Ficha Corrida

15/04/2015

Agora é científico: foi a marcha dos ignorantes!

Filed under: Direita,Educação Pública,Ignorância,Marcha dos Zumbis,USP — Gilmar Crestani @ 8:16 am
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educacao padrao fifaSe alguém tinha alguma dúvida a pesquisa da USP comprova. Nem no lugar mais distante da civilização foi reunida tanta ignorância em tão pouco espaço. A concentração da imbecilidade reuniu só respostas boçais. A pesquisa da USP nos obriga a revisitar o velho ditado “o ódio cega” para atualizado “o ódio cega e imbeciliza”.

A USP comprova que de que nada adianta bons colégios, acesso fácil à educação se o ambiente onde o indivíduo se desenvolve é doentio. É importante constatar que esta ignorância generalizada tem patrocinador. E sabemos quem são. Basta verificar quem recrutou a manada para xingar a Presidente Dilma na abertura da Copa do Mundo de 2014, no Itaquerão. São eles os assoCIAdos do Instituto Millenium, MBL, a Multilaser, a AMBEV e o Banco Itaú. Como diria o filósofo francês, Louis Althusser, são, atualmente, os verdadeiros aparelhos ideológicos do nosso mau estado. São eles os maiores responsáveis pelo déficit civilizatório desta parcela da sociedade reunida na marcha dos zumbis. São todos alunos da escolinha Ana Maria Braga. Foi-se o tempo em que nossa direita tinha bons filósofos, economistas, pensadores originais e de formação cultural sólida. Hoje, ao invés de sólida, a formação é sórdida!

Em São Paulo, onde a USP concentrou a pesquisa, há um dado concreto que ajuda a explicar o fenômeno revelado pela pesquisa. Os mais de 20 anos de governos tucanos, cuja principal política de ensino foi a distribuição de milhares de assinaturas da Veja, Estadão & Folha, só poderia resultar nisso.

Como diria a principal fonte de informação dessa turma, a Veja, é uma manada que descende diretamente do Boimate, cruza de bovinos como tomate!

A pesquisa da USP comprova a genialidade de um torneiro mecânico que tem um dedo a menos. Precisou o grande molusco sair do seu silêncio obsequioso para que nós, diplomados em vários conheceres, constatássemos que todos os larápios da Operação Lava Jato, da Operação Zelotes, da Lista Falciani do HSBC, da Rede Globo de Sonegação, Gerdau & RBS detém diploma de curso superior. Não há no meio de tanta bandidagem nenhum analfabeto ou com pouca instrução.

A falência do nosso ensino resta cabalmente comprovado! 

Pesquisa da USP mostra a força da desinformação

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Pesquisa sobre o comportamento dos manifestantes da Avenida Paulista no último domingo mostra que 73% não confiam nos partidos, 70% não confiam nos políticos, 64% acreditam que o PT quer implantar um regime comunista, 71% que Lulinha, o filho do ex-presidente, é sócio da Friboi e 53% que o PCC é um braço armado do PT; foram feitas 571 entrevistas com manifestantes maiores de 16 anos, entre 13h30 e 17h30 do último dia 12; dados são de pesquisa coordenada pela professora de Relações Internacionais da Unifesp Esther Solano e pelo filósofo Pablo Ortellado, da USP; para Esther, a "despolitização" é "impressionante"

15 de Abril de 2015 às 05:42

247 – Uma pesquisa realizada com os manifestantes que foram à Avenida Paulista no último domingo 12, protestar contra o governo e pedir a saída da presidente Dilma Rousseff, captou a insanidade das ruas e mostrou a força da desinformação de quem tem ido aos protestos.

As respostas das 571 entrevistas com manifestantes maiores de 16 anos, feitas entre 13h30 e 17h30, mostram que 73% não confiam nos partidos, 70% não confiam nos políticos e 64% acreditam que o PT quer implantar um regime comunista no Brasil.

Dos entrevistados, 71% acreditam também que Lulinha, o filho do ex-presidente, é sócio da Friboi e 53% que o PCC é um braço armado do PT. Para 56%, o Foro de São Paulo quer criar uma ditadura bolivariana no Brasil.

"O PT trouxe 50 mil haitianos para votar na Dilma nas últimas eleições" foi uma frase que recebeu a concordância de 42,6% dos manifestantes que responderam à pesquisa. Esse resultado em especial foi criticado hoje pelo presidente do PT, Rui Falcão (leia mais).

A maioria também não aponta nenhuma liderança política como referência. Apenas 8% citaram o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e 12%, o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Os políticos que mais receberam a confiança dos entrevistados foram Geraldo Alckmin (29%), José Serra (23,8%), Aécio (22,6%) e Jair Bolsonaro (19,4%).

O levantamento foi coordenado pela professora de Relações Internacionais da Unifesp Esther Solano e pelo filósofo Pablo Ortellado, da Universidade de São Paulo. "Entre um público que se autodefine como de direita ou de centro-direita [46%, segundo o Datafolha], políticos de oposição deveriam estar melhor colocados", comentou Esther Solano. Para ela, a "despolitização" é "impressionante".

Confira aqui a íntegra da pesquisa.

Pesquisa da USP mostra a força da desinformação | Brasil 24/7

17/03/2015

Marcha dos Zumbis

marcha dos zumbisQue me desculpem os crédulos, mas a marcha dos zumbis não tem nada a ver com corrupção. Trata-se de maus perdedores, despeitados por perderem a quarta eleição seguida.

Fosse contra a corrupção, o povo que vestiu a camiseta da seleção no Brique da Redenção, Seleção esta presidida desde sempre por notórios corruptos, também teria feito algum cartaz contra o PP gaúcho. O PP gaúcho pego inteirinho na Operação Lava Jato não mereceu nenhuma crítica. Ninguém lembrou da candidata do PP ao governo gaúcho, Ana Amélia Lemos ou do Otavio Germano da Operação Rodin. Por que ninguém levou cartaz cobrando de Pedro Simon e José Ivo Sartori a participação do PMDB de Renan Calheiros, José Sarney e Eduardo Cunha em todos os casos de corrupção já investigados?! Simples! Trata-se de uma manada conduzida a cabresto pela RBS & Globo.

Trata-se dos mesmos zumbis que saíram às ruas para dizer “não vai ter Copa”. E, que ódio, teve Copa! Não teve foi seleção que defendesse a camiseta com que saíram à rua…

Por mais que os ventríloquos da Multilaser, da AMBEV e do Banco Itaú, demonstrassem toda a má educação de uma elite branca de olhos azuis, na abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão, Dilma se elegeu com mais de 54 milhões de votos. Eis a verdadeira fonte do ódio que alimenta os zumbis. Eles queriam Aécio Neves, o pior senador no ranking da Veja. Da insuspeita Veja, que foi e é, junto com a Rede Globo e suas filiadas, os grandes eleitores dos viciados em pó. Por que ninguém pediu investigação a respeito do sumiço do helicóptero com 450 kg de cocaína? Seria porque também são consumidores?!

Por que não havia nenhum cartaz contra a corrupção praticada sob a bandeira do HSBC? Por que os 210 mil zumbis paulistas não falaram da Alstom, da Siemens, do Robson Marinho, na crise d’água?  A fixação em Lula e Dilma explica o estresse eleitoral. Os zumbis atenderam a um chamado da Rede Globo que não aguenta mais viver sem o duto que FHC, via Miriam Dutra, a abastecia.  Por que será que todo coronelismo eletrônico, os mesmos que se perfilaram à ditadura, também agora clamam pela volta da ditadura. Nada mal para quem a financiou. Quem não foi torturado, estuprado ou morto tem direito a chamar ditadura de ditabranda e apoiar quem sai às ruas pedir a volta da ditadura.

Por que não havia cartazes pedido punição ao Eduardo Cunha? Um notório corrupto, desde muito antes da Lava Jato? Por que ninguém se lembrou de quem comprou a reeleição? Não passa de uma marcha de sociopatas maus perdedores. Eles não suportam que caiam migalhas das políticas sociais para camadas da população que sempre foram alijadas das políticas públicas. Embora sejam políticas tímidas diante do tamanho das necessidades, esta pequenas políticas que botam pessoas pobres nos melhores cursos das universidades públicas e particulares é fonte de todo ódio contra quem ousou redirecionar políticas públicas.

As manifestações, notadamente de uma classe média ventríloqua da Globo, foi apenas uma catarse de perdedores. E fica ainda mais evidente quando a polícia do Geraldo Alckmin viu um milhão de pessoas onde o Datafolha, vinculado a Folha de São Paulo, que de petista não tem nada, encontrou, no pico, 210 mil. Por que as polícias vinculadas aos partidos derrotados por Dilma no âmbito nacional, como no RS, inflaram o número de manifestantes? Por que nenhum gaúcho portou cartazes pedido explicações a respeito da Operação Rodin?

Fico perplexo vendo meus próprios colegas expondo uma avareza dantesca. Exatamente aqueles que se manifestam contra a Lula e Dilma, contra a corrupção do PT, são os mesmos que se aproximam buscando algum tipo de vantagem são os mesmos que se revoltam contra o Bolsa Família, o PROUNI e o FIES. São os mesmos que abatem as mensalidades das filhos que estudam em escolas particulares no imposto de renda. Abatem despesas médicas de plano de saúde particular no imposto de renda. São os mesmos que recebem, vejam só, auxílio alimentação de mais de R$ 600,00 reais mensais, que recebem auxílio creche de mais de R$ 500,00 reais, por filho, que recebem Auxílio Saúde no valor de R$ R$ 131,00 (CJF flexibiliza valor de auxílio saúde pago a magistrados e servidores).

Por que estas pessoas ficam indignadas com o Bolsa Família, que é pago condicionado à frequência escolar dos filhos, causa tanto ódio àqueles que recebem auxílio creche mesmo o filho não indo à creche? Que basta provar que seja filho e receberá o valor do zero ao sexto ano.

Isso não é ignorância, porque eles sabem exatamente de tudo isso. É ódio de classe, é também egoísmo.  É a soma de analfabetismo político com demonstração de insensibilidade social sem precedentes. Mau  caratismo somado a uma tremenda cara de pau!

A pergunta que não quer calar: Por que será que a Marcha das Vadias leva para a Avenida Paulista e o Parque da Redenção mais gente que a marcha dos zumbis?

26/11/2014

Bolsa Família de quem é contra Bolsa Família

Filed under: Bolsa Família,Classe Mérdia,Ignorância,Maldade,Má fé — Gilmar Crestani @ 8:37 am
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Bolsa ImbecilA classe média é assim chamada porque só passa na média. Se fosse melhor seria classe superior. Como é mediana, fica pisando nos de baixo para ver se fica na altura da superior.

Pois esta classe média que come feijão e arrota picanha, é também beneficiada com uma Bolsa Família superior à Bolsa Família destinada aos pobres e necessitados. Se um Estado não serve para auxiliar seus cidadãos mais pobres, servirá para quê? Veja bem, por que ninguém reclama dos empréstimos que a RBS faz com o Banco do Brasil e do BNDES, pagando juros mais baixos que os de mercado, mercado a quem ela tanto defende?!

Por exemplo, tomemos duas famílias classe média, com renda mensal de R$ 10.000,00. Um com um filho e outra sem filhos.

Quanto a família que tem UM FILHO ganha do Estado, por mês, a mais do que a outra que não tem filhos?

Nem vou falar da dedução com despesas de saúde, inclusive a mensalidade para planos privados como a UNIMED.

Vou pegar apenas um dado, o do Imposto de Renda:

Dedução mensal por filho dependente: R$ 179,71

Dedução anual com despesas com instrução: R$ 3.375,83

Por dependente: 179,71 x 27,5% = 49,42 mensais;

Despesas com instrução anual: 3.375,83 * 27,5% = 928,35.  Dividindo este valor por 12 meses, temos: 928,35 / 12 = 77,36

Regra básica de adição: 49,42 + 77,36 = R$ 126,78

Portanto, esta família com UM filho receberá mensalmente do Estado r$ 126,78 e a família, com o mesmo rendimento mas que não tiver um filho, nada receberá.

Portanto, condenar o Bolsa Família de R$ 70,00, condicionado à frequência escolar não é só desinformação. É maldade misturada com MUITA ignorância.

27/10/2014

Por A + B

Filed under: Ódio de Classe,Dilma,Ignorância,Preconceito,Racismo — Gilmar Crestani @ 10:44 pm
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Vou provar por A + B porque o argumento de culpar o nordestino é coisa de débil mental. Quem se der ao respeito de pensar um pouquinho só vai perceber que a acusação não se sustenta. Portanto, permanecer com este preconceito só pode derivar da ignorância ou por puro mau caráter.

Primeiro, porque, pasmem, do total de votos obtidos por Dilma, 45% vieram do Norte e Nordeste e 48,8%, do Sul e Sudeste. Portanto, Dilma fez mais votos onde há menos nordestinos. Se isto não bastasse, não foi só no nordeste que Dilma venceu Aécio. Dilma também venceu o playboy exatamente nos dois Estado onde é mais conhecido; Minas e Rio de Janeiro. Curiosamente, onde faz suas carreiras e carreiradas. Sem bafômetro. Deveria haver alguma explicação para isso, não é?! Aécio venceu na Capitania Hereditária do PSDB, São Paulo, também sudeste, e Roraima, o Estado brasileiro mais ao norte. O Sudeste bovino deu 36,5% dos votos obtidos por Dilma. Portanto, o argumento geográfico só se sustenta em cabeça oca preenchida de merda. Só mais uma lembrança aos paulistanos. Em 2012, quando Fernando Haddad venceu José Serra, foi só com votos de nordestinos?!

Veja a distribuição dos votos da Dilma, por Região:

Votos por região_thumb[2]

Segundo, nos Estados do Sul Aécio venceu, por pequena margem, mas venceu. Mas os mais de 40% dos sulistas que votaram na Dilma são nordestinos? Lembrando o filósofo Sêneca, “quando ouço certos argumentos sinto inveja dos surdos“. Nem poderia ser diferente. Como poderia vencer num Estado preconceituoso e racista como o RS? Não é por acaso que o único clube excluído de uma competição nacional por racismo seja do RS. Também não é mera coincidência que um deputado racista e homofóbico como Luis Carlos Heinze tenha sido eleito com tantos votos no RS.

Terceiro, o argumento da Bolsa Família, que, aliás, o Aécio prometeu não só manter como aumentar o valor. Será que 70% dos nordestinos e 40% dos sulistas, que votaram em Dilma, recebem bolsa família?! Conheço muita gente que, por ter filho menor de 21 anos deduz, mensalmente, da base de cálculo do imposto de renda R$ 179,71 por filho, o que corresponde a R$ 49,42 por mês. Além disso, também pode deduzir despesas com educação, pelo mesmo filho, R$ 3.230,46 na declaração do ajuste anual, o que corresponde, por mês R$ 74,03. Ora, a Bolsa Família é de apenas R$ 70,00 (setenta reais) por filho, condicionado a frequência escolar. Portanto, quem já tem condições financeira tem uma Bolsa Família de (74,03+ 49,42) R$ 123,45. Numa conta simples, todo aquele que, tendo um filho menor de 21 anos, recebe um rendimento superior a R$ 4.463,81 mensais deixa de pagar (R$ 3.230,46 x 27,5% = R$ 888,38, por ano)+ (R$ 179,71 x 27,5% = R$ 49,42, por mês) R$ 123,45 por mês a título de imposto de renda. Quem tem um filho menor de 21 anos tem um privilégio privilégio não concedido a quem não tem filho. Se alguém tem um rendimento inferior aos R$ 4.463,81, seja inferior à tributação de 27,5%, o benefício é menor. Como se vê, mais ganha, mais benefício. O ódio ao Bolsa Família não é só preconceito, mas egoísmo e, principalmente, ignorância.

Conclusão 1: tanto mais se expõem com raciocínios toscos, que não guardam qualquer relação com a realidade, muito menos com a geografia, chego à conclusão que a manada amestrada pela velha mídia golpista, de tanto ódio, está defecando pela boca.

Conclusão 2: as manifestações de ódio contra nordestinos somente vão acabar com prisão dos criminosos, amamentados pelos bovinos da velha mídia.

22/09/2014

Folha, oportunista, agora quer embarcar na carona do Haddad

ciclovias Não há nada mais escroto na política do que a direita paulistana. Como já declarou do Barão de Itararé, de onde menos se espera, de lá mesmo é que não sai nada. Aliás, a tradição política de São Paulo é de amargar: Ademar de Barros, Jânio Quadros, FHC, Paulo Maluf, Orestes Quércia, José Serra, Celso Pitta, Geraldo Alckmin, Marco Feliciano, Tiririca… E nem poderia ser diferente, considerando que os velhos grupos mafiomidiáticos têm sede em São Paulo. O Instituto Millenium, que propaga o atraso na política, inclusive o de patrulhar o Poder Judiciário, também é paulista.

Pior do que algumas personagens tradicionalmente de triste figura, é o oportunismo da Folha de embarcar na popularidade de uma decisão do prefeito marcado de perto pela direita hidrófoba!

EDITORIAIS

editoriais@uol.com.br

A vez das ciclovias

SANTAELLA-570Pesquisa Datafolha sugere que implantação de vias exclusivas para bicicletas, apoiadas pela maioria, melhora avaliação de Haddad

Comerciantes protestaram em diversos pontos da cidade; moradores de alguns bairros também reclamaram; e até vereadores da base aliada do prefeito Fernando Haddad (PT) fizeram críticas à implantação de ciclovias pelas ruas e avenidas de São Paulo.

Embora capazes de chamar a atenção, esses grupos representam opinião minoritária entre os moradores da capital. Como pesquisa Datafolha publicada neste final de semana deixou claro, a maioria expressiva dos paulistanos defende a expansão de vias exclusivas para ciclistas. Ainda bem.

Trata-se, não por acaso, de tendência nas principais metrópoles do mundo. A bicicleta é um meio de transporte limpo, que ocupa muito menos espaço do que um carro (embora não seja "a" solução para os problemas de mobilidade urbana) e oferece a seus usuários a possibilidade de não ficar refém das condições do trânsito.

Numa cidade como São Paulo, porém, nunca foi fácil usar bicicletas, e não surpreende que apenas 3% dos paulistanos digam se valer desse transporte com frequência.

Construir 400 km de ciclovias, como quer Haddad, decerto não aplainará o terreno acidentado nem tornará a metrópole mais segura, mas ao menos dará aos ciclistas alguma proteção num sistema tão hostil quanto caótico.

O potencial de atração dessas vias é significativo. Entre os entrevistados, 22% declaram intenção de, nos próximos seis meses, comprar uma bicicleta (32% já têm uma), e 41% indicam ser grande a chance de usar as ciclovias.

Talvez venham a existir ainda mais adeptos se houver ampliação de bicicletários públicos em terminais de ônibus, estações de metrô e outros pontos de interesse, bem como, por parte da prefeitura, melhor planejamento dos percursos.

Mesmo nas condições atuais, contudo, os paulistanos deram sinais inequívocos de que aceitam o desafio de dar uma nova cara à capital. Segundo a pesquisa, 71% consideram as ciclovias positivas para a cidade em geral, ainda que seja menor (55%) a fatia dos que as julgam benéficas para o trânsito.

Mais relevante, 80% se declaram a favor da implantação das ciclovias, ao passo que 70% defendem a medida inclusive no cartão-postal da cidade, a avenida Paulista.

De carona, Fernando Haddad viu sua aprovação melhorar desde julho, subindo de 15% para 22% os que avaliam sua gestão como ótima ou boa, e caindo de 47% para 28% os que a classificam como ruim ou péssima. Espera-se que os números deem ao prefeito confiança para agir com menos açodamento.

Será uma boa notícia se isso acontecer. Melhor ainda se quem quiser ter uma bicicleta puder contar com os mesmos incentivos existentes para a compra do carro próprio –da redução tributária ao financiamento facilitado.

21/09/2014

Professora de Semiótica só tem um olho, e não vou dizer qual…

Se a professora tem este QI, fico assustado com o que possam ser seus alunos. Se uma espécie de Rodrigo de Constantino já é uma aberração da natureza, nem por clones se poderia inserir uma dose do cientificismo à la Malafaia. Já tinha ouvido falar que o símbolo da Copa, em vermelho, era coisa do comunismo. Agora aparece esta dublê de professora com jeito de paraninfa da turma do CCC para esculhambar de vez minha higiene mental.

Direita escrota é uma coisa, mas com tanta burrice acumulada só pode advir de anos de leitura da Veja. Com tamanho baixo nível na direita, qualquer um de esquerda deita e rola. Não admira que Dilma, sem ter feito um grande governo, esteja anos-luz à frente desta escumalha. Só não digo que sinta vergonha alheia por que não tenho pena de gente safada.

Deve ser a poluição ou a crise d’água que torna São Paulo incubadora de coisas do tipo Santaella, Tiririca, Marcos Feliciano e Paulo Maluf. Ô RAÇA!

A Semiótica da Imobilidade e a Democracia Palhaça

dom, 21/09/2014 – 11:19

Uma ciclovia em Amsterdam

Enviado por Reinaldo Melo

Do seu blog

Lúcia Santaella, em seu livro A Assinatura das Coisas, afirma que "o mundo não está dividido entre coisas, de um lado, e signos de um outro. Isto quer dizer: não há nada que não possa ser um signo, ou melhor, tudo é signo, ou melhor ainda, todas as coisas têm a sua própria assinatura."

Coerente com sua própria teoria, a professora, uma das maiores especialistas em semiótica do Brasil, posta em seu Facebook uma análise sobre as ciclofaixas na cidade de SP:

Coadunando a mensagem com a teoria, pode-se afirmar que vemos um signo cujo significado revela como são discutidas as questões coletivas em nossa sociedade: por meio do ponto de vista individualista, que produz um unilateralismo em que se fecha o olhar para a multiplicidade mais óbvia do mundo que o rodeia.

A mensagem poderia passar por imperceptível, como qualquer outro comentário de alguém que vê o mundo com o fígado, mas, por ser de uma professora PHD que já lecionou em Berlim, é de se espantar com o fato de que intelectualidade e sensatez não são irmãos siameses.

Primeiramente a falta de compostura para com o prefeito de uma cidade, chamando-o de pintor de ruas e dizendo que as ciclofaixas foram encomendadas do "diabo em pessoa". Interessante, como a professora estabelece a política de criação de ciclofaixas como uma política demoníaca.

Um dado importante: em 2012, morreram na cidade de Sp 52 ciclistas, um por semana. Fora os casos de atropelamento. Em Março de 2013, a mídia deu destaque para o caso do ciclista David Santos Souza, que teve seu braço arrancado. O motorista não o socorreu e jogou o braço num córrego.

O ciclista David Santos Souza

Certamente, a professora se utilizou apenas do seu olhar unilateral de motorista de uma sociedade em que as grandes cidades são estruturadas para comportar o símbolo mor do individualismo contemporâneo, o automóvel, oprimindo e excluindo qualquer cidadão que se locomova por outros meios: o pedestre, o ciclista, os passageiros de ônibus.

A professora recomenda ao prefeito o estudo ("só um pouquinho") de semiótica para o conhecimento de efeitos das cores em nosso sistema nervoso central, dizendo que a cor vermelha da ciclo faixa se caracteriza como poluição visual. E destila o fel da incompreensão afirmando que é uma propaganda política de um partido político cuja cor característica é vermelha. E para completar tal azedume, a cereja do bolo é asseverar que São Paulo não é uma cidade como a capital holandesa Amsterdam para que haja ciclofaixas a torto e a direito.

Santaella deveria deixar de analisar o fato através de sua semiótica estática e estudar um pouquinho mais para constatar que a cor vermelha foi estabelecida pelas normas nacionais de  trânsito, no intuito de chamar a atenção do motorista mesmo, não se compondo como poluição visual. De onde se conclui também que não se caracteriza como propaganda política partidária.

Ao mesmo tempo, o sentimento de vira-lata também surpreende, vindo de uma estudiosa como Santaella. A elite paulistana sempre teve a Europa como modelo em educação, política, arte, etc. Afirmar que São Paulo não é Amsterdam é dizer que as políticas de lá nunca dariam certo aqui porque não temos a "evolução" do europeu.

A mensagem de Lúcia Santaella poderia passar como algo inocente, como apenas uma expressão natural de uma cultura mal humorada do paulistano que nunca está contente com nada do que é feito em sua cidade, mesmo que seja algo positivo. Mas revela-se como algo gravíssimo: ao se discutir política se enfoca mais no caráter privado do que no público.

Dane-se o fato de morrer um ciclista atropelado por semana, que se exploda as mais de 4500 pessoas que morrem por causa da poluição de veículos em São Paulo, que se seja indiferente ao efeito estufa e com a desertificação da região metropolitana paulista.

Este desprezo pelo bem comum é consequência da visão torpe e individualista de parte do eleitorado que discute a política partidária com as enzimas do fígado.

Não é à toa que uma recente pesquisa demonstrou que os candidatos favoritos para ocuparem uma cadeira na Câmara dos Deputados sejam Tiririca, Marcos Feliciano e Paulo Maluf.

O eleitor de Tiririca mal sabe de sua trajetória nestes quatro anos em que exerceu o cargo de deputado, mas se seduz com a estratégia de riso que o candidato adota em sua campanha, ou seja vota-se no candidato por que ele causa o riso zombando da política, a única ciência capaz de engendrar caminhos para o bem estar coletivo. Troca-se o voto pelo riso individual, anulação da política ou de qualquer reflexão ou conhecimento sobre ela.

No caso de Marcos Feliciano, desemboca-se na mesma gravidade, sem a "inocência" humorística de Tiririca.

Feliciano ficou famoso por conta de sua postura frente à presidência da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, onde obstruiu projetos que favoreciam minorias, ao mesmo tempo dando declarações racistas, homofóbicas e machistas, contrastando com o cargo que ocupava.

O eleitor de Feliciano combina sua visão fundamentalista com a visão sobre a política: para ele não há diferença entre o seu moralismo e o Estado. Um deputado tem de aliciar, subornar, chantagear o Estado para que este se torne imóvel em sua obrigação: formular políticas para uma sociedade heterogênea e multicultural. Com a eleição de Feliciano e, consequentemente, com o aumento da bancada evangélica, o que se estabelece é a crise do Estado, prestes a se transformar num templo em que uma parcela religiosa da sociedade impede que políticas públicas e laicas, que favorecem todo o coletivo, sejam barradas e até revogadas.

O eleitor de Paulo Maluf é o retrato perfeito que vemos por meio das afirmações da professora Santaella: o bordão "foi Maluf que fez" coaduna com a visão de progresso que o paulista possui. Concreto, asfalto e viadutos foram a herança que Maluf deixou através de suas gestões pautadas pela visão futurista utópica de uma São Paulo sempre em movimento. A cidade feita para o carro e para o cidadão de bem. Se há engarrafamento, Maluf projeta um viaduto ali, um minhocão aqui para resolver o fluxo. Há problemas de ordem social, salientando as contradições do projeto futurista com os anseios dos mais pobres? Não há o porquê de se preocupar, Maluf botará a Rota na rua.

Além do fascismo claro, há ainda a indiferença para com o fato de Maluf ser réu em vários processos de corrupção e não poder sair do país por estar sendo caçado pela Interpol. A indignação seletiva é um dos traços de um povo que elege aqueles que fazem faltar água nas torneiras, mas que se ferramenta do ódio contra políticos preocupados com a diminuição da taxa de poluição e da imobilidade urbana.

Tal natureza do eleitor e das figuras centrais destas eleições é consequência de uma visão publicitária ideológica, que quer atingir o indivíduo eleitor como mero consumidor a escolher um candidato conforme seus desejos íntimos e sua visão unilateral do mundo. Mas isso fica para outro texto.

O que se pode concluir é que candidatos e eleitores são signos que fazem da política algo totalmente surreal. Há uma imobilidade do pensamento crítico e reflexivo que poderia contribuir com a construção de uma sociedade harmônica, mas o que se vê é uma indiferença para com os problemas sociais e com as decisões que possam solucionar alguns desses problemas. E quando não há a indiferença, depara-se, constantemente, com o fel destilado contra qualquer mecanismo que queira discutir ou resolver tais questões.

A professora Santaella, dentro de seu véu de cidadã crítica, não percebe que seu discurso favorece a armação de um circo no palco das discussões sobre políticas públicas e faz com que a democracia seja vista através da miopia que favorece os donos do picadeiros, fazendo de nós, PHD’s ou não, nos verdadeiros palhaços dessa ilusão de (semi)ótica chamada democracia.

A Semiótica da Imobilidade e a Democracia Palhaça | GGN

Das duas, uma: ou Marina é burra ou é mal assessorada!

Filed under: BNDES,Ignorante!,Ignorância,Marina Mala Faia,Marina Silva,MariNeca — Gilmar Crestani @ 9:16 am
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O populismo barato de Marina sobre o BNDES

Miguel do Rosário

MIGUEL DO ROSÁRIO 20 de Setembro de 2014 às 18:56

O BNDES não “dá” dinheiro para ninguém. Ele financia e recebe de volta. E lucra com isso. No primeiro semestre de 2014, registrou o maior lucro de sua história

Marinafaia, no twitter:

É uma falácia sem tamanho.

Um populismo barato de candidato a vereador.

O BNDES existe para emprestar. É a sua função social. Marina Silva iria usar o BNDES para quê? Para trocar figuras com o Itaú?

As grandes empresas, naturalmente, pegam mais dinheiro. Nas gestões Lula/Dilma, porém, a quantidade de pequenas e médais empresas que obtiveram acesso a financiamentos do BNDES multiplicou-se por várias vezes, se comparada à gestão anterior.

O BNDES não “dá” dinheiro para ninguém. Ele financia e recebe de volta. E lucra com isso. No primeiro semestre de 2014, registrou o maior lucro de sua história.

Reproduzo abaixo um trecho de texto publicado no site do BNDES, e um gráfico.

*

Evolução do lucro líquido do BNDES – R$ milhões

BNDES tem lucro recorde em 2014

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 5,471 bilhões no primeiro semestre de 2014. O resultado é o maior já apresentado para o período e 67,8% superior aos R$ 3,261 bilhões obtidos no mesmo semestre de 2013. O lucro foi influenciado pelo bom desempenho da BNDESPAR, empresa de participações do BNDES, que registrou lucro de R$ 2,148 bilhões, superando em 236,4% o valor do primeiro semestre do ano passado.

Os demais indicadores do período também foram muito positivos. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio do Sistema BNDES alcançou 8,53%, acima dos 6,73% do mesmo semestre de 2013; e o índice de Basileia atingiu 18,4%, situação confortável diante dos 11,0% exigidos pelo Banco Central e superior aos 17,1% de março deste ano e dos 15,8% apurados em junho de 2013.

Além do desempenho da BNDESPAR, o lucro do Sistema BNDES foi composto pelos resultados do Banco e da Finame, respectivamente, de R$ 2,994 bilhões (R$ 1,969 bilhão em junho de 2013) e R$ 330,9 milhões (R$ 443,9 milhões em junho de 2013).

O principal impacto positivo sobre o lucro do Sistema BNDES veio do crescimento de 108,2% do resultado com participações societárias, que passou de R$ 1,779 bilhão no primeiro semestre de 2013 para R$ 3,703 bilhões no mesmo período deste ano. Historicamente, o desempenho obtido por meio da boa gestão das operações da carteira da BNDESPAR tem permitido ao BNDES reduzir ao máximo os custos de seus créditos em renda fixa.

O aumento do lucro líquido consolidado do BNDES foi decorrente, basicamente, de três fatores: alta de 31,8% da receita com dividendos e juros sobre capital próprio, que saiu de R$ 1,999 bilhão em 2013 para R$ 2,634 bilhões em 2014; melhora do resultado com derivativos, que passou de R$ 187 milhões no primeiro semestre de 2013 para R$ 657 milhões no mesmo semestre de 2014; e redução de 57,7% da despesa com provisão para perdas em investimentos no montante de R$ 795 milhões, ante R$ 336 milhões no semestre corrente.

Outro fator que influenciou positivamente o lucro de junho foi o aumento de 19,3% do resultado de intermediação financeira, que passou de R$ 5,025 bilhões no primeiro semestre de 2013 para R$ 5,994 bilhões em igual período de 2014. A expansão foi consequência do crescimento da carteira de crédito e repasses, da gestão dos recursos de tesouraria e da melhora do resultado com provisão para risco de crédito.

O patrimônio de referência (PR), que determina a capacidade de financiamento do Banco, atingiu R$ 110,458 bilhões em junho de 2014, superior aos R$ 108,669 bilhões registrados em dezembro de 2013 e dos R$ 96,021 bilhões de junho do ano passado.

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O populismo barato de Marina sobre o BNDES | Brasil 24/7

08/09/2014

Marcelo Tas saiu do hospício

Filed under: Eleições 2014,Energúmenos,Ignorante!,Ignorância,Marcelo Tas — Gilmar Crestani @ 8:35 am
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Marcelo Tas

O ataque populista de Marcelo Tas a Eduardo Jorge

Postado em 07 set 2014

por : Kiko Nogueira

Tas

Tas que é um nojo, o pá!

Em tempos de intolerância, truculência e intimidação — vide a ação que Aécio Neves move contra o Twitter para obter os dados cadastrais de 66 perfis, inclusive o do DCM –, Eduardo Jorge acaba de dar uma breve lição de civilidade.

O apresentador do CQC Marcelo Tas quis, inexplicavelmente, crescer para cima do candidato do PV no Twitter. Uma cotovelada gratuita, vinda do nada, sabe-se lá para quê.

“Eduardo Jorge sugere q paremos de usar carro. E quem não tem a vida mansa como ele, como fazer?”

Bem, não apenas Eduardo Jorge, mas o mundo anda sugerindo transportes alternativos e discutindo a questão da mobilidade nas cidades. “Vida mansa” significa o quê? Que o homem é um vagabundo, ao contrário de Tas?

Eduardo Jorge respondeu de maneira objetiva: “Uso metrô, trem, ônibus e bicicleta no dia a dia. Sou médico sanitarista, trabalho e me locomovo como a maioria dos brasileiros”.

Tas não se deu por vencido. “Você é candidato a presidente do Brasil. Ao dizer que não usa carro, além de populista, você se torna um mentiroso”.

“Não disse que não uso carro, e sim que uso transporte público e bike nos deslocamentos do dia a dia sempre que possível”, foi a resposta.

A chantagem do apresentador prosseguiu com uma ameaça de publicar fotos de EJ num automóvel (!!), como se isso pudesse provar alguma coisa.

O ataque de Tas é uma trolagem mal informada e mal intencionada, supostamente esperta, de um candidato “menor” à presidência da República.

De alguma maneira, ele deve considerar que está combatendo um mal. É preciso desmascarar os “picaretas” propondo uma tese absurda e inaceitável como usar transporte público ou bicicleta.

(É um sintoma de uma perda de estribeiras generalizada, também. Há dias, alguém deixou um comentário no DCM acusando o site de receber dinheiro ilegal. Acusar com provas ou qualquer coisa assim estão fora de questão).

O populismo autoritário de gente como Marcelo Tas é muito mais nocivo e perigoso que o de Eduardo Jorge.

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

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03/09/2014

Brasil cresce mais do que Alemanha

Quando sai o resultado do PIB, duvido que a velha mídia alemã faça como os grupos mafiomidiáticos daqui. A nossa torcida pelo fracasso é tão grande que mesmo num período de recessão mundial em que o Brasil tem mantido pleno emprego sem redução dos salários, a velha mídia preferiu ficar o tempo todo torcendo contra o Brasil.

Tivéssemos uma mídia decente, e menos empresários com Complexo de Vira-lata e certamente estaríamos melhor. A luta dos governos Lula e Dilma não foi apenas para melhorar a vida do povo brasileiro, principalmente dos mais necessitados, mas para melhorar a nossa autoestima. Conseguiu uma, mas perdeu a outra batalha. A velha mídia conseguiu a mesma proeza da Igreja Católica. Infelizmente, a Religião Católica conseguiu incutir mais medo do Inferno do que desejo de chegar ao Céu. A direita brasileira conseguiu demonizar a esquerda, sem nos convencer de algo melhor para colocar lá. Contra o PT, qualquer coisa. É isso que vejo em pessoas bem próximas que vivem condenado o PT sem nunca se exporem em defenderem algo. É a mesma ideologia da igreja católica, destruir pelo medo sem nos convencer de que têm algo melhor a oferecer.

O fundamentalismo que vem com o pentecostalismo também é culpa da Igreja Católica. Não há diferença entre o fundamentalismo religioso da Igreja Universal e o ódio de classe da manada que segue a velha mídia. Ambos têm origem na incapacidade de usar o cérebro. Pagar o dízimo para um Pastor ou abrir mão de ter um país melhor só para derrotar o PT são fruto de uma mesma árvore, a ignorância.

PIBINHOnApós 5 quedas, indústria sobe 0,7% em julho

Apesar do desempenho positivo, ano apresenta perda acumulada de 2,8% e analistas não esperam retomada

Alta atingiu 20 dos 24 setores pesquisados; informática e eletrônicos tiveram maior crescimento

PEDRO SOARESDO RIO

Passados cinco meses de queda, a indústria do país esboçou uma retomada e cresceu 0,7% em julho, em relação a junho –mês em que a produção caiu 1,4%–, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Embora positivo, o número de julho não compensa a perda acumulada neste ano (2,8%), e os sinais à frente também não são alentadores, na avaliação de economistas.

Para André Macedo, gerente do IBGE, os resultados de julho foram turbinados por uma recuperação "natural" após cinco meses de fraca produção. Não se sabe ainda, diz, se haverá retomada.

"O que vemos é um quadro de espalhamento do crescimento da indústria, que ocorre após um longo período de baixa. Outro fato é que tivemos um julho mais gordo’, com mais horas destinadas à produção."

Parte significativa do crescimento da atividade em julho veio do maior número de dias úteis naquele mês, em relação ao mês anterior. Embora a Copa do Mundo tenha ocorrido nos dois meses, em junho o efeito do torneio sobre a produção foi maior, porque houve mais feriados.

Na visão de analistas, a indústria deverá manter um ritmo fraco de atividade até o final deste ano, já que não há mudança do cenário atual da economia brasileira à vista.

Macedo afirma também que a indústria ainda sofre com a maior concorrência de importados, crédito em condições menos favoráveis, juros maiores e consumo em desaceleração.

Para Thaís Marzolla Zara, da Rosenberg & Associados, a leve alta de julho não "altera o quadro ruim" da indústria. "A única boa notícia", pondera, é houve uma redução de estoques tanto em junho quanto em julho. Isso aponta "para um segundo semestre um pouco melhor".

SETORES

A discreta retomada em julho decorreu especialmente do bom desempenho dos chamados bens duráveis, com alta de 20,3%, a maior desde janeiro de 2009.

A categoria foi impulsionada pelo aumento da produção de veículos –após meses de fraco dinamismo, demissões e férias coletivas em montadoras.

Também ajudou no desempenho do mês a retomada da produção de bens de capital (máquinas e equipamentos na produção de bens, na infraestrutura e na oferta de serviços, como transporte).

A categoria apresentou alta de 16,7%, o melhor resultado desde janeiro deste ano.

Pelos dados do IBGE, a alta em julho foi generalizada: 20 dos 24 setores pesquisados produziram mais do que em junho.

De um mês para outro, os destaques positivos ficaram com informática e eletrônicos (44,1%), veículos (8,5%) e outros equipamentos de transporte (31,3%) –os dois últimos foram puxados por automóveis e motos, respectivamente.

Já as quedas mais expressivas foram registradas por alimentos (6,3%) e refino de petróleo e álcool (2,6%) –esse sob impacto da parada de refinarias da Petrobras por causa de acidentes e para a realização de operações de manutenção.

19/06/2014

Habemus Jumentum

 

Los Angeles Times tira “sarro” de colunista da revista Veja

Da Redação
Revista Fórum

A teoria da conspiração do colunista Rodrigo Constantino, da revista Veja, sobre o “2014” em cor vermelha no logo da Copa do Mundo ser uma propaganda subliminar em pleno ano eleitoral pode ter sido considerada uma genial sacada por muitos dos leitores do autor, na rede, no entanto, o texto virou motivo de discussão e Constantino virou piada.

logo-copa

O correspondente do periódico Los Angeles Times, Vincent Bevins, leu o texto “O logo vermelho da Copa”, e postou em seu Twitter: “Oh Deus. Colunista brasileiro defendendo que o vermelho 2014 na logo da Copa do Mundo é obviamente uma propaganda socialista”.

Não demorou muito para que seus seguidores caíssem na risada e sugerissem que a Coca-Cola também deve ser socialista.

tweet2

“Quase certo que a Coca Cola seja socialista raivosa também"

“Quase certo que a Coca Cola seja socialista raivosa também”

Ao passo que um dos seguidores tentou argumentar que o Brasil, sendo governado pelo PT vermelho, deve ter tido alguma influência na escolha, Bevins aponta que o colunista da Veja deveria ter no mínimo consultado o Google para saber quem de fato fez a criação do logo antes de escrever um texto inflamatório.

O logo em verde, amarelo e o subliminar vermelho foi criado pela agência de publicidade África – que concorreu com outros cinco logos também criados por agências. Segundo a “Gazeta Press”, o logo foi escolhido por uma equipe de notáveis formada pelo presidente do Comitê Organizador Local da Copa (COL), Ricardo Teixeira, o secretário da Fifa, Jerome Valcke, Oscar Niemeyer, Paulo Coelho, Ivete Sangalo, Gisele Bündchen e Hans Donner

Como apontou o site Muda Mais, provavelmente a maior má impressão que ficará para a imprensa estrangeira nessa Copa, será a “duvidosa” linha editorial de alguns dos periódicos brasileiros.

Los Angeles Times tira "sarro" de colunista da revista Veja « Sul 21

21/03/2014

Família Adams 2

Filed under: Ditadura,Golpismo,Ignorância,Marcha da Insensatez — Gilmar Crestani @ 8:52 am
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Carta aberta aos organizadores da Marcha da Família 2

Postado em 20 Mar 2014

por : Marcos Sacramento

marcha2

Caros organizadores da Marcha da Família 2,

Embora falte pouco para o evento, vou cometer a ousadia, um tanto romântica, de sugerir uma mudança na pauta. Por que não marcham pela Cláudia da Silva Ferreira, a auxiliar de serviços gerais morta em um tiroteio no Rio de Janeiro e arrastada enquanto era socorrida pela viatura da PM?

A morte de Cláudia foi emblemática. Combinou pobreza, truculência policial, racismo e violência contra a mulher. O mais horrível é que se não fosse filmado o caso seria mais um a engrossar estatísticas da criminalidade.

Cláudia é mártir e merece que marchem por ela. Como vocês já estarão nas ruas, nada mais justo que homenageá-la. Você poderiam, também, marchar em homenagem às 16,9 mil mulheres assassinadas no país entre os anos de 2009 e 2011.

Marchem para denunciar o racismo endêmico que garante dois pretos ou pardos em cada três vítimas de homicídio, marchem contra a posição do país no topo do ranking de desigualdade social, marchem pelos aposentados que depois de trabalhar a vida inteira ainda precisam puxar um carro de picolé ou de pipoca para complementar a renda.

Mas por favor, não ponham as mazelas na conta do PT ou da Dilma. Isso é coisa de conversa de botequim, de gente mal informada. Você sabem muito bem que os problemas dos nosso país não foram causados só pelas duas letrinhas ou pelos dois últimos presidentes da república. Não sou petista, sequer voto no partido, só não tolero falatório sem fundamento.

Os problemas vêm de séculos, dos tempos da colonização, de uma formação econômica baseada na escravidão e de um sistema político feito por e para favorecer a elite. Tem causas múltiplas, não se restringe ao PT ou ao PSDB, ao DEM ou ao PSOL. Nosso empresariado tem uma boa parcela de responsabilidade ao financiar políticos em benefício próprio ou empreender visando apenas o lucro, sem responsabilidades sociais.

Por que não protestam contra o dono da Rede TV, que inaugurou uma mansão de 17 800 metros quadrados enquanto funcionários da emissora estavam com salários atrasados?

Ou então pelo caso de sonegação de impostos da Rede Globo, conhecem essa história? O “cidadâo de bem” que vocês tanto defendem vai se horrorizar com ela.

Marchem pelas vítimas dos “justiceiros”. Ano passado, um caminhoneiro atropelou e matou uma criança de dois anos, aqui no Espírito Santo. Foi linchado e morto. João Querino de Paula era o nome dele. Marchem por ele, que não teve direito a ampla defesa e contraditório. Marchem pela menina atropelada, vítima da falta de infraestrutura das periferias, onde a combinação de vias sem sinalização de trânsito com a ausência de áreas de lazer contribui para ceifar vidas.

Marchem pelo tenente Leidson Acácio Alves Silva, morto com um tiro na cabeça durante patrulha no Rio.

Mas deixem os militares de fora do protesto. Vocês sabem que eles ficaram no poder entre 1964 e 1985, sentem até saudade dessa fase, mas talvez tenham se esquecido que esse regime ditatorial catalisou as desigualdades sociais e deixou a economia brasileira em frangalhos.

Enfim, há muitos motivos para marchar. Daria para encher parágrafos e mais parágrafos de motivos nobres para vocês irem às ruas. Deixem essa paranoia de que estamos a beira de uma ditadura comunista para os hang outs de Lobão e Olavo de Carvalho. Quem acredita nisso crê até no Walter Mercado, aquele do “ligue djá”, lembram?

Abandonem a logorreia beligerante à Reinaldo Azevedo (toc, toc, toc) e Rodrigo Constantino (vade retro) e combatam o bom combate, a busca por um país mais justo, sem desigualdades.

O filme “Gran Torino” pode ser uma boa lição para vocês. Ele conta a história de um veterano da Guerra da Coréia coberto de preconceitos e ressentimentos com orientais. Até que as circunstâncias o levam a salvar um vizinho asiático. Walt, personagem de Clint Eastwood, escolheu seguir o caminho do bem e combateu o bom combate.

Vocês também são capazes disso, acreditem.

Marcos Sacramento

Sobre o Autor

Marcos Sacramento, capixaba de Vitória, é jornalista. Goleiro mediano no tempo da faculdade, só piorou desde então. Orgulha-se de não saber bater pandeiro nem palmas para programas de TV ruins.

Diário do Centro do Mundo » Carta aberta aos organizadores da Marcha da Família 2

23/06/2013

Para não desempenhar papel de ignorante, leia

Filed under: Ignorância — Gilmar Crestani @ 10:23 am
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Oito dicas pra não pagar mico em tempos de manifestações

Enviado por luisnassif, sab, 22/06/2013 – 09:19

Por Sidney Braga

Oito dicas pra não pagar mico em tempos de Manifestações:

1- Não compartilhe o vídeo dos atores da Globo contra Belo Monte. Esse vídeo de 2011 está cheio de informações falsas. Inclusive alguns atores que gravaram o vídeo se arrependeram depois de descobrir que o que eles disseram não era bem assim.

2- Não diga que foram gastos 30 bilhões em estádios. Na verdade, foram gastos 7 bilhões, que é coisa pra caramba. Desses 7 bilhões, grande parte é emprestado pelo governo federal, mas a maior fatia será paga pela iniciativa privada. Os outros 23 bilhões foram investimentos em infraestrutura, transporte e aeroportos. Inclusive, o investimento em transporte é uma das reivindicações dos protestos.

3- Nunca peça pro governo gastar com saúde o mesmo que se gastou com estádio de futebol. Nos 7 anos de preparação para a Copa, foram gastos aproximadamente 7 bilhões com estádios. Neste mesmo período, foram gastos mais de 500 bilhões com saúde. Então se vc fizer isso, na prática vc ta pedindo pra reduzir consideravelmente os gastos com saúde. Gastos com saúde nunca são demais. Então cuidado pra não pedir a coisa errada.

4- Não peça um presidente pra garantir que algum político seja preso. Isso é papel do poder Judiciário. O manifesto deve ser endereçado a este poder.

5- Não peça um presidente pra impedir a votação de uma lei ou PEC. Isso é prerrogativa do Congresso. O manifesto deve ser endereçado aos parlamentares.

6- Não peça um presidente pra cassar o mandato de algum deputado ou senador. Isso é papel das casas legislativas. Está escrito no artigo 55 da Constituição Federal.

7- Nunca peça pra fechar o Congresso e acabar com os partidos. O último presidente que fez isso foi um Marechal. Tal ato aconteceu em 1968 e foi nada menos do que o temido AI-5 da ditadura.

8- Não compartilhe aquelas informações falsas sobre o auxílio reclusão. O auxílio reclusão é um benefício pago à família do detento que contribuiu com o INSS, logo ele está recebendo um valor pelo qual já pagou anteriormente. O detento deve ser punido, não sua família.

Oito dicas pra não pagar mico em tempos de manifestações | Brasilianas.Org

18/05/2013

E depois Lula é que é ignorante…

Filed under: Eduardo Paes,Ignorância,PMDB — Gilmar Crestani @ 9:35 am
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Alguém saberia explicar porque nestas horas não aparece o partido nem o prefeito. Será porque não se trata de alguém do PT?!

Manaus vira capital da Paraíba em apostila para crianças do Rio

Material distribuído para alunos do 5º ano também ensina que Belém fica em Pernambuco

Secretaria municipal diz que exemplares não foram utilizados e que enviou correção para professores da rede

DO RIO

Não se surpreenda se uma criança do quinto ano da rede municipal do Rio de Janeiro disser que a capital de Pernambuco é Belém e a da Paraíba é Manaus.

Apostilas usadas pelos 56.420 alunos dessa etapa do ensino fundamental foram impressas e distribuídas para escolas com erros sobre as capitais do país.

A Folha obteve uma edição da apostila M-5 do segundo bimestre, onde os erros foram publicados. O material é de matemática, mas traz uma questão que pede que o aluno calcule as distâncias entre cidades.

Os erros estão no quadro que acompanha o enunciado da questão. Nele estão discriminados nove Estados brasileiros com suas siglas, nomes, capitais e tamanhos em quilômetros quadrados.

Nos dois primeiros Estados indicados –Pernambuco, cuja capital é Recife, e Paraíba, cuja capital é João Pessoa– há equívocos. Um terceiro erro está na sigla do Estado da Paraíba– está PA (que é a sigla do Pará) e não PB.

Outro problema na apostila diz respeito à padronização na grafia de números com mais de três casas decimais.

Em uma mesma questão, na qual é pedido aos alunos que dividam números acima de mil unidades, as casas decimais são indicadas ora com ponto, ora sem.

A rede pública municipal do Rio utiliza as apostilas em substituição aos livros didáticos. Quem produz o material são professores da Secretaria Municipal de Educação.

A secretaria informou, em nota, que a versão final é supervisionada pela professora Sueli Druck, do Instituto de Matemática da UFF (Universidade Federal Fluminense).

A Folha mandou e-mail e deixou recado na caixa postal do celular da professora, mas não obteve resposta até a conclusão desta edição.

CORREÇÃO

Segundo a secretaria, o material não chegou a ser utilizado pelos alunos. "A utilização dos cadernos pedagógicos relativos ao 2° bimestre estava prevista para a segunda semana de maio."

As apostilas, informou a pasta, foram distribuídas no início do mês e as erratas das questões, no último dia 11.

Ainda de acordo com a secretaria, quando são identificados erros, a determinação é que os próprios professores façam a correção.

Segundo Suzana Gutierrez, coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro, nesses casos, os docentes costumam ser orientados a rasgar a página ou a jogar a apostila fora. "É desperdício de dinheiro público."

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