Ficha Corrida

12/07/2015

Juan Arias: leitor de pensamentos papais à moda Caiado

Por que Juan Arias escolheu a imagem do Papa mais sisudo  para construir sua teoria do esta cheia de alegria?!

crucifixo comunistaOlha só a que nível chegou a tentativa de reduzir as denúncias do em prol do interesse de uma elite mau caráter e golpista.

O colonista do El País no Brasil, Juan Arias, que pelo nome não se perca, tem este viés direitista de dar uma interpretação sempre segundo o interesse de seus finanCIAdores. Não foi a primeira, não será a última. Todos sabemos que o nível do jornalismo brasileiro corre abaixo do nível do esgoto, e o que vem apresentando este lambe bostas não é nada diferente.

Contra todas as evidências, de repente resolve fazer uma interpretação que seja do interesse de sua manada amestrada como se não houvesse pessoas inteligentes capazes de entenderem os gestos sem a necessidade desta viagem ao inconsciente do papa.

Com seu discurso franquista, Arias não passa, à moda Ronaldo Caiado, de um lacaio a procura de uma ideia. Preferiu se fixar numa interpretação totalmente fantasiosa, sem sentido, do que mostrar o discurso do Papa. O papa não usou meias palavras para condenar  a lógica do lucro a todo custo, lei maior do capitalismo, e também como não usou de eufemismos para condenar a concentração dos meios de comunicação.

Que Arias seja este sabujo entende-se. Afinal, sua linhagem intelectual descende da Opus Dei, Los Kikos, filhotes da Inquisição espanhola.

Não fosse a internet e a verdade seria aquela dos Juan Árias do jornalixo!

O Papa tem medo do crucifixo comunista?

Evo Morales não é comunista, mas sabia muito bem que, ao dar de presente a Francisco um crucifixo com o símbolo da foice e martelo, seu gesto teria repercussão mundial

Juan Arias 10 JUL 2015 – 14:33 BRT

Evo Morales presenteando o Papa com o crucifixo. / OSSERAVATORE ROMANO / HANDOUT (EFE)

O presidente da Bolívia, Evo Morales, não é comunista, mas sabia muito bem que, ao dar de presente ao papa Francisco a imagem de madeira de um crucifixo adornado com o símbolo da foice e martelo, seu gesto teria repercussão mundial. Foi, sem dúvida uma genial e eficaz cartada publicitária.

Ambas as figuras, a cristã e a comunista juntas, têm de fato uma grande força simbólica que atinge milhões de pessoas e aparecem quase como antagonistas e provocadoras.

Talvez daí decorra a cara feia de estranheza e quase de susto do papa Francisco frente a esse presente curioso e pouco artístico, que tardou em apanhar em suas mãos e soltou em seguida, como se dissesse: “Mas o que é isto?!”.

Francisco mudou de feição quando Morales lhe contou que aquele crucifixo comunista era obra do sacerdote espanhol Luis Espinal, assassinado em 1980, o que fazia dele um símbolo, já que recordava as perseguições aos seguidores da Teologia da Libertação considerados comunistas.

O Papa sempre quis distinguir o empenho da teologia na defesa dos mais pobres e humilhados, por um lado, e a sua possível ideologia comunista, por outro

Houve quem visse na estranheza e quase mal-estar do rosto de Francisco a suspeita de que aquele crucifixo poderia significar que também ele é visto como um “papa comunista” ou como um “teólogo da libertação”. É como se, diante daquele Cristo, Francisco se olhasse em um espelho e pensasse: “Será que me veem assim?”. Poderia ter pensado: “Teriam presenteado semelhante crucifixo ao papa alemão Ratzinger?”.

É verdade que o Papa jesuíta está reconhecendo teólogos da libertação condenados por seu antecessor, o papa Bento XVI, mas sempre quis distinguir entre o empenho dessa teologia na defesa dos mais pobres e humilhados da sociedade, por um lado, e a sua possível ideologia comunista, por outro.

Talvez por isso, o Papa reagiu imediatamente à possível carga simbólica daquele crucifixo e recordou a Morales que o sacerdote havia sido assassinado porque “pregava o evangelho, e isso incomodava”.

Era como dizer: “Eu sou um papa do Evangelho, e nada mais. Todas as outras etiquetas são alheias à minha missão”.

Fiquei curioso de ver como a foto do rosto de estranheza do Papa perante o crucifixo de Morales seria comentada nas redes sociais. E, como eu imaginava, ela despertou desde comentários engraçados sobre a feiura artística “daquela coisa que meteu medo no papa” até outros mais complexos. Um comentário dizia que ambas as imagens ficavam muito bem juntas, pois tanto a Igreja, com a Inquisição, como o Comunismo, com seus expurgos, “causaram morte e dor no mundo”.

Lembro que no Concílio Vaticano II, que representou uma revolução para a Igreja e aconteceu ainda com bispos e cardeais encarcerados pelo comunismo soviético, os Padres Conciliares admitiram que o comunismo “talvez não tivesse surgido se a Igreja não tivesse abandonado o mundo do trabalho”.

Sobre Jesus, dizia-se que teria sido “o primeiro socialista” da História. O primeiro cristianismo era essencialmente comunitário. Os primeiros cristãos se deixavam matar por defender o Evangelho dos pobres.

Depois, a Igreja se aburguesou, se imperializou e até perseguiu os teólogos que queriam voltar às origens do cristianismo cujos seguidores “tornavam tudo comum”. Aquele “comunismo cristão” durou pouco, possivelmente porque era utópico, e a Humanidade não pode viver só de utopias.

Talvez no salto da utopia à realidade os dois comunismos – o cristão e o soviético –tenham acabado fracassando.

Naquele crucifixo feio de Morales poderia se ler também a tragédia das melhores utopias quando se transformam em ideologia e conquista do poder.

Sobre Jesus, dizia-se que teria sido “o primeiro socialista” da História. O primeiro cristianismo era essencialmente comunitário

Francisco deu de presente a Morales algo que ele mesmo qualificou com fina ironia de “mais simples”. Sem dúvida mais belo artisticamente: a imagem bizantina da Virgem Maria com o Menino Jesus, das origens do cristianismo, que pode-se admirar na Basílica da Santa Maria Maior, em Roma.

A figura do Francisco, amada hoje por crentes e agnósticos por seu exemplo de vida e sua entrega à defesa da paz e dos direitos dos mais fracos, conjuga-se melhor com a imagem evangélica e materna de Maria, que recorda o cristianismo que ainda não se havia mundanizado, do que com o severo e ideológico crucifixo comunista de Morales.

Onde Francisco colocará o crucifixo que quase lhe meteu medo?

Talvez não caiba no modesto quarto do hotel Santa Marta, onde vive porque preferido isso aos luxuosos palácios vaticanos.

O Papa tem medo do crucifixo comunista? | Opinião | EL PAÍS Brasil

24/02/2015

Empresas espanholas trazidas por FHC só trouxeram corrupção

Alguém ainda há de lembrar que o processo de privatizações começou com a entrega da CRT por Antonio Britto aos seus ex-patrões da RBS que formaram consórcio com a Telefônica de Espanha. A tentativa de apropriação do Estado pela RBS não começava aí, mas foi com a entrega da CRT que ficou escancarado que a RBS estava determinada a se infiltrar no Estado. Se a Telefônica passou a perna nos donos da RBS também é verdade que não desistiram de terem a chave dos cofres do Estado nas mãos de seus funcionários. O cavalo do comissário perdeu para Olívio Dutra, saiu pela porta dos fundos escondido no manto do capacho Pedro Simon, e foi se desintoxicar do mal das alterosas que também acomete Aécio Neves, na Espanha. Por mera coincidência, terra que entrara cisplatina via RBS mas que também arrematara por algumas bananas o Meridional.

A Zara, da Inditex, e outras espanholas já estiveram também envolvidos em trabalho escravo. Agora é a vez da rede de supermercados se envolverem em sonegação. Aliás, esta deve ter sido a razão pela qual o PSDB resolvera trazer de fora tantas empresas corruptas e corruptoras. São de mesma natureza. Nem em dez mandatos o PT conseguirá se livrar da herança maldita espalhada nos vários níveis do Estado de esqueletos espalhados pelo PSDB. Por falar nisso, quando sairá Gilmar Mendes, exemplo maior da herança maldita deixada por FHC.

Está aí uma boa pauta para colonista do El País, Juan Árias, puxa-saco da direita tupiniquim. Ele que ficou famoso nas altas rodas por reclamar que os brasileiros não reagem contra a corrupção, poderia começar explicando se a Espanha tem outros produtos, além da corrupção e do trabalho escravo para exportar. Nem precisa comentar a diferença entre o nível de desemprego (27%) na Espanha em relação ao Brasil (4,6%) por que aí já seria esperar demais de um ventríloquo, de uma pena de aluguel.

Rede espanhola Dia tem disputas milionárias com o fisco de três países

O Brasil exige da rede de supermercados mais de 90 milhões por questões fiscais

A França exigiu pagamentos por arredondar o IVA e a Espanha, pelo imposto de sociedades

Cristina Delgado Madri 23 FEB 2015 – 20:00 BRT

Unidade do supermercado Dia em Madri. / JUAN MEDINA (REUTER

A rede de supermercados Dia está envolvida em várias disputas fiscais em diferentes países. A mais cara delas é no Brasil. O grupo reconhece em seu relatório anual, entregue à Comissão Nacional do Mercado de valores, que recebeu duas notificações das autoridades fiscais brasileiras.

A primeira, na qual exigem 13,34 milhões de euros (mais de 40 milhões de reais), é por “discrepância do imposto referente às receitas com descontos recebidos de fornecedores”. A segunda, de 77,65 milhões de euros (cerca de 253 milhões de reais), “em relação ao reflexo dos movimentos de mercadorias e sua repercussão em inventários”. A empresa qualifica como “remota” a possibilidade de perder o litígio e não disponibilizou os recursos.

mais informações

O Dia já teve de pagar no Brasil “2,2 milhões de euros por processos trabalhistas e 1,7 milhões relativos a outros riscos operacionais”. Além disso, a empresa reservou dinheiro para outras disputas: 4,46 milhões para o Dia França, “pelo custo financeiro associado a litígios pelo arredondamento do IVA (imposto sobre valor agregado) nos decimais do euro dos exercícios 2006, 2007 e 2008”.

A rede reconhece, além disso, que pagou, na Espanha, 3,86 milhões de euros pelo Imposto de Sociedades de 2008 e 2,85 milhões depois de uma inspeção do mesmo tributo de 2008, 2009 e 2010.

Por outro lado, a empresa também suspendeu os fundos que tinha guardado para outros possíveis pagamentos que considera que já não serão necessários. Por exemplo, 3,54 milhões de euros “correspondentes à anulação parcial do fundo criado no exercício 2013 para enfrentar riscos derivados da venda do Dia à Turquia”. Também 2,17 milhões que tinha reservado “para enfrentar inspeções dos exercícios 2008, 2009, 2010 e 2011. Além disso, o exercício inclui a anulação de outros recursos criados para cobrir outros riscos fiscais no valor de 1,26 milhão e depois da saída dos resultados do Dia França “foram cancelados os riscos fiscais, legais e sociais” no montante de 9,23 milhões de euros.

Economia: Rede espanhola Dia tem disputas milionárias com o fisco de três países | Economia | EL PAÍS Brasil

29/10/2013

Como são engraçados esses catastrofistas

fhc x lulaJuan Árias é o especialista da Globo para assuntos brasileiros. Vive de puxar o saco da Globo, talvez mirando uma boquinha, e criticando a política brasileira.

Agora, para indicar aos seus leitores espanhóis onde o desemprego beira os 30%, descanta o verso para indicar aos compatriotas o caminho das pedras. O mesmo Brasil que em outros textos era só decepção, decadência e bolivarismo político, agora sai em busca de mão de obra com MBA para enfrentar o crescimento econômico e a entrada de grandes empresas.

Os mesmos que vivem de vender a ideia de que o Brasil é só agronegócio, que vive do extrativismo, de repente são obrigados a dizer algo para o qual não estavam preparados porque estavam ocupados em esculhambar: afinal, por que um país que vive do agronegócio precisa de mão de obra qualificada? MBA para abatedouros?

Faltou dizer ao melhor amigo dos inimigos do Brasil que se o guru dos fracassomaníacos, FHC, tivesse feito sua parte na educação, não estaríamos em busca desta mão de obra qualificada? Poderia ter dito, por exemplo, o grande molusco, um notório ignorante, investiu em educação mais do que todos os que o antecederam. Mas aí seria dar um tiro no próprio pé, e reconhecer que vale mais um burro batalhador como Lula do que um sociólogo de aluguel do Consenso de Washington como FHC. Um cotejo entre os investimentos em educação de Lula x FHC é para corar até pedra, mas os FDP não se dão por achados porque são pagos, muito bem pagos, por seus financiadores ideológicos.

O catastrofismo de ontem deu lugar ao proxenetismo de hoje, mas amanhã dependerá de quem o finanCIA. Estes vira-latas e vira-bostas vivem comendo no prato em cuspiram.

Brasil, en busca de jóvenes con MBA

Los reclutadores buscan en Europa y América Latina mano de obra cualificada para enfrentar el crecimiento económico del país

Juan Arias Río de Janeiro 28 OCT 2013 – 15:43 CET10

La presidenta de Brasil, Dilma Rouseff, en Harvard. La Universidad de EE UU colabora con la de Sao Paulo / Roberto Stuckert Filho

Debido a su crecimiento y a la entrada de grandes empresas extranjeras al país, Brasil ha lanzado un SOS en busca de jóvenes con Máster en Business Administration (MBA), una mano de obra cualificada de la que carece gravemente. Directores y reclutadores de compañías brasileñas de sectores como el bancario, la industria y la aviación civil recorren Europa y otros países de América Latina en busca de mano de obra para completar sus cuadros de altos funcionarios.

¿Qué les ofrecen? Unas condiciones económicas que no tienen en otros países.  Los sueldos de expertos con máster en Economía pueden ganar hasta el doble que en Estados Unidos. “El crecimiento de América Latina y de Brasil en particular ha llevado a una escasez de talentos y ahora necesitamos buscarlos agresivamente” explicó al diario Folha de São Paulo, Walter Bayly del Banco de Crédito, que aconseja a los jóvenes europeos que exploren Brasil y otros países de América Latina también en proceso de crecimiento económico.

Las empresas brasileñas están recorriendo principalmente Europa porque allí, después de la crisis, existe paro incluso de altos funcionarios. Los empresarios han lanzado una llamada a los europeos e incluso a los latinoamericanos que puedan tener exceso de jóvenes con MBA para que trabajen en Brasil. “Queremos un perfil que los brasileños aún no tienen. Por ahora estamos en Asia, América y Europa y necesitamos de expertos. Y no serviría contratar a un brasileño en aquellos países porque no funcionaría”, afirma la cazatalentos de Votarantim, Camila Miranda. Y añade: “Por ello, hacemos propuestas económicas por encima del mercado de aquí”.

Algunos de los españoles contratados ya por empresas brasileñas confiesan que hace unos años hubiese sido imposible pensar en trabajar a Brasil, y ahora son las empresas brasileñas las que llegan a Europa con las mejores ofertas del mercado mundial para quienes poseen un MBA. Todo ello lleva a las autoridades brasileñas a examinar la necesidad de preparar a los jóvenes brasileños en negocios ya que, como ha confiado un diputado del PT (Partido de los Trabajadores) a este diario “crea un cierto bochorno que un país como Brasil, con millones de estudiantes, no consiga preparar jóvenes para trabajar con suficiente capacidad técnica en nuestras empresas, y necesitemos ir a buscarlas fuera, incluso en otros países del continente".

Será precisamente ese tema de la educación, tanto primaria como académica, uno de los mayores temas de debate durante las elecciones presidenciales del año que viene. Ha caído como un jarro de agua fría en el gobierno de Dilma Rousseff el hecho de que entre las 200 mejores universidades del mundo no aparezca ni una brasileña, ni siquiera la Universidad de São Paulo (USP), que ya figuró en años pasados en importantes ranking mundiales de calidad y que hoy paga el precio de haberse politizado en exceso perdiendo en calidad de enseñanza.

En las semanas pasadas, la USP y otras universidades importantes fueron ocupados por parte de grupos de estudiantes de extrema izquierda que obligaron a actuar a las fuerzas de policía para desalojar las rectorías ocupadas y a veces depredadas.

La presidenta Rousseff ha empezado a enviar estudiantes universitarios brasileños a formarse en los mejores centros de educación superior del mundo, como ya lo estaban haciendo desde hace tiempos los chinos, por ejemplo. La meta del gobierno es llegar a tener hasta 100.000 universitarios estudiando en el exterior con becas, incluso para hacer cursos acelerados de inglés u otros idiomas.

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09/08/2013

Presunta é o cacete!

Filed under: Corrupção,Corruptores,Energúmenos,FHC,Juan Árias,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:24 am
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O colonista amigo do CANSEI e començal da Rede Globo, Juan Árias não tem o mesmo cuidado quando se trata de atacar Dilma e Lula. Quando envolve corruptos seus aliados, vira presunto. Presunto é o caralho, Juan Árias!

Un nuevo caso de presunta corrupción política sacude a Brasil

Siemens acusa a los socialistas de permitir la creación de un cartel de empresas para adjudicarse las obras del metro de São Paulo

Juan Arias Río de Janeiro 8 AGO 2013 – 17:39 CET10

Manifestación contra la gestión del gobernador de São Paulo. / Sebastião Moreira (EFE)

Un nuevo caso de presunta corrupción política llama esta vez a las puertas del mayor partido de la oposición, el Partido Socialista Democrático de Brasil (PSDB), después del golpe que supuso el caso Mensalão para el Partido de los Trabajadores (PT).

Los líderes del PSDB del Estado de São Paulo, que gobiernan desde 1995, los exgobernadores Mario Covas y José Serra y el actual gobernador Geraldo Alckmin han sido acusados por la empresa alemana Siemens de haber permitido en la construcción del metro de la ciudad de Sâo Paulo la creación de un cartel entre empresas para adjudicarse las obras, lo que habría llevado a una superfacturación y a un aumento de los pasajes.

Tanto la Fiscalía como la policía están investigando si existen pruebas de las acusaciones hechas por Siemens y si el partido de la oposición se lucró con el presunto cartel. El exgobernador Mario Covas, con el que habría comenzado la creación del cartel de empresas, murió en el año 2001 y en Brasil se le considera una de las personalidades políticas más ejemplares por no haberse enriquecido.

El exgobernador José Serra, que fue un importante ministro de Sanidad destacado por haber quebrado las patentes farmacéuticas para ofrecer medicinas gratis a los pacientes de sida y que se presentó dos veces a las presidenciales, primero contra Lula da Silva y después contra Dilma Rousseff, ha rechazado las acusaciones de que él conociera la trama organizada por las empresas. El actual gobernador de Sâo Paulo, Gerardo Alckmin, ha afirmado que su gobierno es el primero que desea que se esclarezcan todas las presuntas acusaciones de Siemens.

El PSDB cree que el que estas acusaciones hayan salido ahora a la luz es una jugada política, justamente cuando dentro de unos días tendrá lugar la última fase del Mensalào, considerado el mayor escándalo de corrupción política de la democracia brasileña, y a un año de las presidenciales.

El PT, por su parte, insiste en que se apuren todas las denuncias. Este miércoles líderes del partido del Gobierno y del PSDB se enzarzaron con duras y mutuas acusaciones y los políticos del PT amenazaron a la oposición con crear una Comisión Parlamentaría de Investigación.

El escándalo comienza mientras las protestas callejeras anuncian ya nuevas manifestaciones masivas para el 7 de septiembre y mientras se discute la reforma política, en la que un punto neurálgico es la financiación de los partidos y de las campañas electorales. El caso, por sus dimensiones, ya que al parecer el cartel podría haber actuado en varios Estados y con líderes políticos de diferentes partidos, está llamado a crear aún mucha polvareda política.

Un nuevo caso de presunta corrupción política sacude a Brasil | Internacional | EL PAÍS

24/01/2013

Domésticas que trabalham para patrões não domesticados

Filed under: Brasil,Juan Árias — Gilmar Crestani @ 8:35 am

Faltou Juan Árias dizer que são exatamente os patrões que financiam suas fontes d’O Globo e da Veja. Poderia ter dado a história completa e dizer quem é que alimenta este tipo de comportamento nos grupos mafiomidiáticos.

Los perros tienen nombre, ellas, no

Por: Juan Arias | 23 de enero de 2013


Babá brsileña
En Brasil hay aún familias que piden a sus niños que a las empleadas domésticas las llamen de “babá” y no por su nombre propio
. La noticia, aparecida en los periódicos, me dio un vuelco al estómago. Pensé enseguida que esos niños llaman por nombre a sus perros y gatos. A veces, son ellos mismos quines escogen los nombres. Con la empleada no pueden hacerlo. Espantoso.

Hay aún más, esas empleadas domésticas, para poder entrar a ciertos clubes y restaurantes caros de Rio o de otras ciudades, con los otros miembros de la familia donde trabajan, tienen que vestir de blanco de la cabeza a los pies.

Así ha acontecido, por ejemplo, en los clubes cariocas de Caiçaras y Paissandu o en el Jockey y Piraqué y en restaurante de la zona noble de la ciudad.

Los responsables de estos lugares que impiden entrar a las empleadas domésticas si no van vestidas de blanco alegan que se trata de “padronizar”, que nadie sabe lo que significa. Una de las socias de uno de esos clubes alega que eso es importante porque en el caso de algún accidente con un niño se puede individuar enseguida a la “babá”.

Lo que ellas, las domésticas dicen, es que se trata de que quede claro en el restaurante que ellas son de otra clase social de las personas de la familia a la que sirven.

Cuentan también que ese vestido de blanco es absurdo ya que los niños juegan con la tierra y después van a sus  brazos y acaban estando siempre sucias.

Y lo peor, recuerda Míriam Letão experta en economía, es que la mayoría de los brasileños ve esas discriminaciones como algo natural y no como un rastro de los 300 años en que las familias gozaron de esclavos en sus casas.

Como todas las cosas negativas suelen tener un revés positivo, también la situación de las empleadas domésticas en Brasil, la clase trabajadora hasta ahora más penalizada, va a cambiar radicalmente gracias a una ley que está en discusión en el Congreso con la que esa categoría de trabajadoras, hasta ahora marginalizadas económica y socialmente, va a ser rescatada.

Todas ellas deberán tener contrato de trabajo oficial. Hasta ahora sólo lo tienen un 30% de los 7 millones de empleadas familiares. El mayor número de la categoría del mundo.

De esa categoría de trabajadores en Brasil el 93% son mujeres y de ellas el 61% son negras. Cerca de 400.000 tienen entre 10 y 17 años.

Brasil no ratificó en su día la Convención 189 de la Organización Mundial del Trabajo (OIT) que obliga a conceder a los empleados domésticos los mismos derechos de los otros trabajadores, como un cierto número de horas de trabajo, horas extraordinarias y nocturnas pagadas aparte, seguro de desempleo etc. De hecho son esos beneficios los que sancionan la ley que podría ser aprobada en breve por el Parlamento.

Las familias brasileñas, en un futuro no muy lejano, dicen los sociólogos, van a tener que enfrentar la misma situación en relación con los empleos domésticos, que hoy enfrentan los países ricos desde Europa a Estados Unidos, es decir, será un lujo caro.

Más aún, también en Brasil, los hijos e hijas de las familias cuyas madres son empleadas domesticas están dando un salto social y tras haber hecho cursos de profesionalización, prefieren ya otras trabajos que el de limpiar casas o cuidar de niños en las familias.

Ganan más, se siente más libres y con mayor autoestima que sus madres.

Todo ello, subraya acertadamente Letão, “es una señal de que Brasil está entrando por la puerta de la modernidad”. Y eso es positivo.

Y esas empleadas tendrán que ser en el futuro llamadas por los niños por sus nombres, es decir tratadas, por lo menos, como sus perritos y gatitos que sí tienen nombre.

Los esclavos del pasado eran llamados por nombre por sus amos. Existía categorías en tre ellos. La aristocracia, curiosamente, la constituían los esclavos y esclavas del servicio doméstico.

Los bautizados solían tener nombres como José, Juan, Pedro etc. Algunos nombres eran típicos de los esclavos, como Benedito. Y los de las mujeres eran aún más bonitos, como Felicidad o Esperanza. En este sentido muchas domésticas de hoy en cuanto al nombre y a categoría social, están en Brasil peor que las esclavas del pasado. Son, en efecto, la categoría menos considerada en el mercado del trabajo. ?Hasta cuando?

DEDICATORIA

Dedico este blog con cariño  y agradecimiento a Clementina y Justa, las dos empleadas que ayudaron a mi madre, maestra, a criarnos en Arcos de Valdeorras (Orense). Las quisimos mis dos hermanos y yo como a unas segundas madres. Yo jamás las olvidaré. Siempre las llamamos por sus nombres.

Empleada doméstica en Brasil

Vientos de Brasil por Juan Arias >> Blogs Internacional EL PAÍS

01/12/2012

Brasil destina los ingresos de las concesiones petroleras a la educación

Filed under: Brasil,Educação Pública,Juan Árias,Petróleo — Gilmar Crestani @ 9:08 am

La recaudación procedente de las concesiones financiará la Educación en todo el país

El canon petrolero ascendió a unos 4.600 millones de euros en 2011

Juan Arias Río de Janeiro1 DIC 2012 – 01:02 CET29

La presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, ha tomado este viernes una decisión histórica: a partir de los nuevos contratos para la exploración del petroleo del país en tierra y mar, el canon o compensación que hasta ahora recibían cada año los Estados productores del crudo, fundamentalmente, Rio y Espirito Santo, se dedicarán exclusivamente a la educación.

En 2011, dicho canon alcanzó la cifra de 13.000 millones de reales (unos 4.600 millones de euros), que podrán aumentar en la medida de la exploración de los nuevos pozos de petroleo.

El Ministro de Educación, Aloizio Mercandante, que junto con otros tres ministros presentaron el nuevo proyecto de ley presidencial en una conferencia de prensa, resaltó el valor histórico de la decisión del Gobierno Rousseff. “No existe futuro mejor para el país que invertir en educación”, afirmó

Para el ministro, “solo la educación hará de Brasil una nación efectivamente desarrollada, ya que la educación es el fundamento de todo desarrollo económico futuro”.

El tema del canon del petroleo, que depende cada año de la producción del crudo, ha sido un verdadero quebradero de cabeza para Rousseff, ya que el Congreso lleva tiempo, desde los gobiernos del expresidente Lula da Silva, discutiendo si dicho canon debía dedicarse exclusivamente a los Estados productores o a todos en general ya que se trata de una riqueza nacional.

Al final, el Congreso aprobó una ley en este último sentido. A partir de ahora se beneficiarán lucrarse del canon todos los Estados indistintamente.

Hubo un levantamiento en los dos Estados que hasta ahora recibían casi integralmente los recursos: Rio y Espirito Santo. Pidieron con manifestaciones hasta en la calle que Dilma vetara la ley.

Este viernes, la presidenta decidió vetar algunas partes de la ley para que no fuera herido el derecho ya adquirido y sancionado por la Constitución. Por tanto serán respetados los contratos ya concedidos del pasado y a partir del año que viene, con las nuevas concesiones entrará en vigor la nueva ley que obliga a repartir ese canon a todo el país. Con esa añadidura histórica de que dicha compensación o premio a los Estados y municipios se dediquen exclusivamente a la educación.

Hasta ahora, como había denunciado la prensa, dicho canon se dedicaba en buena parte a aumentar los gastos públicos de dichos Estados y muy poco para gastos sociales y de educación. O para obras a veces faraónicas de embellecimiento externo de las ciudades.

Dilma se ha basado en una ley aprobada por el Congreso que obligaba al gobierno a dedicar en el futuro un 10% del PIB a la educación, dado que Brasil, a pesar de su pujanza económica, continúa apareciendo en el furgón de cola de los otros países en calidad de educación. El 40% de los alumnos que empiezan los estudios de la secundaria, los abandonan antes de concluirlos.

Brasil destina los ingresos de las concesiones petroleras a la educación | Internacional | EL PAÍS

09/10/2012

“Y junto con la prensa, el otro eje de la oposición lo está ejerciendo la justicia”

Filed under: Brasil,Grupos Mafiomidiáticos,Juan Árias,Oposição — Gilmar Crestani @ 6:07 am

Oposição há, como o próprio autor confirma: “Y junto con la prensa, el otro eje de la oposición lo está ejerciendo la justicia”. Portanto, se isso não for oposição, então o que será? O que falta é qualidade na oposição. Nem precisa ser inteligente, basta não ser burro para saber que “la prensa” que faz oposição ao governo é a mesma que esteje ao lado dos golpistas em 1964 e dos ditadores com o que veio a seguir.

O povo não é bobo, sabe que os jornais trocam informação por dinheiro. Ou o autor não lembra como foi que o prof. Cardoso conseguiu a reeleição? O conluio do PSDB com a imprensa, em São Paulo, resulta em milhares de assinaturas da Veja distribuída em sala de aula.  A Folha de São Paulo dá espaço para José Serra, Aécio Neves e FHC para publicarem abobrinhas. Mas não há uma espaço para nenhum políco de esquerda. A Rede Globo se aliou ao perito Molina para transformar uma bolinha de papel em objeto contundente. Foi uma das jogadas mais fraudulentas já perpetrata para beneficiar um candidato que é uma fraude em pessoa.

O livro-documento A Privataria Tucana foi o mais vendido neste ano, mas até agora não mereceu espaço na “prensa” golpista. Quando Juan Árias diz que no Brasil não há oposição é porque também ele considera Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Aécio Neves, Demóstenes Torres, Álvaro Dias, Agripino Maia uma fraude. Depois de Demóstenes Torres, José Roberto Arruda e Kassab, a Veja vai dar nas páginas cor de cocô a quem? À Judith Brito, ao Merval Pereira?

E, para variar, o esporte predileto da imprensa que apóia nessa oposição que está aí, a culpa pela falta de oposição no Brasil é do Lula…

¿Por qué en Brasil no existe la oposición?

Por: Juan Arias | 06 de octubre de 2012

Dilma y cardosoDilma y Cardoso, adversarios políticos

Es un fenómeno que choca a los europeos. En Brasil, prácticamente, no existe una oposición al gobierno de la Presidenta Dilma Rousseff. Hasta el punto que el líder del que debería ser el mayor partido de la oposición, Fernando Henrique Cardoso, expresidente de la República y fundador del PSDB (Partido Socialista Democrático de Brasil) pidió a sus correligionarios que “dejaran trabajar en paz” a Dilma.

Es verdad que una cierta condescendencia de la oposición con la actual Presidenta, supone indirectamente una crítica a su antecesor, Lula da Silva, ya que consideran que ella se desvía de su tutor en la lucha contra la corrupción.

La mayoría de los grandes partidos ha preferido desde siempre en Brasil vivir cobijada bajo las alas del gobierno del que reciben ayuda y cargos que les permiten ayudar a sus respectivos colegios electorales. Nadie quiere estar en la oposición y menos contra un gobierno como el de Rousseff con casi un 80% de consenso.

Lo mismo había ocurrido con su antecesor el carismático y popular Lula da Silva, de quien escribí en este mismo diario un artículo que fue traducido también aquí en Brasil titulado “Y Lula se comió a la oposición”.

Se la había comido de verdad, ya que nadie se atrevía a criticar un gobierno que gozaba de la máxima popularidad, apoyado por la gran masa de pobres que veían en Lula a su Mesías y Redentor.

Esa dificultad de enfrentarse con un gobierno popular con, además, gran apoyo internacional, hizo que incluso en 2005, cuando estalló el escándalo de corrupción política de mensalão, que hubiese podido costarle el cargo a Lula, la oposición no se atrevió a enfrentarse a él, ante el temor de la amenaza que había lanzado de sacar en su apoyo a la calle a los movimientos sociales controlados por el partido del gobierno, el PT, fundado por Lula.

Ello ha llevado a una situación paradojal. Ante la ausencia de una oposición política seria y eficiente, algo fundamental e indispensable en las mejores democracias y en los gobiernos mejor valorizados, dos estamentos de la sociedad han tomado el relevo de la oposición: los medios de comunicación y la justicia.
Los medios son los que en los últimos años han funcionado como oposición colocando sobre el tapete todos los escándalos de corrupción incluso los que llevaron a Dilma a retirar de su gobierno a ocho ministros.
Y no se ha tratado de algunos medios más o menos críticos con el poder.

Todos los diarios, semanales y televisiones más importantes, han sacado a luz escándalos políticos de corrupción de políticos tanto del gobierno como de la oposición. Lo han hecho los diarios Folha de Sâo Paulo, Estado de São Paulo, O Globo, Veja, Istoé, Panorama y las televisiones Globo y Banderantes entre otras.

Y junto con la prensa, el otro eje de la oposición lo está ejerciendo la justicia, tanto los fiscales del Estado como los jueces del Supremo que están condenando estos días a los políticos acusados de haberse dejado sobornar para apoyar en 2003 al gobierno Lula así como a los acusados de haber sido los corruptores de dichos políticos sirviéndose de dinero público usado ilegalmente.

Hay quién se pregunta si es normal en una democracia que sean instituciones como los órganos de información y los tribunales de justicia, los que hayan tomado el relevo de la ausencia de oposición política.

La pregunta no es de fácil respuesta. Sin duda que en una democracia normal, la oposición la deben hacer los políticos, que es lo que asegura la alternancia en el poder ¿Y cuando éstos se ausentan? ¿Es justo que tome esa misión otras instituciones, desde la prensa a la justicia o a las redes sociales?

Lo que habría quizás que entender es que el caso de Brasil es una anomalía, porque de repente el gigante americano se ha despertado y ha empezado a crecer no sólo económicamente sino también cultural y socialmente.

La opinión pública que por un lado rechaza la corrupción política, por otro se siente tranquila con unos gobiernos que la hacen soñar con mejoras año tras año.

Cuando el clima general de la sociedad es de esperanza en un futuro inmediato que se les presenta mejor que el pasado, no es fácil a los políticos desempeñar su papel indispensable de oposición.

No es una justificación, ya que estoy convencido de que sin oposición la mejor democracia acaba corrompiéndose inexorablemente. Es tan solo una constatación de una coyuntura histórica, que es real.

Lula y cardoso
Lula y Cardoso, adversarios políticos de una vida

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08/09/2012

Botando dinheiro no fogo

Filed under: Favelas,Fogo,Juan Árias,São Paulo — Gilmar Crestani @ 4:51 pm

Em três parágrafos a Folha de São Paulo deu a notícia. A OAS (Obras do Amigo Sogro) está financiando a compra de São Paulo. Informação curta, porque não interessa repercutir. Do outro lado, Juan Árias também levanta os pontos não une os fios. Lendo em separado, são duas informações que não guardam qualquer relação. Pelo menos é que ambos querem fazer crer. Agora, considerando o histórico da Folha de São Paulo em relação aos seus corruptos na Prefeitura e no Governo de São Paulo, há algo de podre no ar e não é só fumaça. Onde há fumaça, há fogo. Ligue o fogo, às especulações imobiliárias, e ao fato de ter sido rotina neste ano e, voilá, tem Nero queimando São Paulo. Há uma CPI rolando na Assembléia Legislativa de São Paulo, mas, como sabemos, depois que o PSDB chegou ao governo daquele Estado, nenhum CPI andou, e sempre com o silêncio obsequioso dos Grupos Abril, Folha, Estadão.

Construtora OAS é a maior doadora das campanhas em SP

DE SÃO PAULO – A construtora OAS é a maior financiadora privada dos três candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo: Celso Russomanno (PRB), José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT). A empreiteira investiu R$ 2,75 milhões nas três campanhas.

As contribuições da OAS para Russomanno somam R$ 500 mil e foram as primeiras recebidas de empresas privadas pelo candidato -até então o líder nas pesquisas tinha apenas recursos do fundo partidário do PRB e contribuições de pessoas físicas. Da construtora, Serra recebeu R$ 1,25 milhão, e Haddad, R$ 1 milhão.

Em 2011 e 2012, a OAS recebeu mais de R$ 100 milhões por contratos com a prefeitura.

NO EL PAÍS 

Las favelas que lloran sangre de fuego

Por: Juan Arias| 08 de septiembre de 2012

En São Paulo, la mayor urbe de América Latina y quizás la más rica, en las últimas semanas, cuatro favelas han resultado incendiadas. En 2011, los incendios fueron 79 y en lo que va de año, 24.

Favelas en Sao Paulo (zona sur)
Los brasileños pudieron seguir días atrás en directo por televisión uno de los mayores incendios del año, en la favela de Agujero Negro. Seguramente, cada espectador se habrá fijado en algún detalle de aquella verdadera tragedia humana aunque no se registraran víctimas mortales.

A mi me tocaron dos escenas concretas mientras el fuego, a pesar de la presencia de 30 coches de bomberos, se iba tragando inexorablemente hasta 300 chabolas, dejando a 1.200 personas más en la calle que nunca.

Me emocionó ver la solidariedad de aquellas personas siempre olvidadas, haciendo filas con baldes de agua para ayudar a los bomberos. Llegaban hasta de otras favelas y se arriesgaban hasta lamer las llamas.

Y me emocionaron también hombres y mujeres luchando para sacar por las ventanas y techos desmoronándose, aún en llamas, sus cuatro enseres: todo lo que les quedaba: colchones, cocinas y neveras viejas y algunos puñados de ropa. No lloraban ni gritaban. Diría que en sus rostros había hasta un no sé qué de atávica resignación a sabiendas de que pueden contar poco más que con sus propias fuerzas.

Es emblemático que mientras se habla de las 1.100 favelas de Rio, casi mitizándolas, de las 2.627 de São Paulo, siempre en llamas, poco se habla. No tienen historia ni turistas que las visiten. Son favelas que lloran sangre de fuego.

Favela en llamas en São Paulo
Ni se acaban nunca de conocer los reales motivos de tantos incendios.
Hay quien como el catedrático de periodismo de la Universidad PUC de São Paulo, doctor en Ciencias Políticas, Leonardo Sakamoto, llega a insinuar en su blog, con una frase terriblemente dura, que sobretodo los incendios de las favelas de la zona sur de la ciudad (la más rica), cercanas al centro, a tres
kilómetros del aeropuerto de Congonhas, interesan porque se trata de terrenos envidiados por las grandes inmobiliarias.

Dice Okamoto, con amarga ironía, que “las favelas que se convierten en cenizas, son un incienso quemado en nombre del progreso y del futuro”, es decir del progreso inmobiliario.

Comenta el bloguero: “Esa limpieza por el fuego lleva a las lágrimas a tantas familias. Y abren imperceptibles sonrisas en algunos empresarios y administradores públicos de ojo en la construcción de bancos, salas de concierto y exposiciones, sedes de multinacionales y oficinas de la administración pública”.

Una cosa es cierta. La Comisión de Investigación del Parlamento de Sâo Paulo (CPI) sobre el agravarse de los incendios, instalada hace meses, ni ha empezado a funcionar. No interesa. Ni siquiera ha sido aún nombrado el relator. Preguntados sobre por qué no funciona, los políticos responden que “por falta de quórum”. Tienen otras cosas más importantes que hacer que tratar de investigar por qué arden tantas favelas en la ciudad.

Es un tópico decir que los motivos de incendio se deben a las instalaciones ilegales de energía que cargan la red y originan cortos circuitos. A veces es ese el motivo, pero existen otras sombras sobre el asunto, negras como el humo de los incendios. De hecho aún no existe un informe oficial que explique el por qué de esos reiterados incendios.

Los habitantes de las favelas cercanas al centro de la ciudad, en São Paulo como en Rio, prefieren seguir viviendo en ellas para estar cerca de sus trabajo que irse a casas populares de la periferia donde necesitan tres horas para ir a trabajar llegando a usar hasta seis autobuses para ir y volver.

Al mismo tiempo, los terrenos de esas favelas, son el oro y el sueño de los constructores de rascacielos para los pudientes de la ciudad.

En Brasil existen aún 11 millones de personas viviendo en favelas, casi la población de Portugal. Suponen el 6% de la población. El número mayor de esas gentes se halla en el Nordeste pobre, con un total de tres millones y medio de habitantes, un 30% del total de la población de favelas del país.

Dilma ha jurado que acabará con la miseria que aún se anida en este gigante económico. Acabar con la miseria significa también acabar con esos hormigueros humanos o bien transformarlos en barrios dignos de ser habitados.

Fabelas incendidas en sao paulo (2)-"Muchacho, no aguanto más apagar fuegos en favelas este año.Algo tiene que cambiar".

-"No te preocupes, hay una CPI (Comisión de Investigación Parlamentar) investigando eso"

-!Ah, gracias a Dios!"

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13/08/2012

Cesta de caranguejo

Filed under: Brasil,Juan Árias — Gilmar Crestani @ 9:22 am

Juan Árias só conhece economistas aprovados pela Veja e Rede Globo. O Brasil de Juan Árias é igual cesta da caranguejo. Quando algum logra alcançar o topo do sexto, há sempre outro puxando para baixo. Há no Brasil uma teoria chamada Teoria da Dependência segundo a qual só seremos independentes, em todos os sentidos, se formos dependentes dos EUA. Para alcançar isso, vale até tirar os sapatos para entrar nos EUA. Há um velho ditado de vira-latas que diz que se é bom para os EUA é bom para o Brasil. Os a$$oCIAdos do Instituto Millenium sabem com vender isso. Vendem e recebem…

¿Por qué Brasil no crece más?

Por: Juan Arias| 13 de agosto de 2012

Hay quién se pregunta por qué Brasil crece tan poco a pesar de su pujanza comercial y sus riquezas naturales. No sólo entre los países emergentes sino también dentro de América Latina, la sexta economía del mundo, paradojalmente, es uno de los países que menos crecen.

Las previsiones para este 2012 son de un crecimiento de menos de un 2%. Muy poco para el gigante americano. ¿A qué se debe?

Edmar BachaEl economista, Edmar Bacha, uno de los formuladores del Plan Real, ha dado algunas pistas sobre este fenómeno durante una conferencia en el seminario “Para donde va América Latina”, organizado por el Instituto Brasileño de Economía de la Fundación Getulio Vargas.

Bacha preconiza que “ a no ser que haya un milagro brasileño de reapertura de la economía que ha sido frustrada”, Brasil seguirá con un crecimiento bajo para sus potencialidades.

Eso porque las importaciones de Brasil están entre un 11% y un 13% del PIB, mucho menos que los otros países latinoamericanos y de los Brics y que la media mundial que está entre un 23% y un 28%.

"Más aún, si sumamos exportaciones + importaciones y las expresamos como % del PIB, en Brasil da alrededor de un 20%, mientras el de China, por ejemplo es 80% y Alemania y Chile un 50%", explica el economista Andrés Cardó.

Ello significa, según él,  que Brasil "sigue teniendo una economía cerrada, orientada sobretodo a su mercado interno, que siempre es limitado, mientras que el internacional es infinito".

Otro problema relacionado con esto es "el proteccionismo que mantiene industrias artificialmente por la protección impositiva y arancelaria".

A ello hay que añadir la subida de costes internos que encarece insumos y bienes de capital importados, dificultando aún más la exportación.

Embraer1Un caso claro, según Bacha, es el de Embraer, la Empresa brasileña de Aeronáutica  que importa cerca del 70% de los componentes de aviones que exporta. “Embraer es el ejemplo típico de algo acertado después de la privatización. Pero tiene éxito porque no peca de esa política errada de componentes nacionales como los que, por ejemplo, se están practicando en la industria del pré-sal, en el campo del petroleo. Es una política que va a impedir la explotación de los grandes yacimientos petrolíferos brasileños”, afirmó Bacha.

Todo ello produce dos efectos negativos: la industria nacional se queda fuera de las cadenas productivas globales, al mismo tiempo que se da la desindustrialización. Por ello, según el economista “reaccionar a la desindustrialización con políticas de contenido nacional es un error”.

¿Cual sería la fórmula para no caer en esa trampa que contrae el crecimiento? Abriendo la economía para tener “muchas industrias como Embraer”, afirma Bacha.

De ahí que el modelo de industrialización de Brasil, forjado en el proteccionismo, contribuya también a la reducción del ahorro.

El gran pecado de la economía de Brasil es que el país invierte poco en relación con los otros países emergentes.

En el fondo de todo se esconde un problema político que siempre afectó a Brasil y que una parte del Partido de los Trabajadores agudizó: el de un cierto nacionalismo que arrastra hacia el proteccionismo y el miedo a abrirse al exterior.

Según algunos analistas políticos, el expresidente Lula intentó abrir el país hacia fuera permitiendo la entrada de capitales y empresas extranjeras en la linea de lo que ya había comenzado su antecesor, el socialdemócrata, Fernando Henrique Cardoso, que dió luz verde a las privatizaciones.

Habrá que ver hasta que punto su sucesora Dilma que entró con fama de nacionalista, será capaz de abrir la economía al mundo, justo en un momento en que presenta señales de cansancio con un bajón en los últimos meses de un 5% de la industria nacional.

Dilma con empresarios brasileñosA pesar de que su partido, el PT fue siempre contrario a las privatizaciones, Dilma ha empezado a privatizar, por ejemplo, aeropuertos, aunque para que no aparezcan como tales privatizaciones el gobierno las califica de "concesiones".

Lo que queda claro es que la sola economía nacional, en un mundo totalmente globalizado e intercomunicado, no bastará a Brasil para ser Brasil, es decir, una fuerza económica a la altura de sus grandes posibilidades.

Dilma con empresarios brasileños

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08/08/2012

A volta de Juan Árias

Filed under: Juan Árias — Gilmar Crestani @ 9:18 am

Ele chama Lula de Luna. Bebe na fonte de O Globo como quem bebe água de esgoto pensando ser mineral. Fala das ideossincracias brasilerias mas esquece por completo das espanholas. Por que não trata do seu rei caçando elefantes em Botsuana? Ele também poderia falar de Iñaki Urdangarin, genro do rei Juan que responde processo por corrupção, de Carlos Dívas, da Suprema Corte espanhola também envolvido em corrupção.  Suprema Corte que expulsou Baltazar Garzón só por ter investigado a direita espanhola e os crimes do franquismo. Ou do trabalho escravdo da Zara. A vantagem do Juan Árias é que a grande maioria dos brasileiros não se importa com o que se passa na terra dele, e tudo o que conhecem do Brasil o sabem através da sua principal fonte, depois da Veja, a Rede Globo.

Al final ¿cómo son los brasileños?

Por: Juan Arias| 08 de agosto de 2012

La índole de los brasileños fue uno de los primeros temas abordado por este blog cuando salió a la luz el año pasado. A partir de entonces, los comentaristas se han ido enzarzando en discusiones sobre el tema, dividiéndose entre los que ensalzan la índole pacífica, social y acogedora de los brasileños y los que la contestan alegando que se trata de un engaño ya que los brasileños, bajo su capa de cordialidad suelen encerrar una navaja trapera.

Discuten sobre el tema los españoles o los otros latinoamericanos que viven en Brasil y los brasileños que viven en España o en Europa en general. El debate se ha hecho a veces duro en este blog hasta  llegar a los insultos, algo que me desagrada profundamente, ya que pienso que se puede discutir, polemizar, criticar, sin llegar a la ofensa personal y más entre lectores que las más de las veces ni se conocen.

No tengo dudas de que definir la idiosincrasia de un pueblo es siempre tarea ardua. Si cada persona es un mundo y lo son cada pueblo y ciudad y hasta cada barrio de la misma, qué decir de un pueblo entero y más como Brasil con casi 200 millones de ciudadanos pertenecientes a regiones tan diferentes como lo pueden ser Sâo Paulo o Bahía o Rio Grande do Sul o Amazonia, que cada uno por sí mismo podría ser como un país de Europa. Brasil es cinco Españas en número de habitantes y quince veces en territorio.

Y a pesar de todo, después de 14 años viviendo en este país, sigo defendiendo que hay algo que caracteriza al brasileño como tal, de una punta a otra del país.

Sea por su herencia portuguesa, por su fuertes componentes africanas e indígenas y más tarde por los casi casi cien países que abrazan a los emigrantes llegados al país, lo cierto es que el brasileño, en el bien o el mal, ha creado una idiosincrasia que le es común a pesar de sus diferencias regionales.

No digo, ni dije nunca, que se trate de trazos positivos o negativos, porque además existen muchas tonalidades en cada realidad sin que todo tenga que ser blanco o negro, bonito o feo, bueno o malo.

Cada pueblo es lo que es. No se trata de hacer juicios, sino de tratar de entender las señales que caracterizan a un pueblo, como hace la antropología, sin juicios de valor.

He oído muchas veces la frase: “Sólo un brasileño…”, como diciendo esto es típico de un brasileño, lo que no quiere decir que ese rasgo o ese “no se qué” que se nos revela como “brasileño”, no se pueda encontrar también en algún otro país, como cuando algún comentarista escribe: “Pues en España es aún peor” o “es mejor”.

De no existir esas diferencias antropológicas, caracteriales, culturales y hasta genéticas, todos los pueblos serían aburridamente iguales. En la diversidad está la riqueza, de ahí el peligro de una cierta globalización mal entendida que puede acabar borrando la riqueza de la diversidad.

Para volver a nuestro tema de la idiosincrasia brasileña, hecha más de curvas que de ángulos, de permisividad que de “sacar pecho”, de indulgencia que de condenas, voy a contar tres pequeñas anécdotas que considero significativas.

Los antrópologos siempre han pensado que las llamadas anécdotas son siempre significativas y reveladoras ya que suelen ser la mejor fotografía de la índole de un pueblo.
IEl secuestrador que pide perdón por no haber sido capaz de saber engañar.
SecuestroEn Brasil, organizado al parecer, según la policía, desde dentro de las cárceles, existe desde hace tiempo el llamado “falso secuestro”. Te llaman al teléfono, te dicen que han secuestrado a un hijo a una hija tuya y te piden un rescate. Y te hacen escuchar los gritos del secuestrado que en la angustia del teléfono te parecen siempre reconocibles.

Días atrás, telefonearon a una señora diciéndole que habían secuestrado a una hija suya que aparecía llorando al otro lado del teléfono. La señora, esta vez, riéndose, les dijo: “Quédense tranquilos, porque yo no tengo ninguna hija”. Iba a colgar el teléfono cuando el falso secuestrador le dice: “Lo siento, señora, que nos haya salido mal esta vez. Uno prueba, por si acaso y no siempre acierta. Discúlpenos. Quizás la próxima nos salga mejor”.

¿Podría darse esta anécdota en Alemania o en Gran Bretaña o en España misma? No creo. En Brasil, sí es posible.
IIEl banco que pide perdón al cliente después de haberle hecho desesperar.
Lo ha contado en el programa Club de los corresponsales, de la cadena televisiva Globo News, el corresponsal en Brasil del diario La Nación de Buenos Aires, tratando de explicar uno de los rasgos típicos de los brasileños. Contó que había perdido dos tarjetas de crédito: una de los estados Unidos y otra brasileña. El asunto con la americana lo resolvió en pocos segundos y sin una palabra por parte del banco. Ya con la brasileña fue toda una odisea de burocracias y repetidas llamadas telefónicas. Al final, cuando por fin todo estuvo concluido, al otro lado del teléfono, el empleado le dijo: “Bueno, que pase usted un día feliz”. Así.
IIISerá una condena sin sangre
MensalaoEn Brasil se está celebrando en el Supremo un importante un proceso judicial de gran envergadura política, el llamado mensalão, un supuesto escándalo de corrupción, que tantos dolores de cabeza le dio a Luna en su primer mandato. Los reos son 36, entre políticos, banqueros, empresarios etc. La Fiscalía ha pedido para todos condena y cárcel. La defensa niega todos los cargos de sus clientes.

Pues bien. Ayer, Ancelmo Gois en su columna en el diario O Globo, una de las más leídas del país, cuenta la siguiente anécdota recogida, dice, entre expertos de derecho. Según dicha noticia, el Supremo, ante la presión de la calle va a condenar a algunos de los presuntos reos, “pero sin derramamiento de sangre”

Gois recuerda la frase del famoso político brasileño, Pinheiro Machado quién ya en en el siglo XIX escribía que lo mejor era actuar “ni tan despacio que parezca afrenta, ni tan rápido que pueda parecer miedo”.Traducido: ni una sentencia tan absolutoria que pudiera escandalizar, ni tan dura que pudiera parecer que los jueces han tenido miedo de la presión pública. O sea, un sí, pero, no, típicamente brasileño.
Curiosamente me ha hecho pensar en una frase famosa del gran pensador Nietzsche, que poco debía saber de Brasil y que escribió: “No nos dejemos quemar por nuestras opiniones; no estamos tan seguros de ellas. Pero tal vez por poder tener nuestras opiniones, podamos también cambiarlas”.
¿Curioso, no? ¿O simplemente brasileño?

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05/08/2012

Juan Árias, além de mentiroso, preguiçoso e plagiador

Filed under: Juan Árias — Gilmar Crestani @ 10:14 pm

 

Correspondente do El País no Brasil plagia matéria do Estadão e nem dá crédito

Juan Arias, correspondente do jornal espanhol El País no Brasil, mora no Rio, mais precisamente em Saquarema, pequena cidade da Região dos Lagos, a 100 km da capital, Rio de Janeiro.
É de lá que ele escreve seu noticiário ficcional, ou suas reportagens editorializadas, sempre atacando os governos populares de Lula e Dilma.
Já o critiquei aqui – El Pais segue desinformando sobre Brasil e governo da presidenta Dilma, mas o comportamento dele segue orientação de seu jornal, que é a mesma de nossa mídia corporativa, hostil aos governos populares não só do Brasil como de toda a América Latina.
Até aí é problema deles. Mas, agora, Arias pegou uma reportagem do Estadão, sob um suposto mal estar do governo brasileiro, especialmente da presidenta Dilma, com a participação da ex-candidata à presidência Marina Silva na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, e só não fez um Copy & Paste total porque são línguas diferentes, e também porque pegaria muito mal – afinal, ele está aqui, em Saquarema, teoricamente, para trabalhar, não?
Comparem a reportagem do Estadão de ontem com a do El País de hoje:
Estadão:

Marina Silva causa mal estar entre ministros em Londres
Londres, 28/07/2012 – A presença da ex-ministra Marina Silva na cerimônia de abertura da Olimpíada de Londres causou mal estar entre os ministros do governo de Dilma Rousseff. A participação pegou a todos de surpresa.
Marina entrou carregando a bandeira com os anéis olímpicos juntamente com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o maestro argentino Daniel Barenboim e prêmios Nobel. O convite partiu do Comitê Olímpico Internacional, sem o conhecimento do governo brasileiro, e foi mantido em sigilo. A ex-ministra é reconhecida internacionalmente por seu trabalho de defesa do meio ambiente.
A situação cria constrangimento porque Marina não tem boas relações com Dilma Rousseff e acabou encobrindo a presença da presidente do próximo país-sede da Olimpíada na cerimônia de abertura de Londres, ontem. "Marina sempre teve boa relação com as casas reais da Europa e com a aristocracia europeia", disparou o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, adversário político de Marina na polêmica do Código Florestal. "Não podemos determinar quem as casas reais escolhem, fazer o quê?"
O presidente da Câmara, Marco Maia, disse que a primeira reação foi de surpresa. Para ele, o COI deveria ter feito um melhor trabalho de comunicação com o governo brasileiro. "É óbvio que seria mais adequado por parte do COI e da organização do evento que houvesse um diálogo de forma mais concreta com o governo brasileiro para a escolha das pessoas", disse, sem deixar de reconhecer a importância do trabalho ambiental de Marina.
Para outro membro da delegação, que pediu para não ser identificado, o que o COI fez foi o equivalente a convidar um membro da oposição britânica para um evento no Brasil que tenha o governo de Londres como convidado especial.
Ao Grupo Estado, Marina explicou que só recebeu o convite na ultima terça-feira, dia 24. Sobre Dilma, insistiu em não criar polêmica, dizendo que "sentia orgulho" em ver a primeira presidente mulher do país na arquibancada do estádio olímpico.
Ontem, Dilma foi mostrada pelas câmeras oficiais por menos de cinco segundos, enquanto a entrada de Marina foi amplamente comentada, como representante da luta ambiental no mundo. O ministro do Turismo, Gastão Vieira, só ficou sabendo da presença de Marina já no Estádio Olímpico. "Foi surpresa", disse o ministro da Ciência, Marco Antonio Raupp.

Agora, a do El País, de (?) Juan Arias:

La ecologista Silva eclipsa la presencia de Dilma en la apertura de los Juegos
La presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, y los ministros de su Gobierno presentes a la apertura de los Juegos Olímpicos de Londres tuvieron que ver con sorpresa, sin que nadie les hubiese informado antes, desfilar junto al secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, y siete personalidades mundiales más a la ecologista y opositora Marina Silva llevando la bandera olímpica, mientras era aplaudida y puesta de relieve ante millones de telespectadores del mundo.
El Comité Olímpico había guardado el secreto con celo y la propia presidenta Dilma supo de la distinción a su adversaria política cuando esta salió llevando la bandera olímpica.
La que fuera ministra de Medio Ambiente del expresidente Luiz Inazio Lula da Silva durante cinco años y fundadora con él de su partido (el PT) dejó el Gobierno por incompatibilidad de la entonces ministra de la Casa Civil, Dilma Rousseff, a la que Silva consideraba poco inclinada a los temas ecológicos.
La exministra dejó también el partido de Lula y Dilma, se pasó al Partido Verde y disputó con Dilma las presidenciales consiguiendo 20 millones de votos, que obligaron a la candidata de Lula a disputar la segunda vuelta.
El Comité Olímpico Internacional (COI) ha alegado que la ecologista fue escogida junto con otras siete personalidades mundiales por “su lucha contra la destrucción de la selva amazónica”.
El hecho de que Silva ensombreciera la presencia de la mandataria brasileña en Londres que solo tuvo cinco segundos en la televisión ha causado malestar en el Gobierno de Brasilia y en su diplomacia.
Todos han confesado que fueron cogidos de sorpresa y que ninguna autoridad brasileña había sido ni consultada ni avisada con antelación.
El ministro de Deportes, el comunista, Aldo Revelo, comentó con ironía: “No podíamos impedir que la Casa Real de Inglaterra invitara a la exministra. Además ella siempre se llevó bien con la nobleza europea”.
El presidente del Congreso, Marco Maia, ha revelado también su sorpresa dando a entender que como mínimo se ha tratado de un gesto de poco gusto diplomático.
Dilma ha sido elegante y no ha comentado el caso. Su antagonista política, Silva, comentó en su página web que se había sentido orgullosa de ver en el palco a la primera mujer brasileña presidenta de la república.

Arias não procurou nem disfarçar. Usou até os mesmos depoentes e depoimentos, na cara de pau. Deveria, ao menos dar o crédito. Ou não? Ou é tudo a mesma coisa e entre eles está tudo certo já que o objetivo é o mesmo?
Será que El País e o Estadão sabem disso?

BLOG DO MELLO

02/08/2012

E Juan Árias deixou de lado suas crônicas ecológicas

Filed under: Juan Árias,Mercosur — Gilmar Crestani @ 8:52 am

 

Y Hugo Chávez se vengó

Por: Juan Arias| 02 de agosto de 2012

Dicen que la venganza es dulce. Si es así, Hugo Chávez la probó días atrás en Brasilia, cuando consiguió, tras años de espera, que Venezuela entrara en el club del Mercosur.

Hugo Chavez en Brasilia
El último impedimento era el gobierno de Paraguay
que aún no había dado luz verde a la entrada de Venezuela, alegando que el actual gobierno no daba garantías democráticas suficientes. Con los mismos motivos el Senado de Brasil paró durante años la entrada de Venezuela.

El mandatario populista se vengó. Consiguió que Brasil, Argentina y Uruguay suspendieran a Paraguay del Mercosur hasta el 2013, para encontrar la puerta abierta para él.

Generoso, Chávez ha afirmado que espera que Paraguay “vuelva pronto a la democracia”, para poder aceptarla él de nuevo en el club. Puede sonar a broma, ver a Chávez, ya en la cumbre del Mercosur, dando lecciones de democracia. Pero así ha sido.

Como todo lo que a él se refiere, el mandatario venezolano revistió de pompa, solemnidad y anuncios de milagros económicos su entrada en el gobierno de América del Sur, que como él ha dicho, ahora es ya la “quinta potencia económica del planeta”.

Para ello, hasta obligó a la Presidenta brasileña, Dilma Rousseff a quebrar el protocolo, para que él, el nuevo socio, pudiera subir la rampa del Palacio del Planalto, algo sólo concedido a los jefes de Estado en visita oficial al país. Chávez estaba en visita de trabajo.

Dilma, claudicó y tuvo que conceder idénticos honores a los otros dos socios, a la mandataria argentina, Christina Kirchner y al uruguayo, José Múgica.

De acuerdo con su estilo de comprarlo todo y de repartir dádivas a sus amigos, el presidente venezolano, llegó generoso con el gobierno brasileño que había contribuido con su diplomacia para que Paraguay se apartara del Mercosur, y poder así dar paso a Venezuela.

Lo primero que hizo fue firmar un acuerdo millonario de compra de aviones de la firma brasileña Embraer al mismo tiempo que anunció otros “negocios billonarios” con Brasil, comenzando por la venta de crudo que Petrobrás aún necesita importar.

Todo el discurso de Hugo Chávez en Brasilia, y hasta la forma de moverse entre los socios veteranos, daba claramente a entender que ahora el Mercosur era él. Que con su llegada, el club se iba a revitalizar, como si él estuviera haciéndolo resucitar de las cenizas en que estaba sepultado.

Era como si dijera: “Ahora van a ver ustedes de lo que  el Mercosur es capaz conmigo", y ofreció enseguida sus buenos oficios para traer al club cuanto antes a otros dos países amigos suyos: Ecuador y Bolivia.

Chávez no se olvidó ni del elemento religioso. Sintiéndose hombre de paz, quiso olvidar el pasado de los que se opusieron a la entrada de Venezuela en el Mercosur, y citando las Escrituras, dijo: "Como está escrito en la Bíblia, todo lo que pasa bajo el sol tiene su hora"

Con Ecuador y Bolivia, el l Mercosur estaría integrado por cuatro países populistas: Venezuela, Argentina, Ecuador y Bolivia contra dos más democráticos: Brasil y Uruguay. Y, sin duda, el venezolano sería, a partir de entonces, el que repartiría el juego.

Una cosa es cierta: antes de llegar el huracán Chávez, el Mercosur estaba más agonizando que lleno de vida. Sus reuniones eran protocolarias, sin pena ni gloria y el famoso e importante mercado unido suramericano, existía sólo en el papel, ya que cada país pensaba en sus intereses.

Ahora el mandatari venezolano ha llegado y puesto todo patas arriba. Le ha vuelto a dar visibilidad al club envejecido, y por lo menos, en su retórica, ahora empezará a dar frutos. Si fuera así, habría que recordar el refrán que reza “No hay mal que por bien no venga”.

Lo que nadie sabe aún es lo que Dilma, experta, ha pretendido con toda esta jugada arriesgada y discutida de dejar fuera al antiguo socio de Paraguay para colocar la alfombra roja a la Venezuela de Chávez. Quizás un día lo sabremos.

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31/07/2012

Alguém ainda lembra da cruzada de Juan Árias contra a corrupção?

Filed under: Juan Árias — Gilmar Crestani @ 9:06 am

Desde que os musos de Juan Árias foram pegos corrompendo, ele não voltou mais ao assunto. Só fala de ecologia, animais e, agora, arqueologia. O Brasil atual, que está descobrindo a corrupção dos que queriam combater a corrupção, já não inspira mais o melhor amigo do Reinaldo Azevedo e Ali Kamel. Bem que ele poderia dar um palpite sobre a CPI da Veja, a revista que faz a cabeça dele e de todo anecefálico?

¿Por qué a los dioses les gusta tanto la sangre?

Por: Juan Arias| 31 de julio de 2012

Acaban de hallarse pruebas biológicas de sacrificios humanos precolombianos, una práctica que también existió en otros pueblos, como entre ellos los griegos y romanos. Todos ellos han estado siempre estrechamente ligados a los dioses y a las religiones.

Sacrificios humanos“Hoy, Occidente, los define de manera grotesca, pero fue una realidad que surgió con estas civilizaciones”, explica, el arqueólogo, Guillermo de Anda.

Lo cierto es que a los dioses antiguos les gustaba la sangre humana. A los antiguos y a los modernos.

Hoy los dioses no son las divinidades a las que se les ofrecía el corazón arrancando a un niño aún vivo, el órgano que pulsa la sangre del cuerpo. Son los dioses del dinero, de las finanzas, de la política, de los mercados, a los que les sacrificamos no la sangre pero sí la vida de millones de personas a las que se les arranca el derecho a vivir con dignidad: el empleo, los ahorros de una vida, sus derechos adquiridos. Les sacrificamos a esos dioses hasta nuestro derecho a la felicidad.

Curiosamente, como los dioses antiguos, también los modernos dioses del dinero, son invisibles, sin rostro, sin identidad. Son también divinos, incontestables, sacerdotes del templo de las Bolsas, que habitan en el olimpo de los paraísos fiscales. El poder político se arrodilla ante ellos.

Como las antiguas divinidades, a las que los hombres les ofrecían la sangre humana, también las nuevas divinidades aparecen con sus fauces sedientas de otra sangre, la del oro. Y nuestros representantes, secundan esa hambre y esa sed de vidas humanas, llenando de nuevo sus arcas cuando su avaricia las ha vaciado a costa de estrujar el corazón y el alma de los fieles de sus iglesias.

Sacrificios humanos (2)
El historiador brasileño Ronaldo Vainfas, de la Universidad Federal del Estado de Rio, explica al diario O Globo, que cada cultura ha presentado una justificación a los sacrificios humanos. Según Vainfas, “las sociedades arcaicas sacrificaban para comulgar con los dioses y por miedo, los nazistas para purificar la raza y la Inquisición para purificar la fe”.

¿Y los sacerdotes de hoy, los de los paraísos fiscales, de qué quieren purificar a la sociedad? Sedientos de dinero, como los dioses antiguos de sangre caliente, ellos pretenden que les ofrezcamos en el altar del sacrificio, lo mejor de nuestra vida, el futuro de nuestros hijos, nuestra salud, nuestra alegría, nuestro derecho a participar a la mesa de las riquezas de la Tierra que son de todos.

Y lo más grave es que, como en los antiguos ritos sacrificales donde corría la sangre humana, nosotros, fieles devotos de sus iniquidades, asistimos pasivos a nuestro martirio cotidiano. Algunos consiguen rebelarse e “indignarse”, hasta que los dioses lo permiten. La mayoría llora, maldice y calla.

Sacrificios huamnos (3)Una pregunta debe haberles aparecido a los lectores en la punta de la lengua: ¿Por qué los humanos, desde la prehistoria a hoy, hemos aceptado que a los dioses, para evitar sus venganzas, debamos ofrecerles nuestra sangre o nuestro dinero?

Sabemos que somos nosotros, el Homo Sapiens, quien se ha inventado a esos dioses feroces, ávidos de venganza y de sacrificios. ¿Por qué? ¿Por qué no pudimos inventarnos dioses a los que alimentar con flores o poesía?

Quizás porque creamos a los dioses a nuestra imagen y semejanza. Y el espejo en el que plasmamos nuestra imagen es el de la violencia. El ser humano identificó siempre fuerza con violencia, divinidad con hambre de sacrificios, dioses caníbales.

Eso los antiguos. Nosotros los modernos estamos creando los nuevos dioses a los que al mismo tiempo, tememos, envidiamos y rendimos pleitesía.

Sacrificio humano (4)Los vemos a esos dioses invisibles del dinero como a los nuevos héroes: los fuertes, los triunfadores,tan imbuidos de su omnipotencia, que pueden permitirse alimentarse de la sangre, la ignorancia o la impotencia de sus fieles.

Al final, nada de nuevo. La barbarie continúa siendo perpetrada no sólo en nombre de los dioses que nosotros nos hemos forjado, sino en homenaje a la fuerza y omnipotencia que nosotros les hemos otorgado.

¿Seremos algún día capaces de derribarles de sus pedestales de cartón? ¿Seremos capaces de castrarles de una fuerza que ellos no tendrían si nosotros no se la hubiésemos alimentado?

Existe ya en nuestro mundo moderno, el ateísmo religioso. ¿Cuando conseguiremos crear el ateísmo del dinero? Hemos sido capaces de derribar en parte la hipocresía de los dioses religiosos y sus amores por el infierno y el castigo. ¿Cuando seremos capaces de derribar a los dioses de las financias y sus amores por el lucro, la especulación y la indiferencia ante el dolor y las lágrimas de sus víctimas?
Sacrificios humanos (5)

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27/07/2012

Juan Árias, um crítico parcial

Filed under: Edir Macedo,Juan Árias — Gilmar Crestani @ 9:21 pm

Não há nada de errado na crítica que faz de Edir Macedo. Errado está em criticar Edir Macedo e faz-se cego, surdo e  mudo em relação a Policarpo Junior, ou Roberto Civita, Ali Kamel. Comecemos por este último, que teve a ousadia de escrever conta as cotas raciais e usar os veículos da Rede Globo para atacar a política de cotas. Juan Árias calou porque consentiu. Tudo bem que ele também seja contra a política de cotas. Mas ele é jornalista, e no mínimo deveria se pronunciar a respeito desta visão vendida pela Rede Globo. Silenciou. Também manteve-se mudo a respeito do livro A Privataria Tucana. Direito dele. Quando a Polícia Federal flagou Policarpo Junior e, via de consequência, a VEJA, em relação de promiscuidade com Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres, Juan Árias também silenciou. Não sabia que Juan Árias é contra a teoria da prosperidade, tão bem defendida pela Veja e Rede Globo…

Afinal, Juan Árias é jornalista ou lobista da direita brasileira encastelada ou atrás do muro da VEJA e da GLOBO.

Por qué un hombre no debe casarse con una mujer mayor que él

Por: Juan Arias| 26 de julio de 2012

Un “hombre de Dios”, no debería casarse con una mujer mayor que él, ni tampoco con una de otra raza". Es el consejo que el Obispo evangélico y empresario Edir Macedo acaba de dar a sus ocho millones de fieles, desparramados por 170 países, en un polémico artículo, publicado en el site Arca Universal.

Edir-macedo
Macedo, escritor y cantor gospel, con cientos de miles de libros y discos vendidos, empresario millonario y dueño de emisoras de televisión, es el fundador en Brasil de la poderosa Iglesia Universal del Reino de Dios.

Según Macedo un joven que “desea hacer obra de Dios”, no debe casarse, salvo raras excepciones, con una chica mayor que él.

¿Cómo lo justifica? Así:
“Hemos visto que cuando una mujer tiene una edad mayor que su marido, ella, que por naturaleza tiene ya el instinto de ser mandona, acaba colocándose en el lugar de la madre del marido”,
Pero hay más:
“Y lo peor no esto. La mujer normalmente envejece antes que el hombre, y cuando llega a la media edad, el marido se siente maduro, pero no tan envejecido como ella. Y la experiencia demuestra que es mucho más difícil para un hombre, aunque no imposible, mantener la fidelidad conyugal”.
En estos casos en los que la mujer es mayor que el hombre, “mejor no casarse”, dice el obispo evangélico porque:
“Debemos creer que Dios tiene reservado para cada siervo una sierva, de acuerdo con sus aspiraciones, que a su vez van de acuerdo con las aspiraciones de ella”, explica.
El obispo admite sólo una excepción en el matrimonio de un chico más joven que su novia. Es esta:
“Cuando el joven es suficientemente maduro y con experiencia de vida para no dejarse influenciar por ella”.

Y aún en estos casos de excepción, la diferencia de edad “no debe superar los dos años”, según él.
Y si un joven evangélico no debe casarse con una mujer de mayor edad que él, tampoco debería hacerlo con una de “otra raza”, por ejemplo con una negra.
El obispo puntualiza que Dios no impide esta unión de razas diferentes, pero que su Iglesia la desaconseja por los siguientes motivos:
“Por los problemas de discriminación que sus hijos podrán enfrentar en las escuelas en las sociedades racistas de este mundo loco. Es necesario que la pareja sea consciente de los riesgos, traumas y complejos que los niños podrán sufrir, primero en la escuela y después durante toda la vida”.
Macedo recuerda a sus súbditos de la Iglesia Universal, que “infelizmente no en todos los países existe la tolerancia de Brasil en los matrimonios entre razas diferentes” y como podrán un día ir a trabajar en países menos tolerantes, lo mejor es que se casen siempre con una blanca.
Lo que no explica el obispo es qué deberá hacer, por ejemplo, un joven evangélico negro. ¿Deberá casarse con una negra o podrá hacerlo con una blanca?
El obispo Macedo posee una biografía particular. Nacido en el seno de una familia católica practicante, pasó a frecuentar los terreiros de Ubanda, la religión de origen africana, dejando el catolicismo de sus padres. Desilusionado también allí, pasó a frecuentar a la Iglesia Evangélica, de la que acabó fundando una nueva rama.

En polémica con las otras iglesias evangélicas, el obispo Macedo es al mismo tiempo un acérrimo defensor del aborto y propugna la "teología de la prosperidad". Sus fieles tienen que dar a la Iglesia el diezmo de lo que ganan.

Que expliquen el personaje los expertos en descifrar enigmas.

Reo en varios procesos judiciales por blanqueo de dinero, falsedad en documentos públicos y entrada de material fraudulento para las televisiones de su propiedad, el obispo siempre acabó absuelto, dadas las influencias políticas de las que goza al ser depositario de millones de votos en las urnas.
A pesar de todo, los evangélicos, con sus ya 40 millones de fieles, siguen avanzando en Brasil comiendo cada año terreno a los católicos que hace 30 años eran el 97% de la población y hoy en algunas ciudades como Rio, ya son minoría.

El obispo Macedo predica la "Teología de la prosperidad"

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25/07/2012

Juan Árias, deprimido com a prisão de Cachoeira, só fala de animais

Filed under: Juan Árias — Gilmar Crestani @ 8:58 am

 

¿Y el perro con quién se queda, señor juez?

Por: Juan Arias| 24 de julio de 2012

El Congreso de Brasil va a regularizar la situación de los animales domésticos de las parejas que se separan. Podría parecer a algunos algo disparatado, teniendo en cuenta los graves problemas sobre los que necesitan legislar los señores diputados y senadores.

Y sin embargo, a mi me parece un signo de civilización que entraña una importante novedad antropológica.

Pareja con su perro
Cuando un matrominio se separa, el juez necesita reglamentar no sólo la cuestión de los hijos, sino también la de los bienes. Hasta hace poco, esos bienes eran puramente materiales y no tenían en cuenta a los animales domésticos, que conviven con la pareja y que en la mayoría de los casos ambos se sienten ligados a ellos con lazos de profunda amistad y afecto.

Recuerdo que en Roma, una pareja de amigos míos que deseaba separarse y que vivían desde hacía tiempo como si ya nada les uniera, seguían juntos porque la mujer se negaba a que el perro, al que ambos amaban y que hasta sacaban cada mañana juntos a pasear al parque antes de ir a trabajar, se pudiera quedar con el marido.

Brasil, que es un calderón de enigmas y contradicciones, ha querido resolver un problema cada vez más agudo en las familias donde algunos animales hacen ya parte de dicho hogar, como lo hacen los hijos.

Lo más seguro es que en el caso de los animales domésticos, la nueva legislación, si aprobada, que lo será sin duda por el consenso que existe entre los congresistas, obligue a que la parte que sale de casa, sea el marido o la mujer, pueda como mínimo ir a visitar a sus viejos amigos perros y gatos y hasta llevárselos con él los fines de semana. Ni más ni menos que lo que hoy las parejas separadas acostumbran hacer con sus hijos.

Terapia (2)Los animales son usados como terapia para niños y jóvenes

He leído el proyecto de ley y es curioso que todo lo previsto para reglamentar la situación de los animales domésticos, está copiada de la ya usada con los hijos menores.
El juez podrá, en efecto, dar la tutela del animal a una de las partes o dividirla. Cada uno de los cónyuges separados podrá vigilar si la pate que se queda con los animales los sigue tratando bien. Sin mutuo consenso no podrá ser cruzado el animal ni usarlo para motivos comerciales.

Y la ley alega que los animales domésticos, en muchos casos, son considerados en familia como “otros tantos hijos” y que pueden llegar a tener un gran “valor terapéutico” tanto en relación a los hijos como a la pareja. De ahí su importancia.

La decisión de los legisladores brasileños, encierra pues algo importante: otorga a los animales domésticos la categoría de seres importantes para la persona humana en el campo del afecto, casi al igual que los propios hijos.
Ello supone, implícitamente, la idea de que también los animales tienen derechos, cosa que muchos se empeñan aún en negar.

La nueva legislación, en efecto, al obligar a que ambos de los excónyuges, tengan el derecho por ley de seguir visitando y disfrutando de sus amigos los animales, deja implícito que también dichos animales tienen el derecho de no sufrir con la pérdida del afecto de sus amos.

Ellos vencerán (Veja)Es el principio de lo que desde hace tiempo, tanto añoran todos los amantes de los animales: una carta de defensa de sus derechos, como un día se hizo con los derechos de la mujer que no existían o con los derechos de los niños que tampoco existían y que quedaban a merced del arbitrio de los varones en el caso de las mujeres, y de los padres en el caso de sus hijos, que carecían de derechos propios.

Ahora, ha llegado el momento de aceptar que también nuestros amigos los animales tiene derechos que debemos respetar.

Esa nueva legislación brasileña, que no sé en cuantos otros países existe, es una clara demostración de civilización y de aceptación implícita de que un animal que convive con nosotros, es algo superior a un mueble o a una nevera.

A ningún juez, en efecto, se le ocurriría ofrecer a los divorciados el derecho de ir a visitar por motivos sentimentales, a una mesa o a una nevera o a un cuadro de la casa de la que salió.

Que un perro o un gato o un loro, sean considerados, hasta por ley, superiores a cualquier objeto por apegados a él que podamos estar, es la mejor demostración de que los legisladores los consideran ya como algo superior a los que no se les pueden negar sus derechos.

Brasil da así un paso más hacia la modernidad y el respeto a los animales, después de haber ya considerado crimen, con pena de cárcel, a quién maltrate a un animal.

Yo defiendo a los animales

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