Ficha Corrida

17/09/2015

O único legado de FHC, um jagunço

fascismonE mais não digo, por despiciendo…

Gilmar ateou fogo às vestes e ao Golpe

publicado 17/09/2015

Ele é o que sempre foi: cria do FHC

O voto miseravelmente derrotado do ministro (sic) Gilmar foi mais do que um ato tresloucado.
Foi um patético suicídio político.
Com duas consequências saudáveis para o teor de oxigênio que se respira na República.
Primeiro, ele se desqualificou definitivamente como juiz.
Esse voto despudorado não o credencia a arbitrar um jogo de porrinha.
Qualquer veredito passa a ser suspeito.
Segundo, o voto partidário, odiento, black bloc, paneleiro, enterra o impítim.
Como diz o tartúfico Fernando Henrique, não haverá impítim porque não há quem o dê.
Não haveria de ser esse juiz desqualificado para arbitrar concurso de Miss Diamantino.
O discurso/voto/confissão foi um canto de cisne.
Para uma causa desde sempre perdida, porque era um impítim sem povo.
(Leia "o tamanho da crise".)
Uma causa sem líder, porque não havia ideias com que liderar.
O voto de Gilmar foi uma benção.
A teatral retirada do plenário, para repudiar a palavra concedida à OAB, não foi uma ofensa aos advogados a quem ele não respeita desde sempre.
Com exceção do insigne Dr Sergio Bermudes, com quem ele conversa por telefone duas vezes por dia.
Foi uma resposta desaforada à recriminação direta, insofismável, que recebeu do Presidente Lewandowski.
Gilmar demonstrou que não passa do que sempre foi: a mais daninha das heranças do FHC.
Paulo Henrique Amorim

Gilmar ateou fogo às vestes e ao Golpe — Conversa Afiada

12/08/2015

O clã e os aviões do tráfico

OBScena: raio x do saco do Roberto Marinho encontra soldado desconhecido

originalDe repente, Arnaldo Jabor ficou sem palavras. William Waack ficou sem saber o que contar à CIA. Merval atolou-se no merdal das sabujices.

A aparente mudança de rumo da Rede Globo é um pontapé  no traseiro de seus vira-latas. Este caso é um caso clínico que serve para ilustrar de forma meridiana a Teoria do Domínio do Fato. Enquanto a Globo atiçava seus anencefálicos, a marcha dos zumbis crescia. Com o barulho da freada, os vira-bostas botaram o rabo entre as pernas e se acoitaram nas sombras. Estão recuperando energias para redirecionar as baterias contra alguma vítima que os donos apontarem o dedo.

Está mais do que evidente que  Ali Kamel defecou aquele amontoado de asneiras no monumental “Não somos racistas” sob os auspícios dos seus mecenas. Tudo para atacar a política de cotas adotada pelo inimigo figadal dos patrões, Lula e o PT. Por um biscoito, Kamel faz piruetas, deita e rola no colo dos patrões. Se consegue fazer parar quem também faz andar. Quem freou foi também quem tinha o pé no acelerador.

Esta súbita conversão do clã Marinho faz lembrar uma famosa tirada mafiosa saída dos livros do Mário Puso: “business is business”. Ao mesmo tempo, não há como não associar com os Versos Íntimos, do Augusto dos Anjos:

Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

Onde foram parar os valentes jornalistas da Globo que defendiam o impeachment? Por Paulo Nogueira

Postado em 11 ago 2015 – por : Paulo Nogueira

O patriarca morreu, mas o papismo foi mantido pelos três herdeiros

O patriarca morreu, mas o papismo foi mantido pelos três herdeiros

Uma coisa eu preciso reconhecer na família Marinho: ela sabe dar ordens.

Nisso, é bem diferente da família Civita, que não consegue pedir um café para o mordomo.

Nem bem João Roberto Marinho disse aos senadores do PT que transmitiria a seus editores o que ouvira deles, o noticiário da Globo mudou consideravelmente.

Em todas as mídias.

O que João ouviu é o que todos já sabiam: que a cobertura da Globo vinha sendo escandolasamente enviesada contra o governo.

João prometeu aos senadores que iria avisá-los do diagnóstico prontamente.

Presumo, pelo que conheço da Globo, que ele mandou um email sintético, que é seu estilo, aos integrantes do Conedit, o Conselho Editorial.

Acabou.

No Jornal Nacional da sexta-feira, um milagre: a dupla aparição de Dilma e Lula em reportagens diferentes.

Há quanto tempo o JN não abria espaço duplo para coisas do PT? Uma eternidade.

Os jornalistas da Globo sabem que o preço da visibilidade é a submissão.

Ou o papismo.

Na biografia de Bial sobre Roberto Marinho, um episódio revelador é narrado.

O jornalista Evandro de Andrade estava conversando com Roberto Marinho sobre a possibilidade de chefiar o Globo.

Evandro, numa carta, garantiu a RM que era “papista”. O papa falou, acabou: passemos para o próximo assunto.

Imagine, apenas a título de especulação, que Ali Kamel se insurgisse e continuasse a acelerar enquanto os patrões pedem que se freie.

Quantas horas até ele ser removido? E alguém trataria de espalhar, nos corredores do poder na Globo, que Kamel foi vitimado pelo Ibope. Pegou, afinal, o Jornal Nacional com mais que o dobro da audiência atual.

Mas isso não vai acontecer, porque Kamel é papista. Você não faz carreira na Globo se não for.

A Globo freando, as demais empresas jornalísticas fizeram o mesmo, excetuada a Abril com a Veja.

Para a Veja, não há mais recuo possível. O estrago por anos de jornalismo criminoso é de tal monta que simplesmente não existe um caminho de volta.

Os atuais leitores – analfabetos políticos de classe média que tem raiva de pobres, negros, homossexuais, índios e demais minorias – debandariam. E os antigos jamais retornariam.

A Folha e o UOL, da família Frias, parecem ter também desistido de atear fogo. Todos os dias, na home do UOL, o blogueiro Josias de Souza decretava o fim do governo.

Procurei Josias hoje, na home, e não encontrei. Fui a seu blog, e encontrei um tom que nada tem a ver com a gritaria dos últimos meses.

A coragem dos colunistas e comentaristas da grande mídia vai até o exíguo limite de uma ordem patronal.

No Facebook, Eric Bretas, diretor de mídias digitais da Globo, disse que o editorial da Globo provava que jornalistas e donos não têm a mesma opinião.

Respondi que respeitaria os aloprados da Globo se eles, diante das novas instruções de JRM, continuassem a fazer o que vinham fazendo.

Claro que isso não aconteceu.

Certamente os papistas da Globo encontraram, como sempre, vários motivos para pensar exatamente igual aos donos.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo » Onde foram parar os valentes jornalistas da Globo que defendiam o impeachment? Por Paulo Nogueira

01/08/2015

Beto Richa bate nos professores; Sartori bate o salário

Filed under: Corrupção,Corruptores,José Ivo Sartori,Magarefes,PMDB,RBS,RS,Ventríloquo — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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José Ivo Sartori como se faz um governo maus caráteres para maus caráteres! Como se pode ver pelas duas matérias copydescadas da Folha, a crise é de caráter, não de dinheiro!

Sartori, a coerencia segundo Pedro Simonsartori & nepotismo

O pior e o melhor da crise. O pior é ver os servidores pagando a conta de um governo não só medíocre, mas de total nonsense. Para palhaço precisa melhorar muito. Mas não há de se dizer que não havia indícios de que isso viria acontecer. Sartori esteve nos governos Britto, Yeda Crusius e Germano Rigotto. Sartori é do mesmo partido do Sarney, do Renan Calheiros, do Pedro Simon e do Eduardo CUnha! Na última campanha presidencial Sartori esteve ao lado do PP gaúcho e do Aécio Neves. Todos, de alguma forma, atrelados aos interesses da velha mídia golpista.

O sentido é muito claro. O ventríloquo da RBS vai fazer o que fazem quem ela consegue teleguiar: atacar o serviço público para joga-lo na privada.

O melhor é ver a RBS pela enésima vez se refestelando em cima da desgraça do servidor público. Quem zapeasse ontem pelos inúmeros veículos nas mãos da RBS veria a mesma cantilena de seus celetistas, para eximir Sartori, botando a culpa nos servidores, no PT e na Dilma. O mínimo que diziam em relação ao governador que o tiririca da serra é uma vítima dos servidores sanguessugas.

Faço minha as palavras da Folha de São Paulo de 14/02/2015, para pintar o verdadeiro retrato deste pulha:

“O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), concedeu status de secretária de Estado à primeira-dama, Maria Helena, em uma manobra que favorece a sua base de apoio na Assembleia Legislativa. Maria Helena, 62, concorreu a deputada estadual em 2014 e acabou na segunda suplência da coalizão. Ela deveria assumir a vaga na Casa porque o primeiro suplente de sua coligação e um dos deputados eleitos já tinham sido nomeados secretários. Pelas regras, a única justificativa para não assumir o cargo seria uma licença para se tornar secretária de Estado. Sartori, então, criou na quinta-feira (12) o cargo de "Secretária de Estado Extraordinária do Gabinete de Políticas Sociais".”

Alguém consegue imaginar o que a RBS teria dito se Dilma tivesse feito algo parecido? Isto prova que os verdadeiros bandidos não são os que estão presos por destruírem bens materiais, mas aqueles que ocupam espaço nas concessões públicas como a RBS, pelo poder que têm de destruírem instituições públicas e ferirem de morte a democracia. São eles que criam as mentes fascistas que se espalham pedindo golpe militar.

A conclusão é muito simples. É a volta dos que sempre destruíram o Estado para justificar a entrega do patrimônio. Antônio Britto fez exatamente isso para justificar a entrega da CRT, vejam só para quem, para a RBS. Na maior cara de pau, na frente do Ministério Público, da Polícia e dos Políticos, passou a perna nos milhares de acionistas minoritários, apertou a mão do seu Maurício Sirotsky e lhe entregou a Companhia Rio-Grandense de Telecomunicações como se fosse dele.

Por que a primeira medida de austeridade é sempre o corte do salário do servidor e não o corte do salário dos milhares de CCs. Ou será que já esqueceram que a primeira coisa que Sartori fez colocar a mulher numa Secretaria

Crise no RS afeta salários de servidores

Com a maior dívida do país entre os Estados, governo gaúcho anuncia que irá parcelar os vencimentos de julho

Professores decidem entrar em greve e sindicatos pedem a prisão do governador José Ivo Sartori (PMDB)

PAULA SPERBCOLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE CAXIAS DO SUL (RS)

Em grave crise financeira, o governo de José Ivo Sartori (PMDB) anunciou nesta sexta (31) o pagamento parcelado dos salários de julho dos servidores estaduais do Rio Grande do Sul. Só receberam integralmente os funcionários com salário até R$ 2.150.

Para os cerca de 168 mil servidores (48% dos 350 mil) que recebem acima desse valor, o salário será pago em mais duas parcelas: R$ 1.000 até 13 de agosto e o restante até 25 de agosto.

O parcelamento será apenas aos funcionários do Executivo –os do Legislativo e do Judiciário não foram afetados.

Com isso, os professores da rede estadual resolveram entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda (3). Os policiais da Brigada Militar também decidiram que só irão atuar nas ruas em caso de emergência e prometem ficar "aquartelados" após este fim de semana.

Em Porto Alegre, manifestações ocorreram já durante a divulgação da medida. Sartori não participou do anúncio sobre o parcelamento, feito pelo secretário da Fazenda, Giovani Feltes.

"Não é chororô, é falta de dinheiro", disse Feltes. O secretário ainda afirmou que o Estado não deverá quitar o pagamento da dívida com a União. Nos dois últimos meses, o governo gaúcho atrasou o pagamento, mas honrou o compromisso. Com o calote, o governo federal pode bloquear repasses financeiros ao Rio Grande do Sul.

Para pagar a folha de julho, faltaram, segundo o governo, R$ 360 milhões. Desde maio, servidores obtiveram na Justiça uma ordem proibindo o governo de atrasar o salário. O secretário da Fazenda diz que não há dinheiro para cumprir a determinação.

Sindicatos foram à Justiça pedindo a prisão de Sartori por desobedecer a ordem judicial, mas um desembargador rejeitou a solicitação.

O Rio Grande do Sul é proporcionalmente o Estado mais endividado do país e convive há anos com sucessivos deficits no orçamento. Desde que assumiu, em janeiro, Sartori atrasa repasses a saúde e a fornecedores para priorizar o pagamento do funcionalismo.

19/06/2015

O incrível exército de “branca” leone

branca leoneQuando li que Aécio Neves comandaria o Exército de “Branca” Leone que invadiria a Venezuela, lembrei-me logo do José Serra. Só pode ter sido uma artimanha do vampiro paulista. Deve ter pedido para alguém entregar ao bêbado das alterosas um mapa da Venezuela com a planta do Palácio de Los Lopez e outro com a planta do Palácio de Miraflores em Assunção. Em todo caso, vê-se que Álvaro Dias passou o bastão dos golpistas paraguaios ao ainda em síndrome de abstinência, Aécio Neves. Nestas horas Aécio já deve estar rumo ao Chile. Para assumir o lugar do Neymar. Onde houver a possibilidade de alguém cair, lá estão os soldados do Exército de Brancaleone em prontidão, prontos a passarem a perna.

E eu que pensava que depois da marcha dos zumbis e da marcha dos vadios o ridículo já havia subido ao telhado. De fato, não conheço a alma dos ventríloquos. Como diz um amigo meu, “é muita chinelagem emplumada”. A trupe do PSDB foi buscar lã e saiu tosquiada.

Viva Simón Bolívar!!!

Nem a genialidade do Mário Monicelli poderia imaginar uma marcha mais histriônica do que a destas cavalgaduras medievais sobre a Venezuela. Como Napoleão e e Hitler sobre Moscou, chegaram mas não entraram.

Alguém ainda há de lembrar de uma matéria da Folha de São Paulo de março de 2009: “Governo de SP manda recolher 500 mil livros de geografia com 2 Paraguais”.   Eram os tempos de José Serra, esta mente sombria que endoidece Aécio Neves.  Só ele poderia induzir Aécio a esta louca cavalgada.

Senadores são hostilizados por governistas na Venezuela

Comitiva de senadores volta ao Brasil sem obter reunião com políticos presos; militantes cercaram veículo do grupo

Bloqueio frustra visita de Aécio à Venezuela

Comitiva de senadores volta ao Brasil sem obter reunião com políticos presos; militantes cercaram veículo do grupo

Chegada de extraditado e lavagem de túnel atrapalharam saída de aeroporto; policial admite ‘sabotagem’

SAMY ADGHIRNIDE CARACAS

Uma comitiva de oito senadores brasileiros foi a Caracas nesta quinta (18) e, após seis horas de espera, voltou sem conseguir se reunir com opositores do governo.

O veículo que levava o grupo, liderado por Aécio Neves (PSDB-MG) e pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), ficou parado na saída do aeroporto Simón Bolívar, devido a um congestionamento causado por um bloqueio policial.

Na saída do terminal, o micro-ônibus foi cercado por dezenas de partidários do governo, que bateram no veículo gritando: "Chávez não morreu, multiplicou-se".

Neste momento, batedores fecharam o caminho, alegando que não havia condições de a comitiva prosseguir.

Sem poder sair do aeroporto, os senadores acabaram voltando ao Brasil no fim da tarde. Segundo a Folha apurou, a embaixada brasileira ofereceu um helicóptero para levá-los até o aeroporto militar La Carlota, na região central de Caracas, mas a alternativa foi recusada pela comitiva. Oficialmente, a embaixada nega ter feito a oferta.

Os senadores não puderam ser ouvidos porque estavam no voo de volta, que chegou a Brasília apenas nos primeiros minutos desta sexta (19).

Autoridades que escoltavam a comitiva alegaram que o bloqueio se devia a obras na pista, limpeza de túneis e segurança para o translado de um prisioneiro recém-extraditado da Colômbia. Mais cedo, o trânsito parou por um derramamento de carga –esta foi a razão apontada pelo presidente Nicolás Maduro para o tráfego impedido.

O avião com Yonny Bolívar, acusado de matar uma manifestante grávida nos protestos de 2104, aterrissou em Caracas às 11h (12h30, em Brasília), uma hora antes da chegada da aeronave da FAB que levou a comitiva.

À Folha, porém, um dos agentes da Polícia Nacional Bolivariana admitiu haver uma ação orquestrada para bloquear a passagem do veículo com os brasileiros.

Como o micro-ônibus não passou pelo acesso à estrada que leva a Caracas, a comitiva de senadores voltou ao aeroporto. Lá, foram recebidos pelas mulheres de opositores e pela deputada cassada María Corina Machado.

O deputado João Daniel (PT-SE), que foi a Caracas a convite do governo, disse que ficou preso no trânsito devido a um acidente, mas chegou à capital após quatro horas, por uma rota alternativa.

A Folha viu María Corina cogitar a rota alternativa, que passa por uma zona perigosa, mas o oficial do governo que acompanhava a comitiva disse que não poderia garantir a segurança do grupo, e os senadores recuaram.

"Nós fomos sitiados e impedidos de cumprir o objetivo da nossa missão. Isto é um claro incidente diplomático da mais alta gravidade, e vamos exigir que a presidente Dilma convoque para consultas o embaixador em Caracas [Ruy Pereira] e tome outras providências cabíveis", afirmou Aécio à Folha.

Para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), "eles [manifestantes] foram claramente pagos pelo governo".

Integravam a comitiva José Agripino (DEM), Ronaldo Caiado (DEM), Ricardo Ferraço (PMDB), José Medeiros (PPS) e Sérgio Petecão (PSD).

A previsão era que os senadores fossem ao presídio de Ramo Verde, onde tentariam visitar o opositor Leopoldo López, detido há mais de um ano acusado de instigar protestos contra o governo. Planejavam também visitar o prefeito metropolitano de Caracas, Antonio Ledezma, em prisão domiciliar.

Colaboraram MÔNICA BERGAMO, colunista da Folha, e FABIANO MAISONNAVE, de São Paulo

13/04/2015

Empiricus, empresa cujo sucesso entrou pela última sílaba

Filed under: CIA,Empiricus,Magarefes,Picaretagem — Gilmar Crestani @ 10:41 pm
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Como já disse alhures, a Empiricus entrou pela última sílaba. Aos amestrados, bem feito. Aos mal intencionados, idem. À manada de otários, ibidem. A CIA investe toda verba de seu orçamento secreto em otários. Por isso os EUA se obrigam a cometerem assassinatos ao redor do mundo. O dinheiro gasto em maus propagandistas induz ao ódio, mas não convence aos que tem um mínimo de discernimento. Por isso, depois dos maus resultados, a solução final é o assassinato.

Quem ouviu a Empiricus no fim de janeiro, deixou de ganhar 50% com Petrobras

13 de abril de 2015 | 12:17 Autor: Fernando Brito

empiricus

Há seis dias, sob o escárnio de alguns “entendidos” em Bolsa, escrevi aqui que não era coisa de um ou dois pregões a alta da Petrobras.

Neste momento, a ação, que começou o ano a R$ 9, marcava pouco mais de R$ 12,56 na Bovespa.

Ou 39% a mais.

Naquele dia, o crescimento era de 20%.

Considerado o pior valor deste ano, o do dia  30 de janeiro (R$ 8,04), o ganho foi de mais de 50% para quem comprou a esta cotação.

E os espertos compraram, porque só os bobos se entregam ao terrorismo dos urubus do mercado.

Quer ver o que o “sabichão” da Empiricus, cuja onipresente propaganda  polui 11 entre cada dez paginas de Internet, dizia no dia seguinte àquele 30 de janeiro? Está no G1:

“Para Felipe Miranda, analista da Empiricus Research, a tendência é que o valor das ações da Petrobras caia ainda mais, e que a empresa emita mais ações para cobrir o “rombo”: “o petróleo cai, cria ambiente de estrangulamento financeiro, e isso implica mais queda”, diz. Para ele, não é uma boa comprar ações da estatal, mas sim de vender, e o quanto antes, melhor.”

Os clientes que seguiram seus conselhos devem estar “morrendo de felicidade”, não é?

Ninguém “adivinha” cotação de Bolsa, mas pode, sim, entender tendências de médio prazo.

E a ação da Petrobras está muito desvalorizada e por isso há investidores que não apenas estão mantendo o que compraram barato como aproveitando a pressão de venda dos pequenos, atemorizada com as perdas que sofreram.

Ninguém pode “cravar” a quanto e em que prazo irá a ação e a empresa está sujeita, ainda, a muita turbulência política.

E o cenário mundial do petróleo é recessivo, ainda que poucos acreditem que isso chegue ao final do ano.

Nada seria mais estúpido do que apontar um cenário ufanista para a Petrobras, a não ser pintar, como fazem, um cenário de destruição.

A recuperação da Petrobras no mercado de ações será lenta, terá altos e baixos, mas vai ocorrer.

Porque a Petrobras é uma das maiores e mais capazes empresas do mundo do petróleo e está sentada sobre reservas que ficaram imensas, após o pré-sal.

E é essa, e nenhuma outra, a razão pela qual a querem paralisar.

Para entregar.

Quem ouviu a Empiricus no fim de janeiro, deixou de ganhar 50% com Petrobras | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

11/04/2015

Zumbi anencefálico

fhc miriam dutra e tomasO mau caratismo de FHC já virou folclore. Alimentado pelos grupos mafiomidiáticos, o anencefálico ex-presidente que transformou o Brasil num puteiro, diz hoje na Folha que, ao designar Temer como articulista do Governo, Dilma estaria vivendo um momento de crise de liderança. Escuta, mas este imbecil não lembra que ele mesmo nomeou Marco Maciel seu articular ainda em 1995. Contando com apoio de todos os assoCIAdos do Instituto Millenium, do Rubens Ricúpero, do Carlos Monforte, da Rede Globo, da RBS, do Gerdau, do Bill Clinton, ainda assim nomeou seu vice articulador político do seu governo. Ele estava em crise de liderança?!

O fato de ele não ter lembrança do que fez ou faz, ou fazer de conta de que não sabemos, revela duas facetas de uma mesma moeda. FHC desconhece o google e a facilidade de se desconstruir suas demências e de que não somos todos amestrados. Tem de não ter vergonha na cara o sujeito vir a público apontar o dedo para a Dilma de atos que ele também praticou. Mesmo que ele admitisse que a nomeação de Marco Macial seu articulador político tivesse decorrido de sua falta de liderança, de sua incapacidade, ainda assim não poderia julgar outros tomando a si por parâmetro. FHC não é parâmetro de outro coisa senão de mau caratismo.

Um sujeito que é traído até pela amante, funcionária da Rede Globo, Miriam Dutra, vai ser respeitado por quem? Tem de ser muito imbecil para acreditar neste sujeito.

FHC deveria se dar conta de seu triste e patético papel a partir do momento que os filhos de D. Ruth pediram exame de DNA para provar que o filho que ele dizia ser seu era só filho da mãe. FHC poderia começar explicando quem foi que sustentou Miriam Dutra na Espanha, os cofres públicos, ele ou a Rede Globo? Um capacho dos interesses da Rede Globo e dos EUA vive a dar palpite furado, atuando como verdadeiro ventríloquo de interesses escusos.

A pergunta que não quer calar é como alguém tão contrário ao interesses do Brasil pode vir a se tornar Presidente? Somente pela ausência total de informação de que somos vítimas. O compadrio de FHC com os assoCIAdos do Instituto Millenium, com quem ainda vive em conúbio carnal, postergou a morte deles. Bastou um sopro de democracia, de funcionamento das instituições, para que a Operação Zelotes mostrasse de onde provinha o adubo que fazia a RBS crescer. Ainda falta explicar como, no dia seguinte ao término da estadia no Planalto, Pedro Parente desembarcou na RBS. E Pérsio Arida? E Armínio Fraga? E tantos outros que viraram prestadores de serviço da RBS?

Então no PFL, hoje DEMo, quase em extinção, Marco Maciel era e é um legítimo filhote da ditadura. Representante vivo dos zumbis que hoje estão vagando pelas ruas mediante espaço conquistado nos decadentes grupos mafiomidiáticos.

FHC diz que novo papel de Temer aponta crise na liderança de Dilma

Para tucano, presidente cedeu o comando na economia e na política

GUSTAVO URIBEDE SÃO PAULO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) avaliou nesta sexta-feira (10) que a decisão da presidente Dilma Rousseff (PT) de transferir a articulação politica do governo federal para o vice-presidente Michel Temer (PMDB) demonstra que a capacidade dela de liderança está "muito abalada".

Em palestra a empresários e estudantes da área de tecnologia, na capital paulista, o tucano ressaltou que o peemedebista pensa diferente da petista, assim como o ministro Joaquim Levy (Fazenda) que, disse ele, recebeu a "chave do cofre" para fechá-lo, numa referência ao ajuste fiscal.

"Nós estamos, por circunstâncias, em um momento em que a capacidade de liderança de quem está na Presidência da República está muito abalada. Tanto que entregou a chave do cofre para alguém que pensa o oposto. E entregou para ele fechar o cofre, mesmo que não possa mais mexer nele. E, agora, entregou o comando politico para outro que também pensa diferente, para outro partido. É uma situação delicada a que estamos vivendo", afirmou.

Para solucionar a crise, o tucano defendeu a continuidade dos protestos de rua e o funcionamento do Judiciário:

"Não fazer conchavos e não fazer conciliação. Mas, em algum momento, sempre tem que haver algum acordo. A sociedade não funciona em pé de guerra o tempo todo. Tem de fazer acordo, mas não pode ser embaixo do pano".

Ele disse que Dilma colocou "a Petrobras na posição que está. Segurando a inflação, arrebentou com o etanol, as usinas faliram. Na parte elétrica, deu nó nas finanças, que estão quebradas".

Mas, embora já tenha transferido a articulação política para Temer, o governo não pretende extinguir a Secretaria de Relações Institucionais por ora. Isso só poderia ser feito por meio de lei. Não há movimentação neste sentido.

Colaboraram MARIANA HAUBERT e VALDO CRUZ, de Brasília

14/10/2014

Até magarefes recebem cartas

Filed under: Assas JB Corp,Chicana,Foi feito pra isso, sim!,Magarefes — Gilmar Crestani @ 10:24 pm
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OTÁRIO! Foi feito pra isso, sim!

‘Venha, Joaquim’

Redação

14 outubro 2014 | 16:19

(Carta aberta dos criminalistas Roberto Podval e Maíra Zapater ao ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa)

STF / SESSÃO

Caro Dr. Joaquim,

Queremos lhe dar as boas-vindas ao universo da advocacia. De nossa parte, não vemos qualquer impedimento para que se torne nosso colega nessa nobre atividade essencial à administração da justiça. Aliás, entendemos que até mesmo o Exame da Ordem, tão temido por nossos bacharéis (e ao qual não podemos nos furtar mesmo após cinco anos de graduação, pois nosso conhecimento técnico é obrigatoriamente escrutinado pelos colegas pela via desta prova para que possamos exercer a profissão), seja-lhe dispensável tendo em vista o notório saber jurídico inerente àqueles que ocuparam o posto da mais alta corte do país.

Compreendemos, porém, o posicionamento manifestado pelo Presidente da OAB do Distrito Federal onde o colega pretende se inscrever. Afinal não foram poucas as manifestações de descontentamento de muitos advogados com atitudes de desrespeito, maus tratos e ofensas do então ministro para com os causídicos. Sem querer colocar aqui nenhuma queixa particular ou pessoal, de toda sorte, podemos dizer que fomos todos, porque advogados, destratados e o presidente da OAB-DF apenas reagiu a anos de acusações e mal ditos contra a classe que agora o colega procura integrar.

De qualquer forma é bom que venha somar-se a nós. É bom que perceba como acordamos cedo para a labuta, como sofremos por não sermos atendidos (o que muitas vezes prejudica a prestação de serviço ao cliente, que não consegue compreender o porquê de ter um pedido de legalidade evidente negada por um magistrado), como é árdua e digna a missão de defender os acusados que não desfrutam de qualquer simpatia do resto da sociedade, e acima de tudo de fazer valer o direito sagrado e individual de defender a liberdade do cidadão, realizando diariamente o difícil exercício de não julgar o próximo para que tenha os seus direitos respeitados. Sem o que, vale dizer, nenhuma condenação tem validade.

Não se zangue com as longas filas para revista de pastas e passagem em detectores de metais quando comparecer aos fóruns para acompanhar os processos de seus clientes. Isso não se deve a uma especial desconfiança quanto a “conluios” de advogados com acusados de crimes: é preciso ter paciência, pois se faz em nome da segurança de todos. Não leve para o lado pessoal uma eventual recusa de um magistrado em recebê-lo para despachar uma petição, ou o impedimento de acesso aos autos no balcão: talvez o colega se surpreenda com os poderes que podem se concentrar em um chefe de cartório, à revelia do juiz responsável pela vara. Será importante ter ao nosso lado um colega tão combativo e que, ao sentir na pele o cotidiano profissional do advogado, certamente se mobilizará para defender que se respeitem nossas prerrogativas.

Talvez seja importante alertá-lo na qualidade de novo colega que a profissão do advogado não tem gozado de tanto prestígio social quanto um ministro do Supremo que alcance grande popularidade junto ao público leigo. Será certamente uma experiência rica para todos que o colega possa vivenciar o preconceito muitas vezes dirigido contra advogados, identificados como “defensores de bandido”, “facilitadores de crimes” e cuja ética do comportamento é constante e injustamente colocada em xeque, realidade muito distante dos holofotes da mídia sempre interessados em captar os aplausos de uma população pouco informada sobre o funcionamento do sistema de justiça, mas tão carente de candidatos a heróis com pretensões de combater o crime.

Enfim, venha, Joaquim. Incorpore-se às nossas fileiras. Contribua para que mais brasileiros tenham acesso à justiça e a bons advogados. Participe conosco dessa luta. Quem sabe juntos mudaremos se não a justiça como um todo, ao menos sua visão sobre os advogados.

Abraços,

Roberto Podval e Maíra Zapater

‘Venha, Joaquim’

21/09/2014

Adeus, pena de aluguel!

Enquanto os cães ladram, a caravana passa. O ódio disseminado pelos ventríloquos de aluguel é alimento para capacho. Tanto mais ódio disseminam, menos votos conseguem. É o caso clássico do comportamento que revela mais sobre quem odeia do que sobre o objeto do ódio. Por que tamanha obsessão? Por que é tão difícil usar a razão, botar os neurônios a trabalhar?

Será que eles não veem que os partidos com os quais estes magarefes se aliam tem muito, mas muito mais ficha sujas cassados pela Justiça Eleitoral? E isso que eles contam com um advogado de peso no STF, Gilmar Mendes, que, ao perder uma decisão, perde também a decência e chama o TSE de Tribunal Nazista. Tudo porque FHC lhe havia pedido para interferir a favor de José Roberto Arruda. Aliás, personagem incensado pela Veja como sendo um pessoa brilhante. Não há nos anais da corrupção alguém cujo ato de corromper tenha sido tão bem documentado, com áudio, vídeo e dinheiro, do que aquilo que se convencionou chamar de Mensalão do DEMo…. Pois este personagem mereceu a tentativa de interferência na decisão do Poder Judiciário de duas personagens muito queridas dos meios mafiomidiáticos: FHC & Gilmar Mendes.

Não é mera coincidência que o Instituto Millenium tenha partido para a tarefa de patrulhar o Poder Judiciário. De fato, terão muito trabalho para proteger tantos bandidos.

E aí, Villa? Como fica?

21 de setembro de 2014 | 13:54 Autor: Miguel do Rosário

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Há alguns meses, o historiador ultratucano Marco Antonio Villa publicou um artigo no Globo, onde tem espaço cativo, intitulado Adeus, PT.

Foi reproduzido, naturalmente, em todos os espaços tucanos. Os blogueiros da Veja o reproduziram com entusiasmo.

Pois bem, nada com um dia após o outro.

Nem vou entrar no mérito se o PT vai crescer ou não este ano. Mas é absolutamente ridículo achar que ele vai “acabar”. Provavelmente, vai crescer.

Quanto ao PSDB, faltando cerca de 2 semanas para as eleições, as previsões dos próprios tucanos, segundo informação de Ilimar Franco, são sombrias:

Para onde vai o PSDB?
Por ILIMAR FRANCO

21.9.2014 9h07m
O PSDB está mergulhando numa profunda crise. As previsões dos especialistas são as de que os tucanos vão encolher na Câmara, no Senado e nos governos estaduais. Além disso, o partido não terá mais expectativa de poder. Se a presidente Dilma for reeleita, Marina Silva será a alternativa de poder para 2018. Se Marina vencer, quem assumirá a bandeira da oposição será o PT. Uma derrota em Minas deixará o partido ainda mais paulista.

O feitiço se voltou contra o feiticeiro. Tudo que Villa havia previsto acontecer contra o PT, vai desabar contra o PSDB.

E aí, Villa? Como fica? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

23/08/2014

Barbosa gastou em diárias mais que os condenados do Mensalão

Filed under: Diárias,Joaquim Barbosa,Magarefes,Pena de Aluguel — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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Os próprios dados usados pelo magarefe do direito, que alega ter gasto só em 2013 a bagatela de R$ 3,076 milhões, são por demais elucidativos. E depois o Genoíno é que é corrupto… Compare-se- o montante de diárias para comprar diretamente das lojas Prada aos valores gastos para o Bolsa Família….

Barbosa nega descontrole em gastos do CNJ

Ex-ministro reagiu a medida de Lewandowski para reduzir custo com diárias e viagens

FREDERICO VASCONCELOSDE SÃO PAULO

O ex-presidente do Conselho Nacional de Justiça e agora ministro aposentado Joaquim Barbosa contestou a avaliação de seu sucessor, ministro Ricardo Lewandowski, que considerou elevadas as despesas com diárias e passagens de conselheiros e servidores do órgão em sua gestão. O CNJ faz o controle externo do Judiciário e apura crimes cometidos por juízes.

Presidente em exercício do CNJ, Lewandowski assinou, no último dia 8, uma instrução normativa que fixa regras mais rígidas para a autorização de viagens, com o objetivo de conter o "elevado dispêndio de recursos no exercício financeiro de 2013 e no primeiro semestre de 2014".

Por meio de ex-assessores, Barbosa argumentou que esse dado isolado não reflete a redução das despesas com viagens ocorrido nos últimos anos. Segundo dados oficiais, os gastos com passagens e diárias nacionais e internacionais em 2013 foram de R$ 3,076 milhões, em comparação com R$ 8,3 milhões em 2011, na gestão do ministro Cezar Peluso (2010/2012).

A queda nos gastos já era percebida na gestão do ministro Ayres Britto (abril a novembro de 2012). O CNJ encerrou 2012 com despesa de R$ 5 milhões com viagens.

Segundo a assessoria do CNJ, Lewandowski "reafirma o inteiro teor da Instrução Normativa, que regulamenta a utilização preferencial de videoconferência e a realização de reuniões e eventos na capital federal".

Em nota, a assessoria apontou que, em 2013, foram gastos mais de R$ 3 milhões com viagens e, em 2014, até o mês de junho, o gasto chegou a mais de R$ 1,3 milhão, algo considerado "elevadíssimo" por Lewandowski, que sugere a redução dos custos com a realização de mais eventos em Brasília.

    11/06/2014

    Habemus O(a)B?!

    Filed under: Arrogância,Assas JB Corp,Carcereiro,Magarefes,Prepotência — Gilmar Crestani @ 9:05 pm
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    Precisou um membro da OAB ser achincalhado para a OAB enxergar o óbvio. Em que munda andava a OAB para ressurgir das cinzas e espanar esta coisa.

    Só fanatismo direitista ainda não havia percebido que o Tonton Macoute do STF é uma paródia de si mesmo. Uma espécie de ponta de lança do instrumental que a Rede Globo lançou para voltar a mandar como nos tempos em que saudava em editorial a vagabundagem montada em armas. Se a serpente picou foi porque a velha mídia chocou. O ódio será sua herança!

    Imagine este elemento com arma na mão…

    OAB diz que nem a ditadura foi tão arbitrária quanto Joaquim Barbosa

    NOTA DE REPÚDIO
    A diretoria do Conselho Federal da OAB repudia de forma veemente a atitude do presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, que expulsou da tribuna do tribunal e pôs para fora da sessão mediante coação por segurança o advogado Luiz Fernando Pacheco, que apresentava uma questão de ordem, no limite da sua atuação profissional, nos termos da Lei 8.906. O advogado é inviolável no exercício da profissão. O presidente do STF, que jurou cumprir a Carta Federal, traiu seu compromisso ao desrespeitar o advogado na tribuna da Suprema Corte. Sequer a ditadura militar chegou tão longe no que se refere ao exercício da advocacia. A OAB Nacional estudará as diversas formas de obter a reparação por essa agressão ao Estado de Direito e ao livre exercício profissional. O presidente do STF não é intocável e deve dar as devidas explicações à advocacia brasileira.
    Diretoria do Conselho Federal da OAB
    Brasília, 11 de junho de 2014

    SQN

    02/06/2014

    Rangendo os dentes, mas com o rabo entre as pernas

    Filed under: Assas JB Corp,Carcereiro,Joaquim Barbosa,Magarefes — Gilmar Crestani @ 8:01 am
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    assas jbRICARDO MELO

    Já vai tarde

    Alguém poderia citar uma medida da gestão Barbosa que tenha servido ao povo contra os poderosos?

    Um desastre. Se considerada à luz dos fatos, essa é a forma de encarar a gestão de Joaquim Barbosa como presidente do Supremo Tribunal Federal.

    Para não dar muito na vista, mesmo os que enaltecem esse período destilam críticas laterais ao ministro que vai se aposentar. Tinha temperamento instável, era ríspido com os adversários, não suportava críticas. Fossem esses os problemas da gestão de Barbosa, só teríamos a comemorar.

    Mas não é disso que se trata. Sob sua batuta, o Supremo Tribunal Federal cometeu indecências renegadas até por juristas absolutamente insuspeitos de serem de situação ou oposição.

    A lista de despautérios é imensa. Algumas: a recusa em adicionar como prova ao processo do mensalão o inquérito 2474, que jogava por terra boa parte das "provas" apresentadas contra os acusados. A admissão, em público, de que ampliou penas artificialmente para prejudicar réus. A aceitação de um julgamento que misturava ao mesmo tempo acusados atingidos pelo chamado foro privilegiado com réus com direito a tramitação em instâncias inferiores ao STF –maiores esclarecimentos com Eduardo Azeredo, do PSDB, símbolo do mensalão mineiro.

    A maior das extravagâncias talvez tenha sido a adoção do escândalo jurídico apelidado de domínio do fato.

    Primeiro, pela covardia. Se é para condenar alguém pela ação penal 470 porque, se não sabia, deveria saber –traduzindo em miúdos, o sujeito é culpado até que prove sua inocência, o inverso do Direito mais elementar–, o primeiro réu a ser arrolado deveria ser o então presidente Lula. Mas cadê coragem? O Torquemada nacional refugou.

    Depois, pelo oportunismo: a transformar-se em jurisprudência, o domínio do fato colocaria na cadeia gente como Silvio Santos (como não sabia que o banco dele tinha um rombo de mais de R$ 4 bilhões?), Fernando Henrique Cardoso (como ignorava que sua reeleição fora comprada a céu aberto, fato registrado em gravações?), empreiteiros de diversos sobrenomes (que história é essa de desconhecer doações milionárias em troca de favorecimento em licitações?) etc. etc.

    Tamanhos absurdos são muito mais importantes que o apego midiático demonstrado por Barbosa. A caravana aérea dos condenados na ação penal 470, a insistência em manter José Dirceu trancafiado, as investidas contra José Genoino ""tudo isso é apenas cortina de fumaça.

    Ao comunicar seu afastamento, Barbosa afirmou: "Esse assunto está completamente superado. Sai da minha vida a ação penal 470 e espero que saia da vida de vocês. Chega desse assunto".

    Nada disso, pelo contrário. A melhor coisa que o STF tem a fazer para resgatar alguma credibilidade é realizar a autópsia desse período em que a noção de Justiça foi trocada pela de justiçamento. A propósito: alguém poderia citar numa tacada só uma única medida do Supremo nestes anos de gestão Barbosa que tenha de fato servido ao povo contra os poderosos?

    FÍGADO E MEMÓRIA

    Políticos em sua totalidade, sem distinção partidária, costumam responder aos críticos das alianças heterodoxas de que participam com uma frase padrão: "Política não se faz com o fígado". Tudo bem, mas se faz também com memória. Cada vez que um candidato do PT aparece numa foto com olhar subserviente diante de um Paulo Maluf, uma legião de gente bem-intencionada torce o nariz. Por essas e por outras eu repito o que disse certa vez: em dia de eleição, só saio da cama depois das cinco da tarde.

    01/06/2014

    Retrato em preto e branco de um foragido

    Joaquim Barbosa, foi feito pra isso, sim! O Macunaíma à serviço dos que não tem caráter, e herói da manada de beócios que segue a Globo, bovinamente!

    JB Sabe nada inocente gJANIO DE FREITAS

    Afirmações inválidas

    As cassações de direito ao trabalho externo, lançadas recentemente por Barbosa, já lhe prenunciavam uma sucessão de derrotas no STF

    Nem o motivo, nem a ocasião apontados para a repentina renúncia de Joaquim Barbosa merecem crédito.

    Disse ele que se decidiu por deixar o Supremo Tribunal Federal "naqueles 22 dias que tirei em janeiro, estive na Grã-Bretanha e na França, aquilo foi decisivo para minha decisão". Como respondia a perguntas sobre o motivo de comunicar a renúncia naquele dia, subentende-se que a ocasião estava escolhida desde janeiro.

    Ainda que citar a decisão europeia não incluísse a data, a incongruência permaneceria. Em entrevista de estreia do jornalista Roberto D’Ávila na Globonews no fim de março, Joaquim Barbosa admitiu que deixaria o Supremo mas não por ora, com Roberto logo explicitando que isso significava ficar até o fim do mandato de presidente, "até novembro?". E o entrevistado foi sucinto e definido: "Sim".

    Janeiro e novembro foram afirmações inválidas. A citação de novembro, em março, invalidou a de janeiro, e a renúncia em maio invalidou as duas. Algum motivo dos últimos dias, ou no máximo semanas, levou Joaquim Babosa a precipitar suas visitas à presidente da República e aos presidentes do Senado e da Câmara, ainda manhã da última quinta, para informá-los da renúncia. À tarde comunicada ao plenário do Supremo.

    Coincidência ou não, na véspera o advogado José Luis Oliveira Lima encaminhou ao presidente do Supremo o pedido de habeas corpus para seu cliente José Dirceu. De quem o leu, por certo com objetividade, posso transmitir a opinião de que o considerou muito bem feito, como argumentação jurídica e no caso específico, requerido também o seu julgamento pelo plenário.

    A tese e as cassações de direito ao trabalho externo, lançadas recentemente por Joaquim Barbosa, já lhe prenunciavam uma sucessão de derrotas no tribunal. O novo habeas corpus tem que ser julgado em futuro próximo. Com a renúncia, já neste julgamento Joaquim Barbosa estará em condições de dizer que, pendente o seu afastamento apenas de formalidades burocráticas, não participará da discussão e da decisão. E pode sair do plenário sem o testemunho da derrota.

    Além de comprovadas provocações, Joaquim Barbosa pode ter sofrido ameaças. Não as citou, porém, cabendo a jornalistas invocá-las, sem oferecer fundamentação factual, como causa de precipitação da renúncia.

    A serem mesmo o motivo, a renúncia seria uma fuga. E um exemplo desonroso saído do próprio cume do Poder Judiciário para os bravos e dignos procuradores, promotores e juízes, mulheres e homens, que processam e a cada dia condenam criminosos perigosíssimos, porque assim é o dever que assumiram. Os seus condenados não se chamam Dirceu e Kátia, Valdemar e Genoino. Chamam-se Fernandinho Beira-Mar, Nem, Marcola.

    Mas fugir de ameaça e ficar por aí nada mudaria. Convenhamos que ameaças seriam um bom pretexto para morar no exterior, por exemplo no apartamento comprado em Miami. O repouso de quem personificou no Supremo o populismo autoritário. Ou, melhor no seu caso, o autoritarismo populista.

    MUITO À VONTADE

    Eduardo Campos, na terça 27, depois de reunião em São Paulo com dirigentes do setor farmacêutico: "Acho que a Lei da Anistia foi para todos os lados. O importante agora não é ter uma visão de revanche". "A anistia (…) foi ampla, geral e irrestrita" –(repórter Sérgio Roxo, "O Globo", não contestado).

    Eduardo Campos, na Folha da sexta 30, a propósito do meu artigo "Muito à vontade": "Defendo que a Justiça avalie e decida soberanamente (…) cada caso relativo a crimes cometidos no período coberto pela Anistia". "Essa sempre foi minha opinião".

    Eduardo Campos termina por dizer que não nos conhecemos e o "procure antes" (antes, parece, de escrever sobre ele). Se houver o caso de informação que dependa da sua confirmação, tentarei fazê-lo, sim. Quando Eduardo Campos fizer afirmações públicas, vou comentá-las sob minha individida responsabilidade, e deixando-o muito à vontade para reiterar-se ou, a seu gosto, desdizer-se.

    22/10/2012

    Magarefes do Instituto Millenium

    Filed under: Grupos Mafiomidiáticos,Instituto Millenium,Magarefes — Gilmar Crestani @ 9:19 pm

    O Instituto Millenium é a Operação Bandeirantes dos dias de hoje. O Cidadão Boilesen do Instituto Millenium é a CIA e os carrascos voluntários são estes, com apoio dos grupos mafiomidiáticos.

    Adilson Luiz Gonçalves
    Adilson Luiz Gonçalves

    Adriano Pires
    Adriano Pires

    Afonso Vieira
    Afonso Vieira

    Ailton Benedito de Souza
    Ailton Benedito de Souza

    Alberto Benegas Lynch
    Alberto Benegas Lynch

    Alberto Carlos Almeida
    Alberto Carlos Almeida

    Alejandro Tagliavini
    Alejandro Tagliavini

    Alexandre Barros
    Alexandre Barros

    Alexandre Coutinho Pagliarini
    Alexandre Coutinho Pagliarini

    Alexandre Lourenço
    Alexandre Lourenço

    Alexandre Schwartsman - Convidado
    Alexandre Schwartsman – Convidado

    Alfredo Marcolin Peringer
    Alfredo Marcolin Peringer

    Altamir Tojal
    Altamir Tojal

    Álvaro Cerqueira
    Álvaro Cerqueira

    Alvaro Vargas Llosa - Convidado
    Alvaro Vargas Llosa – Convidado

    Anderson Oliveira
    Anderson Oliveira

    Andre Franco Montoro Filho
    Andre Franco Montoro Filho

    Andrés Cañizales
    Andrés Cañizales

    Andres Oppenheimer
    Andres Oppenheimer

    Angel Soto
    Angel Soto

    Antenor Barros Leal
    Antenor Barros Leal

    Anthony Ling
    Anthony Ling

    Antonio P. Mendonca
    Antonio P. Mendonca

    Armando Castelar Pinheiro
    Armando Castelar Pinheiro

    Armando Ribas
    Armando Ribas

    Arnaldo Niskier
    Arnaldo Niskier

    Arthur Barrionuevo
    Arthur Barrionuevo

    Arthur Chagas Diniz
    Arthur Chagas Diniz

    Bernardo Weaver
    Bernardo Weaver

    Bolívar Lamounier
    Bolívar Lamounier

    Bruno Garschagen
    Bruno Garschagen

    Bruno Meyerhof Salama
    Bruno Meyerhof Salama

    Carlos Alberto Di Franco - Convidado
    Carlos Alberto Di Franco – Convidado

    Carlos Alberto Sardenberg
    Carlos Alberto Sardenberg

    Carlos Pereira
    Carlos Pereira

    Carlos Pio
    Carlos Pio

    Carlos U. Pozzobon
    Carlos U. Pozzobon

    Carlos Vereza
    Carlos Vereza

    Carlos Werneck
    Carlos Werneck

    Cecilia Sosa
    Cecilia Sosa

    Cesário Ramalho
    Cesário Ramalho

    Clara Sodré
    Clara Sodré

    Claudia Costin - Convidada
    Claudia Costin – Convidada

    Claudio Considera
    Claudio Considera

    Claudio Jose do Valle Miranda
    Claudio Jose do Valle Miranda

    Claudio Mafra
    Claudio Mafra

    Clovis Panzarini
    Clovis Panzarini

    Cora Rónai - Convidada
    Cora Rónai – Convidada

    Costábile Nicoletta
    Costábile Nicoletta

    Cristiano Cechella
    Cristiano Cechella

    Cristiano M. Costa
    Cristiano M. Costa

    Cristiano Rosa de Carvalho
    Cristiano Rosa de Carvalho

    David Borensztajn
    David Borensztajn

    Demétrio Magnoli - Convidado
    Demétrio Magnoli – Convidado

    Denis Rosenfield - Convidado
    Denis Rosenfield – Convidado

    Diogo Costa
    Diogo Costa

    Diogo Ramos Coelho
    Diogo Ramos Coelho

    Dirceu Martins Pio
    Dirceu Martins Pio

    Edmar Bacha
    Edmar Bacha

    Edson Ronaldo Nascimento
    Edson Ronaldo Nascimento

    Eduardo Chemale Selistre Pena
    Eduardo Chemale Selistre Pena

    Eduardo Machado
    Eduardo Machado

    Eduardo Szazi
    Eduardo Szazi

    Eduardo Viola
    Eduardo Viola

    Eduardo Zimmer - Convidado
    Eduardo Zimmer – Convidado

    Eleno Mendonca
    Eleno Mendonca

    Elisa Lucena Martins
    Elisa Lucena Martins

    Eugenio Bucci - Convidado
    Eugenio Bucci – Convidado

    Eugenio Hainzenreder Junior
    Eugenio Hainzenreder Junior

    Everardo Maciel - Convidado
    Everardo Maciel – Convidado

    Fabio Giambiagi
    Fabio Giambiagi

    Fábio Ostermann
    Fábio Ostermann

    Felipe Quintana
    Felipe Quintana

    Felipe Salto - Convidado
    Felipe Salto – Convidado

    Fernando Bertuol
    Fernando Bertuol

    Fernando Dolabela
    Fernando Dolabela

    Fernando Gouveia
    Fernando Gouveia

    Fernando Steinbruch
    Fernando Steinbruch

    Fernando Veloso
    Fernando Veloso

    Flavio Morgenstern
    Flavio Morgenstern

    Gaudencio Torquato - Convidado
    Gaudencio Torquato – Convidado

    Gil Castello Branco
    Gil Castello Branco

    Gilberto de Mello Kujawski
    Gilberto de Mello Kujawski

    Guilherme Fiuza
    Guilherme Fiuza

    Gustavo Binenbojm
    Gustavo Binenbojm

    Gustavo Grisa
    Gustavo Grisa

    Gustavo Guida Reis - Convidado
    Gustavo Guida Reis – Convidado

    Gustavo Ioschpe
    Gustavo Ioschpe

    Gustavo Leipnitiz Ene
    Gustavo Leipnitiz Ene

    Hector Leis
    Hector Leis

    Helio Beltrão
    Helio Beltrão

    Helio Zylberstajn
    Helio Zylberstajn

    Henrique Sartori
    Henrique Sartori

    Hugo Ferreira Tadeu
    Hugo Ferreira Tadeu

    Igor Barenboim
    Igor Barenboim

    Ilan Goldfajn - Convidado
    Ilan Goldfajn – Convidado

    Ipojuca Pontes - Convidado
    Ipojuca Pontes – Convidado

    Ives Gandra da Silva Martins
    Ives Gandra da Silva Martins

    J.R. Guzzo
    J.R. Guzzo

    Jacques Veloso de Melo
    Jacques Veloso de Melo

    Javier El-Hage
    Javier El-Hage

    João Antonio Wiegerinck
    João Antonio Wiegerinck

    Joao Batista Oliveira
    Joao Batista Oliveira

    João Luiz Mauad
    João Luiz Mauad

    Joao Manoel Pinho de Mello
    Joao Manoel Pinho de Mello

    João Mellão Neto - Convidado
    João Mellão Neto – Convidado

    Joao Ricardo Moderno
    Joao Ricardo Moderno

    Joao Victor Guedes
    Joao Victor Guedes

    Jorge Eduardo Scarpin
    Jorge Eduardo Scarpin

    Jorge Maranhão
    Jorge Maranhão

    José Álvaro Moisés
    José Álvaro Moisés

    José Carlos Sepúlveda
    José Carlos Sepúlveda

    Jose Eli da Veiga - Convidado
    Jose Eli da Veiga – Convidado

    Jose Luiz Alqueres
    Jose Luiz Alqueres

    José Márcio Camargo - Convidado
    José Márcio Camargo – Convidado

    José Nêumanne Pinto
    José Nêumanne Pinto

    Jose Padilha
    Jose Padilha

    José Paulo Grasso
    José Paulo Grasso

    Jose Pio Martins
    Jose Pio Martins

    Jose Vicente Santos de Mendonça
    Jose Vicente Santos de Mendonça

    Juarez Dietrich
    Juarez Dietrich

    Judith Brito
    Judith Brito

    Julio Hegedus Netto
    Julio Hegedus Netto

    Leandro Callegari Coelho
    Leandro Callegari Coelho

    Leandro Narloch
    Leandro Narloch

    Leandro Piquet Carneiro
    Leandro Piquet Carneiro

    Leila Harfuch
    Leila Harfuch

    Leonardo Letelier
    Leonardo Letelier

    Leonardo Paz Neves
    Leonardo Paz Neves

    Leôncio Martins Rodrigues Netto
    Leôncio Martins Rodrigues Netto

    Leticia do Amaral
    Leticia do Amaral

    Lilian Zieger - Convidada
    Lilian Zieger – Convidada

    Lourdes Sola
    Lourdes Sola

    Lucas Mendes - Convidado
    Lucas Mendes – Convidado

    Lucia Helena Salgado
    Lucia Helena Salgado

    Luciano Garrido
    Luciano Garrido

    Luciano Timm
    Luciano Timm

    Luís Eduardo Schoueri
    Luís Eduardo Schoueri

    Luis Lopes Diniz Filho
    Luis Lopes Diniz Filho

    Luiz Carlos Faria da Silva
    Luiz Carlos Faria da Silva

    Luiz Felipe D'Ávila
    Luiz Felipe D’Ávila

    Luiz Felipe Lampreia
    Luiz Felipe Lampreia

    Luiz Fernando Reginato
    Luiz Fernando Reginato

    Luiz Mário Brotherhood
    Luiz Mário Brotherhood

    Marcel van Hattem
    Marcel van Hattem

    Marcello Averbug
    Marcello Averbug

    Marcelo Côrtes Neri - Convidado
    Marcelo Côrtes Neri – Convidado

    Marcelo Henriques de Brito
    Marcelo Henriques de Brito

    Marcelo Hermes-Lima
    Marcelo Hermes-Lima

    Marcelo Madureira
    Marcelo Madureira

    Marcio Coimbra
    Marcio Coimbra

    Marco Antonio Rocha
    Marco Antonio Rocha

    Marco Antonio Villa
    Marco Antonio Villa

    Marco Tulio Kalil Ferreyro
    Marco Tulio Kalil Ferreyro

    Marcos Cintra - Convidado
    Marcos Cintra – Convidado

    Marcos Troyjo
    Marcos Troyjo

    Marcus André Melo
    Marcus André Melo

    Marcus Vinicius Motta
    Marcus Vinicius Motta

    Margaret Tse
    Margaret Tse

    Maria Carolina Zanette
    Maria Carolina Zanette

    Maria Lucia Victor Barbosa
    Maria Lucia Victor Barbosa

    Mario Ernesto Humberg
    Mario Ernesto Humberg

    Martim Vasques da Cunha
    Martim Vasques da Cunha

    Mauro Rodrigues da Cunha
    Mauro Rodrigues da Cunha

    Merval Pereira
    Merval Pereira

    Miguel Nagib
    Miguel Nagib

    Moacyr Góes
    Moacyr Góes

    Monica Baumgarten de Bolle
    Monica Baumgarten de Bolle

    Murillo de Aragão
    Murillo de Aragão

    Naércio Menezes - Convidado
    Naércio Menezes – Convidado

    Nelson Barrizzelli
    Nelson Barrizzelli

    Nelson Motta - Convidado
    Nelson Motta – Convidado

    Nicolau da Rocha Cavalcanti
    Nicolau da Rocha Cavalcanti

    Nivaldo Cordeiro
    Nivaldo Cordeiro

    Oscar Vilhena - Convidado
    Oscar Vilhena – Convidado

    Patricia Blanco
    Patricia Blanco

    Patricia Carlos de Andrade
    Patricia Carlos de Andrade

    Paulo Areas
    Paulo Areas

    Paulo Feldmann
    Paulo Feldmann

    Paulo Gontijo
    Paulo Gontijo

    Paulo Guedes
    Paulo Guedes

    Paulo Kramer - Convidado
    Paulo Kramer – Convidado

    Paulo Rabello de Castro
    Paulo Rabello de Castro

    Paulo Roberto de Almeida - Convidado
    Paulo Roberto de Almeida – Convidado

    Paulo Uebel
    Paulo Uebel

    Pedro Cavalcanti Ferreira
    Pedro Cavalcanti Ferreira

    Pedro Malan - Convidado
    Pedro Malan – Convidado

    Pedro Mello
    Pedro Mello

    Pedro Sette-Câmara
    Pedro Sette-Câmara

    Raul Velloso - Convidado
    Raul Velloso – Convidado

    Reinaldo Azevedo - Convidado
    Reinaldo Azevedo – Convidado

    Renato Pacca
    Renato Pacca

    Ricardo Amorim
    Ricardo Amorim

    Ricardo Bernhard
    Ricardo Bernhard

    Ricardo Diniz
    Ricardo Diniz

    Ricardo Galuppo - Convidado
    Ricardo Galuppo – Convidado

    Ricardo Koboldt de Araujo
    Ricardo Koboldt de Araujo

    Ricardo Neves
    Ricardo Neves

    Roberta Fragoso Kaufmann
    Roberta Fragoso Kaufmann

    Roberto DaMatta
    Roberto DaMatta

    Roberto Luis Troster
    Roberto Luis Troster

    Roberto Rachewsky
    Roberto Rachewsky

    Roberto Soares Garcia
    Roberto Soares Garcia

    Rodrigo Constantino
    Rodrigo Constantino

    Rodrigo Tiraboschi

    Ronald Otto Hillbrecht
    Ronald Otto Hillbrecht

    Rosana Pinheiro Machado
    Rosana Pinheiro Machado

    Rubens Barbosa - Convidado
    Rubens Barbosa – Convidado

    Samuel Kinoshita
    Samuel Kinoshita

    Samuel Pessoa
    Samuel Pessoa

    Sandro Schmitz
    Sandro Schmitz

    Sandro Vaia
    Sandro Vaia

    Sebastião Ventura Pereira da Paixão Jr
    Sebastião Ventura Pereira da Paixão Jr

    Sergio Lazzarini
    Sergio Lazzarini

    Sergio Lewin
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