Ficha Corrida

05/01/2015

DEMofobia!

Bornhausen Fuhrer

A direita esperneia, mas não sobrevive à luz do sol. É dependente de uma dita dura! Como ratos, nasce o sol e eles desaparecem para o esgoto, de onde saem de tempos em tempos graças à velha mídia com quem estão morrendo abraçados.

Mudam de pele igual camaleões. Da Arena, para PFL a DEMo. Tudo merda da mesma latrina. Só dando descarga!

Previsões-2015: Demos chegam ao inferno

Por Altamiro Borges
Apesar da aparente valentia, a oposição demotucana ingressa em 2015 bem mais fragilizada. Além de perder pela quarta vez consecutiva a disputa presidencial, o PSDB regrediu nos governos estaduais – de oito para cinco – e estagnou na Câmara Federal. Já o DEM, que reúne a oligarquia patrimonialista e servia de apêndice dos "moderninhos" tucanos, está próximo da extinção. O cerimonial do inferno já ultima os preparativos para receber os demos – apesar das resistências do capeta.
A única liderança que ainda sobrou na sigla, ACM Neto, prefeito de Salvador (BA), já anunciou que "o DEM não vai mais existir como tal". O demo fez esta afirmação bombástica antes das eleições de outubro. Ele ainda apostava na vitória do cambaleante presidenciável tucano para garantir uma morte menos traumática. "Se Aécio ganhar, faremos uma fusão para crescer. Se Aécio perder, faremos uma fusão para sobreviver”, afirmou na ocasião. A legenda projetava ganhar o governo da Bahia e eleger uma bancada de 40 deputados federais. Mas nada disso se concretizou. O desastre foi total!

Em 2010, o DEM conquistou dois governos estaduais (Santa Catarina e Rio Grande do Norte) – bem distante dos sete eleitos em 1998, ainda no reinado de FHC. Com o racha interno protagonizado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab, o catarinense Raimundo Colombo aderiu ao PSD. Já a potiguar Rosalba Ciarlini, totalmente desmoralizada, foi traída pelo próprio presidente nacional da legenda, o senador Agripino Maia, e nem disputou a reeleição. Para confirmar a desgraceira, a única aposta dos demos, a da vitória de Paulo Souto na Bahia, deu chabu! O DEM não tem mais nenhum governador no país!

Já na Câmara Federal, a situação também é deprimente. O DEM teve a maior redução do número de deputados entre todas as siglas – com queda de 48,84% na sua representação. Em 2002, a sigla elegeu 84 parlamentares; em 2010, caiu para 43; e agora foram apenas 22 eleitos. Vários deles inclusive já sinalizam que abandonarão a legenda decadente, tentando melhores "oportunidades". Agripino Maia, o bravateiro que comanda o DEM, gosta de esbravejar que "não dará paz à presidente Dilma". Pelo jeito, ele não dará paz ao capeta no inferno!

*****

Leia também:

Rosalba confirma: "DEM tende a sumir"

O DEM "tem medo"… de acabar

A queda do último "ético" do DEM

Agripino Maia e o Caixa-2 do DEM

ACM Neto marca o enterro do DEM

Cesar Maia, o demo, será impugnado?

Altamiro Borges: Previsões-2015: Demos chegam ao inferno

20/10/2014

Neto de dinossauro encontrado vivo na Bahia

Filed under: ACM,ACM Neto,DEMo,Jorge Bornhausen — Gilmar Crestani @ 9:08 am
Tags:

ACM Neto, cavalgando a turma do avô, abraça programa de governo do Jorge Bornhausen: “O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.” Por que todo troglodita da direita só tem por projeto tirar o PT do poder? Por que, ao invés de propostas para melhorar o Brasil, o programa se resume em disseminar o ódio contra uma agremiação?

O anão nem nome político tem, vive do legado do avô, e sobe nas tamancas como se fosse gente grande?

Já que o Neto não se digna em mostrar, ACM subiu na vida por ser braço midiático da Globo na Bahia. Foi assim, como mostra o documentário Muito Além do Cidadão Kane, que ACM ascendeu ao poder. Quando Tancredo Neves morreu, Antonio Britto, porta-voz, fazia a abertura do Jornal Nacional, diretamente do Hospital de Base de Brasília, dizendo: “Senhores, trago boas notícias”, que lhe valeu o título de “vivo do ano” pelo Pasquim Sul.

Tancredo, tio avô do Aécio, estava morto, mas Sarney precisava tomar posse, por isso era mantido vivo por aparelhos (Globo), enquanto se engendrava a indicação de ACM para Ministro das Comunicações de Sarney. Sarney, que viria a distribuir concessões de rádios a políticos como Aécio Neves. Aécio ganhou uma rádio do Sarney, a mesma que a irmã dele, Andreia Neves, distribuída verbas enquanto ele era governador de Minas.

Não fosse a ditadura, não fosse o Rede Globo, não fosse Sarney, não fosse a distribuição de rádios em troca de mais um ano para Sarney, não teríamos nem Aécio Neves nem ACM Neto. Ambos são fruto da corrupção comandada por Sarney, Rede Globo, ACM.

Quem não conhece o passado acaba repetindo no presente os mesmos erros, os mesmos personagens, as mesmas práticas.

ENTREVISTA DA 2ª – ACM NETO

PT quer ser dono do Nordeste, diz prefeito de Salvador

Líder do DEM, baiano ataca estratégia da campanha de Dilma de disseminar medo e estimular divisão entre norte e sul do país

Um dos principais aliados do presidenciável Aécio Neves (PSDB) na região Nordeste, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), critica a estratégia petista de disseminar no eleitorado nordestino o "medo" de uma possível vitória do tucano.

Em entrevista à Folha, o neto do senador e governador baiano Antônio Carlos Magalhães (1927-2007) diz que o PT "quer tomar para si a condição de proprietário" do Nordeste.

"Não vamos aceitar", disse o prefeito, que ainda criticou o governador baiano Jaques Wagner (PT) por relativizar a importância do tema "corrupção" na disputa presidencial.

Folha – Há cerca de 20 dias, o cenário da eleição era outro. O presidente do DEM, José Agripino, defendeu o apoio a Marina Silva no 2º turno. O sr. também disse que apoiaria Marina, caso Aécio não tivesse sucesso. Não acreditavam mais em Aécio?

ACM Neto – A declaração de Agripino foi distorcida. Em nenhum momento ele deixou de ter confiança na ida de Aécio para o segundo turno. Eu também mostrei toda minha confiança. O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.

Sempre estive nesse projeto muito menos por expectativa de poder e muito mais por compromisso de vida. Estou há dez anos na oposição e mantive minha coerência.

Aécio se preparou para ser presidente e ocupou funções públicas de forma muito honrada. E, com todo o respeito que tenho aos candidatos de oposição que nos lideraram em outras eleições, ele é o mais preparado.

A presidente Dilma teve mais que o dobro de votos de Aécio no Nordeste no 1º turno. Como reverter esse cenário?

Procuramos fazer o esforço máximo. Crescemos em relação a 2010 no primeiro turno e queremos crescer mais no segundo turno. O desempenho de Aécio no Nordeste foi superior ao de Serra em 2010.

O fundamental é enfrentar a tática do medo e mostrar que qualquer alinhamento tem que ser programático. Também acho inadmissível a tática do PT de querer dividir o Brasil. E o único capaz de unificar o Brasil é Aécio. Ele, aliás, foi o único candidato que desenhou um plano específico para o Nordeste.

Aécio vai ter um olhar muito especial para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar.

O ex-presidente FHC afirmou que o PT se apoia em "setores sobretudo mal informados". O sr. concorda?

Não acho, de jeito nenhum. Acho que a fala de FHC foi descontextualizada e não vamos aceitar essa injustiça que o PT procurou fazer com o ex-presidente.

Refuto qualquer tentativa de dividir regiões e classes sociais. Isso não existe. Tanto é que a gente encontra eleitores do PT nas classes economicamente mais avantajadas e antipetistas nas classes mais pobres. Não acho que seja divisão de classe.

O DEM tinha uma meta de eleger 30 deputados e um governador. Elegeu 22 deputados e nenhum governador. Onde o partido errou nas eleições?

Todos os deputados do partido que disputaram foram reeleitos. E Ronaldo Caiado [DEM-GO] e Davi Alcolumbre [DEM-AP] agora são senadores. Por isso, acho que o partido teve uma estratégia mais corajosa, pensando no médio e no longo prazo.

Temos cinco senadores, podendo chegar a seis, se Aécio for eleito, 22 deputados e algumas prefeituras importantes como Salvador e Aracaju. Passada a eleição, vamos fazer um conjunto de debates para refinar a estratégia de futuro do partido.

O futuro passa por uma fusão?

Isso não está em pauta. Não quero nem descartar nem carimbar nenhuma hipótese. Vamos esperar passar a eleição e refletir as alternativas para o partido ganhar força e crescer. Mas estamos tranquilos. Nosso capital é importante, sobretudo pelo valor dos quadros do partido. O partido está unido, coeso e tem grandes quadros.

O governador Jaques Wagner disse que a corrupção é um tema rejeitado pela população. O sr. concorda com ele?

O PT, infelizmente, procurou banalizar o tema corrupção numa tentativa de nivelar todos os políticos por baixo.

O governador [Jaques Wagner] certamente é uma das últimas pessoas que têm autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado [o ex-presidente da Petrobras] José Sérgio Gabrielli como um secretário forte de seu governo.

Essa nomeação traz para o governo da Bahia essa conexão com o escândalo da Petrobras, empresa que é o maior patrimônio dos brasileiros, mas que foi tomada de assalto pelo governo petista.

Considera correta essa estratégia de opor as candidaturas no campo ético?

Isso não é uma estratégia, é um fato. Os petistas estão atrás das grades, fruto do mensalão, e agora estão envolvidos com o escândalo da Petrobras.

Os fatos mostram quem são os políticos que estão do lado de uma verdadeira mudança, da defesa de um novo momento da política, e aqueles que são o símbolo da corrupção na história recente da política brasileira.

Aécio tem uma trajetória política tradicional. Porque ele representaria um novo momento na política?

Aécio está disposto a fazer reformas e promover mudanças extremamente profundas. Não é mais possível continuar com um tipo de relação do poder Executivo com o Legislativo que foi construída pelo PT na base do toma-lá-dá-cá, da cooptação dos partidos, na base da troca de favores.

Aécio está determinado a promover essa ruptura. Ele vai não só usar toda sua força e capital político para promover uma reforma política, mas estabelecer uma relação com o Legislativo acerca de ideais e propostas. O tipo de relação [com o Congresso] construída pelo PT é a causa dos principais escândalos do governo petista.

Caso eleito, Aécio deve buscar o apoio do PMDB?

O Aécio deve dialogar com todo os partidos e com todos os deputados e senadores que queiram discutir um projeto para o Brasil.

A maioria congressual ele terá por um reconhecimento de deputados e senadores do resultado das urnas, do que a sociedade está indicando.

As negociações têm que se dar em torno da pauta que for encaminhada para o Congresso. Tenho a confiança de que, eleito, Aécio vai reunir capital político necessário para ter uma maioria em torno das propostas que são desejadas pela sociedade.

O que o senhor defende como reforma política?

É fundamental rever a quantidade de partidos políticos. Não dá mais para ter essa facilidade para criação de um partido.

Sou a favor do fim da reeleição, com mandato de cinco anos e com coincidência de eleições. Eleição de dois em dois anos é um problema.

É preciso acabar com a mercantilização do tempo de TV e reforçar a fidelidade partidária. A reforma tem que fortalecer os partidos.

Seu partido perdeu, novamente, as eleições para o governo da Bahia. Acha que subestimou a força do governador?

Não acho. O histórico das últimas eleições nos impediria de subestimar. Disputamos contra uma máquina fortíssima operando em alta velocidade com prefeitos e lideranças políticas. Foram vários convênios firmados de última hora e ruas sendo asfaltadas nas vésperas das eleições. Além disso, enfrentamos uma das campanhas mais caras de todo do Brasil.

A gente construiu uma aliança que nos deu expectativa de vitória até momentos antes das eleições, mas que não se confirmou. Agora, é respeitar a vontade do povo.

O resultado, ao contrário de me desanimar, me dá muita confiança. Tivemos o melhor desempenho dos últimos anos. É um dado que aponta para o futuro. Ganhar e perder é do jogo, esta eleição não será a última.

ENTREVISTA DA 2ª – ACM NETO

PT quer ser dono do Nordeste, diz prefeito de Salvador

Líder do DEM, baiano ataca estratégia da campanha de Dilma de disseminar medo e estimular divisão entre norte e sul do país

Um dos principais aliados do presidenciável Aécio Neves (PSDB) na região Nordeste, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), critica a estratégia petista de disseminar no eleitorado nordestino o "medo" de uma possível vitória do tucano.

Em entrevista à Folha, o neto do senador e governador baiano Antônio Carlos Magalhães (1927-2007) diz que o PT "quer tomar para si a condição de proprietário" do Nordeste.

"Não vamos aceitar", disse o prefeito, que ainda criticou o governador baiano Jaques Wagner (PT) por relativizar a importância do tema "corrupção" na disputa presidencial.

Folha – Há cerca de 20 dias, o cenário da eleição era outro. O presidente do DEM, José Agripino, defendeu o apoio a Marina Silva no 2º turno. O sr. também disse que apoiaria Marina, caso Aécio não tivesse sucesso. Não acreditavam mais em Aécio?

ACM Neto – A declaração de Agripino foi distorcida. Em nenhum momento ele deixou de ter confiança na ida de Aécio para o segundo turno. Eu também mostrei toda minha confiança. O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.

Sempre estive nesse projeto muito menos por expectativa de poder e muito mais por compromisso de vida. Estou há dez anos na oposição e mantive minha coerência.

Aécio se preparou para ser presidente e ocupou funções públicas de forma muito honrada. E, com todo o respeito que tenho aos candidatos de oposição que nos lideraram em outras eleições, ele é o mais preparado.

A presidente Dilma teve mais que o dobro de votos de Aécio no Nordeste no 1º turno. Como reverter esse cenário?

Procuramos fazer o esforço máximo. Crescemos em relação a 2010 no primeiro turno e queremos crescer mais no segundo turno. O desempenho de Aécio no Nordeste foi superior ao de Serra em 2010.

O fundamental é enfrentar a tática do medo e mostrar que qualquer alinhamento tem que ser programático. Também acho inadmissível a tática do PT de querer dividir o Brasil. E o único capaz de unificar o Brasil é Aécio. Ele, aliás, foi o único candidato que desenhou um plano específico para o Nordeste.

Aécio vai ter um olhar muito especial para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar.

O ex-presidente FHC afirmou que o PT se apoia em "setores sobretudo mal informados". O sr. concorda?

Não acho, de jeito nenhum. Acho que a fala de FHC foi descontextualizada e não vamos aceitar essa injustiça que o PT procurou fazer com o ex-presidente.

Refuto qualquer tentativa de dividir regiões e classes sociais. Isso não existe. Tanto é que a gente encontra eleitores do PT nas classes economicamente mais avantajadas e antipetistas nas classes mais pobres. Não acho que seja divisão de classe.

O DEM tinha uma meta de eleger 30 deputados e um governador. Elegeu 22 deputados e nenhum governador. Onde o partido errou nas eleições?

Todos os deputados do partido que disputaram foram reeleitos. E Ronaldo Caiado [DEM-GO] e Davi Alcolumbre [DEM-AP] agora são senadores. Por isso, acho que o partido teve uma estratégia mais corajosa, pensando no médio e no longo prazo.

Temos cinco senadores, podendo chegar a seis, se Aécio for eleito, 22 deputados e algumas prefeituras importantes como Salvador e Aracaju. Passada a eleição, vamos fazer um conjunto de debates para refinar a estratégia de futuro do partido.

O futuro passa por uma fusão?

Isso não está em pauta. Não quero nem descartar nem carimbar nenhuma hipótese. Vamos esperar passar a eleição e refletir as alternativas para o partido ganhar força e crescer. Mas estamos tranquilos. Nosso capital é importante, sobretudo pelo valor dos quadros do partido. O partido está unido, coeso e tem grandes quadros.

O governador Jaques Wagner disse que a corrupção é um tema rejeitado pela população. O sr. concorda com ele?

O PT, infelizmente, procurou banalizar o tema corrupção numa tentativa de nivelar todos os políticos por baixo.

O governador [Jaques Wagner] certamente é uma das últimas pessoas que têm autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado [o ex-presidente da Petrobras] José Sérgio Gabrielli como um secretário forte de seu governo.

Essa nomeação traz para o governo da Bahia essa conexão com o escândalo da Petrobras, empresa que é o maior patrimônio dos brasileiros, mas que foi tomada de assalto pelo governo petista.

Considera correta essa estratégia de opor as candidaturas no campo ético?

Isso não é uma estratégia, é um fato. Os petistas estão atrás das grades, fruto do mensalão, e agora estão envolvidos com o escândalo da Petrobras.

Os fatos mostram quem são os políticos que estão do lado de uma verdadeira mudança, da defesa de um novo momento da política, e aqueles que são o símbolo da corrupção na história recente da política brasileira.

Aécio tem uma trajetória política tradicional. Porque ele representaria um novo momento na política?

Aécio está disposto a fazer reformas e promover mudanças extremamente profundas. Não é mais possível continuar com um tipo de relação do poder Executivo com o Legislativo que foi construída pelo PT na base do toma-lá-dá-cá, da cooptação dos partidos, na base da troca de favores.

Aécio está determinado a promover essa ruptura. Ele vai não só usar toda sua força e capital político para promover uma reforma política, mas estabelecer uma relação com o Legislativo acerca de ideais e propostas. O tipo de relação [com o Congresso] construída pelo PT é a causa dos principais escândalos do governo petista.

Caso eleito, Aécio deve buscar o apoio do PMDB?

O Aécio deve dialogar com todo os partidos e com todos os deputados e senadores que queiram discutir um projeto para o Brasil.

A maioria congressual ele terá por um reconhecimento de deputados e senadores do resultado das urnas, do que a sociedade está indicando.

As negociações têm que se dar em torno da pauta que for encaminhada para o Congresso. Tenho a confiança de que, eleito, Aécio vai reunir capital político necessário para ter uma maioria em torno das propostas que são desejadas pela sociedade.

O que o senhor defende como reforma política?

É fundamental rever a quantidade de partidos políticos. Não dá mais para ter essa facilidade para criação de um partido.

Sou a favor do fim da reeleição, com mandato de cinco anos e com coincidência de eleições. Eleição de dois em dois anos é um problema.

É preciso acabar com a mercantilização do tempo de TV e reforçar a fidelidade partidária. A reforma tem que fortalecer os partidos.

Seu partido perdeu, novamente, as eleições para o governo da Bahia. Acha que subestimou a força do governador?

Não acho. O histórico das últimas eleições nos impediria de subestimar. Disputamos contra uma máquina fortíssima operando em alta velocidade com prefeitos e lideranças políticas. Foram vários convênios firmados de última hora e ruas sendo asfaltadas nas vésperas das eleições. Além disso, enfrentamos uma das campanhas mais caras de todo do Brasil.

A gente construiu uma aliança que nos deu expectativa de vitória até momentos antes das eleições, mas que não se confirmou. Agora, é respeitar a vontade do povo.

O resultado, ao contrário de me desanimar, me dá muita confiança. Tivemos o melhor desempenho dos últimos anos. É um dado que aponta para o futuro. Ganhar e perder é do jogo, esta eleição não será a última.

03/07/2014

Hecatombe de DEMofóbidos

Filed under: DEMo,Demofobia,Jorge Bornhausen — Gilmar Crestani @ 7:59 am
Tags:

Bornhausen FuhrerSó faltou dizer que aqueles que iriam acabar com a raça dos trabalhadores viraram(Revista VEJA, Edição 1937)nas mãos de Eduardo Campos, socialistas…

O DEM definha e o PS(do)B também cresce como rabo de burro, para baixo. É o peso de levar os neandertais do DEMo…

RENATO ANDRADE

Aliado encolhido

BRASÍLIA – A definição de uma chapa puro-sangue para disputar as eleições presidenciais de outubro revela um problema que o PSDB enfrenta há tempos: o gradual processo de definhamento de seu aliado de todas as horas, o DEM.

O partido que garantiu o vice da chapa dos tucanos desde a vitória de Fernando Henrique Cardoso em 1994 –exceto na corrida de 2002– perdeu tanta musculatura que não conseguiu apresentar agora um nome sequer para encarar ao lado de Aécio Neves a disputa que começa oficialmente neste domingo (6).

O esfacelamento do extinto PFL de ACM, Jorge Bornhausen e companhia pode ser descrito em números.

Na eleição de 1998, quando FHC e Marco Maciel garantiram mais quatro anos no Palácio do Planalto, o partido conseguiu eleger uma bancada de 105 deputados, superando até mesmo os tucanos, que lideravam a chapa presidencial.

A partir daí, o partido foi se enfraquecendo paulatinamente.

bornhausenFez 84 deputados em 2002, garantiu 65 cadeiras na Câmara na eleição seguinte e saiu das urnas em 2010 com apenas 43 eleitos.

Atualmente, essa bancada está reduzida a 28 nomes, resultado das defecções de vários congressistas para legendas como o PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.

Concorde-se ou não com as bandeiras defendidas pela legenda, o esfarelamento do DEM não representa apenas uma perda para o partido. É um problema para a oposição, elemento fundamental da cena política.

Assim como na economia, concorrência faz bem a todos os envolvidos: força o poderoso da vez a não vacilar e deixa para o "consumidor" uma opção de mudança, caso ele não esteja mais satisfeito com o que está sendo oferecido pelo líder das prateleiras.

Se Dilma for reeleita, possivelmente caberá ao PSDB fazer esse papel sozinho, até porque não se sabe que tipo de oposição o PSB fará, se é que fará, se também for derrotado.

renato.andrade@grupofolha.com.br

17/03/2014

De mãe para filho

Filed under: Ana Arraes,Eduardo Campos,Jorge Bornhausen,Marina Silva,Paulo Bornhausen — Gilmar Crestani @ 7:50 am
Tags:

bananaA mãe, Ana Arraes, conta pro filho, Eduardo Campos, onde pôs a banana que ganhou do Governo!!!

Até outro dia, Eduardo Campos tinha um cacho de bananas… Hoje, joga as cascas no caminho de Dilma. É o que se diz: cuspindo no prato em que comeu! Este é o partido socialista da famiglia Bornhausen

Governo dá cargos como se fossem bananas, diz Campos

Governador volta a atacar petista Dilma Rousseff no interior de Pernambuco

Pré-candidato do PSB diz que presidente e ex-aliada ‘não soube fazer o que estava encarregada de fazer’

DANIEL CARVALHOENVIADO ESPECIAL A SURUBIM (PE)

O presidenciável e governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse ontem, em viagem pelo interior do Estado, que o governo Dilma entrega cargos "como se estivesse distribuindo bananas ou laranjas".

"Não podemos deixar que o Brasil derreta na inflação, no populismo", afirmou durante ato político em Surubim (a 130 km do Recife). Ele disse também que Dilma "não deu conta de melhorar o país".

Na semana passada, em viagem ao interior, Campos já havia dito que o Brasil "não aguenta" mais quatro anos de governo Dilma e que a presidente "não sabe de nada".

Em Surubim, antes de apresentar candidatos da chapa governista em Pernambuco, Campos disse fazer críticas baseadas "em fatos concretos".

"Estamos correndo sério risco de desconstruir conquistas que foram feitas com muitas lutas", afirmou o governador, tratado por blogueiros e jornalistas do município como "futuro presidente".

No palanque, Campos voltou a criticar a presidente para uma plateia de cerca de 400 pessoas. "Ela não soube fazer o que ela estava predestinada, encarregada de fazer."

Para a plateia, o presidenciável disse esperar reverter o percentual de pessoas que não o conhecem. "O povo brasileiro sabe que quer mudança. Não sabe ainda o nome e as ideias da mudança."

Em 2006, no início da campanha pelo governo de Pernambuco, Campos tinha apenas 3% das intenções de voto e ganhou as eleições. Agora, de acordo com a última pesquisa Datafolha, tem 12%.

CRISE COM PMDB

Durante entrevista coletiva, Campos também criticou os gastos do governo federal para evitar reajustes nas contas de energia e nos preços da gasolina e do diesel.

O governador disse criticar a presidente de forma mais honesta que integrantes do próprio partido de Dilma.

"A única questão é que eu digo isso publicamente, com respeito, e muitos ficam dizendo isso pelos cantos."

Campos também apontou estranhamento na crise entre o governo federal e o PMDB.

"A presidenta não pode chegar agora, na véspera da eleição, e parecer que tem uma divergência de fundo com o PMDB porque ela escolheu o caminho desse PMDB para ser o principal aliado do governo dela", disse o governador.

14/03/2014

Partido Só de Babacas

Filed under: Beto Albuquerque,Eduardo Campos,Jorge Bornhausen,Paulo Bornhausen,PS(d)B — Gilmar Crestani @ 8:40 am
Tags: ,

Para se chamar de Partido Socialista Brasileiro, o mínimo que se espera é que pelo menos um de seus membros tenha apresentado algum projeto de teor socialista. Não trato do mérito, se é bom ou ruim, apenas para relacionar com o nome do partido. Com Campos, Marina e Bornhausen, o partido do Beto Albuquerque não passa de Barriga de Aluguel. Só a Bíblia, como Jonas no ventre da baleia, poderia, por uma questão de fé, justificar este realismo fantástico. Com essas caras, o PS(d)B é o velho na política, com cara de política velha.

O maior problema de Eduardo Campos não é Marina Silva. É ele mesmo

Postado em 11 Mar 2014

por : Kiko Nogueira

Campos com Bornhausen: "renovação"

Campos com Bornhausen: “renovação”

Eduardo Campos tem dois problemas. Um deles é Marina Silva. O outro, mais complicado, é ele mesmo.

Em Nazaré da Mata (PE), o governador de Pernambuco e virtual presidenciável disse que “não dá mais para ter quatro anos de Dilma. O Brasil não aguenta e o povo brasileiro sabe disso”. Afirmou também, referindo-se a Dilma, que “quem acha que sabe tudo não sabe de nada”.

Numa maratona de encontros em São Paulo, alguns deles ladeado por Marina, voltou à carga. “O arranjo político de Brasília já deu o que tinha que dar”, declarou. Dilma é “autoritária”, “foge do debate”, é “avessa ao diálogo”, vendeu uma imagem de gerente competente “que não se confirmou”, não fez a “faxina ética” que prometeu e “se acomodou” com os escândalos de corrupção” de seu governo. “Há uma crise de expectativa, uma crise política, uma crise econômica”, decretou.

Campos está em campanha e é, até certo ponto, natural ter subido o tom. Não decola nas pesquisas, não acontece, não nada.

Seu novo aliado é Jorge Bornhausen, ex-governador biônico de Santa Catarina, ex-senador e presidente do PFL. Hoje sem cargo, Bornhausen foi fundamental na criação do PSD de Kassab e deu uma mão a Marconi Perillo e Demóstenes Torres até o escândalo do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Seu filho, Paulo Borhausen, filiou-se ao PSB, que de socialista tem o nome.

Mas a grande questão de Campos passa pelas ideias. Onde elas estão? O que ele propõe, enfim?

Silêncio.

A tática de bater é um complemento à esterilidade que ele apresenta em sua conta nas redes sociais — um apanhado de lugares comuns, como “nossa vocação é pensar grande, é trabalhar para que os grandes sonhos e projetos do povo brasileiro virem realidade. É nisso que acredito”; “Só uma economia forte e pujante na sua sustentabilidade pode trazer um futuro melhor para os brasileiros”; “O Brasil precisa de um governo que jogue limpo, que trabalhe duro para defender nossa economia, que é a base da nossa soberania nacional”; “O IBGE divulgou hoje o medíocre PIB de 2013”. E blablablá.

Essa é a “nova política” de Eduardo Campos? No que a histeria ajuda agora? O que ele fez em Pernambuco de tão notável que o credencia a dar aulas? O estado está em 19ª posição no Atlas de Desenvolvimento Humano, aliás. Um empresário paulista que se mudou para o Recife teve dificuldades de registrar a empregada porque ninguém — ninguém — faz isso por lá.

É de uma miopia abissal. Ao invés de Bornhausen, Campos podia ser apresentado a gente como, por exemplo, Mujica ou o papa Francisco, dois reformadores e renovadores políticos. Um excelente template. Ou a alguém à direita com um conjunto de propostas. Qualquer coisa. O que o Brasil não aguenta — como ele diz — é o mais do mesmo que ele representa.

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Diário do Centro do Mundo » O maior problema de Eduardo Campos não é Marina Silva. É ele mesmo

01/02/2014

E depois o Genoíno é que é corrupto!

Filed under: Corrupção,DEMo,Efraim Morais,Jorge Bornhausen — Gilmar Crestani @ 8:40 am
Tags:

DEMônio! E assim acaba o partido que era a ponta de lança dos grupos mafiomidiáticos e bucha de canhão do governo FHC. Jorge Bornhausen era a égua madrinha da manada que está em processo de extinção. Hoje, ex-PFL só se encontra em zoológico, museu e prisões. O fato de ter sido comprada a reeleição, com votos comprados do PFL, hoje DEMo, prova o que foi o período em que o patrimônio público virou objeto de troca entre o príncipe dos sociólogos e os capos dos grupos mafiomidiáticos. Para não esquecer, a prática começou com Antonio Britto passando a CRT aos patrões da RBS. Se depois a Telefônica entalou no rabo dos Sirotsky aí já é outra história. Não nos esqueçamos, no RS o DEMo é RBS!

MP ajuíza 14 ações contra ex-senador Efraim Morais e funcionários ‘fantasmas’

Segundo órgão, dos 86 servidores nomeados pelo ex-parlamentar, apenas 22 moravam no Distrito Federal; alguns teriam inclusive admitido atuar como cabos eleitorais

31 de janeiro de 2014 | 18h 21

DÉBORA ÁLVARES – Agência Estado

Brasília – O Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal ajuizou nesta sexta-feira, 31, 14 ações contra o ex-senador Efraim Morais (DEM-PB) e outros 50 funcionários "fantasmas" nomeados por ele na época que comandou a Primeira Secretaria do Senado, entre 2006 e 2009. A 6ª Vara Federal do DF vai analisar a acusação dos procuradores que pedem, também, a devolução de mais de R$ 6 milhões pagos aos apadrinhados, parentes e cabos eleitorais.

Veja também:
link Justiça bloqueia bens de ex-senador Efraim Morais (DEM-PB)
link PF suspeita que deputado recebeu terreno de empresa

As investigações do MPF apontam que dos 86 servidores nomeados para alguma função no órgão do Senado, apenas 22 tinham endereço no Distrito Federal e Entorno na época. "Os demais, mesmo lotados em área administrativa do Senado, residiam fora de Brasília, a maioria na Paraíba, Estado que elegeu o então senador".

Segundo a Procuradoria, parte dos funcionários nomeados por Efraim Morais admitiu exercer atividades típicas de cabo eleitoral e ter sido contratada por força de contatos políticos e amizade. Alguns dos depoentes confessaram, ainda, conforme o MPF, não exercer nenhum tipo de serviço de caráter público, atuando apenas em favor do ex-senador. Houve quem nem sequer soubesse que estava lotado como servidor do Senado.

O Ministério Público diz ter apurado, também, que alguns nomeados eram empregados em empresas privadas ou funcionários públicos de outros órgãos públicos. Os 50 funcionários que o MPF chama de "fantasmas" foram separados em 14 ações, de acordo com a relação que tinham com o ex-senador ou com as atividades que desempenhavam.

A reportagem tentou contato nos telefones do ex-senador, que atualmente comanda a Secretaria de Infraestrutura da Paraíba, mas Efraim Morais recusou as chamadas. Em outubro, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 750 mil em bens de Morais, acusado de ter causado danos ao patrimônio ao deslocar, para seu gabinete, funcionários de um programa de inclusão digital do Legislativo, o Interlegis. A decisão também proibiu o ex-parlamentar de transferir recursos para terceiros.

09/10/2013

Suruba política e briga generalizada

Filed under: Alfredo Sirkis,Eduardo Campos,Jorge Bornhausen,Marina Silva,PSB — Gilmar Crestani @ 7:16 am
Tags:

Eduardo Campos declara, ao lado de Bornhausen e do Ronaldo Caiado, que quer aposentar as raposas, e acrescenta: "Nós não podemos fatiar a República com os partidos achando isso uma coisa natural". Aí vem o líder dos verdes repentinamente convertidos em socialistas, Alfredo Sirkis, e confirma a esquizofrenia da dupla personalidade (Eduardo e Marina): “O Brasil é um país supercomplexo, para governar vai ter de fazer alianças muito mais amplas do que essa". Tudo encima do programa de governo capitaneado pelo porta-voz da ditadura, Elio Gaspari, batizou que hoje na Folha: “Fora PT”. Vem aí, com apoio amplo, geral e irrestrito do Instituto Millenium, a campanha “todos contra Dilma”.

Rede precisará fazer alianças mais amplas, diz deputado

Para Alfredo Sirkis, nova sigla deve rever posições para ter chances ‘de fato’

Marineiro, que também migrou para o PSB, nega que discussão com ex-senadora tenha sido decisiva para filiação

PAULO GAMADE SÃO PAULO

Fundador da Rede Sustentabilidade e um dos principais aliados de Marina Silva, o deputado federal Alfredo Sirkis (RJ) reconhece que, ao se filiar ao PSB, a ex-senadora "abre mão de um ideal de marcação de posição e de crítica descomprometida", mas que sua decisão será assimilada "quando as pessoas entenderem de fato o que ocorreu".

"Com a aliança a gente está abrindo mão de ser os que marcam posição para ser os que passam a ter uma chance de fato de transformar a realidade. O Brasil é um país supercomplexo, para governar vai ter de fazer alianças muito mais amplas do que essa", disse à Folha.

Para isso, Sirkis defende um "realinhamento" de forças. "É necessário ter junto PT, PSDB, políticos ecologistas –que estão na Rede, no PV–, PSB, gente como Pedro Simon. É um realinhamento histórico, que procure juntar o lado mais moderno da política brasileira. Mas isso só é possível depois de impor uma derrota contundente ao grupo palaciano", diz, sobre petistas que estão no governo.

Sirkis foi um dos mais duros críticos da possibilidade de que Marina se mantivesse afastada das eleições de 2104 após o revés da Rede na Justiça Eleitoral. Chegou a bater boca com a ex-senadora na noite que sucedeu a derrota, na última quinta-feira, e a acusou de decidir sem ponderar a opinião de aliados.

Agora, diz que a desavença está superada e nega que as críticas tenham determinado a decisão da ex-senadora de se filiar ao PSB.

"A decisão de apoiar Eduardo Campos [governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência] foi totalmente solitária, dela com seus botões. Até porque ninguém teria coragem de propor uma coisa dessas para ela. Ela com 26% e ele com 8%, ninguém ia dizer: Acho que você tem de ser vice’. Foi uma lição de desprendimento", afirmou.

‘PESADELÁTICOS’

O deputado diz também que parte das críticas que aparecem nas redes sociais à decisão são patrocinadas pelo PT. "O partido já colocou digitadores para fazer cobranças da Marina, supostamente pelo lado dos sonháticos, mas aí já são os esquemas pesadeláticos’ da internet", diz.

Sirkis –que decidiu migrar do PV para o PSB antes da decisão de Marina– reconhece que a aliança trará desgastes. "É uma saída que tem de passar por uma serie de sentimentos de frustração e que será questionada pela Rede."

"Mas, dentro das alianças possíveis, em uma política mais convencional, Eduardo Campos é o mais atento e simpático às questões programáticas que abordamos."

Ele defende Campos e diz que com a entrada do aliado Sérgio Xavier (PV) na Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, o governador vem conseguindo conduzir seu segundo mandato "mais próximo das questões ambientais".

Sobre as críticas de Marina que incluem o PSB na troca de apoio por espaços em governos, Sirkis diz que os grupos "não estão construindo um partido juntos". "As pessoas da Rede estão se abrigando no PSB, o que não é a mesma coisa. O que queremos juntos é mudar o Brasil, e isso ninguém consegue sozinho."

Ontem, representantes da Rede e do PSB fizeram a primeira reunião formal para reproduzir nos Estados a aliança entre Campos e Marina. Para isso, vão listar marineiros que se filiaram tanto ao PSB quanto a outras siglas.

Colaborou FERNANDA ODILLA, de Brasília

08/10/2013

Com Bornhausen e Caiado, Campos quer “resgatar a esperança”

Filed under: Eduardo Campos,Jorge Bornhausen,Marina Silva,Ronaldo Caiado — Gilmar Crestani @ 7:37 am
Tags:

Herr BornhausenCom o resgate de socialistas históricos que num gueto no DEMo, o Partido Socialista Brasileiro pretende resgar a esperança, seja lá o que isso seja. Só não se sabe se será a esperança de alguém fugindo de Auschwitz ou de alguém entrando num Kibutz. Um Kibutz verde da Marina, com nabo e banana pra todo mundo, ou algo caro às memórias de Herr Bornhausen. De qualquer modo, o feitor será sempre Ronaldo Caiado por fora, capitão-de-mato por dentro. Marina será sempre alguém atrás do dízimo, que ninguém é de ferro e um vestido longo sempre é mais caro que uma minissaia.

Então ficamos assim: esperança de resgatar a reforma agrária com Ronaldo Caiado, a esperança de mais liberdade religiosa e de uniões civis com a evangélica Marina Silva, e seu religioso e constante ódio ao PT, o socialismo selvagem da famiglia Bornhausen e as escolas públicas da privada do égua madrinha.

É preciso resgatar a esperança, diz presidente do PSB

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, NO RECIFE

Dois dias depois de ter filiado Marina Silva ao seu partido, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou que o país merece ter uma opção que "resgate a esperança".

"No fundamental, nós [eu e Marina] estamos de acordo que o Brasil merece ter uma opção que resgate a esperança, a leveza na política, os valores, a ética e o compromisso com o povo e a sustentabilidade", disse Campos ontem no Recife.

O governador reconheceu a existência de divergências entre as duas legendas.

"Nós fizemos uma aliança programática, e nós reconhecemos as diferenças que temos. Tanto é que somos dois partidos. Um com 60 anos e um com um ano, recém-criado. Vamos aprender um com o outro. Para o PSB, é muito importante essa convivência com a Rede."

Questionado sobre como o PSB receberá a ex-senadora –que evita tratar de temas como o casamento gay ou o aborto–, Campos minimizou as discordâncias: "Queremos reforçar a nossa identidade, que é construir a nova política", declarou.

07/10/2013

Heil, Marina, willkommen!

Filed under: Eduardo Campos,Jorge Bornhausen,Marina Silva,Paulo Bornhausen — Gilmar Crestani @ 9:17 am
Tags:

 

"Vamos acabar com o chavismo" é igual "vamos acabar com essa raça"?

Estaria explicado que ela não só conversou com seu Eduardo.

Marina e o canto de sereia da radicalização | GGN

07/06/2013

Vai-se a última piada do Bornhausen

Filed under: DEMo,Jorge Bornhausen — Gilmar Crestani @ 8:37 am
Tags: ,

Governadora do DEM negocia com PTB ingresso na base aliada

NELSON BARROS NETODE SALVADOR

A governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, negocia deixar o DEM para aderir à base do governo Dilma Rousseff. Ela deve anunciar sua filiação ao PTB nos próximos dias.

O Estado, visitado por Dilma na segunda-feira, é o único comandado pelo Democratas desde que Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina, ingressou no PSD de Gilberto Kassab, em 2011.

Conterrânea do presidente nacional do DEM, o senador José Agripino Maia –ambos são de Mossoró (RN)–, Rosalba se recusou a participar do programa nacional do partido que foi ao ar ontem em rede nacional.

Ela não quis ter a sua imagem veiculada a uma peça de propaganda crítica ao Palácio do Planalto.

A Folha apurou que a articulação de mudança de partido envolve o petista Jaques Wagner, governador da Bahia, terra do presidente do PTB, Benito Gama.

Anfitriã da visita presidencial a Natal na segunda-feira, Rosalba não poupou elogios à presidente, a quem chamou de "sensível, determinada e corajosa", além de "presidente de todos os brasileiros".

"Tenho a clara noção de que meu cargo e meu trabalho estão acima de qualquer questão e isso me dá o direito de agradecer e aplaudir", disse a governadora.

REELEIÇÃO

O objetivo de Rosalba com a mudança para o PTB é ficar mais confortável para se declarar dilmista no fim de sua gestão e ganhar mais força na tentativa à reeleição.

Avaliações internas, porém, indicam que a migração "vai dar trabalho" devido à lei de fidelidade partidária.

O Tribunal Superior Eleitoral só considera justa uma mudança do tipo se ela ocorrer para uma nova sigla, se o partido anterior sofreu desvio de linha programática ou por "grave discriminação pessoal". Ainda não há estratégia para justificar legalmente a migração de Rosalba.

Por meio de sua assessoria, ela negou a negociação. Internamente, o PTB considera a troca como certa.

    30/03/2012

    E extinção do DEM

    Filed under: DEMo,Jorge Bornhausen — Gilmar Crestani @ 8:49 am

    E assim cumpre-se a profecia do Bornhausen, de exterminar aquela raça…

    Bomba ! Cloaca cria novo logo do DEM


    A propósito da anuciada extinção do DEM, de Demóstenes, Cachoeira, Agripino e Cerra, o Conversa Afiada recebeu esta obra prima do incomparável Cloaca, do laureado Cloaca News:

    Estimado PHA,
    Aos poucos, cumpre-se a profecia do Nunca Dantes, como atesta nossa postagem.
    http://cloacanews.blogspot.com.br/2012/03/proximo-da-extincao-dem-lanca-novo.html
    Cordiais saudações do
    Sr. Cloaca

    Bomba ! Cloaca cria novo logo do DEM | Conversa Afiada

    Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

    %d blogueiros gostam disto: