Ficha Corrida

21/06/2015

Milagre, do ovo da serpente nasceram gêmeos

rbs lasier-ana-amelia-rbs-eleicoes-rio-grande-do-sulPor que os filhotes da RBS não usam o púlpito do Senado para denunciar as empresas pegas na Operação Zelotes, Operação Pavlova ou na Lista Falciani do HSBC? Por exemplo, o que Ana Amélia Lemos tem a dizer a respeito do PP gaúcho, seu partido, pego inteiro e por completo na Operação Lava Jato? O que Lasier Martins tem a dizer a respeito do envolvimento de seu partido nas falcatruas da Assembleia Legislativa Gaúcha?!

O correligionário de Lasier Martins, Gilmar Sossella foi cassado pelos malfeitos praticados na campanha eleitoral. Lasier, como jornalista metido a saber e ter opinião sobre tudo, sabia das práticas de seu colega? Se sabia e nada fez, é cúmplice. Se não sabia, é ignorante. Mas é uma ignorância conveniente típica de funcionário da RBS.

Era uma vez um deputado chamado Diógenes Basegio que tinha um Gatto, mas o gato, nas palavras do Gatto era ele, Basegio. Dúvida shakespeariana, qual dos dois é mais gato? Com a palavra o filhote da RBS, Lasier Martins. Mas o silêncio fala mais alto.

Os filhos gêmeos da RBS poderiam falar a respeito das Operações Leite Compensado, Queijo Condensado. Contra bandidos que envenenam alimentos, os dois acocam. Sempre que aparece alguém metido em falcatrua no sul os dois desnorteiam. Para não falar dos patrões e de seus financiadores ideológicos, os dois imaturos representantes da manada bovina gaúcha atacam Maduro.

Senadores gaúchos Ana Amélia e Lasier Martins se associam a pataquada do Aécio e dos três patetas na Venezuela

Published junho 20, 2015

Lasier Ana AméliaProposta da senadora Ana Amélia conseguiu apoio de apenas 27 senadores, entre os quais Lasier Martins
Com informações da  Agência Senado

A senadora Ana Amélia (PP-RS) propôs ao Plenário do Senado nesta quinta-feira (18) uma moção de repúdio ao tratamento recebido pela comitiva de senadores brasileiros em missão na Venezuela. Apesar de não obter o apoio de 27 dos senadores (um terço dos 81) para votação no Plenário, como prevê o Regimento Interno, a proposta foi acatada e encaminhada às autoridades venezuelanas.

Comentário do Blogueiro: Na verdade a Ana Amélia chamou de “moção”, mas é uma cartinha assinada por ela e meia duzia de Senadores, já que não foi homologada pela ampla maioria dos senadores. Com esta ridícula “moção”, Ana Amélia e Lasier Martins, que apoiou, como se pode ver nesta matéria da Agência Senado, se associam a pataquada do demo tucanato na Venezuela.

O líder do governo, Delcídio do Amaral (PT-MS), foi um dos senadores que resistiu à aprovação da proposta. Ele reiterou que já havia feito contato com o Palácio do Planalto e com os ministros da Defesa, da Justiça e das Relações Exteriores. O parlamentar considerou suficiente a nota do presidente do Senado, Renan Calheiros, condenando os acontecimentos narrados pelos senadores da comitiva.

— Acho que com qualquer outro tipo de atitude, sem que tomemos um conhecimento claro do que efetivamente aconteceu, poderemos estar nos precipitando desnecessariamente — disse Delcídio, sem descartar medidas mais incisivas se houver confirmação de “algo efetivamente grave”.

O primeiro-vice-presidente do Senado, Jorge Viana, também avaliou que a nota divulgada por Renan seria suficiente. Ele acrescentou que, segundo relatos do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a Venezuela estava recebendo hoje da Colômbia um acusado de matar um parlamentar chavista, o que causou confusão em Caracas, que prejudicou os senadores brasileiros.

— A informação é que estão liberando uma das pistas de acesso à cidade de Caracas e há a possibilidade de terem o trânsito [liberado] para que possam chegar a Caracas — disse Viana, reiterando solidariedade aos colegas.

Também a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) afirmou que o melhor seria aguardar notícias mais completas de Caracas. Ela lembrou que, há uma semana, esteve em Caracas o ex-presidente espanhol Felipe González, crítico de Hugo Chávez.

— E nada disso aconteceu. Foi recebido com muito respeito pela população e desenvolveu todas as atividades — disse Vanessa.

Diante da resistência, Ana Amélia, que chegou a receber apoio de Dalírio Beber (PSDB-SC) e Lasier Martins (PDT-RS), pediu a aprovação do requerimento apenas em seu nome, o que foi acatado pelo presidente Renan Calheiros. O expediente seguiu para publicação e envio às autoridades.

Pelo Regimento Interno (art. 222), o senador pode apresentar voto de aplauso, repúdio ou louvor que será encaminhado em nome do autor, após a leitura no Plenário. Se disser respeito a ato público ou a acontecimento de alta significação nacional ou internacional, o voto poderá ser encaminhado em nome do Senado Federal, mediante requerimento subscrito por um terço dos senadores e aprovação pelo Plenário. [Agência Senado]

01/10/2013

Maduro expulsa golpistas de país assassino

Filed under: Golpismo,Isto é EUA!,Nicolás Maduro,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:18 am
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Maduro expulsa três diplomatas dos EUA acusados de "sabotagem"

Representante mais graduada de Washington em Caracas está entre os obrigados a deixar país

Venezuelano diz que funcionários tiveram reuniões com oposição; órgão abre processo contra Globovisión

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou ontem a expulsão de três diplomatas dos EUA, que terão 48 horas para deixar o país, por supostamente atuarem para sabotar o sistema elétrico e a economia local.

Um dos representantes é Kelly Keiderling, encarregada de negócios da Embaixada em Caracas e diplomata mais graduada de Washington no país. Desde 2010, os países não têm representação no nível de embaixadores.

"Temos provas suficientes desses funcionários hostis violando leis internacionais", disse Maduro, na TV. "Yankees, go home!", afirmou.

"Não me importa que ações possa tomar o governo Barack Obama", seguiu.

Maduro disse que os funcionários americanos se reuniram com opositores de "extrema direita" para sabotar o sistema elétrico.

Além de Kenderline, Elizabeth Hunderland e David Mutt serão expulsos, disse.

À Efe, uma fonte do Departamento de Estado disse não ter recebido a notificação oficial. "Os EUA rejeitam as acusações específicas contra nossos empregados da embaixada", disse a fonte.

Já são cinco os representantes americanos obrigados a deixar o país neste ano. Em março, horas antes de anunciar a morte de Hugo Chávez (1954-2013), Maduro ordenou a expulsão de dois adidos militares acusados de tramar "planos desestabilizadores".

A Venezuela tem relação conturbada com os EUA desde a chegada do chavismo ao poder, em 1999. Washington, porém, é o principal parceiro econômico de Caracas.

Na semana passada, Maduro disse ter cancelado viagem a Nova York, onde participaria da Assembleia-Geral da ONU, para "preservar sua integridade física".

GLOBOVISIÓN

A Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel), que regula os meios de comunicação na Venezuela, iniciou processo administrativo contra a Globovisión, o primeiro desde maio, quando a TV foi vendida e passou a usar tom menos confrontativo.

O motivo do ação, que pode provocar multa, é programa sobre a escassez de produtos no país teria criado "inquietação na população".

13/07/2013

Efeito Edward Snowden

Com a liberação das informações que dão conta do conluio do Facebook e Microsoft nas espionagens patrocinadas pelos EUA, a CIA começa a botar o rabo entre as pernas e seus vira-latas e vira-bostas ficaram na berlinda.

La oposición de Capriles se desinfla en Venezuela

Los adversarios del Gobierno creen que el líder ha dilapidado la posibilidad de cambios en el modelo chavista con el capital político obtenido en las elecciones

Alfredo Meza Caracas12 JUL 2013 – 06:35 CET102

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Capriles en un acto con seguidores en Caracas el pasado 14 de abril. / Carlos Garcia Rawlins (REUTERS)

Tres meses después de las elecciones, el líder opositor venezolano, Henrique Capriles, ha perdido fuelle. Los contrarios al presidente Nicolás Maduro creen que no ha sabido aprovechar el capital político obtenido en los comicios celebrados el pasado 14 de abril para provocar cambios en el modelo chavista.

Los analistas políticos Fausto Masó y Luis García criticaron hace poco en dos artículos la estrategia de la oposición para manejar la crisis política venezolana. El título del escrito de Masó era casi una provocación para quienes sintieron en abril que tenían al alcance de la mano el fin de 14 años de chavismo. ¿Y si Nicolás Maduro durase los seis años?. Razonaba el articulista que Venezuela se estaba acostumbrando al nuevo presidente al igual que al tráfico, a la delincuencia y al desabastecimiento. “Maduro se está convirtiendo en una mala costumbre, pero las malas costumbres son eternas, mientras el espacio en los medios de la oposición le ocurre como a la piel de zapa de Balzac, se achica”, escribió. Mucho más directo, García Mora se preguntaba: “¿Para dónde va Henrique Capriles Radonski?” y argumentaba que la oposición no tenía objetivo estratégico definido y que lucía entrampada.

Estas ideas son parte de una opinión generalizada entre buena parte de los adversarios del Gobierno, quienes han empezado a preguntarse, después de ver lo sucedido en Brasil -donde protestas masivas y extendidas en el tiempo han obligado a la presidenta Dilma Rousseff a promover reformas-, si su líder ha dilapidado la oportunidad de conseguir cambios en el chavista con el poder político de los recientes comicios. Más allá de esto, se cuestionan: si la oposición está segura de que fue despojada del triunfo, ¿por qué desistió de presionar en la calle hasta que se reconociera el resultado?

El miércoles 17 de abril Capriles Radonski convocó a sus seguidores a marchar hacia el Consejo Nacional Electoral para solicitar un recuento de votos, la única manera, dijo entonces, de resolver la crisis política desatada después del anuncio del estrecho resultado. En las calles había numerosos focos de protesta que a la postre terminarían con nueve personas fallecidas, 78 lesionadas, y con la amenaza del gobierno de enjuiciarle como el instigador de esas muertes. El candidato decidió entonces suspender la caminata para evitar una masacre similar a la ocurrida el 11 de abril de 2002 -el día que comenzó el breve golpe de Estado contra Hugo Chávez- y reorientar su estrategia. Sus seguidores debían cesar las protestas callejeras, volver a casa y dejar que él llevara el reclamo ante el árbitro comicial e impugnara las elecciones ante el Supremo en caso de que la mayoría oficialista del CNE no aceptara abrir las urnas. El tiempo se encargaría de terminar de erosionar las precarias bases que sostenían a Maduro, que debía iniciar su mandato con un presupuesto comprometido y una escasez galopante con congénitas debilidades de liderazgo. La estrategia de Capriles apostaba –apuesta– al desgaste de Maduro, que no tiene una conexión emocional con su electorado, para luego, entonces sí, construir una mayoría sólida y amplia que permita burlar las inequidades de los procesos electorales venezolanos.

Hoy Capriles luce apagado. Maduro se ha fortalecido y dirige un Gobierno en el cual es posible identificar rasgos de un estilo propio. El reclamo ante el Supremo ha caído en el olvido después de que la Sala Constitucional, de mayoría chavista, se avocara a conocer la causa. Así, el entusiasmo de la oposición se ha diluido en la rutina e incluso en la indiferencia frente a los graves problemas del país y al colapso del modelo económico chavista. Aunque el Gobierno se ha mostrado dispuesto a trabajar con la empresa privada, no ha renunciado a perfeccionar la política de controles a través de una nueva ley en la Asamblea Nacional -que regula los precios de los vehículos nuevos y usados- y la vuelta de Eduardo Samán, un comunista recalcitrante, a la dirección del Indepabis, el organismo encargado de vigilar que se cumplan los topes establecidos por el Estado en el valor de los bienes y servicios. El Gobierno cree que con más controles podrá reducir la inflación, que en junio llegó a 4,7% para sumar 25% en el primer semestre del año.

Maduro pudo recuperarse con golpes precisos para confinar a la oposición a sus bastiones como en los tiempos de Hugo Chávez, donde no hace daño. Cuando Capriles visitó Colombia, donde fue recibido por el presidente Juan Manuel Santos, la airada reacción de Maduro puso en alerta a los demás países. Desde entonces el reconocimiento de la comunidad internacional al joven Gobierno venezolano fue más decidido. Es posible que esa sea la prueba del éxito de la diplomacia bolivariana o de la lenta e inexorable muerte del reclamo opositor. Dos episodios así lo demuestran: el presidente de México, Enrique Peña Nieto, dijo que no recibiría al gobernador de Miranda en caso de que éste visitara el país. Y el nuncio apostólico en Caracas, Pietro Parolin, exhortó al líder estudiantil Vilca Fernández a suspender la huelga de hambre que mantenía en la sede diplomática a propósito del conflicto entre las universidades y el Gobierno. Era, dijo el representante del papa Francisco en el país, un lugar impropio para esas manifestaciones. “Aunque estamos preocupados por el conflicto, la Nunciatura no está involucrada directamente en él”, aclaró.

Quizá el conflicto que mantiene cerradas las principales universidades públicas de Venezuela sea el mejor rasero para medir cómo se ha enfriado la protesta opositora. Los reclamos de la educación superior –un presupuesto justo, el respeto a la autonomía y un aumento sustancial de los magros salarios de los docentes, demandas parcialmente complacidas por el Gobierno- no han movilizado a su electorado en la misma proporción que hace tres meses. Tal vez en esa actitud tenga que ver la tibieza de Capriles frente a la aventura de la huelga. Primero recomendó a los profesores no suspender las clases. Cuando arreció el conflicto sí decidió solidarizarse con su estrategia. “El Gobierno tiene la posibilidad de resolver el conflicto universitario. Ellos regalan 4 mil millones de dólares al año al gobierno cubano”, escribió en su cuenta de Twitter el 18 de junio.

Todas esas contradicciones han sido aprovechadas por el Gobierno, que sí tiene conciencia de su debilidad si asoma alguna fisura. Por ello se han mostrado como un bloque alrededor de Maduro. Bien lo dice Masó: “Diosdado Cabello [presidente de la Asamblea Nacional de Venezuela y número dos del chavismo] no conspira para sacar a Maduro de Miraflores. Los dos están hermanados porque la salida de uno, o del otro, significaría el fin de ambos”.

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10/05/2013

Manchete fria do El País e recepção calorosa no Brasil

Filed under: Dilma,Nicolás Maduro — Gilmar Crestani @ 9:22 am
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Como o Juan Árias só lê O Globo, não sabe o que Dilma disse, então aí vai: “Nossos países estão mostrando vocação para criar um futuro comum, que una toda a nossa região, que contribua para um mundo multipolar e multilateral, sem espírito de confrontação, sem pretensões hegemônicas e sem ingerência externa.” Se os espanhóis ficarem com a opinião do Árias que saiu no El País ficarão desinformados como os brasileiros que acham que se informam lendo O Globo. Informação não é desejo, e torcida não é informação. Mais do que uma recepção calorosa, Dilma e Maduro são um frente segura contra os interesses norte-americanos defendidos pelos vira-latas e vira-bostas tupiniquins.

Fría acogida de Dilma Rousseff a Maduro

El presidente venezolano se reúne con Lula da Silva, que apoyó su candidatura durante la campaña electoral

Juan Arias Río de Janeiro 9 MAY 2013 – 22:59 CET207

 

Maduro regala a Rousseff una foto de Chávez. / VALTER CAMPANATO (AFP)

La mandataria de Brasil, Dilma Rousseff, recibió este jueves al presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, en la rampa del Planalto con un abrazo protocolario, bien diferente al que los brasileños estaban acostumbrados a ver entre el expresidente Lula da Silva y el fallecido Hugo Chávez, que se trataban de “compañeros”. Estaba presente al encuentro el ministro de Asuntos Exteriores de Brasil, Antonio Patriota.

Maduro, que iba pasar la jornada entera en Brasilia, llegó a la una y media de la tarde en contra de lo que se había anunciado. La prensa nacional ha ignorado prácticamente durante todo el día en sus ediciones digitales la llegada del mandatario al país, que tuvo lugar casi en silencio y sin declaraciones en el aeropuerto.

Dilma y Maduro se presentaron ante la prensa para un saludo y una breve declaración de que ambos países deberán trabajar juntos. Dilma destacó las resultados positivos de las relaciones comerciales bilaterales de ambos países y Maduro le regaló un cuadro ya enmarcado con la foto del fallecido Hugo Chávez.

Lula recibe a Maduro. / Ricardo Stuckert (EFE)

El esperado encuentro entre Maduro y el expresidente Lula da Silva había sido programado a petición del presidente de Venezuela al que el exmandatario envió un vídeo de apoyo a su candidatura durante la campaña electoral.

El Gobierno brasileño ha informado de que la visita busca "incrementar iniciativas de integración productiva, seguridad alimentaría, políticas públicas de salud y desarrollo social y tecnológico". Se ha especulado con que un tema de conversación entre Rousseff y Maduro podría ser la vuelta de Paraguay a Mercosur y la ampliación del mismo. Entre las actividades de carácter privado está previsto un encuentro con estudiantes y representantes de movimientos sociales en la Universidad de Brasilia.

Este jueves el diario O Globo ha publicado un editorial titulado Lo que Maduro debería escuchar en Brasilia. En él se recuerda que en el inicio de su mandato, Rousseff dijo que prefería “el ruido de los periódicos al silencio de las dictaduras”. El diario dice que “Brasil goza de una democracia robusta en la que los medios ejercen un papel de vigilancia. En los regímenes bolivarianos la libertad de expresión está empecinada”. Y añade: “Brasilia debe decir a Maduro que, por ejemplo, que es lamentable amordazar a Globovisión o cualquier otro medio de comunicación”.

Lo que el Gobierno no quiere es una fricción con el nuevo Ejecutivo venezolano de Maduro que pueda desequilibrar la balanza comercial con Caracas, netamente positiva para Brasil y que aumentó seis veces de 2003 a 2012. El año pasado el comercio bilateral consiguió un récord histórico de 605.000 millones de dólares. Las exportaciones brasileñas de manufacturados para Venezuela crecieron un 30%.

Brasil es consciente de ser hoy una de las grandes democracias del mundo y de su papel fundamental en América del Sur. De ahí sus cautelas con el nuevo líder venezolano, contestado por el 50% de su propio país. La diplomacia brasileña ha sido todo este tiempo más bien cauta con el resultado de las elecciones en Venezuela. Aunque Brasil reconoció enseguida la legalidad de los resultados, la prensa ha recordado que durante el funeral del Hugo Chávez, tras haber destacado su papel político, la presidenta quiso añadir que “en muchas ocasiones el Gobierno de Brasil no concordó íntegramente con él”.

Fría acogida de Dilma Rousseff a Maduro | Internacional | EL PAÍS

22/04/2013

Papa furado

Filed under: Nicolás Maduro,Papa Francisco,Venezuela — Gilmar Crestani @ 7:54 am
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A disputa já foi resolvida, no voto. Basta não serem maus perdedores. Se eleições só servem quando ganhamos, para que eleições? O Papa poderia ter se perguntado por que todos os  mortos eram pró Maduro e todos mortos por partidários de Capriles, apoiado da CIA!

VENEZUELA, NA FOLHA

Papa Francisco pede que disputa no país seja resolvida com diálogo

DA AFP – O papa Francisco disse ontem que acompanha com atenção a situação política na Venezuela, acirrada pela pequena margem na vitória do presidente Nicolás Maduro e pelo pedido da oposição de recontagem dos votos.

"Peço ao querido povo venezuelano, e em particular a seus dirigentes políticos, que rejeitem firmemente qualquer violência e estabeleçam um diálogo baseado na verdade, no reconhecimento mútuo, na busca do bem comum e no amor."

17/04/2013

Capriles detonou Boston

Se os EUA não querem ser detonados em casa que parem de detonar bombas longe. Não é só o fato de que o próprio Obama ganhou por margem tão estrita quanto à de Maduro, mas Bush manipulou na Flórida, com fraude comprovada. Eles não têm moral sequer para atacarem Hitler! Nestas horas convém lembrar do documentário Inimigo do meu inimigo. Os EUA se aliaram à escória do nazismo para infiltrar agentes da CIA na América Latina. Dentre outros, o açouqueiro Klaus Barbie.

A irresponsabilidade de Capriles

Paulo Nogueira 17 de abril de 2013 0

Mau perdedor

Mau perdedor

Capriles está confirmando a lendária má fama da direita venezuelana com suas palavras e ações irresponsáveis.

Na confusão que ele está armando por não aceitar a derrota nas urnas, venezuelanos estão morrendo.

Capriles chegou perto, mas perdeu. Seu adversário na recente disputa pelo governo do estado de Miranda não teve o mesmo comportamento destrutivo ao ser batido por apenas 45 000 votos.

Os Estados Unidos, sempre de olho no petróleo venezuelano do qual desfrutaram por tantos anos enquanto a população local era reduzida à pobreza extrema, se apressaram em incentivar Capriles.

Para sorte dos venezuelanos, hoje existe contraponto à pressão americana entre os vizinhos da Venezuela.

Lula, com acerto, disse que os americanos deviam parar de se meter na vida alheia. Obama mesmo, no voto popular, venceu Romney por uma diferença porcentual parecida com a obtida por Maduro.

E ninguém sugeriu que os americanos recontassem os votos.

A postura de donos do mundo causa mais e mais engulhos planetariamente. Na era da internet, correm o mundo as informações sobre as reais motivações americanas com sua predadora política externa.

Quem acredita nos campeões da liberdade acredita em tudo, para usar a grande expressão de Wellington.

Os americanos cometem mais um desatino ao se alinhar às encrencas de Capriles.

Capriles teve tudo para ganhar, esta é a verdade. Mas não ganhou. Os chavistas sem Chávez, para usar uma comparação futebolística, eram como o Barcelona sem Messi.

E ainda assim Capriles perdeu – em eleições chanceladas por Jimmy Carter e acompanhas por observadores internacionais de reputação irreprochável.

Recontagem de votos, como ele exige? Ora, quem garante que numa recontagem o poderoso grupo de interesses que ele representa não promova alguma fraude? E então seria a vez de Maduro exigir a recontagem da recontagem. A exigência de Capriles — além do mais covarde, porque é inimiginável que ele a fizesse perante Chávez — é uma insanidade. Levaria a Venezuela a contar votos em vez de trabalhar para resolver tantos problemas.

Sem o charme e o carisma de Chávez, sem a sua presença para orientá-lo, sem experiência em palanque, sem traquejo político, Maduro ganhou uma disputa que, a rigor, tinha tudo para perder.

Ganhou por causa da semente da justiça social legada por Chávez.

Agora, seu desafio, como legítimo presidente, é cuidar que essa semente não se perca.

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O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo A irresponsabilidade de Capriles – Diário do Centro do Mundo

15/04/2013

E os EUA perderam novamente para um poste de Chávez

Filed under: Nicolás Maduro,Venezuela — Gilmar Crestani @ 7:27 am
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Decididamente, a CIA já não encontra vira-latas suficientes na Venezuela e os que recruta no Brasil, Argentina, Colômbia, El Salvador e Guatemala ou são mulas ou são malas. Assim, antes de 2019 só no golpe, mas que o vira-bostas vão tentar ah disso não tenham dúvidas. E, pelas páginas do El País, já começou com esta abertura de página: “Capriles no reconoce la victoria mínima de Maduro” Mas confessa mais uma tentativa da CIA: Venezuela corta Internet por un ataque ‘hacker’ contra Maduro . Já o Página12 argentino fez o contraponto: “VENEZUELA SIGUE MADURA”. A margem foi pequena, mas alguém ainda lembra como foi a vitória de George W. Bush nas eleições de 2000, na Flórida?

Maduro tem vitória apertada na Venezuela

Com 99% das apuradas, chavista tinha 50,66% dos votos contra 49,07% de Capriles; diferença de menos de 300 mil votos

Sucessor de Chávez pede que oposição aceite os resultados sem arrogância, mas admite recontagem

FLÁVIA MARREIROENVIADA ESPECIAL A CARACAS

Na primeira vitória do chavismo sem Hugo Chávez, a Venezuela elegeu ontem o ex-sindicalista Nicolás Maduro, 50, para governar o país até 2019 com menos de 1,6 pontos percentuais de diferença do segundo colocado, Henrique Capriles, -resultado que tinha a possibilidade de ser duramente questionado pela oposição.

Esta foi a primeira vez desde 2005 que os opositores questionavam os números dos CNE (Conselho Nacional Eleitoral), a quem acusam de favorecer o governo, antes dos resultados, num desdobramento que pode mergulhar o país numa grave crise política pouco mais de um mês após a morte de Chávez, vítima de um câncer em março.

Segundo o CNE, com 99,1% das urnas apuradas, Maduro, indicado por Chávez como sucessor, obteve 50,66% dos votos (7.505.338 votos) contra 49,07% (7.270.403 votos).

O reitor Vicente Diaz, o único do CNE próximo da oposição, pediu a auditoria de 100% dos votos -em geral acontece com apenas metade.

Em discurso feito logo depois do anúncio do resultado, em frente ao Palácio Miraflores, Maduro disse que confia no sistema eleitoral da Venezuela e que o resultado deve ser respeitado.

Ele pediu que a oposição aceite os resultados sem arrogância. Diante de um possível pedido de auditoria, ele pediu que o procedimento seja feito, "para que não fique dúvida dos resultados".

"Vamos construir um governo poderoso, do povo e vamos construir uma nova, ampla e poderosa maioria da revolução bolivariana."

A jornada eleitoral, que foi tranquila, encerrou com alta tensão política devido às declarações de vitória antecipadas tanto pela campanha de Maduro, como pelos aliados de Capriles.

Mais cedo, Capriles, em sua conta de Twitter, fez sua mais grave acusação contra o CNE (Conselho Nacional Eleitoral) ao afirmar que estariam permitindo votos após o encerramento de mesas.

"Alertamos ao país e ao mundo a intenção de querer mudar a vontade expressada pelo povo", escreveu Capriles no Twitter, pedindo a reprodução da mensagem.

"Sigo recebendo resultados de todo país! Como mudaram as coisas desde 7 de outubro", chegou a comemorar o opositor em referência a disputa contra o então presidente Hugo Chávez, quando perdeu por 44% contra 55% dos votos.

Com um cenário de vitória apertada, a Venezuela pode mergulhar numa crise política pouco mais de um mês após a morte de Chávez, vítima de câncer.

Foi uma reviravolta em relação ao cenário previsto pelas pesquisas de opinião, que davam margem de ao menos oito pontos a favor de Maduro, apesar de advertir que Capriles vinha diminuindo a vantagem na última semana.

O ex-chanceler Maduro começou a corrida eleitoral no mês passado como franco favorito, embalado pelo ambiente de comoção no país pela morte de Chávez.

Nem o governo nem o próprio candidato hesitaram em transformar os atos em odes político-religiosas ao esquerdista, chamado de "Cristo Redentor dos pobres". Já Capriles, mais experiente em sua segunda disputa nacional, arriscou ao mesclar duros ataques ao governo com promessa de reconciliação do país.

POR CHÁVEZ

Maduro seguiu sua estratégia de apresentar o voto em sua candidatura como cumprimento do "último desejo" de Chávez, algo repetido pela maioria de seus eleitores ontem em Caracas.

O ex-chanceler foi votar acompanhado da mulher, a também dirigente chavista Cília Flores, e da família do mandatário morto.

Num discurso inusual para um chavista, o mandatário interino prometeu fortalecer a economia atraindo investimentos, incluindo os externos, "para desenvolver a indústria mista, pública e privada, pequena, média e grande".

Capriles, 40, que se reelegeu governador de Miranda em dezembro, votou em Las Mercedes, região abastada de Caracas.

14/04/2013

Brasil también vota en Venezuela

Filed under: Brasil,Henrique Capriles,Nicolás Maduro,Venezuela — Gilmar Crestani @ 10:05 am
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Dos gigantes del petróleo llamados no sólo a entenderse sino a trabajar juntos por el futuro del continente

Juan Arias Río de Janeiro 13 ABR 2013 – 15:40 CET9

Henrique Capriles y Nicolás Maduro, en campaña. / AFP

Aunque pueda parecer una paradoja, tanto el candidato venezolano del gobierno, Nicolás Maduro, como el de la oposición, Henrique Capriles, han hecho público que se inspiran en el “modelo Brasil”, que ha sabido conjugar desarrollo económico y fuertes políticas sociales para acabar con la miseria. De ahí que los analistas políticos hayan afirmado que Brasil “también vota en Venezuela”.

Mientras el modelo político de Maduro es el expresidente Lula da Silva, el de Capriles es la mezcla de la política de Fernando Henrique Cardoso, al que define como “socialdemócrata”, y de Lula, sobretodo en el modelo que acuñó en su primer gobierno.

Lula ha grabado un vídeo para apoyar a Maduro en el que afirma que él es “la Venezuela que Chávez soñó”. En una entrevista al diario O Globo, Capriles asegura que no le ha molestado ese vídeo pues reconoce que entre Lula y Chávez existió una gran amistad personal, y además porque, dice “no soy seguidor de personas sino de modelos”. Y su modelo es el de Brasil, gobierne quien gobierne.

La diplomacia norteamericana y Obama en concreto, vieron siempre a Lula como un “moderador” de los arrobos místico socialistas de Chávez, una función que consideraban muy importante y que Lula supo desarrollar magistralmente.

A pesar de la cercanía con el chavismo de la izquierda del Partido de los Trabajadores (PT), que es el partido de Lula y de la presidenta Dilma Rousseff, ninguno de los dos se dejó influenciar por el chavismo puro. Lula mantuvo firme la economía neoliberal de Cardoso y la autonomía de los tres poderes. Y él y Dilma nunca se dejaron, por ejemplo, arrastrar por la parte más de izquierdas del partido que en estos años pedía un “control social” de los medios de comunicación. Dilma llegó a acuñar la célebre frase: “Prefiero el ruido de los periódicos al silencio de tumba de las dictaduras”.

Brasil sabe que sus relaciones con Venezuela son fundamentales tanto económica como políticamente. Con Maduro, dicen los expertos, Brasil continuará haciendo de moderador del chavismo más duro y podría ser un elemento importante para que Venezuela no se enzarce en guerras intenstinas, ahora, sin la fuerza del carisma de Chávez. Con Capriles, Brasil no tiene dudas de que Venezuela abrirría nuevos caminos de cooperación y que se reforzaría el Mercosur.

De ahí que si es cierto, simbólicamente, que también Brasil vota en Venezuela, igualmente lo es que Venezuela está votando quizás la apertura de una nueva era de colaboración más estrecha con Brasil, dos gigantes del petróleo llamados no sólo a entenderse sino a trabajar juntos por el futuro del continente. De ello podrá depender además una relación más estrecha de ambos países con la administración de la Casa Blanca.

Brasil también vota en Venezuela | Internacional | EL PAÍS

Capriles para Papa

Filed under: Henrique Capriles,Nicolás Maduro,Venezuela — Gilmar Crestani @ 9:06 am
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A julgar pelos grupos mafiomidiáticos subsidiados pela CIA, Nicolás Maduros tem defeitos suficientes para ser deportado para Guantánamo e lá ficar perpetuamente. Em compensação, Henrique Capriles é um ser humano mais perfeito que o Papa Francisco. Os cavaleiros do apocalipse preeveem chuvas e trovoadas para Maduro, e céu de brigadeiros se for Capriles. Quem é o candidato dos EUA? Façam suas apostas!

EDITORIAIS EDITORIAIS@UOL.COM.BR

Decisão na Venezuela

Eleição presidencial no país vizinho deve manter o chavismo vivo, com Nicolás Maduro, sem afastar o risco de turbulências futuras

Ainda sob a comoção nacional pela morte de Hugo Chávez, a Venezuela faz hoje a sua segunda eleição presidencial em seis meses. O grande favorito é o chavista Nicolás Maduro, que terá de lidar, no curto prazo, com graves problemas econômicos.

O processo eleitoral foi um dos mais bizarros da história latino-americana. Vítima de um câncer revelado em 2011, Chávez ocultou detalhes de sua saúde e, gravemente enfermo, reelegeu-se em outubro para novo mandato de seis anos.

Dois meses depois, Chávez anunciou a retomada do tratamento em Cuba por tempo indeterminado e indicou seu sucessor político, o vice-presidente Maduro. Em meio a grave crise de desabastecimento de gêneros alimentícios, a Venezuela se viu paralisada pela incerteza sobre a saúde do caudilho.

Sua morte, no mês passado, deu início a uma campanha desequilibrada. O maior cabo eleitoral do governismo é o corpo insepulto de Chávez. Em tom mistificador, o que incluiu comparar o caudilho com Cristo, e com toda a máquina estatal trabalhando a seu favor, Maduro conseguiu deixar em segundo plano os sérios problemas do país –da violência urbana fora de controle às recorrentes falhas no fornecimento de energia.

Hesitante no autoproclamado papel de apóstolo, Maduro protagonizou momentos constrangedores: recuou do anúncio de embalsamar o corpo de Chávez por falta de planejamento e acusou os Estados Unidos de causar o câncer no comandante venezuelano.

A pantomina de nada servirá para resolver a inflação oficial, acumulada em 25,2% nos últimos 12 meses, a crônica e crescente falta de alimentos nos supermercados e a forte pressão para desvalorizar a taxa de câmbio irrealista.

Na raiz de tudo está a falta de dinheiro no Tesouro, resultado do gasto com nacionalizações sem critérios, dos programas sociais mal administrados e da corrupção enraizada. Nos últimos quatro anos, o desequilíbrio vinha sendo financiado por vultosos empréstimos chineses, que chegam a pelo menos US$ 36 bilhões.

Pequim, no entanto, está reticente em seguir emprestando dinheiro. E o mercado internacional não dá sinais de que possa vir um aumento vertiginoso no preço do petróleo (na prática o único produto da economia venezuelana) para sustentar a ciranda populista.

Mesmo acuado pela campanha agressiva, o oposicionista Henrique Capriles tem conseguido tirar algo da vantagem de Maduro nos últimos dias. Tudo indica que não será suficiente para uma virada, mas pode cacifá-lo como alternativa para o país no futuro –que será certamente turbulento.

Fortes foram Pinochet, Geisel & Videla

Filed under: Nicolás Maduro,Venezuela — Gilmar Crestani @ 7:08 am
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O “frágil” fica por conta do apoio institucional que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium ganham para introduzir adjetivos onde só há lugar para substantivos. Aliás, substantivos são intere$$es dos EUA. Mas o poste plantado por Chávez, pelo menos do ponto de vista dos eleitores venezuelanos, é melhor que o candidato dos EUA e dos Grupos Mafiomidiáticos.

Venezuela elegerá presidente frágil no 1º pleito sem Chávez

Escolhido comandará governo acossado por problemas políticos e econômicos

Maduro, mandatário interino, é favorito, mas terá de manter união de chavistas e lidar com exigências de eleitores

FLÁVIA MARREIROENVIADA ESPECIAL A CARACAS

Na primeira eleição sem Hugo Chávez, o protagonista absoluto da vida política da Venezuela nos últimos 14 anos, os eleitores vão às urnas no país hoje para escolher um novo presidente que comandará um governo acossado por fragilidades políticas e econômicas.

O mandatário interino Nicolás Maduro, 50, que Chávez apontou como herdeiro antes de morrer em março, é o favorito. Mas o cenário sem o esquerdista na cédula provoca incerteza.

Para analistas e institutos, um fator determinante para a votação de hoje será o nível de participação e a capacidade dos opositores e dos governistas, estes com mais recursos e militância organizada, para mobilizar e trasladar eleitores aos locais de votação –o voto na Venezuela é voluntário.

Segundo a pesquisa do prestigiado Datanálisis, citada pela agência Reuters, a diferença entre Maduro e seu oponente Henrique Capriles, 40, vem caindo, mas ainda é de 7,2 pontos percentuais, com alto número de indecisos.

"[Em 2012] enfrentamos um monstro, todo poder do Estado, mas enfrentamos um líder eleito pelo povo. Agora enfrentamos uma má cópia e seu desespero de permanecer no poder", afirmou à Folha, por email ontem, um confiante Capriles.

Ele disse contar com os enviados da Unasul (União das Nações Sul-Americanas) como "ponte de comunicação" entre as autoridades eleitorais e sua campanha.

Se os números atuais se confirmarem, Maduro vencer pode se mostrar mais fácil do que administrar até 2019 uma economia com distorções, manter unidas as várias facções do chavismo –militares incluídos– e cumprir suas promessas ao eleitorado.

"O povo na Venezuela já despertou. Vou votar em Maduro, mas, se ele sair dos trilhos, para fora!", diz Milagros Chirinos, 36, funcionária de uma cafeteria estatal.

A mensagem de Milagros é comum no eleitorado chavista: votar para atender ao "último pedido" do presidente, mas advertir de que não é "cheque em branco", indicativo de que tenderão a ser mais exigentes com o novo líder.

Em 14 anos, Chávez se colou às conquistas do governo, como a distribuição da renda petroleira, mas não aos principais problemas, como a violência. Era o superpresidente que culpava auxiliares publicamente pelas falhas –percepção que se arraigou e ameaça se voltar contra o sucessor.

"No último período de Chávez, já havia muitos assuntos que se resolviam pelo seu carisma. Esse carisma Maduro terá que substituir por política", disse à Folha o sociólogo espanhol Juan Carlos Monedero, do Centro Internacional Miranda, ligado ao chavismo.

Para Monedero, porém, a necessidade de construir equilíbrios políticos não ameaça Maduro: "Aqui há um projeto de país, uma Constituição, uma nova cultura política".

Numa sinalização de que sabe que a evocação de Chávez não é suficiente, Maduro fez uma série de promessas concretas, como a de que será o "presidente da segurança" e combaterá a corrupção.

O ex-chanceler tem dado ênfase à "liderança coletiva" do governo, com civis e militares, num reconhecimento de que o modo de governar terá de passar por ajustes.

Por fim, no caso da vitória de Capriles, os próximos meses serão ainda mais complexos, com sua acomodação no poder em meio a embates com a Assembleia, a Justiça e a estatal petroleira PDVSA –todas dominadas por chavistas.

Leia a entrevista de Capriles à Folha
folha.com/no1262367

05/01/2013

O voo do urubu

Filed under: Hugo Chávez,Isto é EUA!,Nicolás Maduro,Venezuela — Gilmar Crestani @ 12:00 pm

 

EE UU admite contactos con Venezuela pero niega injerencia en una transición

El vicepresidente venezolano, Nicolás Maduro, dice que los autorizó Chávez

Ambos países retiraron a sus respectivos embajadores en 2010

David Alandete Washington4 ENE 2013 – 22:16 CET28

El vicepresidente venezolano, Nicolás Maduro. / – (EFE)

La enfermedad de Hugo Chávez, y su operación y convalecencia en Cuba, han llevado al Departamento de Estado norteamericano a tratar con el Gobierno venezolano el asunto de una posible transición política. La diplomacia norteamericana ha admitido que se han dado esos contactos, pero ha dejado claro que se mantendrá al margen para evitar injerencias y facilitar un proceso liderado íntegramente desde Venezuela. El vicepresidente venezolano, Nicolás Maduro, negó el jueves que esos contactos busquen un mayor aperturismo de su Gobierno hacia Washington, y dijo que Chávez está al tanto de ellos y los autorizó.

Este viernes, la portavoz de la diplomacia norteamericana, Victoria Nuland, confirmó la existencia de esos contactos, pero no reveló si se producen simplemente al rutinario nivel de la embajada de EE UU en Caracas o si ha habido una implicación de altos funcionarios del Departamento de Estado. El diario The Miami Herald dijo el lunes que el pasado 21 de noviembre la subsecretaria de Estado norteamericana encargada de Latinoamérica y el Caribe, Roberta Jacobson, mantuvo una larga conversación telefónica con Maduro en la que se trató la posibilidad de reinstaurar a los embajadores de ambos países.

Durante el mandato de George Bush, Chávez expulsó temporalmente del país al embajador norteamericano Patrick Duddy. Posteriormente, en 2010, ya con Barack Obama en la Casa Blanca, se negó a aceptar al que había sido elegido como nuevo embajador, Larry Palmer, porque este había enviado previamente una carta al Capitolio en la que decía que la moral de los militares venezolanos era baja y que era preciso investigar la presencia de guerrilleros de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) en territorio de Venezuela.

Esto provocó que, en represalia, Washington le revocara su visado al embajador venezolano Bernardo Álvarez Herrera. Sin embajadores desde entonces, las misiones diplomáticas de ambos países han seguido funcionando con normalidad para trámites consulares.

Hace un año, el Departamento de Estado expulsó a la cónsul de Venezuela en Miami, Livia Acosta, acusándola de haber conspirado con Cuba e Irán para perpetrar ciberataques contra EE UU. Un documental de la cadena televisiva Univisión reveló que esta había buscado información relativa a los servidores informáticos de todas las plantas nucleares en Norteamérica.

“Estos días hemos visto cómo ha tratado de tergiversarse un evento que sencillamente se trató de desarrollar con la autorización del presidente de la República en los últimos días de noviembre, principios de diciembre, y tiene que ver con la relación con el Gobierno de Estados Unidos”, dijo Maduro el jueves en un acto público en Caracas. En referencia al artículo en The Miami Herald, en el que se hablaba de negociaciones de alto nivel, añadió: “Nosotros le salimos al frente porque sabemos que desde los Estados Unidos es desde donde se está manejando toda esta manipulación”.

Esta semana, el Departamento de Estado norteamericano ha admitido la existencia de contactos pero ha evitado dar más detalles sobre su naturaleza. “Obviamente, hablamos con venezolanos de todo el espectro político, del mismo modo que hacemos con países de todo el mundo”, dijo la portavoz Nuland el jueves, en rueda de prensa desde Washington. “Pero cualquier transición política que tenga lugar en Venezuela debe ser el producto de las decisiones de los venezolanos. No hay soluciones hechas en América en este caso. Tiene que ser algo que logren los propios venezolanos”.

“Buscamos una relación más funcional y productiva con Venezuela”, añadió Nuland. “Estamos abiertos al diálogo en toda una variedad de asuntos de interés mutuo. Pero en lo que atañe a cualquier transición, a cualquier sucesión, va a tener que ser constitucional, y va a tener que ser decidida por los venezolanos”.

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11/10/2012

O próximo presidente venezuelano já está Maduro

Filed under: Nicolás Maduro,Venezuela — Gilmar Crestani @ 9:14 am

 

Chávez nombra un vicepresidente civil con la vista puesta en su sucesión

Nicolás Maduro, hasta ahora ministro de Exteriores, era el recambio si Chávez no llegaba a presentarse

El nuevo vicepresidente ha estado en primera línea en todas las polémicas regionales

Capriles se presentará a la reelección como gobernador del Estado de Miranda

Agencias Caracas11 OCT 2012 – 10:20 CET56

Maduro, en mayo de 2012. / JUAN BARRETO (AFP)

El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, ganador de las elecciones presidenciales el pasado domingo, inició este miércoles las reformas en su Gabinete al nombrar al canciller Nicolás Maduro como su nuevo vicepresidente en sustitución de Elías Jaua, que competirá en las elecciones regionales de diciembre contra el líder opositor, Henrique Capriles. Paralelamente, Capriles anunciaba que se presentaría a la reelección como gobernador del Estado de Miranda.

La designación de Maduro confirma la estrecha relación que tiene con Chávez y coloca al nuevo vicepresidente en una buena posición para mantener viva la llama chavista más allá del presidente. En caso de que Chávez fallezca o simplemente quede inhabilitado para gobernar en el periodo final del mandato, Maduro asumiría el cargo de jefe del Estado. Si bien Maduro no cuenta con formación profesional ni estudios en relaciones internacionales, la presencia en los foros internacionales como interlocutor de confianza del mandatario venezolano le valió cierto renombre.

"Hasta esta semana tenemos a Elías como vicepresidente. Ha sido un excelente vicepresidente, gracias, Elías", dijo Chávez tras ser proclamado por el Consejo Nacional Electoral (CNE) como el ganador de las elecciones presidenciales del pasado domingo por un 55,26 % de los votos frente al 44,13 % que obtuvo Capriles. En la sede del CNE y frente a un auditorio lleno, Chávez bromeó: "No le recomiendo a nadie que sea vicepresidente de la República" porque no es "cosa fácil" aguantarlo.

"Por eso, quiero que le demos un aplauso de apoyo, de estímulo al nuevo vicepresidente que es Nicolás Maduro", señaló el presidente, vestido con traje negro y corbata roja, quien obtuvo el domingo su tercera reelección consecutiva. Chávez destacó que Maduro "ha sido un gran servidor público" desde su paso como diputado del Parlamento hasta su cargo como canciller, que inició en agosto de 2006.

Nicolás, el conductor del metro

"Mira dónde va Nicolás, el autobusero. Nicolás era chófer de autobús en el metro y cómo se han burlado de él, la burguesía se burla", señaló el presidente venezolano al recordar el pasado laboral de Maduro, quien llegó a liderar un sindicato de conductores del metro de Caracas.

En su juventud, Maduro militó en la liga socialista y trabajó como conductor del metro de Caracas, posición desde la cual dio un salto al sindicato hasta llegar a ser uno de sus líderes, recordó CNN. A punto de cumplir 50 años, Maduro es uno de los ministros de Exteriores más jóvenes de la historia venezolana y uno de los ministros chavistas que más tiempo lleva en el mismo cargo, donde cumplió seis años.

Desde esa cartera, fue muy activo en la concreción de convenios entre Venezuela y China, Rusia, Bielorrusia e Irán. Muchos analistas ya creían que el canciller podía haber sido el candidato del chavismo en las pasadas elecciones en caso de que un avance de la enfermedad dejara a Chávez fuera de competencia.

De hecho, Maduro había formado parte del círculo chico del chavismo que trabajó para el triunfo de Chávez en las elecciones de 1998. Ese año logró un escaño en la Asamblea Nacional, la cual renovó en 2005, pero que dejó un año después para asumir como ministro. Actualmente, también forma parte de la directiva de la petrolera estatal venezolana PDVSA y está casado con la Procuradora General de la República y ex presidenta de la Asamblea Nacional, Cilia Flores.

El nuevo vicepresidente venezolano, que reemplazará a Elías Jaua, tuvo un papel activo desde la Unasur durante la destitución de Fernando Lugo. Incluso la oposición paraguaya y el Gobierno de Federico Franco lo acusó de haber instado a las Fuerzas Armadas a levantarse a favor del ex mandatario. Anteriormente, se implicó a fondo en la condena internacional del golpe de Estado contra el expresidente de Honduras Manuel Zelaya en junio de 2009.

También se le cita como hombre clave en la normalización de las relaciones diplomáticas entre Venezuela y Colombia tras la elección de Juan Manuel Santos como presidente de Colombia. La relación, que durante el mandato del presidente Uribe estuvo llena de enfrentamientos verbales entre ambos Gobiernos e incluso movimientos de tropas amenazantes en la frontera, ha derivado hacia una fructífera colaboración antiterrorista.

Chávez no precisó quién sustituirá a Maduro como canciller del país, pero sí recordó el futuro político de Elías Jaua. Desde hace meses, el mandatario insistió en que mandará a Jaua para competir en Miranda con Capriles, que gobierna desde 2008. Jaua, a quien Chávez definió como un hombre "noble, trabajador, honesto, entregado, inteligente y humilde", era vicepresidente de Venezuela desde enero de 2010.

Estos primeros movimientos del Gabinete forman parte de la "dinámica que ya entró en acción, los nuevos motores" para el nuevo periodo 2013-2019, aseguró Chávez en su discurso tras ser proclamado. El domingo, Chávez fue elegido para un cuarto mandato consecutivo que llevará su revolución socialista a 20 años de poder. Desde el pasado lunes, Capriles retomó sus funciones como gobernador de Miranda, que durante el mes que ha durado la campaña electoral han sido desempeñadas por el número dos del Ejecutivo local, Adriana D’Elia.

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