Ficha Corrida

27/10/2016

Golpe glomouriza o contrabando

O tempora, o mores!

O golpe da plutocracia para instalar uma cleptocracia dá um passo adiante. Se cagar em 54 milhões de votos é patrimônio da plutocracia, o ápice só pode ser este de limpar a bunda com a Constituição.  Depois que o japonês da federal, condenado por contrabando, virou símbolo de uma das “instituição” com os pés, os quatro, envolvidas no golpe, parece que chegou a vez de retirar do ostracismo outro contrabandista: Nelson Jobim. Este gaúcho que é pau pra toda obra, obrou na Constituição. Admitiu que fez da Constituição seu livrinho de anotações. Quem quer entender porque Jobim virou, pelas mãos de FHC, Ministro do STF, as explicações podem estar na matéria do Congresso em Foco sobre o tal de contrabando.

A partir do momento que se cogita que um contrabandista da própria Constituição possa ser a segurança jurídica do caos criado pelo golpe, significa que o Estado de Direito fica definitivamente sob a tutela dos guardiões do Estado de Direita, sem votos e sem pudor.

O caos reinante, graças ao fato de que, para a Rede Globo, “as instituições estão funcionando”, faz lembrar um clássico do cinema italiano, Mediterrâneo. Um aviador italiano chega na ilha grega onde está um grupo de soldados isolados que sequer sabem que a Segunda Guerra terminou. O piloto convida os italianos a voltarem para casa com um argumento que não faria feio aos que pretendem introduzir o ET de Varginha na condução desta República das Bananas:

“- A Itália está um caos, oportunidade de grandes negócios.”

Será o início do pico da crise?

26 de Outubro de 2016

Embora coesa, e garantindo a segunda vitória do Planalto na votação da PEC 241, a base governista e seus cardeais já não disfarçam a tensão pré-delação da Odebrecht. O eventual “crash” do governo Temer já é cogitado por mídia e mercado e também por isso há pressa em mostrar resultados no Congresso. Segue alta a temperatura da crise entre Legislativo e Judiciário, depois da recusa da presidente do STF a encontrar-se com os chefes dos outros poderes. O cerco ao ex-presidente Lula prossegue, com a mudança de versão do delator Alexandrino, embora o STF tenha recusado, por ter sido vaga e ampla demais, a delação de Pedro Corrêa que embasou a espetaculosa denúncia da Lava Jato contra ele. A economia segue derretendo. Para observadores da crise do sistema político, que não se encerrou com o golpe, pode estar começando o início de seu pico. Só depois dele virá o desfecho, nos primeiros meses de 2017, que pode passar pela cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE. Até lá, segure-se quem puder.

A reação de  Renan Calheiros à “invasão” do Senado pela PF, a mando de um “juizeco”, foi apoiada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por deputados e senadores, por Temer e seus ministros, como verbalizado por Eliseu Padilha, mesmo com reparos às expressões utilizadas. Nesta unidade do legislativo veja-se um sinal do temor generalizado diante da delação acordada com a Odebrecht. Dela podem vir os elementos para que o juiz Sergio Moro cumpra o desiderato de “deslegitimar” todo o sistema político, objetivo que ele mesmo definiu como essencial na guerra contra corrupção, naquele já famoso artigo sobre a Operação Mãos Limpas. Renan protagoniza neste momento a mais forte reação já havida ao avanço da Lava Jato e seus apêndices judiciários contra a classe política. Fortalecê-lo pode garantir um bote salva-vidas para outros investigados.

O que fugiu ao script foi a reação da presidente do STF, ministra Carmem Lúcia, que tomou as dores do Judiciário, com inédito desdém pela liturgia que manda não se recusar convite do presidente da República. Ela se encontrará com os chefes do Legislativo nesta quinta-feira, mas em reunião já marcada mas para discutir Segurança.

E há o fator Lula. Os peemedebistas avaliam que para chegar a eles, inclusive a Temer, a Lava Jato terá que chegar antes a Lula. Ou, posto de outro modo, que a Lava Jato não poderá emparedar Lula de modo isolado, sem alcançar os caciques do PMDB, PSDB e outros partidos. Seriam, neste cipoal, prisioneiros um do outro.

Mas o desfecho, quando e como virá o desfecho? O histórico da Lava Jato sugere que a delação da Odebrecht se completará ao longo do mês de novembro. Dezembro seria então o mês da grande tempestade, com o vazamento de revelações que podem comprometer toda a elite política: dezenas de deputados e senadores, governadores, cúpulas partidárias, ministros e até o presidente da República. Mas, desta vez, não se tentará estancar a sangria com um impeachment, até porque Temer e seus mais de 300 deputados estão unidos não apenas para aprovar sem ler a PEC 241.

O desfecho viria pelo TSE, mas no bojo de uma acordão das elites para garantir uma transição. Com o ministro Herman Benjamin finalizando seu parecer à ação pela cassação da chapa Dilma-Temer ainda este ano, o julgamento poderá ocorrer no início de 2017. Cassada a chapa, Temer também perderia o cargo e haveria a eleição indireta de um presidente para cumprir o mandato tampão até às eleições de 2018. E para isso é que pelo menos dois nomes já estão colocados, o de Fernando Henrique e o de Nelson Jobim.

Jobim é uma hipótese mais provável por várias razões. Não se sabe se o ex-presidente tucano, com mais de 80 anos, tem apetite para este papel. Ademais, além de ter estatura para o cargo, de ter pontes com o Judiciário, onde foi ministro e presidente do STF, Jobim tem trânsito político mais amplo no conjunto partidário. Tem pontes com Lula, com tucanos, peemedebistas e outros agrupamentos. Pode ser mesmo ele o Bonaparte da crise brasileira.

Será o início do pico da crise? | Brasil 24/7

23/09/2013

Jobim acusa parceria de Gilmar e Veja

Filed under: Gilmar Mendes,Nelson Jobim,Veja — Gilmar Crestani @ 9:12 am
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Gilmar Mendes

Não esqueça, este magarefe foi colocado lá por outro açougueiro da honestidade alheia. E todos juntos para atacarem Lula. Quanto inveja, quanto ódio?!

Jobim acusa Gilmar de ter produzido notícia falsa

dom, 22/09/2013 – 18:47 – Atualizado em 23/09/2013 – 08:04

Em entrevista ao Último Segundo, do iG, o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Nelson Jobim, acusou seu colega Gilmar Mendes de ter mentido e provocado notícias falsas sobre o encontro mantido com Lula. O escândalo produzido por Gilmar serviu de espoleta para a catarse desfechada pela mídia na cobertura da AP 470 e, especialmente, para a reação posterior do decano Celso de Mello.

Segundo Jobim relatou ao iG, "Na época em que houve um café da manhã no meu escritório, Lula queria me visitar. Eu tinha saído do Ministério da Defesa na época, e ele queria me fazer uma visita. E o Gilmar foi convidado para ir também. Foi uma conversa tranquila, sem nenhuma dificuldade. Eu perguntei ao Gilmar sobre o andamento do mensalão, se ia votar ou não ia votar. Ele disse que achava melhor votar logo para resolver o assunto e foi isso. Trinta dias depois desse café da manhã é que houve essa indignação do ministro Gilmar fazendo uma versão que não era verdadeira e que, na época, eu neguei. Continuo negando".

Segundo Jobim, Gilmar Mendes produziu uma falsa indignação trinta dias depois do encontro. Teria sido apenas uma conversa amigável com Lula. Terminada a conversa, Jobim e Gilmar ficaram conversando no escritório, na maior normalidade. Trinta dias depois, Gilmar provoca o escândalo, aparentando uma falsa indignação. "Trinte dias depois é que eu recebo a notícia de uma matéria da Veja. Mandei uns SMS que eu tenho guardados ao ministro Gilmar. E ele disse que houve uma série de coisas, que ele havia conversado com A, com B, com C. E que a versão que tinha saído na Veja vinha de terceiros. E eu então disse, mas é curioso. Como assim de terceiros, se éramos só nós três?".

Não foi a primeira vez que Gilmar atuou em dobradinha com a revista Veja visando influenciar julgamentos no STF. A outra vez foi o falso grampo de uma conversa dele com o ex-senador Demóstenes Torres, que teria sido gravada. Jamais apareceram provas da gravação. Além disso, perícias produzidas na ocasião demonstraram ter sido impossível o grampo no PABX do Senado. Posteriormente, descobriu-se que Demóstenes trabalhava em parceria com Carlinhos Cachoeira e ambos em conluio com a revista Veja.

A armação do grampo sem áudio permitiu a Gilmar e à Veja produzir uma capa escandalosa que ajudou na prorrogação da CPI do Grampo e a anular os esforços da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na Operação Satiagraha.

Em nenhum dos dois episódios, viu-se qualquer tomada de posição dos órgãos do Judiciário em relação às manobras de Gilmar.

Na entrevista ao iG, Jobim insinuou haver ministros no STF dispostos a atropelar a própria Constituição. "Se ele é contrário ao texto constitucional, renuncie. Ou não vota ou renuncia. Agora, ir contra o texto constitucional é você subverter totalmente o sistema. A função do Supremo não é uma função política. É uma função institucional jurídica. A posição do Supremo é jurídico-política. Claro que você tem a visão dos problemas e as consequências. Mas você não pode se afastar do sistema legal. Se você se afastar do sistema legal e resolver ter um voluntarismo legal você vai autorizar qualquer tipo de voluntarismo em qualquer lugar.

Jobim acusa Gilmar de ter produzido notícia falsa | GGN

26/10/2012

Carta: Presidente do STF (de FHC) tava na propina?

Filed under: Nelson Jobim — Gilmar Crestani @ 10:31 pm

 

Carta: Presidente do STF (de FHC) tava na propina ?

Comissão de R$ 1,4 bilhão seria dividida entre ministro do Berlusconi e Nelson Johnbim.

Ah, se eles fossem italianos …

O Conversa Afiada reproduz reportagem de Paolo Manzo na Carta Capital.
No PiG (*), os desmentidos de Nelson Johnbim ocupam mais espaço do que a denúncia.
A defesa de Johnbim contém uma dose superior de ironia.
Ele diz que se tivesse recebido a propina não estaria a labutar como advogado.
Claro !
O negócio foi desfeito !
Não foi fechado !
A denúncia é de um acerto entre ele e um minsitro berlusconiano, lá às voltas com a Lei.
Um rachuncho, caso o negócio fosse fechado !
Essa é a denúncia que a Justiça da Itália investiga.
A daqui …
Está na dosimetria do Dirceu …
Aqui no Brasil, o Johnbim, seu amigo do peito, Cerra, o inimputável, e seu tutor, o FHC, são levados a sério !


Em tempo1: talvez essa denúncia ajude a deitar luz sobre o frenesi do ministro Johnbim, – com a ajuda prestimosa da Folha (**) e da Eliane Catanhêde, aquela que entende de Ar – para fechar negócio com os caças da FAB. Parecia que ele estava com a corda no pescoço, tal a pressa.
Em tempo2: essa tecnologia de o desmentido sair maior do que a acusação é uma especialidade do PiG (*) brasileiro. O ansioso blogueiro não se esquece de fenômeno de igual natureza. Quando saiu a denúncia de que a filha do Cerra era sócia da irmã do Dantas em Miami (em Miami !!!) – clique aqui para ver os documentos -, uma colona (***) Ilustre da Folha desmentiu mais do que noticiou. É o PiG em estado puro. Agora, age para impedir que se macule a imagem imaculada do Johnbim.
Em tempo3: Johnbim é aquele que fez a maior desfeita já vista numa cerimônia de posse no Brasil. Destratou Waldyr Pires, o antecessor no Ministério da Defesa, que tem uma biografia muito mais rica do que a do Johnbim.
Em tempo4: Johnbim é aquele que ia ao embaixador americano para boicotar a política externa do Governo – Lula – a que servia. Saiu no WikiLeaks.
Em tempo5: saiu no Globo:

Silvio Berlusconi é sentenciado a quatro anos de prisão Favoritar


Ex-premier italiano é acusado de fraude fiscal na compra de direitos de emissora de TV
26/10/2012 – 14h00 | O Globo
ROMA – O ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi foi condenado nesta sexta-feira a quatro anos de prisão – que depois foram revertidos para um, por causa de uma lei de anistia – e três anos de suspensão do direito de concorrer a cargo público por acusações de fraude fiscal que envolvem a compra de direitos de transmissão de filmes americanos em uma TV do magnata. Além disso, Berlusconi terá que pagar 10 milhões de euros ao Tribunal Penal de Milão. Ele ainda pode recorrer duas vezes à sentença em liberdade.
O processo, conhecido como Mediaset, já dura seis anos. Segundo os promotores, ele questiona uma operação de 470 milhões de euros, em torno da qual foi criada uma rede de transações de supostas empresas que participariam do negócio, todas elas registradas em paraísos fiscais a pedido de Berlusconi entre 1994 e 1999. O líder da direita italiana sempre se declarou inocente. Além do Il Cavaliere, também foi condenado a três anos de prisão o produtor americano Frank Agrama. Fedelo Confalonieri, presidente do grupo italiano Mediaset, propriedade do ex-premier, foi absolvido.
O veredito foi anunciado dias depois que Berlusconi, de 76 anos, confirmou que não vai concorrer às próximas eleições no país. Ele renunciou ao cargo de primeiro-ministro em novembro do ano passado, depois de uma série de escândalos sobre seu suposto envolvimento com uma rede de prostituição e denúncias de abuso de poder.
O ex-premier já esteve envolvido em vários processos ligados a seus negócios, mas escapou de todos até então. Em alguns, foi inocentado, enquanto outros casos foram arquivados porque prescreveram.

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(***) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta  costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse  pessoal aí.

Carta: Presidente do STF (de FHC) tava na propina ? | Conversa Afiada

25/10/2012

Escândalo de corrupção envolve Jobim na Itália

Filed under: Corrupção,Fraude,Nelson Jobim — Gilmar Crestani @ 9:36 am

De contrabando ele entende. Até já assumiu, lei aqui: Fraude na Constituição.

:

Ex-ministro da Defesa no governo Lula, além de ex da Justiça na era FHC e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim é citado em acerto para a compra de 11 fragatas italianas; segundo a promotoria de Nápoles, comissão seria de 11%, num negócio de 5 bilhões de euros, intermediado pelo político italiano Claudio Scajola, mas que não saiu porque as relações entre Brasil e Itália esfriaram com o caso Cesare Battisti. Total da propina prometida: R$ 1,4 bilhão

25 de Outubro de 2012 às 07:17

247 – 550 milhões de euros. Ou o equivalente a R$ 1,4 bilhão de reais. Essa, a propina envolvida na compra de 11 fragatas italianas pelo ministério da Defesa, quando o titular do cargo era Nelson Jobim, que caiu após uma série de agressões verbais à presidente Dilma Rousseff e às ministras Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti.

O caso vem sendo destacado em toda a imprensa italiana e envolve o político Claudio Scajola, que seria a ponte com Jobim, que, no governo FHC, foi ministro da Justiça antes de ser indicado para Supremo Tribunal Federal, corte que também presidiu.

Resta saber se, agora, o Ministério Público Federal irá requisitar o inquérito que corre na Itália para avaliar se um ex-presidente do Supremo Tribunal Federal também deve ser investigado por crimes como peculato e formação de quadrilha.

Leia, abaixo, o noticiário da Radio Italiana:

O ex-ministro italiano de Desenvolvimento durante o governo de Silvio Berlusconi, Claudio Scajola, está sendo investigado pelo suposto recebimento de comissões ilegais na mediação da venda de 11 embarcações ao governo brasileiro, informou a imprensa italiana, que, por sua vez, voltou a citar o ex-ministro de Defesa Nelson Jobim.

Os jornais italianos publicam documentos ligados à investigação que está sendo realizada pela promotoria de Nápoles, a qual esmiúça as comissões ilegais sobre a venda de equipamentos de tecnologia aeroespacial e de defesa da Finmeccanica, empresa que é controlada em 30% pelo Estado Italiano, ao Panamá e Brasil.
Neste contexto, o diretor-geral da Finmeccanica, Paolo Pozzesser, acabou tendo sua prisão decretada ontem, mesmo dia em que se soube que Scajola estava sendo investigado por seu envolvimento neste mesmo caso.
Em relação ao caso Scajola, a imprensa local apresentou mais detalhes sobre o andamento das investigações e também publicou alguns trechos do interrogatório de Lorenzo Borgoni, um antigo responsável pelas relações institucionais da Finmeccanica, que enfatizou essa transação entre Itália e Brasil.
Segundo Borgogni, ‘o canal entre Itália e Brasil era o próprio ministro Scajola, já que este, apesar de não ser titular da pasta de Indústria, tinha uma boa relação com o então ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim’.
‘Se fechasse essa venda de 11 embarcações (cinco fragatas, cinco escoltas e um super navio de apoio), por um total de uns 5 bilhões euros, aproximadamente 11% deste valor seria destinado a Scajola, Massimo Nicolucci (porta-voz do ministro) e, inclusive, a Jobim’, publicou hoje os jornais ‘Corriere della Sera’ e ‘La Repubblica’.
O ex-presidente da Finmeccanica Pierfrancesco Guarguaglini, que renunciou ao seu cargo em dezembro de 2011 após a publicação de alguns escândalos vinculados a sua gestão, ‘estava disposto a pagar uma percentagem máxima de 3% do valor da venda’.
‘Esta percentagem seria paga através de um contrato estipulado com uma agência no Brasil e pago a um empregado que fosse indicado pelo ministro Jobim’, revelou os documentos desta investigação.
A imprensa italiana também acrescentou que a venda dos navios não foi concluída porque a negociação acabou sendo interrompida por caso do esfriamento das relações entre Itália e Brasil, uma crise que surgiu após a concessão de asilo ao terrorista italiano Cesare Battisti por parte das autoridades brasileiras.
‘É verdade que falei com o presidente Lula e que encontrei três vezes o ministro da Defesa Jobim. Na Itália, havia crise e tentei vender as embarcações. Era meu dever ajudar o Fincantieri (os estaleiros da Finmeccania)’, afirmou Scajola, que em todas as entrevistas negou ter recebido dinheiro por isso.
O jornal ‘La Stampa’ também publicou que Jobim, que após sua experiência política voltou a se dedicar à advocacia, ‘começou a rir’ após saber que seu nome estava sendo citado nas investigações da promotoria de Nápoles.

Escândalo de corrupção envolve Jobim na Itália | Brasil 24/7

02/06/2012

Azedou, p^*#@$!

Filed under: Gilmar Mendes,Nelson Jobim — Gilmar Crestani @ 7:36 pm

Jobim, que de burro não tem nada, descobriu que se ficar ao lado de Gilmar, poderá dormir na Papuda… E eu acredito tudo o que um disser do outro e o que os dois disserem sobre FHC

Não falo mais com esse cara!”, diz Jobim

“Não falo mais com esse cara!”, diz JobimFoto: Folhapress

Em entrevista ao colunista Jorge Bastos Moreno, do Globo, ex-ministro da Justiça, Nelson Jobim, afirma ter rompido definitivamente a amizade com o ministro do STF, Gilmar Mendes; Moreno é o mesmo que via duplo sentido no desmentido de Jobim em relação à reportagem de Veja

02 de Junho de 2012 às 11:59

247 –Uma semana atrás, o colunista Jorge Bastos Moreno, do jornal O Globo, foi o primeiro a contestar o desmentido de Nelson Jobim sobre o teor da conversa, em seu apartamento, entre o ex-presidente Lula e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Moreno via certo “duplo sentido” na negativa de Jobim a respeito da suposta chantagem exercida por Lula sobre Gilmar. Ou seja, ele negava, mas não negava.

Neste sábado, o jornal O Globo publica entrevista de Jobim ao próprio Moreno, onde o ex-ministro da Justiça não economiza palavras para deixar clara a sua posição. “Não falo mais com esse cara! Depois do que ele fez, não quero mais conversa!”, disse o ex-ministro da Justiça, sobre Gilmar.

Jobim e Gilmar eram parceiros num projeto comum, de resgate da memória da Constituinte, que proclamou a Constituição brasileira pós-redemocratização, em 1988. Os dois teriam um encontro para tratar do assunto na última segunda-feira, que foi desmarcado diante da polêmica criada pela reportagem de Veja, a quem Jobim só aceitou falar a pedido de José Serra.

Eis, abaixo, o diálogo entre Nelson Jobim e Jorge Bastos Moreno:

– Acabou! Não tem mais sentido esse projeto! – disse Jobim.

– Por quê?

– Não, não, acabou! Não falo mais com esse cara! Depois do que ele fez não tem mais conversa!

– Mas os senhores eram tão amigos!

– E esse assunto acabou! Não falo mais sobre isso!

– Dizem que o senhor teria confirmado tudo a amigos – disse Moreno.

– Não quero saber disso. Esquece. Eles que são brancos que se entendam! – respondeu um quase já estourado Nelson Jobim.

Moreno já desistiu da tese do duplo sentido. Veja ainda insiste. Num texto intitulado “Jobim mata a cobra mas não mostra o pau”, a revista recorreu ao ex-presidente americano Lyndon Johnson: “A coisa mais importante que um homem tem para lhe dizer é o que ele está tentando não dizer.”

Jobim, aparentemente, já disse tudo.

“Não falo mais com esse cara!”, diz Jobim | Brasil 247

28/05/2012

Alguém está mentindo: o de sempre?

Filed under: CPI da Veja,Gilmar Mendes,Nelson Jobim — Gilmar Crestani @ 8:58 am

A CPI da Veja deveria convocar Roberto Civita, Gilmar Mendes, Nelson Jobim e Lula para esclarecer. A República não pode dormir em berço esplêndido depois de uma revelação destas.

Se fosse verdade o que Gilmar Dantas (*) disse à Veja – clique aqui para ler sobre a “armadilha da Veja”- ele não poderia correr o risco de se incriminar como um prevaricador.
Um Ministro do Supremo não poderia eximir-se da responsabilidade de tentar punir o reles chantagista.
Se isso for verdade, Gilmar Dantas (*) não tem alternativa.
Entrar na Justiça nesta segunda-feira com uma denúncia contra o chantagista e arrolar como testemunha a única pessoa que assistiu à chantagem.
Gilmar tem que processar Lula e Nelson Johnbim tem que ser sua testemunha.
O perigo é o acusado arrolar a mesma testemunha, Nelson Johnbim, aquele que foi Ministro cerrista da Dilma.
Ao Estadão, Johnbim desmentiu Gilmar insofismavelmente e desmontou a armadilha.
Chamou Gilmar de mentiroso.
No Globo, também desmentiu, mas, ali, notável colonista (**) social percebeu no tom de voz uma inclinação mentirosa, uma contradição entre o que dizia e a forma pela qual dizia.
Um fonoaudiólogo, infiltrado no Globo !
E concluiu o crítico de hábitos brasilienses: Johnbim me mentiu quando me disse que Gilmar mentiu.
Um jenio !
(Observa, amigo navegante, que este global colonista de costumes tem essa mania: dá uma informação que talvez desagrade os patrões, e, lá no fim, desdiz o que disse.
Foi o que fez no rumoroso episódio em o Globo se arrependeu de acusar o Policarpo.)
O Johnbim também ficou numa sinuca.
Caiu também na armadilha.
Se não a armou.
Johnbim terá que chamar um dos dois de mentiroso: o Gilmar ou o Lula.
Sem menosprezar o fato de Gilmar, ao confirmar as declarações, chamar o Johnbim, que o desmentiu, de mentiroso.
Amigo navegante, veja a gravidade do que o Gilmar e a Veja fizeram: transformaram dois ministros do Supremo em mentirosos.
Até que um processo judicial movido por Gilmar esclareça tudo.
Se não esclarecer, o destemido advogado do Espírito Santo, o Dr Piovesan se verá na contingência de reiniciar no Senado e no Supremo o pedido de impeachment de Gilmar.
Por que Gilmar jogou essa cartada audaciosa ?
Isso é assunto para o Profeta Tirésias: clique aqui para ler “Como Gilmar tentou melar a CPI”.
Paulo Henrique Amorim

Gilmar tem que processar Lula. Com Johnbim de testemunha | Conversa Afiada

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