Ficha Corrida

03/03/2015

A louca cavalgada dos psicopatas da Veja

Depois do Boimate e da Nueva Konigsberg parecia difícil que a Veja continuasse cavalgando seus psicopatas contra Lula, Dilma e o PT. Mas, não se antes já era doentio, agora já virou caso de polícia. Se polícia é assunto de psicopata. Quando Policarpo Jr chegou aos píncaros da glória ao integrar a quadrilha que tinha Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres como cabeças, e Gilmar Mendes como ator convidado, viu-se que não há nada de jornalismo na Veja. Trata-se apenas de uma espaço de catarse dos que não tem voto mas tem muito ódio e dinheiro, graças aos seus finanCIAdores ideológicos.

Ou o Dilma dá uma de Cristina Kirchner, e enquadre a Veja, ou a Veja ainda provocará uma hecatombe social. Seus franco atiradores estão cada vez mais enlouquecidos. Para as loucuras de grupos de extermínio falta um passo. Curto, muito curto.

Veja inventa outro sobrinho de Lula

1 de março de 2015 | 09:38 Autor: Miguel do Rosário

veja_ulisses_campbell02

Amigos, me perdoem esse postinho inútil. É um assunto tão idiota. Acho que o publico para entrar na seção de humor do blog.

Depois de tentarem, por anos, inventar boatos sobre o filho de Lula, espalhando fotos da sede da Esalq como se fossem imagens do casarão de campo de Lulinha e afirmando que ele seria o verdadeiro dono da Friboi, a direita doida, cujo órgão máximo é a Veja, agora fabrica sobrinhos de Lula em série.

Todos inexistentes, ou não-sobrinhos, ou envolvidos em histórias ou festas que nunca aconteceram.

É realmente incrível a desenvoltura com que a Veja produz mentiras sem nenhum pudor.

Talvez a explicação esteja na mensagem de twitter que Ulisses Campbel, o repórter da Veja que andou inventando sobrinhos e festas que não existem, e que depois tentou invadir o prédio do irmão de Lula: a Veja fez vários cursos de roteiro…

*

No Diario do Centro do Mundo

Veja inventa mais um sobrinho para atacar Lula

Em sua louca cavalgada, a revista Veja classificou como ‘sobrinho de Lula’ o filho de um amigo dele, Jacinto Ribeiro dos Santos.

Este amigo era irmão da primeira mulher de Lula, Lourdes, morta há mais de 40 anos.

Aparentemente, a Veja se vinga — mais uma vez — de Lula por ele haver desmascarado um repórter da revista que noticiara uma festa milionária para um sobrinho de Lula em Brasília.

Esse sobrinho de Brasília, soube-se, simplesmente não existe. Na falta dele, a Veja providenciou um sobrinho que não é sobrinho — sobre o qual lançou suspeitas de escassa, se alguma, substância, como você pode ver aqui.

Veja inventa outro sobrinho de Lula | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

03/09/2014

Até a velha direita está com medo ventríloqua dos bancos

Filed under: Elio Gaspari,Marina Mala Faia,Marina Silva,Obscurantismo — Gilmar Crestani @ 8:23 am
Tags:

marina direitaELIO GASPARI

O velho na novidade de Marina

Diante do erro, ela recorre aos mesmos comporta-mentos viciados do acobertamento e da dissimulação

Há um velho vício nas citações de uma frase do romance "O Leopardo", de Giuseppe Tomasi di Lampedusa. Atribui-se ao príncipe de Salina (Burt Lancaster no filme) a frase "algumas coisas precisam mudar, para que continuem as mesmas". Salina nunca disse isso e, se tivesse dito, o romance de Lampedusa seria pedestre. A frase, colocada indevidamente na epígrafe do filme pelo diretor Luchino Visconti é de Tancredi, o sobrinho do príncipe (Alain Delon), um oportunista bonito e banal. O que Salina disse foi algo mais profundo: "Tudo isso não deveria poder durar; mas vai durar, sempre; o sempre humano, é claro, um século, dois séculos…; e depois será diferente, porém pior".

Na campanha de Marina Silva há um componente de Tancredi (visível no encanto que ela desperta num pedaço da turma do papelório) e a maldição deixada pelo príncipe. Julgá-la será tarefa de cada um. Desde que ela se tornou candidata a presidente, propõe uma "nova política" e apresentou um extenso programa de governo. Como todos os demais, é um tesouro de promessas. Em menos de um mês, Marina defrontou-se com dois episódios concretos: a escalafobética propriedade do jatinho que caiu, matando Eduardo Campos, e dois pontos de seu programa, anunciados na sexta-feira e renegados no fim de semana.

Nos dois casos, Marina comportou-se de acordo com o manual da velha política, com explicações insuficientes ou jogando o problema para adiante.

No caso da propriedade do jatinho, embaralhou o enigma do avião com a defesa da memória do candidato morto e disse que se deveria esperar a conclusão das investigações. O Cessna pertencia a uma usina falida e fora comprado por um empresário pernambucano, do ramo de importação de pneus usados. Admita-se que Eduardo Campos e ela não sabiam de nada, como Lula nunca soube do mensalão. Seu comportamento certamente evita prejulgamentos, como a doutora Dilma frequentemente argumenta na defesa de sua equipe. É a velha política.

No caso dos recuos programáticos instantâneos, o comando de sua campanha deu-se à pura empulhação. Atribuiu a mudança em relação à criminalização da homofobia "a uma falha processual na editoração". Seja lá o que isso queira dizer, o pastor Silas Malafaia havia postado uma mensagem: "Aguardo até segunda-feira uma posição de Marina. Se isto não acontecer, na terça será a mais dura fala que já dei até hoje sobre um presidenciável". No sábado, ficou satisfeito. Um candidato pode ser contra ou a favor de qualquer coisa. O que não pode é dizer uma coisa na sexta-feira, outra no sábado, com porta-vozes atribuindo isso a "uma falha processual na editoração".

No caso do incentivo às centrais nucleares, "vitais para a sociedade do futuro", deu-se a mesma coisa. Entrou e saiu. Teria sido um "erro de revisão". Erro de revisão teria sido listar as usinas nucleares entre as fontes de energia "vitais para a çossiedade do futuro".

Não se pode cobrar a candidatos coerência nem fidelidade aos seus programas. Embromar é coisa diferente, velha como aquilo que Marina diz combater. Mudar para que tudo continue como está é um truque velho. Acobertamentos e dissimulações trazem o risco de que tudo fique "diferente, porém pior".

17/10/2012

Kit besta com candidato mula

Filed under: José Serra,Kit Besta,Obscurantismo — Gilmar Crestani @ 7:26 am

Não pegou o golpe paraguaio do ator da bolinha de papel. Como sempre, a mentira tem pernas curtas. Foi assim também com a questão do aborto na campanha de 2010. Serra acusou Dilma de ser favorável ao aborto, para joga-la contra obscurantismo religioso, sendo que a própria mulher dele já havia praticado aborto. Pena que não sido a mãe dele…

Serra se irrita com perguntas sobre ‘kit gay’

Tucano discutiu com dois jornalistas ao ser questionado sobre material anti-homofóbico que ele distribuiu em SP

Candidato diz que cartilha é diferente de material do MEC e que tema é ‘pauta petista furada’

DE SÃO PAULO

O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, defendeu ontem o conteúdo da cartilha que prega o combate à homofobia distribuída a escolas estaduais em 2009, quando era governador, e criticou o modo como a imprensa tratou o tema.

O tucano vinha fazendo ataques a material de conteúdo semelhante produzido pelo Ministério da Educação no ano passado. Na época, seu rival, Fernando Haddad (PT), chefiava a pasta.

Apelidado de "kit gay", o projeto do MEC foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff após reação das bancadas católica e evangélica no Congresso. Em mais de uma ocasião, Serra afirmou que o se tratava de "doutrinação".

Anteontem, a colunista da Folha Mônica Bergamo revelou que o a Secretaria Estadual de Educação havia elaborado, durante o governo Serra, cartilha que abordava a homofobia de forma semelhante ao kit do MEC.

Ontem, Serra rechaçou comparações entre os dois materiais. Em duas ocasiões, discutiu com jornalistas ao ser questionado sobre o tema.

Pela manhã, em entrevista à CBN, disse que se tratava de uma "pauta petista furada" ao responder questionamento do jornalista Kennedy Alencar.

"Sua atitude é uma contradição por conveniência eleitoral ou o senhor se tornou conservador?", perguntou Alencar. "Eu sei que você tem preferências políticas mas, modere, você não pode fazer campanha eleitoral aqui", respondeu Serra. Ele também não quis assinar uma garantia de que, se eleito, cumpriria todo o mandato.

À tarde, disse a uma jornalista do UOL, portal do Grupo Folha, que ela deveria "trabalhar com Haddad". A repórter havia solicitado ao tucano que esclarecesse sua posição sobre o debate da homofobia em escolas. "[A cartilha] Foi feita em 2009, no meu governo. O resto é brincadeira", respondeu Serra.

Ele também criticou a Folha. "A Folha entrou numa roubada. Fez cinco versões [de matéria no site], começou sem conhecer o texto. Comprou uma versão e fez uma má reportagem."

A nota publicada no site ontem às 11h03 foi atualizada apenas uma vez de forma substancial, às 13h01, quando o título foi alterado.

O título original dizia "Serra distribuiu material igual ao ‘kit gay’ em SP" e foi alterado para "Serra distribuiu material similar ao kit ‘anti-homofobia’ do MEC em SP".

Haddad, por sua vez, acusou Serra de estimular "indiretamente" a intolerância contra homossexuais. "Quando desinforma, você cria uma nuvem de insegurança que é própria de quem quer promover preconceito."

16/10/2012

A história, como farsa, se repete

Filed under: José Serra,Obscurantismo — Gilmar Crestani @ 7:15 am

Nas eleições de 2010 Serra acusou Dilma de ser favorável ao aborto. Os dinossauros da Opus Dei saíram das tumbas e das sacristias para bradarem em uníssono. Depois veio a informação de que a mulher do acusador, Mônica Allende Serra, havia cometido aborto. Agora, na aliança com Silas Malafaia, o ator da bolinha de papel lança outra acusação de que foi pioneiro. O tal kit gay. Ora, tanto na questão do aborto como das orientações contra a homofobia, as políticas de esquerda estão corretas. O que está incorreto é atiçar o instinto animalesco de sicários como Malafaia contra políticas agregadoras e de valorização de todo o ser humano. Se a simples incoerência de sair acusando outros dos “crimes” que comete já é um disparate, imagine-se criminalizar uma conduta que deveria ser seguida. E o único que saiu em defesa da falsa acusação de José Serra foi o pitbull dos vociferantes, Silas Malafaia. Só o preconceito de quem não tem mais nenhum compromisso com a democracia pode levar uma pessoa a sair acusado outros dos seus próprios pecados. Resquiescat in pace, obscurantismo político!

ELEIÇÕES 2012

Serra distribuiu em SP kit com material contra homofobia

Cartilha foi entregue a professores de escolas de ensino médio em 2009, durante a gestão do tucano no Estado

Ex-governador, que é crítico de ‘kit gay’ feito na gestão de Haddad no MEC, afirmou que seu material é diferente

DE SÃO PAULO

Crítico do material anti-homofobia produzido pelo MEC (Ministério da Educação) durante a gestão de seu rival, Fernando Hadddad (PT), o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, distribuiu cartilha com conteúdo semelhante a escolas de ensino médio de todo o Estado, em 2009.

A cartilha foi desenvolvida pela Secretaria Estadual de Educação quando Serra era governador. Ela aborda diversos temas, entre eles homofobia, e recomenda a exibição de vídeos sobre o assunto em sala de aula. O conteúdo do material foi revelado ontem pela colunista Mônica Bergamo no site da Folha.

Destinada aos professores, a cartilha tucana sugere que eles mostrem aos alunos desenhos ou figuras de "duas garotas de mãos dadas, dois garotos de mãos dadas, uma garota e um garoto se beijando no rosto, dois homens se abraçando depois que um deles faz um gol e duas garotas se beijando".

Os professores são orientados a registrar as "sensações" dos alunos e discutir com eles diversidade e homofobia.

A cartilha indica que a atividade seja encerrada com a exibição do vídeo "Medo de Quê", que relata os conflitos de um adolescente ao aceitar sua homossexualidade.

Há ainda a indicação do "Boneca na Mochila", que mostra uma mãe chamada à escola após uma boneca ser encontrada dentro da mochila de seu filho.

Os filmes indicados na cartilha tucana foram feitos pelas mesmas instituições que produziram os vídeos do material do MEC e que, em várias ocasiões, Serra desqualificou. Em entrevista àFolha publicada anteontem, por exemplo, ele disse que projeto do MEC usou material de "doutrinação, malfeito".

Apelidado por líderes religiosos de "kit gay", o projeto do MEC foi criticado pelas bancadas católica e evangélica do Congresso e foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff, que declarou que não permitiria "a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais".

Questionado, Serra disse que seu material é "diferente". "O nosso material é correto e dirigido aos professores", afirmou. "Não é só voltado à questão sexual, mas também a preconceito de classe, preconceito religioso. Não tem nada a ver com o desastrado kit gay do Haddad." Irritado, o tucano disse que a reportagem do site da Folha tinha "o dedo do Zé Dirceu".

Já Haddad disse que Serra "mentiu pela segunda vez" para atingi-lo com a polêmica do chamado "kit gay". Ele afirmou ainda que o tucano "omitiu" o fato de o Estado já ter produzido uma cartilha anti-homofobia para "confundir a opinião pública".

"Ele havia dito que não havia nenhum material neste sentido. Aí se desmente no dia seguinte. É muita desinformação para confundir a opinião pública."

A Secretaria Estadual de Educação disse que "concluir que há qualquer semelhança" entre a sua cartilha e o material do MEC é "mentira eleitoral": "A publicação (…) trata de temas como bullying, violência, drogas, gravidez na adolescência, diversidade sexual, entre outros. Não faz propaganda de opção sexual", afirmou a secretaria.

13/10/2012

Malafaia é o “iluminismo” tucano

Filed under: Isto é PSDB!,José Serra,Obscurantismo,Silas Malafaia — Gilmar Crestani @ 9:28 am

Malafaia: o procônsul de Serra para os ‘bons costumes’

Os primeiros passos de Serra na largada do 2º turno em São Paulo ilustram o ponto a que está disposto chegar para reverter o prenúncio da derrota que nem o Datafolha dissimula mais.
O tucano reuniu-se nesta 3ª feira com um interlocutor cirurgicamente escolhido para reforçar a musculatura do vale tudo na disputa: o pastor radialista, Silas Malafaia, que veio diretamente do Rio de Janeiro apresentar armas à campanha. Acompanhado do pastor Jabes Alencar, do Conselho de Pastores de São Paulo, teve um encontro fechado com Serra.
O pacto do além com o aquém foi festejado em manchete do caderno de política da ‘Folha de SP’. Assim: "Líder evangélico diz que vai ‘arrebentar’ candidato petista — Silas Malafaia afirma que Haddad apoia ativistas gay".
O título em 3 linhas de 3 colunas, ladeado de um foto imensa de Serra (meia pág. em 3 colunas), empunhando uma criança adestrada em fazer o ’45’, inspira calafrios.
Deliberadamente ou não, o conjunto ilustra um conceito de harmonia que envolve arrebentar a tolerância, de um lado, para preservar a pureza, de outro. Concepções assemelhadas levaram o mundo a um holocausto eugênico de consequências conhecidas.
A hostilidade beligerante de Serra em relação a adversários –inclusive os do próprio partido– incorporou definitivamente uma extensão regressiva representada pela restauração do filtro religioso na política. Como recurso de caça ao voto popular, que escapa maciçamente ao programa do PSDB –liquefeito na desordem neoliberal–, é mais uma modernidade que devemos ao iluminismo dos intelectuais de Higienópolis.
O pastor Malafaia foi importado do Rio de Janeiro exatamente com essa finalidade. Veio dizer aos fiéis de São Paulo em quem votar e a quem amaldiçoar. Os critérios escapam aos valores laicos da independência democrática em relação às convicções religiosas. Mas isso não importa à ética de vernissage de certa inteligência paulista. Faz tempo que em certos círculos incorporarou-se a licença do vale-tudo para vencer o PT, a quem se acusa de sepultar os princípios éticos de esquerda…
Serra aperfeiçoa, não inova na promoção do eclipse das consciências e dos valores laicos que sustentam a convivência compartilhada.
Na campanha presidencial de 2010, a água benta da sua candidatura foi o carimbo de ‘aborteira’ espetado contra Dilma Rousseff. A esposa do tucano, culta bailarina Mônica Serra, pregava nas ruas da Baixada Fluminense, como uma mascate da intolerância: ‘Ela (Dilma) é a favor de matar as criancinhas’.
Não era uma voz no deserto. Recorde-se que Dom Bergonzini, um bispo de extrema direita, da zona sul de São Paulo, já falecido, encomendou então 20 milhões de panfletos com o mesmo calibre.
Os impressos falseavam a chancela da Igreja católica para atacar, caluniar e desencorajar o voto na candidata da esquerda nas eleições presidenciais.
Um lote do material foi descoberto na gráfica da irmã do coordenador de campanha de Serra.
A imprensa sem escrúpulos teve então, curiosamente, todo o escrúpulo, omitindo-se de perguntar: –De onde veio o dinheiro, Dom Bergonzini?
Tampouco se cogitou indagar se o bispo e os donos da gráfica tinham contato com outro personagem sombrio da campanha tucana, Paulo Preto –que o candidato da hipocrisia conservadora chamava de ‘Paulo afro-descendente’.
Apontado como o caixa 2 da campanha, Paulo, fixemos assim, teria desviado R$ 4 milhões em doações para proveito próprio. Mas compartilhava segredos protegidos por recados ameaçadores: –‘Não se abandona um líder no meio do caminho’. A senha era enfática o suficiente para obrigar Serra a interromper a campanha e convocar os jornais, declarando-o um cidadão acima de qualquer suspeita.
A transformação do eleitor em rebanho, a manipulação do discernimento político pela mídia e o retorno das togas a uma simbiose desfrutável pelo estamento conservador, configuram hoje os requisito de uma sociedade capaz de dar a vitória a Serra neste 2º turno.
Não se trata de uma denúncia. São os ingredientes mobilizados pelo candidato tucano que arredonda assim a biografia com um toque de Tea Party tropical. O pacto da intolerância selado com o eloquente bispo Malafaia ilustra a travessia edificante de um quadro originalmente tido como o zangão desenvolvimentista da colméia neoliberal.
A intelectualidade iluminista que ainda apoia José Serra tem condições de enxergar essa marcha batida que empurra São Paulo para um Termidor de malafaias.
A intelectualidade iluminista tem, sobretudo, a co- responsabilidade nos desdobramentos dessa distopia obscurantista que a candidatura tucana enseja, agrega, patrocina e encoraja. A tentativa algo desesperada de evitar a derrota desenhada em São Paulo tem um preço –os intelectuais honestos que orbitam em torno do PSDB vão rachar a conta? A ver.

Postado por Saul Leblon às 06:51

Carta Maior – Blog das Frases – Malafaia: o procônsul de Serra para os ‘bons costumes’

21/01/2012

A Espanha, a fábrica de monstros medievais

Filed under: Igreja Católica,Los Kikos,Monstros e Alienígenas,Obscurantismo — Gilmar Crestani @ 7:55 am

A Igreja Católica dá a luz mais um monstro nascido na Espanha, Los Kikos. Não bastasse a Opus Dei para nos mostrar como a Igreja Católica envelheceu, ou, por outra, não se renova, agora aparece mais esta placenta. Bem que avisou Jesus Cristo que o diabo se manifesta de várias maneiras, inclusive tentando se passar por Ele. Nós brasileiros vimos isto bem claro na encenação da Bolinha de Papel na última campanha. O episódio protagonizado pelo (péssimo ator) José Serra, isoladamente, não chamaria a atenção, mas associado ao que sua mulher falou a respeito do aborto (que ela aliás praticara) dá uma ideia exata do que se passa na cabeça de acéfalos e dementes. E é através destes monstros que os movimentos tectônicos trabalham para levar mais gente para a escuridão obscurantista.

E o reconhecimento não poderia vir de outra fonte senão um Papa que se perfilou na juventude hitlerista e dizem até que “papou” criancinhas…

Los ‘kikos’ exhiben músculo neocón

El movimiento ultraconservador Camino Neocatecumenal reúne en Madrid 140.000 seguidores

Argüello, que dirige un ejército de 1,5 millones de personas, quiere ahora evangelizar China

Joaquín Gil Madrid 22 AGO 2011 – 22:31 CET9

Francisco José Gómez Argüello, alias Kiko, es lo más parecido que tiene España a un telepredicador del Tea Party. Como los pastores norteamericanos, es tremendista, apocalíptico y sazona su discurso con el miedo. Sus palabras alertan del riesgo de una sociedad en crisis de valores, secularizada, y atenazada por el pecado. Argüello tiene 71 años y tablas de actor. Lo demostró este lunes en la plaza de Cibeles de Madrid ante 140.000 seguidores de su Camino Neocatecumenal, el movimiento que fundó hace más de tres décadas y que se ha transmutado, desde que Juan Pablo II lo reconociera en 1990, en una influyente legión religiosa, situada a la derecha de Dios.

La organización monta desde 1989 un encuentro vocacional, que es como se llama la ceremonia para captar sacerdotes (ahora tienen 3.000), al día siguiente de los encuentros multitudinarios con el Papa. La de este lunes debía celebrarse en el Aeródromo de Cuatro Vientos, pero Defensa la desautorizó porque no formaba parte de la Jornada Mundial de la Juventud. Sin embargo, la presencia en pleno de la jerarquía católica, encabezada por el jefe de los obispos españoles, Antonio María Rouco Varela, convirtió el acto en un anexo del evento papal. Junto al arzobispo de Madrid, 70 prelados y siete cardenales participaron en la ceremonia. El obispo de San Sebastián, el conservador José Ignacio Munilla, o el arzobispo de Barcelona, Lluís Martínez Sistach, dieron la bienvenida a los asistentes, aunque este último se llevó un pequeño abucheo cuando habló en catalán.

“Tenéis que manteneros firmes en la fe”, advirtió Rouco Varela, que exaltó el dolor como un puente hacia Díos. “Por el dolor se encuentra el camino de la salvación”, dijo entre aplausos y un calor de aplomo.

El objetivo, Asia

Argüello se fijó como objetivo captar 20.000 sacerdotes para China. “Asía es nuestro objetivo”, y se definió como amigo de Benedicto XVI desde 1974. “Él [Joseph Ratzinguer] nos ayudó a difundir el Camino, cuando nadie nos conocía”, recordó el líder del movimiento, que viajó a Alemania para transmitirle al Papa la necesidad de extender el Camino Neocatecumenal por toda Europa. Antes, según reza su biografía oficial, convivió en el suburbio madrileño de Palomeras Altas con toxicómanos y prostitutas.

Los participantes del acto asistieron durante 20 minutos a la interpretación de El Sufrimiento de los inocentes, una sinfonía compuesta por el propio Argüello, que el Camino la estrenó en Israel, Roma o París. "La oruquesta está dirigida por un miembro del Camino que además tiene cuatro hijos", advirtió Kiko.

Elocuente, carismático, magnético, vestido de elegante oscuro, Argüello instó a sus seguidores a “amar al enemigo”. En una dialéctica ajena a los grises, alertó del riesgo de desviarse del camino, el suyo. “El resto es un engaño del demonio, la mentira”.

Menos contundente, Miguel Peñalver, de 18 años, rebajaba desde el público las palabras de su líder. “Somos gente normal, te lo juro”.

Los ‘kikos’ exhiben músculo neocón | Política | EL PAÍS

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: