Ficha Corrida

21/11/2015

O paradoxo da mentirosa

Filed under: Mara Gabrilli,Mentira,Paradoxo,PSDB — Gilmar Crestani @ 10:37 am
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aecio-neves-eduardo-cunhaNos livros sobre paradoxo, há um clássico, o “Paradoxo de Epimênides”: Um cretense disse: “todos os cretenses são mentirosos”. Se este enunciado é verdadeiro, então o enunciado é falso, já que um cretense mentiroso que o fez. É o caso da Mara Gabrilli.

Nesta semana duas afirmações do PSDB deslindam o paradoxo: Enquanto FHC dava a enésima entrevista dizendo condenar o apoio de seu partido à “pauta-bomba”, Aécio Neves tinha ainda mais espaço na mídia amiga para descantar o verso: “jamais seremos oposição ao Brasil”. Pauta-bomba é sinônimo de Eduardo CUnha e sua trupe de amestrados.

E como somos tratados como um bando de imbecis, o El País publica uma entrevista com a cretense, digo cretina, Mara Gabrilli. E ela, do alto da desfaçatez política que é moeda corrente no PSDB, derrama falação no sentido de que seu partido não pode apoiar o mentiroso Eduardo CUnha. Então busco na entrevista alguma menção ao seu colega e seu líder no Congresso, Carlos Sampaio: necas de pitibiriba… Alguma menção à aliança do presidente de seu partido, o PSDB, Aécio Neves com Eduardo CUnha. Nada vezes nada. Se a deputada pretendia algo mais que jogo de cena, que denuncie e cobre explicações de seus correligionários pelos sucessivos encontros clandestinos com CUnha, mas sobre isso o silêncio é ensurdecedor.

A solução do paradoxo é simples. Se mentirosa mente está dizendo a verdade, e sua verdade é a mentira com que somos brindados por eles via grupos mafiomidiáticos. Uma mentirosa pode afirmar que não se pode mentir?!

ENTREVISTA I MARA GABRILLI, DEPUTADA DO PSDB

“Chega, senhor presidente! Levanta desta cadeira, Eduardo Cunha”

Mara Gabrilli, a deputada do PSDB que confrontou o presidente da Câmara, diz que seu partido não pode apoiar um mentiroso para derrubar uma mentirosa

Afonso Benites Brasília 20 NOV 2015 – 21:18 BRST

“Chega, senhor presidente! Levanta desta cadeira, Eduardo Cunha”. O pedido em tom de desabafo feito pela deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) na sessão da última quinta-feira ilustra a encruzilhada em que o presidente da Câmara se meteu ao manobrar para impedir que o Conselho de Ética fizesse a leitura de um relatório preliminar do processo que pede a cassação do mandato dele por quebra de decoro parlamentar.

Gabrilli era, até então, uma das poucas parlamentares que não tinha lado na situação. Apesar de estar na vaga de terceira-secretária da Mesa Diretora, afirmava que não era nem aliada, nem opositora de Cunha. Sua postura, ousada para uma cadeirante em segundo mandato que se diz “Poliana com a vida”, mudou o jogo. Após suas sinceras palavras, em um tom ao mesmo tempo duro e singelo, por conta da voz suave, dezenas de deputados abandonaram o plenário da Câmara e forçaram Cunha rever a decisão da Presidência que havia cancelado a reunião do Conselho de Ética.

Ao EL PAÍS, Gabrilli diz que agora, é uma opositora do deputado e espera que ele ao menos renuncie à presidência da Câmara para servir de exemplo ao país.

Pergunta. O seu pronunciamento na Câmara na quinta-feira criticando o Eduardo Cunha me pareceu um desabafo. Foi isso o que a senhora fez?

Resposta. Sim. Foi um desabafo por causa dos últimos acontecimentos. Eu sempre achei que ele estaria situado na presunção da inocência, na dúvida e que tinha o direito de se defender até que ele deu entrevistas sem aderência nenhuma. Sem passar a verdade. Sem ter preocupação com a própria conduta dele. De ter um dinheiro fora do país e não declarar. Uma pessoa que é presidente da Câmara, que é a segunda na linha sucessória presidencial, como pode agir dessa maneira? Aí vem com uma história de que era uma trust, de que só é beneficiário. Começou a virar um monte de manobrinha para se safar.

P. Mas a senhora não o via dessa maneira negativa antes.

A atitude de desmoralizar o nosso próprio Conselho de Ética foi muito feio. Foi o uso do cargo para se proteger

R. Eu sempre gostei muito do jeito que ele conduzia a Casa, de como ele presidia as sessões, de como ele conduzia o processo com celeridade e de como ele valorizava o Parlamento. Eu o respeitava. Assim como muitos ali, a gente ouve falar muitas coisas negativas, mas eu nunca foquei nisso. Eu foquei no trabalho que ele havia executando. E na última sessão, aquela atitude de desmoralizar o nosso próprio Conselho de Ética foi muito feio. Foi o uso do cargo para se proteger. Para mim, chegou no limite que eu preservo de ética e bons costumes, de pessoa que está ali para ser imitada pela população. Chegou no ponto que isso começa a interferir no trabalho, no dia a dia de cada parlamentar. É muito difícil você conviver com esse estigma que deputado federal já tem e essa atitude dele veio a destruir mais ainda nossa imagem. Uma atitude iconoclasta, que destrói a imagem de todo um segmento.

P. Isso quer dizer que aumenta a ojeriza que boa parte da população tem dos políticos?

R. A permanência dele na cadeira de presidente vai contribuir para isso. Chegou a hora que ele não está mais fazendo bem. Fui muito sincera quando disse que gosto dele e sei que ele tem admiração por mim. Mas fazer o quê? É uma coisa que não impede de eu pensar que ele tem de sair de lá imediatamente. De que ele frustrou a população e que ele não faz bem.

P. Com esse posicionamento, a senhora deixa de ser aliada, por fazer parte da Mesa Diretora, e se torna uma opositora do Cunha?

R. Nunca me senti nem uma coisa nem outra. Estou na Mesa Diretora porque represento o maior partido de oposição da Casa. E ela é composta por vários partidos. O fato de eu estar lá não me faz nem aliada nem oposição a ele. Sempre trabalhei com discernimento. Me sinto uma guardiã dos brasileiros na Mesa. Agora, acho que na sessão, me posicionei como uma opositora. E eu não falava pelo partido, mas como uma deputada que está se sentindo ferida por conta das atitudes dele.

P. Por que o seu partido demorou para se posicionar sobre a situação do Eduardo Cunha?

R. O que estou entendo do meu partido é que, enquanto ele estava com essa presunção da inocência e podendo ter o direito de se defender, só pediram o afastamento dele. Mas depois que ele resolveu mostrar a linha da defesa dele, ele deu um tiro no pé. A linha de defesa não pareceu verdadeira. Parece que só mentiu. Ainda mais depois de ver deputados governistas pedindo para ter calma sobre as decisões do Eduardo Cunha. Como podemos ter um presidente da Câmara dependendo do tipo de acordo que ele faz para se salvar. Aí ficou difícil. Você vê que os deputados do PT se ausentaram do Conselho de Ética no início da sessão. Por isso que não dá para colaborar como uma pessoa que mente para tirar outra mentirosa.

P. Para ficar claro, a senhora está se referindo a Cunha e a presidenta Dilma Rousseff. É isso?

R. Sim, aos dois. O PSDB vem até agora batalhando pelo impeachment da Dilma por causa do estelionato eleitoral que ela cometeu. Mas depois que o Cunha mostrou a linha de defesa e que mentiu na CPI da Petrobras, que foi de livre e espontânea vontade, com audácia, falar não dá para apoiar. Não podemos apoiar o mentiroso para tirar a mentirosa. Os mentirosos que saiam todos.

P. A senhora é a favor do afastamento dele da presidência ou da cassação do mandato dele?

R. Agora, defendo que ele se afaste da presidência.

P. Ele diz que não sai por vontade própria. A senhora acha que ele muda essa decisão?

Senti que o Cunha foi atingido no coração. Não sei se isso faz alguma diferença para uma pessoa como ele

R. Não me parece, mas eu não o conheço com essa profundidade para te dar uma certeza. De qualquer jeito, eu vi o olhar dele para mim na sessão. Senti que ele foi atingido no coração. Não sei se isso faz alguma diferença para uma pessoa como ele.

P. A senhora diz que ele se decepcionou com ele. Me deu a impressão que ele também se decepcionou com a senhora.

R. Ele deve ter pensado: “justo você”. Ele foi pego de surpresa, mas mais do que decepção, havia reconhecimento do que eu estava falando. O olhar dele me dizia assim: “Puxa, você tem razão”. Eu tenho um jeito meio Poliana de olhar a vida e por isso sou muito, muito, muito ligada ao sentimento das pessoas. Por isso, sei que aquilo foi um chute no peito dele. Tanto eu acho que ele sentiu o impacto porque ele reviu a decisão.

P. Consegue estimar quando o Eduardo Cunha deixará o cargo? Ou perderá o mandato?

R. Não consigo. Não faço a mínima ideia. Até porque não sei qual será o modus operandi dele a partir do que aconteceu ontem, com uma enxurrada de críticas e os deputados abandonando o plenário.

“Chega, senhor presidente! Levanta desta cadeira, Eduardo Cunha” | Brasil | EL PAÍS Brasil

16/10/2015

O Globo já não choca o ovo, compra a serpente

ovo da serpenteÉ impressionante a fábrica de bandidos que os velhos grupos de mídia teimam em popularizar. Dia após dia, como na fábula da rã e do escorpião, a natureza peçonhenta dos assoCIAdos do Instituto Millenium teima em se fazer presente.

Pode-se perdoar Eduardo CUnha por ser um político sem escrúpulos, é da natureza da política.

Pode-se perdoar Marcola pelo tráfico, ele é traficante.

Agora, porque perdoar jornalista que pratica crime, se a profissão dele não é o crime?

Não tenho e menor dúvida, o ódio a Lula, Dilma e ao PT é criação das cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, Globo & RBS) que diuturnamente disseminam preconceito, mentiras e ódio.

Ou o Brasil elimina as serpentes, ou elas desovarão víboras ainda mais peçonhentas das que já infestam as redações.

Filho de Lula prepara ação contra Globo e colunista

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O motivo: não há, na delação premiada do lobista Fernando Soares, nenhuma referência ao nome de Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula; em sua estreia no jornal O Globo, no último domingo, o colunista Lauro Jardim, egresso de Veja, cravou que "Lulinha" era um dos alvos de Fernando Baiano, como suposto beneficiário de pagamentos de R$ 2 milhões; por meio de seus advogados, ele pediu que fosse apresentada a delação – o que o colunista se negou a fazer; agora, o próprio jornalista encampa uma nova versão: a de que os R$ 2 milhões teriam sido pagos à esposa de Fábio Luís, uma das quatro noras de Lula; "requeremos a íntegra da delação não porque tenhamos qualquer preocupação com seu teor, mas apenas para instruir as ações judiciais", diz o advogado Cristiano Zanin Martins, que representa Fábio Luís

16 de Outubro de 2015 às 17:59

247 – A estreia retumbante do colunista Lauro Jardim no jornal O Globo renderá processos judiciais contra o jornalista e a publicação. O motivo: ao contrário do que foi noticiado no último domingo na capa do periódico (relembre aqui), o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, não fez qualquer menção ao nome de Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, em sua delação premiada homologada pelo ministro Teori Zavascki.

Baiano citou, de fato, o nome do pecuarista José Carlos Bumlai, tido como amigo pessoal do ex-presidente Lula. Nesta sexta-feira, em sua manchete, a Folha de S. Paulo noticiou que Baiano teria mencionado um suposto pagamento pedido por Bumlai para uma "nora do ex-presidente Lula". No entanto, não foi feita qualquer referência ao nome de Fábio Luis.

Nesta sexta-feira, Lauro Jardim tentou consertar o erro do último domingo, com a seguinte nota:

Renata, a nora de Lula citada na delação premiada de Fernando Baiano é a mulher de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha.

Lula tem três noras e Baiano não dá, em sua delação, o nome de quem seria a beneficiária do pedido supostamente feito pelo pecuarista José Carlos Bumlai.

Mas pelo relato do caso, ou seja, o dinheiro serviria para quitar dívidas de um apartamento, quem conhece a família não tem dúvida em apontar a mulher de Lulinha como a nora referida.

Como se vê, é uma informação bem diferente da publicada no último domingo, em que o colunista cravava que "Lulinha era um dos alvos":

Delação explosiva

"Está destinada a causar um estrondoso tumulto a delação premiada de Fernando Baiano, cuja homologação foi feita na sexta-feira pelo ministro Teori Zavascki. O operador (de parte) do PMDB na Petrobras pôs no olho do furacão nada menos do que Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Baiano contou que pagou despesas do primogênito de Lula no valor de cerca de R$ 2 milhões. Ao contrário dos demais delatores, que foram soltos logo após a homologação das delações, Baiano ainda fica preso até 18 de novembro, quando completa um ano encarcerado. Voltará a morar em sua cobertura de 800 metros quadrados na Barra da Tijuca. A propósito, quem teve acesso à delação conta que Eduardo Cunha é, sim, citado por Baiano. O operador admite ter relações com o presidente da Câmara, mas não entrega nada arrasador contra Cunha.

Fábio Luis garante que nem sequer conhece Fernando Baiano. Seu advogado, Cristiano Martins, afirma que pediu acesso ao inteiro teor da delação do lobista não porque tenha qualquer preocupação com seu teor. "Queremos os documentos apenas para instruir as ações judiciais contra quem difundiu informações falsas e levianas", disse ele.

Leia, abaixo, a nota divulgada pelo advogado de Fábio Luis:

Diante do ataque sistemático à honra e reputação do sr. Fábio Luís Lula da Silva, sua defesa requereu na data de hoje (16.10) ao Ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, acesso à íntegra da delação premiada do lobista Fernando Soares. 

A providência tem por objetivo instruir ações que serão promovidas contra os que, pela imprensa, encabeçaram a divulgação, desde o último dia 11, de notícias falsas sobre pagamentos de contas de nosso cliente pelo citado delator.

De forma sistematizada, põe-se em pé uma operação jornalística que, a cada dia, coloca na mira de suas manchetes o personagem da vez, eleito alvo da ofensa. Surge, agora, uma entidade primeiramente nominada a “nora de Lula". Após 24h, divulga-se que a “nora” citada é a mulher do sr. Fábio Luís, sob o alegado argumento de que “quem conhece a família não tem dúvida em apontar” sua esposa.

A verdade não pode estar no mero repasse de informações fornecidas e colhidas a bel prazer, pingadas a conta-gotas de uma delação sob sigilo, que, a cada dia, muda sua versão dos fatos, para tornar mais verossímil a narrativa. O que se identifica são irresponsáveis ilações daqueles que foram, depois, desmentidos no decorrer do processo.

Filho de Lula prepara ação contra Globo e colunista | Brasil 24/7

20/07/2015

Os bandidos da Globo são piores do que os do PCC

Que a Rede Globo tenha participado da ditadura e com ela se locupletado é público o notório. Até a Globo admitiu que errou. Mas a pergunta que não quer calar, é quando a Globo vai admitir suas relações incestuosas com a FIFA, CBF, João Havelange, José Maria Marin, Ricardo Teixeira, J. Hawilla?!

A Globo que escreveu editorial saudando a chegada da ditadura é a mesma que promoveu a Lei Rubens Ricúpero, que, em parceria com Carlos Monforte, estrelaram o Escândalo da Parabólica.

A Rede Globo já admitiu que errou ao participar da ditadura. Agora precisa esclarecer duas perguntas finais:

1) Quanto custou ao Brasil o esconderijo de Miriam Dutra na Espanha?

2) Se o dinheiro usado para comprar as estatuetas utilizadas para capturar personalidades públicas decorre da sonegação de impostos?

De fato, a Globo continua Muito Além do Cidadão Kane

Lula aponta ‘as cinco piores mentiras do Globo’

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O ex-presidente Lula rebateu, em publicação no site do instituto que leva seu nome, nesta segunda (20), as 5 piores mentiras contra ele só em 2015; "O ano mal chegou à metade, mas O Globo já conseguiu inventar várias histórias sobre Lula. Muita gente de boa fé ainda acredita no jornal, então recapitulamos as cinco maiores mentiras publicadas sobre o ex-presidente nas páginas do diário carioca", afirma o ex-presidente; no texto, o instituto afirma que "a coluna do Merval Pereira é considerada hors concours"; "Entre os truques do jornal estão inventar declarações, ignorar explicações e tratar, anos depois, como secretos e escandalosos eventos públicos de que o jornal tinha ciência", completa; leia na íntegra

20 de Julho de 2015 às 20:58

247 – O ex-presidente Lula rebateu, em publicação no site do instituto que leva seu nome, nesta segunda-feira (20), as cinco piores mentiras contra ele só em 2015. "O ano mal chegou à metade, mas O Globo já conseguiu inventar várias histórias sobre Lula. Muita gente de boa fé ainda acredita no jornal, então recapitulamos as cinco maiores mentiras publicadas sobre o ex-presidente nas páginas do diário carioca", afirma o ex-presidente no Facebook.

Abaixo o texto do Instituto Lula:

Como ainda tem gente que leva de boa fé as informações publicadas pelo jornal O Globo sobre Lula, recapitulamos aqui as cinco maiores armações do jornal contra o ex-presidente só no ano de 2015. Lembrando que ainda estamos em julho. E que a coluna do Merval Pereira é considerada hors concours. Entre os truques do jornal estão inventar declarações, ignorar explicações e tratar, anos depois, como secretos e escandalosos eventos públicos de que o jornal tinha ciência.

5º lugar – Lula seria culpado pela crise na Grécia

O colunista do O Globo (e também do Estado de S. Paulo, G1, TV Globo, CBN, Globonews) Carlos Sardenberg criou a tese original de que a culpa da crise na Grécia é de Lula e Dilma, por causa de reuniões do atual primeiro-ministro Aléxis Tsipras quando era candidato. A crise grega já tem 7 anos. Diante do fato dos prêmios nobel de Economia Paul Krugman e Joseph Stiglitz terem visões diferentes dele sobre a crise grega, Sardenberg reafirmou seu artigo e saiu-se com essa no Twitter (supomos que “Liila” deve ser “Lula”)

4º lugar – Os documentos secretos do Itamaraty que o Globo manteve secretos

No dia 12/06 o Globo acusou , em manchete de primeira página, o Itamaraty de tentar burlar a lei para proteger Lula, por causa de um documento interno não final que pedia a reavaliação de documentos diplomáticos durante o mandato de Lula. O Itamaraty entregou os documentos à Época. Época e O Globo viram os documentos, que mostravam a atuação positiva de Lula em defesa de empresas brasileiras, e não publicou nada, afinal, como provam que o trabalho de Lula era positivo para o Brasil, o Globo e a Época devem ter achado melhor esconder isso dos seus leitores.

Como o Globo esconde, seguem o que dizem os documentos:http://www.institutolula.org/telegramas-do-itamaraty-veja-o-que-lula-fazia-em-suas-viagens-pelo-mundo

3º lugar – O Globo paga mico internacional e inventa que Lula teria “confessado” saber do mensalão para Mujica

A partir de uma declaração dada a jornalistas em um livro sobre Pepe Mujica, no qual o ex-presidente uruguaio menciona uma conversa que teve com Lula sobre as pressões e dificuldades de se administrar um país do tamanho do Brasil, o Globo no dia 5 de maio inventou uma manchete maluca de que Lula teria “confessado” sobre o mensalão para Pepe Mujica.

A mentira foi desmentida horas depois, primeiro pelo próprio autor do livro para o portal G1, também do grupo O Globo, depois em Montevidéu, no lançamento do livro, pelo próprio Mujica, que ainda afirmou em entrevista publicada ao Estado de S. Paulo que Lula foi seu modelo de governante.

A manchete maluca do Globo só foi levada a sério pelo senador Ronaldo Caiado, que está tentando convocar o ex-presidente do país vizinho a depor no Senado com base no jornal carioca.

Depois do caso o jornalista americano residente no Brasil Alex Cuadros tuitou que “De agora em diante irei observar uma quarentena de cinco dias antes de tuitar qualquer história do Globo sobre Lula”.

2º Lugar – O voo secreto divulgado em release

Em 12 de abril de 2014, o Globo publicou matéria falando de um suposto “voo sigiloso” de Lula para Cuba, República Dominicana e Estados Unidos.

Deve ser a primeira viagem sigilosa divulgada por release na história. Ainda por cima acompanhada pela imprensa! Várias matérias dessa viagem foram publicadas publicada no site do Instituto Lula e na imprensa internacional.

A informação de que o voo seria sigiloso baseou-se em um documento interno da Líder Táxi Aéreo com o qual o Instituto Lula não tem relação alguma. O Instituto divulgou a viagem em release para toda a imprensa, inclusive O Globo. O vôo foi pago pela Odebrecht porque o ex-presidente fez uma palestra na República Dominicana. O jornal não acreditou.

Seguem dois jornais dominicanos de 2 de fevereiro de 2013 que provam a realização da palestra, que aconteceu no hotel El Embajador, no dia 1 de fevereiro, em Santo Domingo.

1º lugar – Novo mico internacional do Globo: Lula “lobista” em Portugal e a reunião “secreta” que O Globo noticiou. O segundo líder internacional em 2 meses à desmentir o jornal.

O ex-presidente Lula sempre defendeu as empresas brasileiras e uma presença maior delas também no exterior.

No domingo, dia 19 de julho, o Globo, com uma nova leva de documentos do Itamaraty sobre Lula após a presidência, inventa duas mentiras em uma mesma matéria para dizer que o ex-presidente faria lobby.

A primeira dizia que Lula teria feito lobby para a Odebrecht em Portugal, ao comentar com o primeiro-ministro português o interesse da empresa brasileira no processo de privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF). O embaixador Mario Vilalva também estava presente. Lula foi a Portugal participar das comemorações dos 40 anos da Revolução dos Cravos, no dia 25 de abril de 2014. A viagem era pública. O encontro de Lula com o primeiro-ministro foi tão público que a foto usada pelo Globo para ilustrar a matéria, e creditada de forma incorreta, é do Instituto Lula. O Instituto Lula confirmou a nota do embaixador que fala apenas de um comentário, mais nada. A posição do presidente de que as empresas brasileiras deveriam participar mais do processo de privatização em Portugal também era pública. E o Instituto mostrou para o Globo que o interesse da Odebrecht na privatização da EGF era tão público que inclusive já era notícia desde outubro de 2013 em jornais portugueses: http://www.publico.pt/economia/noticia/odebrecht-interessada-na-privatizacao-da-egf-1608053.
A Odebrecht no final desistiu e não participou do leilão da empresa portuguesa.

E no dia seguinte a matéria do Globo, ela foi desmentida pelo primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, que disse à imprensa portuguesa que Lula não intercedeu por nenhuma empresa brasileira.

http://www.rtp.pt/noticias/politica/lula-nao-me-veio-meter-nenhuma-cunha-afirma-passos_v845924?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Outra mentira, da mesma matéria, é de que Lula teria pedido ao BNDES uma reunião com o embaixador do Zimbábue no dia 3 de maio de 2012. A tal reunião foi um imenso seminário público na sede do BNDES, com TODOS os embaixadores africanos convidados e inclusive cobertura do jornal O Globo. Se o repórter do jornal tivesse pesquisado nos arquivos do diário encontraria a matéria “Lula aparece de bengala em evento na sede do BNDES no Rio”, do jornalista Cássio Bruno, exatamente dia 3 de maio de 2012. Era o primeiro evento público do ex-presidente após se recuperar de um câncer na laringe.

O jornal registrou algumas das respostas da assessoria em matéria separada do texto principal, a primeira a ser distribuída online, onde não inclui as respostas que desmontam a farsa do Globo.

Matéria do Globo em 2012 sobre evento agora tratado como “secreto” pelo mesmo jornal:

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Lula aponta ‘as cinco piores mentiras do Globo’ | Brasil 24/7

19/07/2015

Folha quer reserva de mercado para patifaria

folhChupa, Vera e verás que pimenta no olho dos outros, como diria a dupla Beto Richa & Fernando Francischini, é refresco. Quem pensa que a ombudsman está do lado dos leitores pode ir tirando o cavalinho da chuva. A Folha é feita com tintas da hiPÓcrisia. Aliás, está aí um tempo que merece outro acróstico, as lides do PÓ. Ou eles pensam que todo mundo é idiota, descerebrados, anencefálicos ou não estão nem aí para os fatos, o que importa é o ódio que eles têm para destilar contra quem eles elegem por inimigos.

Aliás, a Folha já publicou anúncio cifrado para denunciar quem via que tinha alguma mutreta para denunciar. Pior, como mostra a imagem, a Folha sempre dá um jeito de colocar na capa imagem de seus adversários políticos ligados a crimes que eles não cometeram. Por que de repente a Folha e a própria ombudsman se voltam contra prática de que são useiros e vezeiros?! A ombudsman anterior, Susana Singer, publicou coluna em que denuncia a Folha por inserir áudio em vídeo que era mudo. E quando a Folha publicou que Lula havia entrado com pedido de habeas corpus, uma mentira. E a Ficha Falsa da Dilma? Se formos pesquisar quantas vezes a Folha adulterou, principalmente nas declarações em off inexistente, teríamos de criar um site só pra isso.

A propósito, onde está a reportagem da Folha denunciando as milhares de assinaturas da Folha, Veja e Estadão distribuídas nas escolas públicas de São Paulo pelos sucessivos governos do PSDB?!

A única lição que fica da invectiva da dona Vera, para além das coincidências, é que a Folha quer reserva de mercado para suas patifarias.

OMBUDSMAN

VERA GUIMARÃES MARTINS – ombudsman@uol.com.br@folha_ombudsmanfacebook.com/folha.ombudsman

Desrespeito

Como é possível considerar válido ou divertido enxertar uma grosseria em um texto de obituário de jornal?

O que se passa na cabeça de alguém que decide perpetrar uma frase grosseira no obituário de uma assistente social de 87 anos?

Por quais razões alguém consideraria, já nem digo ético, mas lícito e válido ocultar um insulto num texto concebido para prestar a última homenagem pública a alguém que morreu recentemente, cuja família vive momentos de perda e de luto?

É o que eu gostaria de ter perguntado ao ex-repórter Pedro Ivo Tomé, caso ele tivesse concordado em falar comigo sobre o acróstico "chupa Folha", formado pela primeira letra de cada parágrafo do último obituário que escreveu para este jornal. Tomé foi procurado várias vezes, mas preferiu sair pela tangente.

Resumo para quem não leu sobre o caso: o acróstico saiu publicado na última segunda (13) no caderno "Cotidiano". Seu autor, advogado por formação, trabalhava no jornal desde 2012 e, nos últimos dois meses, havia assumido a seção do obituário, que, todos os dias, relata em poucas linhas a história de vida de alguém que morreu recentemente.

Há cerca de duas semanas, Tomé pediu demissão e disse que pretendia retomar a carreira original. Deixou alguns obituários prontos, o último deles com o acróstico, que passou despercebido e foi publicado.

Nada mais natural: 1) o repórter contava com a confiança de seus editores e, portanto, da empresa; 2) sua saída foi amistosa, sem nenhuma insatisfação ou frustração aparentes e 3) quem procuraria pegadinhas em jornal se não soubesse de antemão que alguém as colocou ali?

Dois dias depois da publicação, a revelação da duvidosa façanha se espalhou pela internet, não se sabe se vazada pelo próprio autor ou por algum amigo. Fez a festa em blogs voltados para jornalistas, que descreveram a atitude como "brincadeirinha", "saída em grande estilo", "criativa", "original", "inusitada".

Recurso poético do século 16, o acróstico não é original ou criativo nem para ocultar um insulto. O caso mais recente de que me lembro é de outubro de 2009, quando o então governador Arnold Schwarzenegger enviou à Assembleia Legislativa da Califórnia uma carta em que as primeiras letras de cada linha formavam a frase "fuck you".

O mais surpreendente (ao menos para mim) é que, nas primeiras horas, a atitude só ganhou elogios e curtidas. Nenhuma menção à falta de ética jornalística, ao desrespeito aos leitores e à personagem, à quebra de confiança profissional.

Sumido desde então, Tomé me enviou uma mensagem na quinta (16) à noite. Nela não fala sobre o acróstico ou suas razões e diz lamentar que seu texto tenha sido interpretado como ofensivo. "Optei por sair do jornal, onde aprendi muito, tive excelentes editores e fiz grandes amigos, para buscar novos desafios."

Sugiro um desafio para começar, Tomé: responda por quê.

Endosso aqui o pedido de desculpas que a direção do jornal enviou à família da personagem e reproduzo parte da nota oficial divulgada:

"A Folha condena veementemente a atitude antiprofissional de Pedro Ivo Tomé. Ao usar uma reportagem para nela esconder uma mensagem ofensiva, ele foi irresponsável e antiético. Além disso, desrespeitou os leitores da Folhae os familiares da pessoa falecida que era personagem do texto. O jornal estuda ações legais que tomará contra o ex-funcionário."

12/07/2015

Caiado por fora, mentiroso por dentro

Filed under: Mentira,Pinóquio,Ronaldo Caiado — Gilmar Crestani @ 9:46 am
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caiado

Só uma manada de beócios para acreditar num paspalho destes. É pelo nível do senador que se conhece o nível de seus eleitores!

Caiado mente de novo ao dizer que é “o senador mais votado da história de Goiás”

Postado em 10 de julho de 2015 às 3:51 pm

Do Hora Extra:

Em discurso na Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, em Brasília, o senado Ronaldo Caiado (DEM-GO) agradeceu o apoio que recebeu do bispo Manoel Ferreira nas eleições de 2014. Segundo ele, se hoje tem “a honra de ser o senador mais bem votado da história de Goiás”, muito se devia ao líder.  Acontece que Caiado mentiu ao dizer que foi o senador mais bem votado da história de seu estado. O recorde pertence ao seu arqui inimigo, o senador cassado Demóstenes Torres.

Nas eleições de 2010, Torres obteve 2.158.812 votos. Sua companheira de chapa, a Senadora Lúcia Vânia, ficou com 1.496.559 votos. Em 2006, quando só havia uma vaga sendo disputada, o atual governador, Marconi Perillo, obteve 2.035.564 votos (75,82%) – a maior votação proporcional do país à época. Em 2002, Demóstenes Torres obteve 1 239 352 votos e Lúcia Vânia ficou com 1 057 358.

Ronaldo Caiado, em 2014, obteve 1 283 665 votos. Mais do que Lúcia e Demóstenes em 2002, mas bem menos que os mesmos em 2010  e Marconi em 2006. Portanto, Caiado maquiou seu currículo mentindo sobre a história recente da política em Goiás.

Se hoje eu tenho a honra de ter sido eleito o senador mais votado da história de Goiás, devo muito ao apoio que tive desses homens de fé

— Ronaldo Caiado (@SenadorCaiado) 10 julho 2015

Diário do Centro do Mundo » Caiado mente de novo ao dizer que é “o senador mais votado da história de Goiás”

18/12/2014

Uma folha da biografia Bonsai da FOLHA

Folha, até as lagartas sabem que faz mal à saúde. Um jornal à serviços dos propósito da d. Judith Brito e da ANJ, com a subordinação aos anseios golpistas do Instituto Millenium, não foge à própria biografia. Não é por outro motivo que a Folha chama ditadura de ditabranda

Carta Maior vai processar a Folha

“O Grupo Folha deve publicar matéria com o mesmo destaque dado à informação falsa, informando aos seus leitores que Carta Maior JAMAIS recebeu qualquer quantia do Partido dos Trabalhadores”.

Saiu na Carta Maior:

Carta Maior irá processar a Folha de São Paulo
A Carta Maior jamais recebeu qualquer quantia do Partido dos Trabalhadores. O grupo Folha deveria checar suas ‘fontes’ antes de fazer afirmações falsas.
Com obsessiva recorrência, o oligopólio midiático que domina a sociedade brasileira desembainha armas para fustigar qualquer ensaio de pluralidade na estrutura de comunicação do país.
Interditar a participação, mesmo que tangencial, como acontece hoje, dos veículos progressistas na programação da publicidade estatal, é um dos carros-chefes dessa guerra diuturna.
Mais uma vez, o jornal Folha de São Paulo bateu continência nesse cerco, nesta 4ª feira, com a veiculação da reportagem  ‘Sites alinhados ao governo foram beneficiados com gasto em publicidade’.
Nela, o principal diário da família Frias, cuja empresa ostentaria em seu histórico um intercurso explícito com órgãos de repressão da ditadura militar, exercita o que sabe fazer de melhor: a falsificação dos fatos em benefício de teses preconcebidas.
Estamos falando de uma expertise reconhecida.
Recorde-se o desconcertante episódio da ‘ficha falsa da Dilma’, de 2009.
Na edição de 5 de abril daquele ano, em aquecimento para a campanha presidencial de 2010, quando seu candidato eterno, o tucano José Serra, enfrentaria a então ministra Dilma Roussef, a Folha veiculou, junto com reportagem que tratava de um suposto plano de sequestro do então ministro Delfim Netto, durante a ditadura, um documento falso sobre a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Meses depois, à fórceps, o jornal admitiria parcialmente que ‘a ficha’ publicada fora obtida por e-mail, e pinçada de um site de extrema-direita, ‘Ternuma’.
Não havia qualquer traço de veracidade no documento e, menos ainda, de responsabilidade jornalística na forma como a Folha o veiculou, dando como origem, não checada, o Arquivo Público do Estado de São Paulo, onde estaria guardado com outros documentos do Dops.
Era mentira.
A mesma receita de jornalismo de cavalaria ligeira   –vamos dizer assim–   repete-se agora na reportagem desta 4ª feira, com a qual o diário dos Frias lança uma sombra de suspeição sobre o que denomina  ‘sites alinhados ao governo’ , que tiveram acesso a verbas de publicidade estatal.
De saída é forçoso reconhecer: a própria Folha estampa na reportagem números francamente desfavoráveis à sua tese.
A saber: nos últimos 14 anos, as estatais brasileiras investiram R$ 15,7 bilhões em publicidade. Desse total, oito veículos apontados como ‘alinhados’ pelo jornal – entre os quais ela inclui Carta Maior–  receberiam menos de R$ 75 milhões em publicidade.
Enquanto isso, paladinos daquilo que os Frias possivelmente qualifiquem como jornalismo isento, abocanharam enormes fatias dos gastos totais. Cerca de 1/3 do total dos R$ 15,7 bilhões, portanto, mais de R$ 5 bilhões, aterrissaram no caixa das Organizações Globo, por exemplo. Ao grupo Folha, sozinho, coube um fluxo de R$ 250 milhões, mais de três vezes o total direcionado ao conjunto dos denominados ‘sites alinhados’.
Abatida na aritmética, a tese da suspeição embutida na ‘reportagem’ investe então em outra frente.
Baseada em informações obtidas junto a fontes não declinadas da ‘oposição’ –a exemplo do que fez no episódio da ficha falsa da Dilma’, o jornal afirma que : ‘Acusados pela oposição de serem financiados pelo Palácio do Planalto e o PT, sites e publicações que adotam em linhas gerais uma posição de defesa do governo também receberam recursos de publicidade das principais estatais brasileiras nestes 14 anos’.
Carta Maior nunca omitiu sua linha editorial de esquerda, nem ocultou o apoio crítico aos governos progressistas que dirigem o país desde 2003.
Esse apoio crítico frequentemente se traduz na reprovação a medidas e políticas adotadas em Brasília.
A coerência com seus princípios editoriais está estampado em suas páginas sendo do conhecimento de seus leitores.
Esse veículo que a Folha agora denomina de “alinhado com o governo” foi seu parceiro de conteúdo durante longos quatro (4) anos, período em que centenas de matérias, produzidas pela Carta Maior, foram publicadas no Portal UOL, de propriedade do Grupo Folha.
Foi somente no ano de 2002, na crispação da disputa eleitoral, é que o UOL parou de publicar matérias da Carta Maior, atendendo a um pedido do então candidato José Serra, segundo informações de “congressistas da oposição “.
Mais que isso.
Durante mais de 10 anos o Jornal Folha de São Paulo publicou uma excelente coluna do jornalista Nelson de Sá, denominada TODA MÍDIA, recentemente extinta. Pois bem, esse insuspeito jornalista, na sua insuspeita Coluna Toda Mídia, publicou mais de 300 textos remetendo a Carta Maior, o indigitado veículo de esquerda agora “alinhado ao governo, segundo o jornal. Veja, abaixo, alguns desses links de matérias recomendadas pela coluna da Folha(*).
Carta Maior não mudou.
Ontem como hoje, sua independência se assenta em uma transparência de propósitos políticos claramente assumidos em sua página. Entre eles, o de contribuir para o debate progressista no Brasil e a construção de uma verdadeira democracia social no país.
Avulta assim inaceitável a afirmação da reportagem da Folha de que Carta Maior –a exemplo dos demais veículos arrolados pelo jornal–  se enquadra naquilo que fontes não declinadas afirmam serem sites e publicações ‘ financiados pelo Palácio do Planalto e o PT’.
Diante da fraude mais uma vez ancorada em fontes anônimas – não checadas, insista-se, a exemplo do que se fez deliberadamente com a ‘ficha falsa da Dilma’ pinçada de um site de extrema –direita—  a direção de Carta Maior decidiu acionar a Justiça para que interpele o diário dos Frias sobre suas afirmações, nos seguintes termos:
‘Na data de hoje foi veiculada uma notícia (em anexo) dando conta de que a empresa Carta Maior teria recebido dinheiro do Partido dos Trabalhadores. “Congressistas” seriam a fonte de tal informação.
A Carta Maior (através do seu advogado abaixo assinado) vem por meio dessa solicitar a Vossas Senhorias, em razão dessa afirmação falsa, as seguintes providências:
a) o Grupo Folha deve informar, não só à Carta Maior, mas aos próprios leitores de Vossas Senhorias, quem são os “congressistas” anônimos que fizeram tal afirmação falsa;
b) O Grupo Folha deve publicar matéria com o mesmo destaque dado à informação falsa, informando aos seus leitores que Carta Maior JAMAIS recebeu qualquer quantia do Partido dos Trabalhadores.
Cordiais saudações,
Carta Maior
(*)Links de algumas matérias de Carta Maior recomendadas pela ‘Folha de São Paulo’

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc3005200626.htm

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2906200618.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0802200617.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2908200523.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1002200511.htm
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0601200512.htm

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Carta Maior vai processar a Folha | Conversa Afiada

20/10/2014

Pinóquio das gerais

Filed under: Aécio Neves,AécioPorto,Corrupção,Mentira,PIGnóquio,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:26 am
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Aecio Mentira

Aécio perde batalha da verdade

RICARDO MELO, na Folha

Insistência do tucano em chamar de "mentiras" fatos incontestáveis derrete sua própria credibilidade

A frase atribuída ao nazista Joseph Goebbels -uma mentira repetida mil vezes se transforma em verdade- tem sido a resposta preferida do candidato Aécio Neves e sua equipe diante de críticas. O problema é quando a verdade, repetida mil vezes, continua sendo verdade, sem contraponto ou contraditório capaz de desmenti-la.

O candidato tucano construiu uma pista de pouso em propriedade familiar. A chave da mordomia ficava na mão de parentes, os quais, aliás, ele empregou aos montes. Tudo documentado. Nenhum estudo, mesmo fabricado às pressas, provou a necessidade da obra. Isso não é uma questão íntima. É dinheiro público queimado para fins pessoais. Existe uma ação em curso, por improbidade administrativa. É um fato, não depoimento selecionado de delação desesperada, desculpe, premiada.

O governo de Minas destinou uma gorda fatia de publicidade para empresas de telecomunicações dos Neves. Nem o candidato nega. É deselegante perguntar como o rapaz lida quando se encontram o público e o privado? Cabe aos brasileiros descobrir o montante, pois envolve gente disputando a Presidência. "Não registramos quanto foi gasto", respondem o tucano e seu staff.

Documentos do Tribunal de Contas de Minas Gerais apontavam suspeitas de irregularidades no governo do atual senador. A capivara foi citada durante um dos debates. Horas depois, a papelada desapareceu do site oficial do tribunal, uma instância pública (!). Tomou Doril. Sumiu. E nada se faz a respeito.

O drible no bafômetro e outros momentos pouco edificantes da rotina noturna do senador estão fartamente documentados na internet e imprensa escrita. Não são montagem, assim como não é falso o stand-up daquele artista de fim de noite que relacionou Maradona e Aécio quanto ao consumo de drogas. Hoje o mesmo personagem posa de aecista desde criancinha. Mas nunca desmentiu a performance.

Balela a história de que trazer a público tudo isso é baixaria etc, etc. Isso é falta de argumento de quem não tem resposta.

Pense bem: quantas vezes já não deparamos com indivíduos brilhantes (o que não é propriamente o caso…), mas com uma trajetória errática, que seríamos incapazes de indicar para uma função, mesmo menor, numa empresa? Não há nisso preconceito nenhum; somente o desejo de saber qual é a pessoa certa para o lugar certo.

"Ah, mas e os programas, as propostas?", indagam os puritanos habituais. Bem, todos conhecem o que pensam tanto Dilma quanto Aécio e seu braço direito, Armínio Fraga.

A primeira pelo que ela e seu partido fizeram nos últimos tempos no Planalto. Aécio, pelo que ele e sua equipe revelam em entrevistas e jantares. Coisas como corte de gastos sociais, esvaziamento de bancos públicos, encolhimento de salários, facão nas empresas, tarifaço, mudança nas leis trabalhistas e por aí vai. As tais medidas impopulares. Para ele, sem isto o Brasil vai piorar. Acredite quem quiser.

Com a campanha perto do fim, supostas regras de etiqueta surgem para esconder o essencial. Cortina de fumaça. Estão em jogo a vida e o futuro de milhões de pessoas. Elas têm todo o direito de conhecer quem pretende ocupar o cargo mais alto da República.

Pesquisas são só pesquisas. A depender delas, o PT não teria ganho no primeiro turno na Bahia e em Minas Gerais, Aécio não teria os votos obtidos em São Paulo, e o PMDB estaria fora do segundo turno no Rio Grande do Sul.

A questão não é satanizar institutos. É dar aos seus levantamentos o peso que merecem. Mais do que nunca, o primeiro turno mostrou que a palavra final é do eleitor, não de pesquisados. Da mesma forma que é patética a tática de carimbar como mentiras verdades inapagáveis, registradas em vídeo, áudio e folhas de papel.

18/10/2014

Sabe nada, inocente!

Aecio hjPOcrita

Aécio, vossa excelência recebia, enquanto estudava no Rio de Janeiro, por cargo fantasma no senado, em Brasília? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência bateu na sua ex-mulher? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência acertou na loteria ou foi indicação do seu tio para ser vice-presidente da loterias da caixa? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência dirigia embriagado e se recusou a fazer teste do bafômetro para ver se era álcool ou outros tipos de drogas? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência desapropriou um espaço da da fazenda do seu Tio Quedo, construiu um aeroporto e entregou-lhes as chaves? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência mandou construir na cidadezinha de Montezuma, onde o senhor tem fazendas, tem um aeroporto, e ela sequer tem maternidade? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência tem ligações com a famiglia Perrella, aquela do helipóptero com 45º kg de coca, que também vendia, durante sua gestão, quentinhas para os presídios de Minas, sem licitação? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência tem como presidente do PSDB, Sérgio Guerra, que recebeu propina do delator da Petrobrás, que o senhor vive de acusar Dilma? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência pôs no comando da distribuição de verbas publicitária sua irmã, Andreia Neves, o que incluia distribuir verbas para rádios e jornal de sua família? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência sabia que velha mídia & Geraldo Alckmin represaram a crise d’água em São Paulo até passar o primeiro turno mas agora o racionamento é geral? Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência está sendo acionado pela Promotoria por desvio de recursos que deveriam ter sido destinados à saúde. Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência sabia que a mulher que o senhor colocou no TCE-MG sumiu com os dados para protege-lo? – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência se diz a favor da meritocracia mas foi empregado fantasma e também empregou um monte de familiares seus nos mais diversos órgãos do Estado. – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência censurou todos os jornais de Minas com exceção daquele que publicou Minas a reboque, não, e já processou 66 blogueiros por absoluta inadequação ao contraditório democrático. – Soube disso ontem

Aécio, vossa excelência se chama Aécio Neves? – Soube disso ontem… mas é MENTIRA!!!M

ronaldo-come-travesti

Moral da história: Aécio separa bens públicos dos privados tanto quanto Ronaldo Gorducho distingue travesti de mulher. 

21/09/2014

De mentira em mentira, Marina delira

Filed under: Marina Mala Faia,Marina Silva,MariNeca,Mentira,Pinóquio — Gilmar Crestani @ 1:03 pm
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marina-itauClientes contrariam versão dada por Marina

Entidades revelam quanto pagaram por palestras da candidata do PSB

Presidenciável havia dito que cláusula de confidencialidade a impedia de dar essas informações

AGUIRRE TALENTOFERNANDA ODILLADE BRASÍLIA

A cláusula de confidencialidade usada como justificativa pela candidata Marina Silva (PSB) para manter sob sigilo os clientes e valores individualizados de suas palestras não se aplica a todos os seus contratos.

Ao contrário do que Marina tem dito publicamente, quatro entidades disseram à Folhaque não assinaram nenhum acordo para tratar como sigiloso o valor pago a ela.

Apesar de a ex-ministra ter revelado à Folha que obteve renda bruta de R$ 1,6 milhão com 72 palestras proferidas entre março de 2011 e maio de 2014, Marina ainda mantém em segredo quem lhe contratou e quanto cada um pagou, alegando que a confidencialidade é imposta por seus contratantes.

Procurada, a assessoria da campanha agora afirma que houve contratos sem cláusula de confidencialidade e sustenta que, posteriormente, a empresa de Marina passou a oferecer essa opção por exigência dos clientes.

"É compromisso público da empresa de Marina Silva divulgar o mais breve possível a lista de todos os contratantes dos serviços prestados que não se opuserem à divulgação dos dados dos contratos. Para isso, todos os contratantes estão sendo procurados para autorizar formalmente a quebra da cláusula de confidencialidade", informou a assessoria.

As palestras, que são sua única fonte de renda desde que deixou o Senado, garantiram-lhe ganho líquido de R$ 1 milhão em três anos.

Durante debate promovido por Folha, UOL, SBT e Jovem Pan no início deste mês, a candidata do PSB explicou que a confidencialidade "é muito mais uma exigência das pessoas que contratam" o trabalho dela do que uma demanda pessoal.

Ela garantiu ainda não ter "nenhum problema em que sejam reveladas as empresas" que lhe contrataram.

A reportagem procurou 32 entidades para as quais Marina deu palestras desde 2011, após ter deixado o Senado.

Das 17 que responderam aos questionamentos da reportagem, quatro revelaram não ter existido nenhum acordo de confidencialidade. Destas, apenas a Fundação Dom Cabral se recusou a revelar o valor das duas apresentações, uma em 2011, em Belo Horizonte, e outra em 2012, em São Paulo.

"Não houve contrato de confidencialidade. Contudo, é praxe da fundação não informar o valor pago a quaisquer de seus palestrantes, por uma conduta da escola", disse a assessoria da entidade.

Mas outras três abriram os dados: a Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais pagou R$ 31 mil, a Associação Brasileira dos Profissionais de Recursos Humanos do Rio repassou R$ 5.000, e o Conselho Federal de Contabilidade, R$ 33 mil.

Nenhuma delas firmou qualquer tipo de acordo de confidencialidade.

"Não constou essa exigência no contrato", informou, por exemplo, a Associação Comercial de Minas. Segundo a entidade, Marina teve outras exigências: seguranças, transporte terrestre com motorista e ar-condicionado e dieta especial, por causa de suas restrições alimentares.

Outras cinco instituições confirmaram o acordo para manter sob sigilo o valor pago, admitindo não ter sido exigência de Marina, mas procedimento interno padrão, e oito entidades disseram que Marina não cobrou pela apresentação. As demais não responderam aos questionamentos ou se recusaram a dar informações.

13/09/2014

Todas as mentiras da Marina documentadas num único texto

 

Por que Marina não pode dizer a verdade?

Juarez Guimarães

Carta Maior

O primeiro alerta partiu do deputado federal Jean Wyllys, do PSOL, em carta aberta dirigida à Marina Silva no dia 30 de agosto: “Bastaram quatro tuites do pastor Malafaia para que, em apenas 24 horas, a candidata se esquecesse dos compromissos de ontem anunciados em um ato público transmitido por televisão e desmentisse seu próprio programa de governo, impresso em cores e divulgado pelas redes. É com essa autoridade de quem agiu de boa fé, que agora digo: Marina, você não merece a confiança do povo brasileiro. Você mentiu a todos nós e brincou com a esperança de milhões de pessoas”. A explicação dada pela campanha de Marina foi totalmente inconvincente: teria sido um erro de edição, de quem formatou o programa!

Agora, vem o juízo do respeitado colunista Jânio de Freitas, documentando inverdades ditas várias vezes por Marina sobre três questões importantes: o pré-sal, os transgênicos e a relação entre suas opiniões políticas e religiosas. “Há uma lenda de que sou contra os transgênicos. Mas isto não é verdade”, disse Marina em entrevista a William Bonner e Patrícia Poeta. Jânio de Freitas registra que apenas uma pesquisa entre os anos 1998 e 2002 revelou que Marina não só fez seis discursos contra os transgênicos como apresentou um projeto de lei proibindo-os inicialmente por cinco anos. Argumentava com base “em cinco referências bíblicas”, “tendo em vista o lado espiritual”.

Da mesma forma, Jânio documentou várias declarações públicas recentíssimas da candidata contra o pré-sal. E, ao final de seu breve juízo, afirmava que Marina parece confirmar a fórmula de que se “deveria esquecer tudo o que antes havia dito”.

Agora, no dia 11 de setembro, vem a repórter Letícia Fernandes, de O Globo, documentar que Marina mentiu na sabatina feita pelo jornal. Marina afirmou que havia dado, quando era senadora, um parecer contrário ao projeto do deputado Filipe Pereira (PSC-RJ) que exigia “a obrigatoriedade da manutenção de exemplares da Bíblia Sagrada nos acervos das bibliotecas públicas “. “Me deram um relatório de um projeto que obrigava a colocar bíblias em todas as bibliotecas. Eu dei parecer contrário”, afirmou a O Globo. A pesquisa da repórter comprovou que Marina não deu o parecer contrário.

Não é razoável também pedir a alguém que acredite, como Marina repetiu várias vezes, que a sua relação com uma das principais herdeiras do Banco Itau, que coordenou o seu programa de governo e que a teria convencido da necessidade de defender a autonomia do Banco Central, seja por afinidades eletivas apenas como educadoras. Essa relação desinteressada tornou-se completamente inverossímil depois que se revelou que a amiga bancou 83 % das verbas, um milhão de reais, em 2013 do Instituto que Marina dirige e que lhe garante a sobrevivência.

Aliás, Marina não parece ter dito a verdade quando respondeu aos repórteres que não podia revelar os clientes nem quanto lhe pagaram por proferir palestras nos últimos anos porque estes clientes lhe exigiam cláusulas de confidencialidade. Uma pesquisa feita pelo jornal O Estado de São Paulo revelou quem eram estes clientes: grandes bancos, empresas e seguradoras como o Santander, o Banco Crédit Suisse, a multinacional Unilever, a Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização, faculdades neoliberais. E, ao contrário do que Marina afirmou, confidenciou ao repórter um banqueiro: quem pedia cláusula de confidencialidade era a própria Marina !

O antigo tesoureiro da campanha do PSB, Márcio França, candidato a vice-governador na chapa de Alckmin, não parece ser também um representante da “nova política”. Ele certamente não disse a verdade quando declarou à imprensa que os documentos do avião em que viajava Eduardo Campos e seus companheiros não podiam ser apresentados porque estavam dentro dele e teriam sido provavelmente destruídos na queda. Como se documentou fartamente depois, na verdade, o avião havia sido comprado com notas frias e laranjas por empresas fraudulentas.

E muito menos o novo tesoureiro da campanha de Marina, agora diretamente indicado por ela, Álvaro de Souza, parece indicar novos rumos na política. Ele é ex-presidente do…City Bank no Brasil! Haja “nova política”!

Marina parece querer ocultar a verdade de seus eleitores quando declarou que não subirá aos palanques nem de Alckmin em São Paulo nem de Lindhenberg no Rio. É uma forma de não querer misturar sua imagem à “velha política” e mostrar eqüidistância em relação ao PT e ao PSDB. Mas ela combinou, então, com o deputado Beto Albuquerque, seu vice, para ir ao primeiro programa de TV Alckmin no horário eleitoral gratuito manifestar o seu apoio ao governador do PSDB? Ou ele agiu contra a sua opinião no principal colégio eleitoral do país? Aliás, Marina sabe, já que foi inclusive noticiado na imprensa, que este deputado federal pelo PSB do Rio Grande do Sul teve a sua candidatura financiada pela empresa Monsanto, principal interessada na aprovação dos transgênicos, e até por fabricantes de armas! É ele, então, um representante da “nova política”?

Marina não diz a verdade nem quando acusa o PT, partido no qual se formou e militou durante 27 anos: Paulo Roberto teria sido indicado pelo PT “para assaltar os cofres da Petrobrás’. Ora, este indivíduo ocupou cargo de direção na Petrobrás desde 1995, durante o primeiro governo FHC, e foi demitido no dia 19 de abril de 2012 por Graça Foster, indicado por Dilma para a presidência da Petrobrás.

O que não pode mais ser escondido

Ricardo Noblat, certamente um dos jornalistas com informações mais confiáveis sobre o que se passa na cúpula do PSDB, noticiou que a firme opinião de Fernando Henrique Cardoso era de que Aécio não deveria criticar Marina, deveria, ao contrário, renunciar à sua candidatura à presidência e apoiar já Marina no primeiro turno. Aécio resistiria a esta decisão por ter esperanças de ainda poder salvar de uma derrota arrasadora o candidato do PSDB ao governo Ora, como se documentou fartamente em artigo publicado em Carta Maior, “A “nova’ Marina é criatura de FHC”, o paradigma de programa, os economistas mandatados, a nova direção política de sua campanha, os financiadores e tesoureiros, seus argumentos e sua linguagem estão diretamente inseridas no campo político e intelectual organizado por FHC. Mas Marina não pode reconhecer esta ligação tão orgânica porque viria abaixo a sua identidade de ser a protagonista de uma “nova política” que visa superar a polarização PSDB e PT. Daí que esta relação íntima tenha de ser permanentemente escondida ou negada aos eleitores.

Mas uma contradição ainda mais explosiva tem de ser o tempo todo administrada por Marina. De um lado, ela afirma compromissos em aumentar os recursos do governo federal para a educação, para a saúde, para o Minha Casa Minha Vida, para o Bolsa Família, o valor do salário-mínimo , o emprego etc. Do outro, cada vez que falam os economistas mandatados por ela, Eduardo Gianetti e André Lara Resende, dois economistas neoliberais cujo radicalismo cheira à barbárie, é o inverso o que dizem. É como se Marina dissesse ao mesmo tempo: “odeio futebol mas não perco um jogo do Flamengo!”. Ou melhor: meu compromisso é com os pobres .. mas só gosto de andar atualmente com grandes banqueiros!

Marina leu o que disse Eduardo Gianetti na entrevista publicada na capa do jornal Valor Econômico, de 6 de setembro, quando este afirmou com todas as letras “que os compromissos na área social assumidas pela candidata do PSB serão cumpridos à medida que as condições fiscais permitirem ? ” E que “ esses compromissos se distribuem no tempo. É um erro grave imaginar que o que está colocado no programa vá se materializar no primeiro orçamento”?

Marina ouviu a palestra pública proferida por André Lara Resende que uma “boa economia não pode ser feita com bons sentimentos” e que, ao invés de se ajudar os pobres do Nordeste, é preferível investir na educação? Será que ela leu que em seu programa está escrito que a legislação trabalhista que protege os direitos dos trabalhadores brasileiros deve ser superada ou contornada, como estão denunciando os principais representantes da tradição jurídica do Direito do Trabalho no Brasil?

De novo: Marina não pode fugir da contradição porque ela é, a sua própria candidatura, a contradição. Tem que documentar que ela é confiável e, como se diz em linguagem neoliberal, “amiga do mercado financeiro”, mas, ao mesmo tempo, tem de cultivar a adesão dos que querem direitos sociais mais universalistas e de melhor qualidade. Isto é, está impedida de dizer a verdade.

Violência e ilusão

A violência, todo o sentido anti-democrático e anti-popular, da principal proposta de Marina Silva para a economia – a chamada “autonomia” do Banco Central – é revelada quando se documenta que o Brasil já teve um Banco Central autônomo. Este era um sonho antigo dos econômistas liberais ortodoxos brasileiros como Eugênio Gudim, Octávio Gouveia de Bulhões e Roberto Campos desde os anos quarenta do século passado, que travaram desde sempre uma luta de vida ou morte contra Celso Furtado e as tradições desenvolvimentistas brasileiras.

Eles conseguiram realizar este sonho exatamente com o golpe militar de 1964: a reforma bancária logo anunciada pelos golpistas transformava a antiga Superintendência da Moeda e do Crédito ( Sumoc) em Banco Central e concedia autonomia para as autoridades monetárias. A diretoria do Banco central era composta por quatro membros, escolhidos dentre seis membros do Conselho Monetário Nacional, com mandatos fixos de seis anos.

Denio Nogueira, o primeiro presidente do Banco Central, era consultor do Sindicato dos Bancos do Rio de Janeiro e da ALALC ( Associação Latino Americana para Livre Comércio) e desde os primeiros anos da década de sessenta passou a fazer parte do IBAD ( Instituto Brasileiro de Ação Democrática) e do IPES ( Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais). Enquanto o IPES era o órgão que disseminava propaganda para justificar o golpe militar, o IBAD era encarregado de manipular os recursos para financiar e corromper candidatos comprometidos com o golpe na democracia. Depois de cumprido o seu mandato interrompido pelos generais – promoveu uma forte desvalorização cambial, que lhe provocou forte desgaste, tendo sido chamado junto com Roberto Campos e Octávio Gouveia de Bulhões de “trindade maldita” – Denio Nogueira foi representante no Brasil do grupo Rotschild and Sons, indicado por Eugênio Gudin, mostrando que desde o início houve forte intimidade entre diretores do BC e os grandes grupos financeiros internacionais.

É claro, a candidata Marina nada sabe disso. Faz parte do ator político transformista devorar o passado, inclusive o próprio, e inscrever-se em um tempo messiânico que promete o novo. Isto é para ele uma necessidade já que não pode explicar a razão de sua mudança, as rupturas que teve que fazer e os novos compromissos que teve de assumir.

Toda a violência da ação transformista de Marina está inscrita nesta passagem da política de opiniões fundamentalistas sobre temas da moral – por definição, o fundamentalista é aquele que defende verdades para além dos séculos e das circunstâncias – para a política pragmática, que, por definição, é aquela que ajusta a sua política à necessidade de vencer a todo custo.

Uma política carismática deve oferecer ao seu público as provas de sua autenticidade. Se a autenticidade lhe é desmentida, o carisma vem abaixo. Mas a verdade – uma relação clara e nítida com os seus eleitores – é, como procuramos demonstrar, o que Marina não pode mais representar.

Na política, assim como na vida, há momentos em que é preciso defender as pessoas que já amamos e cujo passado admiramos do que elas vieram a ser e fazer contra a dignidade da sua própria memória. Se Marina hoje não nos pode dizer a verdade, é preciso – é absolutamente necessário – que sejamos capazes, democraticamente e de modo sereno, dizer a verdade à Marina.

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SQN

Hipocrisia: ri no velório do Eduardo Campos e chora para a Folha

Marina carpidNão é inacreditável que Marina que chore ao falar de Lula mas tenha sorrido com a morte de Eduardo Campos?! Acredite nesta hipócrita quem quiser. Eu é que não caio nos braços do Itaú, Veja, Unibanco, Feliciano, Malafaia.

A explicação para a guinada para Marina é muito simples, Aécio despenca sozinho, em velocidade assombrosa. Ontem Veja voltou-se para Marina, hoje de manhã a Folha, à noite a Globo abraça e assim fecha-se o circo dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium.

Marina chora ao falar de Lula e se diz injustiçada

Candidata afirma ter aprendido com o petista a não se render à mentira

Presidenciável se diz vítima de indústria de boatos pelo PT com o objetivo de fazer terrorismo eleitoral

MARINA DIASENVIADA ESPECIAL AO RIO

Alvo de uma série de ataques desde que entrou na corrida pelo Palácio do Planalto e virou uma ameaça para a presidente Dilma Rousseff (PT), a ex-senadora Marina Silva (PSB) fez um desabafo e chorou ao ser questionada pela Folha sobre as críticas que recebeu do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem foi aliada por 24 anos.

"Eu não posso controlar o que Lula pode fazer contra mim, mas posso controlar que não quero fazer nada contra ele", disse na noite de quinta-feira (11), no banco de trás do carro que a levava ao hotel após mais de 13 horas de campanha no Rio de Janeiro.

Emocionada, disse ser quase impossível acreditar que o petista esteja fazendo isso, mas demonstrou que ainda nutre admiração pelo ex-presidente.

"Quero fazer coisas em favor do que lá atrás aprendi, inclusive com ele [Lula], que a gente não deveria se render à mentira, ao preconceito, e que a esperança iria vencer o medo. Continuo acreditando nessas mesmas coisas", afirmou.

Marina, que frequentemente se declara "injustiçada" pelos ataques do PT, lembrou o que aconteceu com Lula nas eleições de 1989, quando ele disputou a Presidência da República e perdeu para Fernando Collor.

"Sofri muito com as mentiras que o Collor dizia naquela época contra o Lula. O povo falava: Se o Lula ganhar, vai pegar minhas galinhas e repartir’. Se o Lula ganhar, vai trazer os sem-teto para morar em um dos dois quartos da minha casa’."

Em seguida, acrescentou: "Aquilo me dava um sofrimento tão profundo, e a gente fazia de tudo para explicar que não era assim. Me vejo fazendo a mesma coisa agora".

Na porta do hotel em Copacabana, após alguns segundos em silêncio, Marina desceu do carro recomposta. Virou o rosto e disse à reportagem: "Mas não tenho raiva de ninguém, não, nem da Dilma. Vou continuar lutando".

Desde que subiu nas pesquisas, Marina está sob ataques do PT, partido ao qual foi filiada de 1985 a 2009.

Ela deixou a legenda depois de se afastar do Ministério do Meio Ambiente, que comandou por cinco anos no governo de Lula. Marina teve várias divergências com o ex-presidente nesse período. A principal, alega, era a dificuldade para desenvolver sua agenda ambiental.

ESPETÁCULO

Em maio de 2008, ela entregou sua carta de demissão a Lula, que avaliou que a aliada estava fazendo de sua saída do governo um "espetáculo desnecessário". Era o primeiro atrito público entre os dois.

Pouco mais de um ano depois, ao se desfilar do PT, comparou sua saída a um "divórcio" e disse que nem a legenda nem o governo haviam avançado no tema da sustentabilidade". Mais desconforto com Lula.

Nos últimos dias, o PT iniciou uma campanha para desconstruir Marina, afirmando que ela não vai dar prioridade à exploração do petróleo do pré-sal e sugerindo que ela é sustentada por banqueiros, numa referência a Neca Setubal, herdeira do banco Itaú que coordena o programa de governo da candidata.

A propaganda petista também apontou problemas de governabilidade numa eventual gestão Marina, associando a candidata a presidentes que não terminaram os mandatos, como Jânio Quadros (1961) e Collor (1990-1992).

A candidata do PSB diz que é vítima de uma "indústria de boatos e mentiras", que tem o objetivo de "fazer terrorismo" com os eleitores.

CAMPANHA CRUEL

Em seus discursos e entrevistas, porém, a ex-senadora costuma poupar Lula. O petista, por sua vez, usou um comício em Recife (PE), na semana passada, para atacar Marina indiretamente, dizendo que "tem gente querendo acabar com o pré-sal". "Se for necessário, Dilma, me fale que vou mergulhar e buscar lá no fundo [do mar] o petróleo."

Aliados afirmam que o petista ainda se constrange ao criticar a ex-companheira de partido, mas ponderam que a disputa eleitoral é mesmo "bastante cruel".

11/09/2014

As mentiras da Marina não suportam um simples “colar e pesquisar” no Google

Filed under: Bíblia,Marina Silva,Mentira,Obsessão,Pinóquio — Gilmar Crestani @ 11:09 pm
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O que chama a atenção não é a mentira contumaz da Marina. Até aí, dá-se por ser ela uma política profissional. E como boa profissional da política, pula de galho em galho mais rapidamente dos que outras velhas raposas da política. Uma vez visitei o Instituo Psiquiátrico Maurício Cardoso. Vi lá pessoas que faziam as afirmações mais taxativas sem pejo e sem desviar o olho.

Será que Marina Silva desconhece o poder da Internet? Será que ela não sabe que tudo o que ela diz pode ser descoberto com alguns clics? E se sabe e continua mentindo prova que ela precisa do seu lado mais de um psiquiatra do que de uma banqueira. Não há dinheiro que limpe a barra de uma mentirosa contumaz.

Esta obsessão pela mentira, contando com a complacência da plateia, foi levada ao paroxismo por Paulo Francis. Em seus textos multiplicava citações, misturando autores e frases, sem qualquer lastro com a realidade. De imaginação fértil, Paulo Francis  contava com o silêncio da velha mídia para a qual passou a trabalhar, num tempo em que não havia internet. Hoje as patacoadas de um Paulo Francis seria tão anacrônicas quanto as afirmações definitivas que Marina descanta no verso seguinte.

Dia sim outro também Marina vai ficando cada vez mais parecida com Pinóquio!

Marina Silva não contrariou projeto de bíblias em bibliotecas

qui, 11/09/2014 – 19:05

Atualizado em 11/09/2014 – 19:05

Jornal GGN – O blog Preto no Branco, de checagem sobre o que é discursado ou respondido pelos candidatos à presidência, mostrou que Marina Silva (PSB) mentiu ao afirmar que deu parecer contrário a um projeto de obrigar bíblias em bibliotecas públicas. Segundo os registros, ela foi relatora do projeto e não deu qualquer parecer.

De O Globo

Marina e bíblias

Por Letícia Fernandes

Na sabatina realizada nesta quinta-feira, 11 de setembro, pelo GLOBO, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, falou sobre um projeto de lei do deputado Filipe Pereira (PSC-RJ) que dispunha "sobre a obrigatoriedade de manutenção de exemplares da Bíblia Sagrada nos acervos das bibliotecas públicas". Nesse momento, ela afirmou:

"Me deram um relatório de um projeto que obrigava a colocar bíblias em todas as bibliotecas. Eu dei parecer contrário"

Segundo "tramitação" registrada no site do Senado, a ex-senadora Marina Silva foi relatora do Projeto de Lei da Câmara n° 16, de 2009, julgado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa, e não deu qualquer parecer sobre a matéria.
Como relatora, Marina recebeu o projeto em 19 de março de 2009. Mas, um ano depois, em 20 de dezembro de 2010, devolveu o projeto por conta do fim da legislatura.

Em um parecer posterior, de 2011, o então relator, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), destacou, na página 2, que "o projeto foi despachado inicialmente a esta CCJ e distribuído à relatoria da Senadora Marina Silva que, no entanto, até o encerramento da Legislatura passada, não chegou a apresentar o seu relatório".

Marina Silva não contrariou projeto de bíblias em bibliotecas | GGN

29/12/2013

Internet reduz ainda mais as pernas da mentira

Diz o ditado que a mentira tem pernas curtas. Com a internet, então, ficam reduzidas ainda mais. As tentativas grosseiras de manipulação dos grupos mafiomidiáticos só convencem quem já não depende de convencimento. A maneira grosseira como tentam nos empulhar não sobrevive a uma simples pesquisa no google. No dia em que a Folha perpetrou mais uma de suas grosserias, fiz o print-screen no portal da Folha e publiquei “Pior resultado sobe 2,7%

Agora o Tijolaço decifra mais um enigma da esfinge Folha. Como na Mitologia, a Folha continua abrindo sua Caixa de Pandora. Felizmente, como diria Camões, mudam-se os tempos, mudam-se os costumes, só a Folha já não muda como soía…

Diante disso tudo, só resta concluir: como são ridículos estes grupos mafiomidiáticos que pensam que todo mundo é ignorante como seus funcionários.

No governo FHC, mídia “festejava” queda de 2% em vendas do Natal

28 de dezembro de 2013 | 14:48 Autor: Miguel do Rosário

2001

Alertado pelo último post do colega Eduardo Guimarães, achei a edição da Folha onde se “comemora” a queda das vendas no Natal.

A matéria da Folha, de 26 de dezembro de 2001, começa assim:

*

FOLHA DE SÃO PAULO

26 de dezembro de 2001

Comércio de São Paulo “festeja” queda de 2% nas vendas

Para quem esperava uma queda nas vendas de até 5% em relação a 2000, o Natal deste ano foi bom. A avaliação é do presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alencar Burti, ao prever que as vendas foram 2% menores do que as registradas no ano passado. (…)

fsp 26122001*

Que gracinha, né?

E aí, quando registramos o melhor Natal da nossa história, a manchete da Folha na primeira página é essa:

ScreenHunter_3148 Dec. 28 14.47

E isso porque as vendas cresceram este ano! Imaginem se tivessem caído 2%, como em 2001! Qual seria a manchete? Suponho que seria algo assim:

Titulo da manchete: ALERTA VERMELHO! NATAL DESASTROSO ANUNCIA RECESSÃO EM 2014!
Subtítulo: VENDAS CAEM 2% E NATAL DO BRASIL TEM O PIOR DESEMPENHO DESDE O NASCIMENTO DE CRISTO!

No governo FHC, mídia “festejava” queda de 2% em vendas do Natal | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

25/05/2013

Direita que não se endireita, relincha!

Filed under: Direita,Mentira — Gilmar Crestani @ 6:01 pm
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Veja-burro

Dez mentiras que a direita quer tornar verdades

Postado por Juremir em 25 de maio de 2013

A direita brasileira é tão bobinha que faz rir.

Sofisma sem  o menor constrangimento.

E ainda cita a frase nazista sobre mentiras que se tornam verdades.

É o que gostaria de fazer.

Não consegue.

Dez mentiras da direita que não emplacam:

1) Capa da Forbes mostra Lula como bilionário.

Era uma montagem rastaquera.

2) Não há liberdade de imprensa na Venezuela.

Os jornais El Nacional e El Universal provam o contrário.

3) Cristina Kirchner quer calar o Clarín

O Clarín tem mais de 200 concessões de televisão. A lei dos meios, inspirada na lei americana, quer evitar a concentração de mídia.

4) Os dois lados precisam ser investigados pela Comissão da Verdade.

Um lado, o dos que resistiram à ditadura, foi investigado pela justiça militar do regime, submetido a processo, condenado, preso, torturado, morto, exilado.

A história dos processos e condenações dos resistentes está em documentos, livros, depoimentos, relatos, reportagens, etc.

Por que o lado dos resistentes deveria ser condenado duas vezes?

Os torturadores é que nunca foram investigados nem condenados.

5) O Brasil estava à beira do comunismo em 1964.

Trata-se de uma tese sem fundamentação histórica.

6) O bolsa-família torna as pessoas preguiçosas e dependentes.

Um milhão e seiscentos mil beneficiados saíram espontaneamente do sistema.

7) Alunos cotistas não conseguem acompanhar o ritmo dos outros.

A média dos cotistas, numa escala comprimida, é 5.4, a dos não cotistas, 6.0. Uma diferença mínima, estatisticamente irrelevante.

8) Não havia corrupção no regime militar.

O historiador Carlos Fico e muitos outros mostram o tamanho da corrupção ao longo da ditadura. Só não se podia falar sobre ela nos jornais.

9) Jango foi um presidente fraco.

Jango foi um visionário que se dispôs a antecipar reformas que teriam melhorado tanto o Brasil que os conservadores trataram de derrubá-lo.

10) O Estado mínimo produz o máximo de benefícios e não existe a divisão esquerda/direita.

Paul Krugman, prêmio Nobel de economia, tem surrado os que acham, por ignorância ou ideologia, que a crise de 2008 nada tem a ver com Estado mínimo e com neoliberalismo.

“EXAME – Os defensores do Estado mínimo não estão agora na defensiva?

Paul Krugman – Claramente estão. É preciso muita ginástica intelectual para defender que o livre mercado estabiliza a si mesmo. Muitos economistas até criaram explicações para que as persistentes e elevadas taxas de desemprego não sejam mais consideradas deficiência do mercado. Mas certamente esse não é um ambiente muito amistoso a quem defenda o rigoroso funcionamento do livre mercado.”

A crise de 2008 enterrou essa vulgata de manual do neoliberalismo. A ideia de que não existem mais esquerda e direita é uma ideia de direita.

Dez mentiras que a direita quer tornar verdades Juremir Machado da Silva – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

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