Ficha Corrida

01/08/2016

Operadores de direita não querem acabar com a pobreza, mas com os pobres

A política até pode ter atraído muito político podre, mas a consolidação da quadrilha instalada no poder (Eduardo CUnha, Michel Temer, Eliseu Padilha & José Tarja Preta Serra) foi um processo que contou com a participação decisiva do MPF e STF. Alguns operadores de direito operaram a esquerda e planificaram o atalho para a instalação da cleptocracia. Nunca antes na história do Brasil houve um consenso no sentido de consolidar o golpe paraguaio. Para os golpistas, “as instituições públicas estão funcionando”.

Os perseguidores de Lula acusam-no de ter conhecimento de tudo pelo simples fato de ter sido Presidente quando alguns dos fatos aconteceram. Nesta lógica, os fatos acontecidos sob FHC não teriam de lhe ser imputados? E, o mais incrível, Lula teria de saber, mas então porque  foi considerado normal que Zezé Perrella nada soubesse a respeito de seu heliPÓptero que traficava 450 kg de cocaína!? Se Lula teria de saber de Cerveró, porque o dono do Estadão não teria de saber que Pimenta Neves, Diretor de Redação do Estadão, assediava moral e sexualmente Sandra Gomide, a ponto de vir assassina-la pelas costas?!  Então quer dizer que Michel Temer não sabia de nada de suas viagens nababescas com dinheiro público? Que não sabia o que fazia Romero Jucá, José Sarney & Eduado CUnha? Por que só Lula precisaria saber?!

Há um dado muito simples para desmascarar o golpe paraguaio made in Brasil: Lula vem sendo caçado desde que tomou posse. E a única ação acolhida, até agora, é de obstrução da Justiça, exatamente por quem já foi acusado, na Operação Zelotes, de obstruir a justiça. Caçar Lula é só um forma de limpar o caminho para cleptocracia atuar sem qualquer oposição. Lula só é culpado pela abstinência eleitoral da direita golpista e parasita.

De repente, para justificar uma obsessão da plutocracia,  a nossa Constituição incorporou mais uma cláusula pétrea: “A tentativa do perseguido de escapar da obsessão persecutória será considerada obstrução da justiça”.

Não por acaso o Ministro Marco Aurélio defende, com base na Constituição, que a liberdade é direito natural do ser humano e a obstrução ao constrangimento nitidamente ilegal, ainda que não esteja inscrita em lei positiva, é imanente dos direitos da cidadania brasileira.

No caso Brasileiro, a perseguição ao grande molusco mostra uma obsessão doentia na medida em que contrasta com a liberdade de outros personagem, com materialidade abundante, como é o caso do Eduardo CUnha, e até mesmo do Aécio Neves, o primeiro a ser comido. Se é verdade que ambos têm foro privilegiado, também é verdade que Delcídio Amaral também tinha. E ainda que houvesse uma justificativa aí, quais são as justificativas para o faz de conta em relação à Andrea Neves e à Cláudia Cruz?!

O Xadrez da dívida pública e a camarilha dos 6

O Xadrez da dívida pública e a camarilha dos 6

dom, 31/07/2016 – 23:39 – Atualizado em 31/07/2016 – 23:40-Luis Nassif

Na semana passada, o economista turco-americano Dani Rodrik traçou o roteiro do fracasso da socialdemocracia no mundo, mesmo após a maior crise do neoliberalismo: a socialdemocracia se deixou levar pela ideologia mercadista, por não ter procurado estabelecer limnites ao livre fluxo de capitais.

Historicamente, o ponto central dos problemas brasileiros sempre foi o livre fluxo de capitais amarrado a uma política de endividamento público muito mais focada em remunerar o capital financeiro do que em trazer investimentos.

Não é por outro motivo que os momentos de crescimento brasileiro foram nos anos 30, quando a quebra externa obrigou o governo a impedir a livre circulação de capitais, e no período pós-Guerra, com os controles cambiais criados pelo acordo de Bretton Woods.

Não há na história econômica moderna exemplo mais acabado de expropriação da riqueza do país para um grupo específico do que o que vem ocorrendo com o Brasil nos últimos 22 anos. Se algum economista se der ao trabalho de calcular o que foi pago de juros da dívida pública desde o Plano Real até hoje, daria para cobrir o país de norte a sul com infraestrutura de primeiro mundo.

Peça 1 – Como ganhar com câmbio e juros

Do Plano Real até os dias atuais, a expropriação do orçamento se deu por dois caminhos: a política monetária interna, de juros extorsivos, amarrando a política monetária do Banco Central (destinada a controlar a liquidez do sistema) ao mercado de dívida pública; o segundo caminho foi o livre fluxo de capitais.

Do Real até hoje, passando pelos governos FHC, Lula e Dilma, criou-se a seguinte dinâmica:

1.     Liberam-se os fluxos cambiais e mantém-se a taxa interna de juros superior à internacional. Com isso, há um excesso de entrada de dólares pretendendo lucrar com o diferencial de taxas de juros.

2.     O excesso de entrada de dólares promove uma apreciação do câmbio tirando a competitividade dos produtos brasileiros. O país é inundado por excesso de importações e de gastos com serviços.

3.     Na medida em que há uma deterioração do balanço de pagamentos, ocorre uma corrida final, de dólares saindo do país, promovendo uma maxidesvalorização do real. Quem entrou na baixa vende na alta e pula fora, aguardando o momento de voltar.

4.     Com a maxi, as contas externas começam a se equilibrar. Há impactos sobre a inflação que servem de álibi para o aumento expressivo das taxas de juros. Pela lógica brasileira, a taxa futura de juros sempre tem que ser substancialmente maior do que a inflação esperada.

5.     Com as contas externos se equilibrando e os juros aumentando, voltam os fluxos de dólares ao país e retorna-se à ciranda anterior do capital voltando para ganhar com juros e com nova rodada de apreciação cambial. Confira as contas:

Tome-se o exemplo acima. Calcula-se a rentabilidade de um investimento comparando os juros recebidos com o capital investido. No modelo brasileiro, não há capital investido: o especulador simplesmente capta dinheiro no exterior, a taxas próximas de zero, e aplica na Selic a taxas de 14,15%. Portanto, a rentabilidade é infinita.

No exemplo acima, o investidor tomou um crédito em dólares, pagando 1% ao ano. Converteu em reais, com a cotação a R$ 3,80. Aplicou em títulos do Tesouro remunerados por 14,15%. Um ano depois resgatou os títulos, converteu em dólares, com a cotação a R$ 3,40, remeteu o dinheiro para fora, quitou o financiamento e obteve um lucro equivalente a 27% do valor financiado.

Quem paga esse ganho? O orçamento público, o mesmo caixa único que garante salários de procuradores, juízes, gastos com saúde, educação.

Não existe lógica financeira, macroeconômica que possa legitimar essa operação.

Peça 2 – como expropriar o orçamento

Desde o início da internacionalização dos capitais, a dívida pública (ou soberana) se constituiu em um dos terrenos preferenciais de atuação dos bancos internacionais. No início do século, um chanceler argentino chegou a propor uma moção autorizando países credores a invadir devedores em caso de calote. E contou com o voto a favor de Ruy Barbosa, um sócio da banca londrina.

A própria criação do FED, como instituição privada, visou consolidar essa prioridade. E, mesmo não logrando emplacar o livre fluxo de capitais em Bretton Woods, a banca conseguiu criar modelos que minimizassem os riscos soberanos.

Em qualquer livro-texto, defende-se a dívida pública como um instrumento para investimentos públicos que terão como efeito aumentar a eficiência estrutural da economia ou reativar economias combalidas.

No caso brasileiro, desde o Plano Real a dívida pública serviu apenas para alimentar a dívida pública. Não há paralelo de um saque tão continuado sobre o orçamento público como o que ocorreu nesse período.

No governo FHC, a relação dívida/PIB saiu de menos de 20% para quase 70%, mesmo com a privatização em massa e sem ter acrescentado um torno a mais no parque industrial ou na infraestrutura brasileira.

Com Lula e Dilma, a mesma coisa, um enorme esforço para trazer a relação dívida/PIB para patamares mais civilizados, a criação de um colchão de reservas cambiais, apenas para diluir o risco dos investidores e não ter que mexer na livre circulação de capitais.

Peça 3 – a falsa ciência legitimando o jogo

Há um conjunto de condições necessárias para o desenvolvimento de um país: investimentos em educação, saúde, melhoria de renda, em inovação, em financiamento e assim por diante.

Algumas políticas sugerem menos Estado; outra defendem mais participação do Estado. Todas elas gostam de falar em nome do chamado interesse nacional.

Pode-se defender o interesse nacional desburocratizando a economia, criando um ambiente mais saudável para os negócios. Como se pode defender usando a força do Estado para políticas proativas de defesa da produção interna.

Mas nenhuma política decente pode defender cortes em gastos essenciais porque aí atenta-se contra o longo prazo para benefícios de curtíssimo prazo a grupos específicos.

A maneira de impor essa política foi recorrer a sofismas que não seriam aceitos em nenhum país minimamente civilizado.

1.     A ideia de que as taxas de juros elevadas visam compensar desequilíbrios fiscais.

Como defender essa hipótese em um caso flagrante de que o maior fator de desequilíbrio é a própria taxa de juros e a queda de receita provocada pelo desaquecimento da economia, fruto de políticas monetárias restritivas?

2.     O modelo de metas inflacionárias para qualquer hipótese de inflação.

Juros só combatem inflação em caso de excesso de demanda na economia. Com a economia caindo 8% em dois anos, não há a menor lógica de continuar segurando o consumo. Pelo contrário, a política monetária restritiva tira mais dinheiro da atividade produtiva, contrai mais o consumo, por consequência derruba mais a receita fiscal e aumenta o déficit público. Em 15 anos de experimento das metas inflacionárias, o único canal eficaz para derrubar os preços foi o canal do câmbio – justamente a política que mais tornou vulnerável as contas públicas e o combate à inflação.

3.     A ideia de que basta conseguir equilíbrio fiscal (sem mexer nos juros e no câmbio) para atrair o capital externo e trazer de novo a felicidade.

Peça 4 – o investimento produtivo

O investimento produtivo – de capital nacional ou internacional – leva em consideração vários fatores.

Custo de oportunidade:

Consiste em comparar a rentabilidade esperada do investimento com a rentabilidade oferecida pela aplicação de menor risco na economia: em quase todos os países, a remuneração dos títulos públicos. Com a possibilidade de ganhar 14,15% em dólares (ou mais, dependendo da apreciação da moeda) sem riscos, o investimento só será feito em setores com mais perspectiva de rentabilidade. Fora o tráfico de cocaína, não se conhece setor com tal rentabilidade.

Financiamentos de longo prazo

O único agente que financia no longo prazo, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), está sendo destruído pela política econômica de Henrique Meirelles, com o propósito de sanear as contas públicas sem mexer nos juros.

Capacidade ociosa

O investimento ocorre quando se preenche a capacidade instalada com produtos competitivos. A política monetária amplia a recessão e, automaticamente, o nível de capacidade utilizada. A apreciação cambial reduz a competitividade frente os produtos importados.

Competitividade sistêmica

O que garante a competitividade sistêmica de um país é o nível da mão-de-obra, os investimentos em inovação.

O modelo posto em prática sacrifica todos esses pontos e apresenta, como contrapartida, a única possibilidade de ganhos financeiros

Peça 4 – os jogadores principais

Camarilha dos 6 – Representam o que de mais bronco a política brasileira produziu nas últimas décadas. Mesmo com toda a ilegitimidade do golpe, tivesse um mínimo de envergadura Michel Temer se apresentaria como um conciliador. Bastou saber que comissionados o vaiaram para ordenar uma devassa no serviço público que paralisou departamentos, agências. Sua maneira de fazer política é a seco: divide o orçamento público com os parceiros. E o futuro que exploda.

Mercado – mercado não tem pátria. Por isso é ocioso submete-lo ao teste dos cenários de longo prazo da economia. No momento em que cessar o maná dos juros e câmbio, basta mudar de país.

Ministério Público Federal – assim que foi votado a admissibilidade do impeachment, as cenas dos deputados votando foram tão constrangedoras que a Procuradoria Geral da República ensaiou alguns exercícios de isenção. Passado o impacto, voltou ao mesmo padrão anterior, de fortalecer os principais atores desse jogo através de um trabalho sistemático de perseguição aos opositores. É paradoxal que a organização responsável pelos maiores avanços do país em direitos sociais tenha atuado para fortalecer um interinato responsável pelas maiores ameaças sofridas pelas políticas públicas brasileiras desde a Constituição.

Agora, com a camarilha dos 6 tomando o poder, completa-se o jogo.

1.     Explode-se o déficit público, com aumentos generalizados de salários às corporações mais influentes, aumento das emendas parlamentares.

2.     A conta de juros permanece intocada, com a Selic em 14,15% mesmo com o PIB caindo quase 8 pontos percentuais acumulados.

3.     Definição de limites para os gastos públicos, tomando por base os menores níveis reais da história: os gastos dos últimos anos, derrubados pela queda da receita em função da recessão econômica.

O Xadrez da dívida pública e a camarilha dos 6 | GGN

17/11/2015

A obsessão doentia explica caça ao Lula Gigante

Filed under: Golpe Paraguaio,Golpismo,Golpistas,Lula Seja Louvado,Obsessão,Perseguição — Gilmar Crestani @ 7:49 am
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Lula GiganteDesde que Lula tomou posse, todo santo dia há alguma insinuação em algum dos veículos das cinco irmãs (Globo, Veja, Estadão, Folha & RBS). E até hoje não conseguiram apresentar um fiapo de prova sequer. Nas redes sociais, seres anencefálicos, com QI inferior ao de amebas, elencam itens que criminalizam Lula. O primeiro da lista, por entenderem ser o mais gravoso, é chama-lo de Brahma. Sim, na cabeça de pessoas doentes consumir uma bebida de péssima qualidade é algo que depõe contra alguém que ousa ser o melhor Presidente que este país já teve. Coincidência ou não, os mesmos que buscam impingir-lhe o comportamento de bêbado silenciam sobre a campanha de FHC pela liberação da maconha. Aliás, são os mesmos que não ousam falar no heliPÓptero apreendido com 450 kg de cocaína. Só seres abjetos, rastejantes podem sugerir que consumir Brahma é mais nocivo que alimentar o narcotráfico.

Neste quesito das drogas o efeito nocivo sobre a massa encefálica pode ser evidenciado pela ilogicidade dos argumentos. Primeiro porque não há nenhuma ilegalidade, quando se tem mais de 18 anos, em se consumir produtos alcoólicos. Segundo, que o consumo de drogas mais pesadas, como a cocaína, é moeda corrente entre os derrotados do Lula. Afinal, não foi nenhum petista mas José Serra que teria pedido ao Mauro Chaves o antológico artigo “Pó pará, governador”. As várias insinuações a respeito dos costumes heterodoxos do presidente do PSDB não partiram do PT. O primeiro,perpetrado pelo Mauro Chaves, deve-se à disputa intestina do PSDB pelo direito de concorrer a Presidente da República pelo PSDB. Cabe nesta seara também o que publicou Juca Kfouri e, pelo que se saiba, jamais contestado pelo Napoleão das Alterosas. Aliás, até a revista norte-americana TMZ publicou a respeito do farinha mineira… Para terminar, imagine o que diriam os a$$oCIAdos do Instituto Millenium se um amigo do Lula tivesse seu helicóptero apreendido com 450 kg de cocaína. Todo dia, até evaporar a última molécula do pó, haveria manchete com bonecos infláveis insinuando que o consumo de drogas pelo Lula.

Como Lula ousou fazer um governo a anos luz distante da mediocridade que se viu até hoje, os setores que flertam com o nazi-fascismo institucional vasam continuamente para se auto alimentaram insinuações de toda sorte para buscarem denegrir a imagem de Lula e assim inviabiliza-lo para uma nova disputa. Ouço diariamente reclamações pelo fato de agora pessoas mais pobres também terem carro, de modo que afeta um mundo maravilhoso onde não havia congestionamento no trânsito, e viajar de avião era uma aventura na qual não havia possibilidade de encontrar o filho do porteiro. A política de cotas, alimentada por uma mídia jihadista (Não somos racistas), horripilou a classe média que agora vê seu filho bem nascido e freguês de boas escolas tendo de competir com filhos de agricultores, quilombolas e índios.

Ouso com alguma frequência que não é justo ter investido uma grana federal no ensino particular para que na hora de obter o ensino gratuito ele tenha de competir com as vagas do ENEM. São os mesmos que reclamam da carga de impostos que odeiam terem de competir pelo ensino gratuito. São os mesmos que na hora de comprar um apartamento buscam financiamento da CAIXA, jamais do Bradesco, Santander ou Itaú. Tudo o que é público não presta, se não estiver à sua disposição. O caso mais emblemático é o da própria Rede Globo que, ao invés de buscar ajuda nos bancos particulares foi buscar no BNDES a transfusão de recursos públicos para dar uma sobrevida à sua Globopar.

Está simplesmente impossível de consumir qualquer produtos veiculado pela Rede Globo, Folha de São Paulo, Estadão, Veja & RBS. A carga de veneno totalmente desproporcional a qualquer razoabilidade intoxica o ar. Nem a Madre Teresa de Calcutá teria tanta paciência diante da contínua e grosseira manipulação das informações.

Até por não consumir nenhum produto que os alimente, tenho Fernandinho Beira-Mar e Marcola pessoas como menos pernicioso à nossa sociedade do que o comportamento dos grupos mafiomidiáticos. A desonestidade pode se medida por dois fatos bem atuais: ao mesmo tempo que investem contra a lei que pune a falta de ética a imprensa, jogam no olho da rua o jornalista que ousa questionar os métodos mafiosos de seus patrões.

Por último, como nada conseguem diretamente nada contra Lula, passaram a perseguir membros da família. Por que a PolíCIA Federal não investiga quem e de forma foi sustentado o ostracismo da amente e filho de FHC na Espanha? Por que não investigam o genro de FHC, Benjamin Steinbruch, que pode participar nas privatidoações do sogro?! Por que nunca houve perseguição a FHC pela forma nada repúblicana com que sua filha Luciana Cardoso repousou por tantos anos, sem trabalhar, no gabinete do Heráclito Fortes? E a troco de quê?

O problema não é a investigação de Lula e sua família. O que se espera de órgão públicos são comportamentos republicanos, usando os mesmos pesos e medidas para qualquer cidadão. Infelizmente, o ódio compartilhado pelos setores mais retrógrados da nossa sociedade deixa setores do MPF, PF e Judiciário obsecados pela caça ao Lula Gigante. Talvez seja puro diversionismo, pois enquanto isso a corrupção de seus parceiros ideológicos campeia desenfreada, como se está vendo na Operação Zelotes, na Lista Falciani do HSBC e até na tentativa de beatificar um Lúcifer, que é Eduardo CUnha. Aliás, a permanência em liberdade de Eduardo Cunha, apesar de tudo o que já se sabe, põe por terra a bandeira anti-corrupção do MPF. O MPF virou a longa manus das máfias corporativas.

17/10/2015

Em dose cavalar, Folha estampa sua obsessiva caça ao Lula Gigante

Lula

 O Caderno Poder da Folha deste sábado, 17/10/2015, é mais uma prova cabal de que permanece aberta a temporada de caça ao Lula. Exatamente quando aparecem provas cabais do envolvimento de Eduardo CUnha, nos mais variados tipos de corrupção, o diversionismo dos golpistas chega ao paroxismo. Não é só doentio, é criminoso, coisa de psicopatas.

Como sabem que Eduardo CUnha está levando de roldão não só o discurso do moralismo seletivo contra a corrupção mas também seus principais aliados nesta louva cavalgada, Aécio Neves, Carlos Sampaio e Paulinho da Força Sindical, o Instituto Millenium coordena seus assoCIAdos para que apostem todas as fichas numa cortina de fumaça buscando desgastar Lula.

A obsessão, de tão doentia, chega a ser comovente. Só um midiota de pai e mãe para não perceber o papel sujo da Folha.

Na imagem ao lado, com direito à foto do filho do Lula,  os cinco assuntos eleitos pela Folha estão diretamente alinhados à contínua caçada ao Presidente mais popular da História do Brasil. Tanto ódio tem uma explicação tão simples quanto verdadeira: a frustração em não poder colocarem no Palácio do Planalto um cheirador inveterado. Por que será que os grupos mafiomidiáticos fazem tanta força para ter traficante no Palácio do Planalto? Para porem no ar toda frota de helipópteros? Por aí se explica porque um helicóptero com 450 kg de cocaína não merece nenhuma atenção.

Trata-se de apenas mais uma tentativa de dar gás ao golpe paraguaio. Por diversionismo, a Folha atualiza a Lei Rubens Ricúpero promulgada via Escândalo da Parabólica. Para esconder a corrupção que graça entre seus aliados, aposta todas as fichas na obsessiva tentativa de incriminar Lula.

Nenhuma linha sobre a frota de carros de luxo de Eduardo CUnha, nenhuma linha sobre as reuniões entre Gilmar Mendes, Carlos Sampaio, Aécio Neves, FHC e Augusto Nardes.

A Folha sabe tudo sobre os filhos e as noras do Lula, mas não sabe nada das filhas e noras de FHC, as filhas e noras do Geraldo Akcmin ou os filhos dos Sirotsky. Apesar de ter publicado as aventuras da Luciana Cardoso, pouco fala da Lu Alckmin e nada da filha do Serra, dona do Mercado Livre. Aliás, a Folha nunca deu um linha sequer sobre o estuprador de Florianópolis. Desde a primeira campanha de Lula, contra Collor de Mello, a Folha sabe tudo dos filhos do Lula, mas continua devendo uma boa reportagem a respeito de como a Rede Globo, via Miriam Dutra, capturou o governo FHC. Nem mesmo tendo os filhos de D. Ruth comprovado, mediante exame de DNA, que o filho que FHC assumiu com a amante não era dele, a Folha continua fazendo de conta que ser traído até pela amante é algo natural no meio em que ela circula.

O que a Folha faz, em bom português, é aliar-se aos golpistas, o que não é novidade. A Folha já esteve envolvida em outros golpes, a ponto de emprestar peruas para transportar corpos dilacerados depois da tortura e do estupro, para o Cemitério de Perus. Para a Folha, uma ditadura com prisão sem mandado, tortura, estupro, esquartejamento e morte é apenas… ditabranda!

Quando a gente espera que a Folha se some aos brasileiros honestos que pedem corrupto na cadeia, lá vem a Folha comprovando, mais uma vez, a máxima do Barão de Itararé: “de onde menos se espera, de lá mesmo é que não sai nada”.

15/08/2015

Equação Lula: mais investigam menos encontram maior o ódio

lula eo odioNo dia em que os derrotados das últimas eleições saem a zumbizar pelas cidades, a direita hidrófoba concede mais um atestado de idoneidade moral ao Lula para sempre louvado. A perseguição vergonhosa daqueles que não sabem perder, depõem contra eles e consagra Lula para sempre. Como um pão, mais batem, mais cresce Lula. Percebendo quem são os que o atacam, e pelos motivos os mais vis, o povo, que não é bobo, acende velas no altar do Lula.

O ódio a Lula é inversamente proporcional à idoneidade moral dos que o atacam. Ninguém é tão imbecil que não perceba o viés golpistas dos que o perseguem como um leproso dos tempos bíblicos.

Como entender uma sociedade que prefere colocar um toxicômano na presidência do que um estadista?!  O Napoleão das Alterosas sequer venceu entre os que o conhecem. Como todo playboy, acostumado a ganhar tudo de bandeja, não sabe perder. Aliados aos grupos desde sempre golpistas, tenta passar a perna no povo. Mas o povo não é bobo. Os ventríloquos dos golpistas no MPF e no PJ buscam obcecadamente qualquer coisa que possa retirar Lula das próximas eleições.

E tão ridícula a seletividade que qualquer deficiente mental consegue perceber que é o ódio de classe que os movem. Tanto mais investigam Lula, mais provam sua honestidade. Por que não fazem o mesmo em relação a FHC? Pelo andar da carruagem não seria de admirar se os perseguidores de Lula se aliassem ao PCC para tentar incriminá-lo. Para quem se alia ao PSDB, se aliar ao PCC é de uma lógica cartesiana…

A manchete verdadeira é: investigação "clandestina" não encontra nada contra Lula.

Pelo que vemos nos jornais e revistas já houve uma investigação clandestina devassando a vida do presidente Lula e não encontraram nada contra ele. Nem tem o que encontrar.
Ou alguém duvida de que já teriam pedido sua prisão se encontrassem?
Como não encontraram nada, a investigação é como aqueles papéis que já não servem para mais nada, então embola a papelada e joga no lixo. Só que esse lixo é "reciclado" em manchetes das revistas e jornais golpistas, para fazer campanha eleitoral demotucana antecipada.
Aí vazam coisas corriqueiras, que até comprovam a honestidade de Lula, mas que nas mãos de jornalistas inescrupulosos publicam como se fosse algo "suspeito".
Ontem o Estadão publicou um grampo telefônico de Lula com uma conversa que não tem absolutamente nada de ilícito nem suspeito. A mesma conversa poderia ser travada em um programa destes de entrevista na TV com dois ou três debatedores na Globonews.
Lula comenta sobre um seminário com o nome "Uma Agenda para Dinamizar a Exportação de Serviços" promovido pelo jornal "Valor Econômico", cujos donos são as Organizações Globo e o grupo Folha (do jornal Folha de São Paulo), do qual participou, entre outras pessoas, Marcelo Odebrecht, cinco dias antes de ser preso.
Se houve crime foi de abuso de autoridade por agentes da PF conforme já descreveu o Fernando Britto, por incluir em um relatório esta conversa onde não existe nenhum sinal de nenhuma maracutaia e ainda vazar para jornais.
Outra surpresa é a revista Veja publicar a quebra do sigilo bancário da empresa de palestras de Lula, criada depois que ele saiu da presidência. De novo não tem nenhum sinal de maracutaia. O mundo inteiro soube das palestras dadas por Lula para grandes empresas, no Brasil e no exterior. A própria assessoria de imprensa do Presidente sempre divulgou as palestras. Como uma das maiores lideranças do mundo, é claro que o preço destas palestras para grandes empresas são caras. Ou alguém acha que Lula deveria fazer palestras de graça para grandes empresas que tem fins lucrativos? Lula participa de eventos de graça para movimentos populares e atividades políticas, como fez ontem ao discursar no ato "Todo o PT pela Educação".
O Brasil tem políticos bons, como Lula e Dilma, e ruins, como muitos picaretas. Essa imprensa golpista e prostituída que fica jogando lama no nome de Lula é aliada e sócia dos ruins (basta conferir a relação de políticos que tem TVs afiliadas da Globo). Usa seu poder de propaganda para difamar os bons como arma para colocar os ruins de volta no poder.

A manchete verdadeira é: investigação "clandestina" não encontra nada contra Lula. | Os Amigos do Presidente Lula

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03/03/2015

A louca cavalgada dos psicopatas da Veja

Depois do Boimate e da Nueva Konigsberg parecia difícil que a Veja continuasse cavalgando seus psicopatas contra Lula, Dilma e o PT. Mas, não se antes já era doentio, agora já virou caso de polícia. Se polícia é assunto de psicopata. Quando Policarpo Jr chegou aos píncaros da glória ao integrar a quadrilha que tinha Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres como cabeças, e Gilmar Mendes como ator convidado, viu-se que não há nada de jornalismo na Veja. Trata-se apenas de uma espaço de catarse dos que não tem voto mas tem muito ódio e dinheiro, graças aos seus finanCIAdores ideológicos.

Ou o Dilma dá uma de Cristina Kirchner, e enquadre a Veja, ou a Veja ainda provocará uma hecatombe social. Seus franco atiradores estão cada vez mais enlouquecidos. Para as loucuras de grupos de extermínio falta um passo. Curto, muito curto.

Veja inventa outro sobrinho de Lula

1 de março de 2015 | 09:38 Autor: Miguel do Rosário

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Amigos, me perdoem esse postinho inútil. É um assunto tão idiota. Acho que o publico para entrar na seção de humor do blog.

Depois de tentarem, por anos, inventar boatos sobre o filho de Lula, espalhando fotos da sede da Esalq como se fossem imagens do casarão de campo de Lulinha e afirmando que ele seria o verdadeiro dono da Friboi, a direita doida, cujo órgão máximo é a Veja, agora fabrica sobrinhos de Lula em série.

Todos inexistentes, ou não-sobrinhos, ou envolvidos em histórias ou festas que nunca aconteceram.

É realmente incrível a desenvoltura com que a Veja produz mentiras sem nenhum pudor.

Talvez a explicação esteja na mensagem de twitter que Ulisses Campbel, o repórter da Veja que andou inventando sobrinhos e festas que não existem, e que depois tentou invadir o prédio do irmão de Lula: a Veja fez vários cursos de roteiro…

*

No Diario do Centro do Mundo

Veja inventa mais um sobrinho para atacar Lula

Em sua louca cavalgada, a revista Veja classificou como ‘sobrinho de Lula’ o filho de um amigo dele, Jacinto Ribeiro dos Santos.

Este amigo era irmão da primeira mulher de Lula, Lourdes, morta há mais de 40 anos.

Aparentemente, a Veja se vinga — mais uma vez — de Lula por ele haver desmascarado um repórter da revista que noticiara uma festa milionária para um sobrinho de Lula em Brasília.

Esse sobrinho de Brasília, soube-se, simplesmente não existe. Na falta dele, a Veja providenciou um sobrinho que não é sobrinho — sobre o qual lançou suspeitas de escassa, se alguma, substância, como você pode ver aqui.

Veja inventa outro sobrinho de Lula | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

27/11/2014

Só a obsessão anti-petista leva Gilmar Mendes a trabalhar

Filed under: Ódio de Classe,Gilmar Mendes,Obsessão,PEC da Bengala,STF,TSE — Gilmar Crestani @ 9:32 am
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A tara de Gilmar Mendes pelo PT é tão grande que inventaram até uma PEC da Bengala para mante-lo em atividade. Não há nada mais obsessivo na história do Poder Judiciário. E a explicação é simples. Sem o PT o PSDB teria ficado, na previsão do Sérgio Motta, 20 anos no poder. Na verdade, são duas as obsessões de Gilmar Mendes que o torna único: o grau de defesa do PSDB é inversamente proporcional aos ódio ao PT. Se isso não for doença então não sei o que é. Diante desta marcha da insensatez a pergunta que não quer calar é se tem exame psiquiátrico para entronar Ministro no STF?

Técnicos do TSE pediram digitalização de contas de Dilma, que Gilmar decide tornar públicas

qua, 26/11/2014 – 15:42

Patricia Faermann

Publicado às 12:23 e atualizado às 15:40

Independente de publicar cópias dos documentos oficiais, TSE divulgou prestação final de contas de todos os candidatos na internet

Toda a documentação de contas de Dilma chega ao TSE

Jornal GGN – A prestação final de contas de campanha da presidente reeleita Dilma Rousseff já foi publicada no endereço eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral. Não apenas de Dilma, mas o repositório de dados de todos os candidatos à eleição 2014 está disponível para consulta, desde a madrugada desta quarta-feira (26).

Já a decisão de Gilmar Mendes de digitalizar os recibos da campanha da presidente foi uma medida protocolar, acatando a solicitação do grupo de técnicos do TSE que analisam as contas. O pedido visa facilitar o acesso do Ministério Público Federal, dos partidos políticos e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) à documentação formal – cujos dados estão elencados nas planilhas publicadas hoje.

Tanto o MPF quanto os demais órgãos são os responsáveis por entrar com processo de impugnação da candidatura. O prazo de prestação final de contas se encerrou no último dia 25 de novembro. Assim, a qualquer momento será publicado o edital para a abertura do prazo de três dias que esses órgãos têm para eventual impugnação, com base na documentação formal que será digitalizada.

De acordo com o calendário eleitoral, o julgamento das contas e a homologação devem ser proferidos por Gilmar Mendes até o dia 10 de dezembro. Utilizando como justificativa o curto espaço de tempo, a Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa) – que integra técnicos do próprio TSE, do Tribunal de Contas da União (TCU), da Receita Federal e do Banco Central do Brasil (Anexo) – encaminhou o seguinte despacho ao ministro Gilmar:

"Solicitamos à Vossa Excelência estudar a possibilidade de autorizar que os autos da prestação de contas estejam disponíveis fisicamente nas dependências desta Assessoria para consulta dos agentes elencados no art. 43 da Resolução TSE nº 23.406/2014, evitando-se, assim, retardo no exame da prestação de contas. Outrossim, solicitamos autorização para que todos os documentos físicos entregues na prestação de contas sejam digitalizados pela Secretaria de Gestão de Informações deste Tribunal, a fim de proporcionar maior agilidade na análise da documentação da prestação de contas".

Contrariando as repercussões positivas pela imprensa da decisão, Gilmar Mendes apenas acatou o pedido, nesta terça (25).

Entretanto, foi além.

A assessoria de imprensa do TSE esclareceu ao Jornal GGN que a digitalização não ultrapassa simples protocolos internos, uma vez que o pedido e a intenção pressupunham disponibilizar os dados ao MPF, à OAB e partidos políticos. "Essa documentação não é para vocês, jornalistas", explicou a assessoria, lembrando que as informações da prestação final de contas já estão no TSE.

Por outro lado, a decisão de Gilmar não mirava, apenas, os órgãos responsáveis: "autorizo a digitalização na forma solicitada e determino seja disponibilizado o arquivo eletrônico dos autos no sítio deste Tribunal Superior, na Internet, para que seja dada imediata e ampla publicidade às contas prestadas", decidiu.

Não existe fundamentação na legislação eleitoral para determinar as condições em que a digitalização das contas de campanha são permitidas. Mas, de acordo com a resolução n° 23.406, sobre a arrecadação e os gastos de recursos e prestação de contas, solicitações como essa cabem ao ministro relator do processo de análise. Compete ao relator, por exemplo, determinar a quebra de sigilos fiscal e bancário, solicitar a realização de diligências, designar servidores da Justiça Eleitoral para fiscalizar a arrecadação e aplicação de recursos, entre outras funções.

Por isso, no caso das contas da campanha de Aécio Neves (PSDB) à presidência, a ministra do TSE Maria Thereza Rocha de Assis Moura, relatora da prestação de contas do então candidato, é quem deveria solicitar a digitalização – o que não foi feito. Não é, dessa forma, uma demanda padrão a todos que concorreram ao segundo turno das eleições 2014.

Independentemente disso, as informações sobre receitas e despesas de todas as campanhas eleitorais do primeiro turno estavam disponíveis desde o dia 4 de novembro. Mas a prestação final de contas do segundo turno foi apresentada até ontem (25) à Justiça Eleitoral. A partir de hoje, esses dados podem ser conferidos no Repositório de Dados Eleitorais e na Consulta de Prestação de Contas Eleitorais.

Arquivo

Ícone application/pdfAcompanhamento Processo Contas de Dilma TSE

Ícone application/pdfTSE integra técnicos do TCU, Receita e Bacen

Ícone application/pdf

Técnicos do TSE pediram digitalização de contas de Dilma, que Gilmar decide tornar públicas | GGN

11/09/2014

As mentiras da Marina não suportam um simples “colar e pesquisar” no Google

Filed under: Bíblia,Marina Silva,Mentira,Obsessão,Pinóquio — Gilmar Crestani @ 11:09 pm
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O que chama a atenção não é a mentira contumaz da Marina. Até aí, dá-se por ser ela uma política profissional. E como boa profissional da política, pula de galho em galho mais rapidamente dos que outras velhas raposas da política. Uma vez visitei o Instituo Psiquiátrico Maurício Cardoso. Vi lá pessoas que faziam as afirmações mais taxativas sem pejo e sem desviar o olho.

Será que Marina Silva desconhece o poder da Internet? Será que ela não sabe que tudo o que ela diz pode ser descoberto com alguns clics? E se sabe e continua mentindo prova que ela precisa do seu lado mais de um psiquiatra do que de uma banqueira. Não há dinheiro que limpe a barra de uma mentirosa contumaz.

Esta obsessão pela mentira, contando com a complacência da plateia, foi levada ao paroxismo por Paulo Francis. Em seus textos multiplicava citações, misturando autores e frases, sem qualquer lastro com a realidade. De imaginação fértil, Paulo Francis  contava com o silêncio da velha mídia para a qual passou a trabalhar, num tempo em que não havia internet. Hoje as patacoadas de um Paulo Francis seria tão anacrônicas quanto as afirmações definitivas que Marina descanta no verso seguinte.

Dia sim outro também Marina vai ficando cada vez mais parecida com Pinóquio!

Marina Silva não contrariou projeto de bíblias em bibliotecas

qui, 11/09/2014 – 19:05

Atualizado em 11/09/2014 – 19:05

Jornal GGN – O blog Preto no Branco, de checagem sobre o que é discursado ou respondido pelos candidatos à presidência, mostrou que Marina Silva (PSB) mentiu ao afirmar que deu parecer contrário a um projeto de obrigar bíblias em bibliotecas públicas. Segundo os registros, ela foi relatora do projeto e não deu qualquer parecer.

De O Globo

Marina e bíblias

Por Letícia Fernandes

Na sabatina realizada nesta quinta-feira, 11 de setembro, pelo GLOBO, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, falou sobre um projeto de lei do deputado Filipe Pereira (PSC-RJ) que dispunha "sobre a obrigatoriedade de manutenção de exemplares da Bíblia Sagrada nos acervos das bibliotecas públicas". Nesse momento, ela afirmou:

"Me deram um relatório de um projeto que obrigava a colocar bíblias em todas as bibliotecas. Eu dei parecer contrário"

Segundo "tramitação" registrada no site do Senado, a ex-senadora Marina Silva foi relatora do Projeto de Lei da Câmara n° 16, de 2009, julgado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa, e não deu qualquer parecer sobre a matéria.
Como relatora, Marina recebeu o projeto em 19 de março de 2009. Mas, um ano depois, em 20 de dezembro de 2010, devolveu o projeto por conta do fim da legislatura.

Em um parecer posterior, de 2011, o então relator, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), destacou, na página 2, que "o projeto foi despachado inicialmente a esta CCJ e distribuído à relatoria da Senadora Marina Silva que, no entanto, até o encerramento da Legislatura passada, não chegou a apresentar o seu relatório".

Marina Silva não contrariou projeto de bíblias em bibliotecas | GGN

18/06/2013

O mantra da Eliane

Filed under: Eliane Cantanhêde,Obsessão — Gilmar Crestani @ 8:58 am
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ELIANE CANTANHÊDE, da Folha, só tem olhos para Dilma, mas, pelo que se tem visto, todas as movimentações tem mais  olhos para gente como Eliane.

No alvo, os palácios

BRASÍLIA – As vaias à presidente Dilma Rousseff na estreia do Brasil na Copa das Confederações têm de ser relativizadas. Além de o público do estádio Mané Garrincha não representar a maioria do eleitorado brasileiro, a verdade é que, mais cedo ou mais tarde, todo governante é vaiado. Nem o popularíssimo Lula escapou –aliás, em circunstâncias semelhantes, no Pan de 2007.

Mais preocupante para Dilma é o contexto em que ocorrem as vaias. Inflação e juros sobem, popularidade cai. O pibinho frustra, a insegurança aumenta. Dólar dispara, Bolsas caem. Base aliada inflada, mais problemas para o Planalto. E o principal: os protestos populares ganharam o país e são mostrados ao mundo.

É óbvio que R$ 0,20 a mais nas passagens em São Paulo não seria suficiente para botar o povo nas ruas do país, em multidões cada vez maiores, com imagens impressionantes. Esse foi apenas o detonador, o gatilho de manifestações de grupos distintos e de motivações difusas.

Também é certo que o alvo não é Dilma Rousseff, ou, pelo menos, só o governo Dilma Rousseff. São muitos os motivos de irritação, são muitos os alvos. E eles estão nos palácios.

Os palácios dos governos estaduais, como o de Geraldo Alckmin, tucano, os das prefeituras, como a de Fernando Haddad, petista. E os de todos os níveis do Legislativo e do Judiciário. A previsão do ministro Dias Toffoli de que o julgamento do mensalão possa durar mais dois anos pode ter sido até uma pitada a mais nesse tempero, nesse caldeirão.

Com o pretexto ora do aumento das passagens, ora dos gastos milionários com estádios da Copa, o fato é que as redes sociais mostram sua força também aqui e os brasileiros estão dando um recado. Que Dilma releve as vaias restritas, mas saiba ouvir os gritos disseminados. E, como ela, governadores, prefeitos, parlamentares e magistrados.

A fantasia de que o país está um paraíso, uma maravilha, acabou. A verdade dói, mas ajuda a melhorar.

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