Ficha Corrida

23/11/2016

RBS e seu modus operandi

Filed under: Grêmio,Manipulação,RBS — Gilmar Crestani @ 7:56 am
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RBS e GremioSe alguém ainda tem dúvida de como funciona o dito “jornalismo da RBS” confira os bastidores mostrando como foi feita a reportagem que vendia a ideia de que os gremistas estão pelas ruas à espera do jogo mais celebrado dos últimos 15 anos. A repórter leva consigo uma camisa do Grêmio e faz cada entrevistado vesti-la. Terminada a entrevista, fez desvesti-la para entrega-la a outro e assim vai construindo a imagem de que as ruas estão tomadas por torcedores gremistas. Não tenho provas mas tenho convicção de que faz isso também quando se trata do Internacional. Aliás, manipula sempre para obter o que quer.

E tem sucesso, como provas os seus sucessivos governadores: Antonio Britto, Germano Rigotto, Yeda Crusius e agora o Tiririca da Serra. Sem contar seus dois senadores, Ana Amélia Lemos e Lasier Martins. emplacou também mais um prefeito em Porto Alegre, um neofascista.

Como estufam o peito as duas maiores torcidas gaúchas nos jogos da dupla greNAL, “sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra”. Manada de midiotas!

A pergunta que fica é, se a RBS faz isso para alavancar sua audiência, e adestrar determinado público para seu lado, o que não faz com o resto?! Alguém ainda há de lembrar a campanha da RBS a favor do Antonio Britto o que lhe rendeu uma CRT de presente. Os ataques sistemáticos ao Tarso Genro levou à vitória do Sartori, e o que a RBS está recebendo em troca? A destruição da Fundação Piratini, que administra a rádio FM Cultura e a TVE!

E depois ainda tem gente que acredita os bandidos estão no Presídio Central!

Já contei um fato que ocorreu comigo e mudou minha forma de ver o mercado de informações. Eu era bancário, em 1987, e fazíamos uma das grandes greves que este Estado já viu. Foram as greves que transformaram os dirigentes do Sindicato dos Bancários em personalidades públicas. Basta citar dois nomes: Olívio Dura e José Fortunati. Pois bem, a RBS, como é de sua natureza, sempre do lado dos banqueiros contra os bancários. Numa assembleia no Gigantinho, quando os funcionários da RBS chegaram para registrar o evento, os bancários viramos as costas aos cinegrafistas, fotógrafos e repórteres da RBS. No outro dia o jornal Zero Hora, que troca informação por patrocínio ideológico, estampou foto dizendo que a categoria virara as costas aos seus dirigentes.

A partir desconfio de tudo o que a RBS divulga como notícia. Tem dias em que só as datas são verdadeiras.

A construção dessa informação me faz lembrar de outro episódio, dentre tantos, em que a RBS produziu sua informação. Falo do famoso Teledomingo de abril de 2002, em que a RBS pediu aos sequestradores aguardassem para liberarem as vítimas quando a reportagem do Teledomingo estivesse presente. Na época colaborava com o Observatório da Imprensa. Tenho até hoje as notas taquigráficas que me foram encaminhadas pelo Desembargador Ilton Carlos Dell’Andrea para provar.

O novo slogan  da RBS: manipulação, a gente vê por aqui!

https://www.facebook.com/william.silveira.1420/videos/1023065964487863/

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19/05/2015

De solução mágica à tradição trágica

Filed under: Futebol,Grêmio,Porto Alegre — Gilmar Crestani @ 9:46 am
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gremionComo diria Marx, a história só repete como farsa. Para repetir a legenda da Toyota Cop, conhecida nos pampas como INTERcontinental com o Hamburgo velho, o Porto-Alegrense investiu no retorno das múmias.

Felipão, Koff e velhas ideias lesionadas não foi tudo.

No idioma porto-alegrense, para ser tri-legal, três treinadores: Felipão, Ivo Wortmann & Murtosa. Cantando Kleiton e Kledir, se vão pra segunda divisão, tchau! Ou a Branca de Neve…

Em outras circunstâncias seriam os três Mosqueteiros. Hoje, são os três mosquiteiros. Um Olímpico largado às moscas, jogam de favor no lixão do Humaitá. Para consumar um retorno completo ao passado só se tivessem reativado a “carreira” do Paulo Cesar Caju.

Ao contrário do que diz o blogueiro do Correio do Povo, não foram os últimos quinze dias que abalaram o Grêmio. Nem mesmo só os últimos quinze anos, mas tirando os espasmos, continua sendo o maior brinquedo da torcida o Inter.

Já estou ouvindo a musiquinha:

Eu vou eu vou
Para segunda divisão agora eu vou
Parara-tim-bum
Parara-tim-bum

Eu vou
Eu vou
Eu vou
Eu vou
Eu vou

Para segunda divisão
Agora eu vou

Parara-tim-bum
Parara-tim-bum

Os 15 dias que abalaram o Grêmio

Postado por Hiltor Mombach em 19 de maio de 2015Esportes

Os últimos dias tem sido difíceis para o torcedor gremista.
A cronologia da má fase casa justamente com um bom momento do eterno rival, o Inter, penta regional e nas quartas de final da Libertadores.
De quebra, mesmo jogando com um time reserva, o Inter está melhor colocado no Brasileiro.
3 de maio: O Inter conquista o pentacampeonato gaúcho. Em 18min já estava 2 a 0 contra o Grêmio, que ainda descontou, 2 a 1.
4 de maio: Dia de aguentar a tradicional flauta colorada.
6 de maio: Através de uma liminar, Kleber não tem mais vínculo com o Grêmio e está livre para assinar com outro clube. A decisão pode ser reformada. O atacante cobra R$ 30 milhões.
6 de maio: Divulgo no meu blogue o contrato de imagem entre Kleber e o Grêmio. Não bastou pagar quase R$ 600 mil/mês por cinco temporadas entre carteira e imagem. Precisou dar mais: participação de 30% dos negócios realizados para a KFK Consultoria e Marketing Esportivo LTDA.
8 de maio: Cristian Rodríguez pede rescisão de contrato. Ele chegou do Parma, da Itália, como o grande reforço do clube para o primeiro semestre. Quase sempre machucado, o jogador vestiu a camisa em apenas dois jogos no Campeonato Gaúcho, durante os quais ficou menos de 90 minutos em campo.
10 de maio: O Grêmio empata com a Ponte Preta em 3 a 3 na Arena na estreia do Campeonato Brasileiro. O time levou o gol de empate aos 49min finais.
11 de maio: Para abafar a crise o Grêmio busca o artilheiro do Campeonato Catarinense deste ano, o atacante Vitinho, que estava no Guarani de Palhoça. Reforço não entusiasma o torcedor. Com Vitinho são 36 contratações somadas as gestões Koff e Romildo, oito na atual gestão: Braian Rodríguez, Galhardo, Cristian Rodríguez, Erazo, Maicon, Douglas, Marcelo Oliveira e Vitinho.
11 de maio: Em entrevista à Rádio ADN, do Chile, o lateral-direito Matías Rodríguez afirma que “não pensaria muito” em caso de uma proposta da La U, e que estaria disposto até mesmo a reduzir o salário para retornar a Santiago.
13 de maio: Uma informação dá conta de que o Grêmio pode ficar sem jogar na Arena no Brasileiro. O Banco do Brasil teria pedido que toda a arrecadação do estádio fosse destinados ao pagamento da dívida da OAS, em recuperação judicial. A informação não se confirma, mas deixa a direção do clube muito preocupada.
16 de maio: O Grêmio leva 2 a 0 do Coritiba no Couto Pereira no segundo jogo pelo Brasileiro. O segundo gol é marcado contra por Erazo após uma trapalhada que envolveu também o lateral Matías Rodríguez. A trapalhada ganhou manchete até no exterior.
16 de maio: Frase do diretor de futebol do Grêmio, Cesar Pacheco: “Sabemos o que precisamos. Mas, se não temos como fazer, teremos que criar uma poção mágica”.
17 de maio: O presidente Romildo Bolzan Jr. nada anuncia, embora a pressão de vários movimentos políticos. Expectativa é de que as mudanças ocorram nesta terça-feira

Hiltor Mombach – Blogs – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

27/04/2015

Grêmio ou ganha ou é culpa da arbitragem

Filed under: Grêmio,Grenal,Inter — Gilmar Crestani @ 7:56 am
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Por falta de ídolos em casa, torcida gremista assedia D’Ale colorado!

dalessandro_gcom62Na vida, absorvente é pra xeca. Só no Grêmio é Pacheco!

Com síndrome de abstinência, devido ao longo jejum de títulos, os dirigentes gremistas saíram da Arena da OAS, no Humaitá, atirando contra o árbitro Anderson Daronco e D’Alessandro. O que os gremistas não sabem, porque não INTERessa saber, é que  Daronco assinalou três dos quatro pênaltis contra o Inter no estadual. Dos cinco recebidos pelo Grêmio, dois foram assinalados pelo árbitro deste final de semana. Ora, pensar em jogar futebol, nem pensar.

Para os dirigentes gremistas, ou o Grêmio ganha ou é prejudicado pela arbitragem; em relação ao Inter, ou perde ou favorecido pela arbitragem. Se os dirigentes do Grêmio parassem de dar migué, fizessem menos cera, batessem menos e jogassem mais futebol em casa, com todos os gremistas nas arquibancadas, poderiam até ter ganho do Inter. Marcelo Grohe ficou quase cinco minutos deitado pedido água. Na entrevista, depois do jogo, Grohe admitiu e justificou dizendo que faz parte do jogo. Sim, faz parte de quem não tem jogo. De quem tem medinho.

Visivelmente o Inter entrou retrancado para não levar gol. Não conseguindo, o Grêmio partiu para a porrada. Até Geromel, que não é disso, chutou D’Alessandro no chão. Alguém deve ter dito:

– Geromel, se quebrares a perda do D’Alessandro, ídolo colorado, teu bicho será dobrado!

O ódio do Grêmio ao D’Alessandro é diretamente proporcional à falta de ídolos. O último ídolo do Grêmio, Renato Portaluppi, é torcedor do Flamengo. É compreensível a irritação tricolor.

É até engraçado, porque o Grêmio costuma chamar de alma castelhana a deslealdade. Bater em jogador deitado não é só antidesportivo, é também covardia.

É impressionante como a diretoria e a comissão técnica do Grêmio tentaram e tentam condicionar a arbitragem.

Será que o Felipão também culpa a arbitragem pela derrota de 7 x 1 pra Alemanha?!

15/01/2015

Estadão traz ma(i)s notícias sobre o Grêmio

Com a palavra os ilustres funcionários da RBS, Paulo Sant’ana e Cacalo, subalternos do autor daquela sintomática obra: “Não somos racistas”…

Menina com deficiência é chamada de “negrinha aleijada” em jogo de futebol

LUIZ ALEXANDRE SOUZA VENTURA

14 Janeiro 2015 | 15:46

“Sinto um misto de raiva, revolta e nojo”, desabafa no Facebook a mãe de uma menina com deficiência que foi xingada por torcedores do Grêmio em partida contra o Flamengo.

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O que você precisa saber sobre pessoas com deficiência

Manifestações de preconceito e agressões verbais em jogos de futebol, infelizmente, não são novidade, no Brasil e em outros países. E a discriminação não poupa ninguém. No último dia 15 de dezembro, a mãe de uma menina com deficiência usou o Facebook para demonstrar sua indignação sobre como sua filha, torcedora do Flamengo, foi ofendida de diversas formas por torcedores do Grêmio. O jogo foi disputado no dia 7 de novembro em Porto Alegre.

Mãe de menina xingada desabafou no Facebook. Imagem: Reprodução

Mãe de menina xingada desabafou no Facebook. Imagem: Reprodução

“Sinto um misto de raiva, revolta e nojo”, desabafa Ana Paula Medina em seu perfil na rede social.

Leia a íntegra do post.

“Bem, Não tinha me manifestado ainda sobre o episodio com a Aninha na Arena do Grêmio, no jogo contra o Flamengo. Estava tentando digerir dentro de mim tudo que tinha acontecido e Confesso não consegui ainda, sinto um misto de raiva, revolta e nojo. Na segunda feira logo depois passei mal, nem consegui ir trabalhar, passei uma grande parte da madrugada olhando minha filhotinha dormir e pensando como puderam fazer aquilo com ela. Ana Clara é flamenguista, não por influência nossa, mais por ela mesma. Ganhou uma camisa do Flamengo e a primeira atitude foi beijar o escudo, sem que ninguém incentivasse e desde então assiste os jogos conosco e só não grita gol porque não fala.

Nunca tinha levado ela a um estadio, justamente por medo dessa violência tão falada nos noticiarios, mais neste domingo 07/12 resolvemos leva-la. Ganhamos os ingressos dos nossos amigos e como o jogo não valia nada, lá fomos nós. Ela foi eufórica dentro do onibus, feliz mesmo, dançando e sacudindo seus bracinhos fininhos a cada musica do Flamengo cantada por nossos amigos. Quando nos aproximamos da entrada de visitantes da Arena, um grupo de exaltados gremistas já nos esperava, gritando xingamentos sem fim, dizem que isso é coisa de futebol mesmo. Entramos na área de visitantes para desembarcar do onibus. Quando desci com a Aninha no colo para coloca-la na cadeira de rodas alguém gritou “Negrinha Aleijada”. Nossos amigos começaram a discutir, ficaram revoltados, se enfureceram mesmo, porque Aninha é amada por todos, a mascote da nossa torcida, a primeira criança da FLA-RS que é uma grande familia, tanto que 3 de seus membros são padrinhos da Sarah, minha outra filha. Fiquei nervosa, comecei a chorar e disse ao Gustavo Haag que gente ruim, porque isso com uma criança. Chamei nossos amigos pra entrar, não queria que eles brigassem.

Fui encaminhada por funcionarios do Grêmio até um camarote, com Aninha e meu marido. Até então tudo certo, toda mordomia. À frente do camarote, cadeiras que nos permitiam ver melhor o campo, abaixo de nós mais cadeiras e muitos gremistas. Alheia a tudo isso estava Aninha, vibrando. Fomos com ela para as cadeiras e logo em seguida o Flamengo fez um gol, pegamos ela no colo, gritamos, vibramos como todo bom torcedor, mais os gremistas abaixo de nós se acharam no direito de nos provocar e da maneira mais terrivel. Chamavam nossa menina de puta, de putinha flamenguista, pegavam nos genitais e mostravam pra gente, faziam gestos obscenos com as mãos.Confesso, não tenho sangue de barata, revidei, xinguei um monte eles, fiquei brava, muito brava, afinal, pode mexer comigo, eu sei me defender, mais mexeu com ela eu viro o diabo. Sofri muito pra ter minha filha viva, pra qualquer idiota preconceituoso ofende-la.

Sem hipocrisia, nenhuma mãe gostaria que seu filho fosse deficiente, mais naquele momento agradeci a Deus que a deficiência da Aninha não permitiu que ela entendesse àquela agressão gratuita, aquelas pessoas, sim, porque eram homens e mulheres, não poderiam agredir mesmo que verbalmente, uma criança com limitações.

Já tinhamos sofrido preconceito antes, mais nunca de uma forma tão dolorida feito essa.

No intervalo do jogo, 2 seguranças estiveram no camarote para nos perguntar o que estava acontecendo. Explicamos tudo a eles, que não nos deram nenhuma orientação, só viraram as costas e foram embora.
Assistimos uma parte do segundo tempo ainda nas cadeiras, mais quando o Grêmio fez um gol, começaram os xingamentos de novo.
Fomos obrigados a ficar o resto do jogo dentro do camarote pra que Aninha não sofresse mais.

Terminado o jogo nos desceram para pegarmos o onibus, mais saimos do elevador numa area gremista, os funcionarios nos indicaram como sair mais a gente teria que ir sozinhos passando no meio deles, encontramos alguns soldados da Brigada e pedimos que eles nos levassem, no que fomos prontamente atendidos.

A sensação de todos era de revolta pelo que fizeram a nossa pequena guerreira.
Digo sempre, bate em mim, pisa em mim que sei me defender, mais não faça com ela porque vou até o fim para defendê-la.

A estes gremistas só posso dizer por enquanto, vocês nunca vão saber o que é ter uma negrinha aleijada como a minha na vida, nunca terão a felicidade de poder aprender com esse ser tão incrivel que é a minha filha. É uma pena que pra vocês ela só mereça ser chamada assim, porque todos os dias ela é chamada de Guerreira, forte, vitoriosa, lutadora, anjo, poncesa, amor, tudo isso por gente de bem que a ama e a respeita. Vocês nunca enfrentaram 10% das batalhas que ela já enfrentou na vida, sempre sorrindo e dando a volta por cima. Vocês não são dignos de pisar o mesmo chão que ela, não são dignos de pisar no mesmo chão que a cadeira de rodas dela passa.

Aleijados são vocês, aleijados de caracter, de coração, de alma, de espirito e de sentimentos….

A vocês meu desprezo e minha repulsa…..

Ana Paula – mãe da menina mais linda desse mundo…”

16/10/2014

“Areia” do Grêmio

Filed under: Apropriação Indébita,ARENA,Grêmio,OAS — Gilmar Crestani @ 9:23 am
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ARENA DA OAS GREMIO FOTO RBS SITE 2013

Arena do Gremio: posse do terreno também é polêmica

A jornalista e ativista social Tânia Jamardo Faillace investigou todo o processo de transferência do terreno no bairro Humaitá, onde foi construida a Arena do Gremio.

A área de 38 hectares pertencia ao governo do Estado e foi vendida por R$ 50 milhões para a Humaitá Empreendimentos, controlada pela OAS.

Oito hectares estao ocupados com a Arena, no restante estão sendo construídos predios comerciais e residenciais pela OAS.

A jornalista recorreu ao Ministério Público pedindo uma investigação oficial sobre o negócio.

Ela garante: “Há inúmeras ilegalidades e houve quebra de contrato , a  transferência é nula, o terreno ainda ainda é propriedade do governo, ou seja, área pública”.

Reproduzimos o relato da jornalista:.

Histórico

Em 1963, o Estado do Rio Grande do Sul doou uma área de 38 hectares, perfeitamente definida, na zona Norte de Porto Alegre, à Federação dos Círculos Operários do Rio Grande do Sul para a instalação de uma universidade do trabalho, como então se chamavam escolas profissionais  técnicas em nível de Segundo Grau (tipo Escola Parobé).

O local era um banhado imprestável, a não ser para as espécies (aves) que lá faziam ninhos ou pouso de passagem, e como esponja natural de drenagem para o interior do bairro Humaitá.
A FCORS plantou no local centenas de árvores de espécies diferentes, aterrou onde era necessário, e criou uma excelente escola técnica, a Santo Inácio, com um belíssimo ginásio, permitindo o uso livre do resto do terreno pela população, como um parque popular. Havia na área  oito campos de futebol de várzea, mais uma sede de cultura tradicionalista.

Situado na zona Norte, a tradicional zona industrial da cidade, a escola estava então no local certo.

Sendo uma escola particular, embora destinada à profissionalização de técnicos da classe  trabalhadora, dependia em grande parte de convênios e sistema de bolsas.

Lá pelas tantas, o Estado e a Prefeitura não renovaram os convênios, e a escola passou a ter prejuízos, porque seu ensino era custoso e de alto nível (tirou mais de uma vez o segundo lugar em qualidade de ensino no Enem, segundo informação do presidente da entidade).

A construtora OAS, na ocasião – cinco ou seis anos atrás, – procurava um terreno barato para construir um estádio que pudesse oferecer (alugar/vender/permutar) ao Grêmio Futebol Portoalegrense em troca do Olímpico Monumental, cujo terreno era ambicionado para construções de luxo.

A OAS procurou os terrenos menos dispendiosos. Tentou o da Habitasul, achou caro. Procurou a FCORS.

A Federação não podia vender, nem arrendar, nem penhorar. As doações públicas são sempre condicionadas e limitadas.

O donatário não pode desistir do que faz nem mudar de ramo, ou perderá a doação, sem direito a indenizações pelas benfeitorias realizadas no local.

O então presidente do Grêmio pertencia ao staff do governo Crusius. Sabia da situação difícil da FCORS.

Elaborou-se, pois, um plano, ilegal e inconstitucional, e até delituoso, mas que foi empacotado e apresentado sob o pretexto do PAC da Copa.

A direção do clube não hesitou em colocar os interesses dos construtores acima dos interesses do clube, então em difícil situação financeira (tal e qual a FCORS),

A governadora, por outro lado, não se inibiu em passar por cima das leis do Estado e da União, e até dos interesses da educação no Estado.

a operação

A Federação não podia ser simplesmente expulsa do pedaço, porque cumpria exatamente com suas obrigações contratuais.

A governadora resolveu transferir as obrigações contratuais para outro terreno.

Em 2008, doou, pela lei 13.093 um outro terreno para a Federação, na estrada Costa Gama, no Extremo Sul do município. O terreno pertencia ao Circulo Operário de Porto Alegre, instituição privada independente da Federação.
Normalmente, para isso, ela teria antes que comprar esse terreno, desapropriá-lo ou confiscá-lo, a fim de dispor do mesmo para as suas doações.

Não poderia comprá-lo sem licitação e não tinha base legal para fazer uma licitação apenas para atender aos interesses indiretos da construtora.

Não podia desapropriá-lo, a menos que tivesse um projeto público que o exigisse, e então não teria como passá-lo adiante, e sim executar o tal projeto público.

Não podia confiscá-lo, porque não existiam dívidas fiscais que autorizassem a tomada do imóvel por dívidas.

Então, fez uma doação “de mentirinha”. O objetivo era passar os gravames para a Costa Gama e liberar o terreno de Humaitá.  A Assembléia Legislativa aprovou o monstro jurídico por unanimidade, ao que se soube.

Todos os partidos, pois, foram cúmplices dessa farsa explícita, que, num país mais respeitador das leis, renderia processos criminais para todo o mundo.

Dois anos depois, a Federação comprou o mesmo terreno (que ficticiamente lhe tinha sido doado) do Círculo Operário.

Uma transação normal, a dinheiro (provável adiantamento do que viria a receber pela negociação do terreno Humaitá por parte da interessada em lá construir).

Se quisesse, a Federação poderia simplesmente ignorar os tais gravames, já que se tratava de uma compra e não de uma doação.

Não, conscienciosamente, a FCORS averbou os gravames da falsa doação, onerando o terreno comprado normalmente.

Temos aí, vários atos de falsidade ideológica, cometidos por vários personagens, a começar pelas autoridades e os poderes públicos.

Com essa compra e averbação, foi então procedido o parcelamento da área do Humaitá.

Até janeiro de 2011, havia a mesma sido dividida em quatro porções.

Duas foram vendidas à Nova Humaitá Empreendimentos Imobiliários, com sede no mesmo endereço da construtora OAS.

Duas permaneceram em poder da Federação, estas ainda com os gravames de impenhorabilidade e inalienabilidade.

Mas o assunto não estava terminado, como ainda não está.

Uma outra empresa, a Arena Portoalegrense S/A, criada para ser a dona do estádio no Humaitá, entrou no CREA com uma “Anotação de Responsabilidade Técnica”, ART.

É o pedido de licença para construir. Apresentava-se como proprietária do terreno, o que não era verdade. Naquele ano, apenas metade fora vendida à Nova Humaitá Empreendimentos, e metade permanecia com a Federação.

Essa empresa, a Humaitá Empreendimentos, com um capital social de um mil reais, dizia-se proprietária do terreno e contratante da OAS para construir um estádio de 400 milhões de reais.

Casualmente, seu endereço de então era o mesmo da construtora OAS e da Nova Humaitá Empreendimentos, na avenida Mostardeiro 366/ 802, próximo à Florêncio Ygartua.
Conclusão

O terreno legalmente continua pertencendo ao Estado, e deve ser devolvido ao mesmo, já que todas as transações assinaladas se basearam numa lei inválida, sobre informações inverídicas, e portanto devem ser reconhecidas como NULAS.

Com base nas cláusulas do contrato original de doação, houve alteração do uso do imóvel, o que caracteriza a quebra do contrato, e obriga a devolução da área ao Estado, sem direito a indenizações por benfeitorias.

Tudo o que estiver construído no local, se estivermos vivendo num Estado de Direito e de normalidade jurídica, deve ser imediatamente entregue ao Estado, sem direito a compensações ao inadimplente e seus associados.

Estão disponíveis ao acesso público, os documentos legislativos e cartoriais referentes a todos esses movimentos até janeiro de 2011, segundo a listagem constante do Adendo, mais abaixo.

Denunciado o esquema ao Ministério Público Estadual ainda em julho de 2010, e municiado esse processo com diversos adendos e fotos posteriores, o MP ainda não se pronunciou.

ADENDO

Para quem quiser comprovar pessoalmente as asserções acima, segue lista dos principais  documentos a elas referentes até  janeiro de 2011, e como localizá-los:

– registro de imóveis da 4ª zona de Porto Alegre, livro 3-BX, fls. 126, nº 65.646

– registro de imóveis da 4ª zona, Torrens 22.940

– registro de imóveis da 4ª zona de Porto Alegre, Livro 3-D, fls. 138, nº 6.422, data 25/03.1965

– lei estadual 13.093, de 18/12/2008

– lei estadual 4.610, consolidada com a anterior, 18/12/2008

-  lei municipal 610, de 8/01/2009

– 4º tabelionato de notas de Porto Alegre, Livro 204-C, compra e venda, fls.95, nº52.657

– registro de imóveis 3ª Zona de Porto Alegre – matrícula 149.419

– registro de imóveis 4ª zona,  matrícula 157.918

– registro de imóveis 4ª zona, matrícula 157.921

– registro de imóveis 4ª zona, matrícula 157.919

– registro de imóveis 4ª zona, matrícula 157.920

– ART 5473176, Arena Porto Alegrense S/A – CREA/RS,  14/09/2010

– CNPJ 10938980/0001-21 – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre, RS

– ISSQN 53677722 – Arena Portoalegrense S/A – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre, RS

– CNPJ 10938773/0001-77 – Nova Humaitá Empreendimentos Imobiliários S/A – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre, RS

– Alvará de localização 4120043 – 13/11/2009 – Construtora OAS Ltda. – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre , RS

– Alvará de localização 451892 – 17/10/2011 – Empreendimentos Imobiliários OAS26 SPE – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre, RS

Tania Jamardo Faillace, jornalista e escritora

Arena do Gremio: posse do terreno também é polêmica | Jornal Já | Porto Alegre | Rio Grande do Sul

08/09/2014

Pois é, Ali Kamel, “Não Somos Racistas”?!

Ali Aranha comeu Kamel

Quando o responsável por toda área de jornalismo da Rede Globo se dispõe a escrever um livro para provar que não somos racistas, imagine o que o cara não faz. Coisas impublicáveis. O que aconteceu no Grêmio é mais ou menos o que acontecia nas novelas, que diminuiu mas não acabou. Nas novelas, mulher negra ou era uma gostosa que aparecia quase nua, ou como doméstica. Quando um crime é cometido por um menor negro, a Globo e suas filiais fazem longas matérias pedindo a menoridade penal. Quando um crime é cometido por rapaz branco, com o carrão do papai, ninguém lembra em pedir menoridade penal.

É por isso também que a política de cotas implantada pelo Governo Federal causou tanto ódio na Rede Globo e Veja, a ponto daquele capitão-de-mato ter sido elevado à condição de chefe geral de jornalismo da Rede Globo e afiliadas. É inacreditável mas já ouvi pessoas dizendo que a política de cotas é que cria o racismo. É muita indigência mental. A RBS, ao reproduzir, acriticamente e sem constrangimento, a Rede Globo, é também responsável pela continuidade desse racismo nem sempre explícito, mas subjacente.

Como escreveu o Juremir: “Se o termo macaco não é gritado com conotação racista, por que não é usado para insultar goleiros brancos que fazem cera?

Quem massacrou a pobre torcedora do Grêmio?

Postado por Juremir em 6 de setembro de 2014Uncategorized

Muitos estão com pena da torcedora do Grêmio que, com suas injúrias raciais, levou à exclusão do Grêmio da Copa do Brasil.

Leio aqui e ali que estão fazendo uma maldade com o Grêmio, que é tudo culpa da mídia, e com a guria.

Ela é bem crescidinha para saber o que estava fazendo.

Quem fez a maldade foi a torcida que ofendeu o goleiro do Santos.

Mas a moça merece atenuantes. Não agiu sozinha.

Se, de fato, como sustentam certos gremistas, o termo macaco não é usado por eles com intenção racista, por que não se apresentam na delegacia e dizem que cantaram  e gritaram também? Por que não lançam a campanha “somos todos Patrícia”?

Ela disse que só foi no embalo. Logo, havia embalo, mais gente estava fazendo o mesmo. Por que não assumem se era apenas um grito inocente no calor do jogo? Por que deixam uma única torcedora afundar sozinha? Por que não se solidarizam?

Por que se escondem? Por que negam? Por que deixaram a moça se ferrar sozinha?

Se o termo macaco não é gritado com conotação racista, por que não é usado para insultar goleiros brancos que fazem cera?

Por que não é gritado para jogadores brancos do Internacional, que adotou um macaquinho como mascote na tentativa de diluir com humor as brincadeiras de teor duvidoso enfrentadas ao longo do tempo e dos jogos?

O mascote do Santos não é macaco. O Inter não estava em campo.

A cena não é inédita. O Grêmio, que não é racista, não tomou providências  consistentes antes. Depois do ocorrido, a atual direção foi nota dez. Atuou como deveria. Fez tudo certo. Identificou, suspendeu, entregou imagens. Só que era tarde. Pode ser que o Grêmio seja perdoado em instância superior. Não dizem que o Brasil é o país da impunidade? É o que muitos estão defendendo agora. Se isso acontecer, o racismo sairá mais uma vez vencedor. Apenas mais um capítulo numa longa história de panos quentes. O Grêmio não é o único clube brasileiro a ter torcedores que cometem atos racistas, mas foi o primeiro a ser punido. O importante é que outros venham a ser sancionados também. Tem gente tentando minimizar, relativizar, desculpar.

Aranha e todos os negros que já foram chamados de macacos em estádios de futebol merecem mais do que desculpas estratégicas ou sinceras. Merecem que os agressores recebam algum tipo de punição para que esse tipo de infâmia nunca mais aconteça. A imagem de qualquer clube de futebol é menos importante do que o combate ao racismo e a todo tipo de preconceito.

Essa imagem, de resto, deve ser preservada com atitudes permanentes contra manifestações preconceituosas.

A luta contra o racismo no mundo sempre teve algum fato detonador. Os agressores, enfrentados, sempre reagiram com o mesmo pseudoargumento: se todo mundo faz, por que eu vou pagar? Porque é preciso que se comece a pagar.

Os que sentem pena da moça, execrada enquanto seus cúmplices se escondem, sentem o que por Aranha?

Há quem não sinta assim tanta pena da moça, mas só queira livrar o Grêmio da parada. Os torcedores representam o clube da sua afeição. No caso, não há qualquer manipulação. Não eram infiltrados para prejudicar o Grêmio. Aqueles que persistiram no jogo seguinte passaram recibo. Enquanto muitos se preocupam com a imagem dos clubes, há algo mais importante com o que se preocupar: a imagem dos negros. É abominável que em 2014 grupos organizados chamem negros de macacos.

Existe racismo. consciente ou inconsciente, na afirmação de que está havendo exagero na condenação. Nas entrelinhas desse argumento, aparece algo como “tanto barulho só porque um negro foi chamado de macaco”. E uma conclusão só aparentemente sensata: “Quantas vezes isso aconteceu antes?” Ou “Todo mundo faz”. Não, nem todo mundo faz.

Para quem insiste em não ler esta parte: manifestações homofóbicas, inclusive de parte da torcida do Inter, são igualmente condenáveis. O tempo de se divertir insultando os outros terminou.

O resto é enrolation.

Quem massacrou a pobre torcedora do Grêmio? Juremir Machado da Silva – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

07/09/2014

É Fantástico: Globo, que reza pela cartilha “Não somos racistas”, quer faturar com racismo

Filed under: Goleiro Aranha,Grêmio,Racismo,Rede Globo,Rede Globo de Manipulação — Gilmar Crestani @ 9:03 am
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Ali Aranha comeu Kamel

‘Quando a gente erra, há leis’, diz Aranha

JUSTIÇA
Goleiro do Santos reafirma que torcedora gremista deva ser punida de acordo com legislação brasileira

ALEX SABINODE SÃO PAULO

"Como cristão", Aranha perdoa a torcedora gremista Patrícia Moreira, 23. Mas o goleiro do Santos deixou claro que deseja que ela seja punida de acordo com a lei.

No jogo entre Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil, no último dia 28, Patrícia foi flagrada por uma câmera da ESPN Brasil chamando o jogador de "macaco". Ela poderá ser indiciada por injúria racial. A pena máxima para este crime é de três anos de prisão.

Chorando, a torcedora fez um pronunciamento em Porto Alegre, nesta sexta (5), pedindo desculpas a Aranha.

"Da minha parte, como cristão, como ser humano, eu precisava do pedido para desculpá-la. Isso não quer dizer que eu não quero que a justiça seja feita. Ela errou, tem as consequências. Como pessoa, a desculpo. Mas quando a gente erra, há leis para isso", disse o goleiro após o triunfo do Santos por 3 a 1 sobre o Vitória, pelo Campeonato Brasileiro.

A partida aconteceu na noite deste sábado (6), no estádio do Pacaembu.

A reportagem apurou que Aranha não queria dar a entrevista. Pretendia não falar mais no assunto. Foi convencido a mudar de ideia porque foram muitos os pedidos de órgãos de imprensa brasileiros e internacionais.

Mas ele não quer nem ouvir falar na possibilidade de se encontrar com Patrícia.

Programas de TV como o "Fantástico", da Rede Globo, tentaram promover o encontro. Ela mesmo disse querer pedir perdão pessoalmente.

"Não tem motivo para isso. Algumas pessoas poderiam achar que eu estava querendo me promover e isso atrapalharia a causa [da luta contra o racismo]. Não sou amigo dela, nunca fui e nem tenho interesse em conhecê-la. Ela pediu desculpas, está desculpada. Mas tem de pagar", repetiu o jogador.

Patrícia não é a única investigada pela polícia do Rio Grande do Sul. Aranha apontou outros torcedores que também o ofenderam racialmente. Considerou um erro os xingamentos recebidos pela torcedora nos dias seguintes. A casa dela foi apedrejada e acabou demitida do emprego em empresa terceirizada que prestava serviços à Brigada Militar do estado.

"Isso não pode acontecer. Até entendo que algumas pessoas estavam com isso engasgado, mas um erro não justifica o outro. Vi [em reportagens] que ela não é racista. Mas teve uma atitude racista", sentenciou.

Por causa do incidente, o Grêmio foi excluído da Copa do Brasil pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) e recorreu da sentença.

"O que eu esperava, aconteceu. A maioria da população ficou do meu lado. O que ocorreu comigo vai servir para mudar a postura das pessoas e melhorar a educação", completou o goleiro santista, lembrando que se o STJD não tomasse nenhuma atitude a respeito "estaria concordando com essa situação."

06/09/2014

Racismo animal: por que Macaco e não Aranha?!

Filed under: Grêmio,Racismo — Gilmar Crestani @ 7:47 am
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gremista escravoSe a torcedora gremista tivesse dito que acredita na teoria evolucionista de que tudo descende do macaco, inclusive Aranha, talvez a ciência biológica a absolvesse. O fato é que se ela quisesse xingar poderia também ter utilizado o termo Aranha, que é um animal peçonhento mais do que macaco. Ora, na teoria evoluncionista, o homem descende do macaco. Os racistas chamam de macaco quem eles acham que ainda está no estágio inicial da evolução,  não alcançou o seu estágio, de homem.

Fico com a declaração da moça, que acompanhei pelo rádio. “Peço perdão para o Aranha. Perdão, perdão! Eu não queria prejudicar o Grêmio.”  Não é sintomático que ela diga que não queria prejudicar o Grêmio, mas não diz que não pretendia prejudicar o Aranha, nem os filhos do Aranha.

Com o choro da menina, que deve sim estar arrependida, a velha mídia gaúcha comprou a defesa do Grêmio e passou a amenizar o racismo mediante o subterfúgio de que há outras coisas ruins no futebol, como a homofobia. Certo, mas ninguém se pergunta como ficou a família do Aranha, que declarou que seus filhos choraram quando viram as cenas do jogo pela Tv.

Alguém se pergunta como ficou, depois do episódio, a vida dos filhos do Aranha? Ao trazer à baila outros problemas sociais para justificar a impunidade sobre o racismo vê-se que a hipocrisia também é um problema sério dentro da velha mídia. Fosse assim, não se puniria assassinos pelo simples fato de que continuam acontecendo crimes, talvez neste momento, e inclusive sem que se consiga punir o assassino.

O comportamento desse pessoal da velha mídia, principalmente os que atuam no meio esportivo gaúcho, é de uma indigência mental que até da pena. Argumentar que a ofensa faz parte do contexto do futebol é coisa de torcedor que ofende, não de jornalista. São os mesmos que passam os dias criticando os passos dos outros, na primeira oportunidade que alguém tem de criticá-los, sobem nas tamancas.

O episódio do menino pregando uma pegadinha no Lasier Martins na Expointer é exemplo disso. O funcionário da RBS passou seus dias vociferando durante longos anos durante o almoço. No primeiro enfrentamento que exigia dele autocontrole ele chamou a polícia para prender um jovem

Diga-me, quem deu a este sujeito a autoridade de ocupar a telinha por tantos anos no horário de almoço dos gaúchos para nos ensinar moral e bons costumes? Quem tem este tipo de comportamento merece ser escolhido para representar os gaúchos? Como diz o cartaz do torcedor gremista, com trecho preconceituoso do Hino Rio-grandense, ao lado do velho Olímpico, “povo que tão tem virtude acaba por ser escravo”.  Reparem, que o escravo não tem virtude. Quem tem virtude é o dono do escravo… o filho da casa-grande RBS!

Gremista acusada de racismo pede perdão a Aranha e quer encontrá-lo

JUSTIÇA
Goleiro do Santos, no entanto, rejeita conversa com torcedora e pede punição

FERNANDA CANOFRECOLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM PORTO ALEGREDE SÃO PAULO

Patricia Moreira falou por apenas um minuto com os jornalistas nesta sexta, dia 5, em um hotel de Porto Alegre.

Foi tempo suficiente para, chorando, enfatizar seu amor pelo time do Grêmio e pedir perdão a Aranha.

A auxiliar de odontologia de 23 anos, identificada como autora de xingamentos contra o goleiro santista, negou que seja racista.

"Quero muito pedir desculpas para o goleiro Aranha. Perdão de coração porque não sou racista. Aquela palavra macaco’ não foi racismo", disse ela.

Segundo o seu advogado, Alexandre Rossato, a palavra "macaco", usada no contexto de um jogo de futebol, não se configura em racismo. "É só mais um termo utilizado dentro do futebol."

Não foi esse o entendimento do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). As ofensas de Patricia e de outros torcedores gremistas culminaram na eliminação da equipe gaúcha da Copa do Brasil, em uma decisão inédita em casos de racismo.

"Foi no calor do jogo, o Grêmio estava perdendo, o Grêmio é minha paixão. Eu vivia para ir ao jogo do Grêmio", disse Patricia, que não quis responder às perguntas dos jornalistas.

"Peço desculpas para o Grêmio, para a nação tricolor. Não queria nunca prejudicar o Grêmio. Eu amo o Grêmio. [Peço] Desculpas para o Aranha. Perdão, perdão, perdão mesmo", afirmou ela.

Segundo o advogado, sua cliente gostaria de encontrar o jogador santista para pedir desculpas pessoalmente.

O goleiro, contudo, prefere não vê-la. Por meio da assessoria de imprensa do Santos e de amigos, disse que não existe razão para o encontro, que poderia minimizar a repercussão e a gravidade do episódio de racismo.

Aranha também afirmou que seu foco está no Santos, que joga hoje contra o Vitória, e que espera que os torcedores identificados pelos insultos sejam punidos.

‘JULGAMENTO SOCIAL’

Rossato contou ainda que a jovem abandonou as redes sociais e deixou a casa onde vivia, na zona norte de Porto Alegre. "Ela perdeu a vida", afirmou o advogado.

"A Patrícia já foi julgada socialmente, independentemente de inquérito policial ou não. O racismo, infelizmente, é um problema social e não podemos jogá-lo tão somente em cima dessa menina", completou Rossato.

Na quinta-feira (4), ela prestou depoimento na Polícia Civil em Porto Alegre, quando já havia negado a intenção de ofender Aranha.

De acordo com a polícia, trata-se de caso de injúria racial, crime afiançável que pode acarretar pena de um a três anos de reclusão mais multa.

    30/08/2014

    Racismo, até quando?

    ali kamelNão sou favorável punição ao clube. Sou, sim, favorável à punição ao torcedores. E aí, não só pela justiça desportiva, mas pela Justiça Comum. Cadeia para os ofensores e seus protetores. Não adianta punir o Clube, até porque o Grêmio tem,  há muito tempo, torcedores e jogadores negros.  Punir o Clube seria também punir os demais gremistas que são contra o racismo.

    O que falta não é punição a clubes, como aconteceu com o Esportivo. Precisa é de punição exemplar para quem comete ou acoberta o crime. Se o Grêmio  entregar os torcedores racistas. Se todos os times começarem entregando quem pratica o racismo para a Justiça Comum, aí sim talvez o livro do responsável pelo jornalismo da Globo possa fazer sentido.

    Não é sintomático que o racismo tenha se manifestado cada vez com mais força exatamente quando os a$$oCIAdos do Instituto Millenium resolveram atacar os governos Lula e Dilma por começarem, mesmo que timidadamente, políticas voltadas à inclusão social e racial, como a política de cotas?! Não é mera coincidência que a Ali Kamel escreveu um livro contra as cotas chamado “Não somos racistas”.

    Racismo, até quando? Até quando um racista conduzir o jornalismo da Globo!

    Após atos racistas, STJD adia 2º jogo entre Santos e Grêmio

    COPA DO BRASIL
    Partida só acontecerá após julgamento da equipe gaúcha

    ALEX SABINODE SÃO PAULO

    O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) adiou a partida entre Santos e Grêmio, marcada para a próxima quarta (3), na Vila Belmiro.

    A decisão foi tomada nesta sexta (29), um dia depois do primeiro jogo das oitavas da Copa do Brasil, em que o goleiro Aranha, do Santos, afirmou ter sido chamado de "preto fedido" e "macaco", entre outras ofensas.

    O segundo confronto, que decidirá vaga para as quartas, vai acontecer só quando ficar resolvido se haverá punição ao clube gaúcho.

    "Precisamos decidir antes de o jogo acontecer", disse o presidente do STJD, Caio César Rocha Vieira. Caso a decisão sobre a eventual punição ao Grêmio deixasse pra ser tomada após o segundo jogo, a determinação talvez resultasse em vão no que diz respeito ao andamento da competição –o time já poderia estar eliminado.

    O pedido de adiamento da partida foi feito por Paulo Schmitt, procurador-geral do STJD. "Estamos correndo contra o tempo para fazer a denúncia", disse ele à Folha, horas antes de apresentá-la.

    O Grêmio será acusado de "ato discriminatório relacionado a preconceito em razão de raça". Pode ser excluído da Copa do Brasil.

    "No caso, o CBJD [Código Brasileiro de Justiça Desportiva] prevê multa de R$ 100 mil e perda de três pontos na competição", explica ele. Como o Grêmio perdeu a primeira partida, seria eliminado.

    Em Porto Alegre, o Santos venceu por 2 a 0. Na Vila Belmiro, o Grêmio tem de inverter essa desvantagem.

    Se o julgamento acontecesse após o segundo jogo, que levasse à classificação do Santos, o tribunal poderia apenas aplicar uma multa ao time de Porto Alegre.

    Segundo o presidente do STJD, todo o processo, incluindo possíveis recursos, pode levar "mais de 20 dias".

    O Santos defende que o rival não seja responsabilizado e que a culpa seja atribuída apenas aos torcedores.

    "Tenho certeza que a diretoria do Grêmio está tão indignada quanto a nossa", disse o presidente do clube paulista, Odílio Rodrigues.

    ABATIMENTO

    No vestiário da arena gremista, após o jogo, Aranha estava abatido.

    "Não é a primeira vez que passo por isso, mas queria que fosse a última", disse aos companheiros.

    O técnico Oswaldo de Oliveira revelou preocupação com o goleiro do seu time. Perguntou se ele queria ficar fora da partida deste domingo (31), contra o Botafogo. O goleiro disse que estava bem.

    14/04/2014

    Imagens pra zoar dos gremistas

    Filed under: Grêmio,Inter — Gilmar Crestani @ 9:07 pm
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    Grêmio só é campeão em casos de Caxumba! Aliás, Grêmio é igual Caxumba: foi pro s.a.c.o.! Por isso o Grêmio vai pedir pra ficar com o título do Interior. Porque não, se o Grêmio que fica mais no interior que o Zequinha?!

    Do jeito que a coisa anda pelos lados do Humaitá, a única chance de gremista levantar taça será disputar par ou impar com o IBIS…

    Estão até dizendo que o Henrique Almeida foi infiltrado pelo Inter, para perder gols incríveis, como diante do Juventude, no Grêmio…

    Desabafo de Gremista

    Desabafo de Colorado

    Tradições Gaúchas Edinho

    Wonka imortalGremio Poka TaçaGremio Imorta ou Morto VivoEsporte de Gremista - NataçãoTaça CaxumbaGrito É campeão entalado na garganta

     

     

     

    Quem achou que o Grêmio ia ganhar pelo menos o Gauchão foi... Bobô

    Só Bobo acredita no Gremio…

    Gol do Gremio & Gol do Juventude

    Ronaldinho vem, vinha, aí…

    Tamanho do Grêmio segundo o Juventude

    Futebol deste tamanho, ó!

    Tchau Gremio

    Tchau, mais uma vez, tchauzinho….

    Eliminado

    Até o Pará já conseguiu, depois que saiu do Grêmio, erguer taça, no Flamengo. Marcelo Grohe ficou e…. NADA!

    Eliminação é sempre dificil de EngolirEu acreditoPoka TaçaEliminates Arena

    Gremio_n1 Gremio_n2

    saci

    Inter beria rio e nosso

    intertuano

    corneta gre-nal grêmio inter (Foto: Reprodução)

    Gremio

    Gremio e Libertadores

    Gremio e Taças


    corneta gre-nal grêmio inter (Foto: Reprodução)

    corneta gre-nal grêmio inter (Foto: Reprodução)

    corneta gre-nal grêmio inter (Foto: Reprodução)

    corneta gre-nal grêmio inter (Foto: Reprodução)

    inter campeão de tudo

    inter n cai

    INTER RS

    Inter x Aflitos

    inter1

    Inter nao cai

    gremio saido

    gremio secreto

    Gremio vhs

    GREMIO

    gremion

    gremios

    barcos gremista

    02/11/2013

    Porque hoje é sábado!

    Filed under: Coligay,Corinthians,Gaivotas Fiéis,Grêmio,Porque hoje é sábado! — Gilmar Crestani @ 10:06 am
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    À espera das Pinks!

    Corintiano plagia Coligay e lança "Gaivotas Fiéis"

    O cantor Felipeh Campos, cantor e jornalista, quer os créditos por ter criado, segundo ele, a primeira torcida gay do mundo. Para quem não lembra, o cara é o Pablo, personagem famoso nos anos 80 no programa “Qual é a música?”. Pois o Felipeh criou a GAIVOTAS FIEL, versão gay da Gaviões da Fiel. Segundo ele a iniciativa é inédita no mundo e geraria mídia espontânea para o clube.

    A Gaviões da Fiel já se manifestou contra e inclusive está processando “As Gaivotas Fiéis”. Lembrando que a iniciativa não é inédita, já que na década de 70 torcedores gremistas frequentadores da boate “Coliseu” fundaram a Coligay inspirados na Fla-Gay, do Flamengo e Raposões Independentes, do Cruzeiro.

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    Blog do Bola

    06/08/2013

    Imagem de cadeira defecada na Arena do Grêmio era piada entre torcedores

    Filed under: ARENA,Barriga,Grêmio,Merda,Wianey Carlet — Gilmar Crestani @ 11:03 pm
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    Eu nem posso culpar os gremistas. Já foi demais terem de ficar sem estádio. E agora mais essa, resvalaram na própria merda. Os gremistas não reconhecem a própria merda e aí contratam o perito em merda, Wianey Carlet, da RBS, para diagnosticar. Depois de algumas lambidas, a acusação: É colorada! Depois que a Globo contratou o perito Molina para dizer que uma bolinha de papel era um objeto contundente, nada mais surpreende nesta putaria mafiomidiática. A RBS, depois que o Inter fechou o contrato com a Andrade Gutierres sem a participação dela, deram para buscar sempre desmerecer o campeão de tudo. Eles, sim, são uns campeões de merda!

    Fezes em cadeira seriam brincadeira entre torcedores Foto: Reprodução Fezes em cadeira seriam brincadeira entre torcedores Foto: Reprodução

    Tudo não passou de uma brincadeira. A imagem publicada na Internet por um torcedor do Internacional, supostamente após ter defecado em uma das cadeiras da Arena do Grêmio durante o clássico Gre-Nal, foi desmentida nesta terça-feira. O próprio rapaz que divulgou a imagem, creditando o ‘feito’ a um amigo, fez piada com a repercussão do episódio:

    No perfil original do "acusado", que faz parte de uma torcida organizada do Internacional, algumas pessoas alteraram entre piadas, mensagens agressivas e até racistas, enquanto um grupo defendeu o rapaz.

    ​Outro fator confirma que a foto não aconteceu na Arena: nenhum dos encostos da cadeira do estádio tem o formato que aparece na foto. Procurados pela reportagem, um dos administradores da Arena Porto-Alegrense disse que não houve nenhum movimento suspeito durante o período no qual os 1, 5 mil torcedores do Inter estiveram nas arquibancadas, e as pessoas na limpeza não identificaram nenhum grande incidente.

    Imagem de cadeira defecada na Arena do Grêmio era piada entre torcedores – Terra Brasil

    17/07/2013

    Trio de efeitos: Zé Roberto e Kleber batem nos outros em campo; Vargas, fora!

    Filed under: Grêmio,Violência — Gilmar Crestani @ 8:40 am
    Tags: ,

    Zé Roberto quebrou o tornozelo do jogador Lucas do Botafogo numa entrada à moda gremista. Depois foi a vez do Kleber, que trocou o futebol pela violência, tirar Seedorf do jogo com uma entrada também à moda gremista. E assim Renato transformou a ARENA da OAS em palco de MMA!

    Acidente com Vargas gera polêmica

    Postado por Hiltor Mombach em 16 de julho de 2013Esportes

    O executivo de futebol do Grêmio, Rui Costa, concedeu entrevista coletiva na manhã desta terça-feira.
    Para contestar a notícia de que o atacante Vargas teria que pagar o valor de R$ 300 mil cobrados pela locadora Hummer Motors tendo em vista o acidente em que o jogador se envolveu durante seu período de férias e que teria danificado o automóvel.
    “O Vargas não vai ter que pagar R$ 300 mil, não tem nenhum processo contra ele. O acidente poderia ter sido muito grave, com vitimas fatais.
    O carro não tinha seguro e estava com os pneus carecas. Isso é gravíssimo, pois o jogador assinou um contrato que dizia estar alugando um carro em perfeitas condições e isso não aconteceu.
    Em nenhum momento algum dirigente ofereceu dinheiro para pagamento até porque nossa convicção é de que havia uma irresponsabilidade do aluguel de um veículo naquelas condições”, esclareceu.Rui Costa afirmou também que quando soube do acidente, o clube deu toda a assistência ao atleta, inclusive jurídica com a presença do advogado Gabriel Vieira estando ao lado do jogador o tempo todo:
    “Não há nada contra o jogador ou contra o Grêmio e se vier a acontecer, ele vai se defender e o Grêmio vai se defender.
    Os fatos são muito delicados. O clube deu toda a assessoria jurídica ao Vargas e não terá constrangimento em colocar os fatos na versão real”.

    E-mail enviado para Marcelo Castro, sócio da Hummer Motors, em 27 de junho de 2013 13:40.

    Prezado Marcelo, bom dia. Também tentei por 3 vezes falar contigo ontem às 18.34h (duas vezes) e 18.35h sem sucesso, pois teu celular estava desligado.Desconsiderando em absoluto o que escreveste abaixo, até porque a gestão do Grêmio em nada tem a ver com um acidente automobilístico de um atleta do clube e tampouco é de conhecimento público o que aqui dentro ocorre para que sejam utilizadas palavras como ‘amadorismo’ e ‘falta de educação com o próximo’.Como sabes, me foi solicitado pelo Cristian Ogalde que conduzisse as coisas, sempre respeitando as orientações que seriam por ele passadas e sempre que fossem passadas.O Cristian me ligou ontem e em seguida tentei o contato contigo para repassar o que ele tem em mente, o que passo a transcrever para deixar registrado:1)  Que a negociação se de toda por email a partir de agora, para evitar mal entendidos como o de abaixo;
    2)  Que não mais se entre em contato diretamente com o atleta, já que o mesmo possui agente que está conduzindo o caso, devendo todas as informações serem transmitidas no corpo do presente email para que haja registro;
    3)      Proposta de R$ 50.000,00 para dar quitação ao caso, contra a orientação dos advogados do atleta, visto (i) a ausência de seguro, (ii) a falta de informação ao atleta sobre essa ausência de seguro, (iii) o absoluto desgaste dos pneus que pode ter sido causa do acidente e (iv) o risco iminente de morte sofrido pelo atleta.
    Grato desde já.

    gabriel-juridico

    Marcelo Castro confirmou para este blogueiro que o carro vale R$ 300 mil. É este o valor a ser cobrado.

    Acidente com Vargas gera polêmica Hiltor Mombach – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

    09/06/2013

    Chuteiras do coração

    Filed under: Grêmio,Ronaldinho Gaúcho — Gilmar Crestani @ 9:08 pm
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    R10miolado

    E no final do jogo Ronaldinho ainda declarou à Radio Gaúcha que é gremista. Imagine se não fosse… Desde os tempos do Barcelona, Ronaldinho só dá alegrias ao Inter.

    Ou, como diria o goleiro do Grêmio após o pênalti infantil que cometeu: – foi uma partida fuDida!

    07/06/2013

    Poltrona 36 não rima com naftalina

    Filed under: Grêmio,Poltrona 36 — Gilmar Crestani @ 9:53 pm
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    proverbiogaucho

    Nota do Facebook gera protesto e pedido de desculpas

    Postado por Hiltor Mombach em 7 de junho de 2013Esportes

    Nota de Repúdio – MGI
    Movimento Grêmio Independente critica ato de vice-prefeito e se solidariza com Consulado do Grêmio de Campo Bom
    O Movimento Grêmio Independente (MGI) se solidariza com o Consulado de Campo Bom na manifestação contrária ao ato do vice-prefeito do município que publicou ofensas aos torcedores gremistas em seu perfil na rede social (Facebook). O caso aconteceu durante a presença do ônibus alusivo ao projeto Arena do Grêmio. A visita ocorreu com o intuito de divulgar a cidade e o seu principal evento, a Festa do Sapato e foi viabilizada através de um esforço conjunto dos voluntários da festa, Consulado local e Departamento Consular do Grêmio.

    O Consulado Gremista de Campo Bom manifestou publicamente uma nota sentindo-se ofendido e atacado pelos comentários proferidos pelo vice prefeito. O trecho, apagado posteriormente, pelo vice-prefeito, continha os seguintes dizeres (sic): “Muitas pessoas acudiram: algumas levaram bolinhas de naftalina para remover o cheiro de mofo dos troféus expostos, outros estavam à procura de taças. E um terceiro grupo procurava conhecer a poltrona 36.eheheh”

    O MGI entende, assim como o Consulado de Campo Bom, que independente da opção de preferência de clube, na posição de vice-prefeito o mínimo que se podia esperar seria uma manifestação de respeito e apoio ao evento que teve como objetivo promover a cidade de Campo Bom.

    Marcos Riegel
    Terça

    Aos Gremistas, aos Colorados e aos Campobonenses, minhas sinceras desculpas !
    Ao constatar a publicação nota de repúdio a mim dirigida venho a público pedir desculpas aos incomodados e esclarecer o seguinte:
    Na madrugada do dia 02 para 03 do corrente, publiquei em minha página no faceboock um tópico, a título de brincadeira, dentro do salutar espírito de “flauta” que dá graça à rivalidade existente entre a dupla Gre-Nal. Jamais foi minha intenção desrespeitar, atacar ou envergonhar alguém. Julgava que a brincadeira não passaria disso, uma brincadeira, como qualquer outra que diariamente escutamos.
    Entretanto, houve reações contrárias. Notei que a manutenção da postagem iria desencadear uma série de comentários desagradáveis e uma situação desconfortável, criando uma polêmica inútil e por isso a retirei. Quando hoje fui alertado sobre os desdobramentos, imediatamente redigi a presente nota que agora publico. Reitero meu pedido de perdão a todos os incomodados e renovo meu compromisso de continuar atuando seja como cidadão, voluntário, jornalista e político em prol de todas as iniciativas que engrandeçam e tornem a nossa Campo Bom cada vez melhor. Espero que o mal-entendido encerre-se por aqui. Em tempo, agradeço à compreensão de todos. Um forte abraço aos Gremistas, Colorados, e a todos os Campobonenses

    Nota do Facebook gera protesto e pedido de desculpas Hiltor Mombach – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

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