Ficha Corrida

07/07/2014

Os anões morais, Galvão & Huck, são obra de Ali Kamel

 

Galvão, Huck e o linchamento virtual do colombiano Zúñiga, que deu a entrada em Neymar

Postado em 05 jul 2014 -por : Kiko Nogueira

zuniga

A entrada de Zúñiga em Neymar ainda vai render muito calor por muito tempo. O Comitê Disciplinar da Fifa abriu um processo e está analisando vídeos e relatórios da joelhada.

Zúñiga divulgou numa carta aberta: “Quero te enviar uma saudação especial, Neymar. Te admiro, respeito e te considero um dos melhores jogadores do mundo”, disse. “Espero sua recuperação, que volte logo, para que continue animado, vendo o futebol como um esporte cheio de virtudes e qualidades, que, sem dúvidas, sempre pus em práticas ao longo dos meus 12 anos como jogador profissional”.

Sim, a entrada foi dura — numa partida que teve 54 faltas, 31 delas cometidas pela seleção brasileira. Foi o jogo mais faltoso da Copa. Fernandinho, em particular, estava inspirado. Thiago Silva e Júlio César receberam cartão amarelo. James Rodríguez sofreu.

O homem foi imprudente, sem dúvida. Mas dificilmente quis rachar Neymar e tirá-lo do mundial. Para Thiago, Zúñiga não é “um cara maldoso”. Felipão afirmou que achava que a entrada “não foi intencional”.

Nada disso impediu Zúñiga de ser linchado nas redes sociais. Recebeu ameaças de morte, foi chamado de “macaco”, “preto sem vergonha”,  “preto safado”, “monstro” e “maior vilão da história do futebol”.  No Instagram, sua filha de 2 anos foi xingada de p…a, entre outras gentilezas. Sobrou para sua mãe também.

Faz parte, de certa maneira, do pacote de irracionalidade da torcida. O que não faz sentido é o estímulo e o endosso a essa atitude.

Como Sheherazades desportivas, Galvão Bueno e Luciano Huck se puseram a promover uma malhação covarde e demagógica de Camilo Zúñiga. Para Galvão, o colombiano praticou um “atentado”, usando de “maldade pura”.

Sua trupe de convidados, como sempre, foi instada a concordar com ele. Um humorista classificou Zúñiga de “marginal”. Caio Ribeiro, o comentarista mais anódino do Brasil, o Geraldo Alckmin da crônica, cravou que o inimigo “não visou a bola”.

No dia seguinte, tirando a sua casquinha costumeira, Luciano Huck definiu Zúñiga como “carniceiro” e “sem noção”. “Uma agressão, na verdade, que ofuscou a ousadia e alegria do futebol de Neymar Jr. Uma verdadeira sacanagem”, declarou em seu programa. “Não era a cena que gostaríamos de ver jamais. Um carniceiro tira o sangue de um moleque iluminado de 22 anos. Disseram no início que a arbitragem iria ajudar o Brasil. Pelo contrário. A arbitragem para mim está prejudicando o Brasil. Espero que a comissão de arbitragem [da Fifa] entenda a gravidade do lance e puna esse agressor”.

A indignação dos brasileiros é legítima, até o momento em que vira barbárie. Os berros raivosos e oportunistas de Galvão, Huck e seus asseclas, que teriam a obrigação de analisar os fatos com sobriedade para suas audiências, não têm desculpa. São incitadores da violência, espertalhões que estão de mãos dadas com cada maluco que ameaçou espancar uma garotinha de 2 anos.

zuniga filha

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

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05/07/2014

Cabo eleitoral de Aécio acerta Neymar nas costas

forastieriAlguém há de pensar que, em primeiro lugar, eles são contra a Copa.

Negativo, eles são contra o Brasil. Eles usam a Copa para atacar o Brasil, mas são eles são os primeiros a tirarem fotos nos jogos da Copa.

Os vira-latas estão enlouqecidos. Nem vacina anti-rábica vai nos livrar da loucura deles no mês de cachorro louco.

Se conseguem publicar algo deste teor contra um ser humano, só por ser jogador da Seleção que sequer conhecem direito, o que não publicam a respeito da própria mãe, que devem conhecem muito bem?!

O que um sem noção publica, outro com ainda menos neurônios repercute. É com pesar que vejo a força catalizadora dos a$$OCIAdos do Instituto Millenium em reunirem hienas para lhes servir. Por que será que todo vira-lata tem emprego garantido nos grupos mafiomidiáticos?!

Comentarista do R7 tripudia do sofrimento de Neymar

5 de julho de 2014 | 16:08 Autor: Miguel do Rosário

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O Paulo Moreira Leite argumentou, em sua última postagem, que o principal escândalo referente à agressão sofrida por Neymar é a falta de indignação da imprensa brasileira.

Quando o uruguaio mordeu um jogador, o mundo caiu. A pressão inaudita fez com que a Fifa se sentisse obrigada a dar uma punição extremamente severa contra o agressor.

E agora, que o colombiano quase quebra a coluna dorsal do maior ídolo do futebol brasileiro, não há nenhuma indignação! Nenhum protesto!

Segundo Paulo, o espírito antibrasil continua vivo, apesar de um pouco intimidado pela alegria esfuziante das ruas.

Apesar de concordar, não achei que Paulo apresentou provas suficientes para embasar sua opinião.

Até que me deparei, há pouco, com um tweet de um dos principais colunistas políticos da Folha, Fernando Rodrigues, elogiando um artigo de um tal de Andre Forastieri, do R7, que tripudia do sofrimento de Neymar (e de todo o povo brasileiro) e profere uma quantidade inacreditável de viralatices de mau gosto.

Acho ótimo que Forastieri dê a sua opinião, porque isso nos permite avaliar o grau de devastação que o viralatismo midiático causou em nosso país.

Mas estou chocado. Agora sim eu fiquei assustado.  E lembrei do que disse Paulo, em seu post: com essa falta de indignação, qual o recado que pretendemos passar para a Fifa e para a arbitragem dos próximos jogos?

Que o Brasil é um país tão vagabundo que não tem importância que nossos jogadores sejam trucidados em campo?

Reproduzo alguns trechos para vocês terem uma ideia do que eu estou falando.

*

Vamos chorar o machucado de Neymar, mais um santinho à brasileira? Nada feito. (…)

Esta comoção com o machucado de Neymar é patética. (…)

Dá um certo prazer sádico que o Brasil vá encarar o restante dessa Copa sem Neymar. Ele foi ungido a cara do nosso futebol, o garoto propaganda da brasilidade. É um símbolo da nossa dependência de jeitinho, ginga e emoção. Pensar para quê?

Perder a Copa já na próxima partida talvez fosse um bom basta nesta cultura de planejar e gerir mal, de corrupção e ignorância, de vitória a qualquer custo, na porrada e no “jeitinho”. Será um Brasil melhor quando não dependermos de jogadas milagrosas, padrinhos, geninhos. Quando o país não pensar em termos de goleada, eu só ganho muito se você perder bastante. Menos charmoso, menos “mágico”, talvez, mas melhor.

Merecemos ganhar da Colômbia? Ganhamos, a qualquer preço. Merecemos ficar sem Neymar, e aliás Neymar merece estar fora da Copa? Claro.

*

Tenho que concordar com Paulo. Setores importantes da grande imprensa comemoraram, embora em silêncio, a brutalização de Neymar. Sentiram um prazer mórbido com a dor inflingida a todo o povo brasileiro.

Sei que é meio clichê e enfadonho usar o termo Casa Grande, mas é nele que eu penso ao me deparar com um sadismo tão descarado, um desejo tão vil, de ver o povo sofrer, de pagar pelo atrevimento imperdoável de ser feliz

Comentarista do R7 tripudia do sofrimento de Neymar | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

02/01/2014

Canetazo

Filed under: Futebol,Messi,Neymar — Gilmar Crestani @ 10:26 am
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2014, el año de un posible Maracanazo

En poco más de seis meses arranca la Copa del Mundo y una definición entre la Argentina de Messi y el Brasil de Neymar es una chance tan probable como deseada en ambos países, aunque Alemania y España tienen lo suyo para argumentar.

Por Sebastián Fest

Ya está aquí: tras 28 años de espera, el 2014 en el que el Mundial de fútbol regresa a Sudamérica es realidad, y con su inicio se potencia el debate acerca de un nuevo Maracanazo encarnado en el triunfo de una Argentina liderada por Leo Messi ante el Brasil de Neymar. “Si yo pudiera elegir un partido final en el Mundial sería Brasil y Argentina en el Maracaná. Creo que es el partido más deseado por todos”, aseguró el ex futbolista Denilson durante una entrevista con la agencia dpa en San Pablo.

Campeón mundial en Francia ’98, Denilson se retiró recientemente del fútbol, pero retrocedería gustoso 15 años para ser parte de la “seleçao” que aspira a jugar el 13 de julio la final en el Maracaná en busca del “hexacampeonato”. La herida del Maracanazo –el increíble triunfo de Uruguay sobre los anfitriones en la definición del Mundial de 1950– sigue abierta en Brasil y la mejor manera de cerrarla sería ganando el “hexa”. Si es ante Argentina en la final, mucho mejor.

“Yo creo que sería para el mundo la final más apropiada, porque Argentina está muy cerca de Brasil y hay esa rivalidad entre los clubes brasileños y argentinos”, argumentó Denilson. “Si se pierde, va a doler mucho, pero si se gana… Ja, es fiesta, serán cuatro años más de fiesta.”

La rivalidad entre brasileños y argentinos es una de las más fuertes del fútbol mundial, pero la Copa del Mundo que comienza en seis meses es más que eso. Los ocho países que conquistaron el título desde la primera edición en 1930 estarán en Brasil, que entre el 12 de junio y el 13 de julio ofrecerá el primer mundial de la historia que se jugará simultáneamente en verano e invierno.

Brasil 2014: una pesadilla logística con 12 sedes, estadios que no estarán listos en el plazo previsto y aeropuertos como los de Río de Janeiro y San Pablo que, de tan caducos, instalan al viajero en un indeseado túnel del tiempo. “Esto fue mucho más por factores políticos que por sentido común”, aseguró a dpa José Ferreira Neto, un ex futbolista del Corinthians que ejerce ahora de comentarista televisivo. “Con seis sedes, la Copa del Mundo en un país grande como es el nuestro sería mucho mejor: se habría gastado mucho menos dinero y el resto del dinero podría destinarse a metro, hoteles, muchas otras cosas importantes”.

“Para mí, el que ganará el Mundial es Alemania”, añadió Neto, ya metido de lleno en el debate futbolero. “Tiene la mejor selección, porque desde 2006 viene armando una selección fuerte con jugadores jóvenes.” Los méritos de Alemania, la calidad de una España que defenderá el título y la potencia histórica de otras selecciones como Italia u Holanda no alcanzan, sin embargo, para arrinconar el debate en torno de esa tan morbosa final de brasileños y argentinos en el Maracaná. Argentina sueña con su tercer título mundial y tiene en Messi, el mejor jugador del mundo, a su gran carta ganadora.

Marcos de Azambuja, ex embajador brasileño en Argentina y ex vicecanciller del país, cumplirá 89 años dentro de un mes, pero tiene perfecta memoria de aquel 2-1 uruguayo del 16 de julio de 1950 en el templo del fútbol brasileño. Acompañado por su padre y su abuelo, un Azambuja de 15 años estaba allí. La experiencia lo marcó de por vida.

“El público entró con gran alegría y salió quizá con el silencio más profundo que yo he conocido. Nunca he vivido en ninguna iglesia, cementerio, hospital el silencio de aquellos minutos”, explicó el diplomático. “Era un silencio absoluto, porque los uruguayos no podían celebrar. Me imagino que ni siquiera un héroe uruguayo ante 200.000 enloquecidos brasileños sería capaz de decir nada. La derrota fue en el segundo tiempo, 30 minutos en los que el mundo se deshizo”.

Azambuja grafica con precisión de orfebre las diferencias entre su país y el vecino por el que tanto afecto siente: “Brasil es un país irresponsablemente alegre y Argentina muchas veces es responsablemente triste”. Una nueva frustración en el Maracaná, cree el embajador, “sería más aceptable desde el punto de vista intelectual”.

“Si llega el Maracanazo II, será después de cinco victorias nuestras. En 1950, nada nos consolaba, la idea que había entonces era la de que nunca más habría condiciones tan favorables.”

Aunque todo tiene un límite, y perder la final en el Maracaná ante Argentina está mucho más allá de cualquiera imaginable, asegura Azambuja con una sonrisa tan cómplice como seriedad en el fondo. “Eso sería una desgracia sin límites. Yo trabajé toda mi vida por la amistad entre los dos países, pero esto excluye el fútbol. En el fútbol no hay mayor placer para mí que una derrota argentina. Yo quiero que Argentina pierda, si es posible en una forma humillante”.

Página/12 :: Deportes :: 2014, el año de un posible Maracanazo

22/06/2013

Se for um movimento apartidário contra a Globo, tô nessa!

Contra a RBS, já saímos. Mais de uma vez. A história está toda documentada no site Zero Fora. Sairia de novo, para pedir decência, respeito e punição ao estuprador de Florianópolis e a seus pais. Aos energúmenos que a RBS escala para direcionar seus interesses. Quando o Inter resolveu bancar seu contrato com a Andrade Gutierrez, defendendo seus legítimos interesses, sem dar arrego à RBS, os patrões escalaram Pedro Ernesto DenardiN para atacar o Inter. Fizeram de tudo para melar o contrato do Inter. Queriam para o Inter o mesmo que haviam conseguido para o Grêmio. Tanto o amistoso da Seleção como o Show do Roberto Carlos foram promoções da RBS, não do Gremio… Koff mostrou agora quantos milhões estavam sendo surrupiados do Grêmio. Era isso que a RBS queria para o Inter. Lembro como se fosse hoje o moleque de recados da RBS em gritos estridentes festejando o gol de Neymar sobre o Inter.

Hoje, no jogo da seleção, o magarefe dos microfones foi escalado novamente. Quando Neymar fez o gol, gritou, com espuma na boca, que ele havia chutado a corrupção no Brasil. Simples assim. Direto, a pedido do patrão, tentando direcionar a pauta dos movimentos populares. Ser contra a corrupção não é mérito, é obrigação, tanto quanto não dar pum em elevador. Ou alguém, além dos funcionários da RBS, é a favor? Pelo que fizeram Antonio Brito e Yeda Crusius, pode-se ter uma idéia do que se aprende por lá… O locutor é tão imbecil que pensa que todo mundo é imbecil como ele. Neymar, para quem não sabe, havia se vendido ao Barcelona, de quem havia recebido de adiantamento de R$ 28 milhões antes da decisão do Mundial de Clubes. Portanto, ele estava jogando contra o time que o havia contratado. Como sabemos, o Santos levou uma surra do Barcelona. Neymar foi uma nulidade em campo. O Inter havia vencido o Barcelona, o Corinthians venceu o Chelsea, mas o Santos de Neymar soçobrou de forma vergonhosa. Naquele jogo, Neymar jogou menos que o Gabiru no Guarani de Bagé. Só agora, depois de ter saído, ele confirmou que antes da final do Mundial já estava vendido ao Barcelona. Este é o cara que a RBS escalou para  dar um chute na corrupção… Estes são os parceiros para ensinar ética aos brasileiros. Não é só pelos 0,20 centavos das passagens, nem pelos R$ 28 milhões do Neymar. É pela bandidagem do gesto dos açougueiros dos microfones. Se houver uma manifestação para dar um chute na RBS, tô nessa!

Por JUCA KFOURI
Então o Barcelona, segundo o próprio Barcelona, antecipou, em novembro de 2011, R$ 28 milhões para Neymar, com o conhecimento do Santos?
Então Neymar e o Santos mentiram durante mais de um ano?
E, mais grave, porque mentir é praxe no mundo do futebol, Neymar disputou a final do Mundial de clubes contra o próprio Barcelona, em dezembro de 2011, já vendido ao clube catalão?
E ninguém vai preso?!

Editorial  do Globo: isso foi longe demais

Quando o MPL falou em “reforma”, a Globo vazou. O plano era derrubar a Dilma sem perder os dedos

Como lembra o amigo navegante Marcos, um dos momentos sublimes da liberdade de imprensa dos donos da imprensa no Brasil foi o editorial do Globo, no dia seguinte à intervenção militar em 1964: http://acertodecontas.blog.br/politica/editorial-do-jornal-o-globo-de-2-de-abril-de-1964-celebrando-o-golpe-militar/.
O título é uma obra prima da desfaçatez: “Ressurge a Democracia”.
Neste sábado de junho de 2013, depois do pronunciamento da Presidenta em rede nacional de  televisão – que ela deveria usar muito, muito mais, bem dentro do jornal nacional – o editorial do Globo é outro momento sublime do medo que cerca a Big House, quando vê povo nas ruas.
O PT não tem medo das ruas.
A Globo precisou encapuzar os microfones, depois de embolsar o movimento apartidário do passe livre.
Desde cedo nas manifestações, a Globo assumiu o protagonismo: 40′ de Golpe na veia.
E assim foi ao longo de toda a semana de manifestações.
Na quinta-feira, DEPOIS da redução das passagens, o William Bonner comandou  uma edição extra do jornal nacional, de três horas consecutivas – sim, porque as manifestações apartidárias chegam a tempo do horário nobre da Globo – que foi como “derrubar a grade”  e invadir o Palácio no Inverno.
Quando o PT e a CUT foram às ruas, a batata da Big House começou a assar.
A CUT foi para a companhia dos jovens apartidários e defendeu o marco regulatório da comunicação – aqui chamado de Ley de Meios -, os royalties do petróleo para a educação, e a reforma partidária com financiamento público e voto em lista.
Ai, a Big House sentiu o calor na nuca.
Ontem, sexta, ficou claro que o Golpe tinha saído do controle da própria Globo.
Ela achou que iria dar o Golpe mediático de 48 horas que derrubou o Chávez, provisoriamente.
Mas, aí, a coisa engrossou.
O vandalismo tomou conta do pedaço.
Com a ininterrupta e conivente cobertura da Globo, que esculhamba e Copa e com ela fatura.
A Globo já tinha conseguido atingir o prefeito petista de São Paulo.
A Globo já tinha atingido a Presidenta.
Se não deu para dar o Golpe agora, pelo menos tirou uma lasca do poder.
Já está no lucro.
E antes que os manifestantes cheguem ao coração sistema global, nada como um editorial indignado, construtivo e constitucional, como o de hoje: “ultrapassou os limites”, na pág 26 da edição nacional.
Um primor.
(Embora os redatores de 1964 fossem melhores…)
Limites legais e políticos foram ultrapassados,” diz o editorial apartidário.
Claro que foram.
Onde já se viu uma empresa privada que, sob concessão, explora o espectro eletromagnético incentivar, glamorizar, dar espaço e palanque ao Golpe ?
Violência pura, sem qualquer relação com a maioria absoluta dos manifestantes”.
Era essa a lenga-lenga dos âncoras da Globo: o movimento é uma gracinha, são jovens indignados contra “o que está aí”- ou seja, o Governo do PT – , apartidário, horizontal, pacifico – agora os vândalos, a irresponsabilidade política, isso é uma minoria que não toleramos !
Todos à rua, conclamava a cobertura ininterrupta, editorializada – “já chegaram à ponte Rio-Niterói ?”, “lá no fim da Presidente Vargas fica o Maracanã”.
Pintem os canecos.
Que a gente condena os vândalos e livra a cara de vocês.
…a existência de uma agenda ultrarradical para além do passe livre, como a proposta de uma ‘reforma urbana’, fachada de um programa lunática…” – protestou o editorial apartidário.
Aí, a coisa começou a assustar a Big House.
A jovem apartidária do MPL que propôs a “reforma urbana” propôs, na mesma entrevista, a “reforma agrária”.
Aí, não dá !
Aí, “ultrapassou os limites” !
Onde já se viu ?
Enquanto é para derrubar a Dilma, tudo jóia.
Na hora de derrubar meus interesses, aí, não, “não ultrapassar os limites “ é um  imperativo !
Ou seja, quando movimento apartidário começa a entrar numa agenda partidária, genuinamente política, e, portanto, responsável, aí pau no PT, no PC do B, no MST, como fizeram os “apartidários” na Avenida paulista, com o ódio à Dilma e ao Lula, que o Azenha e o Igor testemunharam, perplexos.
Algo que se aproxima da perniciosa ‘democracia direta’ chavista” … “subordinada a um Executivo cesarista”…
Quando a pauta deixa de ser apartidária, apolítica, é perigoso, é “democracia nas ruas”.
“Democracia nas ruas” só interessa à Globo enquanto foi para derrubar a Dilma.
Se os meninos do MPL se engraçarem em temas mais profundos, como uma Ley de Medios, aí, não, aí, eles terão a cobertura que tiveram durante as gestões Maluf, Pitta, Cerra e Kassab.
Ou seja, serão relegados à mais completa insignificância.
A validade do Passe Livre é o Golpe conta Dilma.
Se ameaçarem entrar na Big House … aí não !
Porque para a Globo, essas manifestações ingênuas, espontâneas, maio de 68, começam a ameaçar a Big House e, por definição, já acabaram:
“As ruas são apenas parte dos processos de mobilização política. Uma etapa que se esgota, como a atual se esgotou”, conclui o editorial apartidário.
Viu, quem mandou falar em reforma ?
jn, Bonner…  never more, MPL !

Em tempo: Globo contrata seguranças para repórteres: http://f5.folha.uol.com.br/televisao/2013/06/1299337-emissoras-contratam-ate-tres-segurancas-para-cada-reporter-que-cobre-protestos.shtml
Paulo Henrique Amorim

Editorial do Globo: isso foi longe demais | Conversa Afiada

04/06/2013

Neymaucarater

Filed under: Neymar — Gilmar Crestani @ 10:46 pm
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Agora o Barcelona, Santos e o próprio Neymar admitem que já era do Barcelona desde 2011. E jogou contra o Barcelona, que o havia comprado, no Mundial de Clubes. Ele teria feito gol contra seus donos? Como diria o velho Apparicio Torelly, também conhecido como Barão de Itararé: “quem se vende recebe mais do que vale”.

Hiltor Mombach – Blogs – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

17/04/2013

Pá de cal no complexo de vira-lata

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Crise Financeira Européia,Neymar — Gilmar Crestani @ 8:27 am
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Neymar só vai para a Europa se for bobo

Scott Moore 16 de abril de 2013 8

Os países europeus estão quebrados, e o dinheiro está sumindo também dos clubes.

Ele iria para a Europa no pior momento

Ele iria para a Europa no pior momento

Ladies & Gentlemen:

Boss me conta que Tostão, para ele o melhor comentarista brasileiro de futebol, defende a ida de Neymar para o futebol europeu já.

Parece que ele, na Europa Neymar seria devidamente testado e treinado para, quem sabe, se tornar um dos melhores jogadores do mundo.

Ladies & Gentlemen: Tostão entende de futebol, mas não de economia.

A crise econômica dramática que varre a Europa já chegou ao futebol. Os clubes estão quebrados, como os países.

Acabarão se desfazendo porque não existe milagre. Você não pode ter jogadores com salários multimilionários quando a torcida está na miséria.

Você já começa a ver na Europa estádios vazios em grandes partidas, o que não acontecia antes.

O mundo do futebol é cínico. Mesmo Chrissie, minha azeda e neurastênica mulher sempre pronta a me contrariar nas coisas mais absurdas, nisso concorda comigo.

Veja na França. Os clubes queriam ficar isentos da elevação nos impostos que o presidente François Hollande aplicou para grandes empresas – os clubes são – e superricos.

“Os craques vão embora”, gemeram os cartolas.

Hollande confirmou que, sim, os novos impostos alcançarão o futebol.

Que vão embora os jogadores. Mas para onde? Para o futebol italiano, quebrado? Para o espanhol, à beira do abismo financeiro? Ou vocês pensam que Barcelona e Real Madri conseguirão viver como vivem com o país na bancarrota?

Os espanhóis já estão até pedindo a cabeça do rei. Querem a república.

Isso tudo para dizer o seguinte. Neymar estaria indo para a Europa na pior hora. Provavelmente seu salário, como no Brasil dos tempos de crise, começaria a não ser pago em pouco tempo no Barça ou no Real.

Futebol é dinheiro, gostemos ou não, e eu pessoalmente detesto.

Onde está o dinheiro, estão os mercenários da bola.

E o dinheiro sumiu da Europa, sem que nada indique que vá voltar. Portanto, os mercenários irão atrás do dinheiro, se o houver em algum lugar neste mundo que vive uma crise tão espalhada.

Neymar tem vida boa no Santos. É mimado, faz o que quer, bate pênaltis, faltas e escanteios, jamais é substituído, tira do time quem quiser, técnico incluído, e ainda tem folga bastante para cuidar do cabelo e namorar com uma atriz da Globo.

Para que sair do Brasil rumo ao pesadelo econômico europeu?

O pai dele é esperto, imagino. Talvez ele blefe para que o Santos, intimidado, aumente o salário do garoto.

Ladies & Gentleman: Tostão, que baixou a cabeça e no Deus-dará destruiu minha seleção em 1970, num lance que só Supernatural Jones explica, sabe tudo de bola.

Mas, de economia, não entende nada.

Sincerely.

Scott

Tradução: Erika Kasumi Nakamura

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Sobre o autor: Scott Moore Veja todos os posts do autor Scott Moore

Aos 53 anos, o jornalista inglês Scott Moore passou toda a sua vida adulta amargurado com o jejum do Manchester City, seu amado time, na Premier League. Para piorar o ressentimento, ele ainda precisou assistir ao rival United conquistando 12 títulos neste período de seca. Revigorado com a vitória dos Blues nesta temporada, depois de 44 anos na fila, Scott voltou a acreditar no futebol e agora traz sua paixão às páginas do Diário.

Diário do Centro do Mundo Neymar só vai para a Europa se for bobo – Diário do Centro do Mundo

20/03/2012

O Mano do Ricardo Teixeira

Filed under: Mano Menezes,Neymar — Gilmar Crestani @ 12:29 pm

Dunga deve estar rindo à toa… O ex-técnico dos azuizinhos é o que se pode chamar de um autêntico representante dos vira-latas… Vá ter uma mente assim colonizada lá na Globo!

Presidente do Santos manda Mano Menezes trabalhar na Europa e aprender como o Barcelona joga

borges_luciano às 10:07

Ricardo Saibun/Gazeta Press)

Luis Alvaro defende a permanência de Neymar (foto: Ricardo Saibun/Gazeta Press)

Por Luciano Borges

O presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, entrou em rota de colisão com o técnico da seleção brasileira, Mano Menezes. O dirigente foi duro ao comentar sobre a declaração do treinador, que disse achar melhor para o atacante Neymar que ele atue no futebol europeu antes da Copa do Mundo de 2014.

“Esta opinião então vale para o treinador. Assim, ele pode enxergar um pouco como estão jogando na Europa, como atua o Barcelona e outras equipes que estão mostrando um estilo bem diferente do que vimos na seleção brasileira. O sapateiro não deveria ir além de suas botas”, disse Luis Alvaro no programa Primeiro Tempo, do canal Bandsports.

A tradução é clara: Luis Alvaro acha que Mano está se metendo onde não é chamado. Aliás, ele também não gostou de ouvir que o diretor de seleções da CBF – Andrés Sanchez – venderia Neymar na primeira boa proposta. “Ele não faria isso. É um cara inteligente”.

Ao Blog do Boleiro, Luis Alvaro desmentiu que a notícia divulgada pela Rádio Cadena, da Espanha, de que o Barcelona já teria pago ao Santos uma parcela da futura compra dos direitos de Neymar. “É mais um capítulo de uma novela mexicana escrita na Espanha”, garantiu.

Blog do Boleiro – por Luciano Borges » Presidente do Santos manda Mano Menezes trabalhar na Europa e aprender como o Barcelona joga

14/02/2012

Quem patrocina Neymar?

Filed under: Neymar,Nike — Gilmar Crestani @ 6:59 am

Se a Nike patrocina o Neymar, e Neymar patrocina estas festas para seus fãs, é mais do que justo que o Inter, também patrocinado pela Nike, também dê um jeito de oferecer os mesmos serviços à sua torcida…

Nasce um ombudsman

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Nasce um ombudsman

O Esquerdopata

02/01/2012

Incontestable Messi

Filed under: Messi,Neymar — Gilmar Crestani @ 9:05 am

Neymar

Gabiru I, o magno, é melhor que Neymar. Teve uma chance e a aproveitou. Neymar teve várias, e amarelou. Tire o patrocinador que está por trás do bola murcha e o dito cujo desaparecerá da mídia…

El futbolista argentino del Barcelona se supera en cada temporada por su importancia en el juego colectivo y también por su productividad goleadora

RAMON BESA – Barcelona – 02/01/2012

Andrea de Benedetti, periodista italiano al que Leo Messi concedió en abril unos minutos para la revista GQ, acabó la conversación, largamente esperada, especialmente preparada, con una frustrante confesión: "Entrevistar hoy al mejor jugador del mundo supone para un reportero lo mismo que para un defensor marcarle en la cancha; al final no sabes en qué has fallado".

"La grandeza de Leo es que nunca juega un mal partido", resume Johan Cruyff

Ha marcado 55 goles en 57 partidos y es favorito para lograr su tercer Balón de Oro

El magazine de L’Équipe publicaba al mes siguiente un reportaje sobre seis zagueros "crucificados" por La Pulga. Messi m’a tuer [Messi me ha matado] se titulaba un texto en el que los jugadores expresaban su impotencia para detener al delantero del Barça. No tenían palabras para definir su desasosiego y admiración.

Wayne Rooney, el mismo futbolista del Manchester United que se había levantado del sillón de su casa para aplaudir el 5-0 que el Barça le endosó al Madrid en la Liga, se rindió. Esta vez con su equipo, tras perder la final de la Champions en Wembley: "He visto el partido otra vez y son increíbles. Los azulgrana son, de lejos, los mejores. Quisimos entrar en el encuentro y no pudimos. No supimos cómo atacarles ni cómo combatir al mejor futbolista de todos los tiempos: Messi".

La Pulga solo se expresa a partir del balón, de manera que es mejor recrearse con sus actuaciones en el campo que aguardar sus discursos en la entrega de los premios que se le otorgan, tanto da si es en Italia, Francia o Inglaterra. Argentina, mientras, sigue confundida, porque los hinchas le quieren como un caudillo y después de cada derrota le toman por un apátrida. No extraña que hayan empezado la reconquista por su ciudad natal de Rosario con la declaración de ciudadano ilustre.

La vida de Messi es previsible y aburrida, obsesionado en dormir cuando no juega, una vez que ni la play ni las series le distraen, circunstancia que explicaría también su regularidad en la cancha. O al menos así lo sostiene el periodista Leo Faccio, uno de los que más ha seguido el rastro del jugador, tan talentoso como tozudo. Al respecto es ilustrativo un artículo de Ramon Solsona publicado en La Vanguardia en el que recordaba el estreno goleador de Messi en un encuentro ante el Albacete, en mayo de 2005, en el Camp Nou. La Pulga marcó un tanto de vaselina después de un pase de cuchara de Ronaldinho cuando estaba a punto de cumplirse el tiempo reglamentario. El árbitro, sin embargo, anuló el gol. La respuesta de La Pulga fue repetir la acción un minuto después para certificar el triunfo del Barça.

"La grandeza de Leo es que nunca juega un mal partido", sintetiza Johan Cruyff. "Lo normal es que se acerque al 9, pero nunca baja del 7". Messi y el Barça progresan por igual, mejoran su juego cada año, independientemente del número de trofeos conquistados. Los azulgrana han ganado cinco de los seis títulos en disputa en 2011, uno menos que en 2009, después de perder la final de Copa del Rey contra el Madrid, derrota que provoco el llanto de Messi en el vestuario del Barça.

La Pulga se superó, y los galardones que recibe, su condición de favorito para ganar por tercera vez consecutiva el Balón de Oro el próximo lunes, los 55 goles que ha marcado en 57 partidos -el equipo totaliza el récord en un año de 170- acreditan su consagración como número uno. La Pulga encuentra con mayor facilidad la portería desde que Guardiola le situó como falso nueve, rodeado de Xavi, Cesc e Iniesta, un puesto que ni pintado para un futbolista que descifra el juego sin necesidad de consignas tácticas ni correcciones sino a partir de su instinto. El gol que le marcó a Almunia ante el Arsenal, su actuación en el Bernabéu en la semifinal de la Champions o sus exhibiciones en Wembley y Japón subrayan su jerarquía individual e importancia en el colectivo. Messi es el mejor, y como tal le trata el técnico y el equipo. Xavi reconoce que no puede estar más de cinco minutos sin pasarle la pelota. Los compañeros le buscan en la cancha y buscan su complicidad en el vestuario. Hay pocos que le diviertan más que Pinto y ha caído en gracia a Alexis. "El único que se ríe de mis chistes es Leo", dice el extremo. "Valdés, en cambio, chilla: ¡Chileno! Hablas tan rápido que no te entiendo". Messi es un niño, imposible comprenderle desde el punto de vista de un adulto, cada vez más admirado en todos los sitios, incontestable.

Benedetti todavía se ruboriza cuando recuerda que Messi le contó que lo más sorprendente que se encontró a su llegada a Barcelona es que "el mar era de color gris y no azul como creía".

EXTRANJERO DEL AÑO

LIONEL MESSI: 22 votos.

NOVAK DJOKOVIC: 18 votos.

SEBASTIAN VETTEL: 10 votos.

De Armstrong a Messi

– Ganador de 2010: Messi.

– Ganador de 2009: Bolt.

– Ganador de 2008: Phelps.

– Ganador de 2007: Federer.

– Ganador de 2006: Federer.

– Ganador de 2005: Armstrong.

Incontestable Messi · ELPAÍS.com

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