Ficha Corrida

07/01/2014

Coxinha caviar

Filed under: Câmbio,IOF,Proteste,Santander — Gilmar Crestani @ 10:23 pm
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O coxinha caviar fala mal do serviço público e é favorável à privatização da Caixa e do Banco do Brasil. Mas o coxinha caviar inteligente usa cartões CEF e jamais usaria um cartão Santander. Se precisar de um empréstimo, ele vai na Caixa ou no BB, jamais no Itaú. Resta provado que o problema não é o IOF, mas a ganância e a ignorância. Quem foi comprar bugigangas chinesas em Miami danou-se. E na volta ainda deixa um presente surpre$a na conta do Santander…

Só têm conta em banco privado e usam cartões de bancos privados quem não tem opção ou quem não tem noção.

Do Blog da Proteste: Taxa de câmbio dos cartões pode ter diferença de até R$ 90 para compras de US$ 1 mil

Enviado ter, 07/01/2014 – 17:42 por PROTESTE Associ…

Proteste Associação de Consumidores

O consumidor que viajar ao exterior neste período de férias, além de arcar com o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os cartões pré-pagos, precisa ficar atento às taxas de câmbio cobradas pelos bancos nas compras com cartão de crédito.

A Proteste Associação de Consumidores, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), comparou as taxas de câmbio de 10 faturas de cartões de crédito de seis bancos e constatou que consumidor pode pagar até R$ 90 a mais numa compra de US$ 1 mil, comparando os cartões que apresentaram a menor e a maior diferença, em relação ao dólar comercial.

O levantamento comparou as taxas das faturas com as taxas divulgadas pelo Banco Central do dólar comercial. A maior diferença foi encontrada nos cartões do Santander, de R$ 0,11. E a menor foi encontrada nos cartões da Caixa Econômica Federal, de R$ 0,02. A taxa cobrada pelos bancos chegou a corresponder a 5% da taxa oficial.

Na prática, a diferença de centavos pode virar dezenas. O consumidor que tiver uma fatura de US$ 1 mil economiza R$ 90 no cartão da Caixa Econômica Federal, em vez do Santander.

Foram avaliadas as taxas cambiais do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, Itaú e Santander.

Com alta de taxas, sugestão é diversificar meios de pagamento

Para a Proteste, as altas taxas de câmbio cobradas pelos bancos e o aumento do IOF são um retrocesso para o bolso e a segurança do consumidor. Com a medida, a melhor forma para pagar as despesas fora do Brasil é comprar dinheiro em espécie em bancos ou casas de câmbio, única que mantém a alíquota do IOF anterior ao aumento, de 0,38%.

Para diminuir a insegurança de andar com altas quantias no bolso, o ideal é o consumidor dividir suas reservas entre dinheiro, cartão pré-pago e cartão de crédito.  O cartão de crédito só deve ser utilizado para despesas não previstas ou situações de emergência.

Como vantagem, o cartão pré-pago possibilita um melhor planejamento dos gastos, uma vez que o consumidor sabe quanto pode gastar. E também é importante ter uma reserva maior à prevista para evitar sufocos.

Uma boa saída para economizar é pagar a hospedagem e os passeios ainda no Brasil, já que o pagamento é feito em reais.

O consumidor que já tem viagem marcada precisa reavaliar o orçamento para saber se comprar no exterior continua valendo a pena. E quem pretende viajar nos próximos meses deve redobrar o planejamento e não deixar para escolher a forma de pagamento que vai usar na última hora.

01/01/2014

Um país quebrado pelo turismo de quinquilharia

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Consumismo,Fracassomaníacos,IOF — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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bacaninha_brasil_descobrimentoQuando o Brasil foi descoberto, os portugueses ofereciam espelhinhos e levavam nossas riquezas. Hoje, o complexo de vira-latas vendido pelos grupos mafiomidiáticos e facilmente assimilado pelo consumismo desenfreado, fez com que o brasileiro fosse em busca de espelhinhos em Miami. Espelhinhos, diga-se, feitos na China. E voltam cavalgando embalagens lotando aeroportos com  produtos tão inúteis quanto desnecessários. Se pelo menos tivessem sido comprados internamente, movimentaria a economia local. Não. Como todo teleguiado, acham que o produto made in USA é melhor, sem saber que ambos são feitos na China.

Um dia teria que chegar este dia chegou. O aumento do IOF tem a ver com isso.

E como explicar aos vira-bostas que propagam o apocalipse. Os grupos mafiomidiáticos vivem dizendo que o país está quebrado, que a economia vai mal, e que o abismo é logo ali. E aí aparece e sempre e todos os dias os desmentidos dos profetas do fracasso. Pleno emprego, gastando dez vezes mais, e o Brasil está quebrado.

Que continuem nesta parolagem, e Dilma levará barbada mais uma eleição. E Lula continuará distribuindo postes iluminados pelo Brasil.

Gasto de turista brasileiro sobe 10 vezes em 10 anos

Foram US$ 23,125 bi de janeiro a novembro de 2013, alta de 1.025% sobre 2003

Valorização do real, inflação e aumento da renda no Brasil tornaram vantajosas compras no exterior

MARIANA SCHREIBERDE BRASÍLIA

No embalo da valorização do real e da elevação da renda, os gastos dos turistas brasileiros no exterior aumentaram mais de dez vezes em uma década.

De janeiro a novembro de 2013, foram US$ 23,125 bilhões, 1.025% mais que os US$ 2,055 bilhões gastos no mesmo período de 2003.

Naquele ano, a realidade era outra. O dólar mantinha-se caro, após disparar em 2002 para R$ 4, devido ao temor do mercado com a eleição de Lula. O cenário era de retração econômica e aumento do desemprego.

Com isso, as viagens ao exterior recuaram e o saldo entre gastos de brasileiros lá fora e de estrangeiros aqui ficou levemente positivo.

De lá para cá, não só o número de brasileiros rodando o mundo cresceu em ritmo bem maior que o de estrangeiros vindo ao país, mas também o gasto médio lá fora disparou.

Como os gastos de estrangeiros aqui não cresceram na mesma velocidade, 2013 deve fechar com rombo recorde de R$ 18,6 bilhões na chamada conta turismo, prevê o Banco Central.

O economista da PUC-Rio José Márcio Camargo observa que o aumento das viagens internacionais na última década refletiu, além da valorização do real e da alta dos salários, a inflação alta do país. "Ficou relativamente mais barato consumir lá fora", diz.

Com a vantagem, passou a 1,791 milhão em 2012 o número de brasileiros que foi fazer compras nos EUA, segundo o Ministério do Turismo. Eram 349 mil em 2003.

No mesmo período, o total de brasileiros viajando ao exterior cresceu 244%, para 8,1 milhões. Com isso, os EUA passaram a ser nosso principal destino turístico, ultrapassando os vizinhos Argentina e Uruguai.

O presidente da Embratur, Flávio Dino, diz que o mais comum no mundo é o turismo de fronteira, mas o Brasil é pouco integrado aos seus vizinhos. Há poucas ofertas de voos e não há ligações por ferrovias, exemplifica.

Além disso, o principal centro turístico do país, o Rio, era mundialmente famoso pela violência.

Apesar do temor de novas manifestações, Dino acredita que a Copa será positiva. "O espírito de festa vai prevalecer, como na Copa das Confederações. Nossas pesquisas mostraram que mais de 90% dos estrangeiros disseram que voltariam ao país."

O crescente deficit entre gastos de turistas estrangeiros aqui e brasileiros lá fora é um dos fatores que explicam o aumento do saldo negativo nas contas externas brasileiras, que deve fechar o ano com deficit recorde de US$ 79 bilhões.

Para tentar conter esses gastos, o governo aumentou no dia 18 o imposto sobre cheques de viagem, cartões pré-pagos e saques no exterior com cartões de débito.

Tire suas dúvidas sobre o novo IOF

folha.com/no1391133

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