Ficha Corrida

10/06/2016

PSDB é filho da imunidade com a impunidade

aécio 801_nDesde que Mário Covas chegou ao governo paulista, o PSDB botou o pé no erário e não largou mais. Está aí, atuante e operante, apesar da farta documentação vinda da Suíça, o famoso Robson Marinho no TCE/SP. Neste caso, a imunidade partiu do MPF, na sempre lembrada figura do esquecido Engavetador II, Rodrigo de Grandis.

No Governo FHC, as mutretas eram tantas e públicas que cita-las todas levaria pelo menos 45 anos. Mas uma basta para dar ideia do tamanho do atentado contra o Estado Democrático de Direito e à Democracia, a compra da reeleição. Nem os dividendos distribuídos entre filhos, bastardos  e amantes, tudo somado, ultrapassam esta ignomínia. Nem o fato de ter sido finanCIAdo pelo sistema financeiro, nem o compadrio da Rede Globo, com sua Lei Rubens Ricúpero, perpetrada em parceria com Carlos Monforte, nada disso ultrapassa o ultraje contra a Democracia. O golpe não foram apenas aquele de 1964 e este de 2016. Estuprar a Constituição, o objeto mais sagrado de uma nação, foi feito às claras e testemunhada. Foi um estupro coletivo em que a Rede Globo portou-se como onanista. E todo mundo sabe que a mão que balança o berço do golpe é a do PSDB, mas quem balança o PSDB ao golpe é a mídia. Quer uma prova? Veja, após o golpe, de onde saiu Pedro Parente e para onde foi? Da RBS diretamente para a Petrobrás. Até parece que, como ficou provado com a participação do PP gaúcho, a Petrobrás já nos pertence…

Tudo isso é de domínio público, dispensa interpretação, a ponto do deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom, marcar com ferro em brasa na própria paleta a máxima jamais refutada: “Eu entro no Poder judiciário e por não ser petista não corro o risco de ser preso”. Portanto, claro e meridiano o comportamento de Gilmar Mendes em relação ao Aécio Neves, o sempre lembrado dos delatores, aquele que seria o primeiro a ser comido… E a proteção parece se estender a familiares.

Neste caso, há diferença de tratamento até em relação à família do Eduardo CUnha. Enquanto em relação à mulher e filha deste já haja sinal de que vão ser investigadas, como se a Suíça já não tivesse entregue todas as provas, nem sinal de que Andrea Neves venha a ser “coercitada”. Em relação ao seu irmão até se poderia entender, já que é Senador e tem foro privilegiado, mas em relação a ela, que não detém cargo algum, nem Jorge Pozzobom conseguiria explicar. A menos que ela seja filiada ao PSDB, aí, sim, teríamos a contra-prova.

Como gravou o delator Sérgio Machado, ex-filiado como Romero Jucá  ao PSDB, os esquemas do Aécio e do PSDB todo mundo conhece. Agora vá encontrar esta declaração na Veja, Época, Globo, Folha, Estadão e Zero Hora. Silêncio ensurdecedor. O que fica claro é que a imunidade que o PSDB goza junto ao Poder Judiciário conta sempre com o endosso dos A$$oCIAdos do Instituto Millenium. Sem o eco das cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, RBS & Rede Globo), o STF não move um inciso… Até parece que há uma cláusula pétrea na Carta Magna que impede de punir os assaltos do PSDB. Só isso explica porque as transações com Alstom e Siemens, embora provadas e condenadas nos países sedes (Alemanha e Suíça), no Brasil as investigações ainda dormem em berço esplêndido.

Eu, se fosse a Cláudia Cruz, pediria isonomia de tratamento com a Andrea Neves…

Estatal de Minas fez parceria com firma de pai de Aécio

Termo com a Epamig, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, assinado 11 dias antes de Aécio Neves (PSDB) renunciar ao mandato de governador para concorrer ao Senado em 2010, previa pagamento de R$ 250 mil para a plantação de 1.400 kg de sementes de feijão na fazenda de Aécio Ferreira da Cunha (1927-2010), em Montezuma; a empresa foi herdada pelo atual senador e por sua irmã, Andrea Neves, após a morte do pai

10 de Junho de 2016 às 05:45

247 – A estatal Epamig, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, fechou termo de parceria com o pai do senador Aécio Neves (PSDB), Aécio Ferreira da Cunha (1927-2010), quando o tucano ainda era governador.

O termo, assinado 11 dias antes de Aécio renunciar ao mandato para concorrer ao Senado em 2010, previa pagamento de R$ 250 mil para a plantação de 1.400 kg de sementes de feijão na fazenda de Cunha em Montezuma.

A empresa foi herdada pelo atual senador e por sua irmã, Andrea Neves, após a morte do pai. As informações foram reveladas pelo jornal "O Tempo".

Na quarta (8), um deputado do PT de Minas entrou com pedido de investigação sobre o termo de parceria para apurar se Aécio beneficiou familiares no episódio.

Leia aqui reportagem de José Marques sobre o assunto.

Estatal de Minas fez parceria com firma de pai de Aécio | Brasil 24/7

27/03/2016

DETRAN e seus cadáveres insepultos

Diante de mais esta morte, de Lucas Arcanjo, como não lembrar do Deputado Jorge Pozzobom, do PSDB gaúcho: “Me processa. Eu entro no Poder judiciário e por não ser petista não corro o risco de ser preso”. Neste mesmo rumo estaria a investigação até hoje inconclusa do Marcelo Cavalcante.  Estas mortes guardam semelhança à do Amilton Alexandre, que publicava o Tijoladas do Mosquito! Devem ser apenas coincidências.

E aí uma pergunta se impõe: Por que as investigações contra o PSDB, ou são arquivadas liminarmente(Geraldo Brindeiro & Rodrigo de Grandis) ou então se arrastam por décadas, enquanto as ações contra o PT podem se resolver em apenas 28 segundos (Catta Preta)?!

Durante décadas o PSDB posou como vestal graças ao compadrio de quem deveria zelar pelo cumprimento das leis. Até parecia um partido teflon, nada grudava. Hoje sabe-se que há vários tipos de teflon. E que pelo menos um é mais mortal que 450 kg de cocaína.

Há o outro teflon (vênus platinada), mais duradouro, e travestido de informação, mas que também cobra seu alto pizzu… São os a$$oCIAdos dos Instituto Millenium que estabeleceram a simbiose com mais hermetismo. Os sinais exteriores atendem por estatuetas. Mas também pode ser observadas pelos constantes aparecimentos, sem o menor constrangimento, em manchetes positivas. Os que ousam manterem-se independentes são massacrados.

Os elencos mais recentes que estrelam grandes esquemas de corrupção confirmam o que a Rede Globo e suas filiais sempre esconderam. Basta consultar quem são os que aparecem nas Lista de Furnas, Lista Falciani (HSBC); Lista Zelotes, Lista Portocred e agora a Lista Odebrecht.Todos blindados pelos grupos mafiomidiáticos. E pela mesma razão os que aparecem em todas estas são os mesmos que caçam Lula e querem o golpe paraguaio para Dilma. O ódio deve-se à falta de companheirismo.

Marcelo Cavalcanti e Lucas Arcanjo são sinais de que as ameaças ao Ministro Teori Albino Zavascki devem ser levadas a sério. Não se deve menosprezar o ódio insuflado pela Rede Goebbels! E são fáceis de serem identificados: costumam usar camisas padrão FIFA com escudo da CBF. Como até o mundo já sabe, são duas entidades acima de qualquer suspeita com as quais a Rede Globo mantém longa tradição de bons negócios…

Os esquemas nos DETRANs Brasil a fora já engolfaram uma tradicional famiglia gaúcha. Um dos rebentos teria roubado, na emissora onde perpetrava suas patacoadas, sempre contra a honestidade alheia, biscoitos Zezé….

Estes são os varões de Plutarco da Elite Cleptocrata!

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Policial que denunciou Aécio é encontrado morto em BH; a versão oficial é de suicídio, mas não se descarta retaliação

publicado em 26 de março de 2016 às 18:47

Lucas Arcanjo 1No topo, Lucas Arcanjo (de boné) na Corregedoria de Policia Civil de Minas Gerais, em 16 de outubro de 2014, quando foi depor. Na ocasião, fez denúncias ao senador Aécio Neves e aliados, como Antônio Anastasia e Clésio Andrade

Aécio, Anastasia e Clésio

Da Redação

Em 2014, o policial civil Lucas Gomes Arcanjo postou no Facebook com graves denúncias ao senador Aécio Neves, então candidato à Presidência da República pelo PSDB.

O vídeo viralizou na rede. Teve mais de um milhão de visualizações, além de 120 mil compartilhamentos

Neste sábado, 26 de março, Lucas Arcanjo foi encontrado morto em sua casa em Belo Horizonte (MG).

Segundo informações recebidas pelo site Debate Progressista, Arcanjo se enforcou utilizando uma gravata:

Como Lucas era muito conhecido pelas denúncias contra caciques tucanos em MG, a possibilidade de retaliação não é descartada.

O investigador já tinha sido vítima de 4 atentados em respostas às denúncias que fazia, uma delas o deixou com uma sequela na perna, Arcanjo andava com ajuda de uma bengala.

O Debate Progressista sente muito pelo ocorrido e expressa todo o sentimento de pesar para a família.

O deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG) conheceu bem Lucas. Em sua página na rede social, ele postou a seguinte nota: morte de Lucas Arcanjo:

O Mandato Durval Ângelo lamenta profundamente a morte do policial civil e amigo Lucas Gomes Arcanjo, neste sábado (26), e se solidariza com toda a família e amigos.

Lucas foi um exemplo de coragem na luta pela ética, legalidade e moralidade no serviço público. Não se acovardou diante das ameaças e retaliações e enfrentou a cúpula do poder em Minas Gerais, durante a gestão do PSDB, para denunciar um esquema milionário de fraudes no Detran-MG. Por várias vezes, esteve na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas – quando presidida por este deputado – para relatar irregularidades, cuja apuração cobramos, insistentemente, dos órgãos competentes.

Por suas denúncias, foi punido e perseguido. Sofreu três atentados e após um deles, chegou a ficar meses na UTI. Ainda assim, nunca desistiu. Em outubro de 2014, postou no Facebook um video no qual descrevia o suposto esquema de desvio de recursos no Detran – e de outros órgãos públicos de Minas – para irrigar o Caixa 2 de campanhas tucanas. O video viralizou e, com mais de um milhão de visualizações e 120 mil compartilhamentos, contribuiu para a derrota do candidato à presidência Aécio Neves.

Sem dúvida, uma perda imensurável para todos os que lutam por uma sociedade mais justa, sobretudo, nestes tempos sombrios de atentado à democracia. Mas Lucas não se foi. Permanece vivo no exemplo que nos deixa como seu grande legado. É um dos imprescindíveis de que nos falava Bertolt Brecht em seu célebre poema…

“Há aqueles que lutam um dia; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda;
Porém há aqueles que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis.”

Em 16 de outubro de 2014, o repórter Caio Castor entrevistou o policial Lucas Arcanjo para o Viomundo.

Naquele dia, o policial tinha sido ouvido na Corregedoria da Polícia Civil, em Belo Horizonte.

A Caio Castor, disse que descreveu a base das denúncias que fez na internet contra o ex-governador Aécio Neves e aliados.

No vídeo abaixo, ele resume algumas das acusações, dentre as quais o uso do Departamento de Trânsito (Detran) mineiro para lavar dinheiro e o uso de órgãos do governo de Minas para fazer caixa dois.

https://vimeo.com/109290941

Abaixo, o último vídeo que Lucas Arcanjo postou. Foi ontem, sexta-feira 25, às 19h22. Gerson Carneiro nos enviou

 

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Policial que denunciou Aécio é encontrado morto em BH; a versão oficial é de suicídio, mas não se descarta retaliação – Viomundo – O que você não vê na mídia

17/12/2015

Aécio se vangloria de ter cúmplices nos tribunais superiores

pozzobomAlguém que não seja de memória seletiva há de lembrar do preposto do Daniel Dantas lembrando que não precisava se preocupar pois ele teria, nos tribunais superiores, “facilidades”. A nota do Aécio Neves, embora coincida com o domínio do fato demonstrado por Daniel Dantas, ressuscita uma afirmação do seu correligionário, Jorge Pozzobom. Este deputado do PSDB gaúcho fez uma afirmação no ano passado que casa perfeitamente com a confiança com que Aécio Neves deposita nos tribunais superiores: “Eu entro no Poder judiciário e por não ser petista não corro o risco de ser preso”.

Recentemente até a Folha, a mais tucana dos grupos mafiomidiáticos, cobrou pela lentidão com que o Poder Judiciário julga os processos envolvendo peessedebistas. Não é lentidão, não. É proteção. Basta ver o que fez Rodrigo de Grandis ou mesmo Joaquim Barbosa.

Essa arrogância do PSDB em relação às instâncias superiores não é destituída de verdade.  Não é só o chamado mensalão mineiro, mas o tremsalão, as privatidoações, a compra da reeleição e toda putaria perpetrada pelo PSDB em todos os lugares onde governa. Vimos isso no RS, com Yeda Crusius, no Paraná com Beto Richa ou em São Paulo com Geraldo Alckmin. Não se precisa de bola de cristal para adivinhar as razões que levaram Aécio Neves fazer esta acusação aos Tribunais Superiores.

Será que mais esta patacoada do Napoleão das Alterosas vai virar pó?

Em nota, Aécio isenta Azeredo e aposta nos tribunais superiores

Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves divulgou nota em que se declara “surpreso com a condenação em primeira instância do ex-senador Eduardo Azeredo” e afirma que os afiliados estão confiantes da reversão da condenação nas instâncias superiores; Azeredo foi condenado a 20 anos e 10 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, no caso do mensalão tucano, durante a campanha eleitoral pela sua reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998

17 de Dezembro de 2015 às 07:20

247 – O presidente do PSDB, o senador Aécio Neves, divulgou uma nota na noite desta quarta-feira em que se declara “surpreso com a condenação em primeira instância do ex-senador Eduardo Azeredo” e afirma que os afiliados estão confiantes da reversão da condenação nas instâncias superiores.

Azeredo foi condenado a 20 anos e 10 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, no caso do mensalão tucano, durante a campanha eleitoral pela sua reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998.

Leia a íntegra:

A decisão de primeira instância em relação a Eduardo Azeredo surpreendeu a todo o PSDB que conhece a trajetória política e a correção que sempre orientou a vida do ex-senador e ex-governador.
Respeitamos a decisão da Justiça, mas estamos confiantes de que nas instâncias superiores o ex-senador possa apresentar as razões de sua inocência e haja reavaliação da decisão.

Em nota, Aécio isenta Azeredo e aposta nos tribunais superiores | Brasil 24/7

12/09/2015

Jorge Pozzobom, o sábio que conhecia Yeda

pozzobomQuando o deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom, se vangloriou que, por não ser do PT, não corria riscos na Justiça, parecia apenas palavras de um fanfarão. Contudo, os acontecimentos de todos os dias provam que a verbalização não dizia respeito apenas a ele, mas a todos o PSDB. A cada novo fato envolvendo o PSDB, sempre aparece a vassourinha mágica jogando para debaixo do tapete.

Se dependêssemos da honestidade destes que vivem acusando Dilma pela corrupção que está sendo passada a limpo no Brasil, ao invés da punição dos culpados eles transformariam o Brasil num puteiro.

Jorge Pozzobom é da mesma escola do Rubens Ricúpero. A lei do acobertamento, promulgada via Parabólica, com a participação do Carlos Monforte, então porta-voz da Rede Globo, tem sido posta a prova a cada nova aparição de tucanos em denúncias.

Não se trata apenas da impunidade pela entrega do patrimônio nacional. FHC também é responsável pelo estupro da Constituição. A reeleição custou 200 mil por cada voto. Este é o menor dos escândalos feitos no “limite da responsabilidade”. A Vale foi entregue por um valor inferior à concessão de três aeroportos pela Dilma, com a diferença de que os aeroportos voltam ao poder público depois de vinte anos, mas a Vale não volta mais.

A Lista de Furnas continua no armário. O mensalão do PSDB continua sem julgamento. A Operação Rodin acaba de ganhar um selo que se pode chamar de “incentivo à impunidade”. Quando envolve tucanos não há teoria que ajude punir, só para soltar. Domínio do fato só serve para punir o José Genoíno…

O pior governo que este Estado já teve, em todos os sentidos, acaba de ganhar um salvo conduto. Os larápios deste Estado estão em festa. E assim fica fácil entender porque de Britto e Yedas chegamos em Sartori. O RS não é uma piada porque nossos palhaços não tem nenhum graça. Falta-lhes talento, vergonha na cara e neurônios.

E nossa mídia se parece mais é com uma pocilga.

VÍTIMA DA MAIOR CAMPANHA DE CALÚNIAS POLÍTICAS DA HISTÓRIA DO RS, YEDA OBTÉM NOVA VITÓRIA NA JUSTIÇA FEDERAL

By jloeffler  On 11/09/2015  In Noticias

A mim parece claro que Políbio mantém seu espaço para tratar de interesses dessa direita que não admite estar fora do poder onde está o oxigênio necessário aos que vivem da política. Mantenho meu blog para emitir minha opinião sobre assuntos políticos o que nada me rende financeiramente falando. Já tive o dissabor de ser processado pelo que veiculo aqui. Esse processo que envolve, gostem ou não, expressiva quadrilha montada no governo dessa senhora e no qual já há bandidos condenados as penas de prisão que passam de TRINTA ANOS. Assim sendo houve sim crimes, pois em tese a justiça não condena inocentes. Se a teoria do domínio do fato do jurista alemão Claus Roxin pode ser aplicada contra José Dirceu por que o mesmo não vale a essa senhora? Será por que ela está em campo oposto ideologicamente falando? Tenho em minha memória o julgamento do STF em que um membro do MP guindado a mais alta Corte de Justiça do país, ao vestir a toga recebia o espírito de Idi Amin Dada e era aquele salve-se quem puder. Penso que para e na Justiça não pode haver dois pesos e duas medidas. Seguindo o raciocínio dos doutos como o jornalista e advogado doutor Políbio Adolfo Braga se essa senhora é inocente, José Dirceu também o é. Afirmo que não leio obras como a referida nessa notícia, pois as mesmas tem para mim o mesmo valor das obras do grande e inigualável patrício que vende suas magníficas obras as quais me recuso a ler. Falo do senhor Paul Rabbit. Com a palavra o doutor Políbio Adolfo Braga.
O Editor

Postado por Polibio Braga on 9/10/2015 08:24:00 PM com 13 comentários

CABO DE GUERRA, o livro de 499 páginas no qual o editor conta em detalhes inéditos a luta diária de Yeda Crusius contra o Eixo do Mal e a batalha pelo Déicit Zero no governo do RS, R$ 75,00, vem aí em 2a. edição. Aquisições para qualquer parte do País e entrega grátis: polibioadolfobraga@gmail.com

Defesa de ex-governadora obteve vitória para trancar mai uma vez o processo que tramita em Santa Maria, decorrente da Operação Rodin. MPF tem insistido em manter acuada a ex-governadora.

A decisão foi do TFR4, o famoso Tribunal Regional Federal da 4a. Região, que tem se notabilizado nas sucessivas rejeições dos investigados presos pela Operação Lava Jato, como Zé Dirceu e Marcelo Odebrecht.

A ação permanecerá suspensa até que outros recursos sejam julgados em Brasília.

Nestas terça-feira, o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, vice-presidente do tribunal, deferiu medida cautelar pleiteada pelo advogado Medina Osório e foi duro ao analisar os prejuízos morais e políticos (assassinato de reputação) que vêm sendo enfrentados por Yeda.

Na decisão, o desembargador escreveu:

– No que pertine ao periculum in mora, tenho que a demora poderá causar prejuízos não somente aos direitos políticos da requerente, mas também de ordem moral e individual, com possível violação ao princípio da dignidade, acarretando grave dano ou de difícil reparação.

Com isso, a ação em relação à Yeda fica parada até o julgamento dos recursos da defesa pelo Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça.

“Yeda foi vítima da maior calúnia política da história do Rio Grande do Sul e vem sendo sistematicamente perseguida. Fizeram uma devassa em sua vida e não encontraram nada, tanto que os fatos foram todos arquivados na esfera criminal. Esta ação de improbidade é um absurdo _ disse Medina Osório.

Copiado de: http://polibiobraga.blogspot.com.br/

Praia de Xangri-Lá | Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

23/08/2015

MP/MG: uma mão lava a outra; duas, um aeroporto

aeciportonComo acreditar nas instituições quando a parcialidade é seu atributo mais constante. Até a Folha, um aparelho tucano por excelência, acusou em editorial os pesos e medidas que favorecem a imunidade do PSDB para achacar o Estado. Não é sem motivo que o PSDB esteja, desde sempre, ao lado de achacadores. Eduardo CUnha é apenas o caso mais recente.

A toda evidência, há nos MP estaduais e até no MPF, vide Rodrigo de Grandis, um modus operandi no sentido de lavar o PSDB, do mesmo modo que a Suíça lava mais banco. Geraldo Brindeiro, para os mais novos, ficou conhecido com Engavetador Geral simplesmente porque protegia toda corrupção tucana. Numa democracia, a maior corrupção é mudar regras durante o jogo. FHC comprou a reeleição pagando 200 mil por voto. Está documentado e confessado pelos que venderam o voto.  É também por isso que o deputado gaúcho, Jorge Pozzobom, do PSDB, sente-se tão à vontade para proferir uma sentença que já fazia parte dos anais da hipocrisia: o PSDB, ao contrário do PT, tem salvo conduto.

Não há, nas acusações do PSDB contra Dilma, nenhum elemento probatório. Pelo contrário, o próprio FHC deu entrevista à revista alemã dizendo que Dilma é honrada. Se em relação à Dilma os mais diversos atores políticos e sociais são unânimes em dizerem que não há nada de pessoal que a desabone, porque esta desvairada cavalgada em busca de emporcalhar a democracia?! Só há uma explicação. Os podres do Aécio Neves, pelo pouco que a velha midia deixa publicar, são tantos que ele deve estar atirando para se defender.

Construir, com dinheiro público, aeroporto em terras de familiares é menos dos seus problemas. Os maiores não aparecem porque há uma lei em vigor e sempre respeitada pelos assoCIAdos do Instituto Millenium: Lei Rubens Ricúpero. Ela só infringida quando o PSDB entra em disputa para escolher quem vai representá-los. Ou ninguém lembra daquele famoso artigo do Mauro Chaves no Estadão, que o Juca Kfouri disse em outras  palavras e a Revista norte-american, TMZ, também reverberou. No Estadão o então articulista ligado a José Serra publicou: “Pó pará, governador”. Aécio vestiu a carapuça e fez O Estado de Minas revidar: “Minas a reboque, não”. Esse partido com esta gente quer dar o golpe na Dilma. E para isso contam com a parte podre das instituições públicas que estão em compadrio com o velho coronelismo eletrônico.

Aeródromo: repórter acusa tucano de omissão para defender Aécio

Agências Câmara e Senado:

Jornalista Lucas Ferraz mantém todas as denúncias contra o aeroporto construído em terras de familiares do então governador de Minas Aécio Neves, no município de Cláudio, e afirma que o deputado federal Domingos Savio (PSDB-MG), ao "defender o aliado, omite e falseia deliberadamente informações que foram publicadas" na Folha de S. Paulo sobre o tema; repórter ressalta que "o arquivamento do caso não apaga os fatos levantados e comprovados em uma investigação jornalística legítima e autônoma"

23 de Agosto de 2015 às 09:03

Minas 247 – O arquivamento da investigação, pelo Ministério Público de Minas Gerais, sobre a construção de um aeroporto em terras de familiares do ex-governador e atual senador Aécio Neves (PSDB-MG), no município de Cláudio, "não apaga os fatos levantados e comprovados em uma investigação jornalística legítima e autônoma", escreve o repórter Lucas Ferraz na Folha de S. Paulo.

Ele foi o autor de reportagens sobre o caso e acusa, em artigo neste domingo 22, o deputado federal Domingos Savio (PSDB-MG) de "omitir e falsear deliberadamente informações que foram publicadas" para defender o aliado Aécio Neves em texto veiculado no mesmo jornal há uma semana, quando o tucano cobrou reparo ao senador, que segundo ele, teria sido injustiçado por uma "falsa acusação". Ele classifica a reportagem como "ficção".

"Ao defender o aliado, o presidente do PSDB de Minas omite e falseia deliberadamente informações que foram publicadas nesta Folha. Logo ele, cuja atuação parlamentar se entrelaça com a história do aeródromo: o deputado batizou o local, por meio de lei aprovada no Legislativo mineiro, com o nome do finado Oswaldo Tolentino, um dos tios-avôs de Aécio e irmão de Múcio, o proprietário do terreno desapropriado para o aeroporto", escreve Lucas.

"O arquivamento do caso, que em si nada significa, não apaga os fatos levantados e comprovados em uma investigação jornalística legítima e autônoma. O engraçado é que a segunda investigação da Promotoria mineira, instaurada após a revelação da Folha, ignorou todos os elementos expostos na reportagem. Talvez os promotores tenham alguma explicação", acrescenta o jornalista.

Leia aqui a íntegra.

Aeródromo: repórter acusa tucano de omissão para defender Aécio | Brasil 24/7

30/07/2015

Paulo Preto, podemos tirar ser achar melhor

Por que o jornalismo tarja preta tem urticária quando ouve o nome de Paulo Preto? Por que significaria tocar na hagiografia de José Serra e demais membros do panteão tucano.

Como sabemos, na velha lição do deputado gaúcho do PSDB, Jorge Pozzobom, o PSDB ganhou imunidade judicial para roubar. Tanto que a trupe da CBF e até o Eduardo CUnha já estão providenciando filiação ao PSDB como forma de não mais serem importunados por inoportunas perseguições judiciais….

Diante das obscenas parcialidades da velha mídia e da parcela do Poder Judiciário caudatário dos interesses midiáticos, o negócio é rir. Rir para não chorar. Como diria a Marta Suplicy, a nova musa do PCC, o negócio é relaxar e gozar. Gozar, apesar do excrementos em forma de jornalismo, jogados na nossa cara, como se fôssemos estátuas sem compreensão e sentimento. A seletividade dos assoCIAdos do Instituto Millenium é maior prova de que não combatem a corrupção, combatem, sim, a concorrência na corrupção.

Não admira que os velhos grupos mafiomidiáticos estejam se decompondo em praça pública. Como afogados, se grudam em qualquer merda para não afundarem.

As relações de Paulo Preto com as empresas investigadas na Lava Jato

qua, 29/07/2015 – 20:22

Por esquiber

Nassif,  acho que temos obrigação de contribuir com as investigações da Lava Jato apontando para Moro um arrecadador tucano que ficou esquecido, apagado pela poeira do tempo. Trata-se do engenheiro Paulo Vieira de Sousa, vulgo Paulo Preto, que segundo reportagem da Istoé,  "possuía relações estreitas com as empreiteiras Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, OAS, Mendes Júnior, Carioca e Engevix." As mesma investigadas na Lava Jato, com exceção da carioca.

Paulo Preto teria sumido com quase 5 milhões em dinheiro vivo da campanha tucana a presidente de José Serra, dinheiro arrecadado de empreiteiras. Moro talvez ignore este fato, embora não esqueça de João Vaccari Neto, o qual mantém trancafiado por razões de campanha de 2010, a mesma que Paulo Preto apareceu numa citação pra lá de criminosa.

Nos tempos áureos de Paulo Preto, "em São Paulo, foi responsável pela medição de obras e pagamentos a empreiteiras contratadas para construir o trecho sul do Rodoanel, que custou 5 bilhões de reais, a expansão da avenida Jacu-Pêssego e a reforma na Marginal do Tietê, estimada em 1,5 bilhão, diz reportagem de Carta Capital, assinada por Cynara Menezes.

Quando é que Moro vai mandar prender Paulo Preto para que este faça uma delação premiada contando tudo que sabe sobre as relações das empreiteiras com os governos tucanos? Corrupção de empreiteira só é crime se for no governo federal?

Da Carta Capital

Quem é Paulo Preto

por Cynara Menezes

Levada à campanha por Dilma Rousseff, a história do ex-diretor da Dersa causa constrangimento no tucanato e gera versões desencontradas de Serra

Na noite do domingo 10, ao fim do primeiro bloco do debate da TV Bandeirantes, o mais acalorado da campanha presidencial até agora, cobrada pelo adversário tucano José Serra sobre as denúncias contra a ex-ministra Erenice Guerra, a petista Dilma Rousseff revidou: “Fico indignada com a questão da Erenice. Agora, acho que você também deveria responder sobre Paulo Vieira de Souza, seu assessor, que fugiu com 4 milhões de reais de sua campanha”. Serra nada disse – ou “tergiversou”, como acusou a adversária durante todo o encontro televisivo –, e o País inteiro ficou à espera de uma resposta: quem é Paulo Vieira de Souza?

Numa eleição em que o jornalismo dito investigativo só atuou contra a candidata do governo, Dilma Rousseff serviu como “pauteira” para a imprensa. O pauteiro é quem indica quais reportagens devem ser feitas – e, se não fosse por causa de Dilma, Vieira de Souza nunca chegaria ao noticiário. Nos dias seguintes ao debate, finalmente jornais e tevês se preocuparam em escarafunchar, mesmo sem o ímpeto habitual quando se trata de denúncias a atingir a candidatura governista, um escândalo que envolvia o tucanato. A acusação contra Vieira de Souza, vulgo “Paulo Preto” ou “Negão”, apareceu pela primeira vez em agosto, na revista IstoÉ.

No texto, que obviamente teve pouquíssima repercussão na época, o engenheiro Paulo Preto era apontado como arrecadador do PSDB e acusado pelos próprios tucanos de sumir com dinheiro da campanha. “Como se trata de dinheiro sem origem declarada, o partido não tem sequer como mover um processo judicial”, dizia a reportagem, segundo a qual o engenheiro possuía relações estreitas com as empreiteiras Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, OAS, Mendes Júnior, Carioca e Engevix.

Após a citação feita por Dilma, os jornalistas cuidaram de cercar Serra para tentar extrair a resposta que ele não deu no debate. De saída, o candidato disse não conhecê-lo. “Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factoide criado para que vocês fiquem perguntando”, declarou, na segunda-feira 11.

No dia seguinte, ameaças veladas feitas pelo ex-arrecadador em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo foram capazes de refrescar a memória de Serra. “Não somos amigos, mas ele me conhece muito bem. Até por uma questão de satisfação ao País, ele tem de responder. Não tem atitude minha que não tenha sido informada a ele”, disse Paulo Preto. “Não se larga um líder ferido na estrada em troca de nada. Não cometam esse erro.”

A partir da insinuação de que o já apelidado “homem-bomba do tucanato” possui fartos segredos a revelar, Serra não só se lembrou do desconhecido como o defendeu e o elogiou. “A acusação contra ele é injusta. Não houve desvio de dinheiro de campanha por parte de ninguém, nem do Paulo Souza”, afirmou o tucano, fazendo questão de dizer que o apelido “Preto” é preconceituoso. “Ele é considerado uma pessoa muito competente e ganhou até o prêmio de Engenheiro do Ano (em 2009). Nunca recebi nenhuma acusação a respeito dele durante sua atuação no governo.”

O último cargo público do engenheiro em governos do PSDB foi como diretor de engenharia da empresa Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), cargo do qual foi demitido em abril, poucos dias após Serra se lançar à Presidência. Mas sua folha de serviços prestados ao PSDB é extensa. Há 11 anos ocupava cargos de confiança em governos tucanos e era diretor da Dersa desde 2005, primeiro nas Relações Institucionais e depois na engenharia, nomeado por Serra. Trabalhou no Palácio do Planalto durante os quatro anos do segundo governo Fernando Henrique Cardoso como assessor especial da Presidência, no programa Brasil Empreendedor Rural. Em São Paulo, foi responsável pela medição de obras e pagamentos a empreiteiras contratadas para construir o trecho sul do Rodoanel, que custou 5 bilhões de reais, a expansão da avenida Jacu-Pêssego e a reforma na Marginal do Tietê, estimada em 1,5 bilhão.

Quem levou Vieira de Souza para o Planalto foi Aloysio Nunes Ferreira, recém-eleito senador pelo PSDB, de quem Paulo Preto se diz amigo há mais de 20 anos. Ferreira dispensa apresentações. Em 3 de outubro foi o candidato ao Senado mais votado do Brasil, depois de ter sido chefe da Casa Civil no governo paulista.

De acordo com a IstoÉ, familiares de Vieira de Souza chegaram a emprestar 300 mil reais para Ferreira, quantia -assumidamente utilizada pelo novo senador para quitar o pagamento do apartamento onde vive, em Higienópolis. O engenheiro mantém, aliás, um padrão de vida elevado, muito acima de quem passou boa parte da carreira em cargos públicos. É dono de um apartamento na Vila Nova Conceição em um edifício duplex com dez vagas na garagem, sauna privê e habitado por banqueiros e socialites. Pela média de preços da região, um apartamento no prédio não custa menos de 9 milhões de reais.

Vieira de Souza foi demitido da Dersa oito dias após aparecer ao lado de tucanos graduados na festa de inauguração do Rodoanel e atribuiu sua saída a diferenças de estilo com o novo governador, Alberto Gold-man, que assumiu na qualidade de vice.

Goldman parecia, de fato, incomodado com a desenvoltura, para dizer o mínimo, de Paulo Preto no governo, e deixou esse descontentamento claro em um e-mail enviado a Serra, em novembro do ano passado, no qual acusava o então diretor da Dersa de ser “vaidoso” e “arrogante”, como revelou a Folha de S.Paulo. “Parece que ninguém consegue controlá-lo. Julga-se o Super-Homem”, escreveu o atual governador na mensagem ao antecessor, também encaminhada ao secretário estadual de Transportes, Mauro Arce. Mas Paulo Preto só deixou o governo quando Serra saiu.

Dois meses após sua exoneração, em junho, Vieira de Souza seria preso em São Paulo, acusado de receptação de joia roubada. O ex-diretor da Dersa alega ter comprado de um desconhecido um bracelete de brilhantes da marca Gucci por 18 mil reais. Ao levar a joia a uma loja do Shopping Iguatemi para avaliar se era verdadeira, foi preso em flagrante, após ser constatado pelo gerente que o objeto havia sido furtado ali mesmo no mês anterior. Solto no dia seguinte, passou a responder à acusação em liberdade. Hoje, ele atribui o imbróglio a “uma armação”.

Seu nome aparece ainda na investigação feita pela Polícia Federal que resultou na Operação Castelo de Areia. Na ação, -executivos da construtora Camargo Corrêa são acusados de comandar um esquema de propinas em obras públicas. A empresa nega. No relatório da PF há várias referências ao trecho sul do Rodoanel, responsabilidade de Paulo Preto, que teria recebido quatro pagamentos mensais de 416 mil reais da empreiteira. Vieira de Souza também nega. “A mim nunca ninguém entregou absolutamente nada. O lote da Camargo Corrêa na obra era de 700 milhões de reais e a obra foi entregue no prazo, só com 6,52% de acréscimo. É o menor aditivo que já houve em obra pública no Brasil.”

À revista Época, que publicou uma pequena reportagem sobre o caso em maio, Ferreira reconheceu a amizade antiga com Paulo Preto, mas negou ter recebido doações ilegais da construtora. Afirmou ainda que o Rodoanel foi aprovado pelos órgãos fiscalizadores. “O Rodoanel teve apenas um aditivo de 5% de seu valor total, um recorde para os padrões do Brasil”, disse o senador eleito. Atualmente, a operação Castelo de Areia encontra-se paralisada em virtude de uma liminar deferida pelo ministro Cesar Asfor Rocha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), até que seja julgado o pedido da defesa da Camargo Corrêa, que reclama de irregularidades na investigação.

O vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, que teria servido de fonte para a reportagem da IstoÉ, deu entrevista nos últimos dias na qual nega ter afirmado que Paulo Preto arrecadara, por conta própria, “no mínimo” 4 milhões de reais – o próprio engenheiro diz que esse número foi subestimado. Segundo Eduardo Jorge, não existe nenhum esquema de “arrecadação paralela”, o famoso caixa 2, entre os tucanos. Paulo Preto processa EJ, o tesoureiro-adjunto Evandro Losacco e o deputado federal reeleito José Aníbal, chamados por ele de “aloprados” por tê-lo denunciado à revista. Curiosamente, na entrevista à imprensa, Eduardo Jorge faz mistério sobre os nomes dos reais arrecadadores da campanha tucana, a quem chama de “fulano” e “sicrano”.

Na quinta-feira 14, a bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo entrou com uma representação no Ministério Público Estadual. Solicita uma investigação contra o ex-diretor da Dersa por improbidade administrativa. Além da acusação sobre os 4 milhões de reais arrecadados irregularmente para a campanha tucana, os parlamentares petistas acusam a filha de Paulo Preto, a advogada Priscila Arana de Souza, de tráfico de influência, por representar as empreiteiras que tinham negócios com a empresa pública desde 2006, quando o pai era responsável pelo acompanhamento e fiscalização das principais obras viárias do governo paulista, como o Rodoanel e a Nova Marginal, vitrines da campanha tucana na corrida presidencial.

Documentos do Tribunal de Contas da União revelam que Priscila Souza era uma das advogadas das empreiteiras no processo que analisou as contas da construção do trecho sul do Rodoanel. Ao contrário do que disse o ex-chefe da Casa Civil de Serra, uma auditoria da empresa Fiscobras apontou diversas irregularidades na obra, entre elas um superfaturamento de 32 milhões de reais em relação ao contrato inicial, despesa que teria sido repassada ao Ministério dos Transportes, parceiro no projeto. A filha do engenheiro aparece ainda em uma procuração, datada de maio de 2009, na qual os responsáveis da construtora Andrade Gutierrez autorizam os advogados do escritório Edgard Leite Advogados Associados a representarem a empresa em demandas judiciais.

“Já havíamos encaminhado ao MP uma representação, em maio, pedindo investigação sobre a suposta arrecadação ilegal de dinheiro para a campanha tucana, com base nas denúncias da IstoÉ. Conversei com o procurador-geral, Fernando Grella, e ele me garantiu que a investigação foi aberta, mas corre em sigilo de Justiça, por ter sido anexada aos autos da Operação Castelo de Areia, que está suspensa”, disse o deputado estadual do PT Antonio Mentor.
Para o presidente estadual do PT, Edinho Silva, há indícios suficientes de uma relação “pouco lícita” entre o ex-diretor da Dersa e as construtoras. “Como pode a filha representar as mesmas empresas que são fiscalizadas pelo pai? O poder público não pode se relacionar dessa forma com a iniciativa privada”, afirmou Silva, recém-eleito deputado estadual. “Além disso, é preciso apurar essa história do dinheiro arrecadado ilegalmente pelo engenheiro. Quem denunciou isso não foi a gente, foi o PSDB, que não viu a cor do dinheiro e reclamou à imprensa.”

Por meio de nota, o escritório de -advocacia classificou de “inconsistentes e maldosas” as acusações do PT. “A advogada Priscila Arana de Souza ingressou no escritório em 1º de junho de 2006. O escritório presta, há mais de dez anos, serviços jurídicos a praticamente todas as empresas privadas que compõem os consórcios contratados para a execução do trecho sul do Rodoanel de São Paulo”, registra o texto.

Procurado por CartaCapital, Paulo Preto não foi encontrado. Seus assessores informaram, na quinta-feira 14, que o engenheiro estava viajando. Na entrevista que deu à Folha, o engenheiro insinuou que sua função era a de facilitar as doações de empresas privadas com contratos com o governo de São Paulo ao PSDB. “Ninguém nesse governo deu condições de as empresas apoiarem (sic) mais recursos politicamente do que eu”, disse. Isso porque, sustentou, cumpriu todos os prazos e pagamentos acertados com as empreiteiras nas obras sob seu comando.

Nos últimos dias, Serra tem se mostrado irritado com as perguntas de jornalistas sobre o tucano honorário Paulo Preto. Em Porto Alegre, na quarta-feira 13, chegou a acusar o jornal Valor Econômico de atuar em favor da campanha de Dilma Rousseff. Perguntado por um repórter do diário, o presidenciável disse que o veículo, pertencente aos grupos Folha e Globo, “faz manchete para o PT colocar no horário eleitoral gratuito”, evidenciando como se incomoda de provar do próprio remédio. O destempero deu-se minutos depois de o candidato declarar seu apreço pela liberdade de imprensa. Além do mais, a reclamação é estranha: as manchetes de jornais e capas de revistas com críticas e denúncias contra Dilma Rousseff são matéria-prima do programa eleitoral do PSDB.

No domingo 17, Dilma e Serra voltam a se enfrentar no debate promovido pela Rede TV! Ninguém espera que se cumpra o vaticínio frustrado de “paz e amor” dado pelos jornais antes do primeiro confronto. A petista vai, ao que tudo indica, continuar a questionar Serra sobre as privatizações do governo Fernando Henrique e insistirá na comparação dos feitos do governo Lula com aqueles de seu antecessor. Segundo a pesquisa CNT-Sensus divulgada na quinta 14, os entrevistados consideraram Dilma Rousseff a vencedora do debate na Band.

Durante o debate, Serra nem sequer defendeu a própria mulher, Mônica, apontada por Dilma como uma das líderes de uma campanha difamatória de cunho religioso contra o PT, ao declarar a um evangélico no Rio de Janeiro que a candidata governista “gosta de matar criancinhas”. O fez depois, em seu programa eleitoral, ao tentar assumir o papel de vítima (segundo ele, a adversária tinha partido para a baixaria e atacado até a sua família).

As relações de Paulo Preto com as empresas investigadas na Lava Jato | GGN

21/05/2015

Vão pedir a exumação do Maurício Sirotsky Sobrinho e do Roberto Marinho?!

zelotes rbs zhSe para esclarecer a participação do PP gaúcho da Ana Amélia Lemos na Operação Lava Jato precisa exumar o corpo do líder, então para esclarecer todas lavagens do Grupo RBS, Gerdau, Rede Globo e demais partícipes da Operação Zelotes e da Operação Pavlova também teria de ser exumado os corpos dos que comandaram as lavanderias.

Não ouço, vejo ou leio os moralistas da RBS vociferando contra os envolvidos nos escândalos de sonegação no CARF e na lavagem de dinheiro no HSBC. A seletividade moral dessa gente inescrupulosa é uma luz sobre seu verdadeiro caráter.

Não há editoriais moralistas contra a Gerdau, a RBS e Rede Globo, o Márcio Fortes, o PP Gaúcho. Não há reportagens especiais mostrando como funcionava o esquema.

E, como sempre, a culpa é do Lula e da Dilma. Sim, deve dar um ódio danado de quem não joga para debaixo do tapete as denúncias de corrupção.

Imagine o que aconteceria se Lula ou Dilma comprassem a própria reeleição?! Se ao invés de Luciana Cardoso fosse Lulinha empregado na casa do Demóstenes Torres ou na Fazenda no Ronaldo Caiado?!

A pergunta que não quer calar: Por que os assoCIAdos do Instituto Millenium não se revoltam contra a corrupção praticada pelos políticos do PSDB? Será que as cinco irmãs (Globo, RBS, Folha, Estadão e Veja) entendem que o PSDB tem licença para roubar? Por que será que não foram atrás de mais informação para esclarecer o sumiço do helipóptero com 450 kg de cocaína?!

Onde está a hiena do DEM gaúcho, Onyx Lorenzoni, que não pede esclarecimentos aos seus parceiros da RBS & Gerdau? Por que tanta seletividade na indignação?!

OBScena:  domínio do fato é a confraternização entre Jorge Pozzobom, do PSDB gaúcho, e a famiglia Sirotsky, do Grupo RBS

pozzobom y Sirotsky

 

Zelotes: “Crimes tributários têm tratamento diferenciado de crimes comuns”, critica delegado da Polícia Federal

Published maio 20, 2015

zelotes - audiencia 20 de maio

Na mesa: os delegados Hugo Correia (E) e Marlon Cajado (D); no centro, o deputado Valtenir Pereira (Pros-MT)

Do VIOMUNDO

A subcomissão da Câmara dos Deputados que acompanha a Operação Zelotes recebeu, na manhã desta quarta-feira (20), os delegados da Polícia Federal Marlon Oliveira Cajado dos Santos, da Divisão de Repressão a Crimes Fazendários, e Hugo de Barros Correia, da Coordenadoria Geral da Polícia Fazendária. Os dois são responsáveis pela investigação da Operação Zelotes, que apura o esquema de corrupção no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf), em que empresas com débitos tributários com a Receita Federal pagavam propina a conselheiros que atuavam no órgão para escaparem das dívidas.

Na audiência pública, que foi acompanhada durante boa parte somente por deputados petistas, os delegados fizeram críticas à legislação, à composição do Carf e à Súmula Vinculante 24 do Supremo Tribunal Federal que, segundo eles, reduziu pela metade os inquéritos policiais contra crimes tributários nos últimos cinco anos.

“Não é que diminuiu a quantidade de crimes tributários, ou que a Polícia está investigando menos. A Súmula do STF, de 2009, consolida o entendimento de que a PF não pode instaurar inquérito policial se a Receita Federal, em sua última instância, não constituir definitivamente o crédito tributário. Isso dificulta e impede o início de uma investigação”, lamentou o delegado Hugo Correia.

O delegado informou que muitas das investigações relacionadas ao Carf só foram possíveis a partir de evidências de crimes de corrupção, advocacia administrativa, tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Os delegados enfatizaram que a legislação brasileira permite um tratamento diferenciado para crimes tributários em relação aos crimes comuns. Segundo eles, a leis são mais condescendentes no âmbito do direito penal tributário.

De acordo com delegado Marlon Cajado dos Santos, a conclusão do inquérito deverá ocorrer em quatro meses, e que a ideia é desmembrar a investigação para dar mais celeridade. Marlon Cajado dos Santos também criticou a fórmula de composição do Carf, que possui 216 conselheiros, sendo metade de servidores de carreira da Receita Federal e a outra metade composta por representantes da sociedade civil. “Está demonstrada que a paridade do Carf facilitava a atuação de pessoas que buscavam cometer irregularidades”, disse com base nas investigações.

Deputado Pimenta defende “investigação dentro da investigação”

Relator da subcomissão, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) defendeu que seja feita uma “investigação dentro da investigação”. O deputado disse temer que haja uma contaminação das “esferas superiores” no andamento dos processos, em razão dos vultuosos valores e do envolvimento de pessoas e empresas muito influentes no País.

Pimenta classificou como “estranho” o fato de a Justiça ter negado os 26 pedidos de prisão solicitados pelo Ministério Público Federal e ter decretado o sigilo das investigações. Diante desses fatos, o deputado Pimenta anunciou que, na próxima semana, fará uma representação ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pedindo a instauração de procedimento para apurar possíveis irregularidades na prestação jurisdicional na 10ª Vara Criminal Federal do DF.

“Não é razoável que um País como o nosso, com as necessidades e as dificuldades que possui, tenha créditos bilionários sem que haja uma agilidade ou prioridade por parte do Poder Judiciário. Como é possível existir processos bilionários como esses prescrevendo em prejuízo da União em varas especializadas de combate à lavagem de dinheiro e aos crimes de colarinho branco?”, questionou o deputado Pimenta.

De acordo com o relator, deputado Paulo Pimenta, os próximos convidados para falarem à subcomissão serão o Presidente do Carf, Carlos Alberto Freitas Barreto,  e a Corregedora Geral do Ministério da Fazenda, Fabiana Vieira Lima.

Luizmuller’s Blog | Espaço de divulgação de textos e ações que defendem trabalho decente no Rio Grande e no Brasil

20/05/2015

Para proteger PCC, PSDB persegue Lula

pozzobomA blindagem do PSDB na velha mídia vem de longe. Mas vamos começar pela Folha, que em editorial admitiu que há proteção ao partido do Frias. Lá longe, quando Eliane Cantanhêde fazia parte dos celetistas da Folha, justificou a proteção por considerar o PSDB, ao contrário do PT, uma massa cheirosa

Antes, Judith Brito e a ANJ admitiram que os grupos mafiomidiáticos estavam na oposição ao lado do DEM/PSDB.

No âmbito das proteções institucionais os exemplos são exuberantes. A começar pela proteção mafiosa do então Procurador Geral Geraldo Brindeiro, também conhecido por Engavetador Geral. O MP, na pessoa do procurador Rodrigo De Grandis é só mais um exemplo da parcialidade de um órgão totalmente viciado em tucanar as investigações tucanas. Nem vamos falar em Gilmar Mendes, um jagunço a serviço do PSDB no STF.

A admissão literal pelo deputado tucano gaúcho, Jorge Pozzobom, de que tucano, ao contrário de petista, nunca é punido pelo Poder Judiciário entrou para o folclore do cinismo mais hipócrita da política desta direita golpista. Pior, denuncia um compadrio vergonhoso para quem tem vergonha na cara.

Como pode ter vergonha se o presidente do partido, Aécio Neves, acha natural dirigir bêbado e sem carteira? Ocupar cargo público em Brasília quando ainda era estudante no Rio de Janeiro. Com apenas 21 anos já era designado pelo tio Tancredo presidente da Caixa Loterias? Com 25 anos, graças à relação do tio Tancredo com José Sarney, ganhou duas rádios em Minas Gerais. É o mesmo sujeito que, governador, botou a irmã, Andrea Neves, para distribuir as verbas publicitárias para as rádios e jornais da família. Ela também distribuía para O Estado de Minas, e por aí se justifica a resposta deste grupo ao artigo do Mauro Chaves no Estadão(Pó pará, governador!) com o também antológico “Minas a reboque, não”.

A saga do Diadorim roseano continua com a distribuição de aecioportos pelas terras da família em Cláudio e Montezuma. Tio Quedo agradece! Não bastasse isso, mesmo depois de ter saído do governo de Minas, continuou usufruindo do transporte do helipóptero do Estado (http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/05/1623938-aecio-usou-aeronaves-de-minas-apos-deixar-governo-do-estado.shtml).

Os ataques do PSDB são puro diversionismo. Contando com a parcialidade da mídia organizada entorno do Instituto Millenium, o PSDB busca jogar nas costas do PT tudo que fez durante os 8 anos de FHC, nos governos do Choque de Gestão do Aécio em Minas, do Cássio Cunha Lima na Paraíba, do Antônio Imbassahy, Geraldo Alckmin em São Paulo, Beto Richa no Paraná e Yeda Crusius no RS.

Para esconder a epidemia de dengue, a crise d’água e o PCC em São Paulo, o PSDB persegue Lula. É o fator  2018 assombrando e potencializando a síndrome de abstinência de um partido que sobrevive com ajuda de aparelhos, aparelhos mafiomidiáticos.

Nem vamos entrar no terreno da transformação de Minas Gerais em centro de distribuição de drogas para o Nordeste, como divulgou a ADPF. A síndrome de abstinência, basta olhar para cara, não é só do Poder no Planalto Central.

Também, o que se pode esperar de um partido que vive a reboque de uma múmia traída pela própria amante, esse mercenário do EUA conhecido por FHC?!

‘PSDB, seu passado te condena’ bomba nas redes

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Campanha, convocada pelo PT em protesto à propaganda do PSDB e mobilizou as redes sociais com a frase "PSDB, seu passado te condena"; a hashtag foi a mais citada no Twitter no Brasil e ficou em quinto lugar no ranking mundial da plataforma; internautas compartilharam publicações com notícias negativas sobre a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de outras lideranças tucanas, como o senador Aécio Neves (MG)

20 de Maio de 2015 às 06:32

247 – O PT reagiu à propaganda do PSDB e mobilizou as redes sociais com a frase "PSDB, seu passado te condena". A hashtag foi a mais citada no Twitter no Brasil e ficou em quinto lugar no ranking mundial da plataforma.

A campanha começou pouco antes do programa do PSDB ir ao ar, com publicações com notícias negativas sobre a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de outras lideranças tucanas, como o senador Aécio Neves (MG).

Na peça, Aécio decidiu radicalizar ainda mais o discurso contra o Partido dos Trabalhadores e o governo da presidente Dilma Rousseff: "O Brasil precisa saber definitivamente quem roubou, quem mandou roubar e quem, sabendo de tudo, se calou ou nada fez para impedir", dirá o tucano na TV.

FHC também critica a "roubalheira" na Petrobras e diz que a "raiz da crise" atual está na eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

‘PSDB, seu passado te condena’ bomba nas redes | Brasil 24/7

14/05/2015

Para se livrar da cadeia, Fernandinho Beira-Mar deve se filiar ao PSDB

Só há uma porta para Fernandinho Beira-Mar sair da prisão pela porta da frente, entrar no PSDB. Não consta que seja dele o helipóptero. Se ele fosse funcionário da Assembleia Legislativa de Minas transportasse 450 kg de cocaína muito possivelmente seria candidato a senador, presidente. Sem filiação partidária, ao contrário de FHC, Aécio Neves, Zezé Perrella, amargará 120 de prisão. Os assassinatos cometidos são muito parecidos com assassinatos de reputação por notórios criminosos, como Alberto Youssef. Acuse Lula ou Dilma e logo será escolhido para herói. Pó pará, Fernandinho! Assim, sem o parecerista do PSDB pelo Impeachment, morto Mauro Chaves, não terás salvação.

Não sei se seria possível, mas talvez devesse trocar seu advogado. Tenho uma dica:

– Fale com Jorge Pozzobom, Fernandinho. Ele tem uma dica perfeita para livra-lo da prisão!

Beira-mar pega 120 anos por mortes em Bangu

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Traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, foi condenado a 120 anos de prisão pelo homicídio de quatro rivais no presídio de Bangu 1, em 11 de setembro de 2002, no Rio de Janeiro, mortos durante uma rebelião; com a sentença, ele acumula um total de 253 anos e seis meses de prisão e ainda responde por outros crimes

14 de Maio de 2015 às 05:47

247 – O traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, foi condenado a 120 anos de prisão pelo homicídio de quatro rivais no presídio de Bangu 1, em 11 de setembro de 2002, no Rio de Janeiro.

A sentença foi proferida na madrugada desta quinta-feira (14) no Tribunal de Justiça do Rio, pelo juiz Fábio Uchoa.

Beira-Mar foi condenado por homicídio duplamente qualificado contra quatro detentos: Ernaldo Pinto Medeiros, Carlos Alberto da Costa, Wanderlei Soares e Elpídio Rodrigues Sabino, mortos durante uma rebelião.

"Na presente empreitada criminosa, o réu agiu com intensa culpabilidade, na medida em que exercia uma posição de notório comando junto à famigerada facção criminosa denominada Comando Vermelho e, após a execução das vítimas, dirigiu-se até elas para obviamente conferir a execução das vítimas e nesse momento selecionando e poupando ao seu bel prazer, as vidas dos demais sobreviventes da quadrilha rival, denominada ADA – Amigos dos Amigos".

Com a sentença, o traficante acumula um total de 253 anos e seis meses de prisão no Rio de Janeiro. Ele ainda responde por lavagem de dinheiro, contrabando e associação para o tráfico internacional de drogas.

Beira-mar pega 120 anos por mortes em Bangu | Brasil 24/7

12/05/2015

Homenagem a Jorge Pozzobom

Filed under: Jorge Pozzobom,Lumpenjornalismo,Poder Judiciário,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:54 am
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Quando Jorge Pozzobom revelou a promiscuidade que o beneficia, não estava falando só de si. O PSDB, com revelou a Folha em editorial, é rotineiramente beneficiado, seja pelos Engavetadores Gerais, do tipo Rodrigo de Grandis, Gilmar Mendes e Assas JB Corp, sem contar os praticantes do lumpenjornalismo que fazem às vezes de porta-vozes partidários.

Paulo Batista: O juiz parceiro

publicado em 30 de abril de 2015 às 09:01

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Paulo Batista: O juiz parceiro – Viomundo – O que você não vê na mídia

27/04/2015

RBS, ávida por todos os lados

Filed under: Jorge Pozzobom,Operação Pavlova,Operação Zelotes,RBS,Sirotsky — Gilmar Crestani @ 8:54 am
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OBScena: Pozzobom & famiglia Sirotsky

pozzobom y SirotskyA RBS atua segura e cirurgicamente. Não dá ponto sem nó. Às vezes esconde a informação. Faz exatamente o que a Globo manda. É a velha lei Rubens Ricúpero. Esconde os escândalos em que se envolve e cria nos adversários fantasias escandalosas. Poucas famílias tem um privilégio de ter um estuprador em Florianópolis.

Jorge Pozzobom terá de renovar sua frase antológica; também os grupos mafiomidiáticos desfrutam de facilidades altamente premiadas.

Não é por acaso que os jornalistas puxa-sacos, vira-latas e vira-bostas viram PJ da RBS. Se for honesto, tá fora.

RBS – ESCÂNDALOS NADA REPUBLICANOS MANCHAM A IMAGEM DA FAMÍLIA SITROSKY

by Leudo Costa

DOIS ESCÂNDALOS POLICIAIS – OPERAÇÕES ZHELOTES E PAVLOVA ‘RONDARAM E SUBIRAM” AS ESCADARIAS DO GRUPO RBS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS. AMBOS ENVOLVEM A ALTA DIREÇÃO DO GRUPO E O GENRO DO PRESIDENTE NELSON SIROTSKY

Escândalos econômico-financeiros, crimes hediondos e repugnantes praticados contra o ser humano, desconstituição da imagem de políticos e administradores públicos e, principalmente a exposição diária de pequenos punguistas, ladrões e marginais de toda a ordem nortearam por décadas as seções mais populares dos jornais, emissoras de rádio e das tvs do Grupo RBS. MAS COMO DIZ A VOZ DO POVO… quem é estilingue, um dia vira vidraça..

Os gaúchos estão constrangido ao saber que o maior grupo de comunicação do Estado, a RBS, que todo o dia ministra “aulas sobre honestidade, bom comportamento e correção ética – possui um manual próprio -” fez uso métodos não republicanos para “fraudar” o fisco. Segundo informa a Polícia Federal e o Ministério Público, o Grupo RBS teria pago R$ 15 milhões para “fazer desaparecer” uma dívida para com o Brasil na ordem de R$ 650 milhões.

A ação criminosas apurada na ZHELOTES, praticada em qualquer país sério do mundo, teria os dirigentes da RBS, de forma preventiva, recolhidos numa cadeia pública – vide empreiteiros da Lava-Jato – para a necessária e justa aplicação da lei penal. A condenação seria duríssima. Os serviços concedidos pelo governo – rádio e televisão – seriam suspensos no primeiro momento e retomados após apuração sumária capitaneada pelo Ministério Público. Aqui não há que se falar em censura, perseguição ou mesmo retaliação. Seria uma decisão legal, prevista no ordenamento jurídico em vigência no Brasil, que só não é aplicada pela frouxidão e leniência de algumas autoridades, também “enroladas” nas falcatruas da OPERAÇÃO ZHELOTES.

Agora, deflagrada a Operação PAVLOVA outro nome ligado a família controladora do Grupo RBS surge no vértice de mais um escândalo. Trata-se de Patrick Lucchese, genro de Nelson Sirostky.

Deflagrada em 15 de abril, a operação Pavlova, da Polícia Federal, investigou crimes financeiros praticados desde 2011 a partir do Rio Grande do Sul e que geraram desvios milionários a empresas do ramo de seguros, capitalização e previdência. Contratos para prestações de serviços que não eram realizados ultrapassaram cifras de R$ 10 e até de R$ 20 milhões. O delegado de repressão a crimes financeiros, Tiago Busato, admite não ter o montante exato do prejuízo. “Colhemos, hoje, uma grande quantidade de provas e documentos. Vamos fazer uma análise do conteúdo probatório, mas dá para garantir que alguns contratos envolviam cifras milionárias”, adiantou. Para tentar reverter as perdas, foram bloqueados as contas bancárias e os bens dos investigados, como cinco veículos de luxo, além de imóveis localizados dentro e fora do Rio Grande do Sul. A procuradora federal Patrícia Weber explicou que o patrimônio das empresas do segmento é baseado nos recursos mensais pagos pelos segurados. “Se o fluxo financeiro das instituições está comprometido, gerando endividamento e situação de falência, quem fica prejudicado é o cliente que não garante o benefício em caso de necessidade. Desse modo, a prática gera uma preocupação social e o segurado é lesado diretamente”, afirmou ela. Os crimes praticados foram lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e gestão fraudulenta. Quatro empresários e um advogado, suspeitos de participarem do esquema, já prestaram depoimento, Desse grupo, pelo menos quatro foram indiciados. Nesse grupo está Patrick Lucchese, filho do cirurgião cardíaco Fernando Lucchese, que é casado com uma filha do empresário Nelson Sirotski.

O mais estranho é que as duas OPERAÇÕES POLICIAIS – ZHELOTES E PAVLOVA – foram “blindadas” pela justiça. Foi decretado o segredo de justiça, mecanismo só aceitável quando se trata de matéria relacionada com o direito de família, onde pai, mãe e filhos tem de ser preservados..

O Juiz Sérgio Moro já ensinou: Não existe segredo de justiça quando as ações criminosas são praticadas contra o Estado. Toda a população tem o direito de ser informada sobre de tudo. A Constituição e a Lei Penal em vigência no Brasil não contempla, nem mesmo em tese a classificação de “castas” sociais ou penas seletivas…

Copiado de: http://cristalvox.com.br/

Praia de Xangri-Lá

26/04/2015

Jorge Pozzobom tem razão

Filed under: Antônio Anastasia,Ódio de Classe,Jorge Pozzobom,Poder Judiciário,PSDB — Gilmar Crestani @ 10:38 pm
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Com Jorge Pozzobom não se brinca. O deputado gaúcho do PSDB tripudiou pra cima de Vinicius Wu dizendo que, por ser petista, não corria risco de ser condenado pelo Poder Judiciário. Eita profeta, sô! De onde ele tirou tanta sabedoria? E não é que também Andreia Neves, irmã do Aécio Neves, só pelo fato de ser irmã e tucana, embora tenha sido mencionada na Lava Jato, também não vai precisar se defender.

Seria em virtude de suas amizades heterodoxas com a famiglia Sirotsky? A RBS e o Gerdau sofrem do mesmo mal da PSDB. Nada acontecem com eles.

pozzobom
O tucano Anastasia escapou da PF?

Por Altamiro Borges
Já está virando motivo de piada. Nenhum tucano é julgado, condenado ou preso no Brasil! Dá até para desconfiar das instituições do Estado – verdadeiros aparatos de hegemonia da direita. Ministério Público, Polícia Federal e o próprio STF mais se parecem com biombos do PSDB, que deixou o poder faz 12 anos, mas mantém forte influência sobre estes órgãos. Na semana passada, mais um fato cômico confirmou esta hipótese. A Polícia Federal informou que ainda não conseguiu ouvir o funcionário do doleiro Alberto Youssef, que relatou ter entregado pessoalmente uma mala com R$ 1 milhão ao senador Antonio Anastasia, ex-governador de Minas Gerais e filhote do cambaleante Aécio Neves.
A mídia privada – que também faz parte dos aparatos de hegemonia da direita – não fez qualquer alarde diante da curiosa revelação. O “Jornal Nacional” da TV Globo, em fase de mea-culpa dos crimes do passado, sequer criticou a incompetência da Polícia Federal. Já o jornal Estadão, que apoiou explicitamente a candidatura de Aécio Neves nas eleições do ano passado, apenas registrou que o ex-agente da PF Jayme Alves Oliveira Filho, mais conhecido como “Jayme Careca”, não foi encontrado para prestar novo depoimento e que a Polícia Federal solicitou ao ministro Teori Zavascki, do STF, “a prorrogação do prazo para diligências do inquérito envolvendo o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG)”.
Segundo relato da jornalista Talita Fernandes, “o documento foi encaminhado a Zavascki em 10 de abril, assinado pelo delegado Thiago Machado Delabary. ‘Trata-se de diligência antecedente às demais, posta que, se infrutífera, tornará exponencial a dificuldade de se obter evidência quanto à suposta entrega de dinheiro, quer pelo afastamento temporal do evento, quer pela negativa do suposto remetente da quantia, Alberto Youssef’, escreveu o delegado, explicando que a PF não tinha conseguido até então cumprir a oitiva de Careca”.
Ou seja: o gato subiu no telhado! A mesma Polícia Federal, que adora dar demonstrações de força para as câmeras da TV Globo, afirma que não conseguiu ouvir o “carregador de malas de dinheiro” do mafioso e que isto poderá prejudicar a continuidade das investigações contra o senador do PSDB. A exemplo de outros tucanos, que escaparam de qualquer punição no processo do “mensalão tucano” – que a mídia insiste em chamar de “mensalão mineiro” –, Antonio Anastasia deve ter respirado com alívio diante desta providencial “incompetência”.

Aécio e a “Lista de Furnas”
Este não será o primeiro e nem o último caso de impunidade dos tucanos. O próprio Aécio Neves escapou, estranhamente, da lista de indiciados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na midiática Operação Lava-Jato. Ele foi citado nominalmente nos depoimentos do doleiro ao sinistro juiz Sérgio Moro. “Em seu acordo de delação premiada, Youssef disse que ouviu do ex-deputado José Janene (PP-PR), morto em 2010, que Aécio dividia uma diretoria de Furnas com o PP e que o irmão do tucano fazia a arrecadação dos recursos”, relatou a Folha em 20 de março.
Na ocasião, Rodrigo Janot alegou que a citação era “vaga” e livrou o falso moralista de maiores constrangimentos. Os deputados mineiros Padre João, Adelmo Leão e Rogério Correia, todos do PT, até enviaram ao PGR mais provas sobre o envolvimento de Aécio Neves na chamada “lista de Furnas”. Mas, pelo jeito, elas também foram engavetadas e o cambaleante tucano continua posando de paladino da ética, convocando marchas golpistas e esbravejando pelo impeachment da presidenta Dilma. Ele sabe que conta com a cumplicidade dos aparatos de hegemonia da direita.

Justiça tarda e falha
Diante destas cenas tão grotescas, até a Folha tucana foi obrigada a reconhecer que o PSDB é imputável. Em editorial publicado em 30 de março, intitulado “Justiça tarda e falha”, ela finalmente criticou: “Prescrição, atraso, incúria e engavetamento beneficiam políticos do PSDB acusados de irregularidades”. O jornal referia-se, em especial, ao caso do tal mensalão mineiro. “Há um ano, o STF encaminhou à primeira instância da Justiça de Minas Gerais o julgamento do ex-senador Eduardo Azeredo, do PSDB. Nada aconteceu desde então. Ex-presidente de seu partido, Azeredo é acusado de ter abastecido sua campanha ao governo de Minas, em 1998, com verbas desviadas de estatais, valendo-se de empréstimos fictícios”.
“Não são mera coincidência as semelhanças desse episódio com o que viria a ser revelado no escândalo do mensalão petista, alguns anos depois. Um de seus principais personagens, o empresário Marcos Valério, havia sido também responsável pelo esquema tucano. Apesar de inúmeros adiamentos e dificuldades, o caso petista foi julgado no STF. Natural que inspire movimentos de revolta e consternação o fato de que, embora ocorrido alguns anos antes, seu equivalente tucano continue a repousar no regaço da Justiça mineira”, registrou, no maior cinismo, a Folha – que já deu centenas de capas para o “mensalão petista”, ao mesmo tempo em que sempre acobertou o criminoso esquema do “mensalão tucano”.

O “sumiço” de Robson Marinho 

Nesta fase de autocrítica cínica – e não só da TV Globo na comemoração dos seus 50 anos –, a mídia hegemônica poderia aproveitar para fazer a penitência de outros escândalos acobertados. O caso do “trensalão tucano” – que a imprensa chapa-branca chama carinhosamente de “cartel dos trens” – serviria para a publicação de deliciosas reportagens investigativas. Bastaria adotar a máxima do “siga o dinheiro” para descobrir a origem da fortuna de Robson Marinho, um influente cacique tucano que virou conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo – um típico caso da raposa que toma conta do galinheiro ou do vampiro que se tornou chefe do banco de sangue.
Há inúmeros indícios de que o tucano teve papel destacado no esquema de propina do “trensalão” – que envolve poderosas multinacionais do setor de transporte, como a Siemens e a Alstom, e várias autoridades dos governos Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin. Há também os endereços das mansões do nobre conselheiro do TCE. Mas Robson Marinho simplesmente desapareceu da mídia. Em março, o Tribunal de Justiça de São Paulo voltou a negar a recondução do suspeito ao seu cargo. Ele foi afastado por decisão da juíza Maria Gabriella Spaolonzi, da 13ª Vara da Fazenda Pública da capital, em razão da suspeita de que o conselheiro recebeu propina da multinacional francesa Alstom.
Segundo as denúncias em mãos da Justiça, Robson Marinho – que foi chefe da Casa Civil na gestão Mario Covas e seguiu com forte influência nos outros governos do PSDB – teria embolsado US$ 3,059 milhões em propinas da Alstom, entre 1998 e 2005. A promotoria já concluiu que o grão-tucano “participou de um esquema de ladroagem de dinheiro público” e que enviou a grana para os paraísos fiscais no exterior. Mesmo assim, ele segue livre e solto. Por “prudência e necessária cautela”, o Tribunal de Justiça de São Paulo optou por mantê-lo bem distante do TCE – e também dos holofotes da mídia. Não é para menos que a impunidade dos chefões do PSDB já virou motivo de piada!

Altamiro Borges: O tucano Anastasia escapou da PF?

20/04/2015

Em Minas, as hélices giram e helicópteros viram pó

Filed under: Aécio Neves,Helicóptero,HeliPÓptero,Jorge Pozzobom,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:42 am
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Como revelou o correligionário, Jorge Pozzobom, o PSDB em geral, e Aécio Neves, em particular, têm licença judiciária para se locupletarem. Eles PÓdem tudo. Com eles tudo PÓde!

Fixação por helicópteros. Usando aeronave do governo de MG para escapar de engarrafamentos

Aeciofixacao

Tudo dentro da normalidade ???

No site da revista Época:

Aécio Neves voou em helicópteros do governo de Minas Gerais por cinco vezes para se deslocar em Belo Horizonte e pegou carona num avião – também do governo – para viajar da capital mineira até Brasília.

Os passeios começaram logo após Aécio deixar o governo de Minas e se estenderam até 2012. Aécio diz que está tudo dentro da normalidade. Ao menos ele não voou até o aeroporto em Cláudio – aquele que foi desapropriado em seu governo nas terras do tio dele

Fixação por helicópteros. Usando aeronave do governo de MG para escapar de engarrafamentos | BRASIL29 noti­cias / Poços10

O homem Bombril do PSDB

Filed under: FHC,Gilmar Mendes,Jorge Pozzobom,José Serra,PSDB,STF — Gilmar Crestani @ 8:38 am
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As mil e uma utilidades de um ventríloquo do PSDB no STF. Atende ligação de FHC pedindo proteção para José Roberto Arruda. José Serra e FHC ligam para pedir que GM não devolva o processo de financiamento empresarial dos políticos. Antes, conforme a Folha, Serra já havia ligado para GM para interromper julgamento que prejudicaria o PT. A AMB e a OAB entram com ação para acabar com capachismo na política, mas Gilmar Mendes já está sentado há um ano no processo. Tudo porque sem o finanCIAmento dos operadores da Lava Jato não haveria sequer um eleito do PSDB.

O que se vê é que armado dos assoCIAdos do Instituto Millenium, com subsídio de um encrave no STF, o PSDB procura com força e energia a criminalização do PT. A explicação é tão simples quanto verdadeira: sem o PT o PSDB pensa que tem chance de voltar ao poder e vender o resto que não conseguiu nas duas gestões de FHC. Quiça, tentará comprar uma nova reeleição da reeleição. Em todo caso, um negÓCIO muito bom para quem vive do trabalho alheio.

A folclórica proteção que PSDB goza no Poder Judiciário, admitido publicamente pelo deputado gaúcho do PSDB, Jorge Pozzobom, também foi denunciado, em editorial, pela insuspeita, posto que tucana, Folha de São Paulo.

PSDB MÍDIA jorge pozzebon gm

RICARDO MELO

Impeachment… Para Gilmar Mendes

Ministro do STF faz pouco caso das leis que deveria defender e age como um ditador de toga

No tiroteio generalizado em que se transformou a agenda política, é difícil identificar consensos. Assim funciona o jogo democrático formal. Até o momento em que uma maioria se estabeleça, seja nas urnas, seja em tribunais.

O Brasil assiste a um espetáculo digno das repúblicas bananeiras de outrora. Há mais de um ano, por 6 a 1, o Supremo Tribunal Federal decidiu proibir o financiamento privado de campanhas. Rendeu-se ao óbvio: grandes empresas despejam milhões e milhões em siglas investindo no futuro –delas, é claro.

Uma engrenagem sem fim, pouco importa o governo. Os números de doações eleitorais são eloquentes quanto à "democratização" deste financiamento. Tem para todo mundo, do PT ao PSDB, do PMDB ao PP, e assim por diante. Do Metrô de SP à Petrobras, de Furnas à Telemar, de Marcos Valério a Eduardo Azeredo.

Sob a pressão legítima contra a corrupção institucionalizada, o STF resolveu tomar alguma providência. Ninguém garante, longe disso, que a limitação da promiscuidade entre empresas e candidatos possa ser estancada com uma canetada. Mas inibe, e a redução de danos é o máximo que um sistema como o nosso poderia almejar no momento.

Mas, pelo jeito, nem disso estamos perto. O ministro Gilmar Mendes atenta abertamente contra a Constituição e o regimento do STF e decide, ditatorialmente, que pouco interessa a voz da maioria. Pede vistas de uma votação já decidida, faz campanha pública contra os pares e impede a aplicação de uma sentença praticamente julgada. A democracia formal reza que a cada um, cabe um voto. Na "gilmarocracia", a cada um, ele, cabem todos os votos.

O espantoso é observar o silêncio obsequioso do próprio Supremo, do Congresso, das instituições da sociedade civil em geral. Rápido no gatilho quando se trata de conceder habeas corpus para banqueiros graúdos, Gilmar se permite o desfrute de determinar o que pode ou não ser votado no tribunal: "Não podemos falar em financiamento público ou privado sem saber qual é o modelo eleitoral […] Isso não é competência do Supremo, é do Congresso." E ainda humilha os colegas: "O tribunal não servirá de nada se não tiver um juiz que tenha coragem de dar um habeas corpus, de pedir vista."

A história está cheia de exemplos de megalomaníacos. Idi Amin Dada, o ditador de Uganda, adorava se fantasiar de escocês enquanto massacrava opositores. Nero tocou fogo em Roma. Dispensável citar aquele austríaco tristemente famoso e os nossos generais-presidentes.

Enquanto personagem histórico, Gilmar Mendes, claro, não está à altura de nenhum deles. Como disse Joaquim Barbosa antes de aderir ao panfletarismo eletrônico, o ministro Gilmar pensava que o país funcionava sob o jugo dos jagunços dele. Barbosa se foi. Gilmar e sua tropa ficaram. Enquanto isso, a oposição fala em derrubar Dilma porque ela resolveu se endividar para pagar em dia o Bolsa Família, programas de habitação e o seguro desemprego.

A VIDA COMEÇA AOS 70

O deputado estadual Barros Munhoz (PSDB-SP) acaba de se livrar da acusação de apropriação e desvio de recursos públicos quando era prefeito da cidade de Itapira. Motivo: sua pena prescreveu porque completou 70 anos em 2014, conforme nos informou o sempre vigilante jornalista Frederico Vasconcelos, desta Folha. O espertalhão já havia escapado, também por prescrição, de crimes como formação de quadrilha, fraude em licitações e omissão de informação ao Ministério Público.

O pulo do tucano: um desembargador, Armando de Toledo, sentou em cima de processos contra Munhoz por três anos, tempo suficiente para as acusações perderem efeito. Qualquer semelhança com os ritos do mensalão tucano não é mera coincidência.

13/04/2015

Jorge Pozzobom tenia razón

Filed under: El País,Gerdau,Jorge Pozzobom,Operação Zelotes,Poder Judiciário,RBS — Gilmar Crestani @ 10:15 am
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OBScena: Jorge Pozzobom na companhia dos Zelotes

pozzobom y SirotskyO jornal El País traz um detalhe muito interessante de como funciona o esquema de criminalização de uns e a divinização de outros. Não lerás nos assoCIAdos do Instituto Millenium, mas fica cada dia mais evidente que no Brasil só se pune quatro pês? Preto, Puta, Pobre e Petista!

Operação Zelotes esbarra em falta de equipe e apoio do Judiciário

Juiz indeferiu todos os pedidos de prisão temporária feitos pelo Ministério Público Federal

Gil Alessi São Paulo 10 ABR 2015 – 14:01 BRT

O procurador Roberto Paiva. / Divulgação

Nas últimas semanas, o procurador Frederico Paiva, 37, tem dormido pouco e trabalhado muito. Até esta semana, ele era o único representante do Ministério Público Federal no Distrito Federal, encarregado da operação Zelotes, que investiga um esquema de corrupção na Receita Federal que pode ter dado prejuízos de 19 bilhões de reais aos cofres públicos – valor superior ao do mensalão e ao apurado na Lava Jato até o momento. Um procurador para analisar milhares de contratos, agendas e depoimentos. “A peça fundamental na investigação é o Judiciário”, diz Paiva. “O tamanho da equipe depende dele”.

Segundo investigações preliminares, companhias multadas pela Receita recorriam a empresas de fachada da área de contabilidade e advocacia, que faziam a ponte com integrantes corruptos do Conselho Administativo de Rescursos Fiscais (Carf). A entidade é uma espécie de tribunal que avalia recursos de multas. O objetivo era anular os débitos ou atenuar o valor a ser pago, e as beneficiadas seriam grandes empresas como o Bradesco, a Petrobras e o Partido Progressista, de acordo com informações do Estado de S. Paulo.

Na terça-feira (7) o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anunciou a criação de uma força-tarefa do MPF para investigar o caso. Mas nenhum dos três procuradores designados para ajudar Paiva trabalhará exclusivamente no assunto. Eles continuarão lidando com suas atribuições normais – diferentemente do que ocorre com a força-tarefa da Lava Jato. “Temos um volume imenso de material para analisar, e ainda haverá outras fases da operação. Um procurador sozinho não tem condições de processar todo o material”, afirma Paiva.

Mas o tamanho da equipe não é o único obstáculo enfrentado por ele. “Pedidos de prisão temporária foram feitos por nós e não foram acatados. No total foram 16 pedidos, [que abrangiam] o núcleo da suposta quadrilha. E nenhum foi deferido pelo juiz, apesar da nossa argumentação”, diz o procurador. Na lista de pessoas que seriam detidos estão conselheiros e ex-conselheiros do Carf e funcionários das empresas de contabilidade e consultoria. Segundo ele, essa medida era fundamental para que os investigados fossem ouvidos ao mesmo tempo e não combinassem respostas. “Na lei há previsão para isso, mas se você não consegue fazer uso da detenção temporária, há um prejuízo para a investigação. E em prol de alguém contra quem pesam fortíssimos indícios de crime”, afirma.

Pedidos de prisão temporária foram feitos por nós e não foram acatados

O procurador cita a atuação do juiz Sérgio Moro, que está à frente da Lava Jato em Curitiba, como exemplo. “A atuação do Moro tem sido brilhante. De maneira técnica, ele está ajudando a revelar o que foi feito na Petrobras”, afirma Paiva. O juiz é considerado pelos advogados dos investigados como sendo “duro” por negar pedidos de habeas corpus. “Espero que outras operações tenham esse sucesso. Mas não é possível esquecer que estamos em Brasília, não em Curitiba”, lamenta. Paiva defende que na operação Zelotes a “balança do direito pese em favor da sociedade, que clama por uma punição efetiva”.

Paiva corre contra o tempo para apresentar as primeiras denúncias ainda em julho. “Vamos nos concentrar em analisar o material que já temos, e nos indícios mais fortes”, afirma. “Mas depois vamos analisar com mais profundidade o caso de algumas pessoas que ficaram de fora desta primeira etapa”. Assim como a Lava Jato, a Zelotes será dividida em várias fases, e é possível que empresas que não forem citadas entrem no foco da operação, e algumas saiam durante a investigação.

O procurador cita a atuação do juiz Sérgio Moro, que está à frente da Lava Jato em Curitiba, como exemplo.

“Já havia trabalhado com sonegação fiscal, mas nunca em um caso desta magnitude”, diz Paiva. Para ele, uma parcela da população acaba sendo protegida por um sistema que não consegue atingir com a mesma intensidade “a baixa e a alta criminalidade”. “No sistema judiciário brasileiro, o crime prescreve antes de ser julgado”.

No total, entre conselheiros e ex-conselheiros, cerca de 10 pessoas ligadas ao Carf são investigadas por participação no esquema. Entre as empresas de consultoria fiscal, são 14 pessoas suspeitas de envolvimento. Cerca de 70 processos julgados pela entidade estão sob suspeita, envolvendo dezenas de empresas. Os casos investigados se estendem de 2005 a 2014.

Corrupção na receita federal: Operação Zelotes esbarra em falta de equipe e apoio do Judiciário | Brasil | EL PAÍS Brasil

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