Ficha Corrida

25/08/2015

ENEM se fala mais nisso

OBScena: membro da Ku Klux Klan sendo atendido por médicos negros

KuKluxKlansendosocorridopormdicosnegrosOs grupos mafiomidiáticos, cabresteados por uma oligarquia excludente e preconceituosa, tem feito guerra contra qualquer política pública que busca abrir espaços mais republicanos de acesso aos bens e serviços públicos. Toda vez que se cria política pública de universalização e de melhoria para os mais necessitados, a gritaria é geral, mas restrita aos privilegiados de sempre. Privilegiados inclusive em se fazer ouvir.

Foi assim com o SUS, com as políticas de cotas e inclusão social, com o ENEM, com Minha Casa Minha Vida, Mais Médicos.

Cotas raciais

Para combater a política de cotas do Governo Lula, a Globo escalou Ali Kamel para perpetrar um petardo chamado “Não somos racistas”. O livro teve sua serventia. A Rede Globo avocou o direito de dizer o que é e o que não é racismo. Só uma empresa de jornalismo dirigida por ETs poderia sair-se com algo tão ridículo. Assim, a política de cotas serviu não só para resgatar uma dívida histórica com amplo segmento marginalizado da nosso sociedade, mas serviu ainda mais para mostrar quem são os que ainda hoje se aproveitam deste apartheid. Que pode haver alguns problemas na política de cotas não esta dúvida. Basta citar caso do Joaquim Barbosa e Mathias Abramovic, médico carioca, branco de olhos verdes, que se inscreve mais uma vez como cotista para uma vaga reservada a negros no Itamaraty. Embora estes dois casos tenham sido usados para detonar com a política de cotas, o que fica claro que é há pessoas de mau caráter em todas as etnias. Algo bem diferente é dizer que não há necessidade de cotas porque “não somos racistas”. Para complementar os dois exemplos anteriores, e ficando somente entre os famosos, que a realidade da vida real é ainda mais cruel, basta trazer a baila mais dois nomes ligados, em lados opostos, ao racismo: Rachel Sheherazade e Maria Júlia Coutinho, a Maju, apresentadora do Jornal Nacional da Rede Globo.E, para finalizar, ainda ontem saiu a informação que a polícia do Rio de Janeiro aborda ônibus e interrompe a viagem de jovens negros com destino à zona sul da cidade. Para encerrar, a guerra do Ali Kamel e da Rede Globo contra as cotas raciais fez brotar de maneira assustadora os movimentos nazi-fascistas.

Saúde Pública

O SUS/SAMU, o maior programa de saúde pública do mundo, é uma grande vítima. Por desvios funcionais, de caráter e de informação, a parcela da sociedade que não só tem recursos próprios para tratar da própria saúde como também pode adquirir plano de saúde particular, é a que mais ataca o SUS. Veja-se o caso do MBL, um grupelho de jovens desocupados mas muito bem finanCIAdos, se insurge contra qualquer política governamental que ouse usar recursos públicos em prol dos mais necessitados. Na marcha dos vadios para Brasília, um dos onze integrantes foi atropelado. Não foi seu plano privado de saúde que o resgatou e levou ao hospital público mantido pelo SUS. Foi a SAMU. Da mesma forma, quando a global famiglia Huck sofreu acidente aéreo, quem socorreu não foi seu plano privado, foi o SUS. Ainda dentro deste assunto é importante registrar que no Governo FHC foi criada a CPMF. O dinheiro que deveria te sido usado na saúde pública foi utilizado para qualquer coisa, menos para o fim a que foi criada. Bastou mudar o governo, e para impedir que o dinheiro passasse a ser utilizado de fato em saúde pública, a mesma classe reacionária, aquela que abriga os 300 picaretas do Eduardo CUnha, extinguiu a CPMF.

Exame Nacional de Ensino Médio

Uma das maiores batalhas contra os governos Lula e Dilma deu-se com a criação do ENEM. Em uníssono, todos os assoCIAdos do Instituto Millenium martelaram dia e noite contra um dos programas de interesse público mais bem concebidos. A Veja faz sentido. Ela usa os dinheiros da venda de informação, que não é tributado, para entrar no mercado da educação. E não é só a distribuição de milhares de assinaturas pelos sucessivos governos do PSDB em São Paulo. Entrou também para o ramo dos livros didáticos. Os demais, para atenderem seus financiadores ideológicos, deste logo investiram contra. Lembro que em Porto Alegre, meninas de classe média e frequentadoras de cursos pré-vestibulares botaram narizes de palhaço e foram pra rua protestar. Elas ganharam espaço, os jovens de origem humilde e de periferia que sempre lutaram por mais acesso à educação pública gratuita e de qualidade, nunca tiveram espaço. Acontece que com o ENEM tem acesso às Universidade Públicas não aqueles filhos de classe média e média alta que puderam frequentar boas escolas particulares ou que puderam pagar caros cursinhos pré-vestibulares. Afinal, o que é público deve ser de acesso para todos os públicos. Não é engraçado que aqueles que advogam o ensino privado tenham lutado tanto para o acesso exclusivo ao ensino superior público? Por que não se contentaram com o ensino nas Faculdades Privadas? O ENEM, aliado a outras políticas públicas, como as cotas e o PROUNI, permitiram o acesso ao ensino superior a jovens que de outra forma chamais conseguiriam. As salas ficaram com uma cara mais parecida com a nossa heterogênea sociedade. Hoje, filho de pedreiro, de doméstica, de colono e outras tantas profissões mais simples tem acesso e compete com jovens de classes altamente privilegiadas. A efetiva mudança na sociedade vai demorar mais para ficar mais perceptível. Há que se esperar que essa nova leva de jovens retornem dos estudos e se integrem no mercado de trabalho para que a defesa destas políticas se torne mais contundente.

Luz para Todos

Vide o caso dos programas Minha Casa Minha Vida e o Luz para Todos. É constrangedor ver colegas que usam o financiamento da Caixa para adquirir moradia combaterem o uso de dinheiro público no programa Minha Casa Minha Vida. Embora em menor escala, também por ser um programa público, o Luz para Todos foi ferrenhamente combatido. O exemplo da luz é paradigmático e simboliza o ódio de classe que desnorteia a cabeça de nossa direita Miami. Ao contrário da última frase atribuída ao poeta alemão, Goethe, nossas elites não querem “luz, mais luz”, porque em terreno escuro quem tem lanterna de celular comando o tráfico.

Mais Médicos, Menos HiPÓcrisia

E por fim o Mais Médicos. Nada é mais emblemático do atraso mental, e por isso também mais simbólico, de nossas elites do que o programa Mais Médicos. Nem o bloqueio das contas de poupança pela Zélia Cardoso de Mello no governo Collor provou ira maior do que a vinda de médicos para atender a população onde não havia médicos. Os ataques não se devem apenas à perda do poder econômico de uma classe, mas atinge o seu mundo simbólico. Os cursos de Medicina eram redutos de acesso extremamente difícil. E um pouco devido a esta dificuldade, os formandos, genericamente falando, pensavam e alguns ainda pensam, que se tratava de uma cesso a um garimpo com pepitas garantidas. Pode-se dizer que foi este programa que fez com que a brasa do fascismo que estava coberta de cinza se destapasse. As manifestações mais raivosas, de mais baixo nível foi contra este programa de atendimento ao público mais carente de acesso à saúde pública. Se é verdade que poderia ser melhor, também é verdade que é melhor um médico nas condições atuais do que nenhum. É uma conclusão de uma clareza meridiana mas que mentes obnubiladas de ódio não captam. O problema maior continua sendo de comunicação, de informação. Acontece que há espaço para quem, por razões óbvias, condena este programa, mas pouco espaço se dá para mostrar o que aconteceu nos lugares onde eles estão. Não se ouve o público que está sendo atendido por este serviço.

Os mais jovens, por não terem vivenciado outra realidade, não têm ideia de como as coisas funcionavam há 15, 20 anos atrás. Os mais velhos hão de lembrar de como era difícil consultar um médico no INAMPS… Cursar uma faculdade pública…

06/09/2014

Folha apaga a luz para esconder falta d’água

Filed under: Folha de São Paulo,Luz Elétrica — Gilmar Crestani @ 9:34 am
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Folhices…

folha-copaÉ inacreditável! A Folha dá mais importância ao fato de que o aumento da luz depois de um ano é mais prejudicial ao povo do que a falta de água em São Paulo. Então quer dizer que teria sido melhor que a luz tivesse aumentado um ano antes ou um ano depois. Se é possível que a assinatura do jornal Folha possa aumentar só no ano que vem, porque a Folha aumentaria agora? Um ano de economia não faz diferença quando isso beneficia consumidor e prejudica eleições dos parceiros da Folha.

Desconto da luz de 2013 já foi quase todo ‘perdido’

DO RIO

Utilizado como bandeira eleitoral pela presidente Dilma, o desconto da conta de energia em 2013 praticamente se anulou com os aumentos deste ano, quando as distribuidoras repassaram às tarifas o uso mais intenso das térmicas no ano passado.

Em 2013, redução de tributos e renegociação de contratos antigos de geradoras de energia (como a Eletrobras) a preços mais baixos, previsto em medida provisória de 2012, resultaram em queda de 15,7% da tarifa ao consumidor residencial, segundo o IPCA (inflação oficial).

De janeiro a agosto, o reajuste médio nas principais regiões metropolitanas e capitais do país já atingiu 11,7%.

Faltam ainda aumentos em três importantes áreas: Porto Alegre, Goiânia e especialmente no Rio de Janeiro, região metropolitana cujo peso da energia na inflação só perde para o de São Paulo.

A julgar pelos reajustes já autorizados pela Aneel, economistas estimam altas de 20% a 30%. Se as projeções se confirmarem, dizem, o desconto de 2013 será zerado.

Somente no Rio, um aumento hipotético de 30% (percentual próximo dos últimos reajustes) geraria um impacto de 0,10 ponto percentual na inflação de novembro, mês de correção da Light, segunda maior distribuidora do país. Trata-se de um quarto da inflação de junho (0,40%). Em julho, o índice foi de 0,01%.

Analistas esperam que o IPCA neste ano feche pouco abaixo da meta de 6,5%, mas a grande incógnita são os próximos aumentos da energia.

"Certamente, se os reajustes mantiverem o nível [dos já concedidos], o custo da energia pode subir até mais que o percentual de queda de 2013", diz Luiz Roberto Cunha, economista da PUC-Rio.

Para ele, há um "claro represamento das tarifas de energia para não estourar a meta de inflação" neste ano. "O mesmo acontece com o preço da gasolina." (PS)

01/01/2014

Coisas que só acontecem no Brasil: subida de luz, passagens de trens e pedágios (na Espanha)

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Economia,Espanha,Luz Elétrica,Pedágios — Gilmar Crestani @ 11:03 am
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O caos elétrico vendido por vira-bostas do tipo Eliane Cantanhêde e Miriam Leitão não só não se realizou como Dilma ainda baixou a conta da luz. O IOF causou calafrios nos mochileiros de Miami. Concessão de Rodovia Federal com 61% de descontos nos pedágios. Tudo isso num Brasil de pleno emprego (4,7% de desempregados) que, segundo os grupos mafiomidiáticos,  vai quebrar em 2014. Enquanto isso, na Espanha de 27,4% de desempregados, 2014 se inicia com aumento da taxa de luz, das passagens de três e dos pedágios. Não é de fazer vira-latas cortarem os pulsos?

La subida de la luz, el tren y los peajes entran en vigor con el arranque de 2014

Frente al alza del 2,3% de la electricidad, el gas o la bombona permanecerán congelados

El País Madrid 1 ENE 2014 – 12:39 CET

Una subestación eléctrica. / EFE

Con el inicio de este 2014 ha entrado en vigor el aumento de precio de algunos de los principales servicios, como el de la tarifa eléctrica, el transporte ferroviario convencional o las autopistas de peaje. Sin embargo, si encender la luz será más caro que en 2013 y habrá que afrontar unos impuestos al alza, los salarios se mantendrán congelados para una gran parte de los trabajadores.

más información

Entre las subidas, la más polémica es la de la tarifa de último recurso (TUR) eléctrica, que finalmente repunta un 2,3% de media para los 16 millones de consumidores acogidos a ella, fundamentalmente hogares y pymes. Este repunte, que estará vigente durante el primer trimestre, tendrá un reparto desigual, ya que mientras una familia tipo pagara en torno a un 0,1% más, las segundas residencias sufrirán un encarecimiento de alrededor del 5%.

Viajar también será más caro desde este 1 de enero de 2014. Los billetes de los trenes Cercanías, Media Distancia convencional, FEVE y Avant de Renfe suben una media del 1,9 %, es decir, entre 5 y 10 céntimos en función del servicio.

Quienes se desplacen por carretera tendrán que abonar una media del 1,85% más por utilizar los peajes de las autopistas de pago dependientes del Estado, aunque su tráfico se mantiene drásticamente a la baja. Mientras, las tasas aeroportuarias, que suelen repercutirse en los billetes de avión, se incrementarán una media del 0,9% este año.

El gas, congelado

Frente a estos repuntes, el precio de muchos otros servicios permanece congelado en este inicio de año. La tarifa media de último recurso (TUR) del gas, a la que están acogidos más de dos millones de consumidores, se mantendrá durante todo el primer trimestre, aunque habrá variaciones.

La denominada TUR 1, a la que están acogidos los hogares que sólo utilizan el gas natural para agua caliente sanitaria, sube una media del 0,2%, mientras que la TUR 2, que incluye a quienes también lo usan para calefacción, baja un 0,1%. También costará lo mismo la bombona de butano, que usan unos ocho millones de hogares, ya que de acuerdo al nuevo mecanismo que regula su precio no podrá superar los 17,5 euros actuales hasta marzo.

Asimismo se mantiene el precio de los billetes de AVE, como parte de la política de descuentos emprendida por Renfe, y la mayoría de los servicios de Correos. Telefónica congela su cuota de abono, que se mantendrá en 14,38 euros mensuales, aunque el precio del alquiler de la línea podría variar a lo largo del año, como ya ocurrió en 2013.

El Gobierno vuelve a congelar el salario mínimo y el IPREM

El Gobierno ha decidido congelar para este año el salario mínimo interprofesional (SMI) en 645,30 euros y también el Indicador Público de Rentas con Efectos Múltiples (Iprem), que sirve de referencia para ayudas, becas, subvenciones o el subsidio de desempleo, entre otros.

Con ello, 2014 se convierte en el segundo ejercicio tras 2012 en el que el SMI se congela desde el estallido de la crisis. En 2013, subió un 0,6%, equivalente al incremento máximo de los salarios pactados en el II Acuerdo para el empleo y la negociación colectiva 2012-2013-2014.

El Gobierno justifica su decisión por "el contexto económico actual de contención de precios", que aconseja, en su opinión, "la adopción de políticas salariales durante este año que puedan contribuir al mismo tiempo a la recuperación económica, la mejora de la competitividad y la creación de empleo".

Por su parte, el Iprem se mantiene este año en 532,51 euros mensuales (6.390,13 euros al año en doce pagas o 7.455,14 euros al año en catorce pagas). Con este año, el Iprem lleva ya cuatro ejercicios sin moverse.

Asimismo, a partir de este 1 de enero, se incrementa un 2% la base mínima de cotización en el Régimen Especial de Trabajadores Autónomos (RETA), hasta los 875,70 euros mensuales, después de haberla subida casi un 1% en 2013. Más del 80% de los autónomos cotizan actualmente por la base mínima.

La subida de la luz, el tren y los peajes entran en vigor con el arranque de 2014 | Economía | EL PAÍS

05/12/2012

Fiat lux

Filed under: Folha de São Paulo,Isto é PSDB!,Luz Elétrica — Gilmar Crestani @ 9:15 am

Como diria Goethe, “luz, mais luz!

Painel da Folha de São Paulo:

"Enquanto FHC diz que o PSDB deve se dirigir aos mais pobres, Alckmin e Aécio querem impedir que Dilma reduza as contas de luz."

DO DEPUTADO RICARDO BERZOINI (PT-SP), sobre a rejeição de companhias de São Paulo e Minas Gerais à renovação das concessões do setor elétrico.

04/12/2012

Para o PSDB “fiat lux” é fósforo

Filed under: Isto é PSDB!,Luz Elétrica,Programas Sociais,São Paulo — Gilmar Crestani @ 7:14 am

Ontem, na entrevista que a Folha de São Paulo publica às segundas-feiras, pela enésima vez o escolhido foi FHC. A chamada que a Folha deu para levantar a bola do condottiere foi: “Para ex-presidente, PSDB precisa de ‘autocrítica’ para afinar discurso de 2014”. É a tal de teoria na prática do PSDB. O capo dei capi diz um coisa para consumo midiático, mas a prática de São Paulo é o boicote em todos os programas sociais do Governo Federal. Os “SS” do PSDB vem do socialite, da “massa cheirosa”, doença endêmica do partido dos grupos mafiomidiáticos.

Cesp recusa renovação e limita plano de Dilma para baratear luz

SP julgou que acordo era inviável em 3 usinas; com isso, redução da energia pode não chegar a 20%

Eletrobras, de controle estatal, aderiu a proposta do governo; ações da companhia paulista subiram 8,9%

DE SÃO PAULODE BRASÍLIA

Uma decisão da Companhia Energética de São Paulo colocou ontem o primeiro obstáculo nos planos do governo federal de reduzir em 20% na média o custo da energia elétrica no país.

Para baratear a luz, a presidente Dilma tem dois instrumentos. O primeiro, já usado, foi retirar encargos federais da conta de luz. O segundo não depende dela: convencer as empresas do setor a baixar seus custos, em troca de renovar as concessões que terminariam nos próximos anos. Ou seja, elas faturariam menos, mas ganhariam o direito de explorar a companhia por mais tempo.

O prazo para que as empresas aceitem termina hoje. No entanto, a Cesp considerou economicamente inviável aceitar a proposta no caso de três usinas que, juntas, somam 25% da energia em questão.

Sem elas, a previsão de analistas é que a redução de tarifa não passe de 18%.

A decisão da Cesp jogou água na já esperada adesão da Eletrobras, que responde por quase 70% das renovações. Mais da metade das ações do grupo são da União.

Exatamento por isso, minoritários pediram que a União fosse impedida de votar. Segundo eles, interesses do governo suplantariam os de acionistas: a renovação reduz o faturamento futuro das empresas, derrubando o preço dos papéis e os dividendos pagos (uma vez que eles dependem dos lucros).

Ontem, por exemplo, as ações da Cesp, que haviam caído 37% desde o plano de corte de tarifas, subiram 8,9%. As ações da Eletrobras já caíram quase à metade desde o anúncio pela MP e ficaram estáveis.

Além de Cesp e Eletrobras, a Cemig é relevante para que os planos do governo se cumpram. A empresa deve decidir hoje se adere à renovação.

(AGNALDO BRITO, TATIANA FREITAS E RENATA AGOSTINI)

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