Ficha Corrida

19/09/2015

Vá prá Cuba, Papa! Obama já foi

Todo vez que o midiota me cutuca para falar da ditadura cubana, lembro-lhe do documentário SOS Saúde do Michael Moore. O polêmico e premiado documentarista norte-americano mostrou a diferença entre Cuba e EUA. Por ela se entende porque Cuba aguenta 50 anos de bloqueio econômico, mas os EUA não aguentariam, como diria Ricardo Darín, bloqueio de cocaína por uma semana.

Nossos vira-latas não se contentam em tirar os sapatos para entrarem nos EUA. Adoram se vangloriarem de que preferem lavar pratos nos EUA do que trabalhar no Brasil. Direito deles. Mas aqui são brasileiros, lá, por mais pratos que lavem, serão sempre cucarachas.

Obama e Raúl Castro conversam na véspera da visita do Papa Francisco

É a terceira conversa telefônica entre os artífices da histórica retomada de relações

Silvia Ayuso Washington 18 SEP 2015 – 21:10 BRT

Obama conversa por telefone com Raúl Castro nesta sexta-feira. / Pete Souza (The White House)

Barack Obama e Raúl Castro voltaram a conversar. Foi por telefone na sexta-feira, poucas horas antes da chegada em Havana do Papa Francisco, mediador entre os governos dos Estados Unidos e de Cuba para negociar a aproximação que os dois realizaram nos últimos nove meses.

A conversa telefônica, cuja duração não foi revelada, manteve o foco na visita do Papa tanto a Cuba como, imediatamente depois, aos EUA. Os dois presidentes reconheceram a “contribuição” de Jorge Bergoglio e “no papel do Papa Francisco no avanço das relações entre os dois países”, na “nova etapa” que ambos estão empreendendo, segundo comunicados iguais da Casa Branca e de Havana.

Os dois Governos também indicaram que Obama e Castro discutiram detalhes do processo de normalização em curso desde dezembro. Ambos falaram sobre os “passos que EUA e Cuba podem dar, juntos e individualmente, para avançar a cooperação bilateral, mesmo que ainda continuarmos com diferenças sobre questões importantes, que serão discutidas de forma franca”, afirmou a Casa Branca.

A conversa por telefone, a terceira desde dezembro – Obama e Castro também se reuniram no Panamá em abril –, aconteceu horas depois que o Governo dos EUA anunciou uma nova série de medidas ordenadas por Obama que aliviam ainda mais as restrições impostas pelo embargo dos EUA às viagens e ao comércio com a ilha.

De acordo com Havana, sobre isso Castro “sublinhou a necessidade de aprofundar seu alcance e de eliminar definitivamente a política de bloqueio para o benefício dos dois povos.” Ainda assim, o presidente cubano “ratificou” a Obama “a vontade de Cuba de avançar nas relações com os Estados Unidos, com base no respeito e igualdade soberana”.

Obama e Castro vão se encontrar de novo no final de setembro em Nova York, onde ambos participam na Assembleia Geral da ONU. O presidente dos EUA falará na manhã de segunda-feira, 28, enquanto Castro, que participará pela primeira vez da ONU, vai falar no mesmo dia, mas à tarde. Nem Washington nem Havana quiseram confirmar se vai acontecer um novo encontro bilateral, apesar de que nenhum dos dois lados descarta algum tipo de “interação” entre os dois.

Obama e Raúl Castro conversam na véspera da visita do Papa Francisco | Internacional | EL PAÍS Brasil

02/10/2014

Veja como funciona o Sistema de Saúde made in USA

Filed under: Michael Moore,Saúde made in USA,SOS Saúde — Gilmar Crestani @ 8:42 am
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El hospital de EE UU no aisló al paciente que llegaba de Liberia

El primer enfermo diagnosticado en el país había acudido dos días antes de su ingreso

Los médicos, sin embargo, lo enviaron a casa, a pesar de presentar los síntomas del virus

La OMS ha elevado a 3.338 el número de fallecidos de un total de 7.178 contagios

Agencias / El País San Antonio / Madrid 2 OCT 2014 – 09:42 CEST16

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El Hospital Presbiteriano de Dallas (Texas), en Estados Unidos. / MIKE STONE (AFP)

El primer paciente diagnosticado con ébola en Estados Unidos había acudido el pasado viernes, por primera vez, al Hospital Presbiteriano de Dallas (Texas). Ya presentaba entonces síntomas como fiebre y dolores abdominales. Los médicos, sin embargo, le dejaron volver a casa con antibióticos sin tener en cuenta que había estado en Liberia. Thomas Eric Duncan, de nacionalidad liberiana, debió regresar al hospital el domingo, cuando finalmente fue aislado y posteriormente diagnosticado. Esos dos días fueron trascendentales para una potencial propagación del virus entre las personas con las que el enfermo estuvo en contacto; se estima que entre 12 y 18, entre ellas, cinco menores de edad.

más información

Duncan había volado desde su país natal hacia Estados Unidos el pasado 19 de septiembre en un viaje que incluyó varias escalas en Europa; un día después, el 20, llegó a Dallas, donde reside una parte de su familia. Al acudir al hospital por primera vez, con los primeros síntomas, su hermana informó a la enfermera de que el paciente acababa de llegar de Liberia, el país más golpeado por la epidemia, donde han muerto 1.998 personas. En total, la Organización Mundial de la Salud (OMS) ha elevado a 3.338 el número de fallecidos de 7.178 contagios.

Mark Lester, el vicepresidente del consorcio sanitario al que pertenece el Hospital Presbiteriano de Dallas, ha lamentado en una rueda de prensa que esa información "no fuera comunicada íntegramente a todo el equipo". "Como resultado, esa información no fue tenida en cuenta en la toma de decisiones clínicas".

Duncan regresó entonces a casa de sus familiares, donde viven otras cinco personas y donde el fin de semana mantuvo contacto con cinco menores en edad escolar, que desde este miércoles se encuentran bajo supervisión médica, aunque no muestran síntomas. La agencia Reuters ha informado de que un vecino de la familia había visto vomitar al paciente afuera de su apartamento. Los fluidos de un enfermo de ébola tienen alta carga viral.

Viajan 700 soldados de EE UU a Liberia

El Pentágono ha autorizado este miércoles el despliegue de 700 soldados en Liberia para ayudar en las labores de contención del virus. Son tropas de la 101 División Aerotransportada de las Fuerzas Armadas de Tierra, ha indicado el contraalmirante John Kirby, portavoz del Pentágono.

Se trata del primer contingente militar enviado desde Estados Unidos y cuyo despliegue estará completo para finales de octubre. Los soldados estarán radicados en Monrovia y serán comandados por el general Gary J. Volesky, ha agregado el portavoz.

Este grupo será el primero de los anunciados por Washington para ayudar a combatir la expansión del ébola, y a él se sumará otro contingente de 700 ingenieros para supervisar la construcción de centros de tratamiento y ofrecer asesoría en un área de grandes necesidades en infraestructura, de acuerdo con el Pentágono.

Expertos internacionales y políticos se reúnen este jueves en Londres para estudiar la respuesta global a la crisis del ébola, que ha provocado la muerte de más de 3.000 personas en Sierra Leona, Liberia y Guinea Conakry.

Científicos tailandeses hallan un anticuerpo contra el ébola

AGENCIAS

Científicos tailandeses anunciaron este jueves el descubrimiento de un nuevo tipo de anticuerpo contra el virus del ébola "más efectivo" que los existentes, aunque aún está pendiente de experimentación en animales y humanos. "Estamos muy orgullosos de haber creado una nueva terapia de anticuerpo contra la fiebre del ébola", ha expresado Udom Kahinton, miembro del equipo de investigadores de la Facultad de Medicina del Hospital Siriraj en Bangkok.

"Es una nueva estructura del anticuerpo, un nuevo mecanismo, para matar la fiebre del ébola de forma más efectiva", ha precisado Udom, quien ha agregado que espera buenos resultados cuando se realicen experimentos con animales en el laboratorio y con humanos.

Según su investigación, este nuevo anticuerpo es lo suficientemente pequeño para entrar en la célula y destruir las proteínas del ébola, es inocuo para las personas porque se ha desarrollado a partir de genes humanos y podrán producirse en grandes cantidades.

El hospital de EE UU no aisló al paciente que llegaba de Liberia | España | EL PAÍS

15/12/2012

Nos EUA, assassinato do adversário é cláusula pétrea

Filed under: Assassinato,Isto é EUA!,Michael Moore,Terrorismo de Estado,Violência — Gilmar Crestani @ 10:51 pm

E tem gente que não quer ver! O que é a CIA senão uma grande agência de assassinos? Pense nos assassinatos de estado e nele haverá a participação da CIA. Quem faz isso com gente poderosa, o fará também com pessoas comuns. A eliminação é a forma primitiva de garantir a própria sobrevivência. Tão primitiva que os primitivos atuais ainda a cultuam. Pense no ódio da Veja e a contínua busca da eliminação dos que não concordam com ela. É uma ideia tipicamente americana que os vira-latas tupiniquins cultuam.

Michael Moore: “Do que temos tanto medo para ter 300 milhões de armas em casa?”

Michael Moore15 de dezembro de 20120

O cineasta americano tenta explicar por que assassinatos em massa nos EUA são tão comuns

A semi automática “Bushmaster .223″, uma das três armas usadas por Adam Lanza, o assassino de Newtown

Michael Moore escreveu esse texto por ocasião da chacina no cinema de Aurora, no estado do Colorado, em julho. Por continuar terrivelmente atual, o Diário o republica hoje.

Desde que Caim enlouqueceu e matou Abel, sempre houve aqueles seres humanos que, por uma razão ou outra, temporariamente jogavam vítimas de um penhasco na ilha mediterrânea de Capri. Gilles de Rais, um cavaleiro francês aliado de Joana D’Arc durante a Idade Média, ficou maluco e acabou assassinando centenas de crianças. Apenas algumas décadas mais tarde, Vlad, o Empalador, inspiração para Drácula, estava assassinando pessoas na Transilvânia de inúmeras maneiras terríveis.

Nos tempos modernos, quase todas as nações tiveram um psicopata ou dois para cometer um assassinato em massa, independentemente de quão rigorosas as leis fossem – o adepto da supremacia branca na Noruega há um ano, o açougueiro na escola em Dunblane, na Escócia, o assassino da Escola Politécnica em Montreal, o assassino em massa em Erfurt, Alemanha… a lista parece interminável.

Sempre houve pessoas insanas, e sempre haverá.

Mas aqui está a diferença entre o resto do mundo e nós: temos dois Auroras que acontecem todos os dias de cada ano! Pelo menos 24 norte-americanos por dia (8-9 mil em um ano) são mortos por pessoas armadas – sem contar os mortos por acidente e os que cometem suicídio. Se você incluí-los, pode triplicar esse número para mais de 25 mil.

Isso significa que os Estados Unidos são responsáveis ​​por mais de 80% de todas as mortes por arma de fogo nos 23 países mais ricos, combinados. Considerando-se que as pessoas desses países, como seres humanos, não são melhores ou piores do que qualquer um de nós, bem, então, por que nós?

Conservadores e liberais operam com crenças firmemente mantidas em relação ao “porquê” do problema. O motivo de não encontrarem a solução é que ambos estão certos pela metade.

A direita acredita que os Pais Fundadores, através de uma espécie de decreto divino, garantiu o direito absoluto de possuir armas. E eles vão incessantemente lembrar que uma pistola não pode ser disparada sozinha – “armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas”.

Claro que eles sabem que estão sendo intelectualmente desonestos com relação à Segunda Emenda, porque têm ciência de que os homens que escreveram a Constituição só queriam ter certeza de que uma milícia poderia ser rapidamente organizada entre agricultores e comerciantes, caso os britânicos decidissem voltar e causar alguns estragos.

Mas eles estão certos pela metade quando dizem: “armas não matam pessoas.” Gostaria apenas de alterar um pouco esse slogan para falar a verdade: “Armas não matam pessoas, americanos matam pessoas”.

Porque nós somos os únicos no Primeiro Mundo que fazem isso em massa. E você vai ouvir americanos de todas as faixas com uma série de razões para explicar por que não querem lidar com o que está realmente por trás de tudo isso.

Eles dizem que filmes violentos e games são responsáveis. Da última vez que verifiquei, os filmes e games no Japão eram mais violentos que os nossos – e, mesmo assim, menos de 20 pessoas por ano são mortas por lá com armas. Em 2006, foram duas!

Outros dirão que é o número de lares desfeitos que leva a toda essa matança. Eu odeio discordar, mas há quase tantos lares monoparentais no Reino Unido como por aqui – e, ainda, na Grã-Bretanha, há menos de 40 assassinatos por ano por armas de fogo.

Pessoas como eu vão dizer que esse é o resultado de os EUA terem uma história e uma cultura de homens armados, “caubóis e índios”, “atirar primeiro e perguntar depois.” E se é verdade que o genocídio em massa dos nativos americanos definiu um modelo muito feio para fundar um país, eu acho que é seguro dizer que nós não somos os únicos com um passado violento ou uma propensão para o genocídio. Olá, Alemanha! É isso mesmo que eu estou falando sobre você e sua história, dos hunos aos nazistas, sempre amando um bom massacre (assim como os japoneses e os ingleses, que governaram o mundo por centenas de anos – e não conseguiram isso através de plantio de margaridas). Ainda na Alemanha, uma nação de 80 milhões, existem apenas cerca de 200 assassinatos por ano.

Então, esses países (e muitos outros) são como nós – exceto pelo fato de que mais pessoas aqui acreditam em Deus e na igreja do que qualquer outra nação ocidental.

Meus amigos liberais vão dizer que, se nós tivéssemos menos armas, haveria menos mortes por armas. E, matematicamente, isso seria verdade. Se você tiver menos arsênico na água, ele vai matar menos pessoas. Menos de cada coisa ruim – calorias, tabagismo, reality shows – vai eliminar muito menos pessoas. E se tivéssemos leis fortes proibindo a venda de automáticas e semi-automáticas e de revistas especializadas que contêm um zilhão de balas, bem, então atiradores não seriam capaz de atirar em tantas pessoas em apenas alguns minutos.

Mas aí, também, existe um problema. Há uma abundância de armas no Canadá (em sua maioria espingardas de caça) – e, mesmo assim, o número de assassinatos anuais é de cerca de 200. Na verdade, por causa de sua proximidade, a cultura do Canadá é muito semelhante à nossa – as crianças jogam os mesmos games violentos, veem os mesmos filmes e programas de TV e ainda assim não crescem querendo matar umas as outras. A Suíça tem o terceiro maior número de armas de fogo por habitante na Terra, mas ainda assim uma taxa de homicídios baixa.

Então – por que nós?

Fiz essa pergunta há uma década no meu filme ‘Tiros em Columbine’. Isso é o que eu disse então e é o que vou repetir hoje:

1. Nós, americanos, somos assassinos incrivelmente bons. Nós acreditamos na morte como uma forma de atingir nossas metas. Três quartos dos nossos estados executam criminosos, mesmo que as menores taxas de homicídio estejam geralmente em estados sem pena de morte.

É a nossa forma atual de enfrentar seja o que for que estejamos temendo. É invasão como política externa. Claro que existe o Iraque e o Afeganistão – mas temos sido invasores desde que conquistamos o Velho Oeste e agora estamos tão viciados nisso que não sabemos onde invadir (bin Laden não estava escondido no Afeganistão, mas no Paquistão) ou por que invadir (Saddam tinha zero armas de destruição em massa e nada a ver com o 11 de setembro). Enviamos nossas classes mais baixas para fazer a matança e o resto de nós, que não tem um ente querido por lá, não gasta um único minuto de qualquer dia pensando sobre a carnificina. E agora nós enviamos aviões não-tripulados a regiões remotas para matar, aviões controladas por homens sem rosto em um exuberante estúdio com ar-condicionado no subúrbio de Las Vegas. É uma loucura.

2. Nós somos um povo facilmente assustado e é fácil manipular-nos com o medo. Do que temos tanto medo para ter 300 milhões de armas em nossas casas? Quem é que achamos que vai nos machucar? Por que a maioria dessas armas está nas mãos de brancos em casas de subúrbio e nas áreas rurais? Talvez devêssemos resolver o nosso problema de racismo e nosso problema de pobreza e então houvesse menos gente frustrada, assustada e furiosa. Talvez nós devêssemos cuidar melhor de nós mesmos.

Tudo o que está faltando aqui, meus amigos, é coragem e determinação. Estou nessa se você estiver.

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Michael Francis Moore é um cineasta, documentarista, ativista e escritor americano. É autor, entre outros, de ‘Tiros em Columbine", pelo qual ganhou o Oscar de melhor documentário de 2002.

Diário do Centro do Mundo – Michael Moore: “Do que temos tanto medo para ter 300 milhões de armas em casa?”

09/08/2012

Matar, prazer americano

Filed under: Isto é EUA!,Michael Moore,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 7:33 am

 

São as armas; mas, não só as armas

Michael Moore

Cineasta y escritor estadounid

Tradução: ADITAL

Amigos:

Desde que Caim enlouqueceu e matou Abel sempre houve humanos que, por uma razão ou outra, perdem a cabeça temporária ou definitivamente e cometem atos de violência. Durante o primeiro século de nossa era, o imperador romano Tibério gozava, jogando suas vítimas na ilha de Capri, no Mediterrâneo. Gilles de Rais, cavalheiro francês aliado de Joana D’Arc, na Idade Média, um dia, enlouqueceu e acabou assassinando centenas de crianças. Apenas umas décadas depois, Vlad, o Empalador, na Transilvânia, tinha inúmeros modos horripilantes de acabar com suas vítimas; o personagem de Drácula foi inspirado nele.

Em tempos modernos, em quase toda as nações há um psicopata ou dois que cometem homicídios em massa, por mais estritas que sejam suas leis em matéria de armas: o demente supremacista branco, cujos atentados na Noruega cumpriram um ano nesse domingo; o carniceiro do pátio escolar em Dunblane, Escócia; o assassino da Escola Politécnica de Montreal; o aniquilador em massa de Erfurt, Alemanha…; a lista parece interminável. E agora o atirador de Aurora, na sexta-feira passada. Sempre houve pessoas com pouco juízo e prudência e sempre haverá.

Porém, aqui reside a diferença entre o resto do mundo e nós: aqui acontecem DUAS Auroras a cada dia de cada ano! Pelo menos 24 estadunidenses morrem a cada dia (de 8 a 9 mil por ano) em mãos de gente armada, e essa cifra inclui os que perdem a vida em acidentes com armas de fogo ou os que cometem suicídio com uma. Se contássemos todos, a cifra se multiplicaria a uns 25 mil.

Isso significa que os Estados Unidos são responsáveis por mais de 80% de todas as mortes por armas de fogo nos 23 países mais ricos do mundo combinados. Considerando que as pessoas desses países, como seres humanos, não são melhores ou piores do que qualquer um de nós, então, por que nós?

Tanto conservadores quanto liberais nos Estados Unidos operam com crenças firmes a respeito do "porquê” desse problema. E a razão pela qual nem uns e nem outros podem encontrar uma solução é porque, de fato, cada um tem a metade da razão.

A direita crê que os fundadores dessa nação, por alguma sorte de decreto divino, lhes garantiram o direito absoluto a possuir tantas armas de fogo quanto desejem. E nos recordam sem cessar que uma arma não dispara sozinha; que "não são as armas, mas quem mata são as pessoas”.

Claro que sabem que estão cometendo uma desonestidade intelectual (se é que posso usar essa palavra) ao sustentar tal coisa acerca da Segunda Emenda porque sabem que as pessoas que escreveram a Constituição unicamente queriam assegurar-se de que se pudesse convocar com rapidez uma milícia entre granjeiros e comerciantes em caso de que os britânicos decidissem regressar e semear um pouco de caos.

Porém, têm a metade da razão quando afirmam que "as armas não matam: os estadunidenses matam!”. Porque somos os únicos no primeiro mundo que cometemos crimes em massa. E escutamos estadunidenses de toda condição aduzir toda classe de razões para não ter que lidar com o que está por trás de todas essas matanças e atos de violência.

Uns culpam os filmes e os jogos de videogame violentos. Na última vez em que revisei, os videojogos do Japão são mais violentos do que os nossos e, no entanto, menos de 20 pessoas ao ano morrem por armas de fogo naquele país; e em 2006 o total foi de duas pessoas! Outros dirão que o número de lares destroçados é o que causa tantas mortes. Detesto dar-lhes essa notícia; porém, na Grã-Bretanha há quase tantos lares desfeitos, com um só dos pais assumindo o cuidado dos filhos quanto nos EUA; e, no entanto, em geral, os crimes cometidos lá com armas de fogo são menos de 40 ao ano.

Pessoas como eu dirão que tudo isso é resultado de ter uma história e uma cultura de homens armados, "índios e vaqueiros”, "dispara agora e pergunta depois”. E se bem é certo que o genocídio de indígenas americanos assentou um modelo bastante feio de fundar uma nação, me parece mais seguro dizer que não somos os únicos com um passado violento ou uma marca genocida.

Olá, Alemanha! Falo de ti e de tua história, desde os hunos até os nazistas, todos os que amavam uma boa carnificina (tal qual os japoneses e os britânicos, que dominaram o mundo por centenas de anos, coisa que não conseguiram plantando margaridas). E, no entanto, na Alemanha, nação de 80 milhões de habitantes, são cometidos apenas 200 assassinatos com armas de fogo ao ano.

Assim que esses países (e muitos outros) são iguais a nós, exceto que aqui mais pessoas acreditam em Deus e vão à Igreja mais do que em qualquer outra nação ocidental.

Meus compatriotas liberais dirão que se tivéssemos menos armas de fogo haveria menos mortes por essa causa. E, em termos matemáticos, seria certo. Se temos menos arsênico na reserva de água, matará menos gente. Menos de qualquer coisa má –calorias, tabaco, reality shows- significará menos mortes. E se tivéssemos leis estritas em matéria de armas, que proibissem as armas automáticas e semiautomáticas e prescrevessem a venda de grandes magazines capazes de portar milhões de balas, atiradores como o de Aurora não poderiam matar a tantas pessoas em pouquíssimos minutos.

Porém, também nisso há um problema. Há um montão de armas no Canadá (a maioria rifles de caça) e, no entanto, a conta de homicídios é de uns 200 ao ano. De fato, por sua proximidade, a cultura canadense é muito similar à nossa: as crianças têm os mesmos videojogos, veem os mesmos filmes e programas de TV; mas, no entanto, não crescem com o desejo de matar uns aos outros. A Suíça ocupa o terceiro lugar mundial em posse de armas por pessoa; porém, sua taxa de criminalidade é baixa. Então, por que nós? Formulei essa pergunta há uma década em meu filme ‘Tiros em Columbine’, e esta semana tive pouco que dizer porque me parecia ter dito há dez anos o que tinha que dizer; e acho que não fez muito efeito; exceto ser uma espécie de bola de cristal em forma de filme.

Naquela época eu disse algo, que repetirei agora:

1. Os estadunidenses somos incrivelmente bons para matar. Acreditamos em matar como forma de conseguir nossos objetivos. Três quartos de nossos Estados executam criminosos, apesar de que os Estados que têm as taxas mais baixas de homicídios são, em geral, os que não aplicam a pena de morte.

Nossa tendência a matar não é somente histórica (o assassinato de índios, de escravos e de uns e outros na guerra "civil”): é nossa forma atual de resolver qualquer coisa que nos inspira medo. É a invasão como política exterior. Sim, lá estão Iraque e Afeganistão; porém, somos invasores desde que "conquistamos o oeste selvagem” e agora estamos tão enganchados que já não sabemos o que invadir (Bin Laden não se escondia no Afeganistão, mas no Paquistão), nem porque invadir (Saddam não tinha armas de destruição massiva, nem nada a ver com o 11-S). Enviamos nossas classes pobres para fazer matanças, e os que não temos um ser querido lá, não perdemos um só minuto de um só dia em pensar nessa carnificina. E agora, enviamos aviões sem pilotos para matar (drones), aviões controlados por homens sem rosto em um luxuoso estúdio com ar condicionado em um subúrbio de Las Vegas. É a loucura!

2. Somos um povo que se assusta com facilidade e é fácil de ser manipulado pelo medo. De que temos tanto medo, que necessitamos ter 300 milhões de armas de fogo em nossas casas? Quem vai machucar? Por que a maior parte dessas armas se encontra nas casas de brancos, nos subúrbios ou no campo? Talvez, se resolvêssemos nosso problema racial e nosso problema de pobreza (uma vez mais, somos o número um com maior número de pobres no mundo industrializado) teria menos pessoas frustradas, atemorizadas e encolerizadas estendendo a mão para pegar a arma que guardam na gaveta. Talvez, cuidaríamos mais uns dos outros (aqui vemos um bom exemplo disso).

Isso é o que penso sobre Aurora e sobre o violento país do qual sou cidadão. Como mencionei, disse tudo nesse filme e se quiserem, podem assisti-lo e partilhá-lo sem custo com os demais. E o que nos faz falta, amigos meus, é valor e determinação. Se vocês estão prontos, eu também.

[Tradução do inglês para o espanhol: Jorge Anaya – Fonte original: jornada.unam.mx, publicado pela Adital].

Adital – São as armas; mas, não só as armas

30/12/2011

Michael Moore em 2012

Filed under: Michael Moore — Gilmar Crestani @ 10:08 pm

 

“En 2012 solo apoyaré a candidatos que prometan no obtener dinero de la política, como Dan Kildee, de Flint”

Michael Moore

Micharlmoore.com

Traducido para Rebelión por Susana Merino y revisado por Caty R.

Amigos:

Estoy planeando hacer muchas cosas en este nuevo año –caminar tres millas diarias, usar detergente ecológico, escribir muchas cartas anónimas a Wolf Blitzer (1)–, pero quiero declarar exactamente aquí, que mi máxima prioridad para 2012 será encabezar el objetivo de eliminar TODA presencia de dinero en el período de nuestro proceso electoral. Nada –y cuando digo nada es NADA– lograremos en cuanto a crear empleos, proteger el ambiente, prevenir guerras si quienes manejan la billetera son quienes forman parte de nuestro Congreso.

La actual destrucción de nuestra democracia solo se puede detener si la mayoría de nosotros tenemos claro que SOLO votaremos a aquellos candidatos que se comprometan a poner en primer lugar de sus prioridades legislativas impulsar una reforma constitucional que prohíba a toda persona o entidad donar NINGÚN dinero para la campaña de los candidatos (y esto incluye a los candidatos millonarios que compren su propia elección). Además de comprometerse a sancionar una ley que prohíba a los elegidos trabajar en los lobbies cuando dejen su cargo.

La mayoría de los estadounidenses ya apoya la reforma financiera de las campañas y la prohibición de los lobbies. Entonces, ¿qué es lo que estamos esperando? Es tiempo de actuar!

Esta es la enmienda constitucional que necesitamos:

Sección 1: Todas las elecciones para Presidente, para diputados de la Cámara de Representantes y para senadores de los EE.UU. serán financiadas por el erario público. No se permitirán contribuciones extra políticas para ningún candidato, de ningún otro origen, incluidas las del mismo candidato. No se permitirá ninguna expensa política de ningún origen, para apoyar a ningún candidato federal, o para oponerse a ningún candidato federal, incluido el del propio candidato. Nada en esta sección estará contra la libertad de prensa.

Sección 2: El Congreso reglamentará estatutariamente las limitaciones de los montos y los tiempos de utilización de esos fondos públicos y fijará penalizaciones para cualquier violación de este apartado.

El Senador Michael Bennet (Demócrata de Colorado) ha presentado ya la iniciativa del “Plan para la Reforma de Washington”, estableciendo la prohibición temporal de convertirse en lobistas a todos los miembros del Congreso.

A continuación el texto del compromiso que espero que los candidatos firmen este año:

“Yo (nombre del candidato) prometo que mi MÁXIMA prioridad será introducir y votar una enmienda constitucional que prohíba todas las contribuciones financieras a todos los candidatos. Apoyaré la ley que financie con fondos públicos todas las elecciones y las leyes que prohíban a los legisladores convertirse en lobistas una vez concluido su mandato. Si así no lo hiciere, prometo no presentarme a la reelección”.

Uno de los primeros candidatos aspirantes a congresista que ha firmado el compromiso de no obtener dinero de fuera de la política este año es un conciudadano del distrito de Flint, Michigan. Su nombre es Dan Kildee. Él no solo no quiere dinero externo al proceso electoral sino que también quiere que se declare que las corporaciones NO son personas. Dan rechaza también recibir dinero de ninguna corporación ni de nadie vinculado a Wall Street o a los bancos.

¿Y cómo ha respondido el pueblo de Michigan a un candidato como este? Las primeras encuestas muestran que Dan va a la cabeza, porque los votantes están enfermos y cansados del sistema de siempre.

Pero hasta que Dan (y otros como él) sea elegido y pueda revertir la regla del 1% nada cambiará. Y con el actual sistema irónicamente no pueden ser elegidos sin dinero. ¿No sería fantástico que esta fuera la última elección en la que hubiera que escribir algo como esto?

¿Me ayudarán a demostrar cuán poderoso es el apoyo público para limpiar el Congreso, apoyando a la única persona que se está postulando como congresista de Flint que está de nuestro lado? Esta no es una causa simbólica. Creo que Dan será elegido si cuenta especialmente con nuestro bien arraigado apoyo.

Por favor tómese un minuto y aporte 10, 25 o más dólares a la campaña de Dan. Él está por la paz, por la elección y por encabezar las encuestas. El luchará por hacer que los ricos y las corporaciones como General Electric y el BanK of America paguen impuestos que actualmente no pagan. Lo conozco desde los 18 años, cuando por primera vez ganó una representación en la dirección del Colegio de Flint. Procede de la clase trabajadora y toda su vida ha estado al servicio de la comunidad.

Estoy pidiéndoles esto como un favor personal para mi ciudad que está sufriendo un aplastante desempleo. Más gente vive proporcionalmente en la pobreza en Flint (de algo más de 100.000 habitantes) que en el resto de los EE.UU. No tienen dinero para ayudar a un luchador como Dan. Es por eso que les estoy pidiendo una ayuda en esta oportunidad.

Muchos de ustedes me han escrito preguntándome qué cosas concretas podrían hacer para limpiar el país. Pues aquí está vuestra oportunidad de hacer algo concreto, aunque haya que desprenderse de cinco dólares.

Y sigan insistiendo a los que se postulan como congresistas en SU distrito para que firmen el compromiso de eliminar el dinero de la política. Tenemos que comenzar por algún lado, y creo que Flint, Michigan, es el mejor lugar para comenzar. Por favor ayúdenme a lograrlo

Nota:

(1) Wolf Blitzer, periodista judío-alemán de la CNN

Fuente original: http://www.michaelmoore.com/words/mike-friends-blog/2012-im-only-backing-candidates-who-pledge-get-money-out-politics-dan-kildee-flint

Rebelion. “En 2012 solo apoyaré a candidatos que prometan no obtener dinero de la política, como Dan Kildee, de Flint”

04/10/2011

Nova Iorque abaixo de zero

Filed under: Democracia made in USA,Michael Moore,Wall Street — Gilmar Crestani @ 8:01 am
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La misión es involucrarnos

Por Michael Moore *

Nueva York tiene ocho millones de habitantes; un millón vive en la pobreza. Es una vergüenza. Y, sin embargo, el sistema no se detiene aquí. No importa cuánta vergüenza podamos sentir; la maquinaria va hacia adelante, para hacer más dinero. Nuevas maneras de trampear con las jubilaciones; de robar aún más. Pero algo está sucediendo en Liberty Plaza.

Estuve en Liberty Plaza para realizar un par de notas. Y volveré. ¿Sabías? Están haciendo un gran trabajo ahí. Y están recibiendo aún más apoyo. La otra noche, el sindicato de empleados de transportes –los conductores de ómnibus, los conductores de la metropolitana– votaron con entusiasmo para sostener la protesta. Hace tres días, 700 pilotos de línea –sobre todo de United y Continental– marcharon por Wall Street. No sé si hubo alguna forma de ver esto en televisión. Sé cómo estuvo la cobertura aquí; se mostró a unos pocos hippies que tocaban sus tambores –las cosas típicas que buscan los diarios–. Por favor: ¡que Dios bendiga a los hippies que tocan sus tambores! Pero es la razón por la que “ellos” quieren que se vea sólo esto. Y ahora yo les digo lo que vi en aquella plaza. Vi jóvenes, vi ancianos, vi gente de todo tipo y de todos los colores y todas la religiones. Vi también a la gente que vota por Ron Paul (el candidato presidencial ultraconservador que quiere abolir el Banco Central). Quiero decir, era un grupo de gente de todo tipo. Estaban los enfermeros en esa plaza. Estaban los maestros en esa plaza. Gente de todo tipo.

Hoy martes habrá una nueva manifestación: también los conductores de ómnibus y de la metropolitana marcharán por Wall Street. Yo escuché decir que la UAW (el sindicato de los obreros del automóvil) está pensando en algo parecido. Piensen, su peor pesadilla se convierte en realidad. ¡Los hippies y los obreros del automóvil que marchan juntos! La gente entendió. Y toda esta historia sobre las divisiones internas y esto y lo otro: a la gente no le importa más. Porque esta vez se trata de sus propios hijos que corren el riesgo de no poder ir más a la escuela. Esta vez se corre el riesgo de quedarse sin techo. Esto es lo que en verdad está en juego.

Pero lo que me parece más extraño y bizarro, de los ricos, es cómo habían decidido excederse tanto. Quiero decir: les iba todo muy bien. No, para ellos no era bastante. Por los nuevos ricos no era bastante. Los nuevos ricos que no hicieron su fortuna gracias a una buena idea. Ni a un invento. Ni con su sudor. Ni con su trabajo. Los nuevos ricos que se enriquecieron con el dinero de los otros; con el que jugaron como si fuesen al casino. Dinero más dinero. Y ahora nos encontramos con una generación de jóvenes para los que los héroes a los que emular son aquellos de los canales de televisión de negocios: aquellos que se enriquecieron haciendo dinero sobre aquellos que hacen dinero.

Pero, ¿cuánta necesidad tendremos de jóvenes que se pongan a trabajar para salvar a este planeta? Para encontrar la cura a todos estos males. Para encontrar una manera de llevar agua y servicios higiénicos a los millares de personas sobre esta tierra que no los tienen.

Esto es lo que querría. Que en lugar de que las 400 personas más ricas de este país tengan más riqueza, sean los 150 millones de estadounidenses todos juntos los que estén mejor. Dirán, es una de esas cifras que Michael Moore tira por ahí. Pero es una estadística cierta: verificada por Forbes y por PolitiFact. ¡Las 400 personas más ricas de este país, son más ricos que los 150 millones todos juntos! Pero esto no se puede llamar democracia. La democracia implica una suerte de igualdad: yo no digo que cada pedazo de la torta debe ser de la misma medida, pero ¿no nos fuimos mucho más allá?

Ahora está esta buena noticia. Porque hasta que alguno desafíe a nuestra democracia –mientras que la Constitución se mantenga intacta–, querrá decir que cada uno de nosotros tendrá el mismo derecho de voto que los señores de Wall Street: un voto por persona. Y ellos podrán comprar todos los candidatos que quieran; pero su mano guiará a nuestra mano cuando estemos en el cuarto oscuro. El mensaje de gritar fuerte es hacer llegar a los millones de personas que se dieron por vencidas –o que fueron convencidas por ignorancia–. Lograremos hacer llegar nuestro mensaje que para aquellos 400 será la peor de las pesadillas. Porque lo único que saben hacer bien son las cuentas. Nosotros somos muchos más que ellos. Depende sólo de nosotros. Basta de despertarse a la mañana y decir “Ok”. Ahora basta. Decidí involucrarme. Esta ahora es nuestra misión, involucrarnos. Por eso les digo: apoyen la protesta de Liberty Plaza.

* Durante la presentación del último libro de Moore en ST. Mark’s Bookstore.

Traducción: Celita Doyhambéhère.

Página/12 :: El mundo :: La misión es involucrarnos

22/09/2011

Michael Moore afirma que a mídia ignora a ocupação de Wall Street

Filed under: Michael Moore,Tea Party,Wall Street — Gilmar Crestani @ 9:51 am

O cineasta estadunidense Michael Moore esteve na última segunda-feira (19) no programa de televisão The Rachel Maddow Show para discutir a cobertura dos meios de comunicação sobre a festa do Tea Party, que teve uma cobertura superdimensionada, diferentemente dos protestos dos movimentos de esquerda no país.

"Cerca de mil pessoas foram presas há duas semanas, quando protestavam em relação ao tema ambiental das terras betuminosas" disse Moore a Maddow. "Dificilmente vimos alguma cobertura disso".

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"Você já imaginou se mil pessoas do Tea Party fossem presas diante da Casa Branca? Seria manchete em todos os noticiários", agregou. "Agora, neste momento, há pessoas realizando um acampamento ali e virtualmente não há notícias sobre esse protesto. Isso acontece todo o tempo em relação aos liberais e à esquerda, e é ignorado", disse.
Felizmente, "há programas como o seu e outros que não ignoram esses assuntos, mas isso não significa que isso esteja deixando de acontecer e continuará ocorrendo", concluiu.
Fonte: Cubadebate

Michael Moore afirma que a mídia ignora a ocupação de Wall Street – Portal Vermelho

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