Ficha Corrida

19/03/2015

Quem põe os ovos da serpente

RBS & PP gaúcho, tudo a ver!

ANA RBS LEMOSO comportamento facistóide não é exclusividade destas serpentes recém saídas da casca. Quem os pariu foram os grupos mafiomidiáticos. O coronelismo eletrônico reunido entorno do Instituto Millenium vem insuflando ódio. Estes vermes não se criariam em condições normais de temperatura e pressão. O ódio nasce pelos veículos da Rede Globo, e filiais, que buscam criminalizar todos os segmentos sociais que não se dobram aos seus usos e costumes.

As filiais da Globo, como a RBS, dão exemplo diuturno de quem produz o adubo do ódio.

Ontem, lá pelas 19:30 horas, o comentarista esportivo da Rádio Gaúcha, pertencente à RBS, na abertura do jogo do Inter com EMELEC, destilou o que se pode chamar o suprassumo do ódio. Outro repórter da emissora, Matheus Schuch, acompanhava uma manifestação de moradores que estavam há seis dias sem água.

Após a informação do repórter, Maurício Saraiva, em companhia do chefe, Pedro Ernesto Denardin, comentou, mais ou menos com estas palavras:

“- estas pessoas deveriam procurar outro lugar para se manifestar. Eles estão atrapalhando o direito de quem, após  o final do trabalho, quer ir pra casa. Quem está no trânsito não tem culpa. Desse jeito o motorista parado no trânsito pode muito bem pensar ‘bem feito’, tem mais é que ficar sem água mesmo. Mas estas coisas acontecem por causa da corrupção no Governo Federal em Brasília.”

Isso, assim, na maior cara de pau. A culpa pela falta de água dos moradores da Protásio Alves é culpa do Governo Federal. Nenhuma palavra a respeito da demora pelo DMAE. Se isso não coisa de mau caráter então não sei o que seja.

A manipulação grosseira já é ofensiva só por ser grosseira. Maurício Saraiva, na melhor das hipóteses, diante do que disse pelos microfones da Rádio Gaúcha, ou é muito burro ou é mau caráter. O que o levou a fazer este tipo de ligação?

Pela capacidade de associação, vou descartar burrice pois deve ter sido contratado pela sua outra “qualidade”. Quando alguém com o poder de usar um microfone para jogar nas costas do governo federal o que é da competência do governo municipal chego a conclusão que só pode ser funcionário da RBS. Aliás, Lasier Martins e Ana Amélia Lemos faziam exatamente isso. E graças ao comportamento exatamente igual ao de Maurício Saraiva, forem eleitos pela manada gaúcha que pasta nos potreiros da RBS.

Se o mau caratismo é uma exigência da empresa onde trabalha, há outro dato que beira ao pitoresco, que explica porque a RBS abraçou o prefeito municipal. Ninguém mais tem dúvida das relações promíscuas entre a RBS e a Prefeitura Municipal de Porto Alegre. São objetivos exclusivamente em relação às especulações imobiliárias.

Os comentários venenosos como este do Maurício Saraiva, endossado pelo seu chefe que estava ao seu lado, tem por fim um único objetivo: criar ambiente de animosidade da população contra o Governo Federal e, ao mesmo tempo, desviar o foco daquela manifestação. Fica por demais evidente que se trata de ódio de classe, que acompanha a RBS desde sempre, contra movimentos sociais dos mais necessitados. Enquanto no domingo incentiva a classe média branca e patrimonialista contra o governo federal, ontem insuflava motoristas contra os manifestantes. E se um motorista, irritado com a perda de tempo no trânsito e diante do que dizia Maurício Saraiva, passasse por cima de uma daquelas pessoas?

O comportamento nazi-fascista de São Paulo é fruto de pessoas inescrupulosas que detém espaço nobre na velha mídia cujo único objetivo é desviar o foco das verdadeiras questões para atacar o governo federal. Nenhuma palavra do Maurício Saraiva a respeito do partido de sua colega, Ana Amélia Lemos, o PP gaúcho, pego por inteiro na Operação Lava Jato. Por que, ao invés de botar a culpa nas famílias sem água, não cobrou do DMAE pela demora em fornecer um bem essencial àqueles manifestantes?

O ovo da serpente é desovado por pessoas que ocupam espaços nobres em veículos como a Zero Hora, a Rádio Gaúcha e tantos outros veículos da RBS. São eles que insuflam o ódio contra os movimentos sociais, desde que movimentos sociais sejam de pobres. Coincidentemente, exatamente aquelas pessoas beneficiárias dos variados programas sociais do Governo Federal.

Pelo comportamento, o MBL tem no DNA um gene da SS! O nazi-fascismo esteve nos discursos exclusivamente contra o Governo Federal, recém eleito, por quem perdeu a eleição e não se conforma.

 

Após hostilizar jornalista, MBL diz que “deu água”

:

Repórter Zé Antonio, da Carta Capital (de xadrez), foi alvo de agressão verbal por integrantes do Movimento Brasil Livre, que o provocou a discursar diante de uma massa que gritava: "ei, Carta, vai tomar no c…"; ele conta ter sido empurrado por um dos manifestantes em cima do carro de som e que um dos líderes do grupo o segurou pelos dois braços; "No cercado ao lado do carro de som, muitas pessoas nos xingaram de ‘sujos’, ‘vendidos’ entre outras coisas. Tentamos sair pelo meio da Paulista com a ‘escolta’ do MBL, mas a hostilidade estava grande e recuamos", detalha o repórter; coordenador do movimento, o jovem Kim Kataguiri disse ao 247 que o movimento "deu água" e "protegeu" a equipe até chegar à redação

19 de Março de 2015 às 05:00

Gisele Federicce, 247 – Depois de estimular agressão à equipe de reportagem da Carta Capital, que cobria as manifestações da Avenida Paulista contra o governo federal no último domingo 15, o Movimento Brasil Livre declarou ter "protegido" os jornalistas até chegarem à redação da revista. "Demos água e os protegemos até chegarem na redação da CC. Hostilidade de verdade é o que a nossa república sofre com o PT", respondeu Kim Kataguiri ao 247, ao ser questionado sobre o episódio.

A Carta Capital publicou um vídeo que mostra Zé Antonio, editor-executivo do site, sendo hostilizado em cima de um carro de som enquanto entrevistava Kim Kataguiri. Ele estava acompanhado de Yghor Boy, repórter de vídeo. Um dos integrantes do MBL, Tom Martins, que falava ao microfone vestido com uma camiseta da seleção brasileira, "denunciou" à multidão a presença da revista na manifestação e provocou o jornalista a discursar em nome da publicação à massa ensandecida que gritava "ei, Carta, vai tomar no c…".

"Expliquei que estava trabalhando, além de ser um empregado e não ter a prerrogativa de falar pelo veículo. No carro de som, após eu manifestar minha preocupação com a hostilidade, um dos integrantes do MBL insinuou que quem estava ali protestando com eles não era ladrão. Perguntei se ele estava dizendo que eu era desonesto, e ele me empurrou. O Renan [Hass], líder do MBL, me segurou pelos dois braços", conta Zé Antonio, em relato enviado por email ao 247.

"No cercado ao lado do carro de som, muitas pessoas nos xingaram de ‘sujos’, ‘vendidos’ entre outras coisas. Tentamos sair pelo meio da Paulista com a ‘escolta’ do MBL, mas a hostilidade estava grande e recuamos. Numa segunda tentativa, por trás do carro de som, conseguimos sair do local. Três pessoas foram atrás do grupo por algum tempo nos xingando. Quando estávamos na esquina da Peixoto Gomide com a Alameda Santos, bem próximo da redação, dispensamos a ‘escolta’ e voltamos para o prédio", continua o jornalista.

Ironicamente, na terça-feira 17, em entrevista ao site da revista Veja, Kim Kataguiri disse que o MBL também protesta pela "liberdade de imprensa", baseado principalmente no episódio em que a sede da Editora Abril, em São Paulo, foi alvo de protestos após a publicação da capa criminosa de Veja "Eles sabiam de tudo", sobre a presidente Dilma e o ex-presidente Lula, a dois dias das eleições presidenciais, em outubro do ano passado. A revista foi obrigada a publicar direito de resposta no dia do pleito.

Após hostilizar jornalista, MBL diz que “deu água” | Brasil 24/7

17/10/2011

Inter 4 x 2 Avaí

Filed under: Avaí,Inter,Maurício Saraiva — Gilmar Crestani @ 7:55 am
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Ou de como os burrrocratas dominam a privada. Mais interessante que o jogo, os lances mais interessantes foram propiciados por Maurício Saraiva, comentarista da RBS, fiel seguidora da Globo. Por força da regra que justifica sua presença na telinha, a de que um narrador deve estar acompanhada de um comentarista, Maurício Saraiva não quer mudança, mesmo que não esteja dando certo. Claro, a RBS como todo grupo mafiomidiático, só quer mudar tudo se tudo continuar como está. A mudança é para fora. Eles continuam fiéis aos incompetentes, apoiando ditadores e contrários aos movimentos sociais. Quem trabalha lá ou se submete às regras, ou vai pastar em outra freguesia. É verdade que o Inter não estava jogando bem. O centroavante Jô era um escravo de Jó, sem piedade nem dó. Parecia escalado pelo Maurício Saraiva que, inclusive, o condenava a permanecer até o final do jogo. Papagaio do patrão é assim, não pode ter ideias próprias, é um perigo. Imagine jogar sem centroavante de ofício? “Seria a primeira vez que um time jogando sem centroavante ganharia. Se ganhasse.” Pior, mesmo vendo sua teoria furada vazando por todos os poros, continuou buscando atalhos para manter sua posição. Se o time escalado para a transmissão fosse para o vestiário no intervalo e houvesse um treinador como Dorival Junior no comando, Maurício Saraiva teria ficando sentado na privada. E escalaria um gandula para comentar a segunda etapa. Mas na RBS o requisito não é competência nem alternância, é subserviência. E jogo sujo, então ele voltou com a camisa do avesso. E continuou avançando, ao seu estilo desembestado, de torcedor adversário, mal informado.

Aqui vai uma saraivada de palmas aos pior entre os piores comentaristas da RBS.

Inter vence Avaí de virada: 4 a 2

O Internacional venceu o Avaí por 4 a 2, de virada, na tarde deste domingo, no Beira-Rio, em jogo válido pela 30ª rodada do Brasileirão. O time colorado saiu atrás no placar, buscou o empate com D’Alessandro no segundo tempo, e depois ficou novamente atrás no marcador. Mas em dois minutos o Campeão de Tudo reagiu e fez dois gols, com D’Alessandro, grande destaque da partida, e Kleber. Nei ainda ampliou com um golaço de falta.

Com o resultado, o Colorado chega aos 47 pontos na sétima posição. A distância para a zona de classificação à Libertadores 2012 é de três pontos. Na próxima rodada, domingo (23/10), o Inter recebe o Corinthians no Beira-Rio.


D’Alessandro marcou dois gols na vitória de 4 a 2 sobre o Avaí

Time com novidades

O Inter foi a campo com três mudanças, uma em cada setor. Na defesa, Juan assumiu o lugar de Índio, no meio-campo, João Paulo ganhou oportunidade de começar a partida e, no ataque, Jô retornou depois de cumprir suspensão automática no empate sem gols com o São Paulo.

Primeiro tempo de dificuldades

O Inter teve muitos problemas no primeiro tempo. A marcação severa de três volantes do Avaí sobre os três meias do Inter deixaram o time amarrado e sem conseguir criar oportunidades nos primeiros minutos. Para piorar, os rápidos contra-ataques do Avaí levaram perigo desde cedo. E aos 8min, o Avaí surpreendeu. Cleverson passou por Juan, na direita, e cruzou rasteiro para Robinho concluir de primeira para marcar o primeiro gol do jogo. Aos 22min, o time catarinense chegou forte novamente trocando passes até Cleverson chutar rasteiro e cruzado. A bola passou ao lado do gol com muito perigo.

Inter sobe de produção

A partir da metade do primeiro tempo, o Inter melhorou a produção ofensiva e passou a pressionar com mais qualidade. Aos 23min, João Paulo recebeu na área e tentou chutar cruzado, mas o goleiro Felipe defendeu. Melhor chance do Inter até então. Um minuto depois, Kléber recebeu bom passe, entrou na área, tentou o cruzamento, o goleiro salvou, Kléber tentou de novo e a bola foi afastada pra escanteio. Sinal de pressão colorada aumentando. Aos 26min, Andrezinho cobrou falta com muito veneno e o goleiro Felipe fez defesa sensacional pra escanteio. Inter já merecia pelo menos o empate.


Bolatti em ação contra o Avaí no Beira-Rio

D´Ale começa a brilhar já no final do primeiro tempo

Aos 39min, saiu Robinho, lesionado, para a entrada de Leandrinho. Um minuto depois quase D´Alessandro marca um belo gol, quando recebeu na área, deu um corte na zaga e chutou de pé direito no cantinho. Merecia o golaço! Aos 41min, Jô pegou rebote na entrada da área, girou, mas a bola foi muito alta. Um minuto depois, Andrezinho foi à linha de fundo e tentou o cruzamento para João Paulo, mas a bola foi muito forte. E assim o Inter foi para o vestiário com a desvantagem parcial.

Oscar em campo e show de D´Ale na etapa final

Recém chegado da Seleção Brasileira, o garoto Oscar entrou no intervalo no lugar de Andrezinho em busca da virada. O Inter voltou pressionando mais, com mais qualidade, deixando o Avaí acuado no seu campo, só se defendendo. Aos 7min, o Inter chegou lá. D´Alessandro cobrou falta com perfeição, no contra-pé do goleiro, bem no cantinho. Era o início do show do gringo na etapa final. Aos 14min, o Avaí retirou Cléverson e colocou Rafael Coelho. Mas era o Inter que seguia melhor.


Oscar entrou no segundo tempo e teve boa participação

Aos 17min, João Paulo fez boa jogada pela esquerda e passou com açúcar para D´Alessandro na área concluir de primeira por cima, quase marcando. Os dois meias, por sinal, aproximaram-se mais para as jogadas na etapa final, melhorando a qualidade dos passes e criando mais perigo ao time catarinense. Aos 19min, Oscar cobrou escanteio e Rodrigo Moledo cabeceou por cima. Até então era o 10º escanteio colorado, contra nenhum do Avaí.

Sem atacante, mas com muito poder ofensivo

Aos 22min, o técnico Dorival Júnior retirou o único atacante de origem, Jô, para a entrada de Ilsinho. O time passou então a tentar as conclusões na base do toque de bola e da movimentação com as chegadas dos meias e o apoio dos laterais. Aos 23min, Nei recebeu passe por cima na área e cabeceou no cantinho para boa defesa de Felipe. Aos 25min, o crime. Em uma dividida na área entre Guiñazu e Leandrinho, o juiz marcou pênalti para o Avaí. Na cobrança, dois minutos depois, William chutou forte e marcou o segundo gol. Aos 29min, saiu Bolatti para a entrada de Tinga.

Virada sensacional em seis minutos

Apesar da derrota e dos poucos minutos para o final de jogo, o Inter não arrefeceu e foi pra cima. E assim começou a virada. Aos 32min, Oscar entrou na área a dribles pela direita e achou D´Alessandro. O meia ajeitou o corpo e chutou no cantinho para fazer o seu segundo gol no jogo. Dois minutos depois, foi a vez de D´Ale dar o passe para gol. O meia encontrou Kléber entrando pelo meio, que chutou colocado para a virada.


Nei fechou o placar com um belo gol de falta

A essa altura, o Beira-Rio virou um carnaval. Para completar a festa, aos 38min, Nei cobrou falta da intermediária bem no canto e marcou o quarto gol, definindo a grande virada do Inter. Nos últimos minutos, o Inter ainda teve chances para ampliar com João Paulo e Ilsinho, mas o jogo ficou mesmo no 4 a 2. E o Inter segue vivo em busca da vaga na próxima Copa Libertadores da América.

Vestiário

"Vamos levar essa força e brigar até o final, podem ter certeza", afirmou o volante Tinga.

"O torcedor tem que apoiar o tempo todo. Não adianta vaiar no intervalo. Conseguimos uma virada muito importante", afirmou D´Alessandro, o nome do jogo.

"A equipe reagiu da forma que o Dorival nos pediu. Tudo que ele falou até hoje a gente tem absorvido. Estamos vivos ainda em busca do título", projetou o lateral Kléber.

"Espero que façemos um grande jogo diante do Corinthians. É um jogo que não podemos errar. Peço a mobilização de todos os torcedores para que consigamos fazer uma grande partida e alcançar a vitória", disse o técnico Dorival Júnior.

Ficha técnica:

Internacional (4): Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Juan e Kleber; Bolatti (Tinga), Guiñazu, João Paulo, D’Alessandro e Andrezinho (Oscar); Jô (Ilsinho). Técnico: Dorival Júnior.

Avaí (2): Felipe; Arlan, Cássio, Jean e Fernandinho; Junior Urso (Batista), Bruno Silva, Diogo Orlando e Robinho (Leandrinho); Cleverson (Rafael Coelho) e William. Técnico: Toninho Cecílio.

Gols: Robinho (A), aos 8min do primeiro tempo, D´Alessandro (I), aos 7min do segundo tempo, Wiliam (A), aos 27min do segundo tempo, D´Alessandro (I), aos 32min do segundo tempo, Kléber (I), aos 34min do segundo tempo. Nei (I), aos 38min do segundo tempo.

Cartões amarelos: Fernandinho, Júnior Urso, Felipe (A), Kléber, João Paulo (I).

Público: 20.788 (17.832 pagantes).
Renda: R$ 248.775,00.

Arbitragem: Wilson Luis Seneme (FIFA-SP), auxiliado por Vicente Romano Neto-SP e Danilo Ricardo Manis-SP.

Local: Beira-Rio, Porto Alegre.

Site oficial do Sport Club Internacional de Porto Alegre – Inter vence Avaí de virada: 4 a 2 – 16/10/2011

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