Ficha Corrida

30/11/2014

Eu ainda lembro que vocês fizeram na gestão passada!

Todos tínhamos melhores expectativas quanto aos resultados dos governos Lula e Dilma. Gostaríamos de termos visto inclinações mais à esquerda, com gente do calibre de um Stédile no lugar de uma Katia Abreu nos Ministérios. De ter vistor mais políticas e obras destinadas aos menos favorecidos. Tudo isso era e continua sonho. Mas, se não fomos tão felizes como desejamos, evitamos uma catástrofe maior do que a tragédia que nos legaram. Não é fácil administrar um país com uma tradição de quinhentos anos governado pela e para a elite. O problema do Brasil continua sendo aqueles que enriquecem encima de seu povo e vai a Miami comprar quinquilharias.

Para quem já estudou um pouco do latifúndio no RS vai entender isso. Nossos fazendeiros e seus filhos estudavam em Paris. Os peões dormiam em galpões e até hoje festejam terem sido deixados dormirem com os cavalos nos galpões enquanto os patrões dormiam na Casagrande com suas escravas, mulheres, filhas. O lucro auferido nas fazendas eram gostos nos “Moulins Rouges”, de Paris, mas também de Porto Alegre. Nada era reinvestido no município onde se localizava a fazenda. Hoje, a EMBRATEL, Vale, Santander e tantas outras empresas entregues ao capitalismo internacional lucram encima do povo brasileiro mas investem nas sedes das matrizes, como mostra a Folha de hoje: Espanha aposta no Brasil para crescer

Os mais jovens não sabem ou não lembram, mas todo dia havia uma sigla dando pitacos sobre o Brasil. O FMI mandava e desmandava, até porque era ele quem condicionava a condução do país aos empréstimos necessários para cobrir a quebradeira geral.

28/11/2014 – 32 capas de jornal que vão te lembrar como foi o Brasil tucano nos tempos de FHC

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Desemprego. Arrocho salarial. Apagão elétrico. Escândalos. Mendigagem ao FMI e, claro…privatizações. Relembre.

(Por Paulo Henrique Amorim, em Conversa Fiada)

Fernando ​Henrique Cardoso governou o Brasil por 8 anos. Entre 1995 e 2002, colecionou fracassos e terminou o seu segundo mandato com 26% de aprovação.

​(​Lula, apenas como comparação, saiu do Governo aprovado por ​87% dos brasileiros.)

O Príncipe da Privataria​ não empolgou nem seus correligionários. Tanto que Padim Pade ​​Cerra e Geraldo Alckmin não defenderam o legado de FHC em suas disputas eleitorais. Ambos o esconderam e não dividiram o palanque com o grão-tucano.

Afinal, como se sabe, o FHC vendeu as joias da família e aumentou a dívida da família. Um “jênio”!

Mas o tempo passa e, 12 anos depois de seu mandato, inúmeros feitos de FHC foram esquecidos. O Conversa Afiada, sempre preocupado em ajudar, relembra momentos marcantes do tucano. As manchetes da época são suficientes para matar a saudade de FHC.


É como fizeram com a Vale do Rio Doce já faziam com a Petrobrás: encolhem a empresa para que ela desvalorize e seja mais fácil para vender barato.


Além de tudo FHC quase acabou com o plano Real.

32 capas de jornal que vão te lembrar como foi o Brasil tucano nos tempos de FHC « Poços10 – Poder e Política

20/03/2014

Petrobrás x Alstom

petrobras manipulVeja a diferença de tratamento que a Folha dá para a Petrobrás e para a Alstom. Dá manchete porque a Petrobrás teria tido um prejuízo momentâneo, numa única refinaria, e ainda não confirmado. No caso Alstom, não diz que os 32 milhões foram para o PSDB mas para um secretário de SP… SP capital ou Estado? Em 1989 o presidente era FHC e recebeu no Palácio do Planalto o presidente mundial da Alstom, Pierre Bilger. FHC pode alegar que não sabia de nada e provar esta alegação dando outro exemplo: ele também alegara que o filho de Miriam Dutra era dele, mas os filhos de D. Ruth Cardoso provaram, com exame de DNA, que eram só filho da mãe. Ele também não sabia de nada… As denúncias atuais a respeito da Petrobrás é cortina de fumaça para os desvios da ALSTOM, SIEMENS e o Racionamento d’água em São Paulo.

Papel da Alstom diz que secretário de SP pediu propina em 89

Documento entregue por ex-executivo aponta pedido de João Leiva, que comandou Energia no governo Quércia

Testemunha afirma que suborno não foi pago porque negócio só foi fechado com empresa francesa 9 anos depois

MARIO CESAR CARVALHOFLÁVIO FERREIRADE SÃO PAULO

Nove anos antes de estatais paulistas assinarem, em 1998, um contrato de R$ 263 milhões com a Alstom, o secretário de Energia João Oswaldo Leiva pediu propina de 10% para que o negócio fosse fechado, segundo documento entregue por um ex-executivo da multinacional ao Ministério Público.

O executivo é considerado pelos promotores como a mais importante testemunha no caso Alstom por apresentar detalhes e documentos sobre o suborno, como a Folha revelou ontem. Até então, a apuração dependia de papéis vindos da França e da Suíça.

Ele colabora com as investigações e não está na lista de suspeitos da Promotoria.

A Alstom é suspeita de ter pago propina a políticos e servidores para obter um contrato com Eletropaulo e EPTE (Empresa Paulista de Transmissão de Energia) para fornecer subestações de energia elétrica. Apesar das negociações de 1989, o contrato só foi fechado em 1998, no governo de Mário Covas (PSDB).

O documento cita as iniciais J.L., que, segundo a testemunha, são as do secretário do então governador Orestes Quércia (PMDB). Leiva morreu em 2000.

Na correspondência entregue aos promotores, de dezembro de 1989, Michel Cabane, executivo da Cogelec, empresa do grupo Alstom, relata a diretores que recebera o pedido de 10% de J.L.

Um ano depois, em 1990, outro documento interno do grupo Alstom mostra que os executivos já tinham reservado valores para a propina.

Um estimativa de custos prevê 15% para "outras comissões", eufemismo para suborno, diz a testemunha.

Outro documento indica propina a ser repassada ao sociólogo Claudio Petrechen Mendes, apontado por uma outra testemunha como lobista ligado à administração estadual de Luiz Antonio Fleury Filho (1991-1994).

O colaborador da Promotoria apresentou um contrato de 1994 pelo qual a empresa Santo Trading, da Irlanda, receberia 7% quando o contrato da Alstom fosse assinado. O representante da Santo Trading no Brasil era Mendes, segundo a testemunha. Uma das assinaturas do contrato é atribuída a ele.

O nome de Mendes já havia aparecido em documentos franceses, mas ele nega ter ligações com a Alstom.

Tanto Leiva quanto Mendes não receberam suborno, diz a testemunha.

A propina não foi paga pois a venda não foi colocada em prática. O contrato, assinado em 1990, dependia de financiamento externo e, à época, nenhum banco emprestava dinheiro ao país, que decretara moratória em 1987.

Mendes, porém, pode ser denunciado à Justiça, porque o simples ato de pedir valores para repasse a agentes públicos já configura corrupção.

OUTRO LADO

A Alstom diz que não permite pagamentos ilícitos e sobrepreço. A empresa informa que segue rígido código de ética e colabora com as investigações no Brasil.

Mendes nega com veemência que tenha relações com a Santo Trading e diz que nunca pediu comissão à Alstom. A Folha não conseguiu localizar familiares de Leiva para comentar a suspeita.

12/03/2014

O PSDB escondeu o de saída, mas a Suíça encontrou extrato de entrada

Tucanos amestrandoSuíça decide enviar ao Brasil extratos de Robson Marinho

Movimentação bancária de conselheiro do TCE pode ajudar apuração sobre propina da Alstom

MARIO CESAR CARVALHOFLÁVIO FERREIRADE SÃO PAULO

A Justiça da Suíça decidiu remeter ao Brasil extratos bancários e outros documentos de Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, segundo informações transmitidas ao Ministério Público.

Quebras de sigilo na Suíça apontam que Marinho recebeu propina da Alstom em um banco daquele país, em conta pela qual passou US$ 1,1 milhão (R$ 2,6 milhões pelo câmbio atual). Essa conta está bloqueada desde 2009.

Marinho foi o principal secretário do governador Mário Covas (PSDB), o chefe da Casa Civil, entre 1995 e 1997.

Os extratos da conta são considerados essenciais pelos promotores e procuradores brasileiros que investigam a Alstom porque mostram de onde vieram os depósitos.

Marinho ainda pode recorrer da decisão.

Ele é investigado pelo STJ, por ter foro privilegiado, sob suspeita de ter recebido propina para ajudar a Alstom a obter em 1998 contrato de R$ 181,1 milhões sem licitação. Marinho sempre negou o suborno e ter conta na Suíça.

Ontem, disse não saber da decisão do país europeu.

15/07/2013

A Siemens adubava o semen do PSDB

Filed under: Corrupção,Corruptores,Isto é Privada!,Isto é PSDB!,Siemens — Gilmar Crestani @ 8:29 am
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Siemens negocia delação também em SP

Além de denunciar cartel a autoridades antitruste, empresa alemã colabora com Ministério Público em busca de anistia

Essas investigações têm o objetivo de apurar desvios de recursos públicos e cobrar a devolução do dinheiro aos cofres

CATIA SEABRAJULIANNA SOFIADIMMI AMORADE BRASÍLIA

A multinacional alemã Siemens se comprometeu a colaborar com investigações do Ministério Público paulista de supostos desvios nas licitações para compra de equipamentos e serviços ferroviários pelo governo de São Paulo.

Segundo um dos responsáveis pelo caso, a colaboração com dois inquéritos em curso no Ministério Público faz parte de acordo entre a empresa e autoridades brasileiras.

A Folha revelou ontem que a Siemens delatou às autoridades antitruste no Brasil a existência de um cartel -do qual fazia parte- em licitações para fornecimento de equipamento, além de construção e manutenção de linhas de trens e metrô em São Paulo e no Distrito Federal.

Em troca de informações, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) fechou acordo que pode garantir à companhia e executivos isenção caso o cartel seja confirmado e condenado.

Para se beneficiar de anistia em ambas investigações, a Siemens teve que concordar com uma série de condições. O acordo de leniência foi submetido ao Ministério Público, avalista da negociação.

A Folha apurou que o Ministério Público Federal e o Gedec (Grupo Especial de Combate a Delitos Econômicos) de São Paulo ajudaram na elaboração do documento.

Pelo acerto, o Cade concentra os dados e repassa ao Ministério Público material para suas investigações.

Os promotores têm expectativa de que poderão ouvir executivos da Siemens.

Em São Paulo, existem dois inquéritos civis a cargo da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social para investigar eventual desvios e fraude em licitações.

Um inquérito de 2010 investiga a atuação da Siemens em licitações e subcontratações. Também há um inquérito da multinacional Alstom.

Esses inquéritos têm o objetivo de apurar desvio de dinheiro público e cobrar a devolução dessa verba aos cofres públicos.

A Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo afirmou que auxiliará o Ministério Público "no que estiver ao seu alcance, da mesma forma que se colocaram à disposição do Cade".

O Governo do Distrito Federal também disse que "está à disposição para oferecer as informações necessárias".

Hoje a cargo da Alstom e da Siemens, o contrato de manutenção do metrô de Brasília, de R$ 96 milhões/ano, é alvo de duas investigações.

Além da Alstom, o esquema delatado pela Siemens envolve subsidiárias de multinacionais como a canadense Bombardier, a espanhola CAF e a japonesa Mitsui. Essas empresas e a alemã são as principais candidatas a disputar o projeto do trem-bala que ligará Rio e São Paulo.

25/05/2013

Como funciona o SUS nos EUA…

Filed under: Isto é EUA!,Isto é Privada!,SUS — Gilmar Crestani @ 10:54 am
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Saúde à venda: tratamento de pneumonia custa até US$ 38 mil nos EUA

Valores abusivos são encontrados em todo país; pessoas chegam pagar 300 dólares apenas para ser atendido

Em um hospital em Dallas, nos EUA, o tratamento para pneumonia custa, em média, 14 mil dólares. Na mesma cidade, porém, o valor cobrado pelo mesmo serviço pode chegar a 38 mil dólares.
Na Flórida, o atendimento médico mais barato para qualquer problema cardíaco gira em torno de oito mil dólares. O mais caro, 75 mil. Já em Nova Jersey, um centro médico cobra 101.945 dólares (cerca de 200 mil reais) para implantar um marcapasso no coração (o hospital Albert Einstein, em São Paulo, por exemplo, cobra cerca de 10 mil reais pelo serviço).
Entre outros exemplos, o governo dos EUA revelou no começo de maio uma tabela com a diferença de preços em diversos hospitais do país. Pela primeira vez na história, os norte-americanos tiveram acesso a um plano detalhado de quanto é cobrado pelos serviços hospitalares. O resultado foi chocante.
[No vídeo abaixo, norte-americanos revelam abusos e detalhes sobre o sistema de saúde nos EUA em entrevista a Opera Mundi]


Como não existe regulamentação para o setor, os prestadores de serviço cobram sem preço de tabela.  Alguns hospitais na Califórnia, por exemplo, “pedem 300 dólares apenas para receber o paciente e perguntar qual é o problema”, afirma o estudante Marcus Murakami em entrevista a Opera Mundi.
Em nota oficial, Washington afirma que as variações podem ocorrer em função da gravidade do paciente ou a duração do tratamento. A qualidade do serviço, no entanto, não é o motivo para a diferença dos preços, argumenta o governo.
Especialistas atribuem a disparidade no sistema de saúde ao fato dos pacientes não se mobilizarem contra os preços abusivos ou, na maioria das vezes, sequer terem acesso aos valores cobrados.
A conta do hospital vai geralmente para os planos de saúde, que arcam em média com 90% das despesas. Para as camadas populares, o governo oferece subsídio – planos de saúde federais pagam pelo atendimento. Nos EUA não existe um sistema público de saúde – todos os hospitais são pagos.
“Os pacientes não se preocupam com o valor da conta do hospital, pois eles sabem que não vão pagar de qualquer forma. É o plano de saúde ou o governo que irá pagar. Como não existe essa preocupação, os hospitais podem cobrar até 900 dólares por uma aspirina”, analisa o professor de administração Garrett Taylor a Opera Mundi.

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Os que mais sofrem com os preços abusivos dos hospitais são os estrangeiros, sem cobertura oficial, e os norte-americanos que não têm dinheiro para pagar o plano de saúde e, ao mesmo tempo, a renda familiar não se enquadra em “pobre” – grupo de pessoas que o governo oferece subsídio. Segundo informações do Center for Disease Control and Prevention, o número de norte-americanos sem seguro de saúde nos EUA é de 45 milhões de pessoas.
“Não é verdade que a população não se importa com o valor da cobrança. Para os que não têm seguro, eles precisam pagar a conta no valor integral. Então, o preço do serviço importa, sim”, afirma professora de medicina da Universidade de São Francisco, Renee Hsia,  em entrevista ao Washington Post.
Ao divulgar a tabela com os preços nos hospitais no país, o governo procura fechar o cerco contra os opositores do Medicare de Obama – projeto que cria um sistema único de saúde ao país, similar ao SUS no Brasil – e ganhar respaldo frente à população. 
A diferença entre os valores cobrados pelos planos de saúde e os hospitais chegam a ser de 10 a 20 vezes mais caros que o administração federal propõe com Medicare. 
* Com colaboração de Gabriel Colombo

Opera Mundi – Saúde à venda: tratamento de pneumonia custa até US$ 38 mil nos EUA

20/04/2013

Cagada no STF: depois dos banheiros papel higiênico?!

Filed under: Isto é Privada!,Joaquim Barbosa,STF — Gilmar Crestani @ 9:34 am
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STF gasta R$ 90 mil em reforma para Barbosa

Custo se refere a obra nos quatro banheiros de imóvel que será usado por presidente da corte

RUBENS VALENTEANDREZA MATAISDE BRASÍLIA

O STF (Supremo Tribunal Federal) gastará R$ 90 mil para reformar, com material de "primeira qualidade", os quatro banheiros do apartamento funcional que o presidente da corte, Joaquim Barbosa, ocupará a partir de julho.

O presidente do STF decidiu mudar do apartamento funcional que já ocupa na Asa Sul, em Brasília, para um mais amplo, de 523 metros quadrados, na mesma região.

A futura residência do ministro, com cinco quartos, quatro salas, biblioteca e adega, era ocupada até o final do ano passado pelo ministro Ayres Britto, que se aposentou do STF em novembro.

Do total da obra, R$ 78 mil serão pagos à empresa que venceu um pregão eletrônico na semana passada e outros R$ 12 mil sairão de contratos com outras empresas já em andamento, na instalação de vidros, espelhos e uma banheira, que será adquirida, segundo o STF, com recursos próprios de Barbosa.

O primeiro valor equivale ao custo total da construção de uma residência de 32 metros quadrados do programa Minha Casa Minha Vida.

O edital do pregão prevê a aquisição de 23 peças em mármore e granito por R$ 15,5 mil. Um terço desse valor irá para uma prateleira e uma bancada. Assento e tampo dos quatro vasos sanitários custarão R$ 396 cada.

Na presidência do STF e do CNJ, Barbosa adota um rigoroso discurso de contenção de despesas do Judiciário.

Na semana passada, envolveu-se em polêmica com entidades de juízes, ao criticar gastos desnecessários com a criação de Tribunais Regionais Federais.

Segundo o STF, a reforma será feita por conta do "desgaste pelo tempo de uso". A corte nega que tenha partido de Barbosa a ordem para a reforma, mas não apontou o responsável pelo lançamento do edital, ocorrido durante a atual gestão.

De acordo com a assessoria, a exigência de materiais de "primeira qualidade, sem manchas, defeitos ou imperfeições" foi feita "para evitar o fornecimento de materiais inadequados ou de qualidade duvidosa".

01/04/2013

O público e a privada

Filed under: Isto é Privada! — Gilmar Crestani @ 8:31 am
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Coliseu, obra pública construída há dois mil anos.

Engenhão, obra do suprassumo do “empreiterismo” privado brasileiro, DELTA/OLDEBRECH/OAS, inaugurado em 2007…

Arena do Grêmio, construída pela OAS, inaugurada em dezembro de 2012…

21/03/2013

Privataria Tucana II

Filed under: Isto é Privada!,Isto é PSDB!,Privataria Tucana — Gilmar Crestani @ 9:47 am
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Dinheiro da Privataria voltando em forma de picolé?

Por que Lemann e Verônica pagaram tanto pelo picolé?

Tomando como exemplo a compra da gigante americana Heinz, pelo fundo 3G, de Jorge Paulo Lemann, há pouco mais de um mês, o negócio foi fechado por duas vezes o faturamento e 19 vezes o lucro da companhia. No caso da minúscula sorveteria Diletto, adquirida por Verônica Serra, filha de José Serra, e o bilionário Lemann, os parâmetros foram totalmente distintos, numa aquisição precificada em 17 vezes o faturamento de uma sorveteria que talvez ainda nem tenha começado a lucrar. Ou há muita confiança ou algo ainda permanece misterioso na transação.

Brasil 247 – No dia 14 de março deste ano, o fundo 3G, do bilionário Jorge Paulo Lemann, protagonizou a maior aquisição da história da indústria alimentícia. Por US$ 23 bilhões, ele e seus sócios compraram a gigantesca empresa norte-americana Heinz, dona da principal marca de ketchups do mundo.

Negócios desse porte sempre obedecem a critérios claros e objetivos. No caso da Heinz, o 3G pagou o equivalente a duas vezes o faturamento da Heinz, de US$ 11,5 bilhões no ano passado, e 19 vezes o lucro da companhia. Essa relação preço/lucro, o chamado P/E (price/earnings), é o principal parâmetro utilizado em avaliações de empresas. Uma relação de dez vezes o lucro, muitas vezes, é adequada numa aquisição, mas há também casos em que se pagam prêmios, como no caso da Heinz.

Nada, no entanto, é comparável ao negócio fechado por Lemann e Verônica Serra, sócios do fundo Innova, na compra de 20% da minúscula sorveteria Diletto, de Cotia (SP), por R$ 100 milhões. A empresa, que tem dois anos de vida e fatura R$ 30 milhões por ano, foi avaliada em R$ 500 milhões. Ou seja: 17 vezes o faturamento. Se o critério utilizado na Heinz fosse semelhante, a empresa americana valeria US$ 195,5 bilhões, e não os US$ 23 bilhões pagos pelo 3G. A relação preço/lucro da Diletto é desconhecida, uma vez que seus números não são públicos e não se sabe sequer se a companhia começou a lucrar.

Procurados pela reportagem do 247, nem o fundo Innova nem o bilionário Lemann informaram quais foram os critérios que embasaram a aquisição. Por exemplo, quem fez a avaliação e quais foram os parâmetros utilizados?

Verônica, como se sabe, é filha de José Serra e teve seus negócios esquadrinhados no livro “Privataria Tucana”, um best-seller publicado pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior.  Depois de uma bolsa de estudos em Harvard, concedida pelo próprio Jorge Paulo Lemann, ela se tornou gestora de fundos de investimento, ao lado do marido Alexandre Bourgeois.

Lemann, por sua vez, foi diretamente beneficiado no governo FHC, pela decisão mais importante de sua trajetória empresarial: a aprovação, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, da fusão entre Brahma e Antarctica, ocorrida em 1999, que lhe deu 70% do mercado brasileiro e musculatura monopolista para crescer em outros países.

Naquele momento, o Cade era presidido por Gesner Oliveira e José Serra era candidato à sucessão de FHC. Serrista de carteirinha, Gesner se tornou presidente da Sabesp, estatal de saneamento, no governo tucano. E, depois da fusão Brahma-Antarctica, o Cade jamais voltou a permitir a realização de outros atos de concentração de mercado tão intensos. Por exemplo, ao comprar a Sadia, a Perdigão se viu forçada a vender vários ativos.

Leis que restringem monopólios existem nos Estados Unidos desde o início do século passado para proteger indivíduos e consumidores do poder das grandes corporações. Recentemente, ao tentar comprar a cervejaria mexicana Modelo, Lemann teve suas pretensões barradas por autoridades regulatórias dos Estados Unidos, país onde ele também enfrenta a acusação de aguar a cervejaria Budweiser, prejudicando a qualidade de um ícone americano, em favor do lucro.

O caso Diletto é tão fora dos padrões que gerou até uma movimentação atípica, nos meios de comunicação, para preservar as imagens de Lemann e de Verônica. Nas reportagens, o nome da filha de Serra aparece no fim, quase escondido. Além disso, embora a transação tivesse sido anunciada na noite de segunda-feira, uma reportagem-exaltação já aparecia impressa, na manhã do dia seguinte, na versão brasileira da revista Forbes, sobre o "estilo Lemann" e o porquê da decisão de entrar no mercado de sorvetes.

Em reportagem anterior do 247 sobre o caso (leia mais aqui), diversos leitores levantaram uma questão intrigante: será que, por meio de uma aquisição totalmente fora dos parâmetros tradicionais, recursos oriundos da chamada "privataria" estariam sendo internalizados no Brasil?

Blog Sujo

19/03/2013

Glória e apogeu da iniciativa… privada!

Filed under: ADES,Isto é Privada!,Unilever — Gilmar Crestani @ 8:40 am
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Por se tratar de produto alimentício, o erro é inescusável. Quem foi que disse que a iniciativa privada é melhor que a pública? Ora, então, tomar no ADES!

Governo suspende venda de bebidas AdeS após falhas

Medida da Anvisa afeta 32 tipos de produtos feitos em fábrica onde suco de maçã foi contaminado por solução de limpeza

Decisão foi tomada ‘por precaução’, diz órgão; embalagens sumiram das prateleiras de supermercados

DE SÃO PAULODE RIBEIRÃO PRETODE BRASÍLIA, para a FOLHA

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou ontem a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e consumo de 32 produtos de soja da marca AdeS saídos de uma das linhas de produção da fábrica de Pouso Alegre (a 384 km de Belo Horizonte).

A medida atinge embalagens de 1 litro e 1,5 litro da linha TBA3G, uma das 11 que existem na fábrica. Os lotes suspensos podem ser identificados com as iniciais AG.

A decisão foi tomada, segundo a Anvisa, por "precaução e para proteger a saúde da população brasileira". A medida ocorre quase uma semana após falha que fez a Unilever, fabricante do produto, recolher um lote do suco sabor maçã de 1,5 litro.

Segundo a empresa, uma falha no processo de higienização causou o envase de solução de limpeza de máquina no lugar da bebida, o que pode provocar queimadura.

Ontem, fiscais da vigilância estadual e municipal fizeram uma inspeção na fábrica. A empresa foi convocada para prestar esclarecimentos em audiência hoje com o Ministério da Justiça e a Anvisa.

Apesar de a suspensão atingir apenas os lotes iniciados com AG, embalagens de AdeS sumiram ontem das prateleiras de supermercados em São Paulo. Segundo gerentes, as redes decidiram recolher os produtos temporariamente mesmo sem ter nenhuma caixa afetada.

"Recebemos a orientação e retiramos todos os AdeS por precaução. As caixas estão no estoque até que a questão seja melhor esclarecida", disse Jucelino de Jesus, gerente do Extra da rua das Palmeiras, no centro da capital.

No Walmart do Pacaembu (zona oeste), caixas de diversos lotes estavam à disposição e não intimidaram os consumidores. "Fiquei sabendo da notícia pela internet e fiquei preocupado. Mas vi que nenhuma caixa aqui era do lote ruim", disse José Francisco Novo, 50.

QUEIMADURAS

A Anvisa recomenda que o consumidor procure um médico em caso de queimaduras.

Em Ribeirão Preto (a 313 km de SP), uma mãe registrou um boletim de ocorrência após o filho de 17 anos ter queimado a língua ao ingerir um suco de maçã da marca. Ela diz que o jovem perdeu a sensibilidade no local.

A mulher, que não quer ser identificada, relatou que, depois do problema, comprou outra caixa do mesmo lote e estranhou a consistência do produto -que, segundo ela, parecia água e não tinha cheiro. (ANDRÉ MONTEIRO, GIOVANNA BALOGH, JAIRO MARQUES, DANIELA SANTOS e JOHANNA NUBLAT)

07/12/2012

Para o mau entendedor, mei pal nã bsta

Filed under: Escolas de Lata,Isto é Privada!,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 8:46 am

“A maior parte desses cursos está em instituições privadas.” Os donos dos grupos mafiomidiáticos e seus calunistas estudaram em escolas privadas?! Eis a diferença entre os que criam a UEGRS e os que transforma contêineres em escolas de latas

Ministério promete pena rigorosa a 324 cursos ‘repetentes’

Eles tiveram um desempenho ruim em 2008 e em 2011; uma das medidas analisadas é impedir novos vestibulares

Embora afirme que será mais enérgico, MEC adiou corte de vagas de reprovados em avaliação anterior

DE BRASÍLIA

O Ministério da Educação promete punir 324 cursos universitários que, após quatro anos, continuam com um baixo indicador de qualidade.

Essas graduações tiveram, tanto em 2008 como em 2011, um desempenho insatisfatório no CPC (Conceito Preliminar de Curso).

Numa escala de 1 a 5, esse indicador avalia itens como a infraestrutura do curso e a titulação dos docentes. Parte é analisada anualmente e o restante, a cada três anos (veja quadro ao lado).

Essa é a primeira vez em que um ciclo de avaliação é fechado -o CPC foi criado em 2008.

A pasta não detalhou a lista de cursos e instituições cujo desempenho ruim se repetiu em 2008 e 2011 -a relação total de escolas e suas notas, no entanto, está disponível no portal do ministério.

"Nós seremos muito rigorosos com aqueles que concluíram o ciclo e não melhoraram a qualidade", disse o ministro Aloizio Mercadante.

A Folha apurou que, entre as medidas punitivas, o MEC considera impedir a realização de novos vestibulares. Os alunos já matriculados teriam garantida a emissão do diploma.

A maior parte desses cursos está em instituições privadas.

Hoje, esses cursos já enfrentam restrições do governo, como impedimento para participar do Fies, programa de financiamento estudantil, e do ProUni, que dá bolsas para estudantes de baixa renda.

"Nós queremos dar bolsa para cursos que tenham um padrão de qualidade", disse Mercadante sobre o ProUni.

O ministério analisa a possibilidade de aumentar o corte de vagas e fazer supervisão mais rigorosa nas instituições com cursos de desempenho insatisfatório nos últimos anos.

Mercadante disse que o candidato precisa considerar a nota do curso que pretende pleitear. "Curso nível 1 não é recomendado. E mesmo o nível 2 ele tem de olhar com muito cuidado, muita prudência."

Em 2011, 976 cursos obtiveram nota 1 e 2. Esse número corresponde a 12,88% do total.

Em 2008, eram 1.407 os cursos considerados de baixa qualidade, o que correspondia a 19,2% do total.

Nos dois anos, foram avaliados cursos como pedagogia, matemática, letras, história, arquitetura e engenharia.

SEM RIGOR

Apesar da promessa de punição mais rigorosa, o MEC adotou recentemente postura menos incisiva

Um corte de 18,5 mil vagas em cursos de administração e contabilidade, anunciado em 2011 com base no CPC de 2009, foi adiado.

Ao mesmo tempo, a maioria das vagas efetivamente cortadas em cursos da área de saúde em 2011 eram ociosas. Das 31,5 mil vagas extintas em cursos como fisioterapia e enfermagem, 72,8% não estavam sendo usadas pelas faculdades.

(FLÁVIA FOREQUE)

Para o mau entendedor, mei pal nã bsta

Filed under: Escolas de Lata,Isto é Privada!,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 8:40 am

“A maior parte desses cursos está em instituições privadas.” Os donos dos grupos mafiomidiáticos e seus calunistas estudaram em escolas privadas?! Eis a diferença entre os que criam a UEGRS e os que transforma contêineres em escolas de latas

Ministério promete pena rigorosa a 324 cursos ‘repetentes’

Eles tiveram um desempenho ruim em 2008 e em 2011; uma das medidas analisadas é impedir novos vestibulares

Embora afirme que será mais enérgico, MEC adiou corte de vagas de reprovados em avaliação anterior

DE BRASÍLIA

O Ministério da Educação promete punir 324 cursos universitários que, após quatro anos, continuam com um baixo indicador de qualidade.

Essas graduações tiveram, tanto em 2008 como em 2011, um desempenho insatisfatório no CPC (Conceito Preliminar de Curso).

Numa escala de 1 a 5, esse indicador avalia itens como a infraestrutura do curso e a titulação dos docentes. Parte é analisada anualmente e o restante, a cada três anos (veja quadro ao lado).

Essa é a primeira vez em que um ciclo de avaliação é fechado -o CPC foi criado em 2008.

A pasta não detalhou a lista de cursos e instituições cujo desempenho ruim se repetiu em 2008 e 2011 -a relação total de escolas e suas notas, no entanto, está disponível no portal do ministério.

"Nós seremos muito rigorosos com aqueles que concluíram o ciclo e não melhoraram a qualidade", disse o ministro Aloizio Mercadante.

A Folha apurou que, entre as medidas punitivas, o MEC considera impedir a realização de novos vestibulares. Os alunos já matriculados teriam garantida a emissão do diploma.

A maior parte desses cursos está em instituições privadas.

Hoje, esses cursos já enfrentam restrições do governo, como impedimento para participar do Fies, programa de financiamento estudantil, e do ProUni, que dá bolsas para estudantes de baixa renda.

"Nós queremos dar bolsa para cursos que tenham um padrão de qualidade", disse Mercadante sobre o ProUni.

O ministério analisa a possibilidade de aumentar o corte de vagas e fazer supervisão mais rigorosa nas instituições com cursos de desempenho insatisfatório nos últimos anos.

Mercadante disse que o candidato precisa considerar a nota do curso que pretende pleitear. "Curso nível 1 não é recomendado. E mesmo o nível 2 ele tem de olhar com muito cuidado, muita prudência."

Em 2011, 976 cursos obtiveram nota 1 e 2. Esse número corresponde a 12,88% do total.

Em 2008, eram 1.407 os cursos considerados de baixa qualidade, o que correspondia a 19,2% do total.

Nos dois anos, foram avaliados cursos como pedagogia, matemática, letras, história, arquitetura e engenharia.

SEM RIGOR

Apesar da promessa de punição mais rigorosa, o MEC adotou recentemente postura menos incisiva

Um corte de 18,5 mil vagas em cursos de administração e contabilidade, anunciado em 2011 com base no CPC de 2009, foi adiado.

Ao mesmo tempo, a maioria das vagas efetivamente cortadas em cursos da área de saúde em 2011 eram ociosas. Das 31,5 mil vagas extintas em cursos como fisioterapia e enfermagem, 72,8% não estavam sendo usadas pelas faculdades.

(FLÁVIA FOREQUE)

A doença da privada

Filed under: Isto é Privada! — Gilmar Crestani @ 7:39 am

A perseguição ao servidores e serviços públicos teve uma única consequência, escamotear os dejetos das privadas. Nos primórdios do neoliberalismo, quando os grupos mafiomidiáticos capitaneados pela Rede Globo & afiliadas enfiaram goela abaixo dos brasileiros o caçador de marajás, a melhor forma de esconder a deficiência e a incompetência da iniciativa privada foi atacando os servidores públicos. Foi com esta filosofia, de que o serviço público é ruim, que FHC e sua gangue conseguiram destruir o patrimônio nacional. A burrice desta gente é tão grande que suspeito terem cursado somente ensino privado. Só uma palhinha. Se o serviço público era tão ruim nas companhias telefônicas, porque vendê-las para outra empresa pública, a Telefônica de Espanha. Isto não é uma confissão da própria incompetência?

A informação de que o Exame do CREMESP reprovou 54% dos futuros médicos esconde em algum lugar do texto esta singela informação: “Egressos de escolas públicas tiveram acertos superiores aos de escolas privadas. Apesar de não divulgar o percentual, o conselho informou que a maioria dos aprovados é de sete escolas públicas.

Só dando descarga para mandar para o ralo esta camarilha de incompetentes privatistas. E elas também tem nepotismo. Tudo bem, o dinheiro é deles, mas para cada filho incompetente alçado à direção, a empresa precisa de dez para carregar o piano do filhote. E quando a empresa quebra, quem é que paga o pato? O carregador de piano. Basta olhar para a RBS para ver como as coisas funcionam.

Ninguém discute que a iniciativa privada é melhor para fazer parafusos. Ponto. Parodiando Apeles: privatista, não vá além dos parafusos! Não te meta em áreas estratégicas como Educação, Saúde e tantas outras que não é da sua incompetência.

Exame reprova 54% dos futuros médicos de SP

Obrigatória pela 1ª vez, prova do Cremesp avaliou alunos que se formam neste ano

Em saúde mental e pediatria, média de acerto não atingiu 56%; para o conselho, índice é ‘muito preocupante’

JAIRO MARQUESDE SÃO PAULO

Mais da metade dos quase 2.500 estudantes de medicina que se formam neste ano no Estado de São Paulo não possui condições mínimas para atender a população.

A avaliação é do conselho paulista de médicos, que reprovou 54,5% dos alunos no exame da entidade deste ano, o primeiro obrigatório para tirar o registro profissional.

Não ser aprovado no exame não é impeditivo para o exercício da profissão.

A prova teve a maior participação desde 2005, quando passou a ser aplicada. Em 2011, quando não era obrigatória, 418 alunos a fizeram.

O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) considera reprovado quem acerta menos de 60% da prova, de 120 questões. “Esses profissionais terão grandes problemas ao atender a população”, afirma Renato Azevedo Júnior, presidente do Cremesp.

Apesar da ameaça de boicote por recém-formados, apenas 119 provas foram desconsideradas no resultado final porque estão sob análise. Dessas, 86 foram classificadas como protesto, pois nelas foi marcada somente a alternativa “B” das questões.

Não haverá a divulgação de ranking de universidades com os melhores resultados, mas as instituições e o Ministério da Educação vão ter acesso aos resultados.

As notas individuais também não serão de acesso público -só quem fez o exame vai conhecer sua nota.

As restrições à divulgação dos resultados, segundo o conselho, fazem parte do acordo com as 28 instituições de ensino paulistas. Para o Cremesp, não cabe a ele avaliar faculdades, mas contribuir para a formação dos alunos.

Egressos de escolas públicas tiveram acertos superiores aos de escolas privadas. Apesar de não divulgar o percentual, o conselho informou que a maioria dos aprovados é de sete escolas públicas.

Marina Helena Teixeira, 24, formou-se agora pela Faculdade de Medicina de Itajubá (MG) e fez a prova do Cremesp, pois pretende tirar o seu registro em São Paulo.

“Serve para saber se você está preparado para fazer prova e não para dizer se fez um bom curso. As questões eram sobre detalhes. É mais para quem fez cursinho para residência, mais ‘decoreba’.”

Em cinco das nove áreas, como saúde mental e pediatria, a média de acertos ficou abaixo de 56%, o que foi considerado “muito preocupante”.

O Cremesp atribui parte da qualidade ruim dos estudantes ao grande número de escolas de medicina e defende uma lei que controle a abertura de mais instituições.

Colaborou MARIANA DESIDÉRIO

26/10/2012

Empresa de Cerra falsificou site de Haddad

Filed under: Isto é Privada!,Isto é PSDB!,Salvatore Cacciola — Gilmar Crestani @ 11:26 pm

 

Empresa de Cerra falsificou
site de Haddad

Cerra numa campanha é garantia de baixaria. – Ciro Gomes

Crédito: Sergio Malta

O Conversa Afiada recebeu do incansável Stanley Burburinho ( quem será ele ?):

Site falso de Haddad foi criado em empresa da campanha de Serra

‘Propostas Haddad 13′ reunia críticas ao petista; proprietário da companhia nega autoria
A provedora de internet GVT informou nesta sexta-feira, 26, que o site apócrifo “Propostas Haddad 13″, que imitava a linguagem visual usada pela campanha do candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, mas desferia críticas ao petista, foi criado na sede da Soda Virtual, empresa contratada pela campanha do candidato tucano, José Serra, por R$ 250 mil reais, para prestar serviços de “criação e inclusão de páginas na internet”.
O site não identificava sua autoria e foi retirado do ar na última sexta-feira, 19, por decisão da Justiça Eleitoral, após pedido dos advogados de Haddad. Para o juiz Henrique Harris Júnior, da 1.ª Zona Eleitoral, as mensagens contidas na página eram “passíveis de enquadramento, em tese, como ofensivas e sabidamente inverídicas, até mesmo com o emprego de imitação das fontes, cores e símbolos utilizados na sua campanha (de Haddad)”.
Entre os textos divulgados no site, estavam “Haddad vai criar 50 novas Escolas de Lata”, “Haddad vai aumentar o IPTU” e “Haddad vai voltar com a Taxa do Asfalto”. Na decisão, Harris Júnior determinou ao Google, onde o site estava hospedado, e à GVT que informassem o IP e a identidade do criador da página.
Segundo a GVT, a conexão de internet usada para criar o site está em nome de Huayna Batista Tejo, presidente da Soda Virtual, e é acessada pela Rua Borja Peregrino, 318, João Pessoa (PB), sede da empresa. À reportagem, Tejo negou ter criado o site “Propostas Haddad 13″ e disse que vai investigar o ocorrido.
Na última sexta, quando o site foi retirado do ar, a campanha de Serra informou, por meio de sua assessoria, que não era responsável pelo site. A campanha de Serra foi contatada nesta sexta para comentar a identificação da autoria do site, mas não pôde responder até o momento.

Empresa de Cerra falsificou site de Haddad | Conversa Afiada

24/10/2012

O tracking do PT e o trac do PCC, digo, PSDB

Filed under: Isto é Privada! — Gilmar Crestani @ 8:05 pm

 

Conversa Afiada

19/10/2012

A corda da forca e o cadafalso

Filed under: Grupos Mafiomidiáticos,Isto é Privada!,José Serra — Gilmar Crestani @ 8:31 pm

 

Reinaldo e Malafaia, a corda da forca e o cadafalso de Serra

Edição/247: reinaldo malafaia serra

"Para se enforcar alguém, precisa-se de corda. Reinaldo Azevedo é a corda do José Serra; e o Silas Malafaia seu cadafalso", escreve o jornalista Davis Sena Filho

19 de Outubro de 2012 às 17:40

247 – A dupla Reinaldo Azevedo e Silas Malafaia não fez bem a José Serra (PSDB), avalia o jornalista Davis Sena Filho em seu blog, Palavra Livre. Leia o texto abaixo:

Reinaldo Azevedo é a corda da forca de José Serra e Silas Malafaia seu cadafalso

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

"José Serra e Reinaldo Azevedo: Juntaram-se a fome com a vontade de comer; o ódio com o desprezo; a falta de respeito com a violência; a desfaçatez com a estupidez; e o egoísmo com a iniquidade".

Nunca escrevi sobre o direitista Reinaldo Azevedo. Sempre o considerei, antes de tudo, um pulha, nada mais do que isto. Também nunca o levei a sério, apesar de considerá-lo perigoso se o Brasil estivesse, por exemplo, a reprisar a crise institucional e política nos anos pré 1964, que fomentou as ações golpistas para que os militares e também os empresários conquistassem o poder sem passarem, todavia, pelo crivo de uma eleição direta garantida pelas leis constitucionais de um estado democrático de direito.

Reinaldo Azevedo sabe disso e mesmo assim finge não saber, tergiversa, porque para tal jornalista o que vale são os fins e não os meios praticados por quem ele apoia para chegar ao poder, de forma que sua volúpia ou ferocidade verbal se confunde com seu próprio pensamento político e sociológico, pois que, na prática, defende um estado patrimonialista, que atenda os interesses das classes dominantes, porém, pequeno, enxuto, o que propicia a submissão do estado aos ditames da iniciativa privada, que necessita dos impostos pagos pelo contribuinte brasileiro como os seres vivos precisam de oxigênio em forma de empréstimos e financiamentos, que garantem ao empresariado ter recursos para efetivar seus empreendimentos e, consequentemente, concretizar seus negócios.

Eu sou a favor dos empreendedores, pois eles criam empregos e desenvolvem o País. Entretanto, a economia não pode e não deve se ater apenas a números e índices, porque tem de, antes de tudo, servir ao ser humano como fonte de seu desenvolvimento social em uma existência de bem-estar, pois que os entes vivos morrem e por isso devem receber do estado as condições para que viva uma vida plena e, por conseguinte, ter a consciência de que as gerações futuras, os seus descentes também precisam viver em um País para todos e não apenas para alguns privilegiados, como quer o jornalista da Veja — a revista porcaria associada a bicheiro preso — Reinaldo Azevedo.

Um dos pitbulls da Veja, semanário também conhecido como a última flor do fáscio, transformou-se em principal conselheiro do candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, o tucano José Serra, o "pai" da baixaria política, o protagonista da campanha presidencial de 2010, a mais infamante que eu tive a infelicidade e o desprazer de testemunhar em toda a minha vida. Juntaram-se a fome com a vontade de comer; o ódio com o desprezo; a falta de respeito com a violência; a desfaçatez com a estupidez; e o egoísmo com a iniquidade.

Serra há muito tempo age como um reacionário de origem e desprestigiou o publicitário Luiz Gonzalez, responsável pelo comando das ações de marketing político, bem como enfraqueceu o Edson Aparecido (PSDB/SP), coordenador de sua campanha. Os dois contestaram a opção do candidato tucano em dar ênfase a questões sexuais de conotações homofóbicas, além de incluir temas religiosos, em um procedimento que repete o que ele fez nas eleições para presidente em 2010. Serra não tem jeito, porque político sem proposta, programa de governo e que há muito tempo chutou para escanteio a ética e o respeito à diversidade humana, cultural, racial e social. É nisto que o PSDB se transformou, principalmente o paulista, com alguns nichos reacionários no Paraná do senador papagaio da imprensa golpista no Congresso, o tucano Álvaro Dias.

Reinaldo Azevedo tomou a vez e a hora e repercute sem noção de dolo ou ofensa as ferinas palavras do religioso evangélico ultraconservador, Silas Malafaia, que, ardorosamente, ataca os homossexuais, o candidato do PT à prefeitura paulistana, Fernando Haddad, a ter como arma o "kit gay", material educacional formulado no Ministério da Educação (MEC) quando Haddad era ministro. O kit tinha o propósito de combater a homofobia (preconceito e violência) nas escolas públicas e era o resultado de um convênio entre o MEC, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos).

Ao saber do material do MEC sobre o assunto, a direita brasileira, à frente o candidato José Serra e religiosos do conservadorismo de Silas Malafaia, apelidou o material de kit gay e começou a fazer campanha digna dos fascistas dos tempos de Benito Mussolini, Francisco Franco e Antônio Salazar. O Governo Lula,  em geral, e a candidata Dilma Rousseff e o ministro Fernando Haddad, em particular, tiveram que "comer um dobrado", porque a campanha serrista não propunha soluções e melhorias para o Brasil, pois se dedicava, exclusivamente, a atacar da maneira mais ignominiosa, difamatória e injuriosa possível a candidata trabalhista do campo da esquerda.

Só que tem uma coisa: Serra assumiu nesta semana que também lançou um kit gay quando governou São Paulo. E, como é de seu caráter e de sua índole, tergiversou, dissimulou, irritou-se e somente assumiu tal fato porque essa realidade foi divulgada na imprensa e nas redes sociais. O guarda-chuva do tucano neoliberal que vendeu o patrimônio do Brasil juntamente com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso — o Neoliberal — é furado, e em todos os sentidos. Serra não tem jeito e ao verificar que as pesquisas dão 11 pontos percentuais a mais para o petista Fernando Haddad, decidiu mais uma vez apelar para a baixaria e novamente se juntar à extrema direita, a ter como bate-paus os senhores Reinaldo Azevedo, a cara da mídia conservadora; e Silas Malafaia, a cara das igrejas radicais, que fazem da intolerância e do medo uma fórmula para conquistar e se manter no poder terreno, porque o poder de Deus, de acordo com a Bíblia, é outra coisa, que talvez um dia o Malafaia, o Azevedo e o Serra possam compreender e explicar… Seus atos.

Ora, o tempo passa, e José Serra, o "pai" da baixaria política, o "engenheiro" de campanhas negativas, ouve Malafaia e o mezzo facista da Veja — a revista porcaria —, Reinaldo Azevedo. O escriba defensor das minorias ricas e brancas, obrigadas a viver em um País dominado por petistas que resolveram distribuir renda e riqueza, sem, no entanto, impedir que os ricos continuassem ricos e que os barões da imprensa golpista de negócios privados achincalhassem e até mesmo linchassem autoridades políticas e funcionários públicos sem reprimi-los e censurá-los.

É dessa forma que a banda toca por esses pagos. Os ricos, os milionários e os seus empregados de luxo, como tal o é e se orgulha de sê-lo o Reinaldo Azevedo, choram de barriga cheia e reclamam não do lucro, do dinheiro que recebem por intermédio do crescimento econômico e financeiro do povo brasileiro, como aconteceu e acontece nas eras Lula e Dilma. Essa direita cruel, racista, colonizada, com imenso complexo de vira-lata chora lágrimas de crocodilo e por apenas três motivos: ela quer novamente o País somente para sua casta, o estado a seu serviço e dispor, e os privilégios conquistados por meio de sua riqueza e da exploração de seus empregados intactos, inclusive com direito a sonegar impostos, remeter lucros ilegais para o exterior, além de, se possível, voltar a lucrar com os impostos mais cruéis cobrados durante décadas do povo brasileiro: a inflação e os juros altos.

Reinaldo Azevedo se traduziu na cara da direita. Ele, diariamente, mostra seus dentes de tubarão, mas é peixe pequeno. Peixe de luxo, mas de ideias curtas, diminutas como as de seu chefe, o ítalo-americano Roberto Civita, o dono da revista porcaria. Serra o ouve… E vai dar com os burros na água. Quem ouve Reinaldo Azevedo e seu aliado de campanha tucana, Silas Malafaia, é porque não tem propostas. Mais do que isto: não tem e não quer ter propostas para o povo paulistano, bem como para o brasileiro, afinal o Serra foi candidato a presidente duas vezes. Reinaldo Azevedo sabe do seu papel na imprensa. O problema é que tem muita gente da imprensa, inclusive a de esquerda, que dá muita importância a tal jornalista. Importância que ele não tem.

Para se enforcar alguém, precisa-se de corda. Reinaldo Azevedo é a corda do José Serra; e o Silas Malafaia seu cadafalso. É isso aí.

Reinaldo e Malafaia, a corda da forca e o cadafalso de Serra | Brasil 24/7

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