer falta ao PT. Como é de um partido da base de apoio dos grupos mafiomidiáticos, o DEM tem licença para roubar. As cinco irmãs(Folha, Estadão, Veja, RBS & Globo) são adoradoras do DEMo!

Não é um comentário contra as denúncias de corrupção no PT ou no Governo Federal. Trata-se de exigir o mesmo tratamento. Não me serve a criminalização de um partido para eliminar a concorrência. As críticas da Rede Globo contra o Governo Federal e o PT é mera disputa pelo monopólio da corrupção. Não há nenhuma outra entidade com histórico de corrupção mais rico do que o ostentado pela Rede Globo. A única diferença é que ela detém o monopólio de dizer o que e quem é corrupto. Ela jamais vai tratar da forma como foi construída, jamais vai falar da proibição do Muito Além do Cidadão Kane, do Escândalo da Proconsult, do manipulação do debate entre Lula e Collor. E da sonegação milionária.  A agenCIA internacional de notícias Reuters também aplica em relação ao pior presidente que este país já teve, FHC, a lei Rubens Ricúpero: o que é bom para FHC eles mostram, o que é ruim eles escondem. Em relação ao PT, Dilma e Lula fazem exatamente o contrário. É disso que se trata quando se chama de grupos mafiosos e não grupos de informação.

27/11/2013

O que eles escondem embaixo da bandeira?

Jogo dos sete erros: Adivinhe quem está com a mão na bunda do Onix? E o que o anão faz de tão engraçado que faz Vieirinha soltar as pregas? Adivinha quem não saiu na foto?

Eu ainda lembro o que vocês fizeram no golpe da CPI da Segurança! Coincidência, Vieirinha é apenas mais um candidato da RBS. A outra é a Ana Ameba, e senador a RBS já tem as pampas.

 

PDT gaúcho se reúne com sete partidos para definir alianças para 2014

| Foto: Paulo Dias/Divulgação DEM

O deputado federal e pré-candidato do PDT ao Piratini, Vieira da Cunha (PDT), se reuniu, na manhã desta sexta-feira (26), com representantes de sete partidos políticos para discutir um projeto de governo para o Rio Grande do Sul | Foto: Paulo Dias/Divulgação DEM

Nícolas Pasinato

O deputado federal e pré-candidato do PDT ao Piratini, Vieira da Cunha (PDT), se reuniu, na manhã desta sexta-feira (26), com representantes de sete partidos políticos para discutir um projeto de governo para o Rio Grande do Sul. Na ocasião, foi assinado um manifesto por seis das sete legendas presentes classificado como um documento de “parceria pelo desenvolvimento do Rio Grande do Sul”. Assinaram PDT, PSD, PSC, DEM, PR e PPS. O Partido Verde foi único que não subscreveu o documento.

Os partidos que assinaram o manifesto possuem juntos 150 deputados federais na Câmara. Incluindo o PV o número subiria para 159. Esse índice é relevante, pois dois terços do espaço da propaganda eleitoral de TV e rádio é calculado, proporcionalmente ao número de representantes na Câmara dos Deputados, considerado, no caso de coligação, o resultado da soma do número de representantes de todos os partidos que a integram. “Caso confirmada essas alianças, dificilmente esse tempo será superado”, prevê Vieira da Cunha.

Porém, ele ressalta que não existe ainda um anúncio de aliança para 2014. “É um anúncio de uma parceria pelo desenvolvimento do Rio Grande. Essa parceria vai ou não se tornar uma coligação dependendo dos fatos políticos e outras questões que o futuro irá dizer”, destaca.

Para Vieira, o encontro também simboliza uma resposta para lideranças do PDT, que defendem a permanência do partido na coalizão liderada pelo PT para a reeleição do governador Tarso Genro. “Demonstra que há abertura de várias forças políticas partidárias para um projeto alternativo para o Rio Grande do Sul. Desmente a afirmação que estaríamos isolados na corrida para o Palácio Piratini”, disse.

O empresário gaúcho José Paulo Cairoli, presidente estadual do PSD, ressaltou que foi construída uma agenda de convergência sobre os grandes problemas do estado para que eles possam ser inseridos dentro de um programa de governo. O presidente estadual do PR, Cajar Nardes, afirmou que o grupo de partidos presentes querem um estado mais eficiente. “Temos uma sociedade digital e queremos um estado digital e não um estado analógico como o de hoje. Qualquer cidadão, se perguntado, diria que o governo deixa a desejar nos serviços prestados”, afirmou Nardes.

Sérgio Stasinski, do PV, esclareceu que não assinou o documento em função do partido não ter discutido em profundidade o assunto. Por outro lado, destacou como positiva a possibilidade da candidatura de Vieira da Cunha como alternativa para o Estado. “Precisamos rediscutir também o Pacto Federativo, onde os estados e os municípios ficam com quase todos os serviços e a União com quase toda arrecadação. Temos de distribuir isso”, acrescentou.

O presidente estadual do DEM, Onyx Lorenzoni, classificou a candidatura de Vieira como uma “possibilidade de construção de um projeto de recuperação do Rio Grande do Sul”. “Os desafios para os próximos anos são intransponíveis. Para isso, esse grupo convida outras agregações políticas e a sociedade gaúcha organizada para fazer parte dessa discussão”, declarou.

Segundo ele, o estado necessita de um melhor nível de segurança, infraestrutura, saúde e educação. “As pesquisas mostram que o Rio Grande do Sul quer mudar e nós estamos dispostos a construir um projeto sério e sem empreguismo para botar a companheirada para trabalhar como o atual governo faz”, defendeu.

Sérgio Ramos, do PPS, disse que o seu partido concorda que o Estado passa por uma profunda crise e que é necessário construir políticas que possam perseverar no tempo. O presidente do PSC, Moisés Rangel, também lamentou a gestão financeira do atual governo e disse que o seu partido quer contribuir para reverter esse quadro. “Não concordo que o Rio Grande do Sul seja ingovernável. É necessário mudar os rumos do governo”, avaliou.

Confira o documento assinado pelos partidos na íntegra

“Manifesto ao Rio Grande

Ao aproximar-se o período de definições em relação às Eleições Gerais de 2014, os partidos signatários deste Manifesto, por suas lideranças, convidam uma reflexão.

Considerando a necessidade que tem o Rio Grande do Sul de uma gestão pública que enfrente de forma eficaz os problemas que tornaram ineficiente a prestação de serviços de responsabilidade do Estado;

considerando que a crise de gestão é percebida no preocupante e crescente endividamento do Estado e na incapacidade de gerar novas receitas, o que impede o Governo de cumprir sua função de promover o desenvolvimento e garantir o bem-estar ao povo gaúcho;

considerando que a falta de investimentos em áreas vitais de responsabilidade do Estado compromete o presente e o futuro da sociedade Rio-grandense;

considerando a necessidade de uma alternativa a esse inaceitável contexto, incompatível com o papel de vanguarda que o Rio Grande do Sul sempre desempenhou na Federação brasileira,

as agremiações subscreventes e suas lideranças anunciam publicamente a sua disposição de firmar parceria pelo desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Sul e convidam as demais forças políticas e a sociedade Rio-grandense a somarem esforços na construção de um projeto que resgate a governabilidade, a confiança, a autoestima e a esperança do povo gaúcho em um futuro melhor para todos os filhos e filhas desta terra”.

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