Ficha Corrida

15/08/2015

16/08/2015

Filed under: Ódio de Classe,Marcha da Insensatez,Marcha dos Vadios,Marcha dos Zumbis — Gilmar Crestani @ 11:22 pm
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Dia 16 de agosto de 2015: dia do ódio dos que perderam aos que os derrotam!

17/06/2015

Sociedade semelhante à escravocrata? Em São Paulo tem!

OBScena: manifestação coxinha com babá a tiracolo que ninguém é de ferro

babaPara quem achava que as manifestações tentando entronizar Aécio Neves no lugar da Dilma tinha chegado ao ápice da hiPÓcrisia, a ponto de levarem babá para fazerem selfie na parada dos vadios, de repente se defronta com a informação de que o Clube Pinheiros obriga as famílias identificarem as babás vestindo-as de branco. Assim, os demais membros da agremiação conseguem separar as honestas dos salafrários. É a típica demonstração da separação do trigo do joio. O joio são estas joias representativas de uma sociedade de classes, típicas de uma mente feudal e toxicômana!

A partir do momento que o MBL é instrumentalizado para tentar emplacar um toxicômano, não admira que outras tantas idiotices apareçam. Uma sociedade manietada pelos meios de comunicação que, ao modo de Goebbels, busca criminalizar  uma parte da sociedade como cortina de fumaça para que continuem perpetrando sonegação como a vista na Operação Zelotes, vê-se que não são infundadas as comparações da Marcha dos Zumbis com a marcha dos fascistas sobre Roma. Aliás, a estrela amarela nos campos de concentração e as vestimentas brancas nas babás guardam muito mais do que semelhanças. Mostram, isso sim, que os assoCIAdos do Instituto Millenium conseguiram com conquistar 12% da população para uma mentalidade não só de apartheid como a provar que o déficit civilizatório está mais presente nos centros urbanos que nos cafundós do Judas. Até quando nós, os 88% da população permaneceremos à mercê de Arnaldo Jabor, Luis Carlos Prates, Lobão, Danilo Gentile, Kim Kataguiri, Aécio Neves, José Serra, Geraldo ALckmin, Reinaldo Azevedo, Rachel Sheherazade, William Bonner, William Waack, Frias, Marinho, Mesquita, Civita & Sirotsky?!

Para quem, neste momento, esteja pensando que foi deslocado para o Paraná a incubadora do nazi-fascismo, saiba que São Paulo ainda é a locomotiva que espalha PCC e apartheid para todo Brasil. E por aí se entende porque o José Serra boicotou a implantação do trem bala até Campainhas:"Serra confessa ter sabotado projeto do trem-bala"

Clube Pinheiros terá de explicar exigência de uniformes de babá

DE SÃO PAULO– O Ministério Público Estadual apura uma denúncia de discriminação no clube Pinheiros, um dos mais tradicionais da capital paulista, na zona oeste de SP.

A Promotoria analisa se é irregular a exigência de uniforme branco para babás que frequentam o local.

Outro ponto investigado é a proibição do acesso das profissionais a áreas como a piscina e espaços de eventos.

Um ofício foi enviado ao Pinheiros no dia 10. A partir da resposta, O Ministério Público decidirá se entrará com ação ou se irá propor um termo de ajustamento para que a instituição reveja a regra.

O clube nega que haja discriminação e diz que a exigência do uniforme para as babás visa garantir o "bem-estar e a segurança dos associados".

24/05/2015

Invertebrado não tem coluna

Kim Kataguiri e sua bundaDe onde menos se espera de lá mesmo é que não sai nada, dizia o Barão de Itararé. Saiu. Saiu do fim da feira da Marcha dos Zumbis um rebotalho de gente querendo imitar Luis Carlos Prestes. Mas reuniram tudo que não Prestes. Há uma contradição insolúvel na intenção dos parasitas que os impedem de se parecem à Coluna Prestes. É sabido, pelo menos para quem não é gazeteiro, que invertebrado não tem coluna.

Bom sinal. Ve-se pela fraca adesão e alta deserção, que a marcha das vadias é muito mais empolgante e com muito mais importância para a sociedade que a marcha dos vadios.

Prestes foi o Cavaleiro da Esperança, Kim Kataguiri, a começar pela bunda,cavalgadura da desesperança. Trinta mil professores em greve em São Paulo mereceram menos atenção do que o líder do MBL.

Quem sabe o Eduardo Cunha, o novo parceiro dos assoCIAdos do Instituto Millenium, contrate um perito em taxidermia para deixa-los empalhados na entrada do shopping que ele pretende criar na Câmara

A respeito do líder diz-se, inclusive, que sua bunda goza de  melhor preparo e mais consistência intelectual que seu mentor da alterosas. Se algo de bom na marcha do rebotalho é a informação de que tudo o que o PSDB conseguiu reunir até agora dá a real dimensão da importância de seu golpismo rastaquera. A parceria entre os os grupelhos da direita capitaneados pelos sequazes com síndrome de abstinência confirma o ditado popular: uma mão lava a outra; as duas, abunda!

O grande mico da coluna Aécio

24 de maio de 2015 | 14:53 Autor: Miguel do Rosário

marcha-

Reproduzo abaixo mais uma instigante análise do jornalista Luciano Martins Costa, colunista do Observatório da Imprensa.

Mas antes acrescento alguns comentários, para mostrar que esta “coluna Aécio” do impeachment chegará desmoralizada à Brasília em vários níveis:

1) Primeiro porque não reuniu ninguém ao longo do caminho. Pelo contrário, os “vinte” que iniciaram a marcha foi reduzida a menos de meia dúzia. Provavelmente, ao chegar em Brasília, os partidos de direita e seus movimentos irão acrescentar mais gente. A Força Sindical, que apoiou o projeto de terceirização, já mostrou, por exemplo, que está apostando alto no golpe. Mas durante o trajeto, não empolgaram.

2) A Lava Jato está desmoralizada pela irresponsabilidade dos procuradores e do Sergio Moro. Abusou-se, incrivelmente, da delação premiada, que serviu muito mais de arma política e midiática do que para se obter provas.

3) A conjuntura econômica melhorou sensivelmente. O governo está conseguindo aprovar o ajuste fiscal no Congresso, sendo que incluiu agora os bancos, reduzindo um pouco a insatisfação de sua base. A China anunciou um plano Marshall para o Brasil que deve injetar centenas de bilhões de reais em tecnologia e infra-estrutura. A Petrobrás registrou lucro muito maior do que esperava o mercado.

4) A deflagração de uma série de operações da Polícia Federal, contra a sonegação, materializa a narrativa de que o governo Dilma combate a corrupção mais do que qualquer outro. E não só combate, como dá autonomia total à Polícia Federal para agir, e não faz acordos espúrios com o Ministério Público ou com a Procuradoria Geral da República. Autonomia esta que, infelizmente, alguns setores procuram explorar para transformar investigações criminais em conspirações políticas, mas isso é outra história.

5) Ainda sobre as operações contra a sonegação, agora fica bem claro que a nossa mídia é incrivelmente cínica. Diante de esquemas de desvios de dinheiro púbico que superam qualquer outro escândalo nacional, ela vira a cabeça para o outro lado. Não há editoriais, infográficos, repercussão, reportagens no Jornal Nacional, manchetes, Fantástico, nada. Quando o assunto é sonegação, tenta-se abafar. Eles dão a notícia, mas sem destaque e sem repercussão.

6) O PSDB virou partido de paneleiros e golpistas mas os tucanos não são loucos (ainda). Entenderam que não há base legal para impeachment e por isso desistiram desse caminho. Com isso, Aécio se tornou alvo do ódio da própria ralé golpista que criou. Tem sido xingado nas redes de “arregão” por figuras políticas tão expressivas como o “Batman das manifestações”…

*

O ‘mico’ da ‘coluna Aécio’

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa.

A Folha de S. Paulo anuncia em nota na sua primeira página, na edição de sexta-feira (22/5): “Grupos anti-Dilma dizem que PSDB e Aécio são traidores”. O Estado de S. Paulo, em reportagem interna sobre o mesmo tema, informa: “Grupos se dizem traídos por tucanos”.

A imagem que ilustra o texto do Estado mostra doze – isso, exatamente uma dúzia – de manifestantes que caminham pela Rodovia Anhanguera, com destino a Brasília, onde pretendem fazer sua pregação em favor do impeachment da presidente da República. Quando saíram de São Paulo, no fim de abril, os integrantes da marcha foram estimulados por líderes do PSDB, que imaginavam uma espécie de “coluna Prestes” invertida, a recolher, pelo caminho, milhares de cidadãos descontentes com o governo, numa chegada triunfal à rampa do Planalto. Mas, como no poema de Hesíodo, as relações entre os homens e os deuses devem se submeter ao crivo da verdade, e esta nem sempre se manifesta como desejam os humanos.

Entre o fim de abril e esta última semana de maio, a expectativa do grupo de manifestantes, estimulada por discursos inflamados do senador que perdeu a eleição presidencial em 2014, não foi justificada pelos fatos. O descompasso entre os trabalhos políticos e os dias de marcha acaba por produzir a ruptura entre os doze aloprados que imaginam reverter a decisão das urnas e os oportunistas que os apadrinharam.

Por sugestão do jurista Miguel Reale Jr., convocado a emitir parecer sobre a proposta do impeachment, os líderes do PSDB acharam melhor ingressar com processo contra a presidente Dilma Rouseff na Justiça comum, talvez confiantes na ação dos julgadores que o poeta grego chama de “comedores de presentes”. Mas o Judiciário, já embaraçado com a interferência do Congresso em suas atribuições, não dá sinais de que irá acolher tal petição.

Representantes dos grupos que pedem a interrupção do mandato da presidente da República teriam ouvido na semana passada, na capital federal, promessas de parlamentares do PSDB e de outros partidos de oposição de que entrariam com o pedido formal de impeachment assim que os marchadores alcançassem a Praça dos Três Poderes. Desde quarta-feira (20/5), a uma semana da chegada da marcha a Brasília, prevista para o dia 27, a página do Movimento Brasil Livre, um dos grupos que organizam o protesto, exibe um quadro dizendo que o senador Aécio Neves traiu a causa (ver aqui).

Ignorância política

Segundo o Estado de S.Paulo, líderes do PSDB avaliam, reservadamente, rever a estratégia de apoiar explicitamente a marcha, quebrando a promessa de dar um caráter apoteótico à sua chegada a Brasília.

O ex-deputado federal Francisco Graziano, assessor do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, disse à Folha de S. Paulo que entende a frustração dos que querem o impeachment, mas considera que “atacar Aécio, FHC ou o PSDB mostra ignorância política”. De repente, os tucanos descobrem que meteram a mão em cumbuca.

Restará aos protestadores, certamente, o apoio do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) e talvez a presença do deputado Paulo Pereira da Silva (SDD-SP), cujas biografias não justificam os cuidados que precisam ter os líderes do PSDB.

O principal partido de oposição embarcou na aventura dos golpistas pela mão do senador Aécio Neves, que foi demovido do plano de impeachment pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na semana passada. Agora, precisa de um discurso consistente para evitar o constrangimento de se haver associado aos aloprados que seguem para Brasília.

Não se pode prever o que irá ocorrer na capital federal na quarta-feira (27/5), mas certamente não será a grande festa cívica que esperavam os organizadores do protesto. Nesse período, o núcleo principal das propostas de ajuste econômico já terá sido aprovado, ou uma nova agenda estará acertada entre o Executivo e o Congresso Nacional.

Analistas acreditados pela imprensa já registram uma redução das tensões entre os poderes, que vêm sendo estimuladas pela mídia desde a posse da presidente Dilma Rousseff em segundo mandato.

A decisão da presidente, de elevar a alíquota da Contribuição Social sobre o lucro líquido dos bancos, tende a reconciliá-la com parte de seu eleitorado, pela simbologia da medida, combinada com a manutenção da carência de um mês para pagamento de abono salarial, que beneficia os trabalhadores.

Tudo de que os presidentes da Câmara e do Senado, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, não precisam, neste momento, é barulho de manifestantes. O “mico” do impeachment fica com o PSDB, que vai ter que explicar, daqui para a frente, se considera que eleição é para valer ou se, nas próximas disputas, caso venham a ser derrotados novamente, os tucanos irão outra vez mobilizar a “coluna Aécio”.

O grande mico da coluna Aécio | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

17/03/2015

Marcha dos Zumbis

marcha dos zumbisQue me desculpem os crédulos, mas a marcha dos zumbis não tem nada a ver com corrupção. Trata-se de maus perdedores, despeitados por perderem a quarta eleição seguida.

Fosse contra a corrupção, o povo que vestiu a camiseta da seleção no Brique da Redenção, Seleção esta presidida desde sempre por notórios corruptos, também teria feito algum cartaz contra o PP gaúcho. O PP gaúcho pego inteirinho na Operação Lava Jato não mereceu nenhuma crítica. Ninguém lembrou da candidata do PP ao governo gaúcho, Ana Amélia Lemos ou do Otavio Germano da Operação Rodin. Por que ninguém levou cartaz cobrando de Pedro Simon e José Ivo Sartori a participação do PMDB de Renan Calheiros, José Sarney e Eduardo Cunha em todos os casos de corrupção já investigados?! Simples! Trata-se de uma manada conduzida a cabresto pela RBS & Globo.

Trata-se dos mesmos zumbis que saíram às ruas para dizer “não vai ter Copa”. E, que ódio, teve Copa! Não teve foi seleção que defendesse a camiseta com que saíram à rua…

Por mais que os ventríloquos da Multilaser, da AMBEV e do Banco Itaú, demonstrassem toda a má educação de uma elite branca de olhos azuis, na abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão, Dilma se elegeu com mais de 54 milhões de votos. Eis a verdadeira fonte do ódio que alimenta os zumbis. Eles queriam Aécio Neves, o pior senador no ranking da Veja. Da insuspeita Veja, que foi e é, junto com a Rede Globo e suas filiadas, os grandes eleitores dos viciados em pó. Por que ninguém pediu investigação a respeito do sumiço do helicóptero com 450 kg de cocaína? Seria porque também são consumidores?!

Por que não havia nenhum cartaz contra a corrupção praticada sob a bandeira do HSBC? Por que os 210 mil zumbis paulistas não falaram da Alstom, da Siemens, do Robson Marinho, na crise d’água?  A fixação em Lula e Dilma explica o estresse eleitoral. Os zumbis atenderam a um chamado da Rede Globo que não aguenta mais viver sem o duto que FHC, via Miriam Dutra, a abastecia.  Por que será que todo coronelismo eletrônico, os mesmos que se perfilaram à ditadura, também agora clamam pela volta da ditadura. Nada mal para quem a financiou. Quem não foi torturado, estuprado ou morto tem direito a chamar ditadura de ditabranda e apoiar quem sai às ruas pedir a volta da ditadura.

Por que não havia cartazes pedido punição ao Eduardo Cunha? Um notório corrupto, desde muito antes da Lava Jato? Por que ninguém se lembrou de quem comprou a reeleição? Não passa de uma marcha de sociopatas maus perdedores. Eles não suportam que caiam migalhas das políticas sociais para camadas da população que sempre foram alijadas das políticas públicas. Embora sejam políticas tímidas diante do tamanho das necessidades, esta pequenas políticas que botam pessoas pobres nos melhores cursos das universidades públicas e particulares é fonte de todo ódio contra quem ousou redirecionar políticas públicas.

As manifestações, notadamente de uma classe média ventríloqua da Globo, foi apenas uma catarse de perdedores. E fica ainda mais evidente quando a polícia do Geraldo Alckmin viu um milhão de pessoas onde o Datafolha, vinculado a Folha de São Paulo, que de petista não tem nada, encontrou, no pico, 210 mil. Por que as polícias vinculadas aos partidos derrotados por Dilma no âmbito nacional, como no RS, inflaram o número de manifestantes? Por que nenhum gaúcho portou cartazes pedido explicações a respeito da Operação Rodin?

Fico perplexo vendo meus próprios colegas expondo uma avareza dantesca. Exatamente aqueles que se manifestam contra a Lula e Dilma, contra a corrupção do PT, são os mesmos que se aproximam buscando algum tipo de vantagem são os mesmos que se revoltam contra o Bolsa Família, o PROUNI e o FIES. São os mesmos que abatem as mensalidades das filhos que estudam em escolas particulares no imposto de renda. Abatem despesas médicas de plano de saúde particular no imposto de renda. São os mesmos que recebem, vejam só, auxílio alimentação de mais de R$ 600,00 reais mensais, que recebem auxílio creche de mais de R$ 500,00 reais, por filho, que recebem Auxílio Saúde no valor de R$ R$ 131,00 (CJF flexibiliza valor de auxílio saúde pago a magistrados e servidores).

Por que estas pessoas ficam indignadas com o Bolsa Família, que é pago condicionado à frequência escolar dos filhos, causa tanto ódio àqueles que recebem auxílio creche mesmo o filho não indo à creche? Que basta provar que seja filho e receberá o valor do zero ao sexto ano.

Isso não é ignorância, porque eles sabem exatamente de tudo isso. É ódio de classe, é também egoísmo.  É a soma de analfabetismo político com demonstração de insensibilidade social sem precedentes. Mau  caratismo somado a uma tremenda cara de pau!

A pergunta que não quer calar: Por que será que a Marcha das Vadias leva para a Avenida Paulista e o Parque da Redenção mais gente que a marcha dos zumbis?

02/11/2014

Marcha dos vadios perde até para a marcha das vadias

Taí uma sugestão. Para engrossar o caldo, quem sabe na próxima manifestações os golpistas pedem conselho aos organizadores da marcha das vadias. Dizer que teve mais gente na marcha das vadias é pleonasmo. Enquanto a Marcha das Vadias contou com gente em busca da igualdade de direitos para homens e mulheres de qualquer credo, raça ou ideologia, a marca dos vadios só contou com ratazanas golpistas.

Quem tem como ídolos Lobão e Bolsonaro só pode fazer sucesso mesmo é na mídia de esgoto.

Não é só coincidência que este tipo de manifestação ocorra na terra dos Integralistas, camisas verdes, da TFP, do Plínio Correa de Oliveira, do Ademar de Barros, do Jânio Quadros, de FHC, de José Serra, do Orestes Quércia, do Paulo Maluf, do Celso Pitta… e do Tiririca! Com o perdão do Tiririca, que pelo menos não é golpista.

As mesmas marchas que antecederam o golpe de 1964, com a liga das famílias católicas, é também o berço da Opus Dei, o famigerado ramo do conservadorismo católico nascido na terra da Inquisição, com Josemaria Escrivá..

Ato por impeachment de Dilma reúne 2,5 mil em São Paulo

RICARDO CHAPOLA – O ESTADO DE S. PAULO

01 Novembro 2014 | 15h 35

Na Avenida Paulista, grupo pediu ainda a intervenção militar no País

Atualizado às 22h11

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SÃO PAULO – Um ato em defesa do impeachment da presidente Dilma Rousseff, convocado pelas redes sociais, reuniu neste sábado, 1º, segundo a Polícia Militar presente no local, cerca de 2,5 mil pessoas na região da Avenida Paulista, área central de São Paulo. A manifestação foi marcada também pela defesa de nova intervenção militar no País.

“Se você acha que democracia é isso que temos aqui, então sou a favor da volta do militarismo”, disse o investigador de polícia Sergio Salgi, de 46 anos. Ele foi ao ato com uma faixa com os dizeres “SOS Forças Armadas”. Gritos como “Viva a PM” foram entoados pelos manifestantes.

O deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC) – filho do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) – discursou em cima do único carro de som do ato e disse que, se seu pai tivesse se candidato a presidente este ano, teria “fuzilado” a presidente – reeleita no domingo passado. “Ele teria fuzilado Dilma Rousseff se fosse candidato."

Gabriela Biló/EstadãoCerca de 2,5 mil pessoas, segundo a PM, participaram de ato contra o atual governo

Marcola. O filho de Bolsonaro disse ainda que votaria em Marcola – apelido de Marcos Willians Camacho, líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) -, mas não em Dilma. “Dizia na campanha: voto no Marcola, mas não em Dilma. Pelo menos ele tem palavra.”

Na internet, o ato deste sábado teve a confirmação de mais de 100 mil pessoas. Manifestantes carregavam cartazes com mensagens como “Intervenção militar já”, “PT é o câncer do Brasil” e “Fraude nas urnas”. “(As urnas) são fraudáveis. Qualquer um que não é analfabeto sabe disso”, afirmou o perito Ricardo Molina, em discurso.

O ato seguiu em direção ao Parque do Ibirapuera e, no caminho, houve uma ameaça de racha do movimento – entre grupos que defendiam um novo golpe militar e outros que desejavam apenas protestar contra a eleição de Dilma. “Exigimos a recontabilização dos votos. Não tem ninguém golpista aqui”, disse o músico Lobão, após conferir no celular a repercussão da manifestação.

Durante o trajeto até o Ibirapuera, moradores da região balançaram bandeiras do PT nas janelas. “Vai pra Cuba”, reagiram os manifestantes – alguns levavam bandeiras do ex-candidato do PSDB a presidente Aécio Neves.

Em Brasília, cerca de 500 pessoas, segundo a PM, também protestaram contra Dilma na Esplanada dos Ministérios. / COLABOROU RICARDO DELLA COLETTA

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