Ficha Corrida

15/08/2015

16/08/2015

Filed under: Ódio de Classe,Marcha da Insensatez,Marcha dos Vadios,Marcha dos Zumbis — Gilmar Crestani @ 11:22 pm
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Dia 16 de agosto de 2015: dia do ódio dos que perderam aos que os derrotam!

06/07/2015

PSDB insufla turba mafiomidiática, sua única militância

Filed under: Golpismo,Golpistas,Marcha da Insensatez,Marcha dos Zumbis,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:30 am
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psdb fernandinho beira marInconformado por não poder chegar ao poder pelos meios democráticos, PSDB deixa de lago qualquer senso ético e inflama sua militância nos grupos mafiomidiáticos. Mais do que nunca os a$$oCIAdos dos Instituto Millenium terão de empregarem a Lei Rubens Ricúpero. Como não deu certo até agora, devem reativarem seus atores de bolinha de papel.

Enquanto isso, todos os processos para investigar as denúncias já feitas dormem nos escaninhos dos Rodrigo de Grandis! Essa é a verdadeira contribuição da campanha do MP #corrupçãonão.

ANÁLISE

Partido tenta inflamar militância sem ser associado a uma ação golpista

VERA MAGALHÃES, EDITORA DO PAINEL

O inferno presidencial de Dilma Rousseff turbinou o discurso do PSDB, que neste domingo fez uma convenção em que todos os principais expoentes previram, com maior ou menor ênfase, o fim prematuro do governo do PT.

Era nítida a preocupação dos tucanos em inflamar a militância sem ser associados a uma ação golpista para apear a presidente. Vacinas como "desfecho institucional" foram usadas nos discursos, bem como a ênfase do apoio popular à saída de Dilma.

Os tucanos acham que a presidente está isolada e que a economia não vai se recuperar tão cedo, mas não têm clareza sobre o caminho que devem percorrer para tentar forçar sua queda.

O grupo de Aécio Neves acredita mais na via da cassação da chapa pelo Tribunal Superior Eleitoral. O problema desse caminho é como obter o apoio do PMDB, uma vez que ele implica na saída do vice, Michel Temer. Além disso, Dilma poderia recorrer ao Supremo Tribunal Federal, num caminho jurídico que, por ser inédito, ninguém sabe dizer que desfecho teria.

A outra hipótese em discussão, essa sim com participação ativa do PMDB, o impeachment da presidente e a assunção de Temer, agrada outra ala dos tucanos. José Serra, hoje próximo de líderes peemedebistas, aposta nesse caminho.

O combustível com o qual a sigla espera contar são as ruas. Eles esperam que fatos previstos para este mês, como o possível julgamento das contas de Dilma no TCU, ajudem a encorpar as manifestações previstas para 16 de agosto em todo o país.

Para o grupo de Aécio, qualquer saída que não passe pelas urnas, como uma eventual posse de Michel Temer, por exemplo, não vai diminuir a crise.

O desfecho, qualquer que seja ele, não será rápido. Da mesma forma, não será tranquilo unir todos os tucanos que dividiram o palco neste domingo a seguir a mesma partitura.

17/06/2015

Sociedade semelhante à escravocrata? Em São Paulo tem!

OBScena: manifestação coxinha com babá a tiracolo que ninguém é de ferro

babaPara quem achava que as manifestações tentando entronizar Aécio Neves no lugar da Dilma tinha chegado ao ápice da hiPÓcrisia, a ponto de levarem babá para fazerem selfie na parada dos vadios, de repente se defronta com a informação de que o Clube Pinheiros obriga as famílias identificarem as babás vestindo-as de branco. Assim, os demais membros da agremiação conseguem separar as honestas dos salafrários. É a típica demonstração da separação do trigo do joio. O joio são estas joias representativas de uma sociedade de classes, típicas de uma mente feudal e toxicômana!

A partir do momento que o MBL é instrumentalizado para tentar emplacar um toxicômano, não admira que outras tantas idiotices apareçam. Uma sociedade manietada pelos meios de comunicação que, ao modo de Goebbels, busca criminalizar  uma parte da sociedade como cortina de fumaça para que continuem perpetrando sonegação como a vista na Operação Zelotes, vê-se que não são infundadas as comparações da Marcha dos Zumbis com a marcha dos fascistas sobre Roma. Aliás, a estrela amarela nos campos de concentração e as vestimentas brancas nas babás guardam muito mais do que semelhanças. Mostram, isso sim, que os assoCIAdos do Instituto Millenium conseguiram com conquistar 12% da população para uma mentalidade não só de apartheid como a provar que o déficit civilizatório está mais presente nos centros urbanos que nos cafundós do Judas. Até quando nós, os 88% da população permaneceremos à mercê de Arnaldo Jabor, Luis Carlos Prates, Lobão, Danilo Gentile, Kim Kataguiri, Aécio Neves, José Serra, Geraldo ALckmin, Reinaldo Azevedo, Rachel Sheherazade, William Bonner, William Waack, Frias, Marinho, Mesquita, Civita & Sirotsky?!

Para quem, neste momento, esteja pensando que foi deslocado para o Paraná a incubadora do nazi-fascismo, saiba que São Paulo ainda é a locomotiva que espalha PCC e apartheid para todo Brasil. E por aí se entende porque o José Serra boicotou a implantação do trem bala até Campainhas:"Serra confessa ter sabotado projeto do trem-bala"

Clube Pinheiros terá de explicar exigência de uniformes de babá

DE SÃO PAULO– O Ministério Público Estadual apura uma denúncia de discriminação no clube Pinheiros, um dos mais tradicionais da capital paulista, na zona oeste de SP.

A Promotoria analisa se é irregular a exigência de uniforme branco para babás que frequentam o local.

Outro ponto investigado é a proibição do acesso das profissionais a áreas como a piscina e espaços de eventos.

Um ofício foi enviado ao Pinheiros no dia 10. A partir da resposta, O Ministério Público decidirá se entrará com ação ou se irá propor um termo de ajustamento para que a instituição reveja a regra.

O clube nega que haja discriminação e diz que a exigência do uniforme para as babás visa garantir o "bem-estar e a segurança dos associados".

17/03/2015

Marcha dos Zumbis

marcha dos zumbisQue me desculpem os crédulos, mas a marcha dos zumbis não tem nada a ver com corrupção. Trata-se de maus perdedores, despeitados por perderem a quarta eleição seguida.

Fosse contra a corrupção, o povo que vestiu a camiseta da seleção no Brique da Redenção, Seleção esta presidida desde sempre por notórios corruptos, também teria feito algum cartaz contra o PP gaúcho. O PP gaúcho pego inteirinho na Operação Lava Jato não mereceu nenhuma crítica. Ninguém lembrou da candidata do PP ao governo gaúcho, Ana Amélia Lemos ou do Otavio Germano da Operação Rodin. Por que ninguém levou cartaz cobrando de Pedro Simon e José Ivo Sartori a participação do PMDB de Renan Calheiros, José Sarney e Eduardo Cunha em todos os casos de corrupção já investigados?! Simples! Trata-se de uma manada conduzida a cabresto pela RBS & Globo.

Trata-se dos mesmos zumbis que saíram às ruas para dizer “não vai ter Copa”. E, que ódio, teve Copa! Não teve foi seleção que defendesse a camiseta com que saíram à rua…

Por mais que os ventríloquos da Multilaser, da AMBEV e do Banco Itaú, demonstrassem toda a má educação de uma elite branca de olhos azuis, na abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão, Dilma se elegeu com mais de 54 milhões de votos. Eis a verdadeira fonte do ódio que alimenta os zumbis. Eles queriam Aécio Neves, o pior senador no ranking da Veja. Da insuspeita Veja, que foi e é, junto com a Rede Globo e suas filiadas, os grandes eleitores dos viciados em pó. Por que ninguém pediu investigação a respeito do sumiço do helicóptero com 450 kg de cocaína? Seria porque também são consumidores?!

Por que não havia nenhum cartaz contra a corrupção praticada sob a bandeira do HSBC? Por que os 210 mil zumbis paulistas não falaram da Alstom, da Siemens, do Robson Marinho, na crise d’água?  A fixação em Lula e Dilma explica o estresse eleitoral. Os zumbis atenderam a um chamado da Rede Globo que não aguenta mais viver sem o duto que FHC, via Miriam Dutra, a abastecia.  Por que será que todo coronelismo eletrônico, os mesmos que se perfilaram à ditadura, também agora clamam pela volta da ditadura. Nada mal para quem a financiou. Quem não foi torturado, estuprado ou morto tem direito a chamar ditadura de ditabranda e apoiar quem sai às ruas pedir a volta da ditadura.

Por que não havia cartazes pedido punição ao Eduardo Cunha? Um notório corrupto, desde muito antes da Lava Jato? Por que ninguém se lembrou de quem comprou a reeleição? Não passa de uma marcha de sociopatas maus perdedores. Eles não suportam que caiam migalhas das políticas sociais para camadas da população que sempre foram alijadas das políticas públicas. Embora sejam políticas tímidas diante do tamanho das necessidades, esta pequenas políticas que botam pessoas pobres nos melhores cursos das universidades públicas e particulares é fonte de todo ódio contra quem ousou redirecionar políticas públicas.

As manifestações, notadamente de uma classe média ventríloqua da Globo, foi apenas uma catarse de perdedores. E fica ainda mais evidente quando a polícia do Geraldo Alckmin viu um milhão de pessoas onde o Datafolha, vinculado a Folha de São Paulo, que de petista não tem nada, encontrou, no pico, 210 mil. Por que as polícias vinculadas aos partidos derrotados por Dilma no âmbito nacional, como no RS, inflaram o número de manifestantes? Por que nenhum gaúcho portou cartazes pedido explicações a respeito da Operação Rodin?

Fico perplexo vendo meus próprios colegas expondo uma avareza dantesca. Exatamente aqueles que se manifestam contra a Lula e Dilma, contra a corrupção do PT, são os mesmos que se aproximam buscando algum tipo de vantagem são os mesmos que se revoltam contra o Bolsa Família, o PROUNI e o FIES. São os mesmos que abatem as mensalidades das filhos que estudam em escolas particulares no imposto de renda. Abatem despesas médicas de plano de saúde particular no imposto de renda. São os mesmos que recebem, vejam só, auxílio alimentação de mais de R$ 600,00 reais mensais, que recebem auxílio creche de mais de R$ 500,00 reais, por filho, que recebem Auxílio Saúde no valor de R$ R$ 131,00 (CJF flexibiliza valor de auxílio saúde pago a magistrados e servidores).

Por que estas pessoas ficam indignadas com o Bolsa Família, que é pago condicionado à frequência escolar dos filhos, causa tanto ódio àqueles que recebem auxílio creche mesmo o filho não indo à creche? Que basta provar que seja filho e receberá o valor do zero ao sexto ano.

Isso não é ignorância, porque eles sabem exatamente de tudo isso. É ódio de classe, é também egoísmo.  É a soma de analfabetismo político com demonstração de insensibilidade social sem precedentes. Mau  caratismo somado a uma tremenda cara de pau!

A pergunta que não quer calar: Por que será que a Marcha das Vadias leva para a Avenida Paulista e o Parque da Redenção mais gente que a marcha dos zumbis?

21/03/2014

Família Adams 2

Filed under: Ditadura,Golpismo,Ignorância,Marcha da Insensatez — Gilmar Crestani @ 8:52 am
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Carta aberta aos organizadores da Marcha da Família 2

Postado em 20 Mar 2014

por : Marcos Sacramento

marcha2

Caros organizadores da Marcha da Família 2,

Embora falte pouco para o evento, vou cometer a ousadia, um tanto romântica, de sugerir uma mudança na pauta. Por que não marcham pela Cláudia da Silva Ferreira, a auxiliar de serviços gerais morta em um tiroteio no Rio de Janeiro e arrastada enquanto era socorrida pela viatura da PM?

A morte de Cláudia foi emblemática. Combinou pobreza, truculência policial, racismo e violência contra a mulher. O mais horrível é que se não fosse filmado o caso seria mais um a engrossar estatísticas da criminalidade.

Cláudia é mártir e merece que marchem por ela. Como vocês já estarão nas ruas, nada mais justo que homenageá-la. Você poderiam, também, marchar em homenagem às 16,9 mil mulheres assassinadas no país entre os anos de 2009 e 2011.

Marchem para denunciar o racismo endêmico que garante dois pretos ou pardos em cada três vítimas de homicídio, marchem contra a posição do país no topo do ranking de desigualdade social, marchem pelos aposentados que depois de trabalhar a vida inteira ainda precisam puxar um carro de picolé ou de pipoca para complementar a renda.

Mas por favor, não ponham as mazelas na conta do PT ou da Dilma. Isso é coisa de conversa de botequim, de gente mal informada. Você sabem muito bem que os problemas dos nosso país não foram causados só pelas duas letrinhas ou pelos dois últimos presidentes da república. Não sou petista, sequer voto no partido, só não tolero falatório sem fundamento.

Os problemas vêm de séculos, dos tempos da colonização, de uma formação econômica baseada na escravidão e de um sistema político feito por e para favorecer a elite. Tem causas múltiplas, não se restringe ao PT ou ao PSDB, ao DEM ou ao PSOL. Nosso empresariado tem uma boa parcela de responsabilidade ao financiar políticos em benefício próprio ou empreender visando apenas o lucro, sem responsabilidades sociais.

Por que não protestam contra o dono da Rede TV, que inaugurou uma mansão de 17 800 metros quadrados enquanto funcionários da emissora estavam com salários atrasados?

Ou então pelo caso de sonegação de impostos da Rede Globo, conhecem essa história? O “cidadâo de bem” que vocês tanto defendem vai se horrorizar com ela.

Marchem pelas vítimas dos “justiceiros”. Ano passado, um caminhoneiro atropelou e matou uma criança de dois anos, aqui no Espírito Santo. Foi linchado e morto. João Querino de Paula era o nome dele. Marchem por ele, que não teve direito a ampla defesa e contraditório. Marchem pela menina atropelada, vítima da falta de infraestrutura das periferias, onde a combinação de vias sem sinalização de trânsito com a ausência de áreas de lazer contribui para ceifar vidas.

Marchem pelo tenente Leidson Acácio Alves Silva, morto com um tiro na cabeça durante patrulha no Rio.

Mas deixem os militares de fora do protesto. Vocês sabem que eles ficaram no poder entre 1964 e 1985, sentem até saudade dessa fase, mas talvez tenham se esquecido que esse regime ditatorial catalisou as desigualdades sociais e deixou a economia brasileira em frangalhos.

Enfim, há muitos motivos para marchar. Daria para encher parágrafos e mais parágrafos de motivos nobres para vocês irem às ruas. Deixem essa paranoia de que estamos a beira de uma ditadura comunista para os hang outs de Lobão e Olavo de Carvalho. Quem acredita nisso crê até no Walter Mercado, aquele do “ligue djá”, lembram?

Abandonem a logorreia beligerante à Reinaldo Azevedo (toc, toc, toc) e Rodrigo Constantino (vade retro) e combatam o bom combate, a busca por um país mais justo, sem desigualdades.

O filme “Gran Torino” pode ser uma boa lição para vocês. Ele conta a história de um veterano da Guerra da Coréia coberto de preconceitos e ressentimentos com orientais. Até que as circunstâncias o levam a salvar um vizinho asiático. Walt, personagem de Clint Eastwood, escolheu seguir o caminho do bem e combateu o bom combate.

Vocês também são capazes disso, acreditem.

Marcos Sacramento

Sobre o Autor

Marcos Sacramento, capixaba de Vitória, é jornalista. Goleiro mediano no tempo da faculdade, só piorou desde então. Orgulha-se de não saber bater pandeiro nem palmas para programas de TV ruins.

Diário do Centro do Mundo » Carta aberta aos organizadores da Marcha da Família 2

25/12/2012

Joaquim Barbosa e a marcha da sensatez

E todos os que apoiam esta marcha e com ela se colocam à beira do abismo comprova outro grande livro sobre a questão nazista: Os carrascos voluntários de Hitler.

LUIZ FLÁVIO GOMES 25 de Dezembro de 2012

Temos que estar atentos contra os "bandoleiros da República", como disse Celso de Mello, mas também de olho nos movimentos de destruição do Estado de Direito, em nome do populismo penal midiático

Barbara W. Tuchman escreveu, em 1984, um dos livros mais admiráveis da humanidade: A marcha da insensatez. Cuida, essencialmente, do seguinte: como os governantes (homens públicos), em certos momentos, cometem erros homéricos, destruindo sua nação ou sua reputação. Quatro grandes acontecimentos da história são detalhadamente abordados no livro: como puderam os troianos imbecilmente puxar o famigerado cavalo de madeira para dentro dos muros de Tróia, como os papas da Renascença toscamente não foram capazes de captar as forças reformistas, impedindo a cisão protestante, como a arrogância dos lordes ingleses forjaram a libertação da América do Norte e como os americanos nesciamente se meteram na guerra do Vietnã.

A história, na verdade, é pródiga em mais exemplos de insensatez: o movimento comunista de Stalin, os fascismos, o nazismo de Hitler, a invasão do Iraque pelo ex-presidente Bush, a guerra do Afeganistão etc. Nesta semana, no Brasil, vimos um exemplo estrondoso de insensatez, do ponto de vista jurídico, que foi o pedido do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, de prisão imediata dos réus mensaleiros. Como afirmamos anteriormente, não importa se se trata de rico ou pobre, petistas ou peessedebistas, preto ou branco: o Estado de Direito deve sempre ser respeitado. E foi isso que fez Joaquim Barbosa, na sua decisão de 21.12.12, rejeitando a insensatez jurídica do procurador-geral.

Ao indeferir a liminar, o ministro-presidente observou que "não há dados concretos que permitam apontar a necessidade da custódia cautelar dos réus (CPP, art.312), os quais, aliás, responderam ao processo em liberdade". Assim é o direito vigente no Brasil, desde fevereiro de 2009 (HC 84.078), em decisão história do Pleno do STF. Por que seria diferente no caso do mensalão? Só para dar razão às críticas (muitas infundadas) da cúpula do PT de que o julgamento seria político e de exceção?

Antes de indeferir o pedido do procurador-geral da República, o ministro lembrou que "já foi determinada a proibição de os condenados se ausentarem do país, sem prévio conhecimento e autorização do Supremo Tribunal Federal, bem como a comunicação dessa determinação às autoridades encarregadas de fiscalizar as saídas do território nacional". "Por todas essas razões, indefiro o pedido", concluiu o ministro-presidente.

Do ponto de vista jurídico, Joaquim Barbosa, nesse ato, retratou a marcha da sensatez jurídica. Carl Schmitt, no auge das suas doutrinas nazistas, afirmou: "A totalidade do direito alemão hoje em dia… deve reger-se só e exclusivamente pelo espírito do nacional-socialismo… Cada interpretação deve ser uma interpretação de acordo com o nacional-socialismo" (em Müller, Los juristas del horror). Muitos estão pretendendo repetir a história, para interpretar todo o direito de acordo com as aberrações do populismo penal midiático.

Goebbels chegou a sugerir "borrar o ano de 1789 da história da Alemanha" (ano de Revolução Francesa). A partir dessa desastrada opinião, os juristas da época iniciaram uma grande campanha contra os direitos humanos, criticando as garantias dos direitos individuais frente ao Estado, as limitações do poder estatal e as restrições do Estado para impor e fazer executar suas sentenças penais. Tudo terminou com o nazismo, o holocausto e a Segunda Guerra Mundial, com milhões de cadáveres.

Schaffstein, um dos emergentes e grandes penalistas nazistas, afirmou: "Quase todos os princípios, conceitos e distinções do nosso direito contam com o espírito do Iluminismo e, portanto, devem ser remodelados sobre a base do novo gênero de pensamento e experiência", que é a nazista, que devia se atrelar à sã consciência do povo (Volk) alemão. A sã consciência do povo alemão está sendo substituída, no século XXI, pelo populismo penal midiático, como procurei demonstrar no meu novo livro, no prelo.

Temos que estar atentos contra os "bandoleiros da República" (como disse o Ministro Celso de Mello), pouco importando o partido político a que pertencem, punindo-os de acordo com a lei. Ao mesmo tempo, de olho nos movimentos de destruição do Estado de Direito, em nome do populismo penal midiático. Nem impunidade daqueles cuja culpabilidade esteja devidamente comprovada, consoante o devido processo legal, nem totalitarismos nazistas. A primitivização dos direitos e das garantias constitui um dos mais horrendos retrocessos civilizatórios.

Joaquim Barbosa e a marcha da sensatez | Brasil 24/7

10/01/2012

Conversa de machos alfa captadas por colonista de zoo

Filed under: Marcha da Insensatez — Gilmar Crestani @ 9:59 pm

USA e Israele alle grandi manovre, obiettivo Teheran

Saranno le esercitazioni più imponenti della storia dell’alleanza militare tra Stati Uniti d’America ed Israele e vedranno schierati decine di batterie missilistiche, cacciabombardieri, tank, sistemi radar, unità navali e migliaia di soldati provenienti dai reparti d’élite dei due paesi. Da fine gennaio in poi, ogni giorno potrebbe essere quello buono per l’avvio di Austere Challenge 12, il war game che rischia d’inasprire ulteriormente le tensioni politiche nella regione mediorientale.

L’annuncio arriva una decina di giorni dopo le grandi manovre navali iraniane nello Stretto di Hormuz, conclusesi con il lancio sperimentale di tre missili a breve e medio raggio; Washington e Tel Aviv negano però, con non poca ambiguità, che l’esercitazione congiunta sia indirizzata contro Teheran. “Lo scenario comprenderà aventi simulati e addestramenti nel campo e non è una risposta ad alcuna situazione odierna”, ha spiegato un portavoce militare israeliano all’agenzia France Press. “Il comando delle forze armate USA in Europa, Eucom, e le forze armate israeliane conducono periodicamente esercitazioni in Israele, nel quadro di una lunga e stabile partnership strategica, finalizzate a migliorare i loro sistemi difensivi”.

Nel corso di Austere Challenge 12 sarà testato il funzionamento di “sistemi multipli di difesa aerea contro l’arrivo di missili e razzi” e, secondo il Jerusalem Post (che ha citato il generale USA Frank Gorenc, comandante del Third Air Force), più che di un’esercitazione si tratterà di un vero e proprio “dislocamento” di reparti e unità navali statunitensi in Israele. “Mentre le truppe USA stazioneranno nel paese per un tempo non specificato, personale militare israeliano sarà distaccato in Germania presso il Comando delle forze armate USA in Europa”, aggiunge il quotidiano.

Nel 2009 fu tenuta in Israele un’altra importante esercitazione (Jupiter Cobra 10) che aveva visto la partecipazione, tra gli altri, del 5th Battalion, 7th Air Defense Artillery dell’US Army con base a Kaiserslautern, unità di pronto intervento specializzata nella difesa aerea e missilistica in ambito NATO ed extra-NATO. Fu simulato un attacco missilistico nucleare iraniano combinato al lancio di missili a corto raggio dal territorio siriano e libanese e i reparti specializzati statunitensi ed israeliani riuscirono ad abbattere in volo un vettore balistico.

Tel Aviv è impegnata da diverso tempo nello sviluppo e nell’implementazione di un articolato “scudo” anti-missile e anti-aereo con il supporto USA. Elemento chiave dell’alleanza strategico-industriale è il sistema Arrow che dovrebbe intercettare e distruggere i missili balistici “nella stratosfera e lontano da Israele”, come spiegano i manager della holding industriale Boeing, prime contractor del programma. L’Arrow nasce a partire del 2002 dalla ricerca congiunta dell’agenzia missilistica militare USA e del ministero della difesa israeliano. Il sistema d’arma è composto da un centro di comando e di lancio, da un radar di controllo e dal missile-intercettore che distrugge i target con una testata a frammentazione. Assemblato in Israele dall’industria aerospaziale IAI (Israel Aerospace Industries), l’Arrow è stato sperimentato “con successo” la prima volta nel 2007 e successivamente nell’aprile 2009 e nel febbraio 2011. In quest’ultima occasione, il vettore avrebbe individuato, intercettato e distrutto un missile lanciato da una piattaforma off shore della US Navy, nella costa californiana. Attualmente, Boeing e IAI stanno sviluppando un intercettore tecnologicamente più sofisticato e di gittata maggiore, l’Arrow 3. Al programma partecipano pure altre aziende USA: General Dynamics, L3 Ordinance, GW Lisk e Honeywell.

USA e Israele alle grandi manovre, obiettivo Teheran – AgoraVox Italia

Machos alfa en el Estrecho de Ormuz

Por: José Ignacio Torreblanca |

Machos alfa 1310641699_0El comportamiento del gobierno iraní se parece mucho al de los machos-alfa que vemos en los documentales del National Geographic. ¿O es qué las amenazas del General Ataollah Salehi, jefe del Estado mayor del ejército iraní, advirtiendo a Estados Unidos de que no tolerará que sus buques de guerra crucen una vez más el Estrecho de Ormuz no son el equivalente a los golpes en el pecho que los gorilas de montaña se dan para mantener a otros machos fuera de su territorio?

La cuestión es si, como en los buenos documentales, los golpes en el pecho de los iraníes, acompañados de unas intensas maniobras navales convenientemente retransmitidas al mundo por la televisión, son, en realidad, una demostración de fuerza o, por el contrario, una manifestación del miedo y debilidad del régimen iraní ante un aislamiento internacional que acaba de dar una nueva vuelta de tuerca con la entrada en vigor de la última ronda de sanciones y la amenaza de un bloqueo casi total de sus exportaciones de crudo [De hecho, según algunos estudios, los machos-alfa sufren habitualmente de un gran estrés].

Que el régimen iraní va de farol es bastante verosímil. Para comenzar, su marina no tiene la más mínima posibilidad de presentar batalla naval a Estados Unidos y ganarla. Seguro que los iraníes recuerdan amargamente cómo, en el enfrentamiento naval que siguió al impacto contra una mina iraní de la fragata lanzamisiles Samuel B. Roberts en el Golfo Pérsico el 14 de octubre de 1988, la inmensa superioridad militar de Estados Unidos se tradujo en el hundimiento de varios buques iraníes, incluyendo una fragata (IS Sahand, en la foto), y la captura y destrucción de varias plataformas petrolíferas (véase Operación Praying Mantis). Si entonces ni la fuerza aérea ni la marina iraní pudieron desafiar a Estados Unidos es difícil que pudieran hacerlo ahora. Al contrario, los acontecimientos de 1988 llevaron al gobierno iraní a firmar un alto el fuego con Irak y a poner fin a su intento de bloqueo del Estrecho de Ormuz.

En segundo lugar, las aguas de Ormuz son aguas internacionales y están protegidas por el derecho internacional así que si el parlamento iraní tuviera la ocurrencia de, como ha insinuado, “nacionalizarlas” o bloquear su paso a terceros estados, la comunidad internacional, incluida la ONU, no tendría más remedio que autorizar a los gobiernos a usar la fuerza para mantener el estrecho abierto [véase esta muy interesante discusión legal sobre la materia]. Que la crisis acabara con nuevas sanciones sobre el gobierno iraní y una presencia militar internacional permanente en el estrecho no sería desde luego el escenario que más conviene a los iraníes. Por tanto, la medida uniría a toda la región contra Teherán, lo que no parece muy inteligente.

Pero es que, en tercer lugar, un cierre del Estrecho de Ormuz como consecuencia de una escalada militar perjudicaría, sobre todo, a los propios iraníes, que lo necesitan para exportar su propio petróleo más que los demás para recibirlo, pues los demás países, como España, pueden acudir a terceros proveedores, incluyendo Arabia Saudí, acérrimo enemigo de Irán, que ya ha anunciado que compensaría con su producción la carestía de crudo. Recuérdese que Irán, con 2,4 millones de barriles, es el segundo productor de la OPEP y que el 80% de sus ingresos provienen de las exportaciones de gas y petróleo [véase este muy interesante gráfico con el desglose]

Por tanto, los golpes en el pecho iraníes al paso del portaaviones estadounidenses John C. Stennis, un paso que “inocentemente” ha coincidido (bajo la excusa de una misión rutinaria de apoyo aéreo al despliegue en Afganistán) con la entrada en vigor de la nueva ronda de sanciones a EEUU y las presiones a los europeos para que se sumen al embargo petrolífero a Irán sólo tienen sentido si los iluminamos bajo dos hipótesis distintas, aunque complementarias.

Primero, a sabiendas de que el bloqueo de sus exportaciones de petróleo es inminente, los iraníes estarían introduciendo tensión en los mercados de crudo simplemente con la intención de maximizar el precio que recibirán por sus últimas exportaciones y, complementariamente, impresionar a los europeos, tradicionalmente, más asustadizos, para que no se sumen a las medidas estadounidenses.

Segunda, la lógica de los movimientos iraníes sería interna. Se trataría, una vez más, de sofocar a la oposición interna con la excusa de que el país está bajo amenaza exterior. Esta es una táctica muy común que emplean todas las dictaduras, se llama “envolverse en la bandera” y fue estudiada en detalle por el politólogo John Mueller. Cuanto más tensión interna, más se busca la tensión externa que desactive a la oposición interna y legitime la represión. Con unas elecciones legislativas en marzo y enormes tensiones internas dentro del régimen entre Ahmadineyad y Jamenei, la tensión exterior representaría la continuación de la política exterior por otros medios.

La tercera hipótesis, que Irán realmente esté buscando un enfrentamiento armado, con la intención de perderlo, es también muy sugerente, pero algo más enrevesada por lo que requiere algo más de espacio, así que la dejo para una próxima entrada, junto con dos recomendaciones: Iran’s self-destructive gamble, de Alireza Nader y James Dobbins; y Constraining Iran in the strait, de Ilan Berman.

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